rosas gêmeas de livara austini

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  • 7/31/2019 Rosas Gmeas de Livara Austini

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    AS ROSAS GMEAS DE LIVARA AUSTINI

    As Rosas Gmeas de Livara Austini so um par de espadas longas mgicas feitas de mithral e perfeitamenteiguais, como se uma fosse o exato reflexo da outra. Suas lminas extremamente afiadas so levemente curvadas epossuem uma salincia prxima ponta que se assemelha a um espinho de rosa. Os cabos de ambas as espadas

    so adornados com detalhes derosas. Ramos de rosas se

    entrelaam para formar os cabos,culminando cada um em um botode rosa prateado. As guardaspossuem o formato de rosasvermelhas abertas, feitas compedras preciosas. As espadaspossuem diversos poderes mgicosque s podem ser ativados se asduas estiverem sendo empunhadaspelo dono. Ambas soconsideradas armas leves para

    efeito de regras.

    Histria: Livara Austini era uma dedicada druida elfa que servia a Allihanna com enorme devoo. Livaranasceu em Lenrienn e viveu grande parte de sua vida no extinto reino dos elfos. Com a queda de Lenrienn, elaherdou de seu pai suas armas mgicas. O pai de Livara, o elfo Mirilenil Austini, era um ranger competente ehabilidoso conjurador alm de excelente ferreiro. Quando no vigiava as florestas ao redor de Lenrienn, Mirileniltrabalhava em sua forja e se dedicava ao estudo da magia. Forjou para si duas magnficas espadas mgicas e comelas combateu os goblinides na Infinita Guerra at o dia em que foi morto em uma emboscada preparada peloshobgoblins. Em seu leito de morte, Mirilenil confiou sua maior criao sua nica filha. Assim, Livara herdou asrosas gmeas de seu pai e partiu de Lenrienn, afastando-se de seu reino e das dolorosas lembranas da morte dopai.

    Como era uma Druida a servio de Allihanna, Livara jamais poderia usar armas cortantes e assim ela o fezdurante toda sua vida. Ao invs de lutar usando as lminas de suas espadas, ela combatia usando apenas os cabosou as costas das armas, para atordoar ao invs de matar. Em sua jornada, Livara jamais tirou a vida de qualqueranimal, ser humanide, ou rvore. As nicas criaturas mortas por ela eram os monstros e os goblinides, estes

    ltimos eram destrudos com grande dio. Mesmo quando matava, Livara jamais usava as lminas de suas espadas.Os anos passaram e Livara se alojou em seu exlio nas vastas matas de Sambrdia. Ali ela encontrou uma

    floresta ancestral, tomada por rvores antiqssimas que lembravam a sua terra natal. Livara fez do bosque suamorada e ali encontrou finalmente a paz que buscara aps a morte de seu pai. Livara dedicou sua vida a proteger obosque e as criaturas que nele habitavam e a ensinar os povos do Reinado a amar e respeitar a natureza. Por suadedicao, a prpria deusa Allihanna surgiu diante de Livara para abeno-la e recompens-la. Allihanna concedeua Livara vrios poderes e a permisso para usar as espadas de seu pai alm do compromisso de atender a umdesejo qualquer da elfa. Livara agradeceu as bnos concedidas, recusou-se a usar as espadas mgicas,mantendo o voto de no usar armas cortantes, e como desejo pediu algo simples a Allihanna. Seu nico desejo erapermanecer naquele bosque, protegendo-o como j vinha fazendo, e permanecendo para sempre naquele localonde ela reencontrara a paz. Allihanna concordou e concedeu o pedido a ela. A deusa entregou a Livara um podersecreto, transformou-se num pssaro e partiu.

    Anos se passaram e uma guerra eclodiu prximo ao bosque de Livara. Era a revolta que culminou com a

    separao dos reinos de Sambrdia e Trebuck. Os combates de aproximaram perigosamente do bosque que, porficar prximo fronteira dos dois reinos, era um local estratgico para ambos os exrcitos. Uma das tropas deSambrdia estava disposta a invadir e ocupar a floresta onde a druida habitava. A geografia do local, com suasrvores gigantes, vales e colinas, forneceria uma posio estratgica e bem protegia para as tropas emboscarem oshabitantes de Trebuck. Alm disso, o bosque forneceria madeira para armas e munio, para fogo e suprimentos emgua e comida suficientes para manter um posto avanado durante muito tempo, entretanto isso culminaria nadevastao da mata protegida por Livara.

    Percebendo que no seria capaz de deter um exrcito inteiro sozinha, Livara sentiu que era o momento deutilizar o poder secreto concedido por Allihanna. E finalmente, desde o dia em que haviam deixado o reino lficoanos atrs, as lminas gmeas voltaram a cortar. Numa clareira no centro do bosque uma das espadas foi cravadano cho. A outra lmina atravessou o corao quente e piedoso de Livara, e ela ofereceu sua prpria via Natureza.Seu corpo padeceu, mas sua alma ascendeu com o poder de Allihanna e ocupou toda a extenso do bosque. Suaaura mgica emanava por todo o local, controlando a fria da natureza contra os inimigos e barrando a entrada dos

    exrcitos. Desde ento, a alma de Livara permanece no bosque, protegendo-o das ameaas e aguardando at o diaem que chegue algum que tenha o mesmo amor e dedicao pela natureza que ela mesma teve, para ento herdarsuas armas mgicas e dar continuidade sua misso em outras partes do mundo.

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    Poderes das espadas

    As duas espadas s manifestam seus poderes se empunhadas ambas por uma mesma pessoa, provavelmente,o guardio escolhido pela alma da prpria Livara. Seus poderes e custos dos mesmos so:

    Espada longa O.P - 315 (1d8; 19-20/x2)

    +1/+1d6 eltr.(exploso eltrica) - 18.000; +2 for - 4.000 (mjij dorgonaf [rosas cintilem])

    feitas de mithral - +2.000 Armas leves - +3.000

    GRAMA - constrio (N1 NC1 CD 11) 3x/ dia - 3.600 PO rea controlvel pela espada (borhij igikeaf [vinhasataquem])Para usar este poder, o portador deve fincar uma espada no cho, pronunciar a palavra de comando (aopadro) e se afastar (ao de movimento). Quando desejar poder acionar o poder como uma ao livrecom um simples pensamento. O raio entre ele e a espada fincada no solo ser o raio da rea de constrio.O usurio deve recuperar a espada pelos meios normais e pode selecionar quais alvos sero afetados peloefeito da constrio.

    TERRA - terremoto (N8 NC15 CD 22) 1x/dia 43.200 PO (gammi gmafi [terra trema])Para acionar este poder, o usurio deve cravar as duas espadas no solo, pronunciando a palavra decomando (ao padro. O terremoto inicia-se a partir de um ponto determinado pelo usurio, seguindo as

    regras normais da magia. AR - Muralha de vento (N3 NC5 CD 14) 1x/dia 10.800 PO (barg damkea [vento cerque])

    Para acionar basta cortar o ar com as espadas na direo em que a muralha surgir, pronunciando a palavrade comando (ao padro),

    GUA - Caminhar na gua (N3 NC5 CD 14) 1x/dia 10.800 PO (pei dimmapea-fa [gua carregue-me])Cruze as espadas sobre o peito e pronuncie a palavra de comando (ao padro)

    FOGO - Coluna de chamas (N4 NC7 CD 16) 1x/dia 20.160 PO (p nabirga-ja [fogo levante-se])Erga as duas espadas juntas, simulando o movimento das chamas se levantando do solo (ao padro)

    LUZ - Luz do dia (N3 NC5 CD 14) 1x/dia 10.800 PO (jn onefora [sol ilumine])Bata uma espada na outra, fazendo-as faiscarem e pronunciando a palavra de comando (ao padro). Aluz emanar das espadas

    TREVAS - Escurido (N2 NC3 CD 13) 1x/dia 10.800 PO (roga itimali [noite aparea])Junte as duas espadas pronunciando a palavra de comando (ao padro). A escurido emanar dasespadas.

    Total = 160.000 PO