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Revista N. 1 do Instituto Estadual do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro. A leitura é boa e tem dados importantes.

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  • REV

    ISTA 1VOLUME 1 NMERO 1 JANEIRO-JUNHO

    2012

    ISSN 2238-2496

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    ISTA IN

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    sexta-feira, 9 de dezembro de 2011 12:51:41

    GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

    Srgio Cabral Filho, governador

    Luiz Fernando Pezo, vice-governador

    SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTECarlos Minc, secretrio

    INSTITUTO ESTADUAL DO AMBIENTE

    Marilene Ramos, presidente Denise Maral Rambaldi, vice-presidente DIRETORIA DE INFORMAO E MONITORAMENTO AMBIENTALCarlos Alberto Fonteles de Souza, diretor

    DIRETORIA DE GESTO DAS GUAS E DO TERRITRIORosa Maria Formiga Johnsson, diretora DIRETORIA DE LICENCIAMENTO AMBIENTALAna Cristina Henney, diretora DIRETORIA DE BIODIVERSIDADE E REAS PROTEGIDASAndr Ilha, diretor DIRETORIA DE RECUPERAO AMBIENTALLuiz Manoel de Figueiredo Jordo, diretor DIRETORIA DE ADMINISTRAO E FINANASJos Marcos Soares Reis, diretor

  • ISSN 2238-2496

    Volume 1Nmero 1

    RIo de JaNeIRo - RJJaNeIRo-JuNho

    2012

    reV

    ISTA

  • ineana2 R. INeaNa | RIo de JaNeIRo | v.1 N.1 | p. 47-63 | JaN.- JuN. | 2012

    reVISTA INeANA

    CoNSelho edItoRIal

    Alceo magnanini, presidenterosa maria Formiga Johnssonmarco Antonio ribeiro PessoaTnia machado

    Produo edITorIAl Gerncia de Informao e Acervo Tcnico (GeIAT/dImAm)

    CoordeNAo edITorIAl Tnia machado

    reVISo elisa menezes

    NormAlIzAo Josete medeiros

    Produo GrFICA e dIAGrAmAo Conceito Comunicao Integrada

    ImPreSSo Grfica duo print

    CAPAFmea de Brachyteles arachnoides (muriqui do Sul), maior primata brasileiro, encontrado na regio Sudeste (rio de Janeiro, poro oriental de minas Gerais, So Paulo e nordeste do Paran). Ameaado de extino, o muriqui o candidato oficial do estado do Rio de Janeiro a mascote das olimpadas de 2016. Foto: daniel luz.

    Instituto estadual do ambiente (INea)Av. Venezuela, 110 SadeCeP 20081-312 rio de Janeiro rJ

    todos os direitos reservados. permitida a reproduo de dados e informaes contidas nesta publicao, desde que citada a fonte. os artigos so de inteira responsabilidade de seus autores.

    tiragem: 2 mil exemplares

    disponvel tambm em http://www.inea.rj.gov.br/publicacoes/publicacoes.asp

    Ficha catalogrfica elaborada pela Biblioteca Central do INEA

    R454 Revista Ineana/Instituto Estadual do Ambiente.

    --- v.1, n.1 (jan./jun. 2012)- ---Rio de Janeiro: INEA, 2012-

    ISSN: 2238-2496

    1. Meio ambiente Rio de Janeiro. 2. Meio ambiente Peridicos. I. Ttulo.

    CDU 628(815.3)

  • FAuNA e reCurSoS FAuNSTICoS do eSTAdo do RIo de JaNeIRo CoNSIdeRaeSAlCEo MAgNANININoRMA CRUD MACIElADElMAR F. CoIMBRA FIlho

    uSo de NdICeS deSCrITIVoS e PredITIVoS PArA dIAGNSTICo de CorPoS d'GuAFTIMA DE FREITAS loPES SoARESFlvIo JoAqUIM DE SoUzAlEoNARDo FIDAlgo TEllES RoDRIgUESlEoNARDo DAEMoN DolIvEIRA SIlvAMARCo ANToNIo RIBEIRo PESSoAMAURICIo FRANCISCo SoARESPATRCIA DoMINgoS

    rISCoS AmbIeNTAIS eNVolVeNdo o TrANSPorTe de ProduToS PerIGoSoS PArA AS GuAS CAPTAdAS PelA eTA GuANdu, rJvIvIANE JAPIASS vIANARoSA MARIA FoRMIgA JohNSSoNCARloS EDUARDo STRAUCh

    avalIao ambIeNtal eStRatGICa (aae) No eStado do RIo de JaNeIRo: poRto auPAUlINA M. PoRTo SIlvA CAvAlCANTIhElIANA vIlElA DE olIvEIRA SIlvA EMIlIo lBRE lA RovERE

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  • o conhecimento tcnico existente por trs de todas as aes de gesto ambiental da SEA/INEA, quer sejam de preservao, conservao ou recupe-rao, foi o motivo primeiro que nos levou criao de uma revista tcnica. Estruturado h apenas trs anos, o INEA, ao reunir as instituies ambientais estaduais FEEMA, SERlA e IEF , comps um corpo respeitado e produtivo de analistas ambientais e desenhou uma instituio original, baseada na integrao de saberes e de atuao, o que reflete a viso inovadora que o governo Srgio Cabral tem conferido ao Estado do Rio de Janeiro.

    Este novo desenho institucional tem exigido a adoo de novos mtodos e a reviso constante de suas prticas, de forma que a interdisciplina-ridade adquira crescente espao na organizao, na formao de seu corpo funcional e na atuao do Instituto.

    Estimular a formao de uma cultura crtica no meio tcnico, por meio do debate multidiscipli-nar das questes ambientais, , assim, no apenas um dever, e sim um reconhecimento do trabalho e da importncia desses profissionais, especialistas de diferentes geraes que pensam o ambiente desde os tempos em que a palavra sustentabili-dade representava apenas uma grande incgnita. Eis o segundo motivo.

    A produo constante de ideias e o aperfeioa-mento tcnico levam, necessariamente, divulga-o e troca intelectual, essenciais a um rgo que ambiciona consolidar-se como um gestor ambien-tal de referncia, capaz de exercer um papel estra-tgico na agenda de desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro. Como veculo de divulgao e propagao da produo tcnica do Instituto, pre-tendemos, com a Ineana, ampliar a disseminao de conhecimentos relevantes e, ao mesmo tempo, incentivar o dilogo com outros campos tcnicos da rea ambiental, alm de compartilhar com a

    Edito

    rial

  • sociedade o conhecimento produzido intramuros. Este, o terceiro motivo.

    Por tudo isso, a Ineana nasce com o nome do rgo que lhe d origem. Carrega em si o desenho institucional e a misso de compartilhar o conhe-cimento tcnico produzido pelo seu corpo de especialistas, incentivando o debate com outras instituies, de forma a ampliar o espao interdis-ciplinar da difuso de anlises, propostas e solu-es para enfrentar os problemas gerados pelo nosso desenvolvimento.

    Nossa proposta reunir, em uma revista, profissionais interessados em refletir sobre sua atuao, participar de debates e propostas de solues. queremos que a Ineana seja um veculo de divulgao de olhares e perspectivas multidis-ciplinares, interrelacionados e complementares, voltados para o conhecimento. queremos ser um instrumento de divulgao dos saberes que com-pem o rgo executivo ambiental do Estado do Rio de Janeiro.

    os artigos deste primeiro nmero da Ineana refletem a variedade do conhecimento reunido pelo corpo tcnico do INEA, assim como as ques-tes que precisam ser expostas, debatidas, apri-moradas. Com eles, os autores iniciam um caminho de dilogo e intercmbio de ideias, uma estrada a ser trilhada em conjunto com a sociedade. Todos os artigos foram analisados e aprovados pelo Conselho Editorial da Ineana formada por espe-cialistas do Instituto , cuja avaliao prima pela qualidade cientfica, originalidade e atualidade dos textos apresentados.

    o primeiro artigo, de autoria de trs reno-mados especialistas um patrimnio humano da nossa instituio , Alceo Magnanini, Adelmar Coimbra e Norma Crud Maciel, discorre sobre os recursos faunsticos dos diversos ambientes, trata da lacuna de conhecimentos existentes sobre a fauna fluminense, avalia a gravidade da inexistn-cia, nos rgos oficiais, de setores especializados

    para tratar o tema, e faz diversas proposies para soluo dos problemas.

    No segundo artigo, a gerente de qualidade de gua, Ftima de Freitas lopes Soares, e sua equipe apresentam as metodologias propostas para o clculo dos ndices ou indicadores de qualidade das guas, uma forma de traduzir para o pblico no especia-lizado a interpretao dos resultados do monitora-mento das guas, condio sine qua non para uma gesto eficiente dos ecossistemas aquticos.

    o transporte de produtos perigosos, sobre-tudo na Rodovia Presidente Dutra, expe os rios Paraba do Sul, guandu, seus principais afluentes e, consequentemente, a Estao de Tratamento de gua (ETA) guandu a srios riscos ambientais. Este o tema do terceiro artigo, escrito a seis mos pela diretora Rosa Formiga, pelo chefe do Servio de Emergncias Ambientais, Carlos Eduardo Strauch, e pela especialista em Meio Ambiente da FETRANSPoR, viviane Japiass viana.

    o quarto e ltimo artigo relata a Avaliao Ambiental Estratgica do Complexo do Au, uma iniciativa pioneira da Secretaria de Estado do Ambiente, que pretendeu dar uma nova aborda-gem para a gesto ambiental estadual. o trabalho foi elaborado pela gerente de qualidade do Ar do INEA, poca, Paulina M. Porto Silva Cavalcanti, e pelos pesquisadores da CoPPE/UFRJ, heliana vilela de oliveira Silva e Emilio lbre la Rovere.

    Esperamos que a leitura da Ineana contribua para o avano do debate, do entendimento e do enfrentamento dos desafios que o desenvolvi-mento nos impe.

    marilene ramos, presidente do Instituto Estadual

    do Ambiente (INEA)

    Carlos minc, secretrio de Estado do Ambiente (SEA)

  • FAuNA e reCurSoS FAuNSTICoS do eSTAdo do RIo de JaNeIRo CoNSIdeRaeS

    AlCEo MAgNANININoRMA CRUD MACIEl

    ADElMAR F. CoIMBRA FIlho

    ReSumo: A base da extensa bibliografia somada experin-cia dos autores permitiu a realizao deste artigo que visa a colaborar para uma ao mais efetiva em prol da proteo da riqussima biodiversidade fluminense. Os assuntos pertinen-tes fauna so analisados no que tange tanto aos preconceitos, conceitos, sucessivas situaes ao longo da histria e impor-tncia como patrimnio natural, quanto no concernente aos servios ambientais que prestam ao homem e na urgncia de ser mais eficientemente cuidados pelos governos. Os com-plexos habitats faunsticos do Estado so grupados em trs grandes categorias: 1. Ambientes martimos, 2. Ambientes das baixadas litorneas e 3. Ambientes interioranos florestais. A situao de cada ambiente e dos respectivos ecossistemas sinteticamente exposta, com meno das espcies mais des-tacadas. Ao final, em concluses, so aprese

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