seguranÇa nr-12 comparaÇÃo maquinas e equipamentos

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Preveno de Riscos em Mquinas, Equipamentos e Instalaes INCLEO DE PS-GRADUAONR 12- Anexo VIII ( Prensas e Similares)Professor: Reginaldo

Andreza RodriguesFlvia LuzFernanda LopesGelcine ngela Lydiane CristinaRafaelli Vital

O QUE A NR 12? A NR 12 foi criada pela Portaria GM 3.214/78 e desde ento sofreu 08 alteraes. A ltima alterao ocorreu em Abril de 2016 pela Portaria n 509 de 29/04/2016. As alteraes mais expressivas ocorreram atravs da publicao da Portaria MTE n 197 publicada em 24/12/2010, que trouxe os seguintes impactos: complexidade elevada, devido a compilao da legislao esparsa sobre o tema, detalhamento e subjetividade (passou de 40 para 340 itens); obrigaes iguais para fabricantes e usurios; retroatividade para mquinas usadas; alto custo; prazos insuficientes; falta de tratamento diferenciado para as Micros e Pequenas Empresas.

A subjetividade e complexidade da norma dificultam sua compreenso e, consequentemente, as fiscalizaes do MTE, pois, para o pleno entendimento e domnio do texto da NR 12 em vigor, exige-se conhecimento de engenheira em vrios segmentos; O anexo VIII da NR 12 no cita nenhuma preveno, apenas possui um passo-a-passo do manuseio de pensas e/ou similares.

o Programa de Preveno de Riscos em Prensas e Equipamentos Similares, ou seja, um planejamento estratgico e sequencial das medidas de segurana que devem ser implementadas em prensas e equipamentos similares com o objetivo de garantir proteo adequada integridade fsica e sade de todos os trabalhadores envolvidos com as diversas formas e etapas de uso das prensas e/ou dos equipamentos similares.

O Programa de Preveno de Riscos em Prensas e Similares tem como objetivo garantir a proteo adequada sade e integridade fsica dos trabalhadores envolvidos nas diversas formas e etapas no uso das prensas e/ou dos equipamentos similares, conforme estabelece as normas vigentes.

O QUE PPRPS?OBJETIVO DO PPRPS

DEFINIO PRENSASDe acordo com NR 12: Prensas so mquinas utilizadas na conformao e corte de materiais diversos, nas quais o movimento do martelo - puno, proveniente de um sistema hidrulico ou pneumtico - cilindro hidrulico ou pneumtico, ou de um sistema mecnico, em que o movimento rotativo se transforma em linear por meio de sistemas de bielas, manivelas, conjunto de alavancas ou fusos. Para efeito do PPRPS so considerados os seguintes tipos de prensas, independentemente de sua capacidade:

Prensas mecnicas excntricas de engate por chaveta;

Prensas mecnicas excntricas com freio/embreagem;

Prensas de frico com acionamento por fuso;

Prensas hidrulicas;

DEFINIO SIMILARES Equipamentos similares so aqueles com funes e riscos equivalentes aos das prensas. Para efeito do PPRPS so considerados os seguintes tipos de equipamentos similares, independentemente de sua capacidade:

Martelos de queda;

Martelos pneumticos;

Marteletes;

Dobradeiras;

Guilhotinas, tesouras, cisalhadoras;

Recalcadoras;

Mquinas de corte e vinco;

Dispositivos de Proteo aos Riscos Existentes na Zona de Prensagem ou de Trabalho

O Art 186 da CLT e NR 12 em seu item 12.2.2 determina que as mquinas e os equipamentos com acionamento repetitivo devero receber proteo adequada. Segundo a NBR 272:2002 (Segurana de Mquinas Protees Requisitos gerais para o projeto e construo de protees fixas e mveis), proteo definida como parte da mquina especificamente utilizada para prover proteo por meio de uma barreira fsica, devendo: No apresentar facilidade de burla; Prevenir o contato Ter estabilidade no tempo;

No criar perigos novos como por exemplo, pontos de esmagamento ou agarramento, No criar interferncia;

Essas protees podem ser classificadas em:Protees fixas,Protees mveis.

PROTEES FIXAS

So as protees de difcil remoo, fixadas normalmente no corpo ou estrutura da mquina. Essas protees devero ser mantidas em sua posio fechada sendo de difcil remoo, fixadas por meio de solda ou parafusos, tornando sua remoo ou abertura impossvel sem o uso de ferramentas. Podem ser confeccionadas em tela metlica, chapa metlica ou policarbonatoPROTEES MVEISEssas protees geralmente esto vinculadas estrutura da mquina ou elemento de fixao adjacente que pode ser aberto sem o auxlio de ferramentas. As protees mveis (portas, tampas, etc.) devem ser associadas a dispositivos de intertravamento de tal forma que a mquina no pode operar at que a proteo seja fechada.

REQUISITOS LEGAIS TCNICOSNBR 14153 -SeguranadeMquinas- Partes de Sistemas de Comando Relacionadas a Segurana ( Princpios Gerais Para Projetos)

NBR 14009- Segurana de Maquinas . Princpios para apreciao de riscos.

EN 292-1- Princpios de Projetos

NBR 13930 Prensas Mecnica Requisitos de Segurana

ABNTNBRNM-ISO13852:2003 -SeguranadeMquinas-Distnciasdeseguranaparaimpediroacessoazonasde perigopelos membros superiores.

NBR ISO 13855 de 10/2013 - Segurana de mquinas - Posicionamento dos equipamentos de proteo com referncia aproximao de partes do corpo humano.

NBRNM-ISO 13852 Segurana de maquinas Distancia de Segurana para impedir o acesso a zona de perigo pelos membros superiores

EN 12622 - Segurana de mquinas-ferramentas - freios da prensa hidrulica.

2

1O perigo um estado ou situao.1Existe o risco a partir do momento que ocorre uma exposio ao perigo.2

PERIGO X RISCO

Eng. Irineu G.Amorim Junior18

Riscos de origem mecnicaPERIGOS PROVOCADOS POR MAQUINAS

Riscos de origem eltrica:

Riscos de origem fsica

Riscos de origem trmica:Rudo intensochoque eltricoQueimadurasPERIGOS PROVOCADOS POR MAQUINAS

PERIGOS PROVOCADOS POR MAQUINASPrensa Mecnica Excntrica de Engate por Chaveta

Zona de prensagem.

SISTEMA DE SEGURANA NA ZONA DE PRENSAGEMEnclausuramento da zona de prensagemFerramenta fechadaProteo fixas e moveis dotadas de intertravamentoCortina de luz Comando bimanual

Enclausuramento da zona de prensagem(Fresta que permita apenas o ingresso de material e no a mo do operador)

Ferramenta fechada um sistema de proteo que impede o ingresso das mos ou dos dedos dos operadores em zonas de perigo da mquina.

Proteo fixas item 12.41 a Deve ser mantida em sua posio de maneira permanente ou por meio de elemento de fixao que s permite ser aberto por com uso de ferramenta

Proteo Mvel item 12.41 b

Pode ser aberta sem uso de ferramentasDeve estar associada a dispositivos de intertravamento

Cortina de Luz um dispositivo de sensor fotoeltrico de presena que protege o acesso de pessoas as reas de risco da mquina

EMERGNCIA As prensasesimilaresdevempossuirdispositivos de parada de emergncia quegarantamaparadasegurado movimento damquinaouequipamento,conformeitens 12.56 a12.63 da NR-12.Osistema de paradadeemergnciada prensadeve ser preparadopara interligao comossistemasde para de emergncia de equipamentos perifricos tais como desbobinadores, endireitadores e alimentadores, de modo que o acionamento do dispositivo de para de emergncia de qualquer um dos equipamentos provoque a para imediata de todos os demais .

ANLISE CRTICA PPRPS X NR12 O PPRPS , na verdade, o anexo de uma conveno em que trs partes interessadas se uniram: os Sindicatos dos Empregadores juntamente com a FIESP, que representam os patres, os Sindicatos dos Trabalhadores, que representam os operadores de prensas e todos que lidam com equipamentos similares e o Ministrio do Trabalho e Emprego, que representa o governo. um planejamento estratgico e seqencial das medidas de segurana que devem ser implementadas em prensas e equipamentos similares com o objetivo de garantir proteo adequada integridade fsica e sade de todos os trabalhadores envolvidos com as diversas formas e etapas de uso das prensas e/ou dos equipamentos similares.

J a NR 12 como toda norma regulamentadora, de observncia obrigatria pelas empresas privadas e pblicas e pelos rgos pblicos da administrao direta e indireta, bem como pelos rgos dos Poderes Legislativo e Judicirio, que possuam empregados regidos pelaConsolidao das Leis do Trabalho - CLT.O no cumprimento das disposies legais e regulamentares sobre segurana e medicina do trabalho acarretar ao empregador a aplicao das penalidades previstas na legislao pertinente.Constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao cumprimento de suas obrigaes com a segurana do trabalho.

Entretanto, as alteraes no texto da NR 12 em dezembro de 2010, com foco em reduzir os acidentes com trabalhadores no uso de mquinas e equipamentos, tem causado descontentamento entre os empresrios. As principais alegaes so: Grande nmero de exigncias inviabilizando o cumprimento da NR; Diminuio da competitividade Impacto nas exportaes Exigncias mais rigorosas que normas da Europa e EUA; Falta de clareza de alguns dispositivos, norma muito tcnica e minuciosa;Subjetividade nas inspees fiscais por falta de know-how dos fiscais;

Por outro lado, pelo ponto de vista jurdico, a melhoria da segurana pode ser vista como um investimento, pois os gastos para adequao e manuteno dos equipamentos, bem como com capacitao dos funcionrios, reduziro a quantidade de sinistros, afastamentos, indenizaes por acidentes de trabalho, entre outros. importante ressaltar que foi formada uma Comisso Nacional Tripartite da NR12 na tentativa de adequar a norma realidade da economia brasileira, mas fica o alerta que, por ora, todos os dispositivos j se encontram vigentes.

Prensas e Similares Mecnicos de engate por chavetaDiferena: Chaves de segurana e bloqueio NR 12

a) enclausuramento com protees fixas e, havendo necessidade de troca frequ