Serpro 2013 - CB

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||SERPRO13_CBNS1_01N134527|| CESPE/UnB SERPRO/2013De acordo com o comando a que cada um dos itens a seguir se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designadocom o cdigo C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com o cdigo E, caso julgue o item ERRADO. A ausncia demarcao ou a marcao de ambos os campos no sero apenadas, ou seja, no recebero pontuao negativa. Para as devidas marcaes,use a folha de respostas, nico documento vlido para a correo das suas provas.CONHECIMENTOS BSICOSTexto para os itens de 1 a 7O novo milnio designado como era do1conhecimento, da informao marcado por mudanas derelevante importncia e por impactos econmicos, polticos esociais. Em pocas de transformaes to radicais e4abrangentes como essa, caracterizada pela transio de uma eraindustrial para uma baseada no conhecimento, aumenta-se ograu de indefinies e incertezas. H, portanto, que se fazer7esforo redobrado para identificar e compreender esses novosprocessos o que exige o desenvolvimento de um novoquadro conceitual e analtico que permita captar, mensurar e10avaliar os elementos que determinam essas mudanas e paradistinguir, entre as caractersticas e tendncias emergentes, asque so mais duradouras das que so transitrias, ou seja, lidar13com a necessidade do que Milton Santos resumiu comodistinguir o modo da moda.No novo padro tcnico-econmico, notam-se a16crescente inovao, intensidade e complexidade dosconhecimentos desenvolvidos e a acelerada incorporaodesses nos bens e servios produzidos e comercializados pelas19organizaes e pela sociedade. Destacam-se, sobretudo, amaior velocidade, a confiabilidade e o baixo custo detransmisso, armazenamento e processamento de enormes22quantidades de conhecimentos codificados e de outros tipos deinformao.Helena Maria Martins Lastres et al. Desafios e oportunidades da era do conhecimento.In: So Paulo em Perspectiva, 16(3), 2002, p. 60-1 (com adaptaes).A partir das ideias e dos argumentos suscitados pelo texto, julgueos itens subsequentes.1 Da leitura do texto infere-se que o novo milnio engloba a erado conhecimento, em que a vantagem competitiva decorrenteda produo e comercializao de bens e servios ocorrer pormeio da gerao do conhecimento, que permitir a manutenodo potencial inovador das organizaes.2 Deduz-se do texto que so perenes as perspectivas, tendnciase inovaes dos processos de desenvolvimento surgidos coma era do conhecimento.3 De acordo com a argumentao desenvolvida no texto, anecessidade de distinguir o modo da moda (R.15)corresponde necessidade de identificar e compreender osnovos processos (modo), o que dificultado pela difuso deinterpretaes parciais e superficiais do que ainda difcilperceber e definir, que algumas vezes vira moda.4 No texto, abordada a necessidade de se lidar com astendncias e mudanas derivadas das novas formas deconhecimento, objeto do que se denomina, hoje, por era doconhecimento.No que se refere s estruturas lingusticas do texto, julgue os itensde 5 a 7.5 No primeiro perodo do texto, a substituio do predicado marcado por caracteriza-se redundaria em prejuzo correo gramatical e aos sentidos do texto.6 Estariam mantidos a correo gramatical e os sentidos do textose, na orao aumenta-se o grau de indefinies eincertezas (R.6-7), a forma verbal estivesse flexionada noplural, desde que suprimida a partcula -se.7 A correo gramatical do texto seria preservada caso o verbopermitir, no segmento o que exige o desenvolvimento de umnovo quadro conceitual e analtico que permitacaptar (R.9-10), fosse flexionado no pretrito imperfeito domesmo modo verbal (subjuntivo): permitisse.O setor de tecnologias da informao e comunicao1(TICs) impulsiona um conjunto de inovaestcnico-cientficas, organizacionais, sociais e institucionais,gerando novas possibilidades de retorno econmico e social4nas mais variadas atividades. Por contribuir para a elevao dovalor agregado da produo, com reflexos positivos noemprego, na renda e na qualidade de vida da populao, esse7ramo vem obtendo status privilegiado em diversas polticas eprogramas nacionais para a ampliao do acesso stelecomunicaes, acelerao da informatizao e mitigao da10excluso digital. Como exemplo, podem ser destacadas aspropostas de fortalecimento da competitividade inseridas nombito da Poltica de Desenvolvimento Produtivo do13Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio, que soimprescindveis em face do panorama da crise financeirainternacional.16Cristiane Vianna Rauen et al. Relatrio de acompanhamento setorial. In:Tecnologias de informao e comunicao, v. III. UNICAMP e AgnciaBrasileira de Desenvolvimento Industrial, ago./2009, p. 10-1 (com adaptaes).No que diz respeito aos argumentos e s estruturas lingusticas dotexto acima, julgue os itens que se seguem.8 No trecho O setor de tecnologias da informao ecomunicao (TICs) impulsiona um conjunto de inovaes (...)institucionais (R.1-3), o termo conjunto exerce a funo dencleo do complemento direto da forma verbal impulsiona.9 A correo gramatical e o sentido do texto seriam mantidos seo segmento Por contribuir para a elevao do valor agregado(R.5-6), fosse assim reescrito: Por contribuir, juntamente coma elevao do valor agregado.10 Na estrutura com reflexos positivos no emprego, na renda ena qualidade de vida da populao (R.6-7), obrigatriapresena da vrgula porque os constituintes frasais estoligados por processo de subordinao.11 Pelas relaes de sequenciao e concatenao estabelecidasentre os elementos textuais, depreende-se que a expressoesse ramo (R.7-8), retoma diretamente o termo tecnologias(R.1).12 Da leitura do texto depreende-se que as TICs representam anova base tecnoprodutiva em conhecimento e podem serconsideradas as principais difusoras de progresso tcnico nosdias de hoje, alm de constiturem elemento estratgico dasorganizaes e instituies. 1 ||SERPRO13_CBNS1_01N134527|| CESPE/UnB SERPRO/2013O documento abaixo constitui exemplo de um tipo de comunicaooficial que, salvo algumas adaptaes, segue o padro ofcio.__n.o 0014/2013-CC-PRBraslia, 26 de fevereiro de 2013.Senhora Presidenta da Repblica,Submeto considerao de Vossa Excelncia a propostaanexa de Cdigo de Conduta da Administrao Federal, elaboradocom a importante contribuio da Comisso de tica Pblica, criadapelo Decreto n.o 32, de 26 de maio de 2003.A linguagem do Cdigo simples e acessvel, com o objetivode assegurar a clareza das regras de conduta do administrador, demodo que a sociedade possa sobre elas exercer o controle inerente aoregime democrtico.Alm de o administrador ter de comportar-se de acordo comas normas estipuladas, o Cdigo exige que ele observe o decoroinerente ao cargo. A medida proposta visa melhoria qualitativa dos padresde conduta da administrao pblica, de maneira que este documento,uma vez aprovado, juntamente com o anexo Cdigo de Conduta daAdministrao Federal, poder informar a atuao das autoridadesfederais, permitindo-me sugerir a publicao de ambos os textos, paraimediato conhecimento e aplicao.Essas, Senhora Presidenta da Repblica, so as razes quefundamentam a proposta que ora submeto considerao de VossaExcelncia.Atenciosamente,Fulana de TalMinistra-chefe da Casa Civil da Presidncia da RepblicaCom fundamento no Manual de Redao da Presidncia daRepblica, julgue os seguintes itens, relativos adequao dalinguagem e do formato da correspondncia oficial acimaapresentada.13 Na correspondncia oficial apresentada, o emprego da primeirapessoa do singular, por meio das formas verbais Submeto epermitindo-me sugerir, embora no represente uma posturade modstia, possibilitou que o assunto fosse comunicado demodo claro e impessoal, o que se verifica pela ausncia, nocorpo do texto, de impresses individuais e parciais doremetente.14 A forma de tratamento empregada no vocativo SenhoraPresidenta da Repblica est adequada ao gnero decorrespondncia oficial expedida e autoridade a que estdirigida.15 No documento oficial em questo, verifica-se a apresentaodo problema que reclama a adoo da medida ou do atonormativo proposto e tambm da medida que deve ser tomadaou do ato normativo que deve ser editado para solucionar oproblema.Acerca de administrao pblica direta e indireta, julgue o prximoitem luz da interpretao doutrinria da legislao constitucional.16 As autarquias so pessoas jurdicas de direito privado, criadaspor lei especfica e destinadas a realizar atividades, obras eservios descentralizados da entidade estatal que as criou.A respeito dos princpios da administrao pblica, julgue o itemabaixo.17 Violar o princpio da legalidade o ato infralegal queextrapolar o poder regulamentar, alargando o contedo de leiou criando obrigaes e deveres no previstos anteriormenteem lei, ausente a autorizao legal para tanto.No que se refere organizao da administrao pblica brasileira,julgue o prximo item.18 Os servidores das autarquias sujeitam-se ao regime jurdiconico da entidade-matriz.Considerando as disposies constitucionais sobre a administraopblica, julgue o item subsequente.19 A administrao pblica direta constituda pelos rgos eentidades regidos por normas de direito pblico, como, porexemplo, as autarquias.Julgue o item seguinte, a respeito dos servios pblicos.20 O conceito de servios pblicos compreende as atividadesexercidas diretamente pelo Estado, excludas as que soprestadas por meio de seus delegados, com o objetivo desatisfazer s necessidades coletivas, sob regime de direitopblico.Com base no Estatuto Social do SERPRO (Decreto n. 6.791/2009),julgue os itens a seguir.21 A chefia das unidades estruturais do SERPRO privativa defuncionrios integrantes do quadro de pessoal dessa empresa,excetuando-se as chefias vinculadas s unidades deassessoramento das diretorias e s unidades subordinadasdiretamente ao diretor-presidente.22 O SERPRO assumir a defesa de integrantes e ex-integrantesda diretoria e dos conselhos da empresa em processos judiciaise administrativos contra eles instaurados, desde que as aesdesses funcionrios tenham sido praticadas no exerccio docargo ou funo e que no haja incompatibilidade com osinteresses da empresa.23 O Conselho Diretor do SERPRO composto pelo presidentedo conselho, seu substituto direto e trs diretores-conselheiros,sendo todos eles indicados pelo ministro da Fazenda.No que se refere ao Conselho Fiscal e auditoria interna doSERPRO, julgue os itens que se seguem.24 A remunerao dos membros do Conselho Fiscal do SERPRO fixada anualmente, nos termos da lei, pelo ministro daFazenda, no podendo ultrapassar 10% da remunerao mensalmdia dos diretores desse rgo.25 O substituto interino do titular de auditoria interna deve seraprovado pelo Conselho Diretor, aps indicao dodiretor-presidente.Considerando o Cdigo de tica e Conduta Empresarial doSERPRO, julgue os itens subsequentes.26 O SERPRO age eticamente quando procura estabelecerrelaes com seus fornecedores e com empresas prestadoras deservio em harmonia com os princpios que adota e com amoral social.27 A capacidade de inovao um dos fatores crticos quedirecionam o comportamento e a ao do SERPRO.28 O dirigente do SERPRO que aceitar presentes de qualquervalor por parte de um subordinado agir de forma antitica.29 Constitui infrao, tanto ao Cdigo de tica e CondutaEmpresarial do SERPRO quanto a outros dispositivos legais eregulamentares vigentes, a omisso do empregado do SERPROem relao a erros e infraes cometidos por colegas da mesmaempresa.30 A misso do SERPRO tornar-se lder na criao de soluesem tecnologia da informao e comunicao para a formulaode polticas pblicas no pas. 2 ||SERPRO13_CBNS1_01N134527|| CESPE/UnB SERPRO/2013 Mrio, voc no vai tirar frias este ano de novo? Voctrabalha demais! Ah, Joo, aquele que trabalha com o que gosta estsempre de frias.Considerando o dilogo acima, julgue os itens seguintes, tendocomo referncia a declarao de Mrio.31 A negao da declarao de Mrio pode ser corretamenteexpressa pela seguinte proposio: Aquele que no trabalhacom o que no gosta no est sempre de frias.32 A declarao de Mrio equivalente a Se o indivduotrabalhar com o que gosta, ento ele estar sempre de frias.33 A proposio Enquanto trabalhar com o que gosta, oindivduo estar de frias uma forma equivalente declarao de Mrio.34 Se o indivduo estiver sempre de frias, ento ele trabalhacom o que gosta uma proposio equivalente declaraode Mrio.35 Se as proposies Joo trabalha com o que gosta e Joo noest sempre de frias forem verdadeiras, ento a declarao deMrio, quando aplicada a Joo, ser falsa.Ser sndico no fcil. Alm das cobranas de uns e dainadimplncia de outros, ele est sujeito a passar por desonesto.A esse respeito, um ex-sndico formulou as seguintes proposies: Se o sndico troca de carro ou reforma seu apartamento,dizem que ele usou dinheiro do condomnio em benefcioprprio. (P1) Se dizem que o sndico usou dinheiro do condomnioem benefcio prprio, ele fica com fama de desonesto. (P2) Logo, se voc quiser manter sua fama de honesto, noqueira ser sndico. (P3)Com referncia s proposies P1, P2 e P3 acima, julgue os itens aseguir.36 Considerando que P1 e P2 sejam as premissas de um argumentode que P3 seja a concluso, correto afirmar que, do ponto devista lgico, o texto acima constitui um argumento vlido.37 A negao da proposio O sndico troca de carro ou reformaseu apartamento pode ser corretamente expressa por Osndico no troca de carro nem reforma seu apartamento.38 A partir das premissas P1 e P2, correto concluir que aproposio Se o sndico ficou com fama de desonesto, entoele trocou de carro verdadeira.39 Se a proposio Dizem que o sndico usou dinheiro docondomnio em benefcio prprio for falsa, ento,independentemente do valor lgico da proposio O sndicofica com fama de desonesto, a premissa P2 ser verdadeira.40 A proposio P3 equivalente a Se voc quiser ser sndico,no queira manter sua fama de honesto.Estudos revelam que 95% dos erros de digitao de uma sequncianumrica como, por exemplo, um cdigo de barras ou uma senha so a substituio de um algarismo por outro ou a troca entredois algarismos da mesma sequncia; esse ltimo tipo de errocorresponde a 80% dos casos. Considerando esses fatos e que asenha de acesso de um usurio a seu provedor de email sejaformada por 8 algarismos, escolhidos entre os algarismos de 0 a 9,julgue os itens de 41 a 45.41 Infere-se das informaes que a probabilidade de ocorrer umerro de troca entre dois algarismos da prpria sequncia nomomento da digitao de uma sequncia numrica de 80%.42 Infere-se das informaes que a probabilidade de um erroocorrido na digitao de uma sequncia numrica ser do tiposubstituio de um algarismo por outro de 15%.43 Se, ao digitar a senha, o usurio cometer um erro, aprobabilidade de o erro dever-se troca entre dois algarismosadjacentes da sequncia ser igual a 20%.44 Se, ao digitar a sua senha, o usurio cometer um erro do tiposubstituio de um algarismo por outro, ento a probabilidadede que tal substituio ocorria no primeiro algarismo da senhaser igual a 0,1.45 A quantidade de maneiras distintas de o usurio, ao digitar asua senha, cometer um erro do tipo troca entre dois algarismosda prpria sequncia superior a 30.Specializations emerge and evolve in response to changingneeds and opportunities, and focus on many different interlockingand cross-cutting aspects and dimensions of a field. The establishedbranches of engineering illustrate this process in a very high degree.There are specializations by engineering artifact automobile,aeronautical, naval and chemical engineering; by problem world civil and mining engineering; and by requirement productionengineering, industrial and transportation engineering. There arespecializations in theoretical foundations control and structuralengineering; in techniques for solving mathematical problems thatarise in the analysis of engineering products finite-elementanalysis and control-volume analysis; in engineering componentsfor use in larger systems electric motors, and internal combustionengines; in technology and material reinforced concrete,conductive plastics; and in other dimensions too.M. Jackson. Engineering and software engineering. In: S. Nanz (Ed.) Thefuture of software engineering. London: Springer, 2011, p. 106 (adapted).Judge the following items according to the text above.46 According to the text, specialization arises from the need toprevent certain dimensions of a field from becoming obsoleteafter they had been recognized as established or traditionalareas.47 The author uses engineering as an instance of specialization ofa field of knowledge in order to support his argument.Engineers do have an important role in reducing risks1posed to society by modern technology, its products, and itswastes. Although engineers cannot bear the total blame forsafety and health risks, they are able to help reduce them to4levels acceptable to society. In planning, design, operations,maintenance, or management activities, engineers should knowhow to eliminate, reduce, or control safety and health risks7within their sphere of responsibility. Every engineer must knowwhen and how to use other professions, including safetyprofessions, in analyzing and reviewing their procedures and10design decisions.R. L. Brauer. Safety and health for engineers. New Jersey: Wiley, 2006, p. 10 (adapted).According to the text above, judge the next items.48 Even though the verbs should (R.6) and must (R.8) havedifferent meanings, they can be used interchangeably in thetext without invalidating the authors plea.49 The risks to safety and health mentioned in reducing risksposed to society (R.1-2) are caused by the work of engineersin their procedures and design decisions (R.10-11).50 The text claims that engineers are as much responsible for thereduction of risks in modern society as any other professional,because they cannot bear the total blame (R.3). 3