Revista Crescendo Juntos [19 Edio]

Download Revista Crescendo Juntos [19 Edio]

Post on 07-Mar-2016

228 views

Category:

Documents

7 download

DESCRIPTION

Revista Crescendo Juntos [19 Edio]

TRANSCRIPT

  • Dezembro/2011 - Edio n 19 - Ano VI

    FTT - 1. Lugar do ABC Termomecanica:Conquista em dobroCEFSA - A concretizao

    de um sonho

  • Caro leitor:

    Crescendo JuntosUma publicao do Setor de Comunicao do

    Centro Educacional da Fundao Salvador Arena Tiragem: 2.500 exemplares

    COLABORADORES DA EDIO N 19Reprteres e fotgrafos: Beatriz de Alcntara Arajo, de PG 2Karina Bonilha Roque, da 1 Srie ESilvio Sousa Cabral, de ADS 2Thas de Jesus Batista, da 3 Srie G

    Diagramao: Helena CristinaCapa: Cesar Passaretti Verso online: Fernanda HyodoFotos: arquivos do CEFSA/SXC/GoogleRedao: Srgio MartinsReviso: Nilza Banhato Dimambro e Srgio MartinsResponsveis: Luiz Henrique Pion Vieira e Helena Cristina

    CENTRO EDUCACIONAL DA FUNDAO SALVADOR ARENAEstrada dos Alvarenga, 4.001 - Bairro Alvarenga - CEP 09850-550 So Bernardo do Campo - SP Tel: (11) 4359-6565 - Fax: (11) 4359-6577

    www.cefsa.org.br www.fundacaosalvadorarena.org.br crescendojuntos@cefsa.org.br

    2 :: Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 ::

    EDITORIAL

    Chamou a ateno de um jornalista norteamericano uma frase estampada num cartaz, logo na entrada de uma academia: Tudo, menos car parado! (Anything, but stand still!) Foi a inspirao que ele

    precisava, para escrever um artigo sobre a necessidade de continuarmos

    evoluindo incessantemente, em todos os sentidos.

    Pois bem, nossa revista Crescendo Juntos, segue esse preceito. Comeou, anos atrs, como um simples jornal mural, que era colocado nos quadros de avisos e nas salas de aula. Tempos depois, passou a ser um jornalzinho, de pequeno formato, mas que j era distribudo a todos os alunos. Em seguida, transformou-se numa revista colorida, tambm distribuda a todos os que fazem parte do nosso Centro Educacional. E agora, alm de continuar sendo editada em papel, transformou-se

    tambm em revista online, ou seja, qualquer pessoa que tenha acesso Internet pode ler suas matrias, da edio atual ou de anteriores. Basta clicar em www.cefsa.org.br/crescendojuntos/. Nesta edio, a ltima de 2011, procuramos manter o mesmo

    padro de qualidade j consagrado por nossa revista, sempre com o propsito de transmitir a nossos leitores tudo o que acontece de mais

    importante no Centro Educacional da Fundao Salvador Arena. De forma didtica e instrutiva, como deve ser um instrumento de comunica-o de uma instituio educacional. O leitor ter oportunidade de saber

    sobre os eventos realizados no CEFSA e sobre os projetos desenvolvidos no Colgio Termomecanica e na Faculdade de Tecnologia Termomeca-nica; aumentar seus conhecimentos sobre nutrio, sade, Histria, Lngua Portuguesa e outros assuntos; enm, car a par dos aconte-cimentos que dizem respeito nossa realidade e conquistar mais conhecimento e sabedoria, algo que a boa leitura (em papel ou online) pode proporcionar. Como estamos no nal de mais um ano, s nos resta desejar a todos

    os nossos leitores boas festas e um ano novo repleto de perspectivas e

    realizaes. Tudo de bom para todos. Tudo, menos car parados!

    Bom divertimento a todos.

    Srgio Martins

    A primeira edio da Revista susTMtabilidade conta com a colaborao dos alunos do Colgio Termomecanica e com a orientao dos professores.A revista tem como objetivo discutir sobre um tpico de destaque na atualidade: a Sustentabilidade Ambiental.

    Acesse o link abaixo para visualizar a 1 edio online:www.cefsa.org.br/sustmtabilidade

  • Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 :: 3

    BIBLIOTECA

    Colaborao: Maria Carolina Leite Navarro (Infoeducadora)

    Colaborao: professoras do Nvel V e 1 Ano

    Colaborao: Maria Carolina Leite Navarro (Infoeducadora) e Andra, Ana Lcia, Margarete e Elizabeth (professoras do 1 Ano)

    Vinte e um de setembro uma data muito especial no calendrio brasileiro: em todo o Pas comemora-se o Dia da rvore. A data foi escolhida por ser prxima do incio da primavera, a estao em que os vegetais reorescem e as ores aparecem em maior quantidade. Essenciais para a vida, as rvores no s embelezam o planeta; elas tambm fornecem o oxignio que respiramos, do sombra e frutos, mantm a umidade do ar, servem de abrigo para os animais e oferecem a madeira para nossas necessidades. Pensando na importncia dessa data, as bibliotecas do CEFSA realizaram diversas atividades relacionadas ao tema. Os alunos da EI e do 1 Ano realizaram uma visita ao bosque, onde tiveram a oportunidade de ouvir histrias, debaixo da sombra fresca de uma rvore. Nas bibliotecas do EF I, EF II e EM/FTT, foram expostos alguns materiais sobre o Dia da rvore, para que os alunos pudessem analisar e aprofundar ainda mais seus conhecimentos sobre o tema.

    A alimentao saudvel uma grande aliada nossa, permitindo que

    vivamos mais e melhor. Quem tem preocupao com a sade, no pode deixar de escolher cuidadosamente seus alimentos. Atualmente, vivenciamos um perodo de grande transio alimentar: deixamos de consumir alimentos naturais e passamos a dar preferncia aos industrializados, com conservantes, aromatizantes, agrotxicos etc., princi-palmente por causa da correria da vida moderna e das propagandas. Mas anal, quem que no gosta de comer? Sem dvida, comer muito

    O que a criana mais gosta de fazer se envolver em brincadeiras e jogos. sua forma de representar e conhecer o mundo. Brincar algo que se ensina, ou seja, uma aprendizagem social, uma maneira que as crianas tm de produzir cultura. Em suma, a forma de expresso da infncia por excelncia. Por isso, os alunos, especialmente os da Educao Infantil, precisam ter horas destinadas ao ato de brincar, durante o perodo em que cam na escola. Na semana da criana, no poderia ser diferente! Os alunos tiveram a oportunidade

    21 de Setembro, Dia da rvore

    Laboratrio de Alimentos

    bom, mas precisamos fazer uso de alimentos saudveis. Por isso, o tema alimentao est presente em todas as etapas da formao escolar e parte essencial na formao de hbitos e atitudes saudveis.

    Foi com esse objetivo que as

    professoras apresentaram aos alunos do 1 Ano do EF I a pirmide alimentar, que mostra quais alimentos devem ser ingeridos em maior ou menor quantidade, lembrando que quanto mais

    colorido o nosso cardpio ou nosso prato, mais rico em vitaminas e nutrientes ele ser.

    Visita ao

    de participar de momentos especiais, dedicados e planejados com muito carinho por toda a equipe do colgio. Vrias atividades ldicas e culturais zeram parte dessa comemorao, que procurou integrar nossos alunos com atividades interativas, tais como brincadeiras na piscina, caa ao tesouro, apresentao musical com o grupo Batucantantes e lanches especiais. Os alunos se divertiram pra valer, brincaram o tempo todo, enm, zeram aquilo que todas as crianas deveriam ter direito de fazer, no dia dedicado a elas.

    No existe na criana uma brincadeira natural; a brincadeira um processo de relaes inter-

    individuais, portanto, de cultura (Gilles Brougre).

  • Colaborao: Milena Medeiros de Andrade e Ins Tezoni Pellegrino

    Colaborao: Ins Tezoni Pellegrino

    4 :: Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 ::

    A Industrializao da Regio Sudeste e a Participao da Termomecanica

    CDMR

    BIBLIOTECA

    Durante as aulas de Geograa, supervisionadas pelo professor

    Mrio, os alunos do 7 Ano do EF II realizaram uma pesquisa sobre a

    industrializao da Regio Sudeste do nosso Pas e a participao da

    Termomecanica S. A. nesse processo, como parte do contedo do 3

    trimestre.

    Com esse trabalho, eles tiveram oportunidade de conhecer

    melhor a empresa Termomecanica So Paulo S. A., a histria do seu

    fundador, Eng Salvador Arena, e as aes sociais da Fundao

    Salvador Arena. As pesquisas foram feitas em livros, artigos de

    revistas, vdeos e materiais de divulgao da instituio, disponveis

    no CDMR.

    Salvador Arena era um homem de viso e cheio de ideias novas sobre possveis mudanas no ensino do Brasil. Com este pensamento, plantou, em 1989, a semente do Projeto Escola Termomeca-nica, comeando com apenas 140 alunos num pequeno espao, na Av. Caminho do Mar. Investiu pesado desde o incio, porque sabia que o futuro se encarregaria de proporcionar os frutos de seu ideal. O Projeto Escola evoluiu, tornou-se um Centro Educacional, ocupando um espao de 131.000 m, com 2.427 alunos da Educao Infantil ao Ensino Superior, e contando com um ensino de excelncia, que se destaca em mbito nacional. Parabns ao Centro Educacional da Fundao Salvador Arena, pelos 22 anos de conquistas e crescimento contnuo.

  • Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 :: 5

    TERMOMECANICA

    Colaborao: Luiz Henrique Pion Vieira

    MEIO AMBIENTE

    As crianas de hoje podem ser muito espertas em informtica, mas

    muitas delas sabem pouco sobre a origem daquilo que comem e das roupas que vestem. Muitas vezes, elas no aceitam bem os alimentos

    do dia-a-dia oferecidos pelos pais ou, na hora de comer, cam

    separando no prato o que encontram de verduras e legumes. Assim sendo, as mes precisam usar a criatividade para disfarar alguns

    alimentos e, muitas vezes, recorrem aos industrializados (sucos,

    iogurtes, hambrgueres, nuggets, sopas, biscoitos etc.) que geralmente trazem na embalagem a seguinte informao: ricos em

    vitaminas e sais minerais. Ento perguntamos: ser que vale a pena

    oferecer esse tipo de alimento?

    Ao terem a oportunidade de apropriar-se de conhecimentos bsicos sobre a agricultura, importante que os alunos saibam que a

    produo agrcola no se restringe a oferecer apenas vegetais, carne e

    leite. O cultivo do solo, por parte dos diversos segmentos do setor

    agrcola, tambm pode produzir matrias-primas para a indstria de

    alimentos, de vesturio e de calados, entre outras.

    Neste semestre, durante as aulas de Agricultura, os nossos alunos

    do 3 ao 5 Ano do EF I tiveram a oportunidade de frequentar o

    Laboratrio de Alimentos, para tomar conhecimento das etapas de

    processamento dos derivados do leite, da produo de doce de leite e

    da industrializao do suco de laranja. Entre outros objetivos, ressalta-mos a importncia de se conhecer os procedimentos prticos

    necessrios industrializao dos alimentos, bem como estimular o

    hbito e a valorizao dos alimentos saudveis, evitando o consumo

    excessivo de produtos industrializados. Com orientaes dos tcnicos de laboratrio Leonardo e Claudei,

    os alunos puderam compartilhar momentos de socializao, de desco-bertas e de aprendizagem, que certamente caro guardados em suas

    memrias para sempre.

    A Agricultura e a Indstria de Alimentos Colaborao:professor Gilberto Ribeiro e professora Mrcia Lima

  • 6 :: Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 ::

    ESPORTE

    Seu nome Andr Luiz Ferreira Jnior. Ele aluno do Colgio Termomecanica, estuda na 3 Srie do Ensino Mdio, tem 17 anos de idade e um timo aluno. At aqui, nenhuma novidade! S que nosso

    Andr tambm um campeo num esporte que se torna cada dia mais

    popular em nosso Pas: o vlei.

    Numa conversa descontrada, que tivemos com ele, Andr nos

    contou que, desde pequeno, j demonstrava gosto por esse esporte:

    na sala de sua casa, usando cadeiras, como se fossem rede, e balo de festa, ele disputava partidas de vlei com seu irmo. Mas foi nos

    treinos de educao fsica do Colgio, que os professores Everton e

    Marcelo despertaram seu interesse pelo vlei. Ele menciona principal-mente o apoio que recebeu do professor Marcelo, o qual, embora

    fosse muito exigente, ensinou-lhe muita coisa e contribuiu decisiva-mente para que ele se destacasse como atleta.

    Andr no deixa de reconhecer, tambm, o importante apoio que

    recebe de sua famlia, que sempre investiu nele e nunca deixou que

    nada lhe faltasse. No entanto, algumas pessoas duvidaram de sua

    capacidade e impuseram-lhe barreiras, com citaes e comentrios

    nada construtivos. Porm, nosso garoto de ouro nunca se deixou

    vencer por isso e arma que esses obstculos, ao invs de derrub-lo,

    serviram como incentivo para melhorar cada vez mais.

    Um fator de extrema importncia para ele a convivncia com os

    outros atletas, pois com eles aprendeu, alm das tcnicas do esporte, a importncia da fora de vontade, da competitividade e da coopera-o mtua. E a estrutura da escola ajudou muito, principalmente

    porque o vlei ocupa lugar de destaque na instituio e todos os

    recursos so oferecidos aos alunos. Entre os trofus e medalhas conquistadas, Andr destaca os

    seguintes: 1 lugar na Copa Vivax e 1 e 3 lugares na Federao

    Paulista de Vlei, em 2005; 1 lugar na Copa Vivax e 1 e 3 lugares na

    Federao, em 2006; 2 lugar no Campeonato Pr-Olmpico de Vlei e

    1 lugar no Colegial So Paulo, em 2007; 1 lugar no Festival Salesianos

    e nos Jogos da Cidade e 3 lugar na Federao Paulista, em 2008; 1

    lugar na Liga Paulista de Vlei e no Campeonato Municipal de So

    Paulo e 4 lugar na Federao Paulista, em 2009; 1 lugar no Circuito

    Escolar e nos Jogos da Primavera, 2 lugar no Campeonato Municipal

    de So Paulo e na APV, e 4 lugar no Pr-Olmpico de Voleibol, em

    2010; e neste ano de 2011, 1 lugar nos Jogos Regionais, categoria

    adulto, e no Campeonato Brasileiro de Selees, 2 lugar nos Jogos

    Abertos da Juventude e 8 lugar na Copa Revelao. No pouca coisa

    para um jovem de apenas 17 anos, que tem uma vida toda pela frente.

    Nas quadras ou na sala de Aula,

    Campeo Campeo!Colaborao: Srgio Martins

    Quanto ao futuro, nosso campeo arma que pretende manter

    o esporte como um dos focos de prosso para sua vida, mas sabe

    que, para isso, deve se esforar ainda mais, evoluindo sempre. Ele

    acrescenta que j pensou em desistir, mas quando olha as conquis-tas que obteve, conclui que um futuro de surpresas pode estar

    sua espera e, por isso, continua jogando vlei, como hobby e

    objetivo de vida.

    Para concluir, Andr nos deixa uma frase que ele mesmo criou: Con-ana, ousadia e raa, sempre! Se no presente voc no tiver a ousadia de

    tentar, como no futuro ter a sensao de ser um vencedor?

  • Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 :: 7

    ARTE E CULTURA

    Durante o ms de outubro, o Teatro Eng Salvador Arena teve a honra de apresentar em seu palco o espetculo Peter Pan, uma mega produo que divertiu, surpreendeu e emocionou a todos

    com as imagens em 3D, o cenrio impecvel e os recursos de levitao, que levaram as crianas ao delrio, ao fazer com que os personagens voassem de verdade. O espetculo tem mais de 180 gurinos, quatro cenrios giratrios principais e 15

    trocas de palco. Em cena, 27 atores se revezam para dar vida a 40 personagens. Os dilogos e as msicas, que so apresentadas ao vivo, foram

    CJ Como vocs se identicam com as suas respectivas personagens? Vocs concordam com a losoa de vida do Peter Pan, de que ns devemos ser crianas eternamente, independentemente da idade?Ivan Parente Eu gosto muito da histria, ela incrvel. Acho que devemos realmente guardar um pouco da criana em ns, porque crescemos, crescemos, amadurecemos muito e crescem tambm as responsabilidades. Mas no fundo, eu penso que devemos guardar essa essncia de criana, que simples, verdadeira!

    CJ E voc, Matheus, se identica com o Michael? Voc se parece com ele?Matheus Pareo. Eu tenho a cara dele! (risadas).

    CJ O que vocs tiram de experincia para a prpria vida, principalmente para a carreira?Luana Martins muito gostoso ser o heri; voc v todo mundo torcendo pra voc, contra o Gancho, gritando, o mais legal; ser o heri, centro da histria, poder estar em todos os ncleos, isso muito legal, a coisa mais gostosa, com as crianas torcendo pra voc. Quando eu vou plateia, todo mundo quer ir, quer pegar, isso que o mais legal; tem que car sempre atento, no pode bobear, porque voc o heri, no pode deslizar com nada, o mais legal e o mais gostoso.

    Colaborao: Karina Bonilha Roque (1 Srie do EM E)

    adaptados para o portugus. O enredo, inspirado no clssico do dramaturgo escocs James Matthew Barrie, tpico das histrias infantis que

    nos marcam na infncia e permanecem na nossa memria quando adultos, conta a histria do

    garoto que nunca cresce e que vive na Terra do Nunca com os Garotos Perdidos e a fada Sininho: Peter Pan. Num belo dia, Peter visita a casa dos Darlings e convence as crianas Wendy, John e Michael a viajarem com ele para o lugar onde vive. L, todos enfrentaro a ameaa do temvel Capito Gancho e vivero as mais fantsticas aventuras.

    CJ Matheus, voc gosta de fazer o Michael? Do que voc mais gosta?Matheus Gosto! A cena que mais gosto quando eu volto pra casa!Ivan Parente - Por qu? Voc tem saudade de quem?Matheus Da famlia!

    CJ E o fato de voc ser mulher, dicultou em alguma coisa? Como foi essa experincia?Luana Martins No, at facilitou, pelo voo, que mais fcil, essa leveza do personagem. Acho que por no ser homem parece mais novo tambm, no tem barba, no tem nada, ou seja, uma criana, ou adulto, no teria esse meio termo; facilitou. Billy Bond Em todos os espetculos, ele uma mulher; nos dois lugares, em Londres e nos Estados Unidos, em todos os anos em que ele foi apresentado, sempre uma mulher que faz. Na verdade, no se sabe se Peter Pan um homem ou uma mulher; primeiro, no mencionado em nenhum lugar no livro; segundo, o Peter Pan frgil, ele no duro, sabe, no um homenzinho; um ser mais frgil; parece que , mas no ; e a terceira coisa, que mulher muito mais leve para voar, para fazer as acrobacias; essa a explica-o mais clara sobre o porqu que interpretado por uma mulher.

    CJ Vocs tm algo mais a acrescentar antes de encerrarmos?Ivan Parente Bom, estamos muito felizes de estar aqui; achamos incrvel o trabalho da Termomecanica e da Fundao Salvador Arena, de proporcionar isso para as crianas. uma coisa incrvel o carinho deles, no d para acreditar. Penso que eles tm um bom patrono, um bom papai, em relao cultura, que a Fundao Salvador Arena.

    Com um muito humor e um desfecho emocionante, a pea retrata, de forma dinmica e interativa, a beleza do mundo da fantasia, que s

    as crianas conseguem vivenciar. A revista Crescendo Juntos conversou com alguns dos personagens da pea, entre eles, o prprio Peter Pan (Luana Martins), o Capito

    Gancho (Ivan Parente), Wendy (Luiza Porto), Michael (Matheus, uma criana adorvel que interpreta um dos irmos da Wendy), alm do diretor Billy Bond, que nos explicou um pouco mais sobre a personagem do Peter Pan, heri da pea.

    Conra a entrevista completa em: http://www.cefsa.org.br/peterpan/

  • 8 :: Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 ::

    ARTE E CULTURA

    Sob o comando dos professores do ncleo de msica do Colgio Termomecanica, a Banda Som da Casa apresentou no dia 10 de novem-bro o show Sertanejo, trazendo ao Teatro Eng Salvador Arena o melhor da msica de raiz e do gnero sertanejo contemporneo, alm de clssicos do movimento country internacional. Formado por alunos do Ensino Mdio e da Faculdade de Tecnolo-gia Termomecanica, o grupo levou a plateia ao delrio ao interpretar msicas, como Nascemos pra Cantar, Saudade da Minha Terra, No Rancho Fundo, Pra Voc e muitas outras do cancioneiro popular, em um espetculo de aproximadamente uma hora. Grande parte dos alunos do Centro Educacional teve a oportuni-dade de assistir s apresentaes da banda e aproveitar para se divertir um pouco no nal do ano letivo, antecedendo as provas nais. Nossos parabns ao ncleo de msica por mais essa brilhante apresentao, e que o projeto continue despertando o talento de nossos futuros msicos.

    Colaborao: Silvio Sousa Cabral (ADS 2)

    Um espetculo com muitas aventuras...

    Colaborao: Viviane Viana (Eventos)

    A principal aventura da pea teatral A Pequena Sereia, encenada no palco do Teatro Eng Salvador Arena, nos dia 19 e 20 de novembro deste ano, foi vivida pelo pblico infantil, j que a plateia teve a oportunidade de conhecer uma histria um pouco diferente daquela do desenho animado, lanado pela Disney nos anos 90. O espetculo, baseado na obra do autor Hans Christian Andersen, mostrou, de forma sensvel e delicada, a verso original do conto sem o popular nal feliz a que estamos acostumados. A inocente sereia Marina (Ana Saab) e seu melhor amigo, o golnho Taco (Lorenzo Martin), viviam a se aventurar na superfcie do mar em busca de informaes sobre os seres humanos. Em uma de suas aventuras, a pequena sereia se apaixonou por um prncipe, cujo barco foi atingido por uma tempestade. Marina salvou o prncipe do acidente e, desde ento, decidiu-se a fazer de tudo para conquistar uma alma humana. Assim, a sereiazinha buscou a ajuda da bruxa do mar, que lhe ofereceu pernas humanas em troca de sua bela voz. Disposta a conquistar seu grande amor, nossa personagem aceitou a proposta e tomou a poo mgica, sabendo que somente conquistaria uma alma humana, se o prncipe a amasse verdadeiramente e se casasse com ela; caso contrrio, no poderia continuar a viver. Na superfcie, encontrada pelo prncipe e por membros do povoado. O prncipe mostra-se interessado naquela ingnua menina muda, que mais tarde, ele veio a chamar de Princes. A pequena sereia

    conquistou a todos com sua bela maneira de danar no salo do castelo; entretanto, no conseguiu conquistar o corao de seu grande amor. Tendo de assumir compromissos com o reino, o prncipe casou-se com outra princesa e, inevitavelmente nossa, princesinha tornou-se espuma do mar, exatamente como a malvada bruxa havia advertido. Uma histria comovente, delicada e inocente, que emocionou a todos, crianas e adultos.

  • Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 :: 9

    ARTE E CULTURA

    Colaborao: Silvio Souza Cabral (ADS 2)

    Aps se apresentarem para mais de 20 mil pessoas em diversas cidades do Estado de So Paulo, Ailton Graa e Vera Mancini estiveram

    no Teatro Eng Salvador Arena, em outubro, com o espetculo A Vida Que Eu Pedi, Adeus, arrancando muitas risadas do pblico ao encenar momentos comuns no cotidiano de quem tenta ganhar a vida nas

    grandes cidades, na base da malandragem. A pea, no entanto, no se restringiu apenas ao tom de comdia; foi intercalada com momentos de reexo e denncia, sobre a condio social dos que sofrem ao trabalhar

    nas ruas, inclusive crianas. Com texto de Srgio Roveri, o roteiro focaliza-se principalmente

    nas guras de Armando (Ailton) e Eurides (Vera Mancini), um casal

    atrapalhado que divide a crise da meia idade, com os diversos meios

    alternativos que encontraram para ganhar dinheiro e manter um

    barraco na cidade grande. Espertos, os dois representam pessoas que

    exploram o trabalho de adolescentes, em um cruzamento de ruas

    movimentadas, mas cumprem seus papeis do jeito mais engraado possvel, enquanto expem suas diculdades na vida.

    Dedicado nas aulas de ingls (mas com uma postura bem ignorante), Armando otimista e cumpre bem o seu papel na sociedade

    com Eurides, at porque no precisa planejar e escolher muito durante a

    trama, e quando faz isso, coloca os dois em encrenca, principalmente

    devido ao seu corao mole. Por outro lado, sua esposa quem cria as

    ideias malucas para faturar na rua. Assim, eles aproveitam qualquer

    chance para cumprir esse objetivo, desde procurar por uma cadela

    perdida, at recorrer aos servios dos personagens mais hilrios, mas de

    extrema conana...

    Sem obter sucesso no que planejam, as confuses do casal levam

    a momentos de diculdade, que mostram como a vida dos dois se

    degradou ao longo do tempo. Assim como na vida real de muitos, os dois no praticam golpes e trambiques porque realmente querem, mas sim,

    pela ausncia de outras possibilidades, levando-os a pensar nas

    melhores sadas possveis para se sustentar.

    Nas ruas, a intensidade dessas diculdades amenizada pelas

    situaes engraadas, que acontecem durante a luta por uma

    sobrevivncia menos dramtica, algo bem representado no espetculo.

    Entre elas, esto os escndalos causados pelos concorrentes do casal, as brigas com vizinhos, as ameaas ao empreendimento deles, e assim

    por diante. Enm, nada muito diferente do que comum ocorrer na

    realidade. Porm, nada disso tira deles a vontade de continuar a luta como

    podem, mesmo quando no se pode achar graa do que est

    acontecendo. uma mensagem que serve como um ensinamento para

    cada um de ns, ao lidarmos com nossos prprios problemas.

    Um grande dramaturgo nunca esquecido.

    Foi pensando nisso, que o grupo Arteatro decidiu

    trabalhar com duas obras-primas escritas nos

    sculos XVI e XVII, por William Shakespeare,

    autor ingls considerado um dos maiores nomes do teatro de todos os tempos. A Megera Domada, uma das obras escolhidas pelo grupo,

    trata com muito humor e picardia da defesa dos

    direitos da mulher e critica o machismo. A pea

    uma bela comdia de costumes, repleta de movimento e alegria. J em Sonho de Uma

    Noite de Vero, a segunda pea selecionada, o roteiro ambientado na Grcia antiga e conta-

    nos a histria de seres lcos e personagens

    mitolgicos, descrevendo a magia e a realidade em uma s dimenso. As duas peas sofreram adaptaes de seus diretores, professores Marco

    Crepaldi e Michele Navarro. Como em toda boa

    pea de Shakespeare, a msica esteve presente

    nas apresentaes, que ocorreram no Teatro

    Eng Salvador Arena no dia 24 de novembro, em dois horrios: 11h e 18h.

    Colaborao: Professor Ricardo Saliba (Artes)Ilustrao: Angela C. Geribola (1 Srie do EM B)

  • 10 :: Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 ::

    COLGIO

    Educar para a diversidade tnica e cultural a principal tarefa para a compreenso da pluralidade de uma sociedade. Nesse sentido,

    faz-se necessria a renovao das prticas

    educativas vigentes e avaliaes constantes de

    nosso cotidiano, enquanto educadores.

    Com a leitura do livro O Segredo das

    Tranas e Outras Histrias Africanas, de Rogrio

    Andrade Barbosa (Editora Scipione), os alunos

    tiveram a oportunidade de conhecer os pases

    que falam o Portugus, pesquisando sobre seus

    costumes, lendas, sua histria e sua cultura.

    Os contos reunidos nesse livro vm de cinco

    pases de lngua portuguesa, situados em distan-tes pontos da frica: Angola, Cabo Verde, Guin

    Bissau, Moambique e So Tom e Prncipe.

    Foram desenvolvidas, durante as aulas de

    leitura na biblioteca, pesquisas, leituras de

    outros ttulos abordando o mesmo tema, e

    debates. Nas aulas de redao, foram produzi-dos os textos das peas de teatro de fantoches,

    confeccionados nas aulas de Arte, empre-gando-se a tcnica de papel mach.

    Esse aprendizado permitiu que os alunos

    tivessem outro olhar sobre esses povos, que

    tanto contriburam para a nossa cultura e com

    os quais muito temos em comum.

    Mais uma vez, a leitura contribui para o

    enriquecimento de nosso trabalho. E este ,

    sem dvida, o nosso diferencial.

    Colaborao: Professoras Janete A. Francisco, Carmosina Monteiro e Milena Medeiros de Andrade (Infoeducadora)

    Projeto frica e Africanidades

    A histria do Colgio Termomecanica est escrita, principalmente, na mente dos alunos e professores que, no passado, frequentaram suas salas de aula. Isso cou provado no dia 21 de outubro, quando tivemos o I Encontro de Ex-Alunos do Colgio Termomecanica. O evento foi um sucesso, repleto de emoes por conta do reencontro de alunos, professores e funcionrios do CEFSA. Para um momento to importante, que se espera seja o primeiro de muitos, o Centro Educacional reservou uma atrao que certamente agradou a todos os presentes: uma sesso exclusiva do espetculo Peter Pan, precedida de um apetitoso buet. Quem pde participar do evento, teve a oportunidade de matar saudade e tambm levar uma lembrana muito especial: um belssimo espetculo, no qual todos ns pudemos manifestar nosso lado criana. Ns, da revista Crescendo Juntos, agradecemos, em nome do CEFSA, a presena de todos e aguardamos o prximo encontro com aquele gostinho de quero mais.

    Depoimento da ex-aluna do CTM, Camila Antunes: O encontro de ex-alunos foi uma iniciativa muito boa. Voltar ao colgio, rever os amigos, professores e o prprio lugar em si trouxe muitas lembranas boas. A saudade daquele tempo foi inestimvel, era como desejar que a vida voltasse alguns anos, era como no querer crescer; coincidncia ou no, a pea que iramos assistir era Peter Pan, o menino que nunca cresce. Apesar da saudade, a verdade que nossas carreiras comearam a se desenvolver aqui e estar no CEFSA uma saudade que eu gosto de ter.

    Colaborao: Helena Cristina

    I Encontro de ex-alunosCOLGIO TERMOMECANICA

  • Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 :: 11

    COLGIO

    No dia 17 de outubro, o Teatro Eng Salvador Arena foi palco de uma linda homenagem ao Dia dos Professores, como forma de prestigiar e agradecer a todos, pelo trabalho que desempenham

    todos os dias. Realizado pelos alunos do Ensino Mdio dos perodos matutino, vespertino e noturno, com a participao de alguns alunos

    do Ensino Fundamental, o evento mesclou musicalidade e contextu-alizou elementos vistos em sala, seja atravs da declamao de

    poemas, ou da simples leitura de um texto: a emoo contagiou

    todos os presentes. Alm da leitura dos textos produzidos pelos prprios alunos, que explicavam a importncia do professor em

    nossas vidas, a apresentao tambm contou com vdeos produzi-dos por eles e com a declamao de um poema com fundo musical

    ao vivo. O pice ocorreu quando os alunos presentes, tanto na

    plateia quanto no palco, surpreenderam os professores ao cantarem

    em coro a msica Epito dos Tits A surpresa cou completa com

    a entrada dos alunos do Ensino Fundamental, que entregaram lindas

    rosas amarelas aos homenageados. Foi assim, em meio a muita emoo e aos agradecimentos dos coordenadores, que se encerrou

    a tarde, a qual surpreendeu aos nossos mestres e que car

    guardada na memria de todos para sempre.

    Colaborao: Karina Bonilha Roque (1 Srie do EM E)

    Homenagem ao Dia dos Professores

    No dia 28 de outubro, o CEFSA realizou o 1 Seminrio de Cincias

    Sociais, que teve como tema central a importncia da regio do ABC

    paulista, no desenvolvimento nacional, dando nfase aos anos 60 a 80.

    Nesse encontro, foram discutidos assuntos que vo desde as fontes

    energticas at a inuncia da ditadura militar, em relao s greves e

    movimentos sindicais e estudantis.

    O evento iniciou-se com uma apresentao teatral de um grupo de alunos

    do EM, e teve prosseguimento com a presena do professor Sidney

    Manduca, da UNICAMP, que falou sobre as matrizes de energia do Brasil; do

    jornalista Alpio Freire, diretor do lme Linha de Montagem, que, alm de

    comentar trechos da pelcula, falou sobre sua passagem pelo DOPS

    (Departamento de Ordem Poltica e Social) durante a ditadura, onde foi

    torturado por fazer parte dos movimentos de esquerda (manifestaes

    que iam contra a opresso do regime ditatorial); e tambm de um

    Colaborao: Thas de Jesus Batista (3 Srie do EM G)

    ex-operrio de uma montadora automobilstica do ABC, que falou sobre sua

    participao nas greves e movimentos sindicais, liderados pelo ex-presidente

    Lus Incio da Silva, o Lula, alm de debates e rodada de perguntas.

    Para nalizar o evento, a Banda Som da Casa tocou msicas da poca

    em questo, como Como Nossos Pais, de Belchior, Clice, de Chico

    Buarque, entre outras.

    importante ressaltar que o ABC foi um importante polo industrial no

    Brasil, pois abrigou (e ainda abriga) a maioria de suas fbricas e montadoras

    que, na poca discutida, moviam a economia do Pas. Tambm destacar o

    papel dos ditadores na represso contra os operrios, que se mobilizavam

    em busca de melhores condies de trabalho.

    Foi uma tarde rica em conhecimento e sabedoria, vindos de vozes da

    experincia, que, com certeza, muito enriqueceu a formao cidad de

    todos os que estiveram presentes.

  • 12 :: Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 ::

    FTT

    Simpsio uma palavra de origem grega, que originalmente se referia a uma festa com banquete e bebida, durante a qual eram tratados assuntos culturais. Atualmente, signica uma reunio acadmica, que

    congrega especialistas, intelectuais, ou interessados num determinado assunto, para tratar de um tema abrangente. Exemplo disso foi o 9 Simpsio Latino Americano de Cincia de Alimentos (SLACA), que teve

    como tema "Cincia de Alimentos e Qualidade de Vida: Sade, Meio

    Ambiente e Sustentabilidade", e foi realizado de 5 a 8 de novembro de 2011, em Campinas, organizado pela Faculdade de Engenharia de Alimen-tos da UNICAMP e pela Associao Latino Americana de Cincia de

    Alimentos. O SLACA vem contribuindo, desde o incio de sua realizao, para a

    difuso dos conhecimentos sobre industrializao de alimentos e para a

    integrao dos diversos grupos cientcos nacionais e internacionais, alm

    de servir como elo entre a academia, a indstria e o setor governamental.

    Nove professores do curso de Tecnologia em Alimentos da FTT

    enviaram seus trabalhos de NUPE e TCC, desenvolvido junto aos alunos, e

    foram aprovados para apresentar seus psteres no evento. Ao todo, tivemos quinze trabalhos expostos nos quatro dias do evento. Essa mais

    uma prova de que o curso de Alimentos da FTT consolida-se como um dos

    melhores, de sua categoria, em nosso Pas.

    Colaborao: Luciana Borin (Alimentos)

    SLACA

    COLGIO

    A imaginao algo que deve ser respeitado e

    at incentivado, especialmente nas crianas da

    primeira infncia. Partindo dessa premissa, os alunos

    da Educao Infantil receberam, nos dias 28 e 29 de

    setembro, a bruxa Filomena, que veio encant-los

    com sua mala mgica e suas histrias de viagens pelo

    mundo dos contos de fadas. Esta iniciativa faz parte do projeto Era uma

    vez..., que tem como objetivo proporcionar conheci-mentos extras sobre a lngua e sobre a realidade dos

    alunos em toda sua complexidade. Essas histrias

    descortinam, muitas vezes, outro universo, fazendo

    com que as crianas tomem contato com fatos,

    sensaes e sentimentos diferentes, que faro parte

    de seu eu interior. A viagem da bruxa Filomena, na

    verdade, as conduz para dentro de si mesmas.

    Colaborao: professoras do Nvel V

    Era uma vez...

  • Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 :: 13

    FTT

    Centenas de prossionais formados pela

    FTT estiveram presentes na terceira edio do

    Encontro de Ex-Alunos, realizado no dia 29 de

    outubro. Durante boa parte da manh,

    egressos dos cursos superiores e tambm das

    turmas de cursos tcnicos tiveram a chance de

    compartilhar experincias vividas fora das salas

    de aula do Centro Educacional, com ex-colegas

    de classe, funcionrios e o corpo docente.

    Boa parte dos ex-alunos presentes

    graduou-se na FTT, no decorrer dos ltimos

    dois anos, mas havia vrios grupos formados

    por membros de algumas turmas formadas

    entre 2006 e 2008.

    Alm da recepo feita pela equipe do

    Centro Educacional, foi proposto aos partici-

    pantes o projeto de criao de uma associao

    de ex-alunos vinculada ao Diretrio Acadmico.

    Conduzida por Leandro Sumida, ex-aluno de

    Processos Gerenciais, a apresentao levantou

    os objetivos fundamentais do rgo e as reas

    Colaborao: Luiz Henrique Pion Vieira

    Colaborao: Silvio Sousa Cabral (ADS 2)

    nas quais ele deve atuar dentro da FTT,

    oferecendo aos atuais e futuros egressos

    acesso sua infraestrutura.

    Entre as atividades propostas, merecem

    destaque os eventos esportivos e culturais,

    bem como o acesso facilitado a cursos

    (inclusive de ps-graduao, conforme j

    acontece na FTT) e oportunidades de trabalho

    aps a concluso do curso. Este ltimo item

    especialmente importante, considerando que

    parte dos ex-alunos pode enfrentar dicul-

    dades para ingressar no mercado de trabalho,

    aps concluir a graduao ou o curso tcnico.

    As atividades do dia foram encerradas

    com um belo show da cantora paulista Bruna

    Caram, que interpretou composies prprias

    de Msica Popular Brasileira e releituras de

    grandes artistas do gnero. Com apresenta-

    o vibrante, Bruna e seus colegas de palco

    foram muito bem recebidos pela comunidade

    de ex-alunos.

    O Ministrio da Educao, MEC, por meio de seus avaliadores,

    esteve presente no campus da Faculdade de Tecnologia Termomeca-

    nica, FTT, durante os dias 9 e 12 de novembro, para avaliao e renova-

    o do reconhecimento do Curso Superior de Tecnologia em

    Mecatrnica Industrial.

    Durante esse perodo, foram avaliados a organizao didtico-

    pedaggica, o corpo docente, o discente e o tcnico-administrativo,

    alm das instalaes fsicas da instituio. Segundo o relatrio nal, a

    FTT apresenta excelente infraestrutura, em relao aos laboratrios

    especializados do curso, e espaos fsicos adequados, consolidando a

    qualidade do Centro Educacional.

    O MEC tambm considerou os trabalhos prticos desenvolvidos

    pelos alunos do curso como, inovadores, demonstrando que eles tm

    um bom aproveitamento dos laboratrios do campus. Estes dados

    comprovam a qualidade da FTT, que obteve nota quatro no IGC, ndice

    Geral de Cursos, de acordo com divulgao do MEC. O IGC uma das

    medidas usadas pelo INEP para avaliar as instituies de educao

    superior, pblicas e privadas, classicando-as com notas de um a cinco.

    De acordo com o relatrio entregue pelos avaliadores, o Curso

    Superior de Tecnologia em Mecatrnica Industrial apresenta um perl

    pleno de qualidade, o que rendeu FTT o conceito nal de nota

    quatro, em uma escala de um a cinco. O conceito do MEC um

    orgulho para ns, que iniciamos nossas atividades h menos de uma

    dcada, demonstrando a qualidade de nossos professores e o respeito

    pelos nossos alunos, comenta o professor Wilson Carlos da Silva

    Junior, diretor acadmico da faculdade.

    MEC avalia curso de Mecatrnica da FTT

    Ex-Alunos que Fazem a Diferena

  • 14 :: Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 ::

    ESPECIAL

    Os alunos do Curso de Tecnologia em Alimentos da Faculdade de Tecnologia Termomecanica, FTT, em parceria com a Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas, Unicamp, publicaram um artigo cientco no Journal of Dairy Science, peridico reconhecido como uma das mais importantes publicaes acadmicas da rea cientca de alimentos.

    O artigo foi baseado em um projeto de concluso de curso, no

    qual os alunos produziram um queijo com bactrias lcteas

    probiticas (Lactobacillus acidophilus), que tem como objetivo

    beneciar o processo digestivo, alm de reduzir a incidncia de

    cncer intestinal e aumentar a resistncia s infeces gastrointesti-nais, auxiliando na regulao da ora intestinal.

    Colaborao: Luiz Henrique Pion Vieira

    Revista cientfica internacional publica artigo de alunos da FTT

    O Centro Educacional da Fundao Salvador Arena promoveu

    a campanha Sociedade Inclusiva Estimula a Leitura, que visa

    montar uma biblioteca para atender mais de 100 crianas e adolescentes da instituio Solano Trindade, de preservao e

    disseminao da cultura afro-brasileira.

    Esse trabalho comeou a ser realizado em 2010, quando foi

    proposto aos alunos da 2 Srie do Ensino Mdio, que visitassem

    ONGs e avaliassem as suas diculdades e seus desaos. A

    pesquisa foi um sucesso e mais de 300 alunos se envolveram.

    O resultado foi enviado ao Servio Social da Fundao, que

    avaliou cada instituio com o intuito de qualicar as necessi-dades e os pers que se encaixassem em nosso propsito: a

    doao de uma biblioteca infanto-juvenil, com cerca de quatro mil

    exemplares.

    Depois da pr-seleo feita pelos prossionais da assistncia

    social, um comit de dezesseis alunos do Ensino Mdio escolheu

    a Solano Trindade.

    muito graticante participar de um projeto dessa magni-tude, tanto social como humanamente, e esperamos ter atingido

    nosso objetivo para com os integrantes da instituio: oferecer a

    oportunidade de conhecer um mundo de imaginao e sonhos,

    que ser capaz de transformar a realidade em que vivem; mas

    tambm, desejamos ter deixado uma mensagem aos alunos do

    CEFSA. Na verdade, apenas um reforo daquilo que nosso patrono

    j dizia: o altrusmo uma qualidade essencial para uma

    convivncia ativa, produtiva e harmoniosa na sociedade.

    Esse foi um projeto construdo por todos que doaram,

    organizaram e incentivaram a campanha e, por isso, nossos mais

    sinceros agradecimentos ao corpo docente, ao setor Social da

    Fundao Salvador Arena, equipe da Biblioteca e, claro, aos

    jovens da Solano Trindade e aos alunos do Colgio Termomecanica.

    Que esse exemplo tenha sido deixado a todos os alunos que nos sucedero e que o projeto seja o primeiro entre muitos outros

    dessa natureza.

    Colaborao: Comit organizador

    2700 livrosarrecadados

    As amostras dos queijos tipo Minas Frescal foram analisadas por

    suas caractersticas fsico-qumicas, nos laboratrios da FTT e da

    Unicamp, e as anlises sensoriais, pelos alunos da FTT. O trabalho

    foi realizado sob orientao dos professores do curso de Alimentos

    da FTT, com auxlio dos prossionais de Alimentos da Unicamp.

    Este um importante reconhecimento do trabalho feito nos

    laboratrios da Faculdade de Tecnologia Termomecanica, tendo repercusso em uma publicao internacional, o que demonstra a

    qualidade do trabalho realizado por nossos alunos, professores e

    tcnicos de laboratrio, sempre tendo em mente propor solues

    que impactem positivamente na vida da populao.

    Para visualizar o artigo, acesse http://www.cefsa.org.br/artigos.

    A campanha Doe Livros, Compartilhou Sonhos!

  • Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 :: 15

    DESTAQUE

  • GASTRONOMIA

    Para esta matria de nal de ano da CJ, resolvi deixar um pouco de

    lado os conceitos da nutrio e destacar a importncia de um

    momento mgico que se inicia pouco antes: a alimentao. Ns,

    comedores modernos, estamos nos afastando da caracterstica

    natural do ato de se alimentar e estamos cando extremamente

    presos a rtulos, informaes nutricionais e dietas balanceadas,

    diferentemente de nossos antepassados, que sabiam exatamente

    como se alimentar, sem mesmo precisar de revistas, televiso ou

    prossionais para lhes dizer o que fazer.

    O ato de se alimentar consciente e inuenciado pelos sentidos.

    fruto do desejo, da vontade, da cultura e, mais do que tudo, do prazer.

    Muito antes de pensarmos na nossa sade, escolhemos um alimento

    porque gostoso, delicioso, saboroso, e porque, na maioria das vezes, faz

    parte de nossa histria. A alimentao hbito, antes de necessidade.

    Hoje, cometemos o grande erro de classicar alimentos como

    comida e no comida. Isso porque preciso entender o que pode e

    o que no pode ser comido? No! Isso porque hoje estamos vivendo

    num sistema cultural no qual as pessoas precisam de explicao para

    tudo. Mas no precisamos de explicao para nos alimentar: um

    processo natural, de sobrevivncia, de deleite.

    Por isso, eu concordo com Rubem Alves, quando arma: Todas as

    artes tm por objetivo fornecer prazer aos sentidos. Na poesia, o

    prazer se faz com palavras. Na escultura, com luz e sombras. Na

    msica, a beleza se faz com sons e silncios. E na culinria, a beleza se

    oferece como sabor: gosto, cheiro, cor e forma.

    Assim, fechando com chave de ouro a coluna de Gastronomia de

    2011, da nossa revista, deliciem-se com essa receita de Lua de Mel

    de Limo, uma das especialidades dos cozinheiros do CEFSA.

    Colaborao: Fernanda Trigo (Nutricionista)

    IngredientesMassa1 kg de farinha de trigo120 g de acar100 g de margarina sem sal3 ovos inteiros15 g de sal 100 g de leite em p60 g de fermento fresco300 mL de gua

    Modo de preparoMisturar todos os ingredientes, exceto a farinha de trigo. Aps a mistura car homognea, acrescentar aos poucos a farinha e sovar bem a massa. Fazer as bolinhas e esperar crescer por cerca de 1h30, temperatura de 30C.Assar em forno pr-aquecido a 155C, por cerca de 10 minutos. No deixar a massa secar nem corar.

    Recheio (rechear com saco de confeiteiro)Usar leite condensado com limo (1 lata de leite condensado com suco de dois limes); pode variar com suco de maracuj ou cozinhar o leite condensado e rechear (doce de leite).

    Aps rechear, passar uma calda de leite condensado com gua, em volta das bolinhas e cobrir com coco ralado.Rendimento: 60 unidades.

    Alimentao? Muito Prazer!

    Valor Nutricional Poro 40 g (1 unidade) Valor calrico: 125 KcalCarboidratos: 20,19 g

    Gorduras totais: 3,42 gProtenas: 3,07 g

    Fibras: 0,69 gSdio: 131,28 mg

    16 :: Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 ::

  • Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 :: 17

    ATITUDE

    Colaborao: Flvia Frata Franco Borgato e Lilian Queiroz Frossard (Orientao Educacional)

    O m do ano est chegando e uma das grandes dvidas

    dos pais : o que fazer? Este o perodo de fechamento das

    notas escolares e de concluso dos estudos. Porm, para a

    maioria dos alunos, ele representa um grande alvio, pois as

    frias esto garantidas. Contudo, importante pensar em

    como aproveitar melhor essa poca de diverso, no

    esquecendo que uma boa leitura e bons hbitos aprendi-dos na escola devem continuar sendo incentivados. Assim,

    aqui vo algumas dicas para os pais: visite museus, bibliote-cas ou exposies; compre pelo menos um livro para seu

    lho; assista a lmes educativos, peas teatrais e apresen-taes culturais; e divirta-se passando uma tarde em casa,

    fazendo delcias na cozinha (conra a receita das deliciosas

    luas-de-mel, na pgina ao lado).

    Outra forma de aproveitar bem as frias recolher

    aqueles brinquedos, roupas, sapatos, objetos em bom

    estado, que no servem mais e levar a crianada para

    realizar doaes (h instituies que retiram os donativos

    nas residncias). Dessa forma, voc aproveita para reorganizar os

    armrios e deixar espao para as novas aquisies que viro

    no ano seguinte. E o mais importante: voc estar dando

    um exemplo para seu lho de prtica da solidariedade, to

    em falta nos tempos de hoje.

    Entretanto, nem todos estaro comemorando aliviados

    a chegada das frias. Para uma parte das crianas, m de

    ano poca de recuperao. E qualquer um conhece esse

    esquema: a escola d uma ltima chance para aqueles que

    no alcanaram a nota mnima. Durante algumas semanas,

    esses alunos tero que rever os contedos e, ao nal,

    realizar novas provas. Se seu lho estiver nessa situao,

    procure vericar os contedos que os professores esto

    trabalhando em sala de aula e agende um horrio de

    estudos em casa, para que ele possa fazer revises das

    matrias. As orientadoras educacionais dos ciclos tm um

    formulrio especco para que os alunos organizem seu

    horrio em casa. Solicite-o e organize junto com seu lho a

    melhor maneira de estudar. Lembre-se de que, nesse

    momento, broncas e castigos no o ajudaro a avanar. O

    importante elevar sua autoestima, apontando solues e

    mostrando que ainda d tempo de superar os obstculos

    escolares, com esforo, dedicao e muita coragem.

    Outra dica importante: o que for supruo precisa ser

    deixado de lado. Jogos de videogame, horas na frente da TV,

    ou at aquele passeio para a casa da av devem esperar o

    momento certo (as to sonhadas frias). O tempo de

    desligar o monitor, abrir os livros e cadernos e encar-los. Uma

    das grandes vantagens de se estudar diariamente, na tempo-rada de recuperao, que o aluno ter a chance de conversar

    com o professor (pois estar tendo aulas) e tirar suas dvidas.

    Se ele no o faz, estudando apenas na vspera do exame, no

    ter a oportunidade de rever os contedos com o professor, e

    vai para a avaliao nal carregado de dvidas.

    Por m, importante reetir que o perodo de m de ano

    uma poca de comemorao e reexo sobre todas as

    experincias vividas. Por isso, vale a pena uma conversa com

    as crianas, relembrando os pontos marcantes ocorridos ao

    longo do ano, renovando sonhos, ideais e expectativas. Anal,

    a harmonia familiar a base para uma vida feliz e as conquis-tas ou fracassos precisam ser encarados por todos, como

    possibilidades de crescimento. Se uma criana vai bem,

    sempre mais fcil celebrar suas vitrias; mas quando ela vai

    mal, a tendncia, muitas vezes, consider-la culpada,

    condenando-a como vtima ou vil da situao. A grande

    verdade que somos todos responsveis e precisamos apren-der a lidar com os erros, encarando-os como importantes

    marcos de nossa existncia. Os sonhos devem continuar

    presentes, para que possamos continuar avanando,

    querendo progredir cada vez mais. E o incio de um novo ano

    sempre um momento oportuno para isso.

  • 18 :: Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 ::

    EX-ALUNA

    EMPREGO

    Meu nome Mariane e sou ex-aluna da FTT, formada no Curso de Tecnologia em Alimentos, no nal de 2009. Como prossional atuante na rea, tenho a dizer que a formao que obtive na Faculdade Termomecanica foi essencial para o que conquistei em minha carreira at agora, e me forneceu a base de conhecimento necessria para que eu viesse a conseguir um emprego em uma grande empresa (atualmente, trabalho na Massa Leve) e, mais ainda, tivesse a estrutura para desempenhar um bom trabalho e conquistar meu espao na organizao. Desde os tempos de universitria, pude colher os frutos que o excelente ensino me

    proporcionou: por exemplo, o primeiro lugar nacional na categoria de ingressante em meu curso no Enade. Agora, fao ps-graduao na rea de Qualidade e sinto que, com o que aprendi, no devo nada aos meus colegas de curso, formados nos quatro cantos do Pas em timas faculdades e cursos. Hoje, o ex-aluno da FTT tem uma visibili-dade maior; as empresas reconhecem mais o curso e h vrias delas que acabam buscando, na prpria faculdade, os prossionais para atender sua demanda. Na primeira empresa em que trabalhei, por exemplo, para os cargos nas reas de Qualidade e Desenvolvimento, so priorizadas a contratao de ex-alunos da

    FTT. Cabe a ns, prossionais j formados e aos prximos formandos expandir a zona de atuao dos tecnlogos da FTT. H uma melhoria contnua, que todos sabemos que o Centro Educacional busca sempre, e que ns tambm devemos buscar. E muito bom ver, nos encontros de ex-alunos ou quando nos deparamos com algum colega da poca da faculdade, que os alunos da FTT esto progredindo ainda mais! Agradeo a todo o corpo docente e aos funcionrios do Centro Educacional, pelo apoio, pelo conhecimento, pelo carinho. E, claro, mesmo que em memria, no poderia deixar de agradecer: obrigada, Eng Salvador Arena!

    Jovens empreendedores, o mercado vos convida!Colaborao: Beatriz de Alcntara Arajo (PG2)

    Em um mundo onde trabalho e lazer se misturam, criar um emprego pode ser melhor do que procurar por um. Basta uma grande

    ideia. Para o jovem, o sonho de se tornar um grande empresrio

    parece estar cada vez mais distante; porm, a realidade est mudando

    e as oportunidades esto surgindo e devem ser aproveitadas. Saiba

    que voc pode se tornar um grande empreendedor, fazendo aquilo

    que gosta e gerenciando seu prprio negcio, coisa que em um

    emprego com carteira assinada, no seria possvel.

    Mas como fazer isso? Segundo os especialistas, no existe idade

    ideal para se comear um negcio. O que realmente importa a

    anidade e a paixo que a pessoa tem por determinada rea. Este

    seria o primeiro passo. Embora os mais experientes levem vantagem

    por terem mais conhecimento na administrao de pessoas e

    projetos, os mais jovens so mais ousados e podem desenvolver essa

    habilidade ao longo do tempo. importante ressaltar que o nvel de

    estudo fundamental, pois se voc quiser que seu negcio seja bem-sucedido, precisa ter conhecimentos especcos e que possam

    resultar em vantagens sobre o seu concorrente.

    Os jovens esto cada vez mais presentes no mercado, pois eles

    enxergam as tendncias e apostam nelas; contudo, ainda esto presos pela

    falta de informao e de autoconana. A nova gerao muitas vezes

    encontra obstculos, quando o fator experincia est em jogo, pois a falta

    desta traz insegurana aos empreendedores iniciantes. Porm, mesmo

    com pouca experincia, uma das grandes apostas dos jovens a rea de

    tecnologia, na qual eles so experts, ou seja, j nasceram digitais.

    Estes jovens representam a chamada gerao Y, caracterizada pelos jovens do sculo XXI, que possuem inmeras ideias e muita

    energia, mas pouca experincia. Entretanto, eles esto trazendo

    novidades para o antigo ambiente de trabalho e revolucionando os

    padres. Apostam na exportao e internacionalizao de seus

    produtos, sempre tendo em mente que seus consumidores podem

    estar em qualquer lugar do mundo. Fazer o bem para o planeta seu

    novo lema e as formalidades, como horrios e etiquetas de vesturio,

    em algumas empresas j no so to rgidas. mais provvel que voc

    encontre esse novo empresrio em uma sala despojada, com jogos e

    at frigobar, como na famosa empresa Google.

    Com todas essas inovaes, esta gerao est crescendo cada vez

    mais. No entanto, necessrio que os novos empreendedores

    tomem algumas precaues como: saber aproveitar o momento

    certo para se iniciar um negcio; fugir dos modelos e padres

    tradicionais; no visar s o lucro imediato, mas com uma gesto

    dinmica e eciente, no perder o foco de seus objetivos; manter o

    equilbrio entre liberdade e controle e saber juntar e coordenar os esforos. O trabalho em equipe fundamental para que o negcio

    siga adiante.

    Ou seja, aquela sua ideia que hoje parece sem utilidade, pode ser

    a soluo para os problemas de amanh. Ento, independente da

    idade, voc pode transformar sua vida de estudante na de um

    dinmico empreendedor, pois o mundo precisa de tecnologia,

    agilidade e ousadia, e isso os jovens tm de sobra para oferecer.

  • Crescendo Juntos :: DEZEMBRO/2011 :: 19

    Dr. SADE

    NOSSA GENTE

    Colaborao: Dr. lio Jos Bocchi

    Colaborao: Srgio Martins

    Aproxima-se o nal de mais uma jornada de trabalho e apren-dizado: o ano de 2011. Assim como nos anteriores, o ano presente foi

    repleto de desaos representados pelas diculdades e obstculos.

    Mas, da mesma forma como j ocorreu nas vezes anteriores,

    conseguimos super-los com coragem, determinao, esforo e

    muito trabalho.

    A melhor recompensa que podemos contemplar, ao ndar de

    mais essa etapa, a conscincia de que zemos o melhor que estava

    ao nosso alcance e a certeza de que atingimos os objetivos almeja-dos, graas unio de todos. Essa parceria permitiu que cada um

    O PERIGO

    Ouvir bem nos auxilia, e muito, a comunicao e tambm propor-ciona momentos agradveis quando, por exemplo, ouvimos uma msica que nos encanta, um concerto, uma boa notcia no rdio etc. Bares e restaurantes atraem seus clientes com msica ao vivo, e as baladas, to frequentadas pelos jovens, tambm usam a msica, comumente por vrias horas seguidas durante o dia e a noite, para conquistar seu pblico. De maneira quase imperceptvel, os rudos podem causar o chamado trauma acstico e a consequente leso do ouvido. O som que chega s orelhas, passa por uma srie de ossinhos dentro da cavidade auricular e, em seguida, penetra em um canal cheio de lquido, que estimula as chamadas clulas ciliares em uma espcie de caracol dentro do osso, prximo s orelhas, a cclea. Estas clulas que so danicadas pelo trauma acstico. Uma exposio prolongada a rudos acima de 75 decibis, ou sons de curta durao, acima de 110 decibis, causam, frequentemente, danos irreversveis aos ouvidos e at surdez permanente. Em uma conversao normal entre duas pessoas, o rudo vai de 50 a 55 decibis; os gritos, de 75 a 80 decibis; o trfego em uma grande avenida chega a 85 decibeis; prximo a um trio eltrico, o nvel de rudo atinge 110 decibis; junto a uma britadeira, alcana 120 decibis; dentro de uma discoteca, o som bate nos 130 decibis; e as vuvuzelas,

    nos estdios, produzem a incrvel quantidade de 140 decibeis! Para se ter uma ideia do que isso representa, basta vericar que acima de 55 decibis, j sentimos algum desconforto e, entre 60 e 75 decibis, aparece o stress fsico, com o aumento do cortisol circulante. Este stress provoca alguns sintomas, como nuseas, enxaqueca e comportamen-tos, como hostilidade, intolerncia e agressividade. A exposio crnica

    contnua a rudos causa cansao, insnia, aumento da incidncia de doenas cardacas, diminuio da imunidade, depresso, irritabili-dade e, obviamente, surdez. sempre bom lembrar que os fones de ouvido, os MP3 e os IPODs, largamente utiliza-dos pelos mais jovens, atingem normalmente nveis acima de 90 decibis, e no incomum chegarem a 120 decibis. Caso voc venha a sentir algum sintoma de perda de audio, ou at preventivamente,

    vale a pena procurar um especialista para fazer um exame, a audiome-tria, que vai mostrar se j existe alguma alterao auditiva. No entanto, a melhor receita continua sendo a preveno. Assim, evite ambientes muito barulhentos e poupe seus ouvidos, para continuar ouvindo bem pelo resto da vida. A poluio sonora um srio agressor nossa sade. Lembre-se de que uma simples msica, dependendo da intensi-dade e do tempo de exposio, pode causar leses auditivas, s vezes, denitivas.

    DOS RUDOS

    Mensagem aos colaboradores da FSApudesse oferecer o melhor de si, seu talento, sua criatividade, suas

    virtudes, em prol de um propsito nico, que o mesmo da Funda-o Salvador Arena: distribuir os benefcios do trabalho, da educao

    e da assistncia social, para o bem-estar de todos, indistintamente.

    A Fundao Salvador Arena agradece a participao de cada

    funcionrio, para que essa meta fosse atingida com muito sucesso.

    Sem a contribuio de cada colaborador, no teramos alcanado o

    patamar e o reconhecimento que hoje desfrutamos. A todos, nosso

    muito obrigado.

    Fundao Salvador Arena