revista sociedade policial (out / nov 2011)

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Revista Sociedade Policial, Ano III

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  • Sociedade Policial 1

    Delegado Geral da Polcia Civil PR pg 37

    Entrevistas

    Governo amplia investimentos em segurana

    Governo amplia investimentosem segurana

    158 anosda Polcia Civil

    Deputado Federal Francischini pg 35

    exclusivas:

    pg 20

    pg 6

    Novo Presidente do SIDEPOL pg 17

    2011 - Ano 03 - Foto capa Izidro

    A SEGURANA PBLICA UM DEVER DO ESTADO, DIREITO E RESPONSABILIDADE DE TODOS CONSTITUIO FEDERAL

  • Sociedade Policial 2

  • Sociedade Policial 3

    ndiceEditorial.......................................................................................................4B U L L Y I N G ............................................................................................5Polcia Civil: orgulho e esperana marcam os 158 anos de existncia...................6BPTran realiza passeio motociclstico ..............................................................7Paran e governo federal faro ao conjunta para proteger a fronteira...............8Secretaria da Segurana Pblica vai ter assessoria especial para municpios.........9Resoluo disciplina atividade religiosa em presdios do Estado.........................10Batalho de Fronteira ter 500 PMs at o fim do ano.......................................11

    BPTran realiza Estgio em Pilotagem de Motocicleta ........................................12Richa anuncia contratao de policiais e ampliainvestimentos em segurana.......13Instituto de Criminalstica recebe prdios reformados e equipamentos ..............15Policias militares e civis discutem aes de segurana com secretrio ...............16ADEPOL tem novo Presidente.......................................................................16O SIDEPOL tem novo Presidente..............................................................17Delegacia Eletrnica comea a funcionar no incio de setembro.........................19

    Novos Policiais Civis Comeam a Tomar Posse .........................................19Richa anuncia a maior contratao de policiais j feita no Paran ...20Secretria da Justia apresenta medidas para esvaziar delegacias .............21Governador refora importncia da integrao das foras de segurana......22Programa Paran Seguro chegou para reestruturar segurana pblica.........23Richa assina mensagens do Paran Seguro para envio Assembleia...........24Paran Seguro vai facilitar a formao de Consegs....................................25Paran ter mais um helicptero para aes policiais e de resgate..............25

    Polcias Militar e Rodoviria recebem novo mapa do Paran...............................26Quando a burocracia impede o flagrante.........................................................27

    Carto Vermelho para a Impunidade..............................................................30PM discute segurana pblica de So Jos dos Pinhais......................................31Governo elabora programa para reestruturar segurana pblica........................32Richa assegura transparncia na divulgao de dados sobre criminalidade.........32Comisso de Segurana Pblica ouve entidades de classes dos policiais federais 33Confronto de voz desvendando o trabalho pericial........................................34Entrevista com o Deputado Federal Fernando Francischini................................35Entrevista com Delegado Geral da Polcia Civil Marcus Michelotto...........37

  • Sociedade Policial 4

    LuckMax Editora e Marketing LTDA.CNPJ: 11.232.594/0001-82

    Curitiba - PR

    EDITOR:Arli Fernandes | (41) 9902-1001

    aferlope@hotmail.com

    Revista Dirigida aos Profissionais das reas de Segurana Pblica e Empresrios

    ContatoREVISTASOCIEDADEPOLICIAL@HOTMAIL.COM

    www.sociedadepolicial.com.br

    JORNALISTA:Ricardo Dias (DRT/5504)

    DIAGRAMAOHenrique Brockelt Giacomitti (41) 9920-7567

    COMERCIALAnibal Cortez (41) 9810-6579

    COLABORADORES:Delegado Francischini (Deputado Federal)

    Maria Alice N. Souza (Superintendente PRF-PR)Milton Isack Fadel Jr. (Tenente Coronel PM-PR)Dr. Vilson Alves de Toledo (Delegado de Polcia)

    Dr. Wilciomar Voltaire Garcia ( Delegado de Polcia)Joo Carlos da Costa (Policial Civil)

    Lenine Mateus Albernaz (Juz Instrutor)Valdir de Crdova Bicudo (Policial Civil)

    APOIO:PRF (Polcia Rodoviria Federal) PMPR (Polcia Militar do Paran)

    DOA (Diviso de Operaes Areas PRF)ADEPOL (Associao dos Delegados de Polcia)

    SIDEPOL (Sindicato dos Delegados de Polcia Civil do Estado do Paran)

    ASSESSORIA JURDICALenine Mateus Albernaz - OAB/PR 23.467 (Advogado)

    CONSTITUIO FEDERAL ART.220PARGRAFO 1 NENHUMA LEI CONTER DISPOSITIVO

    QUE POSSA CONSTITUIR EMBARAO PLENA LIBERDADE DE INFORMAO JORNALSTICA EM QUALQUER VECULO DE

    COMUNICAO SOCIAL

    CONSTITUIO ESTADUAL ART.237A PUBLICAO E CIRCULAO DE VECULO IMPRESSO DE COMUNICAO INDEPENDE DE LICENA DE AUTORIDADE

    Observao:Os artigos assinados no representam necessariamente a opinio da

    Revista Sociedade Policial.A Revista Sociedade Policial, no possui vinculo oficial com nenhum orgo pblico, distribuio

    gratuita e dirigida para orgos pblicos municipais, estaduais, federais e anunciantes.

    Editorial

    Joo Carlos da Costa

    A violncia, inegavelmente, est nas ruas com assustadores requintes de perversidade. Vidas esto sendo ceifadas em discusses banais e por motivos fteis;em assaltos, chacinas, acidentes de trnsito, vingana ou queimas-de-arquivos, como se nada significassem. Agresses domsticas, mesmo na vigncia de leis especficas que as probem; atos de terrorismos que matam pessoas inocentes em diversos pases; seqestros de crianas recm-nascidas em hospitais e maternidades; corrupo nos rgos pblicos , etc.. Estas so algumas das facetas assumidas pelo pior mal do sculo... a falta de respeito entre os seres humanos. Por conta disso, muitos entendem a violncia apenas como aes dos marginais, quando ns mesmos ou pessoa prxima, somos acometidos de roubo, assaltos e agresses fsicas ou privados dos principais valores fundamentais, que so a vida e a liberdade. Filosoficamente, isso conhecido como auto-engano, ou seja, quanto mais prxima uma situao mais fortes so sentidos seus efeitos. A violncia atual a exteriorizao da maldade inata de todo do ser humano, cuja agressividade alcana patamares incrveis e inexplicveis, onde o nvel de estresse, principalmente urbano, demonstrado atravs de atos irracionais que fazem aumentar o nmero de pessoas afetadas pela sndrome do pnico, uma das doenas mais em voga.

    Sob este ponto de vista, as opinies sobre segurana pblica e violncia se confundem. E quando se pergunta sobre o assunto surgem respostas variadas. Algumas sensatas, outras nem tanto. A violncia se origina, geralmente, nas situaes opressivas dirias em que as pessoas vivem, seja pela influncia dos problemas sociais, econmicos, de convivncia familiar e principalmente dentro de casa. Embora uma decorra da outra, ambas so resultado do estressado comportamento humano e devem tambm, serem vistas e tratadas como um mal psicolgico, ressaltando porm, que a falta segurana publica est diretamente relacionada ausncia de polticas pblicas eficientes e eficazes. A violncia parte de um complexo de valores esquecidos pela sociedade contempornea e que precisam ser rebuscados atravs da educao, da cultura, da religio e da valorizao das famlias. Estes conceitos, se renascidos, tornaro o mundo melhor para se viver; com paz, respeito e civilidade.

    Joo Carlos da Costa Bel. Qumico, Professor, Bel. em Direito e Policial Civil

    Mal psicolgico e ausncia de valores

  • Sociedade Policial 5

    O termo bullying tem origem na lngua inglesa e compreende todas as formas de atitudes agressivas, intencionais e repetidas que ocorrem sem motivao evidente, adotadas por uma ou mais pessoas contra outra(s) no ambiente escolar, causando dor, angstia, e executadas dentro de uma relao desigual de poder.

    Para que o bullying ocorra h a necessidade da repetio do ato de violncia, caracterizando-se como ato repetitivo contra a mesma vitima, pelo menos duas ou mais vezes ao longo de um mesmo ano letivo.

    O bullying se caracteriza principalmente por atitudes como dar apelidos pejorativos e muitas vezes pela agresso fsica. A pessoa exposta a humilhao ao constrangimento e ao medo de no ser aceito.

    Os sintomas das crianas e adolescentes que sofrem o bullying geralmente so: depresso, tristeza, isolamento, no querem ir a escola, perdendo o interesse pelos estudos, podendo trazer consequncias gravssimas as vtimas e que podero acompanhar as mesmas pelo resto das sua

    vidas, com quadros de depresso e em alguns casos o suicdio.

    Com o acesso a internet passou a existir o ciberbullying onde a vtima atacada atravs de sites de relacionamento, orkut, facebook, e-mails falsos. Nesse caso a vtima no ficar exposta a um grupo limitado, ou seja, dentro do ambiente escolar, mas ser exposta e ridicularizada perante centenas e at milhares de pessoas.

    DA PRTCA DO BULLYING

    Quando o agressor da prtica do bullying for pessoa incapaz, esse estar impedido de responder diretamente pela reparao do dano que causar, podendo a responsabilidade ser atribuda ao estabelecimento de ensino ou ao responsvel pelo menor.

    Quando a prtica do bullying ocorre em estabelecimentos de ensino onde todas as pessoas so maiores e capazes, e cita-se como exemplo as instituies de ensino superior, o agressor responder pelos danos causados a vtima.

    Em ambas as hipteses de capacidade ou incapacidade dos agressores, a vtima dever dar cincia a instituio de ensino para que tome medidas no sentido de cessar a pratica das agresses. Se o posicionamento do estabelecimento for de omisso, esse tambm ser responsvel pelos danos causados vtima.

    Nas hipteses em que o Bullying praticado pelo professor que por vezes abusa da autoridade que lhe atribuda com