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  • 1. REVISO PARA AV1CAMPOS-RJ, 08/04/2013

2. Organizao daAdministrao1. FORMAS DE PRESTAO DA ATIVIDADE ADMINISTRATIVA:a) Centralizada: atividade exercida pelo prprio Estado (Administrao Direta)b) Descentralizada (outorga e delegao)c) Desconcentrao: distribuio interna de partes de competncias decisrias,agrupadas em unidades individualizadas.OBS: No confundir: Descentralizao Poltica com DescentralizaoAdministrativa(pode ser: descentralizao territorial ou geogrfica, descentralizao porservios,funcional ou tcnica e descentralizao por colaborao).2. ADMINISTRAO DIRETA- Teorias sobre as relaes do Estado com os agentes:a) teoria do mandatob) teoria da representaoc) teoria do rgo 3. ORGANIZAO DAADMINISTRAO PBLICAArtigo 37 da CRFBPESSOA JURDICA PESSOA JURDICADIREITO PBLICO DIREITO PRIVADOADMINISTRAOADMINISTRAOADMINISTRAO DIRETA INDIRETA INDIRETA ENTES DA AUTARQUIAFUNDAES EMPRESASFEDERAO PBLICASESTATAISEMPRESASOCIEDADEPBLICAECONOMIA MISTA 4. 1. SETOR2. SETOR ADMINISTRAOINICIATIVA PRIVADA COM PBLICAFINS LUCRATIVOS DIRETA INDIRETADELEGAO DESERVIO PBLICO CONCESSOPERMISSO 3. SETORSOCIEDADE CIVIL EM FINS Esse artigo inconstitucional, pois o LUCRATIVOS Artigo170,pargrafonico daConstituio Federal de 1988, dispe quequem arrecada dinheiro pblico ougerencie dinheiro pblico est sujeito aSERVIOSfiscalizao pelo Tribunal de Contas, seja ORGANIZAES SOCIAIS pessoa fsica ou jurdica, de direito SOCIAISONGLei n. 9.637/1998 AUTNOMOSpblico ou privado.As organizaes sociais so tituladas pela Lei n. 9.637/1998 como sociedades O mais provvel de ocorrer que aspblicas no estatais. Essa lei tem vrios deslizes, como por exemplo, essasfundaespblicastornem-sesociedades recebem dotao oramentria, mas para contratar no precisam fazerorganizaes sociais, exemplo: TVE delicitao e no precisam prestar contas ao Tribunal de Contas e sim ao rgo dofundao passou para organizao socialgoverno que a credenciou, e se esse rgo achar que tem alguma coisa errada, a simesse rgo notifica o Tribunal de Contas.(a prpria Lei n. 9.637/1998 atransformou). 5. PROCESSO DE CRIAO DA ESTRUTURA ADMINISTRATIVADESCENTRALIZAO DESCONCENTRAOCRIA UMA NOVA NO CRIA UMA PESSOA JURDICA -NOVA PESSOA IndependnciaJURDICAAdministrativa dosGestores RGOPBLICOOUTORGA DELEGAO DESCENTRALIZAODESCONCENTRAO diviso interna 6. DESCENTRALIZAODecreto-Lei n. 200/67,Artigo 10 OUTORGADELEGAOQUANTO QUANTO A QUANTOAOQUANTO AFORMA AO CONTEDOFORMA CONTEDOTITULARIDADE EXECUOLEI CONTRATO DE SERVIODO SERVIO ADMINISTRATIVO 7. ADMINISTRAOPBLICA DELEGAOOUTORGA INTERVENOSERVIO SERVIOPBLICO ATIVIDADE PBLICO ECONMICAAUTARQUIAS Artigo 170, e E AS173 CFFUNDAESCONCESSOPERMISSO PBLICAS EMPRESASESTATAISEMPRESAS ESTATAIS 8. Administrao Pblica Direta Hely Lopes Meireles chama rgo pblico de centro decompetncia. Ento,rgopblico umcentro decompetncia, criado por lei (Artigo 48, XI daConstituio Federal), que organiza uma pessoajurdica de Direito Pblico, atravs do processo dedesconcentrao. Certos rgos possuem capacidade processual(personalidade judiciria) para a defesa de suasprerrogativas funcionais. Ex.:Procuradoria, AGU, Ministrio Pblico e DefensoriaPblica. 9. RGO PBLICOCENTRO DE COMPETNCIACRIADO POR LEIArtigo 48, XI da CRFB DESCONCENTRAO CLASSIFICAO QUANTO A HIERARQUIAINDEPENDENTE AUTNOMOSUPERIOR SUBALTERNOCONSTITUIO Lei n.Lei n. FEDERAL DE9.649/1998, a9.649/1998, ARegimentos1988 rt. 13, 14 rt.. 16 Internos 10. RGOS PBLICOS - centro de competnciagovernamental ou administrativo, tm necessariamente funes, cargos e agentes, masso distintos desses elementos, que podem sermodificados, substitudos ou retirados semsupresso da unidade orgnica. Os rgos integram a estrutura do Estado porisso, no tm personalidade jurdica nem vontadeprpria, so meros instrumentos de ao dessaspessoas jurdicas. 11. Classificao quanto hierarquia ou escala governamental:a) rgo independente aquele que tem competnciadada pela CF, est no topo da pirmide hierrquicada estrutura administrativa, e os agentes que ocomandam costumam ser chamados de agentepolticos, recebendo subsdios.Ex.: Congresso Nacional (art. 48, CF), TCU (Art.71, CF), Presidncia da Repblica (art. 84, CF);tribunais STF (art. 92 e ss, CF), MP (art. 129, CF) 12. Classificao quanto hierarquia ou escala governamental: b) rgo autnomo est ligado diretamente ao rgoindependente, sendo politicamente subordinadosaqueles, tem liberdade administrativa e financeira.Promovem o planejamento para execuo dos planosde governo.Ex: Ministrios (Art. 13, Lei 9649/98); AGU (Art.1,1, Lei 9469/98); Defensoria Pblica (ligadadiretamente Governadoria do Estado); Procuradoriado Estado; Procuradoria do Municpio (ligadodiretamente Prefeitura, rgo independente) 13. Classificao quanto hierarquia ou escala governamental: c) rgo superior ligados diretamente aos rgosautnomos. Possuem umacertaliberdadeadministrativa de autogesto.Ex: PGFN (ligada ao Ministrio da Fazenda (Lei9649/98) ou a AGU (LC 73/93); Polcia Militar ou Civil(ligados Secretaria de Segurana Pblica); PolciaFederal (ligado ao Ministrio da Justia). 14. Classificao quanto hierarquia ou escala governamental: d) rgo Subalterno no possuem nenhum poder dedeciso, apenas cumprem ordens, executam. No tmliberdade nem administrativa, nem financeira.Ex: reparties pblicas - sees de expediente e depessoal; portaria de prdio pblico. 15. PRINCPIOS DA ADMINISTRAO INDIRETA Art. 37, caput:1. LEGALIDADE2. IMPESSOALIDADE3. MORALIDADE4. PUBLICIDADE5. EFICINCIA 16. PRINCPIOS DAADMINISTRAO INDIRETA PRINCPIO DA RESERVA LEGAL:1. Indica que todas as pessoas integrantes da Administrao Indireta dequalquerdos poderes, seja qual for a esfera federativa a que estejam vinculadas, s podem ser institudas por lei.2. Art. 37, XIX, CF3. Art. 173, 1, CF sociedade de economia mista e empresa pblica 17. PRINCPIOS DAADMINISTRAO INDIRETA PRINCPIODAESPECIALIDADE nadescentralizao, a lei que institui essas entidadesdeve definir o objeto preciso de sua atuao. Nopodem ter funes genricas. 18. PRINCPIOS DAADMINISTRAO INDIRETA PRINCPIODOCONTROLE OUTUTELA ADMINISTRATIVA controle o conjunto de meios atravs dos quais pode ser exercida funo de natureza fiscalizatria sobre determinado rgo ou entidade administrativa. No tem liberdade integral. Toda pessoa integrante da Administrao Indireta submetida a controle pela Administrao Direta da pessoa poltica a que vinculada. Tipos de controle:1. Controle poltico2. Controle institucional3. Controle administrativo4. Controle financeiro 19. ADMINISTRAO INDIRETA Autarquias pessoa jurdicadedireitopblico,dotada de capital exclusivamentepblico, com capacidade administrativa e criada, porlei especfica, para a prestao de servio pblico(atividades especficas de Estado). 20. DECRETO-LEI N. 200/67, ART. 5. AUTARQUIACERJ, ARTIGO 77, 2.PERSONALIDADE JURDICADIREITO PBLICO REGIME DO PESSOALESTATUTRIOATIVIDADE TPICA DA ADMINISTRAOFINALIDADEPBLICAFORMAINFRA-ESTATALFiscais Art. 150, VI, a c/c 2. e 3.PRIVILGIOS FISCAIS E PROCESSUAIS Processuais Art. 100 e 109, I da CF Art. 188 e 475, CPC (Lei n. 9469/97, Art. 10)FORMA DE ACESSO CONCURSO PBLICO, Art. 37, II CFBENS PBLICOS DE USO ESPECIAL NATUREZA DOS BENSArt. 99, II do CC OBRIGATORIEDADELICITAOArt. 37, XXI da CF e Art. 1.,pargrafo nico da Lei n. 8.666/93TEORIA OBJETIVA RESPONSABILIDADE CIVILArt. 37, 6. da CF 21. AUTARQUIAS DEREGIME ESPECIAL MAIOR LIBERDADEAGNCIAS DE ATUAONACIONAIS DOIS PRINCIPAISPARMETROS FUNOGERENCIALESCOLHA DESEU REGIME DO DIRIGENTEPESSOAL MAIOR 22. ADMINISTRAO INDIRETA Agncia reguladora uma autarquia de regime especial.Surgiu em razo do fim do monoplio estatal. responsvel pela regulamentao, controle e fiscalizaode servios pblicos, atividades e bens transferidos aosetor privado. Regime especial - caracteriza-se por trs elementos: 1) maior independncia, 2) investidura especial (depende de aprovao prvia do Poder Legislativo) e 3) mandato, com prazo fixo, conforme lei que cria a pessoa jurdica. 23. ADMINISTRAO INDIRETA Funo: responsvel pela regulamentao, controle e fiscalizao de servios pblicos, atividades e bens transferidos ao setor privado. Alguns aspectos:a) Regime de pessoal estatutrio.b) Licitao: obedece s normas da Lei 8.666/93. podendo optar por modalidades especificas como o prego e a consulta (ADIN 1668).Ex: ANEEL, ANATEL, ANA, ANP. 24. ADMINISTRAO INDIRETA Agncia executiva - uma autarquia ou fundaoque, por iniciativa da Administrao Direta, recebe ostatus de agncia desde que preenchidas algumascondies, visando maior eficincia e reduo decustos:1) realizao de plano estratgico de reestruturao e de desenvolvimento institucional em andamento;2) celebrao de contrato de gesto que visa dar a estas pessoas jurdicas mais autonomia e mais verba oramentria. 25. ADMINISTRAO INDIRETA Fundao pblica uma pessoa jurdica compostapor um patrimnio personalizado, destinado peloseu fundador para uma finalidade especfica. Podeser pblica ou privada de acordo com a suainstituio. Natureza jurdica da fundao pblica: pode ser dedireito pblico, caracterizando uma espcie deautarquia, denominada autarquia fundacional, ou dedireitoprivado,denominadafundaogovernamental, e seguir o regime prprio dasempresas pblicas e sociedades de economia mista. 26. DECRETO-LEI N. 200/67, ART. 5.FUNDAES PBLICASCERJ, ARTIGO 77, 2. DIREITO PBLICOPERSONALIDADE JURDICAOu DIREITO PRIVADOESTATUTRIO (*) REGIME DO PESSOALOu CELETISTAFINALIDADEORDEM SOCIAL AUTARQUIAFORMA OuPARTICULAR DIREITO PBLICOFiscais Art. 150, VI, a c/c 2. e 3.Processuais Art. 100 e 109, I da CFPRIVILGIOS FISCAIS E Art. 188 e 475, CPC (Lei n. 9469/97, Art. 10)PROCESSUAIS DIREITO PRIVADOFiscais Art. 150, VI, a c/c 2. e 3.Processuais No possuem privilgiosFORMA DE ACESSO CONCURSO PBLICO, Art. 37, II CFBENS PBLICOS DE USO ESPECIAL Art. 99, II do CC NATUREZA DOS BENSOu BENS PRIVADOS (conflitantes na doutrina, posio minoritria).OBRIGATORIEDADELICITAO Art. 37, XXI da CF e Art. 1., pargrafo nico da Lei n. 8.666/93 TEORIA OBJETIVA RESPONSABILIDADE CIVIL Art. 37, 6. da CF 27. ADMINISTRAO INDIRETA