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Economy & Finance

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1. RETENES DE IMPOSTOS NA FONTE (INSS, PIS, COFINS, CSLL, IR, ISS.) Ministrante: Edson Paulo Evangelista 2. TRIBUTO IMPOSTOS, TAXAS E CONTRIBUIO DE MELHORIAS Tributo gnero, de que so espcies: Impostos o tributo exigvel independe de qualquer atividade estatal especifica relativa ao contribuinte (art. 145, I, CF/88 e art. 16, CTN). Ex.: ICMS, IPI, ISS e IRPJ. Taxas Cobradas em razo do exerccio do poder de policia ou pela utilizao efetiva ou potencial, de servios pblicos especficos e divisveis, prestados ao contribuinte ou postos a sua disposio. Contribuio de Melhoria decorrem de obras pblicas de melhorias, que implique valorizao Imobiliria. Destina-se a custear parcialmente a obra realizada (art. 81 CTN). 3. CONCEITOS GERAIS SOBRE RETENES NA FONTE SOBRE SERVIOS PRESTADOS SUJEITO ATIVO E SUJEITO PASSIVO Art. 119. Sujeito ativo da obrigao a pessoa jurdica de direito pblico, titular da competncia para exigir o seu cumprimento. 4. CONCEITOS GERAIS SOBRE RETENES NA FONTE SOBRE SERVIOS PRESTADOS SUJEITO ATIVO E SUJEITO PASSIVO Art. 121. Sujeito passivo da obrigao principal a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniria. 5. CONCEITOS GERAIS SOBRE RETENES NA FONTE SOBRE SERVIOS PRESTADOS SUJEITO ATIVO E SUJEITO PASSIVO Pargrafo nico. O sujeito passivo da obrigao principal diz- se: I - contribuinte, quando tenha relao pessoal e direta com a situao que constitua o respectivo fato gerador; II - responsvel, quando, sem revestir a condio de contribuinte, sua obrigao decorra de disposio expressa de lei. Contribuinte TEM DBITO; Responsvel TEM RESPONSABILIDADE; 6. FATO GERADOR o fato ou situao que gera ou cria a obrigao tributria desde que prevista em lei que assim a defina. Exemplo: Fato gerador do ISSQN a prestao de servio se o sujeito passivo no prestar servios no h o que se falar em fato gerador para incidncia de imposto. 7. CONCEITO DE DOCUMENTO HBIL, DOCUMENTO IDNEO E DOCUMENTAO COMPROBATRIA DA OPERAO Existem vrios documentos a serem observados pelo contas a pagar, mas imprescindvel destacarmos dois tipos, os hbeis e no-hbeis: 8. CONCEITO DE DOCUMENTO HBIL, DOCUMENTO IDNEO E DOCUMENTAO COMPROBATRIA DA OPERAO Hbeis So os documentos previstos na legislao comercial/fiscal e servem de suporte (comprobatrios) para a contabilidade, exemplos: notas fiscais, recibos, notas promissrias etc. No-hbeis So os documentos no aceitos pela legislao comercial/fiscal e no servem como suporte para a contabilidade. Exemplos: Nota de dbito, nota de crdito, etc. 9. VALIDADE DA ESCRITURAO COMERCIAL, FISCAL E PREVIDENCIARIA No que se refere a validade da escriturao comercial esta, desde que preenchido os requisitos da lei fazem prova a favor do autor e do contribuinte a seguir: 10. VALIDADE DA ESCRITURAO COMERCIAL, FISCAL E PREVIDENCIARIA Cdigo de Processo Civil: Art. 379. Os livros comerciais, que preencham os requisitos exigidos por lei, provam tambm a favor do seu autor no litgio entre comerciantes. 11. VALIDADE DA ESCRITURAO COMERCIAL, FISCAL E PREVIDENCIARIA A RFB entre outras atribuies pode solicitar o exame da contabilidade das empresas Auditores- Fiscais ficando obrigados a prestar todos os esclarecimentos e informaes solicitados o segurado e os terceiros responsveis pelo recolhimento das contribuies previdencirias e das contribuies devidas a outras entidades e fundos. 12. IRPF-PJ - Imposto de Renda Retido na Fonte Pessoa Jurdica Ocorre pela prestao de servios constantes na legislao do IR arts. 647, 649 em diante, caso o servio que estiver sendo prestado constar na legislao, este dever ser retido na fonte pagadora a titulo de antecipao o percentual correspondente (Ver Anexo II). 13. SERVIOS SUJEITOS RETENO Texto do RIR/99: Art. 647. Esto sujeitas incidncia do imposto na fonte, alquota de 1,5% (um e meio por cento), as importncias pagas ou creditadas por pessoas jurdicas a outras pessoas jurdicas, civis ou mercantis, pela prestao de servios caracterizadamente de natureza profissional. 14. Os servios de limpeza, conservao, segurana, vigilncia e por locao de mo-de-obra, esto sujeito a reteno, a alquota de 1% (um porcento) conforme art. 649 RIR/99. SERVIOS SUJEITOS RETENO 15. O artigo 1 da IN RFB n 765/2007 determina que a empresa optante do simples nacional esta dispensada reteno na fonte de suas receitas conforme abaixo transcrito: DISPENSA DE RETENO PJ SIMPLES NACIONAL 16. Art. 1 Fica dispensada a reteno do imposto de renda na fonte sobre as importncias pagas ou creditadas a pessoa jurdica inscrita no Regime Especial Unificado de Arrecadao de Tributos e Contribuies devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional). DISPENSA DE RETENO PJ SIMPLES NACIONAL 17. ATENO Caso esta empresa (do Simples Nacional) contrate empresas no optante deste regime dever ento proceder a reteno normalmente. DISPENSA DE RETENO PJ SIMPLES NACIONAL 18. IMPORTANTE AS EMPRESAS DEVEM SEMPRE CONSULTAR O SITE DA RFB PARA SE CERTIFICAR SE A EMPRESA EST OU NO ENQUADRADA NO SIMPLES NACIONAL. DISPENSA DE RETENO PJ SIMPLES NACIONAL 19. A regra geral que o imposto retido na fonte seja recolhido e pago pelo tomador do servio. Porm em alguns casos especficos essa obrigao pode ser do prestador de servios como veremos a seguir: CASOS EM QUE A RESPONSABILIDADE DA PRPRIA BENEFICIRIA DO PAGAMENTO 20. a) Colocao ou negociao de ttulos de renda fixa; b) Operaes realizadas em Bolsa de Valores e em Bolsas de Mercadorias; c) Distribuio de emisso de valores mobilirios, quando a pessoa jurdica atuar como agente da companhia emissora; CASOS EM QUE A RESPONSABILIDADE DA PRPRIA BENEFICIRIA DO PAGAMENTO 21. d) Operaes de cmbio; e) Venda de passagens, excurses ou viagens; f) Administrao de cartes de crdito; g) Prestao de servios de distribuio de refeies pelo sistema de refeies-convnio. CASOS EM QUE A RESPONSABILIDADE DA PRPRIA BENEFICIRIA DO PAGAMENTO 22. As pessoas jurdicas isentas de IRPJ conforme determina a legislao e so beneficiarias de rendimentos, tambm so isentas de retenes do IRRF. So imunes do imposto de renda: BENEFICIRIAS PESSOAS JURIDICAS IMUNES E ISENTAS 23. a) os templos de qualquer culto (CF/1988, art. 150, VI, "b"); b) os partidos polticos, inclusive suas fundaes, e as entidades sindicais de trabalhadores, sem fins lucrativos (CF/1988, art. 150, VI, "c"), desde que observados os demais dispositivos do art. 169 do Decreto n 3.000, de 1999. c) as instituies de educao e as de assistncia social, sem fins lucrativos (CF/1988, art. 150, VI, "c"). BENEFICIRIAS PESSOAS JURIDICAS IMUNES E ISENTAS 24. Para o gozo da imunidade, as instituies citadas no pargrafo anterior esto obrigadas a atender aos seguintes requisitos:no remunerar, por qualquer forma, seus dirigentes pelos servios prestados: BENEFICIRIAS PESSOAS JURIDICAS IMUNES E ISENTAS 25. aplicar integralmente seus recursos na manuteno e desenvolvimento dos seus objetivos sociais; manter escriturao completa de suas receitas e despesas em livros revestidos das formalidades que assegurem a respectiva exatido; conservar em boa ordem, pelo prazo de cinco anos, contado da data da emisso, os documentos que comprovem a origem de suas receitas e a efetivao de suas despesas, bem assim a realizao de quaisquer outros atos ou operaes que venham a modificar sua situao patrimonial; BENEFICIRIAS PESSOAS JURIDICAS IMUNES E ISENTAS 26. apresentar, anualmente, a DIPJ, em conformidade com o disposto em ato da Secretaria da Receita Federal; recolher os tributos retidos sobre os rendimentos por elas pagos ou creditados e a contribuio para a seguridade social relativa aos empregados, bem assim cumprir as obrigaes acessrias da decorrentes; BENEFICIRIAS PESSOAS JURIDICAS IMUNES E ISENTAS 27. assegurar a destinao de seu patrimnio a outra instituio que atenda s condies para gozo da imunidade, no caso de incorporao, fuso, ciso ou de extino da pessoa jurdica, ou a rgo pblico. outros requisitos, estabelecidos em lei especfica, relacionados com o funcionamento das entidades citadas. BENEFICIRIAS PESSOAS JURIDICAS IMUNES E ISENTAS 28. PESSOA JURDICA ISENTA Consideram-se isentas as instituies de carter filantrpico, recreativo, cultural e cientfico e as associaes civis que prestem os servios para os quais houverem sido institudas e os coloquem disposio do grupo de pessoas a que se destinam, sem fins lucrativos (Lei n 9.532, de 1997). BENEFICIRIAS PESSOAS JURIDICAS IMUNES E ISENTAS 29. Embora no se caracterize como pessoa jurdica, o condomnio responsvel pela reteno e recolhimento do imposto de renda na fonte, quando se enquadrar como empregador e/ou tomador de servios prestados, em face da legislao trabalhista e previdenciria e perante ao imposto de renda, devendo reter o imposto sobre os rendimentos pagos aos seus empregados e de seus prestadores de servios. CONDOMINIO COMO FONTE PAGADORA DE RENDIMENTOS SUJEITOS A IRRF 30. RECOREEMBOLSO DE DESPESAS VALIDADE DOCUMENTOS COMPROBATRIOS Como vimos em no tpico de documentos hbeis e no-hbeis a empresa deve manter controle sistemtico sobre os reembolsos de despesas conferindo-os para no ocorrer em glosas junto ao fisco. 31. RECOREEMBOLSO DE DESPESAS VALIDADE DOCUMENTOS COMPROBATRIOS Deste modo para que estes reembolso sejam aceitos pelo fisco devem preencher os requisitos de documentos hbeis perante a legislao do imposto de renda. por exemplo o caso das prestaes ou acertos de viagens sem os devidos comprovantes de despesas ou acertos baixados sem comprovantes. 32. PAGAMENTO DO VALOR LIQUIDO COM NUS DO IMPOSTO PELA FONTE PAGADORA A responsabilidade pelo desconto e pelo recolhimento do imposto retido da fonte pagadora dos rendimentos incidentes sobre trabalho, rendimentos do capital, servios etc. ainda que no tenham sido descontado do beneficirio do rendimento. 33. PAGAMENTO DO VALOR LIQUIDO COM NUS DO IMPOSTO PELA FONTE PAGADORA Normalmente, quem suporta o encargo do IRRF o beneficirio. No entanto, em determ