sábado 07/08/2010

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edição nº 40871

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  • Fundado em 01 de Maro de 1997, Cachoeiro de Itapemirimcontato@folhaes.com.br

    R$1,00 CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM -ES SBADO, 07 DE AGOSTO 2010 N40871 WWW.FOLHAES.COM.BRS JESUS CRISTO SALVA !

    As flores de Holambra

    Copa Alohade Jiu-jtsu

    No prximo dia 15 acon-tece a Copa Aloha de Submission, na quadra da escola Campanha. O torneio de jiu-jtsu promete reunir os melhores atletas do Sul do Esprito Santo. Pg.12

    A beleza de rosas, or-qudeas e flores exti-cas pode ser conferida em Cachoeiro, na Praa Jer-nimo Monteiro, ao lado do Bernardino Monteiro at o prximo dia 15. Pg.06

    Carta aNenm Doido

    Nenm Doido ainda est, escorrendo entre todos ns. Envelheceu, agora possui 2010 anos. Continua anunci-ando seu hieroglifo: Nenm! E recebendo a tatuagem dis-tinta: o Nenm. Pg.14

    PMN no governopetista

    Carlos Casteglione, deu posse a dois novos in-tegrantes da base aliada do governo petista: Giuseppe DEtorres, que vai ocupar a Direto-ria Executiva do Procon, e Fabrcio Ferreira, novo secretrio de Servios Urbanos, Pg 06

    IZA

    BEL

    FIL

    LARD

    S

    JR

    MICHELE COSTA, RESIDENTE NO ALTO UNIO, SOFREU VRIAS QUEIMADURAS QUANDO TENTOU APAGAR UM INCNDIO EM SUA RESIDNCIA NA TARDE DE ONTEM. PGINA 15

    INCNDIO FEREDONA DE CASA

    POLTICA

    O PREFEITO CARLOS CASTEGLIONE CONSEGUIU JUNTO AO TRIBUNAL DE JUSTIA DO ESPRITO SANTO A SUSPENSO DAS EXONERAES QUE TERIA QUE FAZER AT A TARDE DE ONTEM. PGINA 05

    PREFEITO CONSEGUE

    MANUTENO DE SERVIDORESNA JUSTIA

  • Exercite o perdoRamon Barros - rbnoticias@gmail.com

    Quem j foi m a g o a d o sabe que a dor mui-to grande. Sempre acompanhada por uma decepo envolven-do uma pessoa a quem dedicamos afeto e fideli-dade. Todos temos o direito de nos sentir zangados e ressentidos com a situao. Como o fardo dife-rente para cada ser humano, so-mos passveis at de falar em vin-gana. Mas enquanto buscamos a evoluo espiritual devemos lem-brar que Deus nos provoca a entre-gar a Ele nossa dor para que seja feita a Justia e para que possamos perdoar nossos desafetos.

    Em Salmos 55:12 13 encon-tramos a dor da decepo: Pois no um inimigo que me afron-ta, ento eu poderia suport-lo; nem um adversrio que se exal-ta contra mim, porque dele po-deria esconder-me; mas s tu, homem meu igual, meu compa-nheiro e meu amigo ntimo. Mas Deus nos ensina a lidar com essa dor de forma inteligente: Roma-nos 12:19 No vos vingueis a vs mesmos, amados, mas dai lugar [ira] de Deus, porque est escrito: Minha a vingana, eu retribui-rei, diz o Senhor.

    Somente Deus pode abrandar todo o sofrimento de quem sofre uma traio, em qualquer setor: um cnjuge que se entrega nos braos de outro(a), uma infide-

    lidade no trabalho, pais que se decepcionam com filhos e vice versa. So incontveis situaes onde o cho parece desa-parecer de nossos ps e nos encontramos em situ-ao desesperadora.

    O perdo aps exerci-do, passa a ser algo que nos be-neficia mais que ao agressor. Nos coloca mais prximos de Deus, confortando nosso corao de forma a fortalecer nosso esprito contra outras investidas do mal. Este processo pode levar meses e at anos. Em alguns casos rpi-do. Mas deve ser realizado e cons-trudo atravs de muita disciplina e dedicao nossa evoluo es-piritual. So vrias as batalhas da vida mas as que envolvem nossa alma so as mais difceis por que envolvem corao e mente.

    Mas raros comentrios sur-gem quanto pessoa que come-teu o adultrio e tambm ou-tra parte que muitas vezes entra na histria de um casal, atravs de uma fraqueza de esprito que se torna uma porta para a entrada dos demnios da discrdia e do sofrimento.

    A partir de agora, busque exercitar o perdo. Ore e con-fie em Deus pedindo orientao para cada passo que for necess-rio para sua evoluo espiritual. Confie que tudo dar certo e lem-bre-se: tudo passa. Bom o ruim, tudo passa, sempre.

    Por isso deixa o homem pai me, e se une sua mulher, tornando-se os dois uma s carne. (Gnesis 2:24)

    A unidade bsica da so-ciedade a famlia e esta tem sua clula embrion-ria na unio marido e mu-lher. A sociedade humana nos nossos dias est numa si-tuao decadente quan-to aos padres morais, afetivos e sociais. H um certo desajuste entre os membros da famlia no relacionamento dos cn-juges e dos pais e filhos conturbando o equilbrio dessa pequena sociedade familiar, o que prejudica a sociedade como um todo. visvel o desequilbrio da entidade social bsi-ca, a famlia. Vemos lares destroados, presencia-mos a inverso de valo-res do homem contempo-rneo. Urge, urge que abramos a

    Palavra de Deus e siga-mos seus parmetros.A Bblia apresenta a fam-lia como uma instituio divina porque foi criada pelo prprio Deus (G-nesis 1:26,27; 2:18) e in-dica o casamento como a relao nica entre mari-do e mulher, e serve para ilustrao e figura da re-lao existente entre Deus e seu povo (Jeremias 3; Ezequiel 16; Osias 1-3 e entre Cristo e sua Igre-ja (Efsios 4:22-33) A conceituao bbli-ca para o casamento de um ESTADO MONOG-MICO ( Gnesis 2:18-24; Mateus 19:4-6. Para sua felicidade, siga os princ-pios da Palavra de Deus, pois, ela a NICA RE-GRA DE F E DE PR-TICA. Deus o abenoe.

    Famlia conforme Deus

    Folha BblicaReverendo Caruso Godinho Capelo do H.E.C.I.

    Jesus Cristo deu a vida para que os nossos pecados sejam perdoados e no apenas os nossos, mas tam-bm os de toda a gente // Desem-bargador Carlos Simes refazen-do deciso do juiz Robson Louzada // Os 271 que se-riam exonerados ontem vo permanecer // Enquanto houver neces-sidade // Vitria do pre-feito Carlos Casteglione que provou ser desme-suradas as demisses a toque de caixa // Contra-tados e comissionados dormiram melhor a noi-te de ontem // Giuseppe DEtorres no Procon // Fabrcio Ferreira na Se-cretaria de Servios Ur-banos // PMN apoian-do o governo municipal // Jackson Rangel, pre-sidente pemenista, na posse dos novos cola-boradores da munici-palidade // A solenidade de posse foi no gabine-te do prefeito Casteglio-ne // Na tarde de ontem // Doutor Lauro Bueno atendendo a todos // Na sua clnica de ortopedia // Sem distino social // Mostra de Holambra em-belezando o centro de Cachoeiro // Dirigentes envergonhando a tor-cida do Estrela do Nor-te // Que no merece esse tipo de coisa // Nem aqueles que patrocinam o clube // Jlio Ferrari vi-sitando a Editora Leia // Magno Malta com a bola cheia // Site Ficha Limpa aprovando o trabalho do senador // Ricardo Ferra-o e Casagrande cami-nhando sempre juntos // Gastando sola de sa-pato // Indo onde o povo est // Muitos fichas-su-jas ficaram pelo cami-nho // Melhor assim // O Filho do Homem no veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para resgatar a humanidade // Desfo-lhando produzido pelo interino // Titular ocupa-do, mas volta em breve // At o prximo

    02 Folha do E. SantoSbado, 07 de Agosto de 2010 Cachoeiro de Itapemirim (ES)

    opinioEditorial

    Carimbo laranja

    O termo la-ranja, co-m u m e n t e usado nos not ic ir ios a respeito de pessoas que disponibilizam seu nome para que outra, utilizando tais dados, faa negocia-es ilcitas sem expor sua identidade, acabou estourando no tradicional Estrela do Norte Futebol Clube. A agremiao que, em campo, conseguiu sua volta para a elite do fu-tebol capixaba, est a um passo de nem ao menos disputar a Segundinha de 2011 de nada valen-do o esforo de atletas, patrocinadores e, princi-palmente da torcida que a alavanca de qualquer equipe nas mais variadas modalidades esportivas, com base no artigo 234, CBJD que trata sobre o uso de documentos fal-sos, entre outros ilcitos.

    O futebol com sua fora arrebatadora de co-raes e mentes deixa isso mais transparente e promove um lastro de in-dignao naqueles que acreditam nas cabeas pensantes que dirigem o clube.

    A deciso que ain-da cabe recurso -, do Tribunal de Justi-a Desportiva/ES, no Processo n 160/2010/CD/TJD/ES, confirma que o Clube Estrela do Norte est suspenso de qualquer atividade por um ano.

    Usando um laranja e carimbos falsificados, a diretoria do alvinegro deu um tapa na cara do torcedor que sofreu nas arquibancadas, gastou do seu minguado salrio, en-frentou chuva e sol, per-correu distncias e ni-bus desconfortveis.

    Tudo isso para nada.

    editorial@folhaes.com.br

    Desfolhando

  • 03 Folha do E. SantoSbado, 07 de Agosto de 2010Cachoeiro de Itapemirim (ES)

    Vitria da harmonia dos PoderesJackson Rangel, JoRnalista

    No se questiona a importncia do Ministrio Pblico, como rgo fiscalizador pelos inte-resses pblicos. Mas, a instituio, no mxi-mo, pode ser considerada apndice da estru-

    tura criada por Charles de Montesquieu, com

    trs Poderes: Executivo, Judicirio e Legislativo. No deve

    ultrapassar de suas atribuies, criando sistema hbrido.

    A promotoria, com excees, tem pousada em subtrair

    o poder discricionrio do poder ou executar alem do ato de

    fiscalizar para manter o estado de direito. Uma aberrao

    praticada com lacuna da lei, em dobradinha, com exceo,

    com o Judicirio. Tambm, por algum complexo, legislar,

    com excessos de interveno.

    O pedido de demisso de 271 servidores, recentemen-

    te, foi uma das aes com requinte de crueldade legal. J

    vivemos numa sociedade automatizada. Sem humanizao

    de seus parmetros. Deve-se esgotar dilogos, ainda a letra

    seja fria. A proteo de direito no pode ser aplicada matan-

    do outro direito.

    Em Cachoeiro de Itapemirim-ES, bem verdade, o Mi-

    nistrio Publico tem atuado com mritos, mas tambm erra,

    induzindo, numa dobradinha, a Justia tirar as fendas de um

    olho, enxergando apenas em parte e no no todo. Ajuste de

    conduta, termo de compromisso, entre outros instrumentos,

    contribui para a manuteno da ordem.

    O desembargado