Rh comunicação-não-violenta - grupo 17

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Leadership & Management

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<ul><li><p>Comunicao No-ViolentaProf Irineu F AguiarGabriel CamiloGeovanni SouzaHeitor MarsollaLeonardo de Carvalho</p></li><li><p>O que ?Abordagem especfica da comunicao falar e ouvir - que nos leva a nos entregarmos de corao, ligando-nos a ns mesmos e aos outros de maneira tal que permite que nossa compaixo natural floresa. Denomino essa abordagem Comunicao No-Violenta.</p><p>Comunicao Compassiva</p><p>Nos ajuda a articular e passar para as pessoas o que realmente queremos.</p><p>Sendo compassivo, influenciamos ao nos comunicar.</p><p>O que a Comunicao No-Violenta? Segundo a definio de Marshall Rosenberg uma abordagem, uma forma de se comunicar, na qual nos entregamos de corao ao falar e ouvir. Tambm conhecida como Comunicao Compassiva, ou seja, a linguagem da compaixo.A CNV se baseia em habilidades de linguagem e comunicao que fortalecem a capacidade de continuarmos humanos, mesmo em condies adversas.A CNV nos ajuda a reformular a maneira pela qual nos expressamos e ouvimos os outros, fazendo com que em uma conversa, a gente diga o que realmente queremos, ajuda a no ofender uma pessoa por uma m escolha de palavras.Se tivemos compaixo ao nos comunicar com outras pessoas, tambm influenciaremos as pessoas com quem conversamos, mesmo que lentamente.*</p></li><li><p>Processo da CNV 1. Observao</p><p>2. Sentimento3. Necessidades4. Pedido</p><p>Essas so as etapas da comunicao no-violenta, Na observao, o truque ser capaz de articular essa observao sem fazer nenhum julgamento ou avaliao.Em seguida, identificamos como nos sentimos ao observar aquela ao: magoados, assustados, alegres, divertidos, irritados etc.Em terceiro lugar, reconhecemos quais de nossas necessidades esto ligadas aos sentimentos que identificamos.E por ltimo o pedido, que enfoca no que estamos querendo da outra pessoa para enriquecer nossa vida ou torna-la mais feliz.*</p></li><li><p>A Comunicao QueBloqueia a CompaixoJulgamentos Moralizadores</p><p>Fazendo Comparaes</p><p>Negao de Responsabilidades</p><p>Exigncias</p><p>Atribuir merecimento</p><p>Tambm descrita no livro como a "comunicao alienante da vida, ela impede nosso estado compassivo.A primeira forma de comunicao a de Julgamentos Moralizadores, no qual se encontra uma natureza maligna nas pessoas que no agem de acordo com nossos valores.*</p></li><li><p>CNVCaracterstica da CNV: observar sem avaliar</p><p>Observao x Avaliao</p><p>O uso de avaliao e possveis consequncias</p></li><li><p>CNVSentimentos X No-Sentimentos</p><p>Expresso de Sentimentos</p><p>Expresso de No-Sentimentos</p></li><li><p>Ouvindo uma mensagem negativa:quatro opes1. Culpar a ns mesmos</p><p>Exemplo:A: Voc a pessoa mais egosta que eu j vi!B: Oh, eu deveria ter sido mais sensvel</p></li><li><p>Ouvindo uma mensagem negativa:quatro opes2. Culpar os outros</p><p>Exemplo:A: Voc a pessoa mais egosta que eu j vi!B: Voc no tem direito de dizer isso! Estou sempre levandosuas necessidades em considerao, na verdade, voc que egosta!</p></li><li><p>Ouvindo uma mensagem negativa:quatro opes3. Escutar nosso prprios sentimentos e necessidades</p><p>Exemplo:A: Voc a pessoa mais egosta que eu j vi!B: Quando eu ouo voc dizer isso, fico magoado, porquepreciso de algum reconhecimento por meus esforos emlevar em considerao suas preferncias.</p></li><li><p>Ouvindo uma mensagem negativa:quatro opes4. Escutar os sentimentos e necessidades dos outros</p><p>Exemplo:</p><p>A: Voc a pessoa mais egosta que eu j vi!</p><p>(Poderiamos perguntar)</p><p>B: Voc est magoado porque precisa de maisconsiderao por suas preferncias?</p></li><li><p>As necessidades na raiz dos sentimentosJulgamentos dos outros so expresses alienadas de nossas prprias necessidades insatisfeitas</p><p>Quando expressamos nossas necessidades, temos mais chance de v-Ias satisfeitas. </p><p>Se no valorizarmos nossas necessidades, os outros tambm podem no valoriz-Ias. </p></li><li><p>Da escravido emocional libertao emocionalPrimeiro estgio - escravido emocional: vemos a ns mesmoscomo responsveis pelos sentimentos dos outros. </p><p>segundo estgio - "ranzinza": sentimos raiva; no queremosmais ser responsveis pelos sentimentos dos outros</p><p>Terceiro estgio - libertao emocional:assumimos a responsabilidade por nossas intenesaes. </p><p>*</p></li><li><p>CNV - EmpatiaAs duas partes da CNV: </p><p>expressar-se com honestidade</p><p>receber com empatia. </p></li><li><p>Empatia esvaziar a mente e ouvir com todo o nosso ser</p><p>Pergunte antes de oferecer conselhos ou estmulo </p><p>A compreenso intelectual bloqueia a empatia </p><p>No importa o que os outros digam, apenas ouvimos o que eles esto (a) observando, (b) sentindo, (c) necessitando e (d) pedindo.</p><p>Preste ateno s necessidades dos outros, e no ao que eles esto pensando de voc.</p></li><li><p>Ao solicitar informaes. primeiro expresse seus prprios sentimentos e necessidades.</p><p>Repita ao interlocutor mensagens emocionalmente carregadas.</p><p>S parafraseie quando isso contribuir para maior compaixo e entendimento.</p><p>Por trs de mensagens intimidadoras. esto simplesmente pessoas pedindo para satisfazermos suas necessidades. </p><p>Uma mensagem difcil se torna uma oportunidade de enriquecer a vida de algum.</p><p>Parafrasear poupa tempo.</p></li><li><p>CNV e a Self-Compassion</p></li><li><p>Exerccios1- Descreva o processo da CNV:R: Observar uma ao livre de julgamento, entender o sentimento q essa observao desperta em voc, entender a partir desse sentimento a suas necessidades para por fim, realizar o seu pedido.</p><p>2 - Qual o principal obstculo da cnv? R: Evitar qualquer tipo de julgamento de valor.</p></li><li><p>Exerccios3 - O que na CNV observar sem avaliar?</p><p>4 - Cite um efeito negativo do uso da avaliao na observao. </p><p>5 - qual a diferena entre sentimentos e no- sentimentos?</p><p>*</p></li><li><p>Exerccios6-</p><p>7-</p></li><li><p>Exerccios8- Interrogar a melhor maneira de praticar empatia. Essa frase est correta?</p><p>R: No, pois a melhor maneira de praticar a empatia ouvindo a pessoa com todo nosso ser e estando presentes com ela.</p><p>O que a Comunicao No-Violenta? Segundo a definio de Marshall Rosenberg uma abordagem, uma forma de se comunicar, na qual nos entregamos de corao ao falar e ouvir. Tambm conhecida como Comunicao Compassiva, ou seja, a linguagem da compaixo.A CNV se baseia em habilidades de linguagem e comunicao que fortalecem a capacidade de continuarmos humanos, mesmo em condies adversas.A CNV nos ajuda a reformular a maneira pela qual nos expressamos e ouvimos os outros, fazendo com que em uma conversa, a gente diga o que realmente queremos, ajuda a no ofender uma pessoa por uma m escolha de palavras.Se tivemos compaixo ao nos comunicar com outras pessoas, tambm influenciaremos as pessoas com quem conversamos, mesmo que lentamente.*Essas so as etapas da comunicao no-violenta, Na observao, o truque ser capaz de articular essa observao sem fazer nenhum julgamento ou avaliao.Em seguida, identificamos como nos sentimos ao observar aquela ao: magoados, assustados, alegres, divertidos, irritados etc.Em terceiro lugar, reconhecemos quais de nossas necessidades esto ligadas aos sentimentos que identificamos.E por ltimo o pedido, que enfoca no que estamos querendo da outra pessoa para enriquecer nossa vida ou torna-la mais feliz.*Tambm descrita no livro como a "comunicao alienante da vida, ela impede nosso estado compassivo.A primeira forma de comunicao a de Julgamentos Moralizadores, no qual se encontra uma natureza maligna nas pessoas que no agem de acordo com nossos valores.*</p><p>*</p><p>*</p></li></ul>