Sistemas de Informações Gerenciais Valter J.C. Lima valterlimawbs@yahoo.com.br valterlimawbs@hotmail.com valter@autofast.inf.br valter@fieb.org.br 75 9133-1804

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> Sistemas de Informaes Gerenciais Valter J.C. Lima valterlimawbs@yahoo.com.br valterlimawbs@hotmail.com valter@autofast.inf.br valter@fieb.org.br 75 9133-1804 </li> <li> Slide 2 </li> <li> Uma tcnica para gerenciar a amplitude e as complexidades das empresas Viso interativa do todo Estudo da dinmica entre componentes de um processo Tem elementos de entrada e sada aps um conjunto de processo Sistema conjunto de partes interagentes e independentes que, conjuntamente, formam um todo unitrio com determinado objetivo e efetuam determinada funo. SISTEMAS </li> <li> Slide 3 </li> <li> SISTEMAS Processo de Produo Entrada de Matria-Prima Sada de Produtos Acabados Ambiente Controle pela Administrao Sinais de Controle Sinais de Controle Sinais de Feedback Sinais de Feedback Sistema tambm pode ser considerado como ncleo central de estudo dentro de um processo administrativo </li> <li> Slide 4 </li> <li> INFORMAO Informaes x Dados DADO: qualquer elemento identificado em sua forma bruta que por si s, no traduz uma compreenso de determinado fato ou situao INFORMAO: um ou conjunto de dados trabalhados, que permitem e auxiliam concluses e os processos decisrios </li> <li> Slide 5 </li> <li> Como exemplo de dados de uma empresa, citam-se quantidade de produo, custo da matria prima, nmero de empregados, e como informao, o resultado da anlise desses dados, ou seja, capacidade de produo, custo de venda do produto, produtividade dos funcionrios, e mais uma infinita forma de utilizao e combinao Exemplo </li> <li> Slide 6 </li> <li> GERENCIAL GERENCIAL o desenvolvimento e a consolidao do processo administrativo, representado pelas funes de planejamento, organizaes, direo e controle, voltados para a otimizao dos resultados da empresa. GERENCIAL um processo administrativo fundido com processo operacional </li> <li> Slide 7 </li> <li> SISTEMAS DE INFORMAES GERENCIAIS (SIG) o processo de transformao de dados em informaes que so utilizadas na estrutura da empresa, proporcionando, ainda, a sustentao administrativa para otimizar os resultados esperados </li> <li> Slide 8 </li> <li> Teoria de Sistemas - Origem A TGS surge com os trabalhos de Ludwig von Bertalanffy, bilogo alemo, publicados em 1950 e 1968 - The Theory of Open Systems in Physics and Biology and General Systems Theory. Os sistemas existem dentro de outros sistemas; Os sistemas so abertos; As funes de um sistema dependem de sua estrutura. Premissas </li> <li> Slide 9 </li> <li> Era preciso sintetizar e integrar as teorias anteriores; A introduo da tecnologia de informao ao lado da teoria Ciberntica possibilitaram o desenvolvimento e operacionalizao das idias que convergiam para a TS aplicada administrao. A TS afina-se rapidamente com a Teoria da Administrao Tipos de Sistemas Quanto constituio; Quanto natureza. </li> <li> Slide 10 </li> <li> Quanto constituio Sistemas fsicos ou concretos : compostos de equipamentos; objetos ou coisas reais. o hardware; Sistemas abstratos ou conceituais : compostos por conceitos, planos, hipteses ou idias. o software. Quanto natureza Sistemas fechados: No apresentam intercmbio com o meio ambiente externo. So hermticos; no esto sujeitos s influncias ambientais. No recebem e nem produzem recursos externos. Sob o ponto de vista da TS so sistemas que apresentam um comportamento totalmente determinstico e programado. </li> <li> Slide 11 </li> <li> Sistemas abertosSistemas abertos Apresentam intercmbio com o ambiente por intermdio de entradas e sadas. Tm uma grande capacidade de adaptao; ajustam-se ao meio ambiente para sobreviver. Restauram sua prpria energia, reparando perdas em sua prpria organizao. </li> <li> Slide 12 </li> <li> Exemplo 1 Uma empresa de limpeza que limpe escritrios fora do horrio de expediente comercial provavelmente ser classificada como simples e estvel, pois existe uma necessidade constante e bastante estvel de seus servios. Exemplo 2 Uma empresa fabricante de computadores tipicamente complexa e dinmica, pois como opera em um mercado de constantes mudanas, e uma empresa de alta tecnologia, se no for adaptativa, no conseguir acompanhar os avanos necessrios ao ritmo do mercado da alta tecnologia. Exemplo </li> <li> Slide 13 </li> <li> Os sistemas podem ser classificados dentro de vrias vises. Classificao de Sistemas: </li> <li> Slide 14 </li> <li> Complexos: Possuem muitos componentes (pessoas, mquinas); Componentes so altamente relacionados e interconectados; Ex.: fabricao de um automvel (numerosas peas, componentes, equipamentos e pessoal qualificado); Entrada: peas do carro chassi, motor, suspenso; Processamento: linha de montagem do carro; Sada: carro pronto; Simples: Possuem pouco componentes; Relao ou interao entre os componentes descomplicada; Ex.: misturar ingredientes para fazer um bolo Entrada: ingredientes, conhecimento sobre proporo e ordem dos ingredientes; Processamento: misturar os ingredientes e colocar no forno para assar; Sada: bolo acabado (assado e pronto). </li> <li> Slide 15 </li> <li> Abertos: Interagem com o ambiente no qual esto inseridos; Ex.: empresas e universidades so sistemas abertos Empresa (entra matria prima) sa (bens e servios); Fechados: No interagem totalmente com o ambiente no qual esto inseridos. Apresentam um comportamento totalmente determinstico e programado. </li> <li> Slide 16 </li> <li> Estveis (No-Adaptveis): Sofrem pouca influncia do ambiente no qual esto inseridos; Mudanas no ambiente resultam em pouca ou nenhuma mudana no ambiente; Ex.: (um pequena empresa que produz brinquedos de blocos de madeira pode ser bastante estvel, desde que a fonte de matria prima e as preferncias tenham se mantido). Dinmicos (Adaptveis): Sofrem constantes modificaes devido s mudanas ocorridas no ambiente que esto inseridos; Flexibilidade; Ex: Fbrica de computadores /equipamentos eletrnicos (mudanas tecnolgica foram o desenvolvimento de novos produtos); </li> <li> Slide 17 </li> <li> Permanentes: Existem por muito tempo; Ex.: Empresas grandes, Universidades (anos); Temporrios: Existem por pouco tempo (meses); Ex.: grupos de pesquisa nas disciplina; </li> <li> Slide 18 </li> <li> Parmetros dos sistemas Entrada ou insumo (input); Processamento ou transformao (throughput); Sada ou resultado (output); Retroao, retroalimentao ou retroinformao (feedback); Ambiente (environmentI). </li> <li> Slide 19 </li> <li> Nvel 0 (zero) do Sistema aberto EntradasSadas Processamento AmbienteAmbiente Retroao Informao Energia Recursos Materiais </li> <li> Slide 20 </li> <li> Modelos de Organizao A organizao deve ser considerada como um sistema aberto; Deve ter objetivos ou funes mltiplas, envolvendo interaes mltiplas com o meio ambiente; Deve ser vista como um conjunto de vrios subsistemas, estando esses subsistemas, simultaneamente, em interao dinmica; Os subsistemas so interdependentes. O que acontece dentro de um subsistema tem reflexo no funcionamento dos outros subsistemas; A organizao est inserida num ambiente dinmico. Ao planejar o funcionamento da organizao preciso levar em conta as exigncias e limitaes impostas pelo ambiente; difcil definir as fronteiras existentes nas organizaes, devido aos mltiplos elos que existem com o meio ambiente. </li> <li> Slide 21 </li> <li> Modelo de Katz e Kahn Daniel Katz e Robert L. Kahn aplicam a TS Teoria das Organizaes. Chegam a concluso de que a teoria das organizaes deve se libertar das restries e propostas das abordagens anteriores, utilizando-se da Teoria Geral dos Sistemas. </li> <li> Slide 22 </li> <li> Empresa FABRICAO MATRIA PRIMA CLIENTE LUCRO EMPRESAS AT INCIO DOS ANOS 90 </li> <li> Slide 23 </li> <li> Empresa PROCESSOS FORNECEDOR PREFERNCIAS DO CLIENTE LUCRATIVIDADE EMPRESAS AT INCIO DOS ANOS 90 </li> <li> Slide 24 </li> <li> Empresa PRODUTIVIDADEPROCESSOS PARCERIA COM FORNECEDOR PREFERNCIAS DO CLIENTE LUCRATIVIDADE EMPRESAS AT 2000 </li> <li> Slide 25 </li> <li> Empresa PRODUTIVIDADEPROCESSOS PARCERIA COM FORNECEDOR TENDNCIAS DO MERCADO LUCRATIVIDADE EMPRESAS HOJE MEIO-AMBIENTE LEGISLAO CONCORRNCIA QUALIDADE TECNOLOGIA REQUISITOS DO CLIENTES SINDICATO SEGURANA DO TRABALHO DO TRABALHO RESPONSABILIDADESOCIAL COMUNIDADE </li> <li> Slide 26 </li> <li> SIG- SISTEMAS DE INFORMAES GERENCIAIS ABORDAGENS DE DECISES ESTRATGICAS, TTICAS E OPERACIONAIS NVEIS DELINEAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAES GERENCIAIS NVEL DE DECISES ESTRATGICAS NVEL DE DECISES TTICAS NVEL DE DECISES OPERACIONAIS </li> <li> Slide 27 </li> <li> SIG- NVEL DE DECISES OPERACIONAIS NVEL DE DECISES OPERACIONAIS PRODUO PRAZO E QUALIDADE LDERES GERENCIA ASSISTNCIA TCNICA EQUIP. SUPERVISORES CADEIA DE SUPRIMENTOS PROJETOS MO DE OBRA MATRIA PRIMA FERRAMENTASINSUMOS MANUTENO </li> <li> Slide 28 </li> <li> SIG- NVEL DE DECISES TTICAS MATRIA PRIMA CLASSIFICAO DA MATRIA PRIMA QUE ATENDE OS REQUISITOS DA PRODUO E CLIENTES VENDAS MO DE OBRA O PRINCIPAL DA EMPRESA, MAS TAMBM A FONTE DE PARMETROS MAIS COMPLEXOS. INSUMOS A PRODUO PRECISA DE INSUMOS DE QUALIDADE, MAS COM EXCELENTES NVEIS NA RELAO CUSTO\BENEFCIO MANUTENO REA QUE MANTM A PRECISO DOS EQUIPAMENTOS, E A EMPRESA FUNCIONANDO </li> <li> Slide 29 </li> <li> NVEL DE DECISES TTICAS PRODUTOCOMPETITIVO R. HUMANOS VENDAS COMPRAS MARKETING CONTABILIDADE ENGENHARIAS CAPACIDADETECNOLGICA CAPACIDADEPRODUTIVA CUSTOSPRODUTIVOS NVEL OPERACIONAL TI ORAMENTOS ASSIS. TCNICA AO CLIENTE SIG- NVEL DE DECISES TTICAS </li> <li> Slide 30 </li> <li> RECURSOS HUMANOS Capacidade contratar profissional qualificado, que podem conter informaes de concorrentes e novos processos VENDAS TECNOLOGIA DA INFORMAO Os programadores podem avaliar qual o melhor sistema informatizado e adequao aos requisitos da produo CADEIA DE SUPRIMENTOS E COMPRAS So classificadas como rea de muita importncia para gesto de qualidade e recursos produtivos MARKETING rea que tem conhecimento do mercado, tendncias de mercado e concorrncia, e tem influncia direta na produo e projetos SIG- NVEL DE DECISES TTICAS </li> <li> Slide 31 </li> <li> SIG- NVEL DE DECISES ESTRATGICAS NVEL DE DECISES ESTRATGICAS TOMADA DE DECISES PRESIDENTE GERENCIA ACIONISTAS CONSULTORIA Diretoria ATENDIMENTO AO CLIENTE MUDANAS NA LEGISLAO NOVO PRODUTO OU MERCADO CONCORRNCIA NVEL OPERACIONAL NVEL TTICO </li> <li> Slide 32 </li> <li> Em um mundo to mutante quanto imprevisvel, s ganha o jogo quem estiver disposto a reescrever periodicamente as regras de sua empresa e de seu setor. Gary Hamel O uso da Tecnologia da Informao por si s no representa uma vantagem competitiva permanente para o negcio. </li> <li> Slide 33 </li> <li> Os trs sculos passados foram dominados, cada um, por uma nica tecnologia: sistemas mecnicos O sculo XVIII foi a era dos grandes sistemas mecnicos, acompanhado da Revoluo Industrial. mquina a vapor. O sculo XIX foi a era da mquina a vapor. informao. O sculo XX foi denominado como a era da informao. </li> <li> Slide 34 </li> <li> AS DUAS FACES DA TECNOLOGIA A Era da informao chegou. Nos prximos anos, novos e mais sofisticadas tecnologias de software aproximaro cada vez mais a civilizao de um mundo praticamente sem trabalhadores.trabalhadores </li> <li> Slide 35 </li> <li> Rob Fazendeiro </li> <li> Slide 36 </li> <li> Neste cenrio de avanos tecnolgicos, deparamos com uma carga de informaes cada vez maior. Estima-se a produo anual de informao, nos dias atuais, em torno de dois bilhes de gigabytes, sendo 90 % deste volume em formato digital. O conhecimento da humanidade dobrar a cada... 30 dias 3 anos 5 anos 2015 2000 1990 Tempo Ano Copiado de Roslia ParasoRoslia </li> <li> Slide 37 </li> <li> A tecnologia na Gesto do Conhecimento </li> <li> Slide 38 </li> <li> A Globalizao provocou... Eliminao das fronteiras Eliminao das barreiras comerciais Aumento da concorrncia Maior competitividade Mais inovao em menos tempo </li> <li> Slide 39 </li> <li> Difuso das Inovaes... 1886 (55 anos) Automvel 1906 (22 anos) Rdio 1873 (46 anos) Eletricidade 1876 (35 anos) Telefone 1936 (26 anos) Televiso 1953 (30 anos) Microondas 1975 (16 anos) Computador 1983 (13 anos) Celular 1993 (4 anos) Internet </li> <li> Slide 40 </li> <li> Algumas invenes e conquistas do sculo XX 1903: Avio motorizado 1915: Teoria geral da relatividade de Einstein 1923: Aparelho televisor - Jonh e Philo 1928: Penicilina - Alexander Fleming 1937: Nylon 1943: Computador 1945: Bomba atmica - Philip MorrisonMorrison 1947: Descoberta da estrutura do DNA - engenharia gentica 1957: Sputrik, o primeiro satlite 1958: Laser - Alexander Prokhorov 1961: O homem vai ao espao 1967: Transplante de corao 1969: O homem chega Lua; incio da Internet, Boeing 747 1970: MicroprocessadorMicroprocessador 1993: Clonagem de embries humanos 1997: Primeiro animal clonado: a ovelha Dolly 2000: Seqenciamento do genoma humano </li> <li> Slide 41 </li> <li> 1945: Bomba atmica </li> <li> Slide 42 </li> <li> 1970: Microprocessador </li> <li> Slide 43 </li> <li> Capital Energia Matria-prima... e inverso no valor dos insumos da produo. Conhecimento </li> <li> Slide 44 </li> <li> Sendo o conhecimento o diferencial estratgico da produo, ento preciso trat-lo com metodologias e ferramentais apropriados. Processar dados Tratar informaes Gerenciar conhecimentos </li> <li> Slide 45 </li> <li> Tinha sentido restrito transmisso de dados acerca de algum ou de algo, geralmente notcias de fatos que chegavam ao receptor com uma certa defasagem temporal. Informao Hoje associado velocidade, tecnologia, ao tempo e ao espao. Ilustrando: Os caixas automticos dos bancos a 10 anos atrs </li> <li> Slide 46 </li> <li> Bibliografia CRUZ, Tadeu. Sistemas de informaes gerenciais:: tecnologias da informao e a empresa do sculo XXI /. 3.ed. revisada, atualizada e ampliada. So Paulo: Atlas, 2003 PORTER, Michael E. Estratgia Competitiva. Rio de Janeiro: Campus, 1986. REZENDE, Denis A. ABREU, Aline F. de. Tecnologia da Informao aplicada a Sistemas de Informao. So Paulo: Ed. Atlas, 2001. DRUCKER, Peter. Administrao em Tempos de Grandes Turbulncias, So Paulo- SP:Atlas, 1995. Obrigado pela ateno! </li> </ul>