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  • 8/14/2019 ResumoDoLivro Multimedia

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    PRLOGOO DESAFIO DA CRIATIVIDADEBase de UtilizadoresPossibilidades CriativasUma descrio de senso comum de multimedia pode ser: A capacidade de combinar aspossibilidades criativas da rdio e televiso, jornais, livros, revistas, filmes animados e discos de

    msica, num conjunto de ficheiros de computador acessveis pela mesma pea de software paraproporcionar uma experincia integrada semelhante, onde as entradas do utilizador dentro decertos limites, determina a maneira na qual o material acessado. pois interactivo.Tem um grande poder criativo.InteractividadeA mudana de formas analgicas lineares para estruturas criativas no-lineares digitais sergradual.Vinho Velho em Garrafas NovasEditores digitais no-lineares so agora usados para criar narrativas lineares tradicionais, maseste filme digitalizado e editado no linearmente.Mas ensinar crianas a ler usando livros multimedia falantes correndo num computador queregista o seu progresso adiciona um valor e cria uma nova ordem de experimentao.

    A enciclopdia.O contedo fundamental para novas capacidades tais como arquitectura da informao. Desteponto de vista, a produo ultimedia mais como a feitura de um filme.Igualmente, o papel da profisso de designer grfico no desenvolvimento multimedia, no deveser substimado, tendo sido movidos para o domnio audio-visual, o que constitui um enormedesafio para a profisso.Investigao e MultimediaTericos culturais, muitos dos quais nunca tentaram praticar o fenmeno acerca do qual falam.Mas jovens que trabalham individualmente ou em grupo, criam uma indstria de sucesso onde taltrabalho inventivo de pequena escala muito difcil. Comunidades virtuais podem formar-serapidamente.O crescimento do media digital facilitado parpopriadamente pela velocidade de comunicaopermitida hoje.E crescero num virtualmente infinito n de maneiras.Taxonomia do MultimediaO livro de referncia, seja diconrio ou enciclopdia; o atlas multimedia; Museus virtuais.Educao uma rea onde o potencial de desenvolvimento enorme. existe j muita coisa masde forma rudimentar, mas infinitas possibilidades mantm-se para ser realizadas.Jogos de computador alguns destes utilizadores seguiro e tornar-se-o criadores sofisticadosde produtos multimedia, que advir da sua experincia como jogadores.Em termos de aplicaes para adultos, no h multimedia equivalentes aos killer applications, noh paradigma criado, ainda.Concluso

    A criatividade analgica deve enformar a tecnologia digital. Aqueles que usam algum media decomunicao, novo ou vleho, digital ou analgico, devem ter algo de interessante e que valha apena, para dizer.

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    CAP. 1 INTRODUOA escura e tempestuosa noite pode ser representada em diferentes media; cada qual nos conta ahistria atravs de diferentes meios, apellando a diferentes sentidos. Uma das vises chave emcomputadores que todos esses media podem ser representados digitalmente, como umacoleco estruturada de bits, e podem depois ser manipulados por programas em computador,guardados em discos e outros dispositivos de armazenamento, e transmitidos sobre redes. A sua

    representao digital partihada significa que diferentes media podem ser combinados naquiloque pobremente chamdo de multimedia.A integrao dos media natural tal como percebemos o mundo.O que distingue o multimedia digital das prvias formas de combinar os media? o facto de queos bits que representam texto, som, imagens, etc. poderem ser tratados como dados pelosprogramas de computador.O multimedia digital pode ser interactivo.Diferentes opes de interface podem ser oferecidas para utilizadores com diferentes gostos enecessidades.CONTEXTO HISTRICOMas, na escala de tempo das mudanas culturais, o multimedia chegou h muito pouco.Mais tarde, tudo o que no fosse um cran de cinema para projectar um filme, era dado como

    excntrico.Como o cinema adoptou as mesmas formas do texto dos jornais, da mesma forma, o multimediaainda adopta o formato dos anteriores media. O exemplo mais bvio a enciclopdia.No multimedia, parte do que presentemente falta uma real compreenso de como podemos tirarvantagens do facto do multimedia digital ser dados, integrar a apresentao do multimedia com acomputao.TERMINOLOGIAO que se chama a uma mistura de media sob o controlo de software?Assim, h um continuum de produes que simplesmente apresentam o material de uma formafixa, atravs de interactividade complexa incrementada, at aplicaes que geram multimediadinamicamente.No h um termo satisfatrio ainda para o acto da pessoa que v um produto multimedia,embora se use o termo vago de utilizador.Pode ser til distinguir entre multimedia e mltiplos media. A distino melhor compreendidado ponto de vista do utilizador.Uma produo em media mltiplo requer que mudemos entre modalidades. O verdadeiromultimedia requer que combinemos modalidades (como fazemos na vida real, andando numa lojapor ex.).Consideraremos o multimedia como qualquer combinao de dosi ou mais media, representadosde forma digital, suficientemente bem integrados para ser apresentados via uma nica interface,ou manipulados por um nico programa de computador.ENTREGA til distinguir entre entrega online e offline.

    Quando o multimedia entregue offline, algum media de armazenamento removvel tem de serusado.O CR-Rom nos meados dos 90s, apesar de passar um vdeo em cran total, de forma suave, dumCD-Rom ainda impossvel sem suporte adicional de hardware.O CD-Rom nunca apnhou totalmente a imaginao do pblico. Os altos custos dedesenvolvimento -> preo alto, sendo que a entrega online largamente vista como o futuro domultimedia.Em 1995 a indstria criou o DVD (Digital Video Disk, que mudou depois para Versatile como formade emendar a mo pois d para qualquer dado digital). A sua cpacidade pode ir at aos 17Gbytesnum disco de dupla face, com relaes de transferncia similares aos drives de CD-Rom. Apesarde serem por vezes usados para distribuir software, DVDs no se tornaram um substituto do CD-Rom, sendo mais usados para o seu propsito original de distribuir video de alta-qualidade.

    Assim, o DVD tornou-se num novo menu para o multimedia interactivo, embora de uma naturezarudimentar.

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    A entrega online, contudo, oferece possibilidades que no esto disponveis offline. permite aentrega de contedo multimedia (quase) ao vivo, o que permite a vdeoconferncia, emissomultimedia.NO-LINEARIDADEH correntemente 2 modelos em uso para combinar elementos de media de diferentes tipos:page-based e time-based.No primeiro, texto, imagens, e vdeo so colocados num arranjo bidimensional que se assemlha

    maneira em que textos e imagens so colocados em livros e magazines. Os elementos time-based, tais como vdeo clips e som, so embebidos na pgina como se fossem imagens,ocupando uma rea fixa. H controlos para play,...Pginas individuais podem ser combinadas usando links.Essas pginas multimedia ligadas so conhecidas como hypermedia. O exemplo mais ebmconhecido de um sistema hypermadia a WWW.Em contraste, o multimedia time-based faz do tempo o princpo central organizador. Os elementosso arranjados no tempo, frequentemente usando uma linha do tempo, de modo a que sejamapresenatdos como uma sequncia.Uma apresentao multimedia (como chamaremos a uma tal produo timeline-based) incorporafrequentemente o paralelismo. Os elementos podem ser sincronizados.A tecnologia multimedia time-based mais largamente usada na Web a Flash.Os slideshows em Powerpoint fornecem o mais bsico tipo de apresentao multimedia.*** Um 3 modelo para combinar media exemplificado pelo VRML, e em certa medida, peloMPEG-4. Aqui, os elementos so colocados num cenrio tridimensional. O utilizador pode mover-se no espao 3-D e inspeccionar as imagens ou objectos que encontrar. Podem ser incorporadoslinks. mais encontrado em jogos. A aparente falha no VRML em conseguir larag aceitao e afalate de suporte comercial do MPEG-4 standard, significa que actualmente no h standard paramultimedia baseado em cenas***.As produes multimedia baseadas em ambos os modelos so frequentemente aumentadas comcaractersticas de interactividade.Loops e estruturas de salto, que em certa medida relembram os links das pginas de hypermedia.scripts podem tambm ser escritos para causar aces que ocorrem depois de um certo perodo

    de tempo, ou em resposta a eventos tais como fim dos video clips.A distino entre os nossos modelos de combinao de media est pois de certa forma nublada.Um conceito que une os 2 modelos a no-linearidade.INTERACTIVIDADE frequentemente tida como a caracterstica que distingue o multimedia digital dos outros formatosde combinar media, tais como a televiso.Ainda limitada.Contudo, prover escolhas num programa de computador mais fcil que via um dispositivo dehardware.As possibilidades expandem-se combinatoriamente. Ex. 4 escolhas de 5 nveis permitem 1024possibilidades de experienciar uma produo.Mas o controlo ltimo permanece com o produtor mesmo que umj crescente n de escolhas no

    enriquea necessariamente uma produo. Ex. horrios de comboios. E nenhuma quantidade deinteractividade pode compensar um contedo pobre.O carcter da interaco pode ser apreciado como ele acontece num jogo popular Myst, que nosd um mundo fantstico para explorar. Ele demonstra como a interactividade, quando embebidanum ambiente rico com grficos de alta-qualidade e som evocativo, pode aumentardramaticamente a atractividade de um produto.*** Interactividade na realidade um nome imprprio. a verdadeira interaco s possvelquando outra pessoa est envolvida***.A interactividade pode ainda ser inapropriada e redundante e deve ter-se em conta que omultimedia no aprpopriado para tudo ex. ler um livro.Interfaces de UtilizadorOs meios pelos quais as escolhas podem ser apresentadas aos utilizadores podem variar

    enormemente. Num extremo temos um conjunto estilizado de elementos de i