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  • ROLAGEM AUTOMTICAFAIXA 1 DO CD CALEIDOSCPIO DO CORAO 2

  • Amar ,te levar flores todos os sbados. segredar no teu ouvido,que o mundo, contigo,faz mais sentido.

    Amar ,danar com rosto bem coladinho., num banco de jardim,olhar o por-do-sol abraadinhos,jurando amor sem fim.

  • Amar ,superar minha solidoe respeitar teu modo de ser. incentivar tua evoluoe dar sem medo de perder.

    Amar ,procurar minha parte feminina,perdida numa parte de voc. encontrar minha costela retiradapara voc poder nascer. encontrar minha costela retiradae, da unio, um outro ser.

  • IMAGENS:

    Foto Escultura em Ferro de Jean-Pierre Augier;

    Fotos do Arquivo Pessoal; e

    Sites:br.olhares;autenticavida.com.br;valeapenasonhar.br.tripod.com;mooinha.blogspot.A seguir, a crnica O que o Amor, desenvolve um pouquinho mais o tema da cano o Amor.Caso seja de interesse s clicar e continuar clicando.

  • TRAOS DA FACE DO AMOR

    Iniciemos com as caractersticas conclusivas do artigo O que no o Amor .

    O Amor: no tem motivaes fisiolgicas; no um forte sentimento que impede a vontade de ser determinada por princpios; no resultado de uma compulso; no refgio de realidade insuportvel, ou porto para alienao; no pode ser caracterizada como relao de domnio ou submisso; no fuso sem integridade.

    A aritmtica do amor paradoxal. Um mais um igual a um. Entretanto, os dois seres transformados em unidade permanecem dois. Ou seja a unio pelo Amor conserva a individualidade dos amantes.

    No Amor o olhar do amante transfigura o objeto amado. O olhar amoroso percebe qualidades e valores, que permaneciam ocultos no objeto amado a olhares no aguados pela fora do Amor.

  • Fora que apara as arestas, destri fronteiras e obstculos que separam os homens de seus semelhantes. Fora que vence o isolamento, a separao e funde preservando a integridade do sujeito e do objeto.

    Extramos da poesia Amai-vos de Gibran Kahlil Gibran alguns versos que pintam com muita beleza alguns traos da face do Amor:

    Mas deixai cada um de vs estardes sozinho. Assim como as cordas da lira so separadas e, no entanto, vibram na mesma harmonia.

    E vivei juntos, mas no vos aconchegueis demasiadamente.Pois, as colunas do templo erguem-se separadamente. E o Carvalho e o Cipreste no crescem sombra um do outro.

    O Amor Amadurecido unio sob a condio de preservar a prpria integridade e individualidade. Amor uma Ao, a prtica de um poder humano, que s pode ser exercido na liberdade.

  • ORIGEM OU RAZES DO AMOR

    Mira y Lpez observa em Gigantes da Alma as diversas razes do Amor na evoluo biolgica. Enquanto Erich Fromm em Arte de Amar aborda a origem do Amor no topo da cadeia evolutiva, o homem.

    Em nosso entendimento, Mira Y Lpez deixa claro que as razes primitivas do Amor estavam vinculadas sobrevivncia. Segundo ele: Raz Ancestral; Raiz Tnica; e Raz Agressiva, Possessiva e Imperialista. J em grus mais elevados da cadeia biolgica: Raz Genital; e Raz Criadora.

    RAIZ ANCESTRAL DO AMOR.Existe um momento crucial na vida de qualquer organismo unicelular, no qual vemos a impossibilidade de separar a Vida da Morte. Nesse momento que marcar a passagem de uma para outra, surge o fenmeno da reproduo que, do ponto de vista fsico-qumico, marca a raiz ancestral do Amor.

    O processo de reproduo das amebas exemplifica com muita clareza esse momento.

    O crescimento da ameba alcana plenitude e inchao tais, que comeam a dificultar sua prpria existncia individual. Nesse instante em que a ameba alcana seu mximo volume e vitalidade aparente, apresenta-se, tambm, o dilema: renovar ou morrer.

  • Adquire a forma de um 8 e divide-se em duas clulas que se distanciaro e vivero independentes, iniciando seus processos de crescimento e expanso at que, por sua vez, sofram o mesmo processo de bipartio.

    RAZ TNICA DO AMORO vnculo do Amor com a Morte provm da diviso da substncia viva, em que vemos a mesma clula morrer (como me) e renascer como filha de si mesma. A Vida procede da Morte e retorna a ela do p vieste, ao p voltars.

    Essa raiz Tnica do Amor justifica as bodas tnicas em diversos nveis da escala animal: a cpula fecundante seguida da morte de um ou de ambos os cnjuges.

    RAIZ AGRESSIVA, POSSESSIVA E IMPERIALISTA DO AMOR Num caso particular de nutrio celular a clula engloba as partculas mais aptas para assegurar sua sobrevivncia.

    RAIZ GENITAL DO AMOR Para a conservao das espcies: o vocativo do cio e o prazer orgnico conhecido como orgasmo.

    Muitos mamferos bpedes correm ansiosos, crendo residir no orgasmo tudo quanto h de bom no Amor.

  • RAIZ CRIADORA DO AMOR provvel que exista uma base de confluncia entre as energias da Raiz Genital e a Raiz Criadora: ambas so fecundas e, portanto, do frutos, mas a primeira produz filhos carnais enquanto a segunda engendra obras espirituais.

    Freud e sua escola sustentam, que a transmutao de uma em outra originada, principalmente, pela ao repressora da vida social. que determinaram saturao da carga de tenso do impulso copulativo. Sofrendo este uma converso ascendente (sublimao), despertando o af de saber (cultura), gozar (artstico) e criar (rgico).

    O que o homem perdeu em genitalidade ganhou em capacidade de trabalho e cultura.

    A raiz criadora se revela no entusiasmo.

    Pode-se afirmar que nem todos os amores so capazes de exaltar a raiz criadora de quem os vive, mas certo que o Amor pode extrair de cada ser humano seu mximo potencial criador, isto : as criaes mximas da humanidade tem sido, so e sero inspiradas pelo Amor.

    SUPERAR A SEPARAOJ, Erich Fromm em Arte de Amar afirma, que a origem do Amor no Homem est na busca da Unidade Interpessoal, para restabelecer a uinio perdida, ou seja recompor-se da separao.

  • Afirma que encontramos o equivalente ao Amor nos animais, nos quais os afetos so principlamente parte do seu equipamento instintivo. Desse equipamento instintivo s remanescentes podem ser vistos em ao no homem.

    Observa, que a criana se sente unida me, no tem sentimento de separao enquanto a me est presente. S chegado o grau em que a criana desenvolve seu sentimento de separao e individualidade que a presena fsica da me j no basta, surgindo a necessidade de superar a separao por outros meios.

    De igual modo, a raa humana, em sua infncia, sente-se ainda unida Natureza. Quanto mais a raa humana emerge desses laos primrios, tanto mais se separa do mundo natural, tanto mais intensa se torna a necessidade de encontrar meios novos de fugir separao.

    Entretanto, observa que alguns meios utilizados para restabelecer a separao no so eficientes, consistem em mecanismos de fuga ao sentimento de ansiedade, provocado pela separao.

    A unidade realizada na Obra Produtiva no Interpessoal; a unidade conseguida na Fuso Orgaca transitria; a unidade alcanada pelo Conformismo apenas pseudo-unidade. So todas respostas parciais ao problema da existncia. A resposta completa est na realizao da Unidade Interpessoal, da fuso com outra pessoa: est no Amor.

  • O desejo de fuso interpessoal o mais poderoso anseio do homem. a paixo mais fundamental, a fora que conserva juntos a raa humana, a cl, a famlia, a sociedade.

    Acreditamos que, ao enumerarmos e discorrermos no artigo Elementos Bsicos do Amor, que caracterizam a ao de amar Doao; Cuidado; Responsabilidade; Respeito; e Conhecimento - amplamente explorados por Erich Fromm em A Arte de Amar, conseguiremos responder, pelo menos em parte, s dvidas sobre um tema to cantado e propalado, o Amor.

    FONTES:LIVROS: Gigantes da Alma Emilio Mira y Lpez; eA Arte de Amar Erich Fromm;SITES:ocanto.esenviseu.net;redepsi.com.br;emdiv.com.br; ewikipedia.