roteiro homilético do 10.° domingo do tempo comum – ano b – 07062015 verde

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  • Reiniciamos, no ano litrgico, os domingos do tempo comum. A Liturgia, atravs das leituras bblicas, vai nos introduzindo nos Mistrios de Deus e iluminando a realidade humana.No Mundo em que vivemos, existem muitos males.Nasce espontnea a pergunta: "Qual a sua origem?"

  • Na busca de um responsvel, somos levados a ACUSAR algum como culpado.

    A Bblia tem uma resposta clara: a origem e a causa dessa situao o pecado.O homem rompeu a sua relao amorosa com Deus e surgiu uma mudana essencial em sua vida.

    Pretendeu libertar-se de Deus e tornou-se escravo de suas paixes e egosmos.

  • A 1 Leitura fala do primeiro pecado (Ado e Eva). (Gn 3,9-15)) Esses captulos da Bblia no querem mostrar como aconteceu no incio...

    mas sim levar a refletir sobre o caos social em que viviam os homens,no tempo em que o autor sagrado escreveu.

    Deus fez todas as coisas perfeitas.

    Esse mundo conturbado que estavam vendono podia ser o que Deus queria...

  • Qual a causa e a origem de tudo isso? O mau uso desta liberdade, a submisso ao tentador e s foras do mal criaram a desordem, a diviso, tiraram a beleza da imagem divina impressa no ser humano...A "serpente" seduziu e continua seduzindo o homem para se apropriar dos frutos proibidos...

  • Consequncia: surge a desarmonia na natureza, com os homens, com Deus...- O HOMEM no se encontra mais no lugar que lhe foi designado na Criao. "Onde ests?" - Teve medo e se escondeu. Ado acusa Eva, Eva acusa a serpente. - Sente-se "Nu", despojado da dignidade com que foi criado...- Abala a ordem da natureza: Perde a fertilidade e produz espinhos e ervas daninhas.

  • - Mas a narrativa termina com uma Mensagem de Esperana: a luta entre a "serpente" e o homem continuar at o fim dos tempos.

    Mas a descendncia da mulher conquistar a vitria final, esmagar a cabea da "serpente".

    * O PECADO a origem do mal: rompeu a harmonia da criao de Deus.

    Para o autor sagrado, o PARASO TERRESTRE Saudades ou Esperana?

  • Na 2 Leitura,

    Paulo manifesta seu interesse pela Comunidade de Corinto e expe os motivos pelos quais sofre com pacincia:

    a esperana da ressurreio gloriosae a f no prmio que espera.

    (2 Cor 4,13-5,1)

  • No Evangelho Jesus aponta o caminho para lutar contra o mal: Convida aos que formam a sua famlia a sempre fazer a vontade de Deus. (Mc 3, 20-35)

    Os familiares de Jesus chegam e, de fora, mandam cham-lo.No entram; ele que deve sair: querem lev-lo de volta a Nazar.Esto preocupados... julgam que ele "est fora de si".

    E Jesus:"Quem minha me? Quem so meus irmos?"A Verdadeira famlia de Jesus, a partir de agora, formada pelos que esto ao redor dele e fazem a vontade de Deus.

  • Os doutores da lei pretendem desprestigiar o Mestre diante do Povoe o acusam de endemoniado. Jesus contesta com duas imagens:o reino dividido e uma famlia dividida: no se mantm de p.

    A Nova famlia de Jesus.A verdadeira famlia de Jesus, a partir de agora, formada pelos que esto ao redor dele, numa atitude de companheiros na ao libertadora, e que fazem a vontade de Deus.

  • A relao mais intima com Jesus no se faz atravs do parentesco de sangue, mas na sintonia com sua prtica libertadora.S quem passa do estar fora para o estar dentro, com Jesus, que ser considerado irmo, irm e me de Jesus.

    * Maria era "Me" duplamente: porque gerou a Jesus e porque mais do que ningum soube fazer sempre a vontade de Deus.

  • - E ns? Procuramos sempre uma desculpa...Reconhecer o prprio erro, por escabroso que seja, sempre mais dignificante e libertador do que repass-lo injustamente a outros. O pecado nasce e fruto do orgulho.

    - Ado acusa Eva... Eva acusa a serpente...- Os judeus no aceitaram o desfio da converso:

    e acusaram o Cristo como um endemoniado...

  • Quem acusa est querendo se esconder atrs da acusao. Quanto esposo acusando a esposa e vice-versa. Quantos filhos acusando os pais e vice-versa. Quantos adultos acusando os jovens e vice-versaOuvimos toda hora parente contra parente, vizinho contra vizinho, patro contra empregado e empregado contra patro.

  • H acusaes que devem ser feitas e que no merecem punio. Mas, muitas vezes, a pessoa que acusa est se defendendo. Est escondendo algo de errado em si mesmo.A acusao nunca leva a nada e acaba com o dialogo. Quando na sociedade for instaurado o dilogo, acabaro as acusaes. Pe. Antnio Geraldo Dalla Costa CS - 07.06.2015

  • MEU DOMINGOCom a Palavra de DeusMeditada por: Pe. Antnio Geraldo Dalla Costa CSIlustrao: Nelso Geraldo FerronattoMsica: Vinde a mim, se estais aflitosJ. Accio SantanaCD: Jesus Cristo ontem, hoje e semprePaulinas COMEPAcesse o Endereo: http://www.buscandonovasaguas.com https://www.youtube.com/user/MeuDomingo/videos

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