revista guarulhos - edição 90

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Festa completa - Dicas e locais para organizar o aniversário de crianças, adolescentes e adultos. Currículo - Saiba mais sobre o programa Au Pair Mesa - O tradicionalismo do Tsurukame Gente - Maestro Celso Franchini e Deise Vinha

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  • Ano XI n 90 / Julho / 2014Diretor Responsvel: Valdir Carleto

    GENTEMaestro Celso Franchini

    e Deise Vinha

    MESAO tradicionalismo

    do Tsurukame

    CURRCULOSaiba mais sobre

    o programa Au Pair

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    FestacompletaDicas e locais para organizar o aniversrio de crianas, adolescentes e adultos

  • MA_016_Anunc.20,5x27.indd 1 7/8/14 12:39 AM

  • MA_016_Anunc.20,5x27.indd 1 7/8/14 12:39 AM

  • 411 2440.1038R: Conselheiro Antonio Prado, 323Av. Esperana, 1.038Vila Progresso | Guarulhos facebook.com/colegioclip

    www.colegioclip.com.br

    Volta s aulasPara todo tipo de ofcio ou compromisso, a pausa necessria.

    Todo empenho e dedicao precisam de um momento de descanso, para que o corpo se revigore e a mente se reorganize para que possam enfrentar os desafios

    da prxima etapa.

    O Colgio CLIP deseja a todos os envolvidos com o ambiente escolar um excelente retorno s aulas.

    ndice

    46mesa A tradio

    da culinria oriental no Tsurukame

    52currculo

    Para que quer viajar e conhecer outros pases, o programa Au Pair

    pode ser uma boa ideia

    10entrevistaCelso Franchini, maestro e fundador da Camerata Guarucordas

    16capaComemorar o aniversrio sinnimo de diverso e alegria. Saiba como orga-nizar tudo para no levar sustos

    64acelera

    Hyundai Veloster e a oitava gerao

    do Passat

    48perfil

    Deise Vinha, proprietria

    da Dolce Vitta

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    Rafael A

    lmeida

    60por aquiO que acontece

    na cidade

    58livros

    Ttulos sobre festas e dicas para ajudar na organizao

    de eventos

    66lista 5As cavernas

    mais belas ao redor do mundo

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  • 11 2440.1038R: Conselheiro Antonio Prado, 323Av. Esperana, 1.038Vila Progresso | Guarulhos facebook.com/colegioclip

    www.colegioclip.com.br

    Volta s aulasPara todo tipo de ofcio ou compromisso, a pausa necessria.

    Todo empenho e dedicao precisam de um momento de descanso, para que o corpo se revigore e a mente se reorganize para que possam enfrentar os desafios

    da prxima etapa.

    O Colgio CLIP deseja a todos os envolvidos com o ambiente escolar um excelente retorno s aulas.

  • editorialPor Valdir Carleto

    Nada entendo de futebol. Mas inevitvel falar sobre a Copa do Mun-do, que concentrou todas as atenes nas semanas recentes.

    Vamos por partes. No que diz respeito realizao da Copa no Brasil, entendo que passamos bem no teste. Ainda que tenham sido desviados uns tantos milhes de reais em obras superfaturadas ou que tenham cus-tado infi nitamente acima dos valores orados, o fato que o vexame que os catastrofi stas previam no aconteceu.

    Inaugurados s pressas e ainda inconclusos, os aeroportos deram conta da demanda. A rede hoteleira foi bem avaliada pelos turistas, nos-sa gastronomia aprovada e, surpresa, at os trens da CPTM foram elo-giados. Isso tudo sem contabilizar os ganhos que nosso turismo pode conquistar no futuro, graas ao encantamento que as riquezas naturais do Pas causaram nos visitantes. Por outro lado, o comrcio, no geral, so-freu muito no perodo e s um ou outro ramo de atividade faturou com o evento. Ainda assim, o ingresso de divisas superou a expectativa.

    J no futebol, onde os brasileiros mais depositavam esperanas, fo-mos um retumbante fracasso. Chegamos semifi nal mais pela fragilida-de dos adversrios ou por sorte do que por mrito da Seleo.

    Quando nos deparamos com um time altura, tomamos uma surra de tal monta, que s no perdemos o rumo de casa porque j estvamos em casa. Vencer ou experimentar a derrota natural em qualquer es-porte. Porm, uma tunda de 7 a 1 acho que surpreendeu at os prprios alemes. Depois daquilo, tomar trs gols da Holanda foi at pouco.

    Escrevo este artigo horas aps o jogo em que a Alemanha sagrou-se campe. Deu gosto ver o quanto todos se empenharam em campo para obter a vitria. Os aguerridos argentinos no esmoreceram um momen-to sequer, lutaram at o ltimo instante.

    Ambas as selees da fi nal mereceriam vencer, pela garra que demons-traram. E mostraram que o Brasil colheu o que plantou. nossa equipe faltou conjunto, em parte porque a maioria joga no exterior. Ganhando fortunas, no esto nem a com o Pas. Politicagem demais na CBF e, no time, falta de experincia, maturidade, humildade, ttica, e, principalmen-te, brio, amor camisa, que deveria ser traduo de amor Ptria.

    Que a retumbante derrota sirva de lio. A vida no se resume a fu-tebol, mas em campo se demonstra uma sntese do que somos como Na-o. Temos muito a aprender, mesmo com os que sequer chegaram s quartas de fi nal. Com o gesto de cidadania dos japoneses, por exemplo.

    A vida continua. Que saibamos nos valer dessa lio para construir-mos um Brasil melhor.

    Que sirva de lio

    expedienteDiretor Responsvel:

    Valdir Carleto (MTb 16.674)valdir@revistaguarulhos.com.br

    Diretor Executivo:Fbio Carleto

    fabio@revistaweekend.com.br

    Editora Executiva:Vivian Barbosa (MTb 56.794)

    redacao@carletoeditorial.com.br

    Assistente de EdioAmauri Eugnio Jr.

    Redao:Els Lucas, Michele Barbosa e Talita Ramos

    Reviso:Simone Carleto

    Fotografia:Mrcio Monteiro e Rafael Almeida

    Direo de arte:Cintia Brumatti

    Design Grfico:Aline Fonseca, Katia Alves

    e Williane Rebouas

    Comercial:Ana Guedes, Eliane SantAnna, Laila Inhudes,

    Maria Jos Gonzaga, Patrcia Matos,Thais Cristine e Thas Tucci

    comercial@revistaweekend.com.br

    Administrativo:Viviane Sanson e Saiummy Takei

    DistribuioLuiz Aparecido Monteiro

    Impresso e acabamento:Duograf Grfica e Editora Ltda.

    Tel: (11) 3933-9100

    Tiragem: 8 mil exemplares

    A RG - Revista Guarulhos umapublicao da Carleto Editorial Ltda.

    opiniao@revistaguarulhos.com.brwww.revistaguarulhos.com.br

    33 anos de Jornalismocom Responsabilidade Social

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    Guarulhos. CNPJ: 10.741.369/0001-09Tel.: (11) 2461-9310

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    Fotos: Mrcio M

    onteiro

    Por Valdir Carleto

    Dez anos de batuta e lutaCamerata GuarucordasE

    NT

    REV

    ISTA

    Revista Guarulhos: Onde nasceu, quando e por que veio para Gua-rulhos?Celso Franchini: Nasci em So Pau-lo, mas minha vida musical toda em Guarulhos. Eu me formei em So Paulo, depois de cursar trs anos de Farmcia e Bioqumica na USP. Deixei para me dedicar m-sica, em 1980. Vim para Guarulhos em 1988, quando assumi como pro-fessor no Conservatrio Municipal.

    Qual sua formao?Fiz faculdade no Instituto de Artes da Unesp e cursei o Conservatrio Paulista de Msica e Artes, que j no existe h vrios anos.

    Desde que idade resolveu estu-dar msica?Tenho antecedentes na famlia, ir-mo e irm tinham iniciado estu-dar msica. Faleceu um tio meu e foram para mim colees de discos

    da Selees, msica clssica, trilhas de cinema, Grandes compositores da msica universal... Comecei a ouvir com 10 ou 11 anos, juntava dinheiro para comprar os LPs. Em 1972, comecei a estudar piano no conservatrio.

    Para aprender msica, preciso ter dom ou isso se desenvolve?.Discuto nas aulas o que dom. Le-vam para o lado religioso. Creio que

    Celso Franchini, maestro, o fundador e regente da Camerata Guarucordas, formada por jovens msicos e que completou dez anos de atividades

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    algo que voc quis desenvolver. O primeiro passo querer. Musica-lidade todo mundo tem, indepen-dente de estudar.

    Quem no tem essa facilidade, qual a receita?Estudar, exercitar. Depende do ob-jetivo de cada um. Villa-Lobos dizia que no acreditava em inspirao; faz-se bem feito ou uma porcaria. Costumamos dizer que trabalho musical 99% transpirao e 1% inspirao.

    Quais instrumentos sabe tocar?Estudei piano e viola de orquestra. At sei tocar fl auta, violoncelo, vio-lino, mas superfi cialmente. O que sei tocar mesmo o que estudei.

    O que um msico precisa saber para ser maestro? mito que seja preciso saber tocar todos os instrumentos. Mas pre-ciso conhec-los, saber as possibili-dades de cada um. E preciso saber msica profundamente, conhecer a

    histria dos compositores e saber situar a msica no contexto de cada um deles e saber transportar para a poca em que se est.

    Em que os instrumentos atuais diferenciam dos da poca dos grandes compositores clssicos?So os mesmos, o que muda a tec-nologia. At meados do sculo XIX as cordas eram feitas de tripa; de-pois passaram a ser de ao. A sono-ridade mudou. Violino do perodo romntico do sculo XIX diferente do barroco. O trompete, por exem-plo, evoluiu muito. Tudo dependia da mo e do sopro; as vlvulas mu-daram a caracterstica da msica; houve muita evoluo sonora, h muito mais recursos, alcanando tons que no eram possveis.

    a favor da obrigatoriedade do ensino de msica nas escolas?Sou a favor que esteja disponvel, importante para a formao cultu-ral da pessoa, mas sou contra qual-quer obrigatoriedade.

    Como surgiu a ideia de fundar a Camerata Guarucordas? E o que caracteriza uma camerata?Camerata nome genrico que de-signa um grupo pequeno de instru-mentos, um conjunto que cabe em uma sala pequena. A ideia de um grupo formado s por cordas sur-giu para mostrar que possvel en-carar msica como profi sso, viver de msica e no apenas de lazer. O nico jeito de fazer isso convencer quem est tocando, para depois fa-zer o pblico entender isso.

    Como escolhe entre os alunos do Conservatrio Municipal os que faro parte da Camerata?Lecion