seminario relações humanas

Download seminario Relações humanas

Post on 24-Jun-2015

214 views

Category:

Documents

1 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE TERESINA IEST CURSO GESTO EM RECURSOS HUMANOS

ALYNE FALCO CREUZA DA COSTA SILVA CRISTIANO REGO DANIEL LIMA EDMAURA HELINE SANDRA

RELAOES HUMANAS

TERESINA-PI 2010

ALYNE FALCO CREUZA DA COSTA SILVA CRISTIANO REGO DANIEL LIMA EDMAURA HELINE SANDRA

RELAES HUMANAS

Trabalho apresentado como requisito de aprovao na disciplina de Planejamento e Treinamento. Orientadora: Prof Marina Buenos Aires.

TERESINA-PI 2010

SUMRIO

1. Introduo

4

2. Conceito de Poltica Salarial ....................................................................... 5 3. Estrutura Salarial e Poltica Salarial ........................................................... 5 4. Objetivos da Poltica Salarial ... ................................................................... 7 5. Pontos da Poltica Salarial .......................................................................... 8 6. Pontos Polmicos da Poltica Salarial ................................... .................... 9 7. Poltica Salarial x Conveno ..................................................................... 10 8. Premio de produo e outros tipos de salrio varivel ............................... 10 9. Concluso ................................................................................................... 11 10. Referencias Bibliogrficas ........................................................................ 12 11. Anexos ..................................................................................................... 13

INTRODUO

Emoes e relacionamento vm encontrando, cada vez mais, espao dentro das organizaes. Faz-se necessria uma nova concepo a respeito do ser humano, percebendo suas capacidades, subjetividade, conscincia crtica e necessidades de auto -realizao. Tal fato se deve em razo de o homem manter um modelo mental ou idias profundamente enraizadas, que determinam padres de comportamento com relao ao modo de encarar o mundo. Em muitos casos, a gesto de Recursos Humanos numa organizao, ainda utiliza paradi gmas antigos. Um exemplo clssico desta forma de se administrar a separao fsica dos ambientes e o isolamento gerado pela diviso de trabalho. Os tempos mudaram e as necessidades tambm. No obstante, j podemos enxergar o alvorecer de novo paradigma . Surge uma nova mentalidade nas pessoas, ressaltada nas transformaes pessoais, tornando-as mais fortalecidas, levando-as a refletir sobre seus reais desejos e aspiraes. As pessoas tm o potencial para administrar as suas vidas, individual e conjuntamente. O que falta so as condies propcias para a gerao destas oportunidades, tais como ambientes favorecedores, que respeitem e estimulem o crescimento de seus colaboradores. Lideranas que se importem verdadeiramente, e com conhecimento, os recursos humanos que compem a organizao. A organizao beneficia-se como um todo, devolvendo aos seus colaboradores esta boa atmosfera de oportunidades e de qualidade de vida. um movimento dialtico. Na vida organizacional, onde o relacionamento humano no encontra espao necessrio para o desenvolvimento de potencialidades, bom fluxo de comunicao, respeito e estmulo aprendizagem, e formao de unidade na diversidade que cada pessoa possui, muitos obstculos so gerados. O gestor de Recursos Humanos deve, prioritariamente, alcanar esta compreenso. Ele deve rever, primeiramente, a si prprio. Observar o seu modelo mental de aprendizagem e de se situar nos paradigmas. Este trabalho que se assemelha ao de um sbio, requer constante avaliao e interparticip ao, haja vista que, quem entra nesta esfera espiral ascendente, no quer outra coisa seno o crescimento.

CONCEITO DAS RELAES HUMANAS

Onde houver duas pessoas, com certeza teremos um relacionamento. Diante do crescimento demogrfico, mobilidade espa cial de indivduos e de grupos, multiplicabilidade de aspectos da vida moderna, nmero elevado de instituies e de grupos aos quais pertencemos (s vezes at mesmo involuntariamente), contatos rpidos e superficiais que necessitamos manter com diferentes pessoas de classes sociais, alm de outros fatores, vieram alertar os psiclogos, administradores, educadores e demais profissionais, quanto importncia do estudo das relaes humanas. No surpresa para ningum que as pessoas diferem umas das outras, no havendo dois seres iguais no mundo. O homem sempre teve conscincia das suas caractersticas individuais, das suas necessidades diferenciadas. Vejamos o exemplo de dois irmos que foram gerados por pais de uma nica famlia, tiveram a mesma criao, a mesma educao social e moral, mas desde pequenos demonstram caractersticas diferentes no comportamento no carter moral e social. Ento faamos as perguntas: Por que os indivduos diferem entre si? Quais so os fatores que produzem variaes comportamen tais? Essas perguntas estimulam longas discusses. Alm de sua importncia terica, o problema da causa das diferenas individuais tem significado prtico de longo alcance em muitos campos. Entender o que impulsiona o indivduo para estabelecer seus contatos, bem como as formas de comportamento adotados em uma ou outra situao so temas que, entre outros, vos servir de subsdio para um relacionamento interpessoal rico e produtivo. Sendo assim, qualquer atividade destinada a melhorar o desenvolvimento das relaes entre as pessoas precisa basear-se na compreenso dos aspectos que influenciam o total desenvolvimento. Observar com ateno os fatores que caracterizam uma relao harmoniosa entre as pessoas saber respeitar cada indivduo com suas caractersticas e peculiaridades. No fcil aceitar s vezes nem mesmo as nossas prprias atitudes, ento precisamos aprender que, se quisermos nos relacionar adequadamente com outro indivduo, precisamos nos relacionar bem primeiro com ns mesmos, vencendo nossos obstculos internos (medos, desconfiana, insegurana, etc).

Como lido no incio deste texto, Onde h duas pessoas, h um relacionamento, e assim sendo, com certeza estaremos falando em conflitos de crenas, costumes, gostos, educao, etc., pois relacionamentos so repletos de surpresas, que distinguem um indivduo do outro. Se abordarmos as relaes humanas num contexto mais profundo, perceberemos que as nossas comeam quando ainda estamos no tero de nossas mes. O primeiro contato, a primeira sens ao de segurana, vem deste ntimo uterino, quando estamos sendo gerados. Infelizmente no nos lembramos das palavras carinhosas e nem dos afagos, mas essas primeiras informaes nos so registradas no sto do nosso sub-incosnciente, e desta fase surgem as nossas primeiras caractersticas como indivduo.

RELAES INTERPESSOAIS, SOCIAL E PROFISSIONAL

Relaes Humanas. Juntas, estas duas palavras traduzem o significado do convvio social humano. Os relacionamentos podem existir por vrios motivos.y

Ns podemos nos relacionar com as pessoas profissionalmente ou simplesmente porque tivemos empatia por ela(s), ou ainda por vrios outros motivos. O que devemos avaliar no momento do relacionamento o seu propsito, principalmente para que no se tenha ambiva lncia nas interpretaes. No momento, falamos do ponto de vista profissional. Se as pessoas aprendessem a se relacionar profissionalmente de forma correta, poderamos evitar muitos problemas nos locais de trabalho. No ambiente de trabalho o que predomi na e o que devemos avaliar so as condies para uma verdadeira harmonia entre o homem e o trabalho, e vice versa. Identificando o real motivo e o propsito de um relacionamento, estaremos caminhando dentro de um processo evolutivo para alcanarmos com xito um bom relacionamento com os nossos colegas de trabalho. A base concreta para um bom relacionamento ter percepo dos nossos deveres e obrigaes, e dos limites e regras que fazem a relao social ser harmnica.

y

y

y

y

OS DEZ MANDAMENTOS DAS RELAES HUMANAS

1) FALE com as pessoas. No h nada to agradvel e animado quanto uma palavra de saudao, particularmente hoje em dia quando precisamos mais de sorrisos amveis.

2) SORRIA para as pessoas. Lembre-se, que acionamos 72 msculos para franzir a testa e somente 14 para sorrir.

3) CHAME pelo nome. A msica mais suave para muitos, ainda continua sendo o prprio nome.

4) SEJA amigo e prestativo . Se voc quer ter um amigo, seja um amigo.

5) SEJA cordial. Fale e aja com toda sinceridade: tudo o que fizer, faa -o com todo o prazer.

6) INTERESSE-SE sinceramente pelos outros. Mostre que as coisas da qual gostam e com as quais se preocupam tambm tm valor para voc, de forma espontnea, sem precisar se envolver diretamente.

7) SEJA generoso em elogiar , cauteloso em criticar. Os lderes elogiam. Sabem encorajar, dar confiana, e elevar os outros.

8) SAIBA considerar os sentimentos dos outros . Existem trs lados em qualquer controvrsia: o seu, o do outro, e o que est certo.

9) PREOCUPE-SE com a opinio dos outros . Trs comportamentos de um verdadeiro lder: oua, aprenda e saiba elogiar.

10) PROCURE apresentar um excelente trabalho. O que realmente vale nessa nossa vida aquilo que fazemos para os o utros.

Com inspirao neste modelo bastante simples, surgiram outros com outras variveis, todas elas com um ponto em comum: a busca de estilos ideais. As diferenas eram a introduo de variveis intervenientes situacionais ou contingncias tais como: caractersticas, necessidades, motivao do liderado,

natureza da atividade, condies do meio ambiente, e etc. Todos esses modelos focalizavam a relao chefe/subordinado dentro do contexto da organizao, partindo do pressuposto de que o lder pode adquirir as hab ilidades requeridas pela liderana eficaz atravs do treinamento. As evidncias empricas indicam a ausncia de dados suficientes que comprovem a validade total de vrios modelos, embora cada um deles tenha contribudo para esclarecer alguns aspectos da qu esto.TIPOS DE LIDERANA

a) Liderana Coerci