Senge 20º Edição, Agosto 2012

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Informativo do Sindicato dos Engenheiros do Estado de Gois

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  • Informativo do Sindicato dos Engenheiros no estado de Gois | Agosto 2012Visite nosso site acessando: www.senge-go.org.br

    Parceria Senge-GO e Unimed apresenta aumento significativo em nmero de filiados

    No deixe de anotar o nome do SENGE-GO na Anotao de Responsabilidade Tcnica (ART), no campo Entidade de Classe. uma contribuio indispensvel para o combate do exerccio ilegal da profisso e uma importante receita para a nossa entidade manter todos os servios prestados aos associados. Portanto no esquea de preench-la, lembrando que os profissionais no sindicalizados tambm devem fazer a anotao.

    ART

    TITULARMS DEPENDENTE TOTALA operAdorA tAmbm oferece servios opcionAis que o beneficirio poder contrAtAr Ao fAzer A Adeso A um dos plAnos, como por exemplo, plAnos odontolgicos

    SenGe ParticiPOU da reUniO da cntU Onde OcOrreU O lanamentO da camPanha da reviSta BraSil inteliGenteA Revista Brasil Inteligente reeditou as decises dos encontros regionais debatidos ao longo do ano, entre eles o encontro de goinia. - Pg. 03

    SenGe-GO realiza aSSemBleia Para deBater aSSUntOS a Serem diScUtidOS nO viii cOnSeengenheiros do estado de gois se renem para definir temas relevantes da engenharia para serem debatidos no congresso que acontecer no ms de setembro em so paulo - Pg. 05

    Presidente da FNE, presidente do Senge-GO e o Eng Agrnomo Francisco Antnio Silva de Almeida

    Foto: Robert Moreira

    ADESES NOS LTIMOS 6 MESES

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    editorial

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    A Constituio da Re-pblica Federativa do Brasil de 1988 estabelece no captulo II que entre outros direito do trabalhador, o salrio mnimo fixado em lei, que deve ser proporcional complexidade e extenso do trabalho e para tal, a Lei 4950 A de 1966 regulamen-tou o salrio mnimo profissional dos profissionais diplomados pelas escolas de Engenharia, de Qumica, de Arquitetura, de Agronomia e de Veterinria.

    A Lei 5.194/66 reforou que as remuneraes ini-ciais dos engenheiros, arquitetos, engenheiros agr-nomos e qumicos no devem ser inferiores a valores que variam entre 6 a 8,5 vezes o salrio mnimo. A jurisprudncia predominante no poder judicirio tem entendido que ambas as leis foram recepcionadas na Constituio Federal e so aplicveis a todos os trabalhadores vinculados ao sistema Confea/Creas, independente do regime trabalhista. Portanto a todo trabalhador contratado nas funes descritas nas leis, aplica-se o salrio mnimo profissional no podendo o empregador se furtar observncia desse preceito legal, assegurado na constituio Federal.

    A Lei 5194/66 que regula o exerccio das profis-ses de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro agrno-mo, estabelece: Art. 12. Na Unio, nos Estados e nos Municpios, nas entidades autrquicas, paraestatais e de economia mista, os cargos e funes que exijam conhecimentos de engenharia, arquitetura e agrono-mia, relacionados conforme o disposto na alnea g do Ed. extra 27, somente poder ser exercido por pro-fissionais habilitados de acordo com esta lei.

    Estas duas leis quer no mbito pblico ou priva-

    leis que insistem a serem descumpridas

    Gerson Tertuliano: Engenheiro Eletricista e de Segurana do Trabalho e Presidente do Senge-GO

    PRESIDENTEgerson TertulianoEng Eletricista

    DIRETORIAJoo Batista TibiriEng CivilAntnio Augusto Soares FrascaGelogoAnnibal Lacerda MargonEng AgrnomoCludio Henrique B. AzevedoEng EletricistaJos Augusto L. dos SantosEng Eletricista

    TRINIO 2010/2013

    RgO DE DIvULgAO DO SINDICATO DOS ENgENHEIROS DE gOISexpediente

    Circulao gratuita entre os associadosEndereo: Av. Portugal n 482Setor Oeste, Goinia-GOTelefones: 3251-8181 / 3251-8967Email: senge-go@uol.com.brSite: www.senge-go.org.br

    Todos os artigos e citaes aqui divulgadas so de responsabilidade da Diretoria. As matrias assinadas so de responsabilidades dos

    autores e no correspondem necessariamente opinio do Jornal.

    Caio Antnio de gusmoEng CivilEdson Melo FilizzolaEng CivilMarcelo Pontes PereiraEng CivilLuiz Carlos Carneiro de OliveiraEng EletricistaJoo Dib FilhoEng EletricistaEduardo James de MoraesEng CivilMarcelo Emilio MonteiroEng AgrnomoWanderlino Teixeira de CarvalhoGelogo

    CONSELHO FISCALEduardo Joaquim de SousaEng CivilAntonio Carlos das C. AlvesEng CivilAdelita Afonso Boa SorteEng EletricistaLeonardo Martins de C. TeixeiraEng CivilJos Luiz Barbosa ArajoEng Agrnomo

    REPRESENTANTESJUNTO F.N.EAnnibal Lacerda MargonEng Agrnomo

    Marcos Rogrio NunesEng AgrnomoWanderlino Teixeira de CarvalhoGelogo

    PRODUOAline FernandesJornalista responsvelvincius AlvesProjeto Grfico e DiagramaoStylo grficaImpresso

    do, atualmente so as mais descumpridas e se torna-

    ram assunto de toda hora e de forte desconforto nas relaes do traba-lho, sendo frequentes as

    reclamaes de profissio-nais sobre o assunto.Em nvel da administrao

    estadual, grandes empresas como Celg, Saneago, Agehab, Agetop etc., entre outras, descumprem as citadas leis seja no quesito de salrios, seja no preen-chimento de cargos de comando. Na administrao municipal e federal a coisa no menos grave.

    O dilogo social constitui um dos princpios fun-damentais da Organizao Internacional do Trabalho. Ele deve ser visto como um elemento inseparvel da regulao das relaes de trabalho tanto no setor privado quanto no setor pblico. O dilogo e a ne-gociao podem e devem ser fatores essenciais na promoo da eficcia, desempenho e equidade na administrao pblica e privada. Entretanto, a tole-rncia dos profissionais e dos sindicatos est chegan-do ao limite e caso esta situao continue devemos, profissionais e sindicatos, partir para aes mais con-tundentes para mudar este estado de coisas.

    Como h interesses divergentes envolvidos, a paz sindical que tem um peso muito grande na opinio pblica, essencial que gesto destes conflitos se-jam priorizados. Isso mais relevante do que nunca em tempos de forte demanda por profissionais, por-tanto necessria a unio e a mobilizao junto ao Sindicato no sentido de abrirmos um dilogo social significativo que permita aos profissionais, sindicatos e empregadores acertarem estas arestas, que por si-nal so Leis e com tal devem ser cumpridas.

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    infraestrutura

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    Fotos: Robert Moreira (arquivo 2011)

    Senge participou da reunio da cntU onde ocorreu o lanamento da campanha da revista Brasil inteligenteA revistA brAsil inteligente reeditou As decises dos encontros regionAis debAtidos Ao longo do Ano, entre eles o encontro de goiniA

    No dia 18 de maio o presidente do Sindicato dos Engenheiros de Goi-s, o engenheiro eletricista Gerson Tertuliano juntamente com o Represen-tante do Sindicato junto a FNE (Federao Nacional dos Engenheiros), o engenheiro agrnomo Annibal Lacerda Margon e o Diretor do Senge- Go, o gelogo Wander-lino Teixeira de Carvalho estiveram em So Paulo para apresentar as ideias para a CNTU (Confederao Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitrios Regulamentados).

    Na oportunidade tambm foi lanada a Revista Brasil Inteligente. Com o objetivo de elaborar a poltica da CNTU e articular a atuao em defesa dos profissionais libe-rais universitrios brasileiros com as lutas globais por um mundo melhor, a entidade realizou o seminrio A CNTU na Rio+ 20 e na Cpula dos Povos.

    Segundo o engenheiro Gerson Tertua-liano o Brasil possui grandes e complexos sistemas de infraestrutura social e urbana, instalados no territrio nacional ao longo do sculo XX, frutos de investimento e traba-lho de sucessivas geraes que permitem economia brasileira se posicionar em stimo lugar no ranking mundial. Durante mais de duas dcadas, no entanto, a infraestrutura brasileira esteve sob forte ameaa de sucate-amento, em funo da crise fiscal do Estado, da restrio aos financiamentos externos, da instabilidade regulatria, das opes polti-cas neoliberais e de outras dificuldades.

    Ele refora que a retomada do plane-jamento estatal e do investimento teve momento importante com o advento do

    Programa de Acelerao do Crescimento, apontando nova fase de perspectivas po-sitivas.Mesmo atropelado por forte crise internacional, o Pas vem realizando avan-os na gerao de oportunidades, renda e empregos e na recuperao e ampliao de sua infraestrutura, especialmente de ener-gia e logstica, com alguns avanos tambm em infraestrutura urbana.

    Segue afirmando que necessrio le-var a cabo essas aes e outras de modo a vencer os enormes gargalos e demandas no atendidas. Para ele no setor energti-co, fundamental afirmar o papel positivo do Brasil no panorama mundial, fazendo avanar os projetos de explorao de pe-trleo e gs, bioenergia, hidroeletricidade e outras fontes, notadamente as reno-vveis e limpas, em favor do desenvolvi-

    mento agrcola, industrial e tecnolgico do Pas. Necessrio ainda possibilitar a entrada em operao de sistemas de for-necimento de energia para atender a de-manda imediata. Tambm fundamental e urgente levar energia totalidade da po-pulao brasileira, esforo em andamento, mas ainda no concludo.

    Defende que para garantir maior inte-grao e mobilidade de pessoas e merca-dorias, em bases energticas sustentveis, decisivo dar prioridade aos projetos ferrovi-rios e hidrovirios que devero resultar em maior racionalidade da matriz de transpor-tes. O desenvolvimento e a infraestruturado setor areo tambm decisiva para atender o vigoroso crescimento da demanda, tendo em vista as dimenses continentais do Pas e a elevao da renda.

    Presidente do Senge-GO, Gerson Tertuliano

    Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente da FNE (Federao Nacional dos Engenheiros) e ao lado Gerson Tertuliano

    Presidente da FNE, presidente do Senge-GO e o Eng Agrnomo Francisco Antnio Silva de Almeida

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    salrio MniMo

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    crea-GO e SenGe-GOassumem luta pelo pagamento do SmP

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    como direito dos profissionAis, sindicAto e conselho se unem em buscA do sAlrio mnimo profissionAl

    Atendimento Odontolgico na sede do Sindicato Adultos

    Atendimento s quintas-feiras, mediante agendamento prvio com Idlia pelo telefone: (62) 3251-8181 Crianas e adolescentes de 0 a 17 (Preveno odontolgica)

    Atendimento todos os dias, mediante agendamento prvio com Idlia pelo telefone: (62) 3251-8181

    Assistncia Jurdica Trabalhista e Previdenciria na sede do Sindicato

    Marcar horrio antecipadamente pelo telefone: (62) 3251-8181 Convnios com desconto

    Especialidades Odontolgicas, Mdicos, Clnicas e Laboratrios Plano de Sade Unimed

    Oferecemos plano de sade da Unimed com condies exclusivas para os sindicalizados e seus dependentes. Informe-se: (62) 3251-8181

    Os atendimentos sero realizados com tabela prpria

    Servios oferecidos pelo Senge

    Engenheiro Gerson Taguatinga, presidente do Crea-GO

    O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Gois CREA-GO juntamente com o Sindicato dos Engenheiros do Estado de Gois atravs da Autarquia Federal, art. 80 da Lei 5.194/66 criado com a finalidade de regulamentar e fiscalizar as profisses a ele vinculadas, atravs de seus respectivos presidentes o Engenheiro Civil Gerson de Almeida Ta-guatinga e o Engenheiro eletricista Gerson Tertuliano em uma reunio solicitaram pro-vidncias conforme a Resoluo do CON-FEA Conselho Federal de Engenharia e Agronomia para que o pagamento do Sal-rio Mnimo Profissional seja pago conforme a lei a todos os engenheiros das seguintes empresas do Estado: Agehab, Celg e Sane-ago, entre outras.

    Os engenheiros ressaltam que a Lei 4.950-A/66 c/c artigo 82 que regulamenta o Salrio Mnimo Profissional dos Engenheiros e dos Mdicos Veterinrios, foi recepciona-da pela Constituio da Repblica de 1988.

    Portanto fica esclarecido atravs da prpria Constituio da Repblica que a remunera-o do trabalhador deve ser proporcional extenso e complexidade do trabalho, sendo o salrio a retribuio mnima exigida para atender s necessidade bsicas e vitais dos trabalhadores e de seus familiares. Os engenheiros explicam que entende-se que a indexao ao salrio mnimo, visa to so-mente permitir aos trabalhadores qualifica-dos ganhos reais em seus salrios.

    Deste modo entende-se que a Lei n 4.950-A/66 e o artigo da Lei n 5.194 que esto relacionadas ao Salrio Mnimo Pro-fissional, foram recepcionados pela Cons-tituio da Repblica de 1988, vez que no entendimento do Poder Judicirio, o salrio mnimo profissional deve ser aplicado a to-dos os profissionais que exeram atividades vinculadas ao Sistema CONFEA/CREAs, inde-pendentemente da denominao do cargo/funo regime trabalhista, desde que exer-am atividades privativas.

    Nesta linha de raciocnio de acordo com os engenheiros desde a edio e a entrada em vigor dos dispositivos legais citados, a unanimidade das decises do Po-der Judicirio tem entendimento de que a remunerao mnima exigida pelos dispo-sitivos legais citados constitui direito dos profissionais neles indicados, independen-temente da fonte pagadora ou do regime laboral, inclusive, o Egrgio Tribunal de Jus-tia do Estado de Gois ao decidir o duplo grau de jurisdio n 14126-9/195, proces-so 200603994274, afirma que o municpio de Goinia est obrigado a pagar o salrio mnimo legal aos seus servidores vincula-dos ao Sistema Confea/Creas.

    Atravs de trechos desta carta enviada a todos os envolvidos, o Sindicato dos Enge-nheiros do Estado de Gois e o Conselho de Engenharia e Agronomia de Gois deixam claro a obrigatoriedade do cumprimento da lei que justa a todos os profissionais da rea e acataram as solicitaes.

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    Foto: Wellington Alves

    A largada foi dada para o VIII CON-SE (Congresso Nacional dos Enge-nheiros) que ser realizado em So Paulo entre os dias 24 a 26 de setembro. O Congresso tem como principal objetivo colocar em debate temas relacionados a categoria. Seguindo esta linha de raciocnio o presidente do SENGE-GO (Sindicato dos Engenheiros do Estado de Gois) convocou todos os associados a uma reunio na pr-pria sede para definir os assuntos que sero levados pelos engenheiros goianos alm de nome disputar a diretoria da FNE ( Federa-o Nacional dos Engenheiros).

    Na assembleia ocorrida na sede do SEN-GE-GO no dia 5 de junho ficaram definidos 10 delegados representantes do SENGE-GO, os mesmos tero direito a voto no VIII CON-SE. As regras para a escolha dos representan-tes no congresso de acordo com o Ofcio Cir-cular 004/2012 da FNE so as seguintes: Dez delegados com direito a voto, sendo distri-budos da seguinte maneira: sete delegados eleitos na assembleia, um representante do Conselho Deliberativo da FNE e dois repre-sentantes da Diretoria Executiva do SNEGE--GO, indicados na prpria reunio.

    So eles: Engenheiros: Engenheiros Ger-son Tertuliano como representante do Con-selho Deliberativo, Annibal Lacerda Margon e Wanderlino Teixeira de Carvalho como representantes da Diretoria Executiva do SENGE-GO. E os Engenheiros Eduardo James

    SenGe-GO realiza assembleia para debater assuntos a serem discutidos no

    viii cOnSeengenheiros do estAdo de gois se renem pArA definir temAs relevAntes dA engenhAriA pArA serem debAtidos no cong...