siemens guia do eletricista (192)

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  • 1. Guia Tcnico A ajuda terica e prtica para o Instalador EletricistaAnswers for industry.

2. A ajuda terica e prtica para o Instalador Eletricista 3. ndiceIntroduo Cap. 1 - Motores Trifsicos de Rotor de Gaiola6P.14Cap. 3 - Disjuntores TermomagnticosP.18Cap. 4 - Dispositivo Diferencial Residual (DR)P.32Cap. 5 - Dispositivos de Proteo contra Surtos - DPSP.42Cap. 6 - Contatores TripolaresP.54Cap. 7 - Rels de SobrecargasP.60Cap. 8 - Disjuntor MotorP.66Cap. 9 - Partida Direta de Motores Assncronos TrifsicosP.70Cap. 10 - Combinaes de PartidaP.74Cap. 11 - Partidas reversorasP.80Cap. 12 - Partida Estrela-Tringulo (tenso reduzida)P.84Cap. 13 - Partidas SuavesP.92Cap. 14 - Conversores de FrequnciaP.98Cap. 15 - Disjuntores em Caixa MoldadaP. 102Cap. 16 - Dispositivos de Manobra e Controle para InstalaesP. 108Cap. 17 - Mdulos Lgicos Programveis LOGO!P. 114Cap. 18 - Seccionadores Tripolares e Comutadores para MedioP. 174ApndiceP. 178Tabelas tcnicasP. 181Respostas2P.Cap. 2 - FusveisP. 185 4. IntroduoO objetivo desta publicao contribuir com dados precisos e exemplos prticos para a soluo de quaisquer tipos ou inconvenientes que possam surgir em sua atividade. Todo o contedo foi elaborado tendo como base as consultas realizadas com os tcnicos especialistas.O Manual Tcnico para o InstaladorVoc no deve esquecer que quanto mais simples e rpido conseguir realizar seu trabalho, maiores sero seus benefcios e os de seu cliente. Do mesmo modo, quanto melhor for a qualidade dos produtos utilizados, maior ser a conabilidade da instalao. Por meio deste manual tcnico, lhe oferecemos a ajuda necessria para levar adiante todos seus projetos.facilitar o desenvolvimento de seuEletricista foi elaborado paratrabalho cotidiano.Desejamos que seja uma ferramenta de grande utilidade para seu trabalho, somando-se aquelas j existentes, como nosso site na Internet, Newsletter, e Simaris sua disposio.3 5. As tarefas mais frequentes de um Instalador Eletricista consistem emA manobra de carga permite que o motor funcione ou a lmpada acenda quando for necessrio. A proteo da carga a funo dos aparelhos que evita que a carga seja danicada quando haja alguma falha que no est relacionada a ela.conectar circuitos de iluminao e circuitos de motores. Para garantirA proteo do circuito aquela que, se houver uma falta no circuito ou na carga, apesar de nossas precaues, devemos realizar para evitar que tambm sejam danicados ou destrudos os demais dispositivos que compem o circuito.que as mesmas sejam desenvolvidas de maneira convel, convenientePara cada uma destas funes existem determinados dispositivos O controle estabelece quando e porque uma carga deve ser conectada.analisar as diferentes funes que as compem, sendo todas elas importantes.4O comando ocorre quando a manobra das cargas manual e devemos estabelecer um vnculo entre a instalao e os operrios. Quando queremos devolver informao desde a instalao, devemos ento recorrer a dispositivos de comando e sinalizao. 6. Aparelhos de manobra tais como os contatores, partidas, inversores de freqncia, disjuntores ou seccionadores, permitem que a rede seja eletricamente vinculada carga; e conduzam a corrente para a mesma permitindo seu funcionamento.Aparelhos de controle: so utilizados para realizar tarefas com sistema automtico, mais ou menos complicadas, sendo seu melhor expoente os rels de tempo ou Mdulos Lgicos Programveis LOGO!.Aparelhos de proteo: conforme sua forma de atuao protege as cargas contra as sobrecargas (disjuntor-motor ou rels de sobrecargas); os aparelhos de manobra contra os efeitos de corrente de curto-circuito (fusveis, disjuntor-motor ou disjuntores limitadores); ou s linhas contra sobrecargas e curto-circuitos (fusveis, disjuntores em caixa moldade e disjuntores termomagnticos).Ao mencionar os motores, faz-se referncia aos motores trifsicos assncronos com rotor de gaiola de esquilo. Excepcionalmente tambm sero tratados temas relacionados a motores monofsicos e assncronos com rotor em curto-circuito.Aparelhos de comando: so os encarregados de vincular os aparelhos de manobra e proteo instalao e aos operadores da mesma. Um exemplo disso so os botes e as lmpadas de sinalizao, os terminais, os sensores, etc.5 7. 1Motores Trifsicos de Rotor de Gaiola GeneralidadesO motor eltrico composto basicamente de um rotor (parte mvel) e um estator (parte xa), os quais so formados por pacotes de chapas de ferro silcio com ranhuras, onde se alojam as bobinas. Entre elas ser produzida uma reao eletromagntica que transformar a energia eltrica absorvida da rede em energia mecnica na ponta do eixo, necessria para movimentar a carga. Em um motor de corrente alternada, o rotor composto por hastes de cobre ou liga de alumnio unidas em suas extremidades, da o nome de rotor em curto-circuito ou de gaiola de esquilo como conhecido. Os motores podem ser monofsicos ou trifsicos. Os primeiros so conectados a uma rede monofsica (dois cabos) e habitualmente so usados em residncias e pequenos comrcios. Produzem um campo magntico pulsante, por isso tm vibraes, sendo que no podem ser fabricados para grandes potncias, pois no tem torque de partida e precisam de um capacitor para dar partida. Os motores trifsicos so projetados para serem conectados a redes trifsicas (trs cabos), e so universalmente utilizados nas indstrias, edifcios6e grandes instalaes. O motor trifsico produz um campo magntico giratrio. Por isso funciona sem vibraes e possui um elevado torque de partida. Normalmente tem seis terminais de conexo. Ver Tenso atribuda e captulo de Partida Direta (Cap. 9) e Conversores de Freqncia (Cap. 13). So fabricados at para potncias muito elevadas. Se for retirada a alimentao de um das fases de um motor trifsico, este passa a funcionar como um motor monofsico e adquire todas suas limitaes referentes ao torque de partida, vibrando e aquecendo mais.g 1.1 corte de um motor trifsico 8. Critrios de seleo Existem diferentes caractersticas para serem levadas em considerao ao selecionar um motor, algumas bsicas e outras opcionais. Pottttncia nominal Uma das caractersticas fundamentais para a seleo do motor sua potncia nominal. Esta a potncia mecnica que capaz de acionar o eixo, e medida em kilowatts (kW) ou cavalos de fora (CV, HP, PS). Um motor de um cavalo aproximadamente igual a 0,735 kW, ou seja 1 CV = 0,735 kW A potncia absorvida da rede eltrica ser maior em funo do rendimento e do fator de potncia. Eciencia energtica O rendimento nos d uma idia das perdas produzidas dentro do motor. Esta varia com a potncia e a rotao do motor e uma caracterstica da qualidade da construo do motor e dos materiais utilizados. Os motores da Siemens apresentam baixo consumo e alta ecincia. O fator de potncia tambm depende da construoe da qualidade dos materiais, assim como, da velocidade, da potncia e do estado de carga do motor. Os motores da Siemens possuem um fator de servio de SF=1,15, ou seja, podem fornecer uma potncia permanentemente superior nominal.foto 1.1 famlia de motores 1la e 2lgRotao nominal A outra caracterstica de seleo de um motor sua rotao. A rotao de um motor medida em rotaes por minuto (rpm). Em um motor de corrente alternada, a rotao depende da freqncia da rede onde ligado e do nmero de plos denidos pelo enrolamento do estator.7 9. Motores Trifsicos de Rotor de GaiolaNa seguinte tabela encontramos a rotao sncrona de um motor conforme seu nmero de plos.Habitualmente os motores trifsicos normalizados podem conectar-se tanto em estrela como em tringulo. O tipo de conexo selecionado na placa de bornes mediante o uso de pontes de interconexo.tabela 1.1 nmero de plos e rotaoPor razo de um fenmeno eletromagntico produzido no entreferro do motor, chamado escorregamento ou deslizamento, a rotao nominal do motor nunca alcana a rotao de sincronismo. Se as conexes ao motor so organizadas, ou seja, fase um (L1) ao primeiro terminal (U1), L2 para V1 e L3 para W1, o motor girar no sentido horrio (para a direita), visto desde o cabo do eixo. Para inverter o sentido de giro de um motor, basta inverter duas das conexes. Tenso nominal Para a seleo do motor tambm se deve conhecer a tenso da rede onde ser ligado. Os enrolamentos do motor esto projetadas para funcionar com uma determinada tenso de rede, indicada em volts (V).8Existem motores de tenso de 220 V que so apropriados para conexo em tringulo, para uma rede de 3x220 V e em estrela para uma de 3x380 V. Estes motores no so apropriados para uma partida do tipo estrela ou tringulo em uma rede trifsica de 3x380 V. Por outro lado, os motores de tenso 380/660 V so fabricados tambm para potncias maiores. Estes motores so conectados redes de 3x380 V em tringulo, e em estrela para redes de 660 V. Os motores da Siemens tm uma tolerncia de tenso de 10%. Estes motores so apropriados para partidas estrela-tringulo em redes de 3x380 V de tenso nominal. 10. Frequncia nominal Os motores Siemens so fabricados para funcionar tanto em uma rede de 50 Hz como em uma de 60 Hz. So adequados para funcionar com conversores de freqncia, desde um valor 10% de sua freqncia nominal at valores superiores que podem alcanar mais do dobro da nominal. A freqncia mxima que um motor Siemens pode funcionar sem problemas depende de sua potncia e rotao designadas. recomendvel em cada caso consultar um especialista. Formas construtivas Normalmente so fornecidos para montagem horizontal com ps IM B3, e sob solicitao, podem ser modicados para vertical com ponta de eixo para baixo tambm com ange IMV1 ou horizonte IMB5. Na gura 1:3 so mostradas as formas construtivas mais comuns. Um motor de uma determinada forma construtiva pode ser utilizado em outras posies de montagem, embora seja muito provvel que devam ser levadas em conta algumas modicaes como substituio de rolamentos, adio de anges, anis de proteo, vedaes, etc. Para isso, deve-se recorrer a ocinas especializadas. Os motores so fornecidos com rolamentos de esferas, especialmente adequados para cargas axiais, no s