robert faurisson (quem escreveu o diário de anne frank)

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Robert Faurisson

Quem Escreveu O Dirio De Anne Frank? 1 Edio 1990

O LivroPublicado pela primeira vez em 1947 em seu original holands o Dirio estava destinado a surgir em pelo menos cinco lnguas diferentes e em cerca de nove verses diferentes, sem contar as edies em lngua inglesa. A edio de 1963, nos Estados Unidos, de Anne Frank: o dirio de uma jovem surgiu com introduo escrita por Eleanor Roosevelt. Pelo que diz o editor, Cardinal, mais de dois milhes e quinhentos mil exemplares do livro foram vendidos nesse ano, s em edies nos Estados Unidos, e j se tornara uma das peas mais destacadas na histria da Broadway, tendo ganho o Prmio Pulitzer, o trofu do Crculo de Crticos Dramticos de Nova Iorque e o Trofu Antoinette Perry. George Stevens o transformara em filme destacado, estrelando Millie Perkins no papel de Anne Frank. Em suma o "dirio" de Anne Frank foi um tremendo sucesso literrio e no mundo do entretenimento. Todos pareciam estar ganhando dinheiro com ele, desde os promotores de Hollywood aos promotores do Holocausto que citavam e teatralizavam determinadas passagens corno alavanca moral para fazer as pessoas acreditarem no sofrimento incomparvel dos judeus, na Europa, durante a guerra. Acredita-se que Anne Frank tenha morrido no campo de concentrao de BergenBelsen em Maro de 1945, de tifo, doena epidmica comum em muitos campos durante a parte final de guerra, quando o transporte de alimentos, roupas e suprimentos mdicos foi virtualmente cortado pelos bombardeios aliados. O curioso que Anne evidentemente sobreviveu ao chamado campo da morte em Auschwitz-Birkenau, do qual foi transferida em 1944 para Bergen-Belsen. O pai de Anne tambm sobreviveu a Auschwitz, onde fora hospitalizado. Este livreto constitui uma reedio exata do artigo surgido com o mesmo ttulo na edio de vero de 1982 de The Journal of Historical Review. O Dr. Faurisson inicia seu tratado com uma anlise crtica interna do texto do dirio, seguido pelos detalhes de um exame forense in loco dos locais reais onde se afirma que Anne se teria escondido (agora transformado em museu, em Amsterdam). Depois disso passa a relacionar uma srie de discrepncias materiais reveladas em suas entrevistas com as vtimas principais, o pai de Anne, Otto Frank, concluindo o seu trabalho com uma anlise bibliogrfica e comparaes entre os dois textos principais do dirio. Ao ler este livreto o leitor descobrir no apenas a verdade sobre as origens e evoluo deste dirio atribudo a uma mocinha, como tambm adquirir uma compreenso muito sadia das extenses inacreditveis a que as pessoas se lanaram a fim de propagar e se valer desta impostura literria to simples algo que se mostra bastante instrutivo , medida que algum se aprofunda mais na literatura do Holocausto.

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Sobre o AutorO Dr. Robert Faurisson nasceu em Shepperton, perto de Londres, em 1929, de pai francs e me escocesa. Foi educado em Singapura, Japo, Marselha e em Paris na Sorbonne, onde recebeu o seu doutorado em 1972. Depois de um perodo curto em que lecionou na Sorbonne, o Professor Faurisson tornou-se Professor Associado de Literatura Francesa na Universidade de Lyon-2, na Frana central. Ele se especializa na avaliao e exame de textos e documentos e escreveu numerosos artigos e trabalhos, bem como dois livros: Mmoire en Dfense: contre ceux qui maccusent de falsifier L'Histoire e Rponse Pierre VidalNaquet.

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INSTITUTO DE REVISO HISTRICA CX. POSTAL 1306 TORRANCE, CALIFRNIA 90505 APRESENTAUma publicao Peridica Acentuadamente Controversa, Decidida, Revisionista e Indita:

The Journal of Historical ReviewEm 1978 reuniu-se a mais significativa assemblia de estudiosos, pesquisadores, escritores e livre pensadores que j existiu, com o objetivo de desafiar a ortodoxia histrica. A coisa nica que todos eles tinham em comum era o Revisionismo a compreenso de que a histria moderna estava deliberada e sistematicamente apagando categorias completas de fatos importantes fatos que passavam em reviso eficiente o que todos tinham sido levados a aceitar como verdade. Nesse ano o Instituto de Reviso Histrica foi fundado. No ano seguinte a primeira edio de The Journal of Historical Review foi lanado em meio a um clamor na mdia, clamor esse que ainda no acabou. E o desafio prossegue. Cada edio de The Journal tem 128 pginas da matria revisionista mais contundente que j foi apresentada artigos originais, crticas de livros e comentrios que atacam os prprios alicerces da Histria dos Tribunais. Destinado e editado para o leitor leigo, The Journal serve como nascente para o corpo crescente de pesquisa revisionista moderna pesquisa essa que est tornando os livros de texto sujeitos a uma crtica crescente e causando acessos nos propagandistas do Establishment. Em apoio a The Journal existe a IHR Newsletter, uma avaliao e atualizao de temas, publicada oito vezes por ano, referente aos acontecimentos que afetam a historiografia revisionista e a organizao IHR. Tanto The Journal como a IHR Newsletter podem chegar s suas mos mediante assinatura. Nos meses e anos vindouros, The Journal desempenhar um papel crescente na tarefa de tornar a histria verdadeira acessvel aos estudantes, mestres e um nmero crescente de leitores. No perca tal oportunidade de estar frente desta perspectiva histrica crescente.

Preos e Descontos1. assinatura de um ano (4 exemplares) .. $ 30.00 2. assinatura de dois anos (8 exemplares) .. $ 50.00 3. assinatura de trs anos (12 exemplares) .$ 70.00 (Lembre-se de que sua assinatura inclui a IRH Newsletter sem aumentar o preo). Deduza 10% para duas assinaturas ou mais. Os preos acima incluem as taxas postais por mala comum em qualquer lugar do mundo. Todos os pedidos devem incluir pagamento. Acrescente 10 dlares por ano para a entrega domstica de primeira classe. Adicione $ 15 por ano para a entrega por via area no exterior. Aduza $ 5 por ano para assinaturas no exterior. Lembre-se os assinantes de The Journal of Historical Review recebem um desconto de 5% em todos os livros, fitas e outros materiais do Instituto de Reviso Histrica. 10

PREFCIO Quem escreveu o Dirio de Anne Frank? Dr. Robert Faurisson1. O Dirio de Anne Frank genuno? Por dois anos essa pergunta foi includa no tema oficial do meu seminrio sobre crtica de Textos e Documentos. (Esse seminrio reservado para alunos no quarto ano, j dotados de diploma.) 2. O Dirio de Anne Frank uma impostura. Foi essa a concluso de nossos estudos e pesquisas. esse o ttulo do livro que publicarei. 3. Para examinar a questo apresentada e chegar a uma resposta quanto a ela, executei as investigaes seguintes: Captulo um: crtica interna: o prprio texto do Dirio (texto em holands) contm um nmero inexplicvel de fatos improvveis ou inconcebveis. (Pargrafos 4-12). Captulo dois: um estudo dos locais em Amsterdam: a um lado as impossibilidades fsicas, e as outras as explicaes apresentadas pelo pai de Arme Frank o comprometem muitssimo. (Pargrafos 13-17). Captulo trs: entrevista com a testemunha principal, o Sr. Otto Frank; como se veio a ver, essa entrevista sobrepujou o pai de Anne Frank. (Pargrafos 18-47). Captulo quatro: exame bibliogrfico: alguns silncios e revelaes curiosos. (Pargrafos 48-55). Captulo cinco: um regresso a Amsterdam para novas investigaes: o depoimento de testemunhas mostra-se desfavorvel ao Sr. Frank; a verdade provvel. (Pargrafos 56-63). Captulo seis: o traidor e a pessoa que prendeu os Franks: por que o Sr. Frank desejou assegura-lhes tal anonimato? (Pargrafos 64-71). Captulo sete: comparao entre o texto holands e o texto alemo: procurando tirar proveito excessivo disso, o Sr. Frank se denunciou; ele assinou uma impostura literria. (Pargrafos 72-103).

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Captulo 14. Critica interna: o prprio texto do Dirio (texto holands) contm um nmero inexplicado de fatos improvveis ou inconcebveis. 5. Tomemos o exemplo dos rudos. Aqueles que estavam escondidos, ao que nos dizem, no devem fazer rudo. Tal medida atinge tamanha extenso que, se tossirem, rapidamente tomam codena. Os inimigos poderiam ouvi-los. As paredes so finas. Assim esses inimigos so muito numerosos, Lewin, que conhece bem todo o edifcio (1 de Outubro de 1942), os homens da loja, os fregueses, os entregadores, o agente, a arrumadeira, o vigia noturno Slagter, os bombeiros, o servio sanitrio, o contador, a polcia que efetua buscas, os vizinhos tanto prximos como distantes, o proprietrio, etc, etc. Torna-se com isso improvvel que a Sra. Van Daan tivesse o hbito de usar o aspirador de p todos os dias s 12:30 da tarde (5 de Agosto de 1943). Os aspiradores de p, ademais, mostravam-se particularmente ruidosos nessa poca. Pergunto: Como isso possvel? Minha pergunta no tem natureza puramente formal. No uma pergunta retrica. Seu objetivo no o de demonstrar espanto. Minha pergunta simplesmente uma pergunta. Mostra-se necessrio respond-la. Essa pergunta podia ser acompanhada por quarenta outras perguntas referentes a rudos. Torna-se necessrio explicar, por exemplo, o uso de um relgio despertador (4 de Agosto de 1943). necessrio explicar o trabalho de carpintaria barulhento: retirada de um degrau de madeira, transformao de uma porta em aparador giratrio (21 de Agosto de 1942); a feitura de um candelabro de madeira (7 de Dezembro de 1942). Peter racha lenha no sto diante da janela aberta (23 de Fevereiro de 1944). Tem a ver com a construo efetuada com a madeira vinda do sto e alguns pequenos aparadores e outras coisinhas (11 de Julho de 1942). Aquilo at mesmo levava construo no sto de... um pequeno compartimento para trabalho (13 de Julho de 1943). H um rudo quase constante vindo do rdio, das portas que eram batidas, das gargalhadas vontade (6 de Dezembro de 1943), discusses, os gritos, os berros, um barulho que era bastante para acordar os defuntos. (9 de Novembro de 1942), houve ento um grande barulho e perturbao... eu me dobrei de gargalhadas (10 de Maio de 1944). O episdio narrado para 2 de Setembro de 1942 inconcilivel com a n