Revista Minha Cidade 13

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13 Edio da Revista Minha Cidade

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    MAIS MODERNIDADE NO DETRAN

    PROJETO OUSAdO vAI CAPACITAR JOvENS

    dE BAIXA RENdA

    CONHEA OS EFEITOS DEVASTADORES DA EPIDEMIA QUE TOMA CONTA DO BRASIL

    MUNICPIOS CONTAM COM O APOIO DA AGM

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    JOSTAvEIRA

    COTA zERO

    ONG + AO

    CORONELSILvIO

    BONS RESULTADOS EM POUCO TEMPO

    PROJETO dO dEPUTAdO FREdERICO NASCIMENTO

    PROBE TRANSPORTE dE PEIXE

  • 2 MinhaCidade 2013

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  • Matrias assinadas re etem a opinio de seus autores.

    diretor administrativo

    Gustavo Oliveira

    gustavodiretor@gmail.com

    editora Geral

    Mrcia de Castro

    marciadecastro.rba@gmail.com

    design e diagramao

    Eric Damasceno

    ericdiagramador@gmail.com

    para anunciar

    62 3931-0055

    62 8477-5030

    62 8224-4213

    revistaminhacidade@gmail.com

    abrangncia

    Gois/ Tocantins

    Mato Grosso e Distrito Federal

    tiragem estimada: 5 mil exemplares

    Colaboradores desta edio

    Willian Schwartz Gastrnomo

    Leandro Sena Fund. ONG+ao

    Lidiane Oliveira Jornalista

    Edilene Paiva Jornalista

    Ulisses Aesse - Jornalista

    fotografi a da capa: Renan Accyoli

    endereo para correspondncia

    Av. C44, Lt. 08, Novo Horizonte

    CEP.: 74.365-560 - Goinia GO

    CNPJ - 26.669.002/0001-61

    CNPJ - 18.111.374/0001-40

    EXPEDIENTE

    EDITORIAL

    Minha cidadeMais perto de voc

    Revista

    Uma viso realistaNesta edio da revista Minha Cidade, sentimos a necessidade de

    transmitir mais um alerta relacionado s crises sociais. Sempre atualizados com os indicadores de bem-estar, educao e poltica, fomos atrados para abordar o tema: Crack, a epidemia do sculo. O assunto, bastante comentado, estudado e avaliado por cientistas, mdicos e jornalistas, precisa tambm ser analisado por voc, leitor. Tenha certeza que os efeitos do uso em massa dessa droga chega at voc de alguma maneira. Avalie em que grau est recebendo este impacto.

    A desistncia de continuar passeando na praa com as crianas por causa da invaso de usurios da pedra ou a constante presena de trafi cantes ao redor das escolas, para o terror dos pais, so indcios da fora negra do crack e da necessidade da intervenso de polticas pblicas efi cientes. Observe o que atinge sua segurana, seu sossego e esteja atento s ameaas. Um cidado consciente um agente de mudana ao seu redor.

    Em contrapartida, compartilhamos de boas notcias daqueles que no desistem de tentar, constantemente, melhorar as coisas. O projeto do Centro de Excelncia e Capacitao Profi ssional da Ong + Ao uma das boas iniciativas que atraem os jovens para longe das drogas e situaes de risco, nos oferecendo mais esperanas de ver nossos jovens saudveis e com futuro promissor.

    Mrcia de Castro

  • 6 MinhaCidade 2013

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    Alameda Couto Magalhes Qd. S-84 Lt-03 N-78, St. Pedro Ludovico, Goinia/GO CEP. 74.825-040

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    NDICE

    23

    16ESPORTEAS ARTES MARCIAIS dE KALLIFFAS

    20AJEEMPREENdEdORES dO FUTURO

    22ISO MOREIRACONCLUdA REFORMA dE ESCOLA

    26AGMBALANO BIMESTRAL

    54COMANDO GERAL DA PMEFETIvIdAdE NO COMBATE AO CRIME

    46DETRAN - GOTECNOLOGIA A SERvIO dO CIdAdO

    15COTA ZEROFREdERICO NASCIMENTO dEBATE SOBRE O ASSUNTO

    24INBLOGLIO ULISSES AESSE

    32MODAFERNANdA MENEzES

    10COZINHANDO COM O CHEFWILLIAN SCHWARTz

    9

    18

    66

    AES PARA FORTALECER O VNCULO ENTRE MUNICPIOS

    GOVERNADOR LANA FINANCIAMENTO POPULAR

    A EPIDEMIA DO SCULO

    Centro de Excelncia e Capacitao o novo foco da ONG38

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  • 8 MinhaCidade 2013

    PROJETOS

    Lidiane Oliveira

    A Federao Goiana de Municpios (FGM) realizou na tarde do dia 5 de junho, uma reunio ordinria na entidade com a Diretoria para discutir assuntos de interesse municipalista. Participaram os membros do Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e das Coorde-naes Setoriais da FGM. Os assuntos abor-dados na pauta foram: A apresentao de pendncias dos municpios junto aos rgos do Governo Federal, levantados pelo Progra-ma de Apoio Municipal (PAM); Propostas para a realizao dos planos municipais de saneamento bsico atravs de termo de cooperao tcnica entre a FGM e empresas credenciadas Fundao Nacional da Sade (FUNASA) e Deliberaes da reunio do Conselho Poltico da Conferncia Nacional dos Municpios (CNM) sobre a XVI Marcha a Braslia em defesa dos municpios.

    O Presidente da FGM, Divino Alexan-dre da Silva, o Vice-Presidente, Joo Gladston

    e o Diretor Executivo, Gilmar Alves, abriram a reunio com os assuntos que mais causam preocupao aos prefeitos, que a elaborao dos Planos Municipais de Saneamento Bsico e de Gesto de Resduos Slidos.

    Foram apresentadas aos gestores duas empresas para prestar consultorias na ela-borao e no acompanhamento dos planos. As empresas so: o Instituto Vida Gesto Ambiental e Municipal e a CSA Gesto e Projetos Ambientais. O Diretor de Relaes Pblicas do Instituto Vida, Juliano Gonalves da Silva e o Advogado da CSA Gesto e Pro-jetos Ambientais, Celso Leonardo Marques Mendes, apresentaram as propostas aos pre-feitos, explicando como sero realizados os trabalhos para obedecer todas as exigncias e a metodologia exigida pela FUNASA.

    O Programa de Apoio Municipal (PAM), que j est em funcionamento den-tro da FGM, foi criado para atender os 186 municpios fi liados a instituio. O objetivo do PAM auxiliar os prefeitos na busca de recursos federais para conseguir levar o

    desenvolvimento local e sustentvel para os municpios. De acordo com a Consultora em Projetos Federais da FGM, Milene Delian Gomes de Alencar, o PAM ser desenvolvido em quatro vertentes: a primeira vertente basicamente tirar as dvidas sobre a trami-tao de projetos oriundos de contratos de repasse e orientar sobre a documentao, para que os projetos continuem em an-damento at o momento da aprovao. A segunda vertente a elaborao de projetos que a diretoria da ir selecionar de alguns municpios. Sero elaborados dez projetos locais estratgicos objetivando atrair re-cursos federais de forma consorciada. A terceira vertente ir trabalhar com eventos uma vez por semestre, buscando solues simples e baratas para a realizao de even-tos culturais nos municpios. A inteno levar para outras cidades os casos de sucesso que mudaram a gesto de um determinado municpio, por exemplo. A ltima vertente um informativo de programas que existe para divulgar os projetos que esto em aberto e seus prazos, para que os prefeitos mobilizem as suas equipes a tempo. O PAM, uma parceria para auxiliar os municpios na elaborao e execuo de projetos.

    A Prefeita de Ceres, Maria Ins do

    FGM REALIzA REUNIO COM PREFEITOS E MEMBROS DA DIRETORIAPRAZO PARA ELABORAO DE PLANOS MUNICIPAIS DE SANEAMEAMENTO BSICO E DE RESDUOS SLIDOS ESTO SE ESGOTANDO.

  • 2013 MinhaCidade 9

    fotos: Divulgao

    Rosrio Brito, que participou da reunio disse que estar na Federao unir foras. Nos organizamos para fazermos um debate, compartilhar de situaes e pro-blemas. Aqui na FGM podemos encontrar solues juntos, isso traz um certo alvio., esclareceu. A Prefeita destacou ainda que o principal desafio em administrar um municpio o novo modelo de gesto. No gerir apenas recursos financeiros, mas re-cursos humanos e intelectuais, para poder administrar da melhor forma possvel, com trabalho srio e de qualidade.

    Todo o trabalho realizado pela FGM em favor dos municpios, tambm foi levantado pelo Presidente da Federao, que destacou as visitas tcnicas realizadas na AMM (As-sociao Mato-Grossense dos Municpios) e a Associao Tocantinense de Municpios (ATM), falou ainda da troca de experincias durante as visitas e sobre o intuito da FGM de trabalhar cada dia mais em benefcio dos municpios, sempre em busca de avanos, novidades e solues que beneficiem e auxi-liem na administrao. De acordo com Divino Alexandre, a entidade est disposio de todos os chefes do poder executivo.

    O objetivo principal da Federao fortalecer os municpios para que possam

    ter uma gesto de qualidade e a partir do momento que a gesto for de qualidade, haver um avano no desenvolvimento do Estado e no Brasil. Hoje temos 186 muni-cpios filiados a FGM e queremos chegar aos 246 municpios, pelo trabalho que eu considero tcnico e apartidrio. Temos a certeza que estamos fazendo um trabalho srio e que estamos no caminho certo, para estreitar, fortalecer os relacionamentos com os gestores municipais, estaduais e federais, esclareceu o Presidente.

    Segundo Divino Alexandre a FGM

    a casa dos prefeitos, onde encontraro informaes precisas para agregar valor gesto municipal.

    O Presidente da FMG, disse que marcou presena na reunio do Conselho Poltico da CNM, para tratar dos temas que sero abordados na XVI Marcha Braslia em Defesa dos Municpios. importante que todos os prefeitos participem da Mar-cha, no prximo ms de julho, levando os problemas e questes que esto atrapalhan-do a administrao do seu municpio, para que sejam discutidos, convidou.

  • 10 MinhaCidade 201310 MinhaCidade 2013

    CoZINHaNdo COM O CHEF WILLIAN

    Aculinria nordestina, divide-se em trs: a sertaneja, a litornea e a maranhense. Todas nascidas em circunstancias especifi cas e de caractersticas prprias. Com diferenas marcantes, a cozinha Sertaneja, por exemplo, localizada no interior, muito rstica, prpria para resistir e fazer resistir o sertanejo quase sempre hostil condio climtica da regio. Utiliza ingredientes pouco exigentes de cuidado, como a mandioca e a sua farinha, quando possvel, milho e feijo. Das carnes, as mais comum so as de carneiro, cabrito, bode, aproveitando-se tudo. Para aumentar sua durabilidade, fazem carne-seca, jab (charque) e carne de sol. Para adoar, h a rapadura e o melado.

    A culinria Litornea deixa transparecer o lado hedonista da culinria nordestina. Permanece a farinha de

    mandioca, entra em cena uma grande variedade de pratos com peixes frescos, salgados ou secos, acompanhados quase sempre com leite de coco e leo de palmeira. A culinria Maranhense, devido forte infl uencia francesa, um caso a parte. Em 1612, aportou no Maranho uma expedio francesa chefi ada por trs aristocratas. Durante o perodo de dois anos que por l estive-ram, deram muito trabalho metrpole portuguesa, fundaram a cidade de So Lus e modifi caram defi nitivamente a culinria local. No Maranho, a cozinha da regio foi se enriquecendo atravs dos sculos com os temperos e os alimentos que iam chegando da frica e da Europa sem nunca perder, no entanto, o gosto indgena pela diversidade tropical.

    Bob de frango

    Tempere o frango com o suco de limo e o caldo de galinha amassado. Deixe tomar gosto por 30 minutos.

    Refogue bem o frango no leo, mexendo sempre.

    Acrescente as cebolas, o pur de tomate e cozinhe, em fogo baixo, por 20 minutos. Reserve.

    Bata a mandioca no liqidificador com 1 xcara (ch)de gua e o leite de coco.

    Junte ao frango reservado e leve ao fogo, mexendo sempre, at ferver.

    Acrescente a pimenta-do-reino e o coentro. Sirva quente.

    preparo

    PEITO DE FRANGO EM CUBOS 300 gSUCO DE LIMO 01 UNIDCALDO DE GALINHA 01 UNIDOLEO DE SOJA 20 MLCEBOLA BRONOISE 01 UNIDPUR DE TOMATE 100 MLMANDIOCA COZIDA 300 gLEITE DE COCO 100 MLPIMENTA DO REINO QBCOENTRO 10 g

    10 - MINHA CIDADE - 2013

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  • 12 MinhaCidade 2013

  • 2013 MinhaCidade 13

  • 14 MinhaCidade 2013

    DADSADADA

  • LEI

    COTA zEROFREDERICO NASCIMENTO PROMOVEU REUNIO PARA ESCLARECER DVIDAS SOBRE A LEI DA COTA ZERO.

    O Clube de Pesca Lago Verde foi palco, na manh do dia 25 de maio, para discusso sobre a Lei Cota Zero que dispe sobre o transporte de peixes. A matria de autoria do deputado Frederico Nascimento (PSD), sancionada pelo Go-vernador Marconi Perillo (PSDB), prope novas regras para sistematizar a pesca esportiva na modalidade de pesque e solte, instituindo o Cota Zero, denominao que caracteriza locais a serem indicados e de-limitados pela Semarh nos rios e afl uentes de sua jurisdio, onde no ser possvel a retirada de nenhum peixe.

    O objetivo principal do Cota Zero promover a compensao por perodos de elevada presso de pesca em determinados locais; elevao e recuperao dos estoques pesqueiros nativos; incremento do tamanho mdio dos peixes; fomento do turismo de pescadores esportivos.

    Alm do parlamentar, partici-param do evento o Secretrio

    Estadual de Meio Ambiente, Leonardo Vilela; o Presi-dente da Associao Na-cional de Ecologia e Pes-

    ca Esportiva(ANEPE),

    Hlcio Honda; o Apresentador do Programa Pesca Alternativa, Nelso Nakamura; prefeitos e vereadores das regies vizinhas alm de representantes da sociedade civil organizada.

    O encontro teve por fi nalidade divul-gar o 1 Torneio Nacional de Pesca Esportiva a ser realizado em Serra da Mesa de 11 a 15 de setembro de 2013, e discutir o Cota Zero.

    Leonardo Vilela afi rmou que no teve dvida em apoiar e regulamentar a lei. O Cota Zero vai permitir a recuperao da fauna aqutica, um avano. Nossa expec-tativa que nos prximos trs anos haja uma recuperao expressiva. Este avano no s para o meio ambiente, mas para a economia e turismo das regies, considera.

    Para o presidente da Ane-pe, Hlcio

    Honda a cultura da pescaria deve mudar. Antigamente o grande pescador era aquele que enchia o freezer, hoje se pratica um ho-bbie da pesca esportiva e isso mantm um estoque reservado, salienta.

    O autor da Lei em vigor, Deputado Estadual Frederico Nascimento revelou que cresceu s margens do Rio Araguaia e sempre gostou muito de pescaria, no entanto, observou uma grande reduo da quantidade de peixes nos mananciais goianos. Como conhecedor do assunto, vi que era uma medida necessria e sabia que o projeto seria polmico porque em Gois ainda existe uma cultura de levar o peixe para casa, avalia.

    O Deputado agradeceu o Secretrio Leonardo Vilela pela fi rmeza em apoiar o projeto que alm de repovoar o estoque de peixes vai fomentar o turismo e aquecer a economia dos municpios. So duas questes importantes abordadas aqui, a ambiental e a questo da exploso do PIB das cidades ribeirinhas, pontua.

    Segundo o parlamentar essa mes-ma reunio ser ser realizada no ms de maio nos municpios de Aruan dia 13, e So Miguel do Araguaia no dia 17, com o objetivo de divulgar a Lei, o torneio e esclarecer dvidas.

    VI QUE ERA UMA MEDIDA NECESSRIA E SABIA QUE O PROJETO

    SERIA POLMICO

  • 16 - MINHA CIDADE - 2013

    Mestre Kalli as vem treinan-do muito com sua equipe de MMA, neste ano sob o comando do Professor Dentinho. Mestre Kalli as Presidente da Associao Brasileira de Wrestling, Vale--Tudo e Lutas Associadas Kalli as Vale Tudo Top Team, que foi declarada entidade de utilidade pblica pela Assembleia Legis-lativa do Estado de Gois, sancionada pelo Governador Marconi Perillo, na Lei 17.874 de dezembro de 2012.

    Em evento na Academia Bravo Team de Anicuns-GO (Mestre Rudy), no dia 12 de abril, as faixas dos atletas do Jiu-Jitsu

    foram trocadas,

    alm das cordas dos atletas da capoeira. Em um combate de MMA, categoria peso pesado, entre os atletas Jhon Vandison, de Goinia e Cascavel, de Anicuns, Jhon venceu o combate no terceiro round por desistncia do atleta Cascavel.

    Mestre Kalli as aguarda ansioso pela publicao de prprio projeto, o Proesporte e j est agendado para o fi nal de maio, a 2 edio do MMA KALLIFFAS, com dez combates profi ssionais, contando com os vinte melhores atletas do Estado. Em junho, sete atletas de MMA representaro Gois no evento Barra Fight, em Barra do Garo-MT.

    O Projeto Reintegrar Preciso, de autoria do Mestre Kalli as, surgiu em 1996 e tem obtido excelentes resultados. Seu principal objetivo reintegrar crianas, jovens e adultos atravs das artes marciais, ou seja, lutar contra toda e qualquer tipo de dependncia qumica, devolvendo o usurio ao seio familiar, religio e ao trabalho digno. O lema do Projeto diga no s drogas e criminalidade, coloque Deus no seu corao.. A Associao conta com parceiros importantes para a realizao destas aes, como o Governo do Estado, atravs do Governador Marconi Perillo e a Revista Minha Cidade, entre outros.

    ESPORTES

    MESTRE KALLIFFAS PROMETE AGITAR GOIS COM AS ARTES MARCIAISEVENTOS ESPORTIVOS INCENTIVAM CRIANAS E ADOLESCENTES PRTICA DE ESPORTES E PROMOVE REINTEGRAO SOCIAL.

    Atletas: Fernando,

    Prof. Dentinho, M. Kalliffas e

    atleta John Vandison.

  • 18 MinhaCidade 2013

    GOISFOMENTO E BANC O DO POVO LANAM FINANCIAMENTO POPU LAR COM JUROS BAIXOS

    O Governo do Estado, atravs da GoisFomento e do Banco do Povo, comeou a operar novas linhas de crdito com taxas de juros subsidiadas de 0,25% ao ms (3% ao ano) para micro e pequenas empresas, alm de contemplar microem-preendedores individuais. O CREDI PAI Financiamento Popular vai contribuir ainda mais para o crescimento da eco-nomia goiana. O evento de lanamento aconteceu no dia 20 de maio, no Centro de Convenes de Goinia.

    Participaram da solenidade, o Vice--Governador, Jos Eliton; o Deputado Estadual, Marlcio Pereira; o Secretrio da Fazenda, Simo Cirineu, o Gerente Geral do Banco do Brasil, Luiz Carlos Xavier; o Rei-tor da UEG, Haroldo Reimer; o Presidente da Fecomercio, Jos Evaristo dos Santos; o Presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-GO, Marcelo Baiocchi; o Superin-tendente do Sebrae-GO, Manoel Xavier, o Presidente da Gois Fomento, Luiz Maro-nezi, o Superintendente do Banco do Povo, Osmar Moura e mais autoridades.

    Em seu discurso durante lanamento do CREDI PAI, o Governador Marconi Pe-rillo destacou a sensibilidade do Governo do Estado em investir em micro e peque-nos empresrios, sem deixar de lado as condies para atrair tambm os grandes investidores. Estamos muito felizes em lanar o CREDI PAI, que vai benefi ciar milhares de micro e pequenos empreende-dores que querem ter uma oportunidade para trabalhar em seu prprio negcio, encaminhar seus filhos nos estudos e conseguir oportunidades para que eles se tornem algum na vida, esclareceu o Gestor Estadual.

    CONdIES dE COMPETITIvIdAdEMarconi citou a importncia das

    linhas de crdito que proporcionam tra-balho digno, sobretudo, aos pequenos empresrios e a desonerao de impostos, para potencializar as condies de com-petitividade para os que possibilitam o crescimento da economia do Estado. Essas aes fi zeram com que dssemos um salto em nossa economia. Quando assumimos o estado em 1999, o PIB goiano era de R$ 17 bilhes, hoje, 14 anos depois, nosso PIB est chegando a R$ 120 bilhes., apontou o Governador.

    De acordo com Marconi, Gois um dos estados que mais cresceram em relao ao PIB do ano passado e o segundo que mais cresceu em novos empregos e industriali-zao. O Gestor atribuiu esse crescimento s parcerias com Setor Privado, pequenos e grandes empresrios. O que estamos mostrando aqui, que o Estado no tem que ser agiota e ganhar dinheiro nas costas

    do povo., enfatizou. O CREDI PAI oferece prazo e carncia de 36 meses. Os juros de 3% ao ano so menores que as taxas brasileiras e est abaixo da infl ao atual. Quando o Governo faz isso, est demonstrando sensibilidade social para ajudar quem mais precisa., concluiu.

    APOIO AOS MICRO E PEQUENOS importante trazer as grandes em-

    presas, porque elas geram empregos, rique-zas, renda e arrecadao, mas preciso saber quem realmente necessita de incentivo, estmulo e subsdio do Governo do Estado. Nunca faltou crdito para os grandes, mas preciso ter fora de vontade e determinao para criar linhas de crdito exclusivas para os pequenos. isso que estamos fazendo., afi rmou o Governador.

    dEPOIMENTOSDurante a solenidade, realizada no

    Lago Azul do Centro de Convenes de

    ECONOMIA

  • 2013 MinhaCidade 19

    Goinia, a dupla sertaneja Vitor e Ales-sandro, de Formosa, Regio do Entorno do Distrito Federal, contou que atravs de trs financiamentos obtidos junto ao Banco do Povo de Gois, pde lanar seu primeiro CD e dar incio carreira artstica profissional. O Presidente do Sindicato dos Distribuidores de Gs, Zenildo Dias do Vale, destacou que, pela primeira vez, o Governo do Estado cria uma linha de crdito especfica para o segmento. Pes-quisei (e vi) que nenhum dos Estados ou DF oferecem isso. Este o primeiro Go-verno a criar uma linha de crdito para os distribuidores de gs., comemorou.

    Zenildo prosseguiu: Queremos criar, em Gois, um pequeno BNDES voltado para os pequenos empreendedores, atravs do banco do Povo e da Agncia de Fomento. O CREDI PAI Financiamento Popular destinado aos diversos segmentos de micro e pequeno portes, responsveis pela gerao de emprego e renda do Estado.

    (quem Vecci?). Ele lembrou que as grandes empresas j tem linhas de financiamentos especiais, como o FCO, o Produzir e o BNDES, faltavam linhas de crdito para os pequenos empreendedores, lacuna que agora est sendo preenchida. A criao do Fundo de Aval possibilitou a operao desses financiamentos.

    Para o Presidente da GoisFomento, Luiz Maroneze, essas novas linhas de cr-dito vo movimentar a economia goiana, principalmente as micro e pequenas em-presas. Ns estivemos na Feira Hippie para lanarmos o CREDI PAI. Existem pequenos empresrios que geram cerca de 300 empre-gos diretos com suas confeces e barracas, trata-se, sem dvida nenhuma, de um setor altamente produtivo e que tem ajudado na alavancagem da economia do nosso Estado..

    LINHAS ESPECFICASNo caso do banco do Povo de Goi-

    s, os valores financiados pelas linhas de

    crdito variam de R$ 500 R$ 10 mil, com juros de 0,25% ao ms, prazo de pagamento de 36 meses e carncia de 06 meses. J a Agncia de Fomento passa a financiar de R$10.001 R$ 25mil, com a mesma taxa de juros e os mesmos prazos de pagamen-to e carncia. Os segmentos beneficiados so os dos prestadores de servio, micro, pequenas empresas e empreendedores individuais dos ramos de esttica e beleza, pit dogs, feirantes, vesturio, confeces, piscicultura e aquicultura.

    QUALIFICAO PROFISSIONALO Governador afirmou j ter pas-

    sado por inmeros desafios que atingem os mais humildes, no que diz respeito s dificuldades para estudar e abrir um pe-queno negcio. No h nada pior que a frustrao de ver as portas fechadas aps a tentativa de se abrir um negcio, da a importncia da qualificao do Sebrae e Senac para apoiar aqueles que vo tocar aquele negcio., citando a rede de apoio que dar auxlio para qualificar e capacitar os pequenos empreendedores. Queremos que as pessoas prosperem, esse objetivo do CREDI PAI. A nossa luta sempre foi fazer de Gois um Estado bom para se vi-ver, nesse contexto, o emprego e o pequeno negcio so vitais para a economia e para os goianos., enfatizou.

    Quanto educao, Marconi Perillo citou o programa de qualificao de jovens do Estado e defendeu a importncia deste tipo de iniciativa. Estamos orgulhos de termos o maior programa de qualificao do Brasil, o Bolsa Futuro. Estamos concluindo a qualificao de 200 mil jovens trabalhado-res e vamos passar dos 500 mil nos nossos quatro anos., assegurou.

    GOISFOMENTO E BANC O DO POVO LANAM FINANCIAMENTO POPU LAR COM JUROS BAIXOS

    foto: Divulgao

  • 20 MinhaCidade 2013

    EMPREENDEDORISMO

    Fernando dantas

    A Associao de Jovens Empre-endedores e Empresrios de Gois (AJE Gois) lanou no dia 6 de junho, em Aparecida de Goinia (GO), o projeto Empreende-dores do Futuro. Estiveram presentes ao evento a pedagoga e escritora de livros didticos na rea da Educao Infantil e Alfabetizao, Regina Shudo, integrantes da AJE Gois e Confederao Nacional dos Jovens Empresrios (Conaje), auto-ridades municipais e estaduais, e cerca de 300 crianas do 1 ao 5 ano e professores da Escola Municipal Amlia Cndido do Brasil.

    A Escola de Aparecida de Goinia uma das instituies de educao que passa a integrar o projeto, voltado para a implantao, em unidades escolares de todo o Brasil, de atividades e aes que promovam a refl exo sobre a temtica do empreendedorismo no contexto dos alu-nos. Aps a solenidade de lanamento do Empreendedores do Futuro, os professores da escola passaram por treinamento sobre a metodologia OPEE (Orientao Profi ssio-nal, Empregabilidade e Empreendimento). Trata-se de um mtodo criado com o intuito de propiciar o desenvolvimento do autoconhecimento e dos projetos de vida da criana e do adolescente por meio de sondagem das suas afi nidades e aptides.

    CRIADO PELA CONAJE, PROJETO ESTIMULA A REFLEXO SOBRE EMPREENDEDORISMO NAS ESCOLAS EM TODO O BRASIL

    PROJETO EMPREENdEdORES dO FUTURO LANADO EM GOIS

    METADe acordo com a presidente da

    AJE Gois, Cybelle Bretas, a proposta utilizar a metodologia OPEE de forma integrada programao curricular e de acordo com o projeto poltico pedaggi-co da escola que o receber, uma vez que diretores e professores sero capacitados a exercerem suas atividades de maneira empreendedora e transmitirem o con-ceito do empreendedorismo aos alunos.

    Os diretores sero capacitados a exercerem suas atividades de maneira empreendedora e despertando nos alunos esprito empreendedor. Alm do apoio de diretores, gestores pblicos e privados, professores e entidades ligadas ao ensino e ao empreendedorismo, a AJE Gois conta ainda com a parceria da LG Sistemas, Junior Achievement e do Servio de Apoio s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Gois).

    foto: Marco Tlio de Assis

  • 2013 MinhaCidade 21

  • 22 MinhaCidade 2013

    EDUCAO

    O Deputado Estadual Iso Mo-reira, participou na manh do dia 15 de abril deste ano, da solenidade de entrega da reforma do Colgio Estadual Exaltina Soares dos Santos, situada no municpio de Simolndia-GO. A reforma proveniente de Emenda Parlamentar de autoria do Deputado Iso Moreira junto ao Governo Estadual, orada em R$100 mil via Secre-tria da Educao.

    Tambm participaram do evento autoridades polticas do Nordeste Goiano: a ex-prefeita de Simolndia, Ildete Gomes Ferreira; o ex-prefeito de Alvorada do Norte, Alessandro Moreira dos Santos; o ex-prefeito de Buritinpolis, Joo Orestes e sua esposa Ana Paula Dourado; o ex--prefeito de Simolndia, Celso Zanon e sua esposa Eva Zanon; o ex-vereador de Simolndia, Carlos Frana; o Presidente da Cmara Municipal de Alvorada do Norte, Junimar Normandes.

    Os vereadores da Cmara Munici-pal de Simolndia estiveram presentes na solenidade: N de Toin de Lena, Neide de Baldo, Valterci do Riacho Dgua, Zezinho de Augusto, Jnior da Ambulncia e o Presidente da Cmara, Glaucio da Silva Oliveira. Representando a Secretaria de Educao, Subsecretaria Regional de Pos-se, a Secretria Maria Coelho, destacou o empenho do Deputado Iso Moreira e o seu trabalho em prol do Nordeste Goiano, prin-cipalmente na rea da Educao. A reforma propiciada pelo trabalho do Deputado junto ao Governo do Estado melhora as condies dos alunos, fato esse que j foi comprovado pelo crescimento da referida escola no ndice de Desenvolvimento da Educao Bsica

    (Ideb), a rmou a secretria. A reforma realizada no Colgio

    benefi ciou 400 alunos, do Ensino Funda-mental, que cursam entre o 6 e o 9 ano. As mudanas abrangeram a parte eltrica, hidrulica, pintura e biblioteca. A Diretora da instituio, Ialba Teixeira da Silva, afi r-mou que os estudantes esto motivados com a Escola. Os alunos esto participando mais das atividades, zelam pelo patrimnio o que re ete no aprendizado em sala de aula. O en-cerramento da solenidade foi realizado pelo prrpio Iso Moreira, com o descerramento

    da placa que marca mais um benefcio leva-do populao do Nordeste Goiano.

    O Deputado Iso Moreira agradeceu ao Governador do Estado de Gois, Marco-ni Perillo e o Vice-Governador Jos Eliton Jnior pelo apoio de sempre e pela ateno dispensada regio. Agradeceu ainda, Subsecretria Regional de Posse, Maria Coelho, diretora do Colgio Estadual Exaltina Soares dos Santos, bem como a professores e funcionrios, todas as auto-ridades presentes e a populao que esteve presente na inaugurao.

    ISO MOREIRA ENTREGA ESCOLA REFORMAdA ATRAVS DE EMENDA PARLAMENTARAssessoria de Comunicao

    foto: Divulgao

  • 2013 MinhaCidade 23

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    IN

    BL

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    ULISSES AESSE

    O Bloco Moderado, liderado pelo vereador Zander Fbio (ele do PSL), tem sido motivo de chacota por

    parte de alguns vereadores. Mas uma coisa certa, mais que certa: o bloco, formado hoje por seis vereadores, tem

    tido grande poder de deciso na Cmara Municipal de Goinia, mais do que qualquer vereador isolado.

    Como diria o super-heri He-Man, eles tem Gleiscol!!!

    Gleiscol!!!

    Vilaboense

    A volta do drago

    Em alta

    A estratgia

    Por onde passa, Demstenes Torres, Senador cassado, de fato a maior vtima da Operao Monte Carlo, abraado e paparicado pelo pblico. Popular, Demstenes vai costurando apoios para, quem sabe, um dia, voltar poltica de forma triunfal. Uma coisa ningum duvida: Demste-nes continua com uma popularidade de fazer inveja a muitos de seus adversrios, que hoje experimen-tam uma certa rejeio poltica.

    Mutismo

    24 - MINHA CIDADE - 2013

    De olhos abertosEx-prefeito de Goinia, ex-governador de Gois, ex-ministro de vrios presidentes, Iris Rezende (do PMDB), est mapeando quais podero ser os seus provveis traidores no processo de escolha do candidato ao governo de Gois em 2014 pelo seu partido. Em tem-po: Iris candidatssimo e no quer deixar a bisteca para Jnior do Friboi, que agora, ensaia mudar seu nome para Jnior de Gois.

    Com uma in ao crescente e quase incontrolvel, a Presidenta Dilma Rousseff corre o risco de sofrer abalos em sua popularidade. Por problemas pessoais, talvez por indigesto de gnero, Dilma preferiu trocar, no incio de seu governo, o presidente do Banco Central. Optou por Alexandre Tombini, que trouxe de volta a in ao no Brasil. Muitos oram pela volta do ex-exe-cutivo, do Bank Boston, Henrique Meirelles ao BC, hoje sem muito prestgio junto a Presidenta.

    Ainda com grande xao pelo po-der, o ex-presidente Lula vai fazer de tudo (at agora no conseguiu xito) para derrotar Marconi Perillo nas eleies do ano que vem em Gois. Ensaia, inclusive, uma manobra poltica para tirar Iris Rezende da sua ideia de ser candidato ao governo e colocar o at ento fato novo Jnior do Friboi como nome de consenso. Que consenso, no se sabe qual?!

    O futuroRonaldo Caiado (ele do DEM) precisar fazer uma boa aliana poltica para se reeleger deputado federal e permanecer na elite da poltica brasileira. Caso contrrio, assinar a sua aposentadoria em 2014. O DEM hoje um partido sem expresso em Gois e, tambm, no Brasil.

    O mdico, professor e escritor Ademir Ham lanou o primeiro volume de sua obra De Goyaz a Gois Biogra as Vilaboenses. O lanamento, na sala Dona Gercina, no Palcio das Esmeraldas, reuniu seleto grupo de escritores, jornalistas e personalidades histricas de Gois. A primeira parte da obra trata de vultos ligados cultura da velha Capital e, tambm, de expresses que enriqueceram e enriquecem a memria de nossa gente.

    Em Goinia, muitos perguntam qual o nome do atual Prefeito da cida-de. O prefeito Paulo Garcia, bem distante da mdia, parece trabalhar ou agir calado. No se sabe com qual objetivo: se pretende disputar o governo em 2014 ou apoiar o nome a ser de nido pelo seu partido. A ausncia de Paulo Garcia j sentida em Goinia em obras.

  • 2013 MinhaCidade 25

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  • AGM

    PRESIDENTE DA AGM FA Z BALANO POSITIvO APS PRIMEIRO BIMEST RE DE GESTOCANDIDATO PETISTA TEVE A MAIOR VOTAO PROPORCIONAL DO PAS.

    O President e da Associao Goiana de Municpios (AGM), Cleudes Bar Bernardes, faz um balano positivo do pri-meiro bimestre frente da entidade. O Prefeito de Bom Jardim de Gois assumiu o cargo no dia 12 de maro. Em pouco mais de dois meses, muitas aes j foram rea-lizadas e novas ideias surgiram para serem colocadas em prtica.

    Uma das principais bandeiras de Bar o cumprimento da Lei 11.445/2007, que determina dezembro de 2013, como prazo fi nal para que todos os municpios brasileiros tenham seus planos de sane-amento bsico. Os municpios que no cumprirem a exigncia podero ter os recursos federais suspensos.

    No ano passado tambm expirou o prazo para que os municpios conclussem seus planos de resduos slidos. O prazo fi nal estabelecido pela Lei 12.305/2010 foi agosto de 2012, mas a maioria dos municpios bra-sileiros no cumpriu com a exigncia.

    Segundo o Presidente da AGM, o no cumprimento da lei no signifi ca descaso dos gestores. Elaborar esses planos gera um custo elevado para os municpios. Alm da parte nanceira, os municpios tambm no possuem pessoal capacitado para isso.

    Bar explica que a AGM j est tra-balhando na questo ambiental junto aos municpios. Criamos o Planseg Programa de Elaborao dos Planos Municipais de Saneamento Bsico de Gois. O plano foi criado nos moldes que foi executado no Ama-zonas, nico estado brasileiro onde 100%

    dos municpios concluram a realizao dos planos de resduos. Inclusive, contratamos a mesma assessoria tcnica para nos auxiliar. L, o trabalho foi desenvolvido e coordenado pela Associao Amazonense de Municpios (AAM).

    O Programa foi apresentado em As-sembleia Geral da AGM, no dia 17 de abril. O objetivo montar uma estrutura tcnica especializada para auxiliar a elaborao dos planos e na multiplicao do conhecimento de um grupo de servidores pblicos, que deve ser indicado pelos municpios. Dessa forma, os servidores recebero conheci-mento tcnico, tendo condies de realizar o diagnstico da situao do saneamento local e de participar da implantao dos planos. Nosso objetivo no produzir mais um documento que car arquivado pelos municpios, mas sim realizar um plano que seja til e tenha uma ao e caz para implan-tao das mudanas necessrias na poltica de saneamento e resduos slidos., explica Bar.

    Feito dessa forma, o custo na ela-borao diminui consideravelmente, por causa do aumento no volume de planos elaborados. O prazo para os municpios realizarem a adeso j terminou. Agora, a AGM ir se reunir com os participantes do programa para explicar os procedimentos dos trabalhos e defi nir as aes tomadas. A expectativa que em um ano os municpios tenham seus planos concludos. A ao da AGM importante para garantir que os mu-nicpios concluiro seus planos, j que devido s di culdades, os municpios que optarem por fazerem sozinhos no devem chegar ao trabalho nal. Em Gois, menos de 10% dos municpios concluram seus planos de resdu-os slidos., afi rma o Presidente.

    Ainda dentro das aes previstas por Bar, est o auxlio aos municpios no cum-primento da Lei de Acesso Informao (Lei 12.527/2011), que estabelece que os municpios tornem pblicas, por meio ele-trnico, todas as suas receitas e transaes constitucionais. A deciso vale para todos os rgos da Administrao Direta dos Poderes Executivo, Legislativo e Judicirio e do Ministrio Pblico (esferas municipal, estadual e federal). As informaes devem ser divulgadas a fi m de promover a trans-parncia e a prestao de contas para que a populao saiba onde o dinheiro pblico est sendo aplicado. O cidado pode ainda solicitar informaes ao poder Pblico, que possui um determinado prazo para responder.

    Para auxiliar os municpios no cum-primento da Lei, a AGM prope a participa-

    26 - MINHA CIDADE - 2013

    NOSSO OBJETIVO NO PRODUZIR MAIS UM

    DOCUMENTO QUE FICAR ARQUIVADO PELOS

    MUNICPIOS

  • servios. Por isso a populao precisa apoiar essa causa, para que ela mesma seja bene -ciada com as mudanas.

    As alteraes no Pacto Federativo um dos assuntos a serem discutidos na XVI Marcha Braslia em Defesa dos Mu-nicpios, que ser realizada na Capital Federal, de 08 a 11 de julho. A iniciativa do evento da Confederao Nacional de Municpios (CNM), que conta com o apoio da AGM. importante que todos os prefeitos goianos participem, para que juntos possamos lutar por melhores condies para os municpios brasileiros. A unio a nossa maior arma., concluiu Bar.

    o das aes dos municpios no Portal da Transparncia. Aps uma srie de estudos tcnicos, a entidade disponibilizar um site, onde divulgar todas as transferncias constitucionais dos municpios de forma individualizada. Para os municpios que no possuem site, a AGM est estudando a criao e a hospedagem de sites especiali-zados para essas prefeituras, sem nenhum custo. J os municpios que possuem sites prprios, colocaro um banner que, ao clicar, o internauta ser direcionado para o Portal da Transparncia.

    Para Cleudes Bar, o grande desafi o frente da associao, lutar junto s demais entidades municipalistas e sociedade civil pela reforma do Pacto Federativo. Hoje h uma grande concentrao de recursos do Governo Federal. Os governadores e prefeitos so meros despachantes da Unio e perderam a autonomia na hora de administrar. A maior parte dos recursos est com a Unio, mas a maior parte das demandas est com os estados e municpios, que j no conseguem cumprir com suas obrigaes. O que acontece que os prefeitos acabam sendo taxados de maus administradores ou corruptos, mas sem re-cursos no d para sanar as necessidades dos cidados dos municpios. Dividir melhor os recursos significa atender de forma mais e caz o prprio cidado, que ser bene ciado com melhores

    PRESIDENTE DA AGM FA Z BALANO POSITIvO APS PRIMEIRO BIMEST RE DE GESTO

    foto: Divulgao

  • 28 MinhaCidade 2013

    Fonte: Gabinete de Imprensa do Governador

    2013 - MINHA CIDADE - 28

    Muito j foi feito e o Governo de Goistrabalha pra fazer muito mais.

    COM UM DESENVOLVIMENTO SUSTENTVEL,

    GOIS UM DOS ESTADOSQUE MAIS CRESCE NO BRASIL.

    Fazendo o melhor pra voc.

    EM 2012 GOIS FOI O ESTADO QUE TEVE O MAIOR CRESCIMENTO DOPIB NO BRASIL. E O SEGUNDO MAIOR CRESCIMENTO INDUSTRIAL.

    ISSO S ACONTECE PORQUE O GOVERNO DE GOIS DEIXA OESTADO CADA VEZ MAIS ATRAENTE PARA AS EMPRESAS INVESTIREMAQUI E PORQUE O GOIANO UM POVO QUE TRABALHA.

    COM A VINDA DAS GRANDES INDSTRIAS NACIONAIS EINTERNACIONAIS, COM O INCENTIVO CRIAO E EXPANSO DEPEQUENAS E MDIAS EMPRESAS, COM O MAIOR CRESCIMENTO DA PRODUO AGRCOLA E PECURIA, GOIS TEM DO QUE SEORGULHAR EM TERMOS DE DESENVOLVIMENTO.ISSO NO POUCO. MUITO SE A GENTE PENSAR QUE TODO ESSEESFORO EST GERANDO MAIS EMPREGOS, MAIS RENDA. EUMA VIDA MELHOR SE FAZ ASSIM.

    PIB CrescimentoIndustrial

  • Jos Mrio Schreiner

    O Brasil dever produzir na safra 2012/13 mais de 74 milhes de toneladas de milho e superar 83 milhes de toneladas de soja. O pas , hoje, o maior produtor de soja do mundo e ocupa a segunda posio no ranking mundial dos maiores produtores de milho, segundo da-dos do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em ingls).

    Mais que isso, ainda segundo o USDA, o Brasil deve se consolidar como o maior exportador de soja e o segundo maior exportador de milho do globo, exportando 36,75 e 19,5 milhes de tone-ladas, respectivamente. Todo este cenrio refl ete em uma balana comercial positiva.

    Apesar de tais dados serem otimistas e apresentarem um panorama de cresci-mento, eles escondem um srio problema de competitividade do mercado brasileiro: o elevado Custo Brasil. O nosso pas o que apresenta um dos maiores custos de exportaes do mundo, quando somamos frete e despesas porturias.

    Para exemplifi car, podemos com-parar o custo porturio em alguns dos mais importantes portos no mundo. Para se exportar uma tonelada de produtos no porto de Roterd, na Holanda, o segundo maior do mundo, o custo porturio de US$ 4,8; no porto de Valparaso, no Chile, de US$ 4,7. No nosso porto de Santos, o custo chega a US$ 15 a tonelada.

    Os altos custos no significam melhor prestao de servios nos portos brasileiros. Em comparao aos diferentes portos no mundo, os nacionais so bem menos competitivos. De acordo com o Frum Econmico Mundial, o Brasil est em 130 lugar na qualidade dos portos.

    Os desembaraos aduaneiros so um dos principais problemas de nossos portos. Enquanto em, praticamente, todos os portos do mundo, o funcionamento dos principais rgos anuentes de 24 horas, nos portos brasileiros o perodo de traba-lho no alcana 8 horas.

    De acordo com pesquisa realizada pela Federao das Indstrias do Rio de Janeiro (Firjan) a mdia de dias para o desembarao aduaneiro em Santos de 5,5 dias, enquanto a mdia mundial de trs dias. Na China este perodo de 0,6 dias.

    Um dos principais refl exos de todos estes problemas a reduo da atrativi-dade do Brasil no mercado mundial. H algum tempo atrs, umas das principais trades chinesas, cancelaram uma compra de mais de dois milhes de toneladas de soja do Brasil, passando a compra para a Argentina. De acordo com a empresa chi-nesa, deveria se entregue 12 navios entre janeiro e fevereiro, porm apenas duas embarcaes chegaram at o momento.

    O principal prejudicado com esta si-tuao catica o produtor brasileiro, que perde em rentabilidade. Para a Associao

    Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) os produtores tero pelo menos US$ 4 bilhes de prejuzos neste ano com a catica logstica para a exportao de soja e de milho. Isso porque, segundo a entidade, o custo para levar cada tonelada aos portos de Santos ou Paranagu passou de US$ 81 para US$ 98 por tonelada, cerca de US$ 70 a mais do que pagam os concorrentes da Argentina e dos EUA.

    Na busca para aprimorar todo este cenrio, a Confederao da Agricultura e Pecuria do Brasil (CNA) lanou o Programa Zarpa Brasil. Este programa reuniu o setor produtivo empresarial em defesa da aprovao da Medida Provisria (MP) 595, que abre o sistema porturio ao capital privado.

    A aprovao desta medida deve am-pliar a capacidade operacional dos portos e reduzir, significativamente, os custos nas exportaes. Certamente, a aprovao desta medida deve tirar o pas do apago porturio que vive, trazendo maior com-petitividade nossa economia.

    Jos Mrio Schreiner presidente da Federao da Agricul-

    tura e Pecuria de Gois (FAEG), do Servio Nacional de Aprendizagem

    Rural (SENAR Gois) e Vice-presidente de Finanas da Confederao da Agri-

    cultura e Pecuria do Brasil (CNA).

    ARTIGO

    Custo Brasil e os prejuzos ao agronegcio

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  • EST NA MODA TER ESTILO!

    A MODA MUDA O ESTILO PERMANECE. COCO CHANEL

    FERNANDA MENEZES

    Nossa imagem externa nosso mensageiro, uma declarao pblica. Alguns disfarces esto fortemente ligados aos nossos medos mais ntimos, e nesses casos um vestido funciona como um escudo para nos ocultar e proteger. Gianni Versace.

    UM POUCO DE HISTRIA: A palavra moda provm do latim modus e signifi-ca costume.A moda como fenmeno social, comeou a despon-tar no final da Idade Mdia. Antesas razes para vestir eram proteo, pudor e adorno.Com o crescimento das cidades o comrcio crescia. E,com ele, a burguesia. Os burgueses no tinham linhagem nobre, eram de origem humilde, que enriquecidos pelo comrcio que-riam conquitarstatus maior na sociedade. Comearam, ento, a imitar as roupasdos nobres. Estes incomodados com as suas peas copiadas, buscavam algo novo que os diferen-ciassem dos burgueses. Assim, surge o sistema de moda e seusciclos.

    Fernanda Menezes professora, especialista em marketing e moda. MBA em Marketing pela FGV; MBA Executivo pela FDC

    e Fashion Business pelo Istituto Marangoni (Itlia)E-mail: fernanda@modernes.com.br

    Amoda o espelho da sociedade, afi rmou Luiz XIV. fenmeno sociocultural que expressa os valores da sociedade usos, hbitos e costumes em um determinado momento. Moda mais sobre as tendncias, refl exo da cultura atual, efmera. Muda a cada estao.Estilo compor uma roupa para refl etir sobre que tipo de pessoa voc . sua marca! Uma arte. Reunir informaes como: a sua altura, forma, pele, olhos, cabelos, cor, personali-dade e idade, para acentuar partes positivas da sua aparncia e expressar o seu carter, modo de ser.

    Algo para lembrar: no porque uma roupa caiu divi-namente em outra pessoa, que ir embelezar voc. Pode no combinar com seu estilo de vida, corporal e pessoal.

    Est na moda encontrar seu estilo, sua singularidade. Isso refl ete em vrios segmentos, desde a customizao de um tnis da Nike quanto a um atendimento com o seu HairStylist.

    Por isso que o vintage voltou com fora total. A maioria das pessoas que garimpam peas em brechs esto na ex-pectativa de encontrarem artigos exclusivos. Sem falar que o consumo consciente est cada dia mais na moda.

    Glorialkalil, consultora de moda, defi ne muito bem, Moda virou oferta e estilo virou escolha. No uma escolha qualquer, mas uma opo informada e pontual. A bem da verdade, o estilo refl exo de todas as nossas escolhas: o lugar onde moramos, a decorao da nossa casa, os fi lmes de que gostamos, a praia onde passamos o vero e o que vestimos para nos apresentar ao mundo, tudo espelho da nossa iden-tidade.

    Analise toda a oferta disponvel da moda, nas tendncias, e encontre seu estilo. Sua assinatura. Mas no algo formatado, de prateleira, algo que verdadeiramente, voc ir olhar no espe-lho e encontrar o refl exo da sua identidade!

    Se voc sentir difi culdade nesse processo, contrate uma consultoria de imagem. Vale cada centavo investido.

    Mesmo quem torce o nariz para o assunto deve entender que toda roupa transmite mensagens a repeito de quem a usa, como est se sentindo. Gostemos ou no, quase sempre, somos tratados de acordo com a nossa vestimenta.

    Quando entendemos o que funciona melhor, podemos realar nossa vida, seja profi ssional ou particular.

    O legal entender de moda, usar o quedeixa mais segura e confi dente, mas sem ser fashionvictim#fi caadica

    32 - MINHA CIDADE - 2013

  • 2013 MinhaCidade 33

    A MODA MUDA O ESTILO PERMANECE. COCO CHANEL

    2013 MinhaCidade 33

  • 34 MinhaCidade 2013

    No ltimo dia 09 de junho foi encerrada a 4 Edio do Governo Junto de Voc na Regio Leste de Goinia. Foram 49.043 procedimentos realizados nos quatro dias de evento. O Programa coordenado por Guto Medeiros, que o Superintendente mais jovem do Go-verno de Gois. Guto sempre afi rma em todas as coletivas de Imprensa, que cada Edio do Governo Junto de Voc, uma experincia a ser usada posteriormente para aprimorar as prximas Edies do Programa que mais garante incluso social populao.

    O Governo Junto de Voc j realizou 231.362 atendimentos at aqui. Segundo o Superintendente da Searti e

    Coordenador do Programa, isso prova do trabalho realizado com qualidade, bom humor e dedicao de toda equipe,

    alm da liderana e apoio do Secretrio Joaquim de Castro e do Governador Marconi Perillo.

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    Cordenador do programa, Governo Junto de Voc Guto Medeiros

  • 2013 MinhaCidade 35

    Mauro Zica

    A Organizao Internacional do Trabalho (OIT) realiza sua 102 Conferncia Inter-nacional do Trabalho, entre 5 e 20 de junho. Cerca de 5 mil delegados, representando governos, empregadores e trabalhadores dos 185 pases membros da OIT discutiro, entre outros, temas relacionados com a proteo social, de-senvolvimento sustentvel e dilogo social.

    O Brasil estar presente com uma significativa delegao, representando todas as suas centrais sindicais. Especial-mente, l estaro presentes os principais lderes dos servidores pblicos com as mais diversifi cadas tendncias polticas, mas que tm em comum a urgncia da regulamentao da Conveno 151 da OIT.

    Nem as entidades sindicais ou os servidores pblicos aguentam mais a indefi nio da organizao sindical dos servidores pblicos, a falta da lei de greve no servio pblico e a negociao coletiva para os servidores pblicos.

    A NCST/GO no poderia e nunca fi car omissa diante de um tema de ta-manha importncia e destacou trs de seus dirigentes ligados ao servio pblico em nosso Estado para estarem presentes, participarem dos importantes debates e manifestaes que sero realizadas na cidade de Genebra, na Sua.

    O Brasil j se encontra inadimplente perante a OIT, pois depositou, no ano de

    2010, o decreto legislativo que adotou a Conveno 151 da OIT e tinha at o ms de junho de 2012 para regulament-la. Vamos fazer gestes no sentido que a OIT tome as providncias necessrias para que imediatamente o governo brasileiro envie ao Congresso Nacional a regulamentao da referida Conveno.

    Mas, vamos tambm discutir ou-tros temas de extremo interesse da classe trabalhadora como emprego e proteo social no novo contexto demogrfico. O envelhecimento da populao tem profundas repercusses nas polticas de emprego e de proteo social. Incidir no trabalho e na escassez de qualifi caes, na produtividade e na renda, na pobreza e na informalidade, na cobertura da proteo social, na sustentabilidade dos regimes de seguridade social, nas migraes e em muitos outros mbitos que requerem res-postas normativas estruturais, visionrias, idneas e que sejam aplicadas a tempo.

    Outro tema que far parte das discusses da mais importante reunio da Classe Trabalhadores dos Pases membros da ONU ser O desenvolvi-mento sustentvel, o trabalho decente e os empregos verdes. Preservar o meio ambiente natural e garantir o acesso ao trabalho decente para todos so temas tidos como desafi os que defi nem o scu-lo XXI. A crise econmica mundial que perdura exacerbou os problemas sociais

    e ecolgicos, mas ao mesmo tempo afi an-ou-se o reconhecimento da importncia primordial do trabalho decente frente ao desenvolvimento sustentvel.

    Alm do tema Dilogo Social, para debater as tendncias, os desafios e as oportunidades relacionadas com os atores e as instituies de dilogo social, atravs de uma avaliao das diversas realidades e necessidades que existem no contexto da globalizao, vamos tambm analisar a situao dos trabalhadores nos territrios rabes ocupados.

    Enfi m, o novo sindicalismo brasi-leiro comea a fazer histria no contexto mundial com a presena de dirigentes pre-parados, capacitados e acima de tudo com-prometidos com a luta dos trabalhadores de todo planeta, porque com a globalizao da economia, o que est acontecendo, hoje, na Europa, poder estar acontecendo aqui no Brasil ou nos Estados Unidos, amanh.

    A proteo social, pleno emprego, valorizao profi ssional, previdncia dig-na, condio de vida confortvel so direi-tos dos trabalhadores de todo o mundo, e obrigao de luta de todos os dirigentes. Trabalhadores do mundo, uni-vos.

    (Mauro Zica, Presidente Nova Central Sindical de Trabalhadores em Gois/NCST-GO; Coordenador Frum da

    Centrais Sindicais em Gois)

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    Conferncia Internacional do Trabalho da OIT

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  • O chefe de Gabinete da Casa Civil do Governo do Estado de Goi-s, Wesley Borges, recebeu no ms de maio, o Presidente da Unio Nacional dos Estudantes, o carioca Daniel Iliescu, de 26 anos e aluno do curso de Cincias Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que foi eleito ao fi nal de um processo que envolveu mais de 1,5 milho de estudantes. Daniel foi tratar do Encontro Nacional da UNE, que aconteceu em Goinia, entre 29 de maio a 02 de junho na Praa Universitria. O Congresso da UNE

    (ConUNE) o principal frum deliberativo da entidade. o momento dos jovens formularem, discutirem e construrem os rumos do movimento estudantil para os prximos dois anos. Du-rante o Congresso tambm foi eleita nova diretoria. O Governo do Estado de Gois, atravs do Governador Marco-ni Perillo, liberou R$ 500 mil para a realizao do evento deste ano.

    WESLEY BORGES RECEBE LDER DA UNE NA CASA CIVIL

    MOVIMENTO ESTUDANTIL

    CONGRESSO DESTE ANO FOI O PRINCIPAL ASSUNTO DO ENCONTRO

    Os amigos Rogrio e Dione convida todas as famlias a conhecer o rancho do Gacho em Aruan as margens do

    Rio Araguaia e Rio Vermelho no Posto das araras

    Rancho do Gacho

  • ONG PROCURA PARCEIROS PARA REALIZAR PROJETO OUSADO QUE TEM O OBJETIVO DE PROFISSIONALIZAR JOVENS DE BAIXA RENDA

    PROJETO

    MRCIA dE CASTRO

    C riada h sete anos por Leandro Sena com o objetivo de atender pessoas menos favorecidas da sociedade atravs do volun-tariado, a ONG + Ao j tem em seu histrico nmeros surpreendentes. Um de seus projetos no Setor Novo Horizonte, por exemplo, atende mais de 400 crianas da regio, incentivadas prtica de espor-tes, com a Escolinha de Futebol sediada no Ginsio de Esportes. Com mais de 2.000 voluntrios, tem papel ativo na luta pela sustentabilidade ambiental e

    defende a preservao do rio Araguaia, motivando sociedade a fazer o mesmo. Na agenda da Organizao, eventos em prol da reduo de acidentes de trnsito, campanhas contra a corrupo e reduo da maioridade penal, so constantes.

    Agora, o projeto da vez ainda mais ousado: a construo do Centro de Excelncia e Capacitao Profi ssional. A ideia alcanar jovens e adolescentes em situao social de risco e capacit--los para o mercado de trabalho. De

    incio, quando for inaugurado,

    o Centro deve atender uma mdia de 3.000 pessoas por ano e esse nmero deve crescer gradativamente.

    Leandro Sena afirma que sem a unio de esforos do Governo, sociedade e empresariado local, o sonho no sair do papel. Eu no acredito em uma sociedade mais justa sem a capacitao pro ssional de jovens e adolescentes. Como agente poltico ativo, j fui Conselheiro Tutelar, Ve-reador e Deputado. Conheo a necessidade de oportunidades aos jovens. Esse projeto de todos ns, pois, veremos os nmeros da pobreza e criminalidade diminurem a

    O GRANdE PASSO DA ONG + AO

  • O GRANdE PASSO DA ONG + AOcada dia em que essas pessoas estiverem se capacitando e sendo incentivadas a avan-ar em suas vidas pro ssional e pessoal.

    O desafi o no pequeno. O Pro-jeto Arquitetnico, doado pela empresa Demaldo Construo, impressiona pelo espao muito bem planejado para oferecer diversos cursos de capacitao profi ssional. O Governo do Estado, atra-vs do Governador Marconi Perillo, j se comprometeu em ajudar na construo, mas, precisamos do apoio do empresa-riado e a fora da sociedade. Um projeto deste nvel tem fortes impactos sociais.

    Segundo o ambientalista, em-presas de diversos segmentos sero visitadas para conhecerem o Projeto Arquitetnico. Esse projeto est sendo organizado para dar certo, para fazer a diferena na nossa cidade e para deixar

    nossos parceiros e colaboradores or-gulhosos de terem parti-

    cipao em

    uma iniciativa grandiosa . O terreno de 2.000 m fi ca localiza-

    do no bairro planejado Eldorado e a con-cesso de uso foi cedida pela Prefeitura de Goinia, em 2010, atravs do Prefeito Paulo Garcia. De acordo com o lder da ONG, o prximo passo o lanamento da Pedra Fundamental da construo, que deve ser realizada em breve. Nossos parceiros estaro l, quando a Pedra Fundamental desse espao to espe-cial para a sociedade for inaugu-rado. Nunca esquecemos nossos parceiros, pois, sem eles, no conseguiramos alcanar nossos timos resultados, realizando aes impor-tantes para aumentar as oportunidades dos que pre-cisam delas. Nossos amigos sero reconhecidos com o ttulo de Scio Empresarial Benemrito, em agrade-cimento s parcerias de sucesso., enfatiza Leandro.

    Fundador da ONG + Ao, Leandro Sena: Buscamos parceiros para realizar esse importante projeto.

  • 40 MinhaCidade 2013

    Cinco mulheres poderosas e um sonho

    CRNICA

    -O que isso? So maravilhosas! Que altivez! Que segurana elas olham o mundo? Disse para o amigo que tambm no despregava os olhos de todas elas.- Vamos brindar, minhas amigas, prope a jornalista. Estela ergue o copo de cerveja e narra:-Eu brindo a minha rotina escaldante, em que acordo bem cedo, fao uma maquiagem leve, penteio os cabelos, escolho uma roupa elegante, preparo o meu caf, estendo a roupa que lavei na noite anterior e vou para meu primeiro emprego. Volto ao meio-dia para casa. Enquanto preparo o almoo, lavo as vasilhas. Almoo. Limpo o cho da cozinha. Escovo os dentes, retoco a maquiagem, passo um perfume. Enfrento um trnsito brutal. Chego em meu segundo emprego, ligo o computador, checo os slides, inicio minha aula. s 20 horas volto para casa. Ponho uma roupa de ginstica e vou para a academia. Chego em casa s 10, lavo as louas sujas do almoo. Tomo um banho, deito para ver um pouco de TV, leio a revista semanal e algumas pginas do livro to desejado. Durmo, para chegar logo o final de semana para eu me divertir. TIM, TIM PARA MIM!E assim todas fizeram um brinde por elas mesmas que vivem um cotidiano repleto de atividades e obrigaes e ainda conseguem se manter belas, otimistas e sem amarguras.Os observadores ficam embevecidos ao v-las danar. Sem coragem de aproximar e desafiar as machezas, limitam-se a contempl-las, temendo suas belezas repletas que refletem completude. As outras mulheres do bar se encorajaram e se levantam tambm, mexendo timidamente os quadris, mas depois voam libertas de suas prises interiores, imitando as cinco mulheres que navegam em seus mares, comandantes de seus prprios navios.Os copos se esvaziam, a msica para, fazem um rateio da conta e se despedem, efusivamente. Saem em direo aos cinco carros enfileirados na rua ao lado. Cada uma delas mergulha em seus sonhos, sucumbem suas alegrias por alguns instantes, os pensamentos percorrem seus corredores escuros e vm tempestades. Mas logo desabam novamente em cascatas de calmaria, certas de que esto escrevendo suas prprias histrias.Cinco mulheres poderosas e um sonho.

    Rafaela quer uma batida de vokca bem gelada, Lcia pede para ver a carta de vinhos, Telma, um chope com muito colarinho, Estela, uma cerveja e Marta, uma dose de usque puro. Elas sorriem tanto que nem percebem os olhos de cobia, outros de desfeita, vrios de temor, alguns de julgamento e muitos de admirao que percorrem a mesa delas.A advogada s defende sua alegria. Os cabelos longos, livres em-balam seus quarenta anos sem culpa. Ela conversa efusivamente exalando vitalidade, to despretensiosamente e sem o mnimo interesse de filosofar, esbanja um brilho vibrante de quem s deseja viver em abundncia.A outra expressa poesia em trejeitos de menininha mida, cheia de beleza contemplativa, aquele tipo de mulher que nunca se pode adivinhar, com exatido, a idade misteriosa de quem descobre a maturidade de fazer suas prprias escolhas. Seu corpo delicado desperta uma ingenuidade presunosa que sustenta a promotora altiva que mergulha fundo nos olhos do ru, desnudando todas as verdades. Duas colegas professoras ensinam a si mesmas como retirar a plenitude dos instantes e sugar os prazeres que respigam nos momentos desenhados pela cor da liberdade. Uma, de porte altivo em seu um metro e setenta de altura e dez centmetros de salto alto, olha em volta, como um sol que no se deve tocar por fazer temer o seu calor, mas que se contenta em apenas brilhar. Conversa com a amiga, que a pura descoberta do caminho novo que aprendeu a seguir em sua nova solteirice, ela vigia, por meio dos grandes olhos negros, cada gota de sua renovada felicidade.A mais velha pura contemplao em seu deserto de escritora, mas esbanja simpatia, em sua alegria franca de enterrar as dores, florescendo desejos antigos que agora, adubados, brotam plenos e coloridos em terreno frtil.Elas exibem a exuberncia de quem paga suas prprias contas, escolhem suas viagens, fazem suas escolhas. Mas nenhuma delas se contenta com a solido. Um amor est entre as delcias que quer saborear na vida, contudo sem se perder na bolha da iluso de construir castelos de sentimentos que desabam em ventos de insegurana, j fizeram da cabana as conquistas profissionais. Desejam amar sem correntes, mergulhar no poo dos seus de prazeres para nadar na plenitude do sexo sem, contudo, afogar em guas turbulentas.Dois homens olham fascinados as cinco mulheres, no enxergam somente pernas, peitos e bundas como a maioria das vezes admi-ram as fmeas.

    Edilene PaivaJornalista, professora e escritora.

    (edilenepcsjornalista@gmail.com)

  • 2013 MinhaCidade 41

  • NoIte e dIa

    42 - MINHA CIDADE - 2013

  • 2013 - MINHA CIDADE - 43

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  • 46 MinhaCidade 201346 MinhaCidade 2013

    Mineiro de Paracat, Jos Taveira Rocha chegou Goinia em 1959 para pros-seguir com os estudos. Formado em Direito e Administrao Pblica, Taveira o nico profi ssional que ocupou cargos de direo em todas as instituies fi nanceiras do Setor Pblico em Gois. A partir de 2002 at janeiro de 2011, ocupou a Presi-dncia da GoisFomento (Agncia de Fomento do Estado de Gois) e foi responsvel pela implementao dos sistemas operacionais da Insti-tuio, que tem crdito levado a 221 municpios goianos. De janeiro de 2011 a maio do ano seguinte, foi Presidente do Ipasgo (Institudo de Assistncia dos Servidores do Es-tado de Gois), sendo responsvel pela plena recuperao fi nanceira do rgo. Desde junho de 2012, preside o Departamento Estadual de Trnsito de Gois (Detran-GO).

    De acordo com o Gestor, o orgo responsvel pela segunda maior arrecadao do Governo, repassando recursos a reas es-tratgicas do Estado (transporte, construo e manuteno de estra-das, seguranca pblica, reforo ao Tesouro do Estado, funes socias e custeia suas prprias despesas). Apesar de sua importncia, ao longo dos anos, o rgo fi cou sucateado, principalmente na rea da tecnolo-gia da informao.

    DETRAN DE GOIS GANHA MODERNIDADE NA GESTO DE JOS TAVEIRA

    ENTREVISTA

    UM HOMEM DE REALIzAESQuais as principais aes realizadas no Detran-GO em sua gesto?

    A nossa primeira misso a de modernizar o Departamento. A segunda moralizar, que consequencia da pri-meira. As empresas dotadas de avanadas tecnologias tornam-se, automaticamente, imunes corrupo e fraldes. Implan-tamos, no ltimo dia 20 de novembro, a Prova Eletrnica de Legislao de Trn-sito. Alm de mais segura, d celeridade aos processos de renovao, adio de categoria ou a obteno da primeira CNH. Alm da Prova Eletrnica, o Detran-Go est investindo pesado em tecnologia com o objetivo de revolucionar os ser-vios prestados via internet e agilizar os atendimentos convencionais. Em junho de 2012 inauguramos um novo Portal, onde o usurio pode solicitar 21 tipos de servios. Tambm por meio do site, possvel dar o pontap inicial no processo de obteno da primeira CNH, fazer oramentos de servios, consultar multas e gerar DUAs para pagamentos de diversas taxas. O prximo passo j est em fase avanada: instalar terminais de auto-atendimento em todo o Estado.

    Sobre a lentido no atendimento ao p-blico, existem medidas programadas para solucionar o problema?

    Ns j solicitamos a melhoria do Sistema de Tecnologia da Informao do Detran, um processo volumoso em termos fi nanceiros. O sistema atual tem mais de

    15 anos e oscila bastante, o que acarreta lentido nos atendimentos. Esses novos sistemas nos permitiro acoplar a biome-tria em todo o processo para obteno da CNH. Em breve, publicaremos o edital da concesso de vistoria veicular, que um dos grandes gargalos do Detran. Temos poucos vistoriadores, que fazem um trabalho sobre humano para atender a frota que no para de crescer. Vamos implantar a Central de Emisso de Documentos para, entre outras funes, impedir que veculos de um muni-cpio sejam registrados em outro, evitando a evaso de receitas das prefeituras.

    Uma das aes mais importantes do De-tran a Balada Responsvel. Como estas aes esto sendo realizadas?

    ALM DO BALADA RESPONSVEL, O DETRAN-

    GO INVESTE EM AES QUE VISAM FOMENTAR O TRIP DA EDUCAO NO TRNSITO: ENGENHARIA,

    FISCALIZAO E EDUCAO.

  • 2013 MinhaCidade 472013 MinhaCidade 47

    UM HOMEM DE REALIzAESEm setembro de 2011, o Detran-

    -GO e o Governo do Estado, lanaram o Balada Responsvel: Eu abrao essa ideia, desenvolvida em parceria com o Batalho de Trnsito da Polcia Militar. Mas as aes sofriam com a falta de le-gislao especfica. Em junho de 2012 a realidade mudou. A Balada Responsvel se tornou um Programa do Governo com a publicao da Lei 17.662 no Dirio Oficial, no dia 15 de junho de 2012. Com isso, foi possvel a expanso no nmero de equipes, de quatro para vinte e um. Recentemente, conseguimos a parceria da Polcia Civil, que estar nos auxiliando com as blitz, em breve.

    Os proprietrios de bares e restaurantes reclamam da Balada Responsvel?

    No comeo existiu uma certa re-sistncia, mas eles esto muito ligados s questes de responsabilidade social e j buscam alternativas. Temos mantido con-tato com a Abrasel (Associao Brasileira de Bares, Restaurantes e Similares) e dis-cutiremos, juntamente com a Secretaria de Segurana Pblica e a Secretaria Municipal de Trnsito, para realizarmos um trabalho como o que fi zemos no feriado de Corpus Christi, em Pirenpolis. L, colocamos vans com educadores de trnsito para fazer o transporte alternativo dos participantes do Festival Gastronmico. Com isso, alm de evitar que essas pessoas dirigissem aps a ingesto de lcool, trabalhamos com a conscientizao dessas pessoas.

    O Detram tem outros pro-gramas educativos?

    Claro. Alm do Balada Responsvel, o Detran-GO investe em aes que visam fomentar o trip da Educao no Trnsito: engenharia, fi scaliza-o e educao. Nesse sentido, temos inten-sifi cado as aes que buscam qualifi car o candidato CNH, como o oferecimen-to de cursos de re-ciclagem, palestras e melhor sinalizao de trnsito. Estamos levando sinalizao horizontal e verti-cal quarenta municpios do Estado, atravs do Programa Gois Sinalizado. At o fi nal do ano, outros 52 municpios sero atendidos.

    Informaes no ofi ciais indicam que o Sr. ser transferido para a Sefaz. verdade?

    Este no um assunto de mi-nha competncia e sim uma deciso do Governador Marconi Perillo. Sou um Soldado deste Governo e me sinto apto a exercer qualquer funo na estrutura organizacional do Governo goiano.

  • 48 MinhaCidade 2013

    EDUCAO

    48 MinhaCidade 2013

    EDUCAO

  • 2013 MinhaCidade 49

  • 50 MinhaCidade 2013

    UM GESTOR DE INICIATIvAOILdO SILvEIRA - PREFEITO dE ALTO HORIzONTE

    Nascido em Itapaci, Oildo Silveira Machado constituiu sua vida em Alto Horizonte, onde mora desde um ano de idade. J trabalhou no ramo comercial, foi motorista e operador de mquinas da Prefeitura Municipal. Seu primeiro cargo na Administrao Pblica foi de Adminis-trador de Finanas e Tesouraria, at 2004. No ano seguinte foi convidado novamente para um ocupar um cargo de confiana na Prefeitura. Desta vez, tornou-se Gestor Adminis-trativo. Essas experincias geraram a segurana e o desejo de Oildo

    Silveira dar o prximo passo:

    ser candidato Prefeito de Alto Horizonte. Nas eleies passadas, o Gestor venceu o pleito com 52,57% do total de votos. Por ser um gestor de iniciativa prtica, est colocando inmeros projetos em prtica. Entre os principais esto: a manuteno da iluminao pblica; recuperao de estradas, mata-burros e pontes; abertura de processo de aquisio de um micro-nibus para a Secretaria de Sade; construo de uma ponte

    sobre o rio Formosa e implantao do Projeto Monitores do

    Trnsito, alm de inme-ros reparos nas Zonas Urbana e Rural.

  • 2013 MinhaCidade 51

  • 52 MinhaCidade 2013

    FAMLIA TAMBURILA PAIXO PELO GIR LEITEIRO FAZ DESSA EQUIPE UM SUCESSO NACIONAL

    A raa Gir chegou ao Brasil em 1911, importado da ndia. A raa se concentrou, inicialmen-te, no Tringulo Mineiro, onde j havia criao de gado Zebu, o Guzer e o Nelore. Na dcada de 20 a histria do gado Gir voltado produo leiteira se consoli-dou nos cafezais de So Paulo. Neste tempo estabeleceu-se um ncleo de criao na cidade de Franca, no interior paulista, que fi cou conhecido pela produo leiteira e pela seleo racial. A famlia de Amarildo Gon-alves tem apreo especial pela cria de Gir Leiteiro. Na foto ao lado, o proprietrio est entre Bruno Anderson Tannous Pires, seu fi lho e administrador de Estncia Tamburil e sua esposa Rita de Cassia Dias.

    A atividade de cria de Gir Leiteiro da famlia Tamburil comeou h cinco anos, motivada pela paixo da nossa famlia em gado leiteiro e principalmente por essa raa, por ser uma raa zebuna e ideal para o cli-

    ma tropical,

    por ser resistente ao calor e ao carrapato,alm de ter alto potencial leiteiro. afi rmou Bruno para a Minha Cidade. O administrador fala orgulhoso dos prmios j conquistados pela Instncia Tamburil. Hoje, com cinco anos de criao, os resultados j comeam

    a ser mostrados com

    diversos ttulos recebidos em pistas de ex-posies e torneios leiteiros. Isso signifi ca o aumento pela procura da gentica leiteira da Estncia., conclui.

    foto: Divulgao

  • A Prefeitura Municipal de Alto Horizonte investe

    fortemente em Infraestrutura, Sade e Segurana

    A Prefeitura Municipal de

  • 54 MinhaCidade 2013

    INOvAO NO COMAND O GERALDA POLCIA MILITAR DO ES TADOCOMANDANTE FAZ BALANO POSITIVO DO LTIMO BIMESTRE

    f rente do Comando Geral da Polcia Militar do Estado do Gois h pouco tempo, bons resultados do combate

    criminalidade j podem ser apresentados pelo Coronel Silvio Benedito Alves. Dados da Polcia Militar mostram que s no ms de maio, 316 foragidos da justia foram recapturados, 418 apreenses de entorpe-centes foram realizadas e 224 apreenses de armas de fogo foram registradas. O Coronel aborda temas importantes em entrevista Revista Minha Cidade. De acordo com o Comandante, a reduo da criminalidade continua sendo o principal foco da Polcia Militar do Estado, principalmente, quando se trata de crimes graves como homicdios, latrocnios e roubos.

    Comandante, quais as principais aes que esto sendo realizadas para transformar o planejamento de reduzir os ndices da criminalidade no Gois, em nmeros positivos?

    Temos realizado operaes e deter-minado algumas diretrizes que em 60 dias de Comando so bastante exitosas. Ns conseguimos reduzir em 15% o nmero de homicdios. Para voc ter uma ideia, aqui na capital, 40 carros j foram roubados em um dia. Ns baixamos isso no primeiro ms para uma mdia de 14 e agora, aos 60 dias, a mdia est em torno de 07. E (a mdia) vai baixar mais ainda. Ns determinamos de imediato presena da ROTAM 24 horas nas ruas, com uma tropa altamente especializada que est dando uma pronta resposta, prendendo

    muitos trafi cantes, apreendendo muitas dro-gas e armas. A sociedade goiana tem sentido a presena mais atuante da Polcia Militar. Isso d uma maior sensao de segurana.

    Qual sua avaliao quanto ao Comando de Operao de Divisas (COD) e sua atu-ao na defesa das fronteiras do Estado do Gois?

    A defesa das divisas do Estado foi uma recomendao do Governador ainda no Plano de Governo dele e esse Comando j est estabelecido. Ns j temos o COD em vrias divisas com outros estados, co-mandado pelo Major Paiva que est fazendo um brilhante trabalho. Foram apreendidas mais de duas toneladas de entorpecentes (maconha, cocana e crack.) e bandidos de outros estados esto evitando vir para o nosso, pois, o COD a nossa primeira barreira policial.

    A sociedade sempre reivindica a amplia-o no nmero de colgios militares. O Sr. tem algum projeto para a rea da Educao Militar?

    O Governador j me convocou e determinou de imediato, a construo de onze novos colgios, sendo, oito na regio do entorno de Braslia, um em Aparecida, um na cidade de Gois e outro em Goian-sia. Quero pontuar que ns fi zemos gestes pessoais junto ao Governador para que existisse essa unidade em Aparecida. Esse um projeto nosso, pois, trabalhamos muitos anos ali naquela comunidade e sabemos da necessidade de um Colgio Militar. Nos-sos Colgios Militares so referncias no Brasil. Segundo o Ideb, o Colgio Hugo de

    Carvalho Ramos fi cou em primeiro lugar como o melhor colgio militar nos ndices da Educao do Brasil.

    Quando o Sr. esteve no Comando Regio-nal de Aparecida de Goinia, seu trabalho foi considerado referncia de excelncia para todo o Estado, com reduo dos ndices de criminalidade. A receita deve ser repetida no Comando Geral?

    Apesar de ter apenas 60 dias frente do Comando, os ndices de criminalidade j esto caindo. Eu j visitei dez unidades das Regionais da Polcia Militar, das dezoi-to que existem. J estive em 69 cidades do nosso Estado levando s nossas tropas a palavra do Governador e do novo Comandante. Eu quero uma po-lcia comunitria, uma polcia cidad e que respeita a dignidade das pessoas de bem. Agora, com os bandidos e meliantes, a agi-mos com o rigor da lei. Vamos ser duros.

    Seu perfil de ser bastante objetivo e direto. Como est sen-do seu relacionamento com seus coman-dados?

    ENTREVISTA

    Mrcia de Castro

  • 2013 MinhaCidade 55

    INOvAO NO COMAND O GERALDA POLCIA MILITAR DO ES TADO

    Alguns estranham, realmente, a gente no deixa para depois o que tem que falar e fazer na hora. uma marca pessoal minha. Sou pragmtico e trabalho com foco e metas. Com certeza, enquan-to eu estiver na frente do Comando da corporao e cumprindo determinao do Governador Marconi e as diretrizes do Secretrio Joaquim Mesquita farei de tudo, sabendo que no comando sozinho. Do Soldado mais moderno ao Coronel mais antigo, todos esto com o Comando Geral. Isso muito importante, essa unio de esforos e de propsitos. Com certeza, seremos vitoriosos.

    Atualmente, h um dficit no efetivo da Polcia Militar do Estado do Gois. Existe

    a proposta de parceria com cidados civis que j foram militares, os egres-

    sos do Exrcito. Essa parceria deve realmente acontecer?

    Os ex-militares do Exrcito Brasileiro estaro trabalhando conosco. Foram autorizadas 1.300 vagas e o Concurso j est em fase final. Espero que at setembro, estes 1.300 po- liciais j estejam nas

    ruas, principalmente no entorno de Braslia, Goinia e Aparecida, fazendo um trabalho de polcia preventiva ostensiva, que aquele policiamento feito em duplas no comrcio.

    Gostaramos que o Sr. explicasse os resul-tados do trabalho indito que est sendo realizado nos pontos de nibus e termi-nais. A populao est aceitando bem essa aproximao da polcia nesses locais?

    Essa mais uma inovao do nosso Comando, criando o Projeto Viagem mais Segura, mapeamos o Eixo Anhanguera e determinando ao CPC (Comando de Policiamento da Capital) que colocasse po-liciamento das 18:00hs s 00:00hs, em todas as plataformas, todos os pontos de nibus das 19 plataformas e nos quatro terminais que fazem parte do Eixo Anhanguera. Va-mos expandir para o Eixo Norte-Sul e no Leste-Oeste.

    Existem muitos policiais lotados em reas administrativas da Polcia Militar, o que o Sr. pretende fazer para que esse nmero seja mais expressivo nas ruas?

    A primeira providncia foi es-tabelecer que o servio burocrtico da PM nas cinco maiores Regionais (Goinia, Aparecida, Anpolis, Luzi-nia e guas Lindas) ser realizado somente pela parte da manh. Tarde

    e noite sero para fazer blitz, bloqueios e operaes nas ruas.

    Quais suas impresses quanto parceria entre polcia e sociedade?

    Eu no acredito que a questo da Segurana Pblica se resolva s com a polcia. Segurana Pblica se faz com parcerias, na verdade, a grande premissa envolver todo mundo: Poder Judicirio, Ministrio Pblico, Igrejas, Comunidades e ONGs. A sim podemos chagar a bom termo. No podemos achar que s o po-licial conhece de Segurana Pblica. Pelo contrrio, temos a economistas que do aulas de segurana. A Polcia Militar s uma parte dessa grande engrenagem que o envolvimento de toda a sociedade.

    Para finalizar, faa uma explanao das principais metas a serem alcanadas pelo Comando Geral da Polcia Militar do Estado do Gois.

    Parcerias com ONGs, como a + Ao, para desenvolvermos projetos pr--ativos, projetos de Polcia Comunitria, com uma filosofa de uma polcia cidad e que respeita a dignidade das pessoas. Agra-deo a oportunidade e colocamos a Polcia Militar disposio de todos, Polcia Militar que no dia 28 de julho deste ano, faz 155 anos de servios prestados ao povo goiano.

    foto

    : Edu

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    Per

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  • 56 MinhaCidade 2013

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  • 2013 MinhaCidade 57

  • 58 MinhaCidade 2013

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  • 60 MinhaCidade 2013

  • 62 MinhaCidade 2011

    fotos: Divulgao

    O diretor da revista Minha Cidade Gustavo Oliveira e sua namorada Hene Rubia, juntamente com seus amigos Juliana, Wellington, Ana Paula e Renam Bezerra curtindo a noite no Caf De La Musique.

    Maria Oflia, diretora de vendas independente Mary Kay.

    Gregori, Wesley Leonael, Dr. Edson Fbio Pains, Dra. Leda Pains da Drogaria Dinmica Edfarma presentes na Frmula Truck

    Fisioterapeuta Janaina Santos, e a bancria e estudante de direito Leticia Morais.

    O carismtico e atuante Vice-Governador de Gois,

    Hudson Rodrigues de Novais

    Professor e Empresrio Hudson Rodrigues de Novais, parceiro da Polcia Militar de Gois

    Superintendente da Estao Goinia Empreendimentos e Eventos S/A, Elimar Caetano.

  • 2011 MinhaCidade 63

    Jornalista Ademir Batista, ncora da Tv Capital e Cerimonialista, ao lado de sua esposa, Marlene Ferreira Lopes, recebendo a Comenda Joaquim Cmara Filho, no dia 21 de maio na Cmara Municipal de Goinia, homenagem por iniciativa do Vereador Antnio Ucha

    Milene e Menezes Comemorando o dia dos namorados no Piquiras!

    O cantor goiano conhecido como cowboy da felicidade lanou

    recentemente CD e DVD: Os Grandes Sucessos de Jos Arajo

    Empresrio do Restaurante rabe, Marcelo Abro sendo prestigiado por artistas.

    O casal Fernando e Wtina, proprietrios do Caf Nice Bar,

    comemorando o dia dos namorados

    O casal Fernando e Wtina, proprietrios do Caf Nice Bar,

    comemorando o dia dos namorados

    O empresrio do ramo de jias em ouro, Alessandro de Oliveira Borges e sua esposa Lorena em evento social.

    Jos Carlos Roque dos Santos, Diretor Administrativo e sua esposa Mariza Fernandez Rosa dos Santos, Diretora Financeira da Los Pampas Churrascaria Goinia.

  • 64 MinhaCidade 2013

  • 66 MinhaCidade 2013

    crack - a epid emia do seculoA DROGA MAIS POPULAR DO BRASIL TAMBM A MAIS PERIGOSA

    Mrcia de Castro

    O mundo tem medo das epi-demias. Historicamente, elas dizimam vidas de for-ma drstica. A peste negra e a gripe espanhola mataram milhes de europeus. Outras epidemias no identifi cadas, podem ter sido a razo do desaparecimento de pequenas sociedades inteiras em eras antigas. Podemos nos lembrar da recente co-moo mundial com o aparecimento da gripe suna. Por causa do nome, erro-neamente, (e pelo desespero) criadores de porcos sacrifi caram seus animais na tentativa de conter a H1N1. Felizmente, logo os cientistas desenvolveram a vacina. Mas, atualmente, sofremos um impacto fortssimo e em efeito cascata da epidemia de hoje: o crack. A vacina no existe, e o pior que no existir. De todas as substncias qumicas dis-ponveis no mercado (os entorpecentes sempre fi zeram parte da histria do homem), o crack tem o malfi co poder de afetar toda a sociedade com seus devastadores efeitos. A violncia (ur-bana e, espantosamente, na rea rural tambm), o aumento na quantidade de moradores de rua e os altos ndices de mortes causadas pelo uso da droga, so alguns dos piores deles. Muitas dessas vtimas, so crianas e adolescentes.

    A histria de Yuri Coelho comea de uma maneira comum em casos de pessoas que se tornam dependen-tes qumicas ainda muito jovens. As primeiras experincias com drogas, ainda muito novo (aos 12 anos), foram com lcool e maconha. Mas, quando

    o assunto vcio, nada sufi ciente. A melhor preveno no tomar a pri-meira dose. Para um adicto uma dose muito e mil pouco., afirma Yuri, em entrevista exclusiva para Minha Cidade, referindo-se adico, doena gerada pela dependncia qumica do organismo e da mente. Estudos indicam ainda, que alguns indivduos possuem pr-disposio para o vcio.

    O consultor imobilirio de Goinia conseguiu se livrar do uso das drogas aos 28 anos e a experincia de ter a vida quase ceifada pela dependncia qumica rendeu o livro A Pedra no Ca-minho 14 Atitudes para vencer o vcio, da Asa Editora Grfi ca/Kelps. Na obra, a primeira Atitude Vencedora que o autor apresenta Saindo da Negao.

    Infelizmente, assim como milhares e milhares de brasileiros, Yuri no fi cou apenas no uso de maconha e ingesto de lcool. Cocana, remdios contro-lados e por fi m, o crack, comearam a fazer parte da vida do ex-usurio. O crack avassalador, pois, te proporciona grande sensao de prazer. Das drogas que usei, foi o que mais agrediu meu organismo. Desperta uma com-pulso extremamente violen-ta. Quando o efeito passa, voc fi ca para baixo, debilitado e a vida no tem mais sentido, tudo o que voc quer aquele prazer instantneo..

    poLMICaUm dos desafi os do Estado, na ten-

    tativa de conter os efeitos devastadores do crack na sociedade, a questo moral, tica e legal das internaes compulsrias. difcil identifi car at onde os direitos de escolhas de pessoas com a sanidade mental extremamente comprometida pela droga, devem ser levados em conta, pois, em contrapartida, o risco de morte constante para quem utilizada o entorpe-cente diariamente. As certezas e dvidas sobre o assunto ainda dividem opinies em diversos setores da sociedade.

    A OMS (Organizao Mundial de Sade) e a ONU (Organizaes das Naes Unidas) criticam a iniciativa, afi r-mando que ela inefi caz. Por outro lado, o Governo brasileiro tenta implantar a internao compulsria e j fez testes em So Paulo, declarando que a ao necessria quando a vida do indivduo est em risco.

  • crack - a epid emia do seculoO crack, sem dvida, tem papel

    importante no cenrio da criminali-dade e no crescimento agressivo de dependentes qumicos no Brasil. Por ser uma droga barata a mais popular e facilmente encontrada. Basta observar as praas pblicas de cidades de todo pas, ao cair da noite. A maioria dos furtos est relacionada ao uso da pedra. Em grandes centros, existem reas enormes que abrigam usurios que alimentam a fissura independentemente do horrio. O problema ficou ainda maior quando o en-torpecente de baixo custo invadiu todas as classes sociais e no se limitou mais s cracolndias brasileiras das capitais.

    De acordo com a Organizao Mundial de Sade, seis milhes de brasi-

    leiros usam a droga, considerada como a epidemia do sculo. A Unifesp, em estudo patrocinado pelo SENAD (Secretaria Na-cional de Polticas sobre Drogas), aponta que um tero dos usurios consegue a cura, outro tero vai continuar o uso com-pulsivo e um tero, morre. Destes ltimos, 85% tem a morte relacionada violncia.

    Estudioso do assunto, o Toxico-logista Lus Augusto Perillo, mostra em seu livro Drogas Causas Efeitos Pre-veno, como as drogas analpticas (es-timulantes do Sistema Nervoso Central), a exemplo do crack, atuam no organismo. Fumado, o crack age com muita rapidez, face a sua rpida absoro. Ele cruza a barreira hematoenceflica que circunda o crebro em mais ou menos 6 segundos,

    provocando um efeito estimulante violen-to com durao de at 10 minutos. Findo esse efeito a pessoa cai em depresso violenta e da a compulso por novas doses, compulso essa to expressiva, que leva adolescentes de ambos os sexos a se prostiturem para conseguirem dinheiro para sustentar o vcio.

    De acordo com o livro de Perillo, o crack usado no pas ainda mais peri-goso, por conter substncias fortssimas e txicas, que resultam na deteriorao do organismo humano. No Brasil, esto usando um tipo de crack que feito com impurezas como cido sufrico (lquido de bateria), ter sufrico, cetona e outros que potencializam (aumentam) sua toxi-cidade e do oportunidade a degenerao no tecido muscular (pulmonar), pneu-monia e outros problemas respiratrios..

    A POPULARIzAO dO CRACK

    os frutos da superaoNota-se uma forte tendncia ao

    voluntariado em pessoas que consegui-ram se livrar da dependncia qumica. Livros, projetos, aes e reunies que objetivam o resgate da dignidade e sade de adictos, funcionam como uma valiosa fora extra no combate ao avano devastador do crack, o grande exemplo o trabalho expressivo reali-zado pelo Narcticos Annimos.

    Lus Augusto Perillo afirma em seu livro que ao conversar com um

    usurio de drogas, necessrio en-sin-lo e faz-lo compreender que deixar a droga sozinho, mesmo que ele tenha vonta-de de faz-lo, muito difcil,

    quase impossvel. Ento, ele precisar do auxlio de algum

    que entenda o problema..Yuri lembra nitidamente do mo-

    mento em que entendeu que sozinho, a luta contra o vcio estava perdida. Depois de ter perdido trabalho, carro, amigos e no ter mais dinheiro para comprar drogas, cheguei ao fundo do poo e aceitei ajuda. Eu precisava de internao.. Ele precisou de trs delas para conseguir se desintoxicar definitivamente, pois, uma das in-meras dificuldades de quem depende das drogas, que elas se tornam uma poderosa vlvula de escape nos mo-mentos de dificuldades, naturais da vida de qualquer pessoa. O melhor de hoje ter minha sanidade recuperada. Vivendo um dia de cada vez. Hoje vejo as dificuldades como um caminho para a paz., afirma, vitorioso.

  • 68 MinhaCidade 201368 MinhaCidade 2013

  • 2013 MinhaCidade 69

    Antnio Almeida

    A educao desempenha cada vez mais no contexto da globalizao um papel estratgico para o aumento da competitividade. Contribui, decisi-vamente, para alavancar as empresas e melhorar os seus ndices de crescimento econmico. Neste sentido vital que o nosso Pas concentre mais os seus esfor-os no desenvolvimento da educao. Tanto o ensino nvel fundamental quanto a instruo universitria tm grande importncia para o desenvolvimento de empresas mais competitivas.

    Macios investimentos devem ser realizados na formao de professores qualificados em todos os nveis e na ampliao do padro de escolaridade da educao fundamental. Os investimentos na formao de recursos humanos mais qualifi cados trazem vantagens substan-tivas, como a ampliao dos recursos tecnolgicos disposio da sociedade. O potencial de inovao se soma ca-pacitao de recursos humanos como instrumento fundamental para o alarga-mento da fronteira de conhecimento e a expanso da competitividade.

    So os trabalhadores inovadores e com boa escolaridade que so a chave da competitividade e do crescimento econ-mico. A educao de qualidade em todos os nveis - bsico, superior e profi ssional - essencial para a competitividade das empresas. Esta foi a principal concluso de pesquisa feita pela Confederao Nacional da Indstria (CNI) com 275 lderes empre-sariais de todo o pas entre 23 de novembro e 2 de dezembro do ano passado.

    Os empresrios apontaram a educa-o como o principal fator para o aumento

    da competitividade brasileira. Segundo os pesquisados, dentre os principais fatores que afetam a competitividade da indstria brasileira, esto: a qualidade da educao, a inovao, o desenvolvimento tecnolgico, as condies das estradas, dos portos e aeroportos e os custos dos fi nanciamentos.

    Para atender a demanda brasileira pela educao, o Senai contribui oferecen-do uma srie de cursos e programas que podem ser customizados conforme a neces-sidade de cada empresa. Realizados dentro da prpria empresa, nos laboratrios do Senai ou at mesmo de forma virtual, os cursos tm como objetivo a incorporao de conhecimentos estratgicos, tericos, tcnicos e operacionais da indstria, para que o profi ssional possa aprimorar suas habilidades e executar funes especfi cas demandadas pelo mercado.

    O Senai ajuda a elevar a escolaridade, melhorar a qualidade de vida e formar trabalhadores capazes de interpretar e desenvolver novas tecnologias. Identifi ca e estuda profundamente o contexto de cada empresa e setor para ento direcionar as aes estratgicas da indstria. Sempre com foco no resultado e na sua competi-tividade. Promove a educao profi ssional e tecnolgica, a inovao e a transferncia de tecnologias industriais para elevar a competitividade da indstria.

    um dos cinco maiores complexos de educao profissional do mundo e o maior da Amrica Latina. a maior instituio de educao profi ssional com vocao para formar mo de obra para a indstria. Pelas 817 escolas fi xas e mveis, que atendem 2.700 municpios em todo o pas, j passaram mais de 58 milhes de estudantes. Apenas no ano passado, foram

    realizadas mais de trs milhes de matr-culas em cursos que vo desde a formao inicial e continuada, nvel tcnico, gradu-ao e ps-graduao tecnolgica. E para aqueles que no tm tempo, a instituio oferece cursos a distncia disponveis 24 horas por dia, sete dias por semana.

    O Servio Nacional de Aprendiza-gem Industrial o principal parceiro do governo no Programa Nacional de Acesso ao Ensino Tcnico e Emprego com 47% das matrculas no programa do governo federal. A instituio est investindo R$ 2 bilhes na implantao de uma rede que inclui 23 institutos de inovao, 63 institutos de tecnologia, 53 novos centros de formao profi ssional e modernizao de 251 unidades. Possui hoje a maior rede de laboratrios credenciados pelo Inmetro. Eles testam produtos e ajudam as inds-trias na busca pela qualidade.

    Ampliar a formao de mo de obra e promover conhecimento tcnico de qualidade, alinhados ao investimento em tecnologia e inovao o grande desafi o do setor industrial para garantir vantagem competitiva e valor econmico aos neg-cios. O Brasil precisa de novo um modelo de educao que favorea o desenvolvi-mento econmico e social. E o Senai tem um papel decisivo neste processo.

    (Antnio Almeida, presidente do Con-selho de Responsabilidade Social e

    vice-presidente da Fieg, conselheiro do Cores da CNI, presidente do Sindicato

    da Indstria Gr ca do Estado de Gois (Sigego) e Abigraf/Regional Gois,

    presidente de honra da Abraxp e diretor--presidente da Editora Kelps)

    ARTIGO

    Senai: referncia mundial em educao

  • Todos os dias distribumos alegria pelo pas. Faa chuva ou sol, deixamos seu passeio no shopping ainda mais diverti do. Na Parks & Games a famlia inteira pode brincar, a nal todo mundo tem direito de ser feliz. Brincar e se diverti r de monto mais fcil, seguro e econmico do que voc imagina. Vem brincar com a gente!

    O Brasil cou muito maisdiverti do com a Parks & Games.

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    ESCOLINHA DA ONG + AO MOSTRA TIMO dESEMPENHO FORA DE CASA

    A escolinha de Futsal ONG + Ao, em parceria com a Max Lab, participou da VIII Copa Ouro de Morrinhos realizada na cidade de Morrinhos no dia 30 de maio at o dia 2 de junho, onde participou com trs cartegorias: Sub-12, Sub-13 e Sub-14.

    A equipe ONG + Ao Sub-12 perdeu de 2 x 1 para o Atltico-GO na semifi nal;

    a equipe Sub-13 consagrou-se campe ga-nhando de 1 x 0 do Atltico-GO e a equipe Sub-14 foi vice-campe perdendo para o

    Atltico-GO por 1 x 0. Alm disso, a equipe Sub-14 teve o atleta Warley como artilheiro do campeonato com 13 gols.

    dESTAQUEMicronibus doado pela Secretaria da Casa Civil do Estado j rendeu os primeiros resultados positivos. Equipe campe do torneio: Sub-13

    O Centro de Educao Unicada (CEU), inaugurado pela Prefeitura de Anpolis no Conjunto Filostro Machado, um novo modelo educacional pioneiro no Estado. Em um s espao funciona a Escola Municipal Ayrton Senna da Silva e o Centro

    Municipal de Educao Infantil Professora Dalva Maria Trindade. Mais de mil crianas da regio leste estudam na unidade,que possui uma infraestrutura adequada para a execuo do Programa Mais Educao, oferecendo aulas de natao,

    canto coral, capoeira, jud, futebol e reforo da alfabetizao. Nas atividades extracurriculares tambm so oferecidas aulas de artes, xadrez, dana e msica.

    A Prefeitura faz a sua par te, investindo no futuro de nossas crianas.

    Priorida

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    WWW.ANAPOLIS.GO.GOV.BR

    A Prefeitura acredita e investe na escola de tempo integral

  • 2013 MinhaCidade 71

    Todos os dias distribumos alegria pelo pas. Faa chuva ou sol, deixamos seu passeio no shopping ainda mais diverti do. Na Parks & Games a famlia inteira pode brincar, a nal todo mundo tem direito de ser feliz. Brincar e se diverti r de monto mais fcil, seguro e econmico do que voc imagina. Vem brincar com a gente!

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    PARCERIAS

    NOVIDADE NA ONG+AO

    A ONG + Ao tem mais um forte parceiro em sua luta pela defesa do meio ambiente e de causas sociais. Diogo Augusto Mendona Rosa, advogado, fi liou-se Or-ganizao. Formado em Direito desde 2008, pela Universidade Salgado de Oliveira, cur-sou histria na UFG e ps-graduado em Direito Empresarial e Penal pela Faculdade Unicamps. O escritrio em que trabalha atua em todas as reas do Direito, com mais de 25 anos de experincia em todo pas.

    H pouco tempo, Dr. Diego teve a oportunidade de conhecer Leandro Sena, fundador da ONG + Ao, admirando-se pelos trabalhos exercidos junto ao meio ambiente, principalmente no Rio Araguaia.

    Sabendo da grandeza dos projetos ambientais realizados pela ONG, aceitou prontamente ao convite do ambientalista, para fazer uma parceria que tem a fi nalidade de realizar atendimentos jurdicos na sede da ONG, onde feito um trabalho diferenciado para aqueles que necessitam, seja para escla-

    recimentos ou para propositura de aes.Assim com esta parceria firmada,

    criou-se um elo muito forte, entre as propostas ambientais feitas pela + Ao e o amparo jurdico do Dr. Diogo Rosa, juntamente com toda sua equipe, podendo assim, dar assistncia e consultoria jurdica a quem quer que seja, por meio da ONG.

    AGORA, A ONG CONTA COM ASSESSORIA JURDICAOK

  • 2013 MinhaCidade 73

    NOVIDADE NA ONG+AO

  • 74 MinhaCidade 2013

    Quem somos

    Misso

    Equipe

    Jssica Lima

    Executiva de vendas

    62 8141-0612

    No mercado, no basta apenas se comunicar, tem que se destacar. Pensando nisso, a Gyn Eventos realiza um trabalho cuidadoso nodesenvolvimento de stands para sua empresa ganhar visibilidade e se diferenciar da concorrncia.Com mais de 10 anos de tradio no setor de arquitetura promocional, a Gyn Eventos combina experincia com inovao, garantindo assim um resultado acima da mdia em stands nos modelos padro, construido e misto.

    Nossa misso oferecer aos clientes a melhor e mais segura infra-estrutura para qualquer tipo de evento, visando sempre o seu sucesso.

    Com uma equipe de arquitetos e tcnicos especializados no setor, garantimos a entrega da montagem com pontualidade sem perder a qualidade.Equipes treinadas que acompanham desde o desenvolvimento do projeto at o processo de instalao e desmontagem das estruturas. Com isso, voc conta com o suporte para eventuais imprevistos.

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  • 2013 MinhaCidade 75

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  • 76 MinhaCidade 2013

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