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  • Ano 9 N 86 A revista do Alumnio

    MARO-ABRIL 2018

    Rio investe sua recuperao no RETROFIT

  • A revista do Alumnio | 20172

    SumrioEDITORIAL 05AFEARJ comunica

    FIQUE POR DENTRO 06Fique por dentro das novidades

    AO 08INMEtRO estuda regulamentar o setor de esquadrias

    OPINIO JRDICA 14Reforma trabalhista e seus impactos sociaispor Ivan Firmino

    NOVOS PRODUTOS 16RolShow - A qualidade em movimento

    BOLETIM 19A preveno a palavra chave

    FIQUE DE OLHO 30Prmio Saint Gobain de arquitetura

    MOMENTO AFEAL 34AFEAL em foco

    RECOMENDO 37AFEARJ Recomenda

    ONDE ENCONTRAR 38Endereos

    Rio investe sua recuperao no

    Retrofit

    CAPA 22

  • 3

    REVISTA ALUMINEWSAno 09 | N 85 | JAN/FEV 2018

    facebook.com/RevistaAluminews

    DIRETOR EXECUTIVO Antnio Carlos Fernandes de Oliveira

    JORNALISTA RESPONSVEL Denise Neville

    COLABORADORESAntnio Carlos Fernandes de Oliveira

    DESIGN Gisela ValverdeREVISO Antnio CarlosPRODUO GRFICA Gerson Novaes

    Tiragem 2500 exemplaresDistribuio courrier

    A Revista Aluminews uma publicaobimestral da AFEARJ. O contedo dosartigos de responsabilidade da AFEARJ.

    Diretoria da AFEARJ

    PRESIDENTEGilberto Kreiseler Franco Filho

    1 VICE-PRESIDENTESeverino Alves Camelo Borba2 VICE-PRESIDENTELuiz Fernando Bruno3 VICE-PRESIDENTECarlos Humberto dos Santos Real

    1 TESOUREIROLuiz Fernando Bruno

    2 TESOUREIROAntonio Carlos Fernandes de Oliveira

    CONSELHO FISCALLuiz Fernando BrunoCarlos Humberto dos Santos RealGui Alexandre de Lima Ferreira

    SUPLENTESeverino Alves Camelo Borba

    rgo da Associao dos Fabricantes de Esquadrias de Alumnio do Estado do Rio de Janeiro (AFEARJ). Fundada em 2010.

    Av. Pastor Martin Luther King Jr, 126 - sala 904 - Office 1000 - Del Castilho CEP 22765-240 - Rio de Janeiro - RJ

    Telefones: 21- 2483-1898 / 2218-5770

    A revista ALUMINEWS no se responsabiliza por artigos ou matrias assinadas, onde esto expressas as ideias de seus autores, no representando obrigatoriamente a opinio da direo da revista e da AFEARJ.

  • 5

    Editorial

    Edificaes em forma

    GILBERTO KREISELER | PRESIDENTE DA AFEARJ

    Revitalizao predial (retrofit), revitalizar e atualizar o patrimnio, colocar a edi-ficao em forma, com novas tcnicas e novos produtos. Isso tem sido um desafio para vrios arquitetos e engenheiros.

    Surgido na Europa depois, nos estado unidos e hoje no Brasil, vem crescendo a de-manda de revitalizao predial. No se trata de uma simples reforma, envolve uma serie de aes de modernizao e readequao as novas exigncias de mercado.

    A necessidade surge em funo da vida til dos produtos aplicados em fachadas j fatigados pelo tempo das edificaes. O que no deixa de ser uma oportunidade de corrigir distores e se enquadrar nas novas exigncias de mercado, evitando altos custos de manuteno, e garantindo a longevidade da edificao.

    O conceito pode esta calado num trip; Econmico / Mercadolgico, Revalida-o patrimonial - garantindo o valor do imvel de forma substancial; Diminuio dos custos de manuteno - novos materiais utilizados exigiro menos manuten-o do que anterior; Economia energtica com novos sistemas de caixilhos de alumnio e vidros de controle solar, possvel se atingir maior conforto termo acstico, sem exigir tanto do consumo de ar condicionado, chegando provocar redues de at 30% na conta de energia.

    Vrias funes impactam diretamente no resultado final, comeando pelo projeto respeitando as caractersticas da edificao, adequao de novos produtos, numa relao de custo beneficio.

    Em resumo a revitalizao predial passa a ser uma tomada de deciso inevitvel para as edificaes acima de 35 anos de construo. Preocupao com o patri-mnio e com segurana, tem sido os elementos bsicos para tomada de aes e investimento na revitalizao predial. Hoje temos varias edificaes sendo retro fitadas, atendendo as novas exigncias do mercado imobilirio.

    No se trata

    de uma

    simples

    reforma,

    envolve

    uma serie

    de aes de

    modernizao

    e readequao

    as novas

    exigncias de

    mercado.

  • A revista do Alumnio | 20176

    Fique por dentro

    Vidros low-econtrolam transmisso trmica em fachadas envidraadasDe alta transparncia, os materiais tambm proporcionam

    aproveitamento de luz natural sem comprometer o conforto

    de ambientes internos

    Texto: Gabriel Bonaf

    Os vidros tambm apresentam alto nvel de transparncia e baixa reflexo (Serjio74/shutterstock.com)Vidros low-e (do ingls, low emissivity) so aqueles que apresentam, em uma de suas faces, um revestimento extrafino de metais e xidos metlicos que pro-porciona baixa emissividade de calor. Invisveis a olho nu, essas partculas nanomtricas absorvem raios infraver-melhos, permitindo controlar tanto o ganho quanto a perda trmica.

    A soluo pode ser utilizada em facha-das de edifcios para melhorar o con-forto ambiental e a eficincia energti-ca do projeto. Dependendo da posio em que a superfcie low-e aplicada, o

    vidro pode reduzir o ganho de calor so-lar em climas muito quentes ou manter os ambientes internos aquecidos em climas muito frios, explica Fernando Westphal, doutor em engenharia civil e pesquisador do Departamento de Ar-quitetura e Urbanismo da Universida-de Federal de Santa Catarina (UFSC). Assim, o posicionamento inadequado do produto pode levar a um desempe-nho contrrio ao esperado.

    Embora sejam especialmente indica-dos para controlar a transmisso tr-mica entre ambientes, os vidros low-e possuem utilizao ampla, como em freezers verticais para armazenamento de bebidas. Eles so recomendados

    para qualquer aplicao em que se ne-cessita reduzir a radiao de raios in-fravermelhos, diz Remy Dufrayer, ge-rente de desenvolvimento de mercado da Cebrace.

    Como o processo de revestimento qua-se sempre envolve prata na composio, os vidros devem ser duplos para evitar a corroso da camada de baixa emis-sividade. Na maioria dos casos, so usados em composio insulada, com a superfcie low-e atuando para o interior da cmara de ar, conta Westphal.

    O low-e pode manter ambientes inter-nos aquecidos ou reduzir o calor solar que entra (arquivo/Fernando Westphal)

  • 7

    OUTRAS VANTAGENS

    Os vidros low-e tambm apresentam alto nvel de transparncia e baixa re-flexo, o que permite melhor aproveita-mento da luz natural e reduz o efeito de espelhamento comum em outros tipos de fachada envidraada. O m-todo de revestimento, que consiste na deposio a vcuo dos metais, que proporciona tais caractersticas, alm de viabilizar a produo de vidros em uma ampla variedade de cores. pos-svel trabalhar com tonalidades nicas a cada projeto, aliando neutralidade e pouco espelhamento, diz Hugo Sca-polan, coordenador de produto da GlassecViracon.

    Dependendo da posio em que a superfcie low-e aplicada, o vidro pode reduzir o ganho de calor solar em climas muito quentes ou manter os ambientes internos aquecidos em climas muito friosFernando Westphal

    Por permitir a iluminao natural de ambientes internos sem comprometer o conforto trmico, os vidros low-e reduzem o uso de equipamentos de climatizao e luzes artificiais, dimi-nuindo tambm o consumo de energia eltrica. Eles so ideais para obteno de certificaes como LEED, AQUA e outras, afirma Scapolan.

    CUSTO-BENEFCIO

    O preo do metro quadrado de um vi-dro insulado low-e pode variar entre R$ 200,00 e R$ 300,00. De acordo com estudos por simulao computa-cional desenvolvidos na Universidade Federal de Santa Catarina, um pr-dio de escritrios que opta pelo uso do material pode ter o investimento amortizado em at 5 anos numa regio com clima semelhante ao da cidade de Fortaleza. A Taxa Interna de Retorno (TIR), segundo o estudo, pode ser su-perior a 20%.

    Isso considerando apenas a economia de energia em climatizao ao longo dos anos e sem levar em conta os su-cessivos aumentos recentes nas tarifas de energia eltrica. Se for considerar a economia no dimensionamento do sis-tema de ar-condicionado, o retorno do investimento pode ser pago em menos de 2 anos, revela Westphal.

    possvel trabalhar com tonalida-des nicas a cada projeto, aliando neutralidade e pouco espelhamentoHugo Scapolan

    CUIDADOS ESPECIAIS

    Os vidros low-e no podem ficar ex-postos s aes de intempries e de agentes qumicos, pois podem se dete-riorar com o passar do tempo. O pr-prio contato com o caixilho pode ini-ciar a oxidao da superfcie de baixa emissividade, salienta o pesquisador. Como existem diferentes processos de fabricao, a orientao que o consu-midor consulte o fornecedor do vidro acerca dos cuidados necessrios para instalao e manuteno.

    De acordo com Scapolan, necessrio que os processos de armazenamento e limpeza sejam rigorosamente atendi-dos para assegurar a qualidade. A rea de estocagem dos vidros deve estar limpa, seca e arejada, alm de protegida contra poeira, sol e chuva. J a manu-teno pode ser feita com um pano ou esponja macia, utilizando detergente neutro solvel em gua, limpa-vidros ou gua em temperatura ambiente, completa. O uso de lcool e limpado-res abrasivos, como ls de ao, deve ser evitado.

  • A revista do Alumnio | 20178

    Fique por Dentro

    AO PUBLICAR O DECRETO N

    9.296, DE 1 DE MARO DE 2018 ,

    O GOVERNO REGULAMENTOU A O

    ART. 45 DA LEI N 13.146, DE 6 DE

    JULHO DE 2015 , QUE INSTITUIU

    A LEI BRASILEIRA DE INCLUSO

    DA PESSOA COM DEFICINCIA

    - ESTATUTO DA PESSOA COM

    DEFICINCIA E CITA A OBSERVNCIA

    OBRIGATRIA DAS NBR.

    MAURICIO FERRAZ DE PAIVA

    Na publicao do governo fica claro que a concepo e a implementao dos projetos arquitetnicos de hotis, pou-sadas e estruturas similares devero atender aos princpios do desenho uni-versal e ter como requisitos obrigat-rios a