revista porturia - 17 julho 2015

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Revista Portuária - 17 Julho 2015

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  • 4 Julho 2015 Economia&Negcios

    Editora BittencourtRua Anita Garibaldi, 425 | Centro | Itaja Santa Catarina | CEP 88303-020 Fone: 47 3344.8600

    DiretorCarlos Bittencourt direcao@bteditora.com.br

    Diagramao:Solange Alves solange@bteditora.com.br

    Contato ComercialRosane Piardi - 47 8405.8776 comercial@revistaportuaria.com.brContato Comercial (agncias)Junior Zaguini - 47 8415.7782junior@bteditora.com.br

    ImpressoImpressul Indstria GrficaTiragem: 10 mil exemplares

    Elogios, crticas ou sugestesdirecao@bteditora.com.brPara assinar: Valor anual: R$ 300,00

    A Revista Porturia no se responsabiliza por conceitos emitidos nos artigos assinados, que so de inteira responsabilidade de seus autores.www.revistaportuaria.com.br twitter: @rportuaria

    ANO 15 EDIO N 185JULHO 2015 EDITORIAL

    Comercial para todo o Brasil

    VIRTUAL BRAZIL Ltda+55 48 3233-2030 | +55 48 9961-5473

    MAIL: paulo@virtualbrazil.com.brSKYPE: contatos@virtualbrazil.com.br

    O novo captulo na histria da atividade porturia na Foz do Rio Itaja deixa em evi-dncia um dos pilares da economia de mercado, a livre concorrncia. No mundo capitalista a livre con-corrncia que determina preos e faz com que empresas se aprimo-rem para se apresentar ao mercado em melhores condies de compe-titividade.

    Com os portos no Brasil no era assim, mas agora . At pouco tempo, vinculados diretamente ao Estado, os portos brasileiros es-tavam fora da lgica de mercado. Com o aparecimento dos terminais de uso privado e com a autoriza-o para que estes possam operar cargas de terceiros, essa relao se modificou.

    Hoje h sim uma concorrncia entre duas empresas, cada uma ins-

    talada em uma das margens do rio Itaja-Au. O discurso de complexo porturio no passa de discurso. Isso no necessariamente ruim, mesmo que num primeiro momento Itaja sofra um baque com a perda mesmo que temporria da linha asitica. Se por um lado assusta ter um forte concorrente na vizinhan-a, por outro lado isso faz com que se procure solues para brigar de igual para igual no mercado.

    fato que os dois portos con-correm em condies desiguais. Mas tambm fato que esse epis-dio vai forar a sociedade e as lide-ranas polticas a repensarem esse modelo, sob pena de os portos ar-rendados se tornarem inviveis. E dessa mobilizao que pode surgir um novo horizonte para a atividade porturia na regio. Mais uma vit-ria da concorrncia.

    Vitria da concorrncia

  • Economia&Negcios Julho 2015 5

    NDICE

    www.revistaportuaria.com.br

    Duas vezes por semana, a Revista Porturia atualiza o blog da publica-o, que tem sempre informaes exclusivas sobre tudo o que acon-tece no mundo dos negcios no Brasil. O informativo jornalstico en-caminhado duas vezes por semana para uma base de dados segura e criteriosamente construda ao longo de 15 anos de mercado, formada por mais de 90 mil empresas. Composto por notcias econmicas de interesse de empresrios, polticos e clientes, o blog trata de todo e qualquer tema que envolva economia, especialmente aqueles voltados aos terminais porturios de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Para-n. Se voc souber de alguma novidade, tiver informaes relevantes sobre temas econmicos e quiser contribuir com o trabalho da Revista Porturia, entre em contato com a reportagem no endereo eletrnico: jornalismo@revistaportuaria.com.br

    Revista Porturia tambm est na web com informaes exclusivas

    22Rede hoteleira de

    Itaja projeta mais 700 leitos em trs anos

    36Estudo mostra que brasileiros no so

    consumidores conscientes

    A fragilidade do Porto de Itaja diante da

    concorrncia com a Portonave

    14

    Porto de So Francisco do Sul completa 60 anos

    de operaes

    66Presidente do Sinduscon Itaja fala sobre a prosperidade do mercado

    imobilirio e os desafios na regio8

  • As vendas de veculos subiram 2,63% no Estado em junho, comparativamente ao volume de maio de 2015. O balano foi divulgado pela Federao Nacional da Distribuio de Veculos Automotores de San-ta Catarina (Fenabrave-SC). Em relao a junho de 2014, houve uma queda de 18,76%, conforme o mesmo levan-tamento.

    No total, 14.421 unidades, entre carros de passeio, utilitrios leves, caminhes e nibus, foram emplacadas em junho de 2015. Os nmeros do Brasil tambm apon-tam reduo de 1,28% na comparao entre junho e maio deste ano. A frota circulante em Santa Catarina soma, hoje, 4.487.034 veculos, sendo que a maioria de automveis leves, em um total de 2.587.602.

    No segmento de carros de passeio e utilitrios leves, houve um aumento de 5,51% nas vendas de junho, com-parativamente a maio deste ano. Segundo o levantamento da Fenabrave-SC, 8.965 carros foram licenciados em ju-nho de 2015. Quanto ao segmento de motos, as vendas

    tiveram queda de 7,77% em junho, em relao ao ms anterior.

    Para o presidente da Fenabrave-SC, Ademir Saorin, a crise do pas tem refletido nos nmeros. Com a expecta-tiva ainda maior de queda no PIB Nacional (mais de 2%), alta no desemprego, queda real do salrio e, especialmen-te, no investimento da iniciativa privada e do governo, o consumidor no tem segurana para ir s compras. "Esta insegurana do consumidor tem refletido diretamente em nossas lojas, mesmo tendo obtido aumento neste ltimo ms. Para o segundo semestre, espera-se que a mdia di-ria de vendas aumente um pouco, porm, prevemos que o resultado de 2015 ser cerca de 20% menor que o regis-trado em 2014", destaca o presidente.

    A fim de tornar as concessionrias mais competiti-vas e acompanhar as exigncias do novo consumidor, a Fenabrave-SC estar em agosto, dias 17 e 18, promovendo o maior evento automotivo do Estado, que ser o 8 Con-gresso Estadual Fenabrave-SC em Blumenau.

    Santa Catarina registra aumento de 2,63% nos emplacamentos de veculos

    6 Julho 2015 Economia&Negcios

    AINDA ASSIM, PERODO CONSIDERADO DE INSEGURANA POR PARTE DO CONSUMIDOR EM RELAO AO ANO PASSADO

    Divu

    lga

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  • 8 Julho 2015 Economia&Negcios

    Voc vem de uma famlia que tem negcios com a pesca e com a importao de produtos. Como voc chegou ao ramo da construo civil?

    Charles Kan - Eu entrei no ramo da construo civil por influncia da prpria famlia. Meu pai vem do setor pesqueiro, exportava barbatana de tubaro e fazia impor-tao de alguns produtos da China para o Brasil. Esses eram os carros-chefes. Sempre que podia, meu pai gostava de investir no ramo imobilirio comprava terras, cons-trua imveis para locao, construa armazns, galpes, loteamentos. Eu tambm comecei na parte de importao e exportao e descobri que tinha vocao para ser cons-

    trutor e decidi entrar no ramo da construo civil. O meu pai sempre nos deixou confortveis para trabalhar no que tivssemos a melhor vocao. Felizmente, eu escolhi a par-te que meu pai mais gostava, que era empreender no ramo imobilirio.

    Qual o nicho de mercado da sua empresa?Charles Kan - A CK uma empresa bastante din-

    mica, bastante ecltica. Hoje ns temos uma pauta de pro-dutos tanto para aquele imvel de primeiro padro at o imvel de alto padro. Ns tentamos sempre mesclar os nichos de negcio de acordo com o que o mercado exige.

    ENTREVISTA: Charles Kan - Presidente do Sinduscon

    A construo civil

    continua sendo mais

    atrativa que qualquer

    outro negcio

    O presidente do Sindicato da Indstria da Construo Civil dos Municpios da Foz do Rio Itaja, Charles Kan, assumiu em maro de 2015 com a misso de conduzir a entidade pelos prximos trs anos. J nos primeiros meses de sua gesto, viu a economia do pas entrar em recesso, com aumento de taxas de juros, oscilao de cmbio, alta de inflao e restrio de crdito. Mas o empresrio que nasceu na China e chegou ao Brasil ainda beb otimista e entende que o setor da construo civil est preparado para enfrentar a crise econmica e se colocar no mercado com uma opo de investimento para os consumidores.

  • Economia&Negcios Julho 2015 9

    Curitiba - Joinville - Blumenau - Navegantes - Itaja - Balnerio Cambori - FlorianpolisEm Itaja novo endereo: Avenida Coronel Marcos Konder, 789 - Centro - Itaja - SC

    ENTREVISTA: Charles Kan - Presidente do Sinduscon

    A gente tenta atender s demandas e s expectativas do mercado. Estamos construindo tanto em Navegantes como em Itaja e temos como objetivo continuar trabalhando com esses dois municpios constantemente. O nosso prazer construir. Independentemen-te do padro, ns usamos o nosso know-how em construo para entre-gar para o mercado um produto com a maior qualidade possvel. Esse o nosso forte.

    E como voc se envolveu com o Sinduscon?

    Charles Kan - Todo empresrio, quando inicia no ramo da construo civil, se depara com inmeros desafios, tanto na parte de empreender quanto na parte de construir, na parte de regu-larizar a obra, de selecionar os profis-sionais certos para realizar o trabalho preventivo, eltrico, hidrulico, enfim, todos os processos. E no incio era muito difcil achar esses profissionais porque Itaja e Navegantes no eram polos, no eram a cara da construo civil, a construo civil no se manifes-tava como um boom. Ento a inteno de entrar no sindicato, no incio, era a de ter acesso a construtores com maior experincia para poder achar a mo de obra qualificada o melhor engenhei-ro, o melhor escritrio de arquitetura, o melhor engenheiro estrutural...

    Essa relao com os outros empresrio acabou levando voc presidncia do sindicato. Como foi esse caminho?

    Charles Kan - Eu sempre fui uma pessoa que gosta muito de se envolver e de trocar ideias com todo mundo. No importa se o construtor

    tem tradio ou se novo, se pe-queno, mdio ou grande. Eu gosto de trocar informao porque, s vezes, os menores so mais criativos e os maio-res tm mais experincia ento voc une o til ao agradvel e consegue a melhor receita do bolo. Como eu tinha u