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<p>mailto:secretariado.cehr@ft.lisboa.ucp.pthttp://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fachome.asp?SSPAGEID=974&amp;lang=1</p> <p>1</p> <p> revista Lusitania Sacra</p> <p>I - Igreja e sociedade em Portugal no Sculo XIX1989 * 350 p. * [ESGOTADO]</p> <p>II - Pensamento e obra do Cardeal Cerejeira: no centenrio do seu nascimento1990 * 287 p. * [ESGOTADO]</p> <p>III - Portugal e a reforma catlica: catolicismo e liberalismo1991 * 445 p. * 14 (Portugal) | 22 (Estrang.)</p> <p>IV - Estudos de histria medieval1992 * 506 p. * 14 (Portugal) | 22 (Estrang.)</p> <p>V - Jesutas na cultura e sociedade portuguesa1993 * 427 p. * 14 (Portugal) | 22 (Estrang.)</p> <p>VI - Igreja e sociedade na poca contempornea1994 * 476 p. * 14 (Portugal) | 22 (Estrang.)</p> <p>VII - Confrarias, religio e sociabilidade: sculos XV a XVIII1995 * 494 p. * 14 (Portugal) | 22 (Estrang.)</p> <p>VIII-IX - Problemtica religiosa no Portugal contemporneo1996|1997 * 767 p. * 20 (Portugal) | 30 (Estrang.)</p> <p>X - Cristianizao na poca medieval1998 * 480 p. * 14 (Portugal) | 22 (Estrang.)</p> <p>XI - Sentimento, religio e poltica na poca moderna1999 * 504 p. * 14 (Portugal) | 22 (Estrang.)</p> <p>XII - Protestantismo e catolicismo em Portugal nos sculos XIX e XX2000 * 621 p. * 20 (Portugal) | 30 (Estrang.)</p> <p>XIII-XIV - A historiografia religiosa medieval hoje: temas eproblemas2001|2002 * 740 p. * 20 (Portugal) | 30 (Estrang.)</p> <p>XV - Poder, sociedade e religio na poca moderna2003 *493 p. * 20 (Portugal) | 30 (Estrang.)</p> <p>XVI - Mutaes religiosas na poca contempornea: figuras e pensamento2004 * 638 p. * 20 (Portugal) | 30 (Estrang.)</p> <p>XVII - Clrigos e religiosos na sociedade medieval2005 * 640 p. * 20 (Portugal) | 30 (Estrang.)</p> <p>XVIII - Catolicismo e sociedade na poca moderna2006 * 686 p. * 20 (Portugal) | 30 (Estrang.)</p> <p>XIX-XX - Correntes crists, poltica e missionao nos sculos XIX e XX2007|2008 * 630 p. * 20 (Portugal) | 35 (Estrang.)</p> <p>XXI - Da histria eclesistica histria religiosa2009 * 482 p. * 20 (Portugal) | 35 (Estrang.)</p> <p>XXII - O papado de Avinho nos reinos do ocidente2010* 384 p. * 20 (Portugal) | 35 (Estrang.)</p> <p>XXIII - Clero, doutrinao e disciplinamentoJunho 2011* 358 p. * 16 (Portugal) | 28 (Estrang.)</p> <p>XXIV - A Repblica: resistncias e acatamento a nvel localDezembro 2011* 408 p. * 16 (Portugal) | 28 (Estrang.)</p> <p>XXV - A expanso do religioso: dinmicas, idealizaes eexpectativas (sculos XVI-XX)Junho 2012* 342 p. * 16 (Portugal) | 28 (Estrang.)</p> <p>XXVI - Formao de lideranas e modernidadeDezembro 2012* 268 p. * 16 (Portugal) | 28 (Estrang.)</p> <p>XXVII - Judeus e muulmanos em Portugal e no Magrebe(sculos XVI-XX)Junho 2013* 232 p. * 16 (Portugal) | 28 (Estrang.)</p> <p>XXVIII - A SantidadeDezembro 2013* 288 p. * 16 (Portugal) | 28 (Estrang.)</p> <p>XXIX - Poltica, religio e misso na modernidadeJunho 2014* 312 p. * 16 (Portugal) | 28 (Estrang)</p> <p>XXX - Catolicismo e Liberalismo em Portugal e no MxicoDezembro 2014* 248 p. * 16 (Portugal) | 28 (Estrang)</p> <p>XXXI - Vivncias religiosas femininas medievaisJunho 2015* 248 p. * 16 (Portugal) | 28 (Estrang)</p> <p>XXXII - Companhia de Jesus: contextos sociais e relaes de poder (Sculos XVI a XIX)Dezembro 2015* 398 p. * 16 (Portugal) | 30 (Estrang)</p> <p>XXXIII - Mobilidades medievais: carreiras, projetos, realizaesJunho 2016* 342 p. * 16 (Portugal) | 30 (Estrang)</p> <p>XXXIV - Heranas e usos da Bblia medievalDezembro 2016* 380 p. * 16 (Portugal) | 30 (Estrang)</p> <p>XXXV - Dilogos transocenicos: catolicismo e protestantismo em Portugal e no Brasil (Sculos XIX e XX)Junho 2017* 376 p. * 16 (Portugal) | 30 (Estrang)</p> <p>A revista Lusitania Sacra surgiu em 1956 como rgo do ento Centro de Estudos de Histria Eclesistica, tendo sido publicados 10 volumes at 1978. A publicao foi retomada em 1989, em 2 srie. Tem periodicidade semestral (desde 2011) e est referenciada por diversos servios de avaliao e bases de dados de revistas cientficas. </p> <p>Gesto de assinaturas e encomendasIsabel CostaCentro de Estudos de Histria Religiosa - Faculdade de Teologia - Universidade Catlica PortuguesaPalma de Cima, 1649-023 Lisboa | Tel. (351) 217214130 | E-mail: secretariado.cehr@ft.lisboa.ucp.pt</p> <p>1 Srie (Volumes disponveis): I (1956); II (1957); III (1958); VIII (1970); IX (1972); X (1978). </p> <p>14 (Portugal) | 20 (Estrang.)</p> <p>2 Srie</p> <p>http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?sspageID=986&amp;lang=1</p> <p>2</p> <p>coleo Estudos de Histria Religiosa</p> <p>1998 * 426 pginasISBN: 978- 972-8361-12-2</p> <p>3. A IGREJA E O CLERO PORTUGUS NO CONTEXTO EUROPEUColquio Internacional</p> <p>Obra coletiva que publica os resul-tados do Colquio Internacional A Igreja e o Clero Portugus no Contex-to Europeu, realizado em Roma e Viterbo de 4 a 8 de outubro de 2004. O colquio foi uma organizao do Projeto Fasti Ecclesiae Portugaliae: prosografia do clero catedralcio por-tugus (1071-1325). Publica textos de 26 investigadores portugueses e estrangeiros.</p> <p>2005 * 325 pginasISBN: 978-972-8361-21-115 (Portugal) | 20 (Estrang.) </p> <p>2007 * 476 pginasISBN: 978-972-8361-25-920 (Portugal) | 25 (Estrang.) </p> <p>4. UM CATLICO MILITANTE DIANTE DA CRISE NACIONAL:Manuel Isaas Abndio da Silva (1874-1914)Antnio Matos Ferreira</p> <p>Percurso biogrfico de Manuel Isaas Abndio da Silva (1874-1914), prota-gonista polifacetado do movimento catlico em Portugal, explorando a sua ao enquanto catlico e enquan-to cidado. Atravs deste percurso, procura-se esclarecer os cambiantes da recomposio do universo catlico como experincia religiosa no contex-to da sociedade portuguesa nos finais do sculo XIX e incios do XX, no con-texto do que se poder designar por metamorfose do campo religioso enquanto expresso de mundividn-cias e de formas de conscincia no mbito cultural e poltico. </p> <p>5. CARREIRAS ECLESISTICAS NO OCIDENTE CRISTO(sc XII-XIV)Encontro internacional</p> <p>Obra coletiva que publica os resul-tados do Encontro Internacional Carreiras Eclesisticas no Ocidente Cristo, que decorreu na Universi-dade Catlica Portuguesa, em Lisboa, de 28 a 30 de setembro de 2006. Este Encontro pretendeu marcar a concluso dos trabalhos do Projeto Fasti Ecclesiae Portugaliae: prosopo-grafia do clero catedralcio portugus (1071-1325). Publica textos de 21 investigadores portugueses e estrangeiros.</p> <p>2007 * 350 pginasISBN: 978-972-8361-26-615 (Portugal) | 20 (Estrang.) </p> <p>6. REPRESENTAES DO PROTESTANTISMO NA SOCIE-DADE PORTUGUESA CONTEM-PORNEA: da excluso liber-dade de culto (1852-1911)Rita Mendona Leite</p> <p>A confessionalidade da Monarquia Constitucional alicerou-se no carcter hegemnico do catolicismo romano no interior da sociedade por-tuguesa. Porm, essa hegemonia no correspondeu a um monoplio pleno, no sentido em que, em Portugal, durante a segunda metade do sculo XIX, se desenvolveram dinmicas religiosas no catlicas. As comu-nidades crists evanglicas foram parte integrante dessa construo da diferenciao que, progressivamente, foi tambm a estruturao de um percurso que as conduziria da exclu-so, legitimada pelo Cdigo Penal de 1852, liberdade de culto, consigna-da na Lei da Separao de 1911. </p> <p>2009 * 254 pginasISBN: 978-972-8361-28-014 (Portugal) | 20 (Estrang.) </p> <p>2. OS FRANCISCANOS NO MARANHO E GRO-PAR:Misso e cultura na primeira metade de seiscentosMaria Adelina Amorim</p> <p>Os Franciscanos Capuchos ramo franciscano da chamada Estreita e Regular Observncia, a no confun-dir com a Ordem independente dos Franciscanos Capuchinhos de-sempenharam papel destacado na missionao portuguesa em diversas partes do mundo. Esta obra revisita e aprofunda a histria da sua presena apostlica e cultural no Maranho e Gro-Par na primeira metade do sculo XVII, sendo os primeiros religiosos a entrar nesse dilatado territrio dois frades capuchos da custdia de Santo Antnio do Brasil, com sede em Olinda, em 1614. </p> <p>2005 * 368 pginasISBN: 972-8361-20-315 (Portugal) | 20 (Estrang.) </p> <p>O Santurio de Nossa Senhora de Nazar, localizado na escarpa do Stio e organizado com base na Imagem milagrosa da Senhora, foi um dos mais importantes centros de peregrinao de Portugal nos sculos XVII e XVIII. Este estudo publica os resultados de uma investigao sobre o Santurio entre 1600 e 1785, procurando conhecer as motivaes dos peregrinos, a sua provenincia geogrfica e social, as suas formas de organizao, os itinerrios que percorreram e a maneira como se comportavam no Santurio.</p> <p>1. PEREGRINOS DA MEMRIA: O Santurio de Nossa Senhora da Nazar (1600-1785)Pedro Penteado</p> <p>Esgo</p> <p>tado</p> <p>http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=332http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?sspageID=988&amp;lang=1http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=193http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=193http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=193http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=193http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=172http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=172http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=172http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=172http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=172http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=369http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=369http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=369http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=369http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=356http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=356http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=356http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=356http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=356http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=356http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=210http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=210http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=210http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=210http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=210http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=332http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=332http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=332http://www.ft.lisboa.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_fac.asp?SSPAGEID=989&amp;lang=1&amp;artigoID=332</p> <p>3</p> <p>8. A GUERRA RELIGIOSA NA I REPBLICAMaria Lcia de Brito Moura</p> <p>Portugal viveu um ambiente de guerra religiosa nos primeiros anos da I Repblica (1910-1917). As popu-laes nem sempre foram submissas, recusando-se a abandonar crenas e tradies em obedincia a uma legis-lao redigida por livres-pensadores que no aceitavam os quadros men-tais e sociais existentes. O combate fez-se em diversas frentes: a escola, o registo civil, as corporaes cultuais, as normas restritivas aos atos de culto, a integrao ou rejeio do programa republicano por parte do clero. Mais do que o debate poltico--ideolgico, preferiu-se captar atitu-des e comportamentos, reveladores do sentir de homens e mulheres, apanhados no agitar de ideias das primeiras dcadas do sculo XX.</p> <p>2010 * 638 pginasISBN: 978-972-8361-32-725 (Portugal) | 30 (Estrang.) </p> <p>9. SEPARAO RELIGIOSA COMO MODERNIDADE: Decreto-lei de 20 de Abril de 1911 e modelos alternativosSrgio Ribeiro Pinto</p> <p>Estudo sobre a Lei da Separao do Estado das Igrejas, enquanto expresso do projeto de moderni-zao poltica e cultural, entendida como subtrao da influncia da Igreja Catlica e legitimao no confessional do poder no s poltico mas tambm social que o republica-nismo portugus procurou edificar. O processo acarretou o confronto com a instituio religiosa hegemnica no pas, embate institucional que se apresenta como reflexo do conflito de mundividncias e de programas que procuravam modelar o espao pblico e os quadros mentais.</p> <p>2011 * 256 pginasISBN: 978-972-8361-35-815 (Portugal) | 20 (Estrang.) </p> <p>10. RELIGIO E CIDADANIA:protagonistas, motivaes edinmicas sociais no contextoibrico</p> <p>Antnio Matos Ferreira,Joo Miguel Almeida (coord.)</p> <p>Obra coletiva que rene um con-junto de 41 estudos inicialmente apresentados em Jornadas de Estudo do Centro de Estudos de Histria Religiosa sobre: Politizao dos catlicos e motivaes religiosas (2008); Crentes e polticos: prota-gonistas sociopolticos na sociedade portuguesa contempornea (2009); e Sociedade civil e associativismo re-ligioso no Portugal contemporneo (2010). Procura-se com estes estudos compreender mltiplos contornos do agir e das respetivas legitimidades expressas no debate de cada poca e nas distintas modalidades da relao entre o terreno religioso, a sociedade e a Estado. </p> <p>2011* 684 pginasISBN: 978-972-8361-36-525 (Portugal) | 30 (Estrang.) </p> <p>11. INQUISICIN Y POLTICA: El gobierno del Santo Oficio en el Portugal de los Austrias (1578-1653)Ana Isabel Lpez-Salazar</p> <p>Nesta obra estuda-se o Tribunal da F como instituio, isto , a sua evoluo interna, o seu sistema de governo, a comunicao que estabeleceu com a Coroa, os vnculos de colaborao e de conflito que manteve com as outras instituies e poderes e os projetos de reforma do Tribunal planeados pela Monarquia. Simultaneamente, devolve-se o protagonismo aos inquisidores gerais e deputados do Conselho Geral do perodo filipino, com o objetivo de conhecer as suas origens sociais e carreiras poltico-eclesisticas, as suas relaes familiares e clientelares e os seus vnculos com a Monarquia.</p> <p>2011 * 424 pginasISBN: 978-972-8361-39-620 (Portugal) | 25 (Estrang.) </p> <p>12. OS DZIMOS NO FINAL DO ANTIGO REGIME: Aspectos Econmicos e Sociais (Minho, 1820-1834)Daniel Ribeiro Alves</p> <p>Em 1832, no decorrer da guerra civil e ainda na ilha Terceira, Mouzinho da Silveira assinou o decreto que ps fim aos dzimos, imposto cujos objetivos originais eram financiar a estrutura da Igreja, manter o culto e auxiliar os pobres. Contudo, no final do Antigo Regime, os dzimos j no eram usados exclusivamente para esses fins e uma parte era recolhida por indivduos e instituies que no estavam ligados Igreja. Incidindo nos anos que antecederam o decreto de...</p>