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SARESP 3º SÉRIE MANHÃ 2007

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  • 1. MANH3SRIEEM2007Nome do aluno:3 SrieEnsino MdioManhNome da escola:Turma: Nmero tringulo:Lngua Portuguesa

2. Prezado aluno, prezada aluna:Para que a Secretaria da Educao possa melhorar o ensino, precisamos saber o que voc realmente sabe.Para tanto, pedimos que voc responda s questes de Lngua Portuguesa que esto no Caderno de Provae elabore uma redao. A finalidade desta avaliao melhorar o ensino de sua escola. Assim, voc deveprocurar mostrar o que realmente sabe sobre o contedo avaliado, respondendo com cuidado s questes,no deixando questes em branco e considerando esta prova, enfim, como instrumento importante que lhetrar benefcios. Antes de dar suas respostas, leia as instrues abaixo.INSTRUES GERAIS1. As questes da prova esto numeradas e apresentam diferentes alternativas de resposta para vocescolher.2. Antes de responder a cada questo, importante que voc pense sobre as alternativas.3. Para cada questo, escolha uma nica resposta e marque-a no Caderno de Prova.4. Responda a todas as questes.5. Aps responder a todas as questes, marque suas respostas na Folha de Respostas.6. Use lpis preto ou caneta preta.7. Confira se o seu nome est pr-identificado na Folha de Respostas.8. Para cada questo da Folha de Respostas, preencha o espao correspondente letra que indica aresposta que voc assinalou no Caderno.9. Exemplo: se, na questo 1, voc escolheu a letra A, marque sua resposta da seguinte maneira:01 A B C D10. Escreva, na capa do Caderno de Prova, seu nome completo, o nome da sua escola, o nome da suaturma e o seu nmero tringulo (nmero que aparece em sua Folha de Respostas entre dois tringulos).11. A Folha de Respostas no poder ser devolvida em branco, nem dever ser rabiscada, amassada,alterada ou rasurada.12. Elabore a redao a partir do tema proposto. Faa um rascunho. Passe o rascunho a limpo, no espaoreservado para a redao.13. Em caso de dvida ou engano, solicite ajuda ao professor.Obrigado 3. SARESP-LP-3EM-Manh 3LNGUA PORTUGUESAInstrues: Para responder s questes de nmeros 1 a 6, leia o texto abaixo.A fotoFoi numa festa de famlia, dessas de fim de ano. J que o bisav estava morre no morre,decidiram tirar uma fotografia de toda a famlia reunida, talvez pela ltima vez. A bisa e o bisasentados, filhos, filhas, noras, genros e netos em volta, bisnetos na frente, esparramados pelo cho.Castelo, o dono da cmara, comandou a pose, depois tirou o olho do visor e ofereceu a cmara aquem ia tirar a fotografia. Mas quem ia tirar a fotografia?Tira voc mesmo, u.Ah, ? E eu no saio na foto?O Castelo era o genro mais velho. O primeiro genro. O que sustentava os velhos. Tinha queestar na fotografia.Tiro eu disse o marido da Bitinha.Voc fica aqui comandou a Bitinha.Havia uma certa resistncia ao marido da Bitinha na famlia. A Bitinha, orgulhosa, insisitiapara que o marido reagisse. No deixa eles te humilharem, Mrio Csar, dizia sempre. O MrioCsar ficou firme onde estava, ao lado da mulher.Acho que quem deve tirar o Dudu.O Dudu era o filho mais novo de Andradina, uma das noras, casada com o Luiz Olavo. Haviaa suspeita, nunca claramente anunciada, de que no fosse filho do Luiz Olavo. O Dudu seprontificou a tirar a fotografia, mas a Andradina segurou o filho.S faltava essa, o Dudu no sair.Tinha que ser toda a famlia reunida em volta do bisa. Foi quando o prprio bisa se ergueu,caminhou decididamente at o Castelo e arrancou a cmara da sua mo.D aqui.Mas seu Domcio...Vai pra l e fica quieto.Papai, o senhor tem que sair na foto. Seno no tem sentido!Eu fico implcito disse o velho, j com o olho no visor.E antes que houvesse mais protestos, acionou a cmara, tirou a foto e foi dormir.(Luis Fernando Verssimo. Comdias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, pp. 37-38)1. De acordo com o que sugere o texto, a ocasio em que a toda a famlia se rene para tirar umafotografia propicia(A) manifestaes de capricho e egosmo.(B) sbitos gestos de reconciliao.(C) o desejo de novos encontros.(D) as devidas homenagens ao bisav. 4. 4 SARESP-LP-3EM-Manh2. A repetio, ao longo do texto, da palavra fotografia um procedimento utilizado que ajuda aenfatizar(A) a m vontade do bisav, que no desejava sair na foto.(B) a excessiva importncia que todos vo atribuindo foto.(C) o desejo que todos tinham de ser o responsvel pela foto.(D) a emoo de registrar a ltima foto da famlia reunida.3. Constituem uma causa (I) e sua conseqncia (II), respectivamente, as aes expressas em:(A) I. decidiram tirar uma fotografia sua;II. o bisav estava morre no morre.(B) I. Havia a suspeita, nunca claramente anunciada;II. de que no fosse filho do Luis Olavo.(C) I. A Bitinha (...) insistia para que o marido reagisse;II. Havia uma certa resistncia ao marido de Bitinha.(D) I. No deixa eles te humilharem.II. O Mrio Csar ficou firme onde estava.4. Ao afirmar Eu fico implcito, o bisav quis dizer que(A) sua presena, no meio da famlia fotografada, era indispensvel.(B) algum membro da famlia poderia ocupar seu lugar na foto.(C) deveriam subentender sua presena, naquele registro fotogrfico.(D) j estava se implicando com o fato de ningum saber fotografar.5. As reticncias usadas na frase de Castelo Mas seu Domcio ... sugerem que o bisav(A) no poderia faltar nesta foto.(B) no saberia tirar fotografia.(C) acabava de encontrar uma soluo!(D) fazia questo de sair nesta foto?6. H humor, quando o narrador sugere que(A) o Mrio Csar era humilhado pela mulher, inclusive.(B) o Dudu apenas fingiu que no queria aparecer na foto.(C) o Castelo, o dono da cmara, no abria mo do direito de us-la.(D) o Luiz Olavo foi bruscamente impedido de tirar a foto. 5. SARESP-LP-3EM-Manh 5Instrues: Para responder s questes de nmeros 7 a 10, leia o texto abaixo.Todas as cartas de amor soRidculas.No seriam cartas de amor se no fossemRidculas.Tambm escrevi em meu tempo cartas de amor,Como as outras,Ridculas.As cartas de amor, se h amor,Tm de serRidculas.Mas, afinal,S as criaturas que nunca escreveramCartas de amor que soRidculas.(Obras completas de Fernando Pessoa. Poesias de lvaro de Campos.Lisboa: tica, 1964, p. 83)7. possvel compreender do texto que(A) o fato de as cartas de amor serem ridculas torna ridculo o prprio amor.(B) o sentimento amoroso faz com que sejam ridculas as cartas de amor.(C) as pessoas que no escrevem cartas amorosas tornam o amor ridculo.(D) quem escreve cartas de amor verdadeiro jamais se expe ao ridculo.8. Marca-se no poema uma relao de oposio por meio das expresses(A) todas as cartas e tambm escrevi.(B) se h amor e tambm escrevi.(C) todas as cartas e nunca escreveram.(D) se h amor e tm de ser ridculas.9. No verso Tambm escrevi em meu tempo cartas de amor, a expresso sublinhada sugere que(A) no h idade para se amar verdadeiramente.(B) as verdadeiras cartas de amor tm valor eterno.(C) as cartas de amor s parecem ridculas para quem as escreve.(D) h momentos propcios para se escrever cartas de amor.10. A palavra ridculas repete-se sempre isolada num verso(A) porque se aplica sempre s mesmas coisas ou pessoas.(B) para que se preserve a regularidade mtrica das estrofes.(C) para enfatizar o qualificativo central do poema.(D) porque guarda um sentido inteiramente novo a cada vez. 6. 6 SARESP-LP-3EM-ManhInstrues: Para responder s questes de nmeros 11 a 14, leia o texto abaixo.Nossos futuros cientistasQuem so os jovens estudantes que superaram a falta de cultura cientfica do Brasil.Sem cultura de pesquisa nas escolas, o pas no consegue formar uma gerao de cientistasO motorista pe a cabea para fora da janela e acelera. O escapamento do caminho libera afumaa: preta, quase asfixiante. O estudante paulistano Felipe Arditti, de 17 anos, fecha os olhos,tenta prender a respirao, mas se mantm firme em seu posto. No escapamento do veculo, segurao equipamento que construiu para medir a poluio da fumaa emitida por caminhes. O dispositivousa os princpios fsicos da ptica para determinar exatamente a cor da fumaa. Quanto maisescura, mais poluente. Terminado o teste, Felipe limpa o rosto e os braos, cobertos pela fuligemnegra. O caminho no passou no teste. O experimento de Felipe, sim. Foi assim, comendo fumaa,que o estudante levou o primeiro lugar na categoria Ensino Mdio da edio deste ano do PrmioJovem Cientista, promovido pelo CNPq e pela Fundao Roberto Marinho.O Objetivo do prmio promover a pesquisa cientfica no pas. Desde 1999, ele tambm incluiestudantes do ensino mdio. uma forma de despertar o interesse pela pesquisa nos jovens. NoBrasil, so poucas as escolas que investem em metodologia que estimule a prtica de cincias. Agrande maioria aposta na formao voltada exclusivamente para os exames vestibulares e acabapreparando os alunos apenas para os tipos de provas mais comuns.(Adaptado de Marcela Buscato. poca, 05/03/07, p. 80)11. A matria acima, extrada de uma revista, composta pelo ttulo, pela chamada em negrito epelo texto principal. comum a esses trs elementos, o enfoque(A) na cincia praticada por estudantes.(B) no controle tcnico da poluio ambiental.(C) na preparao dos jovens para o vestibular.(D) na falta de atualizao dos currculos escolares.12. O texto em negrito tem a funo de(A) antecipar a matria a ser tratada e a idia que ela quer passar.(B) esclarecer a experincia central da matria.(C) contradizer o ttulo para aguar a curiosidade do leitor.(D) descrever a metodologia adotada pelo reprter responsvel pela matria.13. A afirmao de que o pas no consegue formar uma gerao de cientistas uma conseqnciaque decorre do fato indicado em:(A) levou o primeiro lugar na categoria Ensino Mdio.(B) O objetivo do prmio promover a pesquisa cientfica no pas.(C) uma forma de despertar o interesse pela pesquisa nos jovens.(D) acaba preparando os alunos apenas para os tipos de provas mais comuns.14. Considerando-se o contexto em que surge, a frase O experimento de Felipe, sim. traz implcita aseguinte expresso(A) terminado o teste.(B) passou no teste.(C) comendo fumaa.(D) levou o primeiro lugar. 7. SARESP-LP-3EM-Manh 7Instrues: Para responder s questes de nmeros 15 e 16, leia o texto ab