slaides contos infantis na pré escola

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Contos Infantis

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  • 1. CONTOS INFANTIS NA PR ESCOLA ANA APARECIDA GODOY DE CARVALHO

2. Apresentao Atualmente nossa sociedade vem passando por dificuldades no que diz respeito a valores e princpios. Deste modo relevante analisar as contribuies no resgate de atitudes e sentimentos. E atravs dos contos podemos provocar nas crianas reflexes acerca de diversas situaes, e ela poder perceber que em cada histria h sempre um ensinamento, e isso poder servir de exemplos para a vida dela. 3. As histrias que contamos ou lemos para as crianas ficam gravadas em suas memrias, e quando elas passam por alguma dificuldade, certamente vo se lembrar, que no final sempre a um jeito de superar. 4. Objetivos Analisar os fatores que contribuem e que favorecem a aprendizagem da criana da pr escola, inserindo-as num mundo imaginrio dos contos de fadas. 5. Possibilitar para as crianas a busca de solues para suas dificuldades e problemas interiores. Identificar as possibilidades de abordagem durante a contao de histrias na busca de solues para as dificuldades e problemas interiores as crianas. 6. Desenvolvimento A cada histria que se vai contar ou ler, iniciar com roda da conversa em seguida ler um livro ou contar uma historia de Contos de Fadas, Fbulas, Lendas ou Poesias. Aps o conto questionar para as crianas se gostaram, se elas entenderam a histria e qual foi a moral da histria. O dia de contar histrias poder ser uma vez a cada semana, durante o ano. 7. Resultados So muitas as contribuies que os contos (ou Contar histrias) oferece para as crianas pequenas, como por exemplo ampliar suas capacidades de comunicao e expresso, favorecer sua insero cultural, o vnculo afetivo, a contao tambm pode proporcionar maior desempenho no desenvolvimento cognitivo das crianas. As crianas aprendem a partir de sua interao com o meio material. 8. Moral da histria: Os filhos devem ser obedientes e prestar ateno aos conselhos de seus pais. 9. Chapeuzinho Vermelho Era uma vez uma menina chamada Chapeuzinho Vermelho, que tinha esse apelido pois desde pequenina gostava de usar chapus e capas desta cor. Um dia, sua me pediu: - Querida, sua av est doente, por isso preparei aqueles doces, biscoitos, pezinhos e frutas que esto na cestinha. Voc poderia levar casa dela? - Claro, mame. A casa da vov bem pertinho! 10. - Mas, tome muito cuidado. No converse com estranhos, no diga para onde vai, nem pare para nada. V pela estrada do rio, pois ouvi dizer que tem um lobo muito mau na estrada da floresta, devorando quem passa por l. - Est bem, mame, vou pela estrada do rio, e fao tudo direitinho! E assim foi. Ou quase, pois a menina foi juntando flores no cesto para a vov, e se distraiu com as borboletas, saindo do caminho do rio, sem perceber. Cantando e juntando flores, Chapeuzinho Vermelho nem reparou como o lobo estava perto... 11. Ela nunca tinha visto um lobo antes, menos ainda um lobo mau. Levou um susto quando ouviu: - Onde vai, linda menina? - Onde vai, linda menina? - Vou casa da vov, que mora na primeira casa bem depois da curva do rio. E voc, quem ? O lobo respondeu: 12. O lobo respondeu: - Sou um anjo da floresta, e estou aqui para proteger criancinhas como voc. - Ah! Que bom! Minha me disse para no conversar com estranhos, e tambm disse que tem um lobo mau andando por aqui. - Que nada - respondeu o lobo - pode seguir tranqila, que vou na frente retirando todo perigo que houver no caminho. Sempre ajuda conversar com o anjo da floresta. 13. - Muito obrigada, seu anjo. Assim, mame nem precisa saber que errei o caminho, sem querer. E o lobo respondeu: - Este ser nosso segredo para sempre... E saiu correndo na frente, rindo e pensando: 14. Aquela idiota no sabe de nada: vou jantar a vovozinha dela e ter a netinha de sobremesa ... Uhmmm! Que delcia!) Chegando casa da vov, Chapeuzinho bateu na porta: - Vov, sou eu, Chapeuzinho Vermelho! - Pode entrar, minha netinha. Puxe o trinco, que a porta abre. 15. A menina pensou que a av estivesse muito doente mesmo, para nem se levantar e abrir a porta. E falando com aquela voz to estranha... 16. Chegou at a cama e viu que a vov estava mesmo muito doente. Se no fosse a touquinha da vov, os culos da vov, a colcha e a cama da vov, ela pensaria que nem era a av dela. - Eu trouxe estas flores e os docinhos que a mame preparou. Quero que fique boa logo, vov, e volte a ter sua voz de sempre. - Obridada, minha netinha (disse o lobo, disfarando a voz de trovo). Chapeuzinho no se conteve de curiosidade, e perguntou: - Vov, a senhora est to diferente: por que esses olhos to grandes? 17. - pr te olhar melhor, minha netinha. - Mas, vov, por que esse nariz to grande? - pr te cheirar melhor, minha netinha. - Mas, vov, por que essas mos to grandes? - So para te acariciar melhor, minha netinha. 18. (A essa altura, o lobo j estava achando a brincadeira sem graa, querendo comer logo sua sobremesa. Aquela menina no parava de perguntar...) - Mas, vov, por que essa boca to grande? - Quer mesmo saber? pr te comer!!!! 19. - Uai! Socorro! o lobo! A menina saiu correndo e gritando, com o lobo correndo bem atrs dela, pertinho, quase conseguindo pegar. Por sorte, um grupo de caadores ia passando por ali bem na hora, e seus gritos chamaram sua ateno. Ouviu-se um tiro, e o lobo caiu no cho, a um palmo da menina. Todos j iam comemorar, quando Chapeuzinho falou: - Acho que o lobo devorou minha avozinha. 20. No se desespere, pequenina. Alguns lobos desta espcie engolem seu jantar inteirinho, sem ao menos mastigar. Acho que estou vendo movimento em sua barriga, vamos ver... Com um enorme faco, o caador abriu a barriga do lobo de cima abaixo, e de l tirou a vov inteirinha, vivinha. - Viva! Vov! E todos comemoraram a liberdade conquistada, at mesmo a vov, que j no se lembrava mais de estar doente, caiu na farra. 21. "O lobo mau j morreu. Agora tudo tem festa: posso caar borboletas, posso brincar na floresta." FIM Moral da histria: Os filhos devem ser obedientes e prestar ateno aos conselhos de seus pais.

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