Sistema individual de tratamento de esgoto

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<ul><li> 1. i UNIVERSIDADE DA AMAZNIA UNAMA CENTRO DE CINCIAS EXATAS E TECNOLOGIA CCET CURSO DE ENGENHARIA CIVIL ADRIANO PIRES MONTEIRO JUNIOR HENRIQUE FERNANDES RENDEIRO NETO SISTEMA INDIVIDUAL DE TRATAMENTO DE ESGOTO FOSSA SPTICA, FILTRO ANAERBIO E SUMIDOURO UMA ALTERNATIVA PARA O TRATAMENTO SANITRIO EM COMUNIDADES DE BAIXA RENDA DO MUNICPIO DE BELM Belm PA 2011 </li></ul><p> 2. ii ADRIANO PIRES MONTEIRO JUNIOR HENRIQUE FERNANDES RENDEIRO NETO SISTEMA INDIVIDUAL DE TRATAMENTO DE ESGOTO FOSSA SPTICA, FILTRO ANAERBIO E SUMIDOURO UMA ALTERNATIVA PARA O TRATAMENTO SANITRIO EM COMUNIDADES DE BAIXA RENDA DO MUNICPIO DE BELM Trabalho de Concluso do Curso apresentado como requisito final para obteno do ttulo de Engenheiro Civil, submetido banca examinadora do Centro de Cincias Exatas e Tecnologia da Universidade da Amaznia. Orientadora: Prof Elzelis Mller Belm - PA 2011 3. iii ADRIANO PIRES MONTEIRO JUNIOR HENRIQUE FERNANDES RENDEIRO NETO SISTEMA INDIVIDUAL DE TRATAMENTO DE ESGOTO FOSSA SPTICA, FILTRO ANAERBIO E SUMIDOURO UMA ALTERNATIVA PARA O TRATAMENTO SANITRIO EM COMUNIDADES DE BAIXA RENDA DO MUNICPIO DE BELM Trabalho de Concluso do Curso submetido banca examinadora do Centro de Cincias Exatas e Tecnologia da Universidade da Amaznia, como parte dos requisitos para obteno do ttulo de Engenheiro Civil, sendo considerado satisfatrio e APROVADO em sua forma final pela banca examinadora existente. Data de aprovao: ____/____/_______ Banca Examinadora: ________________________________________ Prof MSC. Elzelis Aguiar Mller, (Orientadora) Universidade da Amaznia/UNAMA _________________________________________ Prof Dr. Marco Valrio de Albuquerque Vinagre Universidade da Amaznia/UNAMA _________________________________________ Prof MSC. Moises Barcessat Examinador Externo Julgado em: ____/____/_______ Nota: ______________ Belm - PA 2011 4. iv DEDICATRIA Dedicamos este trabalho aos nossos pais, esposas, filhos e demais familiares e amigos que contriburam nesta jornada, e em especial ao Prof MSC. Antnio Lemos (in memria), que partiu desta vida, deixando as lembranas de sua alegria e um grande legado de conhecimento, do qual tivemos a sorte de fazer parte absorvendo seus ensinamentos. Agradecemos e pedimos a Deus que nos ilumine para que os conhecimentos adquiridos sejam empregados com sabedoria e responsabilidade ao longo de nossa vida profissional e pessoal. 5. v AGRADECIMENTOS Agradecemos primeiramente a Deus que nos deu fora para superar as dificuldades encontradas no caminho e conseguirmos mais uma conquista ao concluir este trabalho. Aos nossos PAIS que sempre estiveram presentes em cada passo desta jornada, ofertando-nos a fora, amor e uma imensa dose de pacincia, foram eles os responsveis por cada sucesso obtido e cada degrau avanado em nossa vida. Durante todos esses anos eles foram exemplos de fora, de coragem, perseverana e motivao para nunca desistir diante dos obstculos encontrados. s esposas e filhos pelas palavras de carinho e por terem aguentado pacientemente nossas ausncias. Universidade da Amaznia/UNAMA e a toda sua equipe o nosso sincero agradecimento por todo apoio direto e indireto que tivemos durante toda nossa jornada acadmica. Ao professor Selnio Feio que com sua capacidade e empenho ao coordenar o curso de Engenharia Civil sempre esteve disposto a melhor atender a todas as solicitaes feitas pela turma, contribuindo significativamente para o andamento desta caminhada. nossa orientadora professora Elzelis Mller pela sua delicadeza, pacincia e inteligncia, que soube orientar e valorizar esta pesquisa. Aos professores mestres e doutores que a ns repassaram seus conhecimentos, fazendo que nosso desenvolvimento fosse o melhor possvel. Ao Prof Dr. Marco Valrio de Albuquerque Vinagre que influenciou bastante na escolha do tema abordado neste trabalho durante suas aulas na disciplina Saneamento Ambiental. Aos nossos colegas de curso e disciplinas que compartilharam conosco seus conhecimentos, e a todos aqueles que de alguma forma contriburam ou torceram pela concretizao deste trabalho e nos proporcionando chegar at aqui. A todos nossos sinceros agradecimentos. 6. vi LISTA DE FIGURAS E FOTOS Figura 2.1 Composio do esgoto sanitrio ........................................................................ 30 Figura 3.1: Demonstrao de transporte de efluente no conjunto Fossa, Filtro e Sumidouro. ........................................................................................................................................ 43 Figura 3.2 Tipos de Tanques Spticos.................................................................................. 44 Figura 3.3 Tanque sptico e seu funcionamento............................................................... 45 Figura 3.4 Seo de um tanque sptico de cmara nica.............................................. 46 Figura 3.6 Dimenses internas mnimas Tanque Sptico NBR 7229/93................ 50 Figura 3.7: Filtro Anaerbio visto em corte com detalhes................................................... 55 Figura 3.8: Execuo de um Sumidouro em alvenaria de tijolos cermicos................. 58 Figura 4.1: Espao urbano de Belm em 1791...................................................................... 62 Figura 4.2: Belm no incio do sculo XVII (adaptao) ..................................................... 63 Figura 4.3 - Representao esquemtica da rede coletora assentada entre 1906- 1915..................................................................................................................................................... 69 Figura 4.4 Caractersticas das Bacias de Esgotamento Sanitrio Conforme concepo da Empresa Byington &amp; Cia................................................................................... 69 Figura 4.5: rea Totalmente Atendida Pelo SAAEB e pela COSANPA ......................... 73 Figura 4.6: reas com tratamento de esgoto SAAEB ...................................................... 73 Figura 4.7: Lanamento de efluentes em cursos dgua .................................................... 74 Figura 4.8: Sistema Fossa e Sumidouro usado em alguns bairros de Belm.............. 77 Figura 4.9: Sumidouro de tubo de concreto............................................................................ 77 Figura 4.10: Fossa rudimentar ainda utilizada em algumas residncias de Belm.... 78 Figura 4.11: Lanamento de resduos de esgoto nos canais de Belm......................... 78 7. vii LISTA DE TABELAS Tabela 2.1 Evoluo da cobertura dos servios de abastecimento de gua e coleta de esgotos no Brasil (%) ............................................................................................................... 24 Tabela 2.2: Caractersticas fsico-qumicas dos esgotos.................................................... 31 Tabela 2.3: Concentraes de slidos em esgotos.............................................................. 32 Tabela 2.4: Concentraes de organismos em esgotos..................................................... 32 Tabela 3.1 Eficincia dos tanques spticos......................................................................... 47 Tabela 3.2: Contribuio diria de esgoto(c) e de lodo fresco (Lf) .................................. 53 Tabela 3.3: Perodo de deteno dos despejos, por faixa de contribuio diria....... 54 Tabela 3.4: Profundidade til mnima e mxima, por faixa de volume til .................... 54 Tabela 3.5: Taxa de acumulao de lodo (K), em dias, por intervalo de limpeza e temperatura mdia do ms mais frio......................................................................................... 54 Tabela 5.2: Absoro Relativa do solo ..................................................................................... 88 8. viii LISTA DE QUADROS Quadro 3.1: Tipos de fossas e suas respectivas caractersticas...................................... 41 Quadro 4.1 - Exportao de Produtos da Amaznia............................................................ 67 Quadro 4.2: Caractersticas das Bacias de esgotamento Sanitrio Resultantes da Concepo de Projeto Apresentado pele Empresa Byington &amp; Cia em 1955.............. 70 Quadro 5.1: Anlise Granulomtrica da Amostra do Solo.................................................. 88 9. ix LISTA DE ABREVIATURAS E SIMBOLOS ABES - Associao Brasileira de Engenharia Sanitria ABNT - Associao Brasileira de Normas Tcnicas ANVISA - Agncia Nacional de Vigilncia Sanitria CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental CONAMA - Conselho Nacional de Meio Ambiente COSANPA - Companhia de Saneamento do Par CPRH - Agncia estadual de meio ambiente e recursos hdricos DBO - Demanda Bioqumica de Oxignio DBO5,20 - Demanda Bioqumica de Oxignio em cinco dias a 20C DQO - Demanda Qumica de Oxignio EMBRAPA - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuria ETE - Estao de tratamento de esgoto FAN - Filtro Anaerbio FCAP - Faculdade de Cincias Agrrias do Par FUNASA - Fundao Nacional de Saneamento IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatstica MO - Matria Orgnica NAEA - Ncleo de Altos Estudos Amaznicos NTK - Nitrognio Total Kjeldahl OD - Oxignio Dissolvido OMS - Organizao Mundial de Sade OPAS - Organizao Mundial de Sade e da Organizao Pan-Americana de Sade USEPA - Agncia Americana de Proteo Ambiental (United States Environmental Protection Agency) PDB - Plano Diretor de Belm PDGB - Plano Diretor para a Grande Belm pH - Potencial hidrogeninico PMSB - Plano Municipal de Saneamento Bsico PNS - Pesquisa Nacional de Saneamento PNUD Programa das Naes Unidas para o Desenvolvimento PVC - Policloreto de Vinila 10. x RDH - Relatrio de Desenvolvimento Humano SAAEB - Servio Autnomo de gua e Esgoto de Belm SES - Sistema de Esgotamento Sanitrio SNIS - Sistema Nacional de Informao sobre Saneamento SST - Slidos suspensos totais ST - slidos totais TS - Tanque sptico UASB - (Upflow Anaerobic Sludge Blanket) - Reator anaerbio de manta de lodo e fluxo ascendente UFPA - Universidade Federal do Par UFPR - Universidade Federal do Paran UFRJ - Universidade Federal do Rio de Janeiro UNAMA Universidade da Amaznia 11. xi SUMRIO LISTA DE FIGURAS E FOTOS ................................................................................. vi LISTA DE TABELAS ................................................................................................ vii LISTA DE QUADROS.............................................................................................. viii LISTA DE ABREVIATURAS E SIMBOLOS .............................................................. ix RESUMO................................................................................................................... xv ABSTRACT.............................................................................................................. xvi CAPTULO 1.............................................................................................................17 1. Introduo............................................................................................................17 1.1. Importncia da Pesquisa...........................................................................17 1.2. Justificativa do Estudo..............................................................................19 1.3. Objetivos da Pesquisa...............................................................................21 1.3.1. Objetivo Geral........................................................................................21 1.3.2. Objetivos Especficos ............................................................................21 1.4. Estrutura do Trabalho................................................................................22 CAPTULO 2.............................................................................................................23 2.SANEAMENTO BSICO.......................................................................................23 2.1. Definies ....................................................................................................23 2.2. Abordagem histrica ....................................................................................26 2.3. Sade e saneamento ...................................................................................27 2.4. Sistemas de Esgotos Sanitrios...................................................................28 2.5. Composio dos Esgotos Sanitrios............................................................29 2.6. Caractersticas dos Esgotos.........................................................................30 2.7. Classificao do Esgoto...............................................................................33 2.8. Tipos de Tratamento de Esgotos Sanitrios ...........................................34 2.8.1. Sistemas Individuais..............................................................................35 12. xii 2.8.2. Sistemas Coletivos ................................................................................35 2.8.2.1. Sistema unitrio ou combinado.......................................................36 2.8.2.2. Sistema separador..........................................................................36 2.8.2.2.1. Sistema convencional .................................................................37 2.8.2.2.2. Sistema condominial ...................................................................37 2.9. Classificao das Etapas de Tratamento..................................................38 2.10. Importncia dos Sistemas de Esgoto Sanitrio ...................................39 CAPTULO 3.............................................................................................................41 3.SISTEMAS INDIVIDUAIS DE TRATAMENTO DE ESGOTO ................................41 3.1. Tipos de Fossas...........................................................................................41 3.2. Tanques Spticos (TS)...............................................................................42 3.2.1. Conceitos .............................................................................................42 3.2.2. Tipos de Tanques Spticos ...................................................................44 3.2.3. Princpios de Funcionamento ...................................................................44 3.2.4. Projeto do Tanque Sptico ....................................................................47 3.2.5. Eficincia ...............................................................................................49 3.2.6. Operao e Manuteno .......................................................................49 3.2.7. Observaes Gerais..............................................................................50 3.2.8. Localizao e distncias mnimas .........................................................51 3.2.9. Materiais ................................................................................................52 3.2.10. Procedimentos ...............................</p>