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  • SISTEMTICAS DE REMUNERAO DOS HOSPITAIS QUE

    ATUAM NA SADE SUPLEMENTAR:

    CONTA ABERTA APRIMORADA / TABELA COMPACTA

    GRUPO DE TRABALHO SOBRE REMUNERAO DOS HOSPITAIS

    RODADA DE SO PAULO

    Outubro de 2012

    Associao Brasileira de Medicina de Grupo ABRAMGE

    Associao Nacional dos Hospitais Privados ANAHP

    Confederao das Santas Casas de Misericrdia, Hospitais e Entidades Filantrpicas CMB

    Confederao Nacional de Sade CNS

    Federao Brasileira de Hospitais FBH

    Federao Nacional de Sade Suplementar FENASADE

    Unio Nacional das Instituies de Autogesto em Sade UNIDAS

    UNIMED do Brasil - UNIMED

    Agncia Nacional de Sade Suplementar ANS

  • Pgina 2

    Equipe Tcnica:

    Associao Brasileira de Medicina de Grupo ABRAMGE

    Jair Monaci

    Associao Nacional dos Hospitais Privados ANAHP

    Ary Costa Ribeiro Jos Roberto Guersola Tasa Bonelli Daniel Coudry

    Conf. das Santas Casas de Misericrdia, Hospitais e Entidades Filantrpicas CMB

    Jos Luiz Spigolon

    Confederao Nacional de Sade CNS

    Armando Amaral Joo de Lucena Gonalves

    Federao Brasileira de Hospitais FBH

    Eduardo de Oliveira Roberto Vellasco Walter Lyrio do Valle

    Federao Nacional de Sade Suplementar FENASADE

    Franklin Padro Jnior Manoel Antnio Peres

    Unio Nacional das Instituies de Autogesto em Sade UNIDAS

    Denise Rodrigues Eloi de Brito Maria Beatriz Coacci Silva Aldo Rossi

    Unimed do Brasil - UNIMED

    Francisco Jos de Freitas Lima Karla Regina Dias de Oliveira

    Facilitadores:

    Agncia Nacional de Sade Suplementar ANS

    Antonio Carlos Endrigo Bruno Cortat de Carvalho Carlos Eduardo Porto da Costa Figueiredo

  • Pgina 3

    CONTEDO

    Introduo ................................................................................................... 4

    Regras Gerais ............................................................................................... 4

    Conceitos e Definies ................................................................................... 4

    Relao de Dirias e Taxas que compem a Conta Aberta Aprimorada .................. 9

    Detalhamento da Conta Aberta Aprimorada .................................................... 10

    Atualizao da Conta Aberta Aprimorada ........................................................ 24

    Codificao TUSS ........................................................................................ 25

    Materiais e Medicamentos e Gases Medicinais (Insumos) .................................. 25

    Metodologias para Migrao de Margens ......................................................... 25

    Critrios de Reajuste ................................................................................... 27

    Indicadores de Qualidade ............................................................................. 27

    Concluso .................................................................................................. 28

    Anexo I - Sugesto de metodologia para clculo da migrao de preos ............. 29

    Anexo II - Sugesto de metodologia para estabelecimento de critrios de reajuste de tabela compacta ..................................................................................... 36

  • Pgina 4

    Introduo

    A Rodada de So Paulo, como ficou denominada a segunda etapa das reunies do

    Grupo de Trabalho sobre Remunerao de Hospitais, tratou de revisar e atualizar

    trabalhos anteriormente elaborados sobre a conta aberta aprimorada/tabela

    compacta.

    Esses trabalhos anteriores so: Padronizao de Sistemas de Informao na rea

    da Sade (3 edio), datado de 1996, e o trabalho desenvolvido no mbito do

    Projeto TESS Temas Estratgicos do Segmento da Sade, durante os anos de

    2006 e 2007, de reviso e atualizao da tabela elaborada no trabalho antes

    mencionado.

    Regras Gerais

    Conforme definido no documento Diretrizes e Rumos, produto da Rodada do Rio de

    Janeiro, a conta aberta aprimorada, na forma de tabela compacta, recomendvel

    que seja aplicada para os procedimentos hospitalares que ofeream dificuldades de

    padronizao dos insumos e servios. Com o advento da TUSS, teremos uma

    padronizao e uniformizao nas tabelas de preos de dirias e taxas dos

    prestadores de servios hospitalares, o que facilitar a emisso das contas

    hospitalares, abreviando os tempos de emisso das contas hospitalares, facilitando

    as atividades da auditora de contas hospitalares e reduzindo o custo das transaes

    entre operadoras e prestadores de servios.

    Conceitos e Definies

    Diria Hospitalar

    a modalidade de cobrana pela permanncia de um paciente por um perodo

    indivisvel de at 24 horas em uma instituio hospitalar.

    A definio do horrio que estabelece o incio/fim do perodo de competncia de

    cada Hospital com a operadora contratualizada. Fraes relativas ao dia de

    internao e de alta devem ser considerados como diria completa.

    No deve ser cobrada diria de dois aposentos para o mesmo paciente,

    concomitantemente.

    Exemplo:

    Se o contrato prev incio e trmino da diria ao meio-dia:

    Paciente internado s 18 horas do dia 01/08 e com alta s 08 horas do dia 04/08.

  • Pgina 5

    Devem ser cobradas 3 dirias. Caso o paciente tivesse alta aps o meio-dia do dia

    04/08 (por exemplo: s 15 horas), seriam cobradas 4 dirias.

    Taxa de Sala

    a modalidade de cobrana por utilizao de recursos (estrutura, equipamentos e

    pessoal) e insumos essenciais (materiais e produtos de higiene) necessrios a

    prestao da assistncia.

    A cobrana das taxas de sala podem ser efetuadas das seguintes formas:

    a) Tempo mdio atribudo a cada procedimento, contemplando os recursos e

    insumos necessrios, excluda a cobrana de tempo excedente a mdia calculada;

    b) Porte cirrgico do procedimento;

    c) Durao do evento (dia, hora, etc.); e

    d) Cobrana nica por evento.

    Outras Taxas

    a modalidade de cobrana por utilizao de recursos (equipamentos e pessoal) e

    insumos essenciais (materiais e produtos de higiene) necessrios a prestao da

    assistncia, quando no est vinculada a uma estrutura fsica especfica (sala).

    A cobrana dessas taxas pode ser realizada das seguintes formas:

    a) Durao do evento (dia, hora, etc.);

    b) Cobrana nica por evento.

    Hospital-Dia

    A internao em regime de Hospital Dia compreendida como a assistncia

    intermediria entre a internao e o atendimento ambulatorial, para realizao de

    procedimentos clnicos, cirrgicos, diagnsticos e teraputicos, eletivos, onde no

    h pernoite do paciente.

    Havendo a necessidade de pernoite, o paciente ser internado em um aposento

    disponvel, conforme cobertura contratada pelo paciente, sendo cobradas dirias

    correspondentes ao aposento utilizado no podendo ocorrer sobreposio de

    cobrana das duas modalidades.

    Padres de Acomodao

    Enfermaria: composto de quarto coletivo para 3 (trs) ou mais pacientes, sem

    acompanhantes, com banheiro comum (exceto nos casos previstos pela lei).

  • Pgina 6

    Quarto coletivo (2 leitos): composto de quarto coletivo com banheiro comum,

    sem acompanhante, exceto os previstos em lei.

    Quarto privativo: composto de quarto com acomodao para acompanhante

    sem banheiro privativo.

    Sute simples: composto de quarto com acomodao para acompanhante e

    banheiro privativo.

    Sute padro: composto de quarto com acomodao para acompanhante,

    banheiro privativo, com telefone.

    Sute semi-luxo: aposento com banheiro privativo, acomodao para

    acompanhante, telefone e ar-condicionado.

    Sute luxo: aposento com banheiro privativo, acomodao para

    acompanhante, telefone, televiso, ar-condicionado.

    Apartamento: aposento com banheiro privativo, ante-sala, acomodao para

    acompanhante, telefone, televiso, ar condicionado.

    Berrio: quarto com beros comuns para recm-nascidos (me-internada).

    Berrio patolgico: quarto para atendimento a recm-nascidos que

    requeiram cuidados especiais (me internada ou no).

    Hospital-Dia: acomodao de pacientes sem pernoite.

    Isolamento: alojamento especial para acomodao de pacientes por ordem

    mdica ou da comisso de controle de infeco hospitalar.

    Unidade de Terapia Semi-intensiva (UTSI): acomodao com instalaes para

    mais de um paciente, para tratamento intensivo, sem a presena mdica

    permanente, de acordo com a Portaria 3432 de 12/08/98 do Ministrio da

    Sade, em vigor.

    Unidade de Terapia Intensiva (UTI): acomodao com instalaes para mais

    de um paciente para tratamento intensivo, com presena mdica permanente,

    de acordo com a Portaria n 3.432 de 12/08/98 do Ministrio da Sade, em

    vigor.

    Alojamento Conjunto: acomodao do recm-nascido no aposento da me.

    Cuidados de Enfermagem

    Preparo e administrao de medicamentos por todas as vias, assim como

    trocas de frascos para soroterapia ou para dietas tanto enterais como

    parenterais;

  • Pgina 7

    Controle de sinais vitais (presso arterial no invasiva, frequncia cardaca e

    respiratria, temperatura por qualquer via);

    Controle de balano hdrico, de drenos, de diurese, antopomtrico, de PVC e

    de gerador de marca passo, dentre outros;

    Banho no leito, de imerso ou de asperso;

    Instalao e controle de monitorizao cardaca, irrigaes vesicais,

    sondagens, aspiraes, inalaes, curativos e de glicemia;

    Manuteno da permeabilizao de catet