revista guarulhos - edição 66

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Solidariedade: Quem se dedica ao próximo e a melhorar o mundo também se beneficia, pois se sente mais feliz Gente: Fernando Diniz e Adriana Trotta Comportamento: A volta às aulas com muita disposição Compras: Opções de presentes para os pais

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    2012/ SO

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    REVISTA GUARULHOSAno X - n 66 - Julho 2012 - R$ 12,90 Diretor Responsvel: Valdir Carleto

    genteFernando Dinize Adriana Trotta

    comportamentoA volta s aulas

    com muita disposioOpes de presentes

    para os pais

    compras

    SolidariedadeQuem se dedica ao prximo e a melhorar o mundo

    tambm se benefi cia, pois se sente mais feliz

  • Rua Francisco Antunes, 598 - Vila AugustaGuarulhos|SP - CEP: 07040-010

    Tel.: (11) 2442.2600 | Fax: (11) 2408.5247vendas@reisoffice.com.br | comunicacao@reisoffice.com.br

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    Revista Guarulhos_MAIO.pdf 1 22/05/2012 10:54:38

  • 12 capaVoc sabe como ser solidrio?

    8 entrevista Fernando Diniz

    74 mesaO famoso restaurante Outback chega a Guarulhos

    44 Tecnologia Check-in nas redes sociais52 Compras Presentes para o Dia dos Pais62 Livros O que no pode faltar na sua biblioteca64 Nossos Filhos Perfeitos aos olhos dos pais66 Data Dia do Advogado72 Crtica Meu Amor76 Gastronomia Delcias da cidade80 Registrando Fatos marcantes do ms92 Turismo Mercado de Amparo reinaugurado94 Veculos Nova gerao do SUV Mercedes98 Lista 7 Os melhores games

    ndice

    40 perfi lAdriana Trotta

    48 sadePrevina-se contra as doenas de Inverno

    BANCO DE IMAGENS

    56 modaO que up ou over para as madeixas

    58 comportamentoVolte s aulas cheio de pique

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  • expediente

    editorialpor Valdir Carleto

    A RG - Revista Guarulhos uma publicao da Carleto Editorial Ltda.opiniao@revistaguarulhos.com.br - www.revistaguarulhos.com.br

    Redao e Comercial: Av. Joo Bernardo Medeiros, 74 - Bom Clima - Guarulhos/SPCEP 07197-010 - Telefone: (11) 2461-9310Impresso: Editora Parma - Guarulhos - tel. 11 2462-4000 Tiragem desta edio: 10 mil exemplares. Assinaturas: R$ 129,00 (12 edies)

    Diretor responsvel: Valdir Carleto (MTb 16674)Diretor Executivo: Fbio CarletoEditora Executiva: Vivian Barbosa (MTb 56794)Redao: Amauri Eugnio Jr., Els Lucas, Mait Coelho, Tamiris Monteiro e Val OliveiraReviso: Simone Carleto e Srgio RibeiroDiagramao: Douglas Caetano, Mariana Vasquez, Rogrio Hanssen e Williane RebouasFotos: Mrcio Monteiro e Rafael AlmeidaComercial: Ana Guedes, Brbara Szul, Flvia Mesquita, Karina Fontes, Laila Inhudes, Lena Kocsis, Maria Jos Gonzaga, Patrcia Matos e Thas TucciAdministrativo: rika Silva e Viviane Sanson

    Em eleio, vale tudo. S no vale perder. Pelo menos, a fi losofi a que parece prevalecer em boa parte dos candidatos.

    So to poucos os que tm algum respeito pelo eleitor, que chega a ser justifi cvel a ojeriza que as pessoas sentem pela classe poltica.

    Afi nal, do que se v e se ouve nas ruas praticamente nada sobra de propostas viveis, de programa par-tidrio, de comprometimento com as reais necessidades da populao.

    Como escreveu o incomparvel Castelo Hanssen, nos saudosos tem-pos do Olho Vivo, at os partidos ditos ideolgicos transformaram-se em sopas de letrinhas. Em nome da necessidade de atingir o quociente eleitoral, que o nmero mnimo de votos para eleger um parlamentar, os partidos aceitam fi liao de pes-soas que nada tm a ver com a linha fi losfi ca que o nome da legenda im-plicaria adotar.

    Ora, se os partidos no respeitam sua prpria histria, que moral tero para exigir comportamento digno e coerente de seus fi liados?

    Tenho muitos amigos que so candidatos e certo que alguns de-les fi caro aborrecidos comigo, mas, a exemplo de Geraldo Vandr, que dizia no cantar para enganar, no

    escrevo aqui para agradar a gregos, nem a troianos, mas para manifestar a opinio que, aps dcadas de expe-rincia e de desenganos, julgo-me no direito de expressar.

    Os partidos precisam de formi-guinhas para carregar as folhas que construiro o tal quociente eleitoral. Grosso modo, para eleger um vere-ador um partido precisa reunir 3% dos votos vlidos do municpio.

    Guarulhos tem neste ano mais de 800 mil eleitores. Descontando os votos brancos e nulos, digamos que tenhamos 600 mil votos vlidos. Portanto, para eleger um s represen-tante na Cmara, cada partido ter de obter 18 mil votos. De nada adianta ter um nome forte, com 5 mil votos, se a soma de todos os demais no chegar a 13 mil votos. O campeo do partido pode morrer na praia.

    Para evitar que isso acontea, os partidos aceitam candidatos que no tm a menor chance, mas guardam a esperana de que podem eleger--se. Os dirigentes negociam o apoio a um ou outro candidato a prefeito, em troca de recursos ou materiais de campanha para alimentar essa tnue esperana dos que tero cem, duzen-tos ou quinhentos votos, vitais para atingir o quociente eleitoral.

    Assim, o que se v e ouve no so

    propostas para um Legislativo forte e atuante, que exera com altivez e dignidade seu papel, mas mero desfi -le de nomes, apelidos e slogans, que martelam a cabea dos pobres eleito-res, em uma tentativa alucinada de lavagem cerebral.

    Ao eleitor consciente resta a al-ternativa de analisar o quadro elei-toral com muita ateno. Entre os cerca de mil candidatos a vereador de Guarulhos, certamente h alguns com uma folha de servios prestados em sua rea de atuao, seja ela qual for. Afi nal, quem no exerce com dig-nidade a prpria profi sso represen-tar bem a populao na Cmara? Para ser candidato preciso ter, pelo menos, noo do que deve fazer um legislador. E muitos dos que esto por a tocando suas infernais musi-quinhas no tm a menor ideia disso.

    Sequer estou me referindo aos que agem de m-f, aos que com-pram votos guisa de contratar cen-tenas ou milhares de cabos eleitorais para a boca de urna. Esses j so caso de polcia e espero que a Justia Elei-toral tenha meios de combater essa nefasta prtica.

    Saber separar o joio do trigo a grande tarefa do eleitor. Depois, no adianta reclamar, pois no existe C-digo de Defesa do Eleitor.

    Caa aos votos

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  • entrevista

    Religio e Responsabilidade social

    FOTO

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    Por Mait Coelho

    Revista Guarulhos - Onde nasceu, quando e porque veio para Guarulhos?Fernando Diniz - Nasci na cidade de So Paulo em janeiro de 1975. A inicia-tiva de vir a Guarulhos partiu de meu pai que, voltando de uma viagem e pas-sando pela via Dutra, sentiu forte amor por este lugar. algo de Deus mesmo.

    Viemos para Guarulhos, servir e amar esta cidade.

    RG- Como defi ne Guarulhos?FD Para a cidade ainda dou nota 6,5. H bairros agradveis, temos o Bosque Maia que atrai muita gente para lazer e ativida-de fsica, novos e bons restaurantes esto

    chegando, mas Guarulhos precisa de mais investimentos direcionados para o aten-dimento hospitalar, trnsito e limpeza, tanto para a regio central como para os bairros distantes. A populao da cidade carinhosa, mas precisa ser mais conscien-te, amar e zelar mais pela cidade. Guaru-lhos (cidade e povo) o lugar que amo.

    Pastor Fernando Diniz fala dos projetos sociais para jovens que desenvolve junto igreja Comunidade da Graa

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    RG- Qual sua formao?FD - Sou pedagogo e especialista MBA em Gesto de Pessoas pela Fundao Getlio Vargas. Duas certifi caes tambm compem minha formao: Coaching e Teoria DISC, metodologias aplicadas para auxiliar na defi nio de metas, desenvolver plano de ao e analisar perfi s comportamentais.

    RG - Quais atividades voc exerce?FD - Lidero o projeto internacional com jovens (denominamos MAG: Marcando a Gerao) da Comunidade da Graa, comunidade crist na qual sou pastor. Tambm palestro na rea de treinamento e desenvolvimento de pessoas em empresas, e para as organi-zaes escolares desenvolvo a palestra O Educador Contagiante.

    RG - Entre todas as atividades que voc exer-ce, a qual delas voc dedica mais tempo?FD - Gosto de trabalhar de forma bem planejada. Os vrios projetos locais, na-cionais e internacionais da Comunida-de da Graa so os que exigem mais do meu tempo.

    RG - Qual a principal funo de um pas-tor, especialmente numa denominao com tantos membros como a Comunida-de da Graa?FD - Pastor no ttulo, uma voca-o espiritual. Isso faz toda a diferen-a, porque a ideia no ser importan-te por causa do cargo, mas sim ser til por causa da funo. O pastor deve dedicar parte do seu tempo para ser mentor e formar lderes pessoalmen-te, alm de promover o bem na cidade onde vive e ser exemplo de conduta ntegra como cidado.

    RG - O projeto Educador Contagiante tem qual objetivo?FD- Observei que os educadores, no s em Guarulhos, que tm a funo de desenvolver um trabalho to impor-tante, esto despreparados. Inquieto com esta realidade aluguei uma sala no hotel Mnaco, h alguns anos, e convidei educadores para uma pales-

    tra. A partir daquele dia, surgiram in-meros convites para palestrar em todo o Brasil. O objetivo resgatar valores, motiv-los, apresentar ideias que faci-litem sua didtica e, de alguma forma, os estimule a viver mais realizados com seu trabalho, trazendo benefcios a eles mesmos, para a escola e, de ma-neira especial, aos alunos.

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  • entrevista

    RG - Qual o maior desafi o de um gestor de pessoas?FD - Entre tantos, destaco a mis-so de diminuir o nvel de tenso que existe entre pesso