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  • Revista Capital Aberto

    www.pwc.com.br

    Maio de 2016

    Reconhecimento do gio: controvrsias na apurao sob a tica contbil

  • PwC

    Operaes abusivas

    2

    PwC

    SolidariedadeMundo Melhor

    Direitos e garantiasindividuais

    Abuso de Direito

    Requer : Direito pr-existente(fato gerador imaginrio?)

    Simulao

    Fraude

    Dolo

    Vcios

    < + >

    < - >

    < - >

    Fato Gerador

    < - >

  • PwC

    gio como custo de aquisio questionado pelo fisco

    CARF Ac. 1202001176:

    PLANEJAMENTO TRIBUTRIO. ABUSO DE DIREITO. INOPONIBILIDADE AO FISCO.

    O ato ou conjunto de atos praticados com abuso de direito, assim entendido o exerccio de direito que manifestamente excede os limites impostos pelo seu fim econmico ou social, pela boa f ou pelos bons costumes, inoponvel ao fisco.

    3PwC

  • PwC

    A legitimidade do gio como custo de aquisio

    4PwC

    gio parte do custo de aquisio de sociedades avaliadas pelo MEP, obtido aps rduas negociaes entre uma ou mais partes

    Para ingressar na posio negocial , adquirente aporta dinheiro/bens alm do que a contabilidade reconhece como patrimnio

    Jarges e expresses inadequadas discriminam sua essncia jurdica e contbil (verdadeiro bullying)

    Riqueza a ser adquirida mensurada por elementos econmicos, na data da aquisio

  • PwC

    A legitimidade do gio como custo de aquisio

    5PwC

    Outros tipos de custos de aquisio obtidos em transaes com menor conflito de interesses exigem menor elementos de comprovao e causam menor discusso

    Compra de estoque: nunca se exigiu confirmao por laudo de terceiros, fundamento econmico da operao, ou rentabilidade futura a ser proporcionada pelo ativo

    Jarges e expresses inadequadas discriminam sua essncia jurdica e contbil (verdadeiro bullying)

    Os custos relativos reorganizao dos mercados de capital atrelados transao entre empresas no deveriam ser tratados diferentemente

  • PwC

    gio Interno

    6

  • PwC l Revista Capital Aberto

    O mito do chamado gio interno

    7

    EmpresaA

    EmpresaA

    Empresa B

    Empresa C

    Aquisio

    Premissas:

    Empresa A sociedade independente.

    Brasil no adota consolidao para fins fiscais.

    Empresa B

    Empresa C

  • PwC l Revista Capital Aberto

    Aquisio realizada entre empresas do mesmo grupo econmico

    8

    CARF - (Ac. 1101001097/2014)

    Inadmissvel a formao de gio por meio de operaes internas, sem a interveno de partes independentes e sem o pagamento de preo.

  • PwC l Revista Capital Aberto

    gio Interno - algumas reflexes a respeito deste jargo

    9

    Havendo custo em relao a investimento avaliado pelo mtodo de equivalncia patrimonial (art. 248 da Lei das S/A), este estar sujeito a apurao de gio ou desgio.

    A norma tributria no estabelece, para apurao de gio/ desgio, que as diversas formas de aquisio de investimentos ocorram entre partes no relacionadas.

    Outros dispositivos especficos da norma tributria preveem expressamente a realizao de transaes entre partes relacionadas TP e com base em valor de mercado (artigos 21 e 23 da Lei n 9.249/95).

    1

    2

    3

  • PwC l Revista Capital Aberto

    gio Interno - algumas reflexes a respeito deste jargo

    10

    Valor econmico financeiro

    Mltiplos de EBTIDA

    Valor de bolsa

    A norma societria prev que os eventos de formao de capital/ patrimnio envolvendo bens em geral, esto suportados em avaliao independente, segundo variados critrios:

  • PwC l Revista Capital Aberto

    gio Interno - algumas reflexes a respeito deste jargo

    11

    No plausvel considerar indedutvel custos efetivamente transacionados em negcios legtimos que visam a circulao de capitais, aferidos real e fidedignamente e devidamente documentados em laudos de avaliao.

    A indedutibilidadedo gio pago em operaes entre partes ligadas somente pode ser questionado em operaes que possam macular a formao de custo (simulao, fraude).

    Concluses

  • PwC

    gio Interno - Lei 12973/2014 - Partes dependentes

    Lei veda a deduo do gio nas aquisies de participao societria entre partes dependentes

    Alguns exemplos na lei: adquirente e alienante:

    Sob controle comum

    Com relao de controle

    Com relao de parentesco

    Outras relaes em que fique comprovada a dependncia societria

    12PwC

  • PwC

    gio Interno - Lei 12973/2014 - Partes dependentes

    Melhor interpretao do artigo risco de jurisprudncia no formada- :

    Excees para operaes realizadas em condies de mercado

    Vedao legal aplicvel situaes de comprovado vcio na operao

    13PwC

  • PwC l Revista Capital Aberto

    gio Interno - Lei 12973/2014 - Partes dependentes

    14

    10 empresas que controlam (quase) tudo que voc consome

    Fonte: site: InfoMoneyComBloomberg

  • PwC

    Efetivo Adquirente

    15

  • PwC l Revista Capital Aberto

    Uso de uma holding de aquisio X Efetivo Adquirente

    16

    Estrutura na aquisio

    Estrutura aps a incorporao reversa

    B

    A

    B

    A

    gio gio dedutvel

    Holding aquisio Incorporao reversa

  • PwC

    O mito contbil da chamada empresa veculo

    Jarges contbeis:

    Ausncia de substncia como empresa

    Recursos econmicos provenientes de outra empresa

    Empresa momentnea, criada apenas para aquisio do investimento, sem outro propsito negocial

    Viso CVM - criao de uma sociedade com a nica finalidade de servir de veculo para transferir, da controladora original para a controlada, o gio pago na sua aquisio, acabou por distorcer a figura da incorporao em sua dimenso econmica ...

    17PwC

  • PwC l Revista Capital Aberto

    O mito contbil da chamada empresa veculo & efetivo adquirente real adquirente

    18

    Jargo

    Ausncia de substncia como empresa.

    Recursos econmicos de outra empresa.

    Princpio

    A norma contbil tem como propsito o reconhecimento do PPA reflexo na ultima unidade de report ao mercado IFRS - O Consolidado comanda.

    H entidade contbil para todos os fins na Holding de aquisio.

    (auditoria, consolidao, atividade com riscos X benefcios, demonstraes contbeis, escriturao, etc.)

  • PwC l Revista Capital Aberto

    A holding de aquisio tem uma funo definida

    19

    Funes

    A holding de aquisio exerce uma funo social e pode ter por fundamento de existncia:

    A segregao de operaes Foco em Cor Business.

    A segregao de ativos e passivos gerenciamento de riscos no processo de aquisio/integrao.

    Segregao de gerao de lucros e caixa interesses do vendedor em prestaes contingentes.

    Gerenciamento de recursos e garantias financeiras.

    Numa combinao de negcios, a holding pode ser constituda para evitar que qualquer contingncia no processo de aquisio afete o PL de sua controladora.

  • PwC

    Mensurao da empresa adquirente

    20

  • PwC l Revista Capital Aberto

    Clculo do Goodwill (=2016)

    PL - Adquirida

    Laudo Tangvel

    100

    1000

    Proviso1000

    (340) 660

    Laudo

    (1100)

    340Goodwill

    PPA

    Goodwill

    660

    3401100

    Valor PagoR$ 1.100

    Conciliao

    RA- Rentabilidade 1000

    RN -Tangvel

    Goodwill

    660340

    1000

    Valor pago

    PL Adquirida 100

    Resumo da Contabilizao

    PL Adquirida 100Valores a deduzir

    Compe a formao contbil do preo dos bens tangveis e intangveis.

    Contabilizao PPA

    21

  • PwC

    Mensurao da empresa resultante

    22

  • PwC

    1

    Mensurao contbil da empresa resultante da incorporao

    Aquisio da empresa B Incorporao de A em B2

    AB

    1.000

    23PwC

    A

    B100

    100

    VPA 100gio 900

    1000

    1000

    Mensurao contbil AB,

    por :

    ou

    ?

  • PwC l Revista Capital Aberto 24

    Por princpio o IFRS se utiliza de critrios objetivos do mercado para mensurar os ativos e passivos resultantes de uma Combinao de negcios, razo pela qual h necessidade do Laudo de mercado e no pela avaliao contbil anterior das empresas.

    Por princpio o IFRS utiliza-se como fonte as demonstraes consolidadas para informar princpios para as demonstraes individuais, desta forma os custos finais da empresa AB foram alterados.

    Mensurao contbil da empresa resultante da incorporao

    Incorporao de A em B

    AB 1.000VPA 100

    PPA 9001000

  • PwC l Revista Capital Aberto 25

    Mensurao contbil da empresa resultante da incorporao

    O contador, ao verificar os negcios que esto se concentrando, no reconhece a possibilidade de atribuir uma nova base contbil para a companhia operacional resultante.

    A compatibilizao contbil/fiscal est na InstruoCVM 319/99, alterada CVM 349/99.

    AB 100306406

    VPA 100PPA 900

    1000 Proviso 66% < 594>

    406 900 x 34% = 306

    Incorporao de A em B

  • PwC 26

    Aquisio de participao de no controladores

  • PwC l Revista Capital Aberto

    Aquisio de participao de no controladores

    27

    80%

    Aquisio de +20%, por $320

    A

    B

    1.000

    + 20%

    R$ 360

    2Aquisio de controle

    A

    B

    600

    60%

    1

    1.000

  • PwC l Revista Capital Aberto

    Aquisio de participao de no controladores

    28

    Aquisio de +20%, por $360

    A

    B

    600200160

    1.000

    80%960

    3 4 Aquisio de +20%, p