RESUMO EXECUTIVO DO PROJETO REDE DE DEFESA E ?· prefeitura municipal de curitiba resumo executivo do…

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<ul><li><p>PREFEITURA MUNICIPAL DE CURITIBA </p><p>RESUMO EXECUTIVO DO PROJETO </p><p>REDE DE DEFESA E PROTEO ANIMAL DA CIDADE DE CURITIBA </p><p>MAIO 2009 </p></li><li><p>2</p><p> SUMRIO </p><p>Equipe de trabalho...................................................................................................04 1. Introduo.............................................................................................................05 2. Premissas .............................................................................................................09 3. Aspectos Histricos ............................................................................................10 4. A cidade de Curitiba ............................................................................................13 5. Objetivos da Rede de Defesa e Proteo Animal da Cidade de </p><p>Curitiba...............................................................................................................13 5.1. Objetivo geral ................................................................................................13 5.2. Objetivos especficos .....................................................................................13 </p><p>6. Diretrizes Gerais da Rede de Defesa e Proteo Animal da Cidade de Curitiba .............................................................................................................14 </p><p>7. Secretarias Municipais envolvidas e suas principais atribuies..................15 7.1 Secretaria Municipal de Comunicao Social (SMCS) ..................................16 7.2 Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMMA) ...........................................17 7.3 Secretaria Municipal da Sade (SMS) ...........................................................19 7.3.1 Setor de Educao Sanitria........................................................................19 7.3.2. Setor de Vigilncia em Sade.....................................................................20 7.4. Secretaria Municipal de Defesa Social (SMDS) ............................................20 7.5 Secretaria Municipal de Educao (SME) .................................................... 21 7.6 Secretaria Municipal de Urbanismo(SMU).....................................................22 7.7 Urbanizao de Curitiba S.A. (URBS).............................................................22 7.8 Fundao de Ao Social (FAS).................................................................... 23 7.9 Fundao Cultural de Curitiba (FCC)..............................................................23 </p><p> 7.10 Procuradoria Geral do Municpio (PGM) ......................................................23 7.11 Instituto Curitiba de Informtica (ICI) ............................................................23 8. Propostas de projetos associados Rede de Defesa e Proteo Animal da </p><p>Cidade de Curitiba...............................................................................................24 8.1 Apoio jurdico atravs de convnios com instituies de ensino superior em </p><p>Direito....................................................................................................................24 </p></li><li><p>3</p><p> 8.2 Aes itinerantes nos pontos do Programa Compra do Lixo da Secretaria </p><p>Municipal do Meio Ambiente...................................................................................24 8.3 Rede conveniada de clnicas para a microchipagem ......................................25 8.4 Resgate Mvel Animal ....................................................................................25 8.5 Projeto Motoco ..............................................................................................25 8.6 Projeto Co da Cidade ....................................................................................25 8.7Regulamentao das atividades comerciais de animais de estimao no </p><p>Municpio de Curitiba e dos projetos de lei j sancionados pelo Prefeito ..............26 8.8 Projeto Co Metropolitano ...............................................................................26 8.9 Projeto Eqino Metropolitano ..........................................................................26 8.10 Projeto reciclar em duas rodas ......................................................................26 9. Estratgia de execuo das atividades da Rede de Defesa e Proteo Animal </p><p>da Cidade de Curitiba .........................................................................................27 10. Consideraes Finais .......................................................................................28 </p></li><li><p>4</p><p>EQUIPE DE TRABALHO: </p><p>COORDENAO GERAL Marcos Elias Traad da Silva SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE (SMMA) - DEPARTAMENTO DE ZOOLGICO </p><p>SECRETARIAS ENVOLVIDAS E COLABORADORES: SECRETARIA DE GOVERNO MUNICIPAL (SGM) Eduardo Aichinger </p><p>Clia Braga Figueiredo Fayzano </p><p>Francisco Carlos Nogueira </p><p>SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE (SMMA) Cynthia Hauer de Mello Leito </p><p>Juan Ramon Soto Franco </p><p>Lucyenne Gisele Popp Brasil </p><p>Marco Aurlio Bregenski </p><p>SECRETARIA MUNICIPAL DA SADE (SMS) Juliano Ribeiro </p><p>Moacir Gerollomo </p><p>Regina Utime </p><p>SECRETARIA MUNICIPAL DE COMUNICAO SOCIAL (SMCS) Roberta Storeli </p><p>Vanessa Douhey de Arruda </p><p> SECRETARIA MUNICIPAL DO URBANISMO (SMU) Joo Martinho Cleto Reis Junior </p><p>Luis Fernando Jamur </p></li><li><p>5</p><p>URBS URBANIZAO DE CURITIBA S.A. Maura Moro </p><p>Rosangela Maria Battistela </p><p>SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAO (SME) Ana Lcia Mathias </p><p>Narali Marques da Silva </p><p>SECRETARIA MUNICIPAL DA DEFESA SOCIAL (SMDS) Wagnelson de Oliveira </p><p>SECRETARIA MUNICIPAL DE ESPORTE E LAZER (SMEL) Mrcia Lecheta de Moraes </p><p>FUNDAO DE AO SOCIAL (FAS) Elizabete Becke Peixoto </p><p>FUNDAO CULTURAL DE CURITIBA (FCC) Carla Regina Furin Farah </p><p>PROCURADORIA GERAL DO MUNICPIO Italo Tanaka Jnior </p><p>INSTITUTO CURITIBA DE INFORMTICA Cristiane Baccarin </p></li><li><p>6</p><p>REDE DE DEFESA E PROTEO ANIMAL DA CIDADE DE CURITIBA </p><p>1. INTRODUO </p><p>Ao longo de anos o municpio de Curitiba trabalhou com a captura e o </p><p>extermnio de ces e gatos de forma sistemtica e indiscriminada, tendo sido </p><p>verificados cerca de 18.000 animais sacrificados num s ano. </p><p> A eliminao em massa de ces era sustentada por um pensamento </p><p>equivocado da sociedade e da prpria Organizao Mundial de Sade (OMS). Havia </p><p>o entendimento sobre a importncia do controle do aumento da populao atravs </p><p>da retirada de animais das ruas de forma continuada, alm da necessidade de </p><p>controlar determinadas doenas como a temida raiva canina. </p><p>Com o advento da Declarao Universal dos Direitos dos Animais, </p><p>proclamada em Assemblia da UNESCO, em Bruxelas, no ano de 1978, e em </p><p>funo de estudos mais recentes realizados pela OMS em pases onde o sacrifcio </p><p>de ces foi intenso chegando a 15% da populao, concluiu-se que a ao fora </p><p>totalmente ineficaz, pois a taxa de eliminao de animais era rapidamente superada </p><p>pela taxa de reposio, dada a dinmica populacional da espcie, ou seja, o alto </p><p>potencial de reproduo e mobilidade dos animais. Ainda, segundo a OMS, no </p><p>existem provas de que a eliminao de ces tenha gerado impactos significativos na </p><p>densidade das populaes caninas e mesmo na propagao da raiva. Assim, o 8 </p><p>Informe Tcnico, publicado em 1992, apontou que os mtodos aceitveis para o </p><p>controle da populao canina so baseados em: </p><p>a) Restrio de movimentos; </p><p>b) Programas educativos para a guarda responsvel; </p><p>c) Controle do habitat; </p><p>d) Regulao da reproduo. </p><p>Assim, fica evidente que, as medidas indicadas, tratadas de forma integrada, </p><p>associadas ao controle dos criadouros e da comercializao de animais so </p><p>importantes e podem produzir resultados efetivos. No entanto, quando se procura </p><p>evidenciar que a castrao massiva de animais sob a guarda dos seus responsveis </p><p>resolver o problema definitivamente, deve-se considerar que apenas uma pequena </p></li><li><p>7</p><p>parcela de animais ntegros, sem restrio dos seus movimentos ao seu local de </p><p>permanncia, bem como o abandono dos animais nas cidades, pode promover </p><p>rapidamente o aumento da populao nas ruas, pelo alto potencial de reproduo </p><p>e mobilidade dos animais. </p><p>O Ministrio Pblico, por sua vez, tendo a legitimidade para propor as aes </p><p>civis e penais pblicas necessrias preservao ou correo dos danos ao meio </p><p>ambiente, moveu ao de responsabilidade civil pblica e criminal contra os Centros </p><p>de Controle de Zoonoses (CCZ) das capitais pelos danos causados o que culminou </p><p>com a supresso imediata da matana de animais, uma vez que no havendo </p><p>sustentao tcnica para faz-lo, tal ato passou a ser considerado crime ambiental. </p><p>No final do ano de 2005 a Secretaria Municipal de Sade de Curitiba </p><p>interrompeu as atividades de recolhimento e eutansia de ces que eram solicitados </p><p>pelos muncipes atravs do servio telefnico 156. </p><p>Com o crescimento das cidades e a necessidade concomitante da </p><p>manuteno das reas verdes, objetivando melhorar as condies de vida dos </p><p>muncipes, outros grupos de animais passaram a ser observados sob a mesma </p><p>tica, sendo necessrio, portanto, o estabelecimento de polticas pblicas para a </p><p>defesa e a proteo desses animais. Caso tpico que sustenta tal afirmativa, o </p><p>descontrole sobre as populaes de pombos, morcegos, animais de trao e </p><p>animais silvestres em parques urbanos e na cidade como um todo, trazendo tona </p><p>fatos como os crimes de maus-tratos, abandono, comrcio indiscriminado, situaes </p><p>diversas de risco sade e ao bem estar dos homens e dos animais. </p><p>A superpopulao de ces e gatos em centros urbanos ocasiona inmeros </p><p>problemas: transmisso de zoonoses, como raiva, leptospirose, leishmaniose, entre </p><p>outras; agresses envolvendo pessoas ou outros animais; contaminao ambiental </p><p>por dejetos e plos e disperso de lixo; distrbios de trnsito de veculos, </p><p>determinantes de acidentes, atropelamentos; danos propriedade pblica ou </p><p>particular. </p><p>O controle destas populaes representa um desafio constante para todas as </p><p>sociedades, independentemente do grau de desenvolvimento scio-econmico, </p><p>devido ao grande lao afetivo que caracteriza a relao do homem com animais, </p><p>sejam de raa ou no, filhotes ou adultos, machos ou fmeas, soltos ou </p><p>domiciliados. A necessidade de controlar animais de estimao sempre envolve dois </p><p>atores sociais. Ao proprietrio cabe exercer o direito de manter um animal sob sua </p></li><li><p>8</p><p>guarda, desde que de maneira responsvel, ou seja, zelando pela sua sade, pelo </p><p>controle reprodutivo, pela destinao de filhotes e mantendo-o domiciliado. Ao poder </p><p>pblico destinam-se as aes de controle dos animais errantes, com vistas </p><p>proteo da sade pblica, porm, com posturas humanitrias em relao a eles. </p><p>Diante da nova situao apresentada, no se pode falar sobre equilbrio e </p><p>proteo ambiental sem incluir o desenvolvimento de aes coordenadas de </p><p>polticas de defesa e proteo dos animais, atravs dos poderes pblicos municipais, </p><p>estaduais e federal, em associao com diferentes entidades. </p><p>Numa viso de complexidade, propor polticas de defesa e proteo aos </p><p>animais pensar o ambiente como um todo, portanto incorporando benefcios a </p><p>todas as espcies que compartilham a existncia nas cidades. Assim, devem-se </p><p>estabelecer aes relativas fauna domstica, domesticada e no domstica como </p><p>ao de proteo e controle de pombos, morcegos, animais de trao, animais no </p><p>domsticos em parques urbanos e outros. </p><p>A viso antropocntrica que tem norteado o processo civilizatrio sujeitou os </p><p>animais aos interesses das sociedades humanas. Uma nova viso se faz necessria </p><p>at mesmo para assegurar a sobrevivncia da espcie humana na Terra. Essa nova </p><p>viso, biocntrica, remete importncia de todos os seres e dos seus papis no </p><p>planeta. Dessa forma, ao invs do incmodo gerado pelo desequilbrio, faz-se </p><p>necessria a compreenso do princpio da reciprocidade e do papel das sociedades </p><p>humanas em assegurar o restabelecimento do equilbrio. </p><p>A maioria dos trabalhos e aes desenvolvidas em paises que avanaram </p><p>neste aspecto indica o caminho da educao ambiental e, complementarmente, para </p><p>medidas coercitivas como pontos estratgicos para seu enfrentamento. </p><p>Assim, em funo da complexidade do assunto, o planejamento de polticas </p><p>municipais para a defesa e proteo dos animais dever compreender aes de </p><p>curto prazo, objetivando promover o entendimento do cidado que possui animais </p><p>sobre sua responsabilidade pela guarda responsvel, bem como apresentar </p><p>solues de mdio e longo prazo para que se efetive a reduo do problema. </p><p> Porm sua adoo precisa ser contundentemente dirigida, sob o risco de ferir-</p><p>se a inteno ao se dispersar as aes entre os setores envolvidos na sua </p><p>implantao de forma no sintonizada. Os objetivos pretendidos s podero ser </p><p>alcanados pela interao da ao governamental de diversas secretarias e da </p><p>coletividade. Alm da necessidade de programas permanentes visando o controle </p></li><li><p>9</p><p>populacional, faz-se necessria a implantao de medidas de coibio a maus tratos </p><p>atravs de aes educativas visando mudanas de valores e atitudes, de </p><p>conscientizao da populao para uma convivncia harmoniosa com os animais. </p><p>Sem essas aes o que se constata no dia-a-dia so animais expostos a prticas </p><p>cruis como envenenamentos, atropelamentos, torturas, mutilaes devido falta de </p><p>compreenso das pessoas de que os animais que se encontram abandonados so </p><p>vtimas da insensibilidade humana e da falta de ateno dos rgos pblicos s </p><p>suas necessrias condies de vida. </p><p>2. PREMISSAS </p><p>A Constituio da Republica prev, expressamente que: todos tm direito ao </p><p>meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial </p><p> sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Pblico e coletividade o dever de </p><p>defend-lo e preserv-lo para as presentes e as futuras geraes (artigo 225), </p><p>dando a incumbncia, entre outros, ao Poder Pblico, para proteger a fauna e a </p><p>flora, vedadas, na forma da lei, as prticas que coloquem em risco sua funo </p><p>ecolgica, provoquem a extino de espcies ou submetam os animais crueldade </p><p>(inciso VII). </p><p> De acordo com a Lei Federal 6.938/81, que dispe sobre a Poltica Nacional </p><p>do Meio Ambiente, no que se refere proteo a fauna, destaca-se que a defesa da </p><p>fauna, estende-se inclusive aos animais domsticos e domesticados. Assim fazendo </p><p>parte do meio ambiente tendo em vista o seu uso coletivo, deve ser protegido e </p><p>assegurado, pois trata-se de um patrimnio pblico conforme previsto em seu artigo </p><p>2, inciso I. Ressalta, ainda, no artigo 3, inciso V, da mesma lei, a sua incluso, </p><p>considera como bens necessariamente integrantes do meio ambiente a atmosfera, </p><p>as guas interiores, superficiais e subterrneas, os esturios, o mar territorial, o solo, </p><p>o subsolo, os elementos da biosfera, a flora e a fauna. Da mesma forma, os artigos </p><p>5 e 6 contemplam de maneira incisiva a questo de proteo fauna, como segue: </p><p>Artigo 5: Cada animal pertencente a uma espcie que vive habitualmente no </p><p>ambiente do homem, tem o direito de viver e crescer segundo o ritmo e as condies </p><p>de vida e de liberdade que so prprias da sua espcie; toda modificao desse </p></li><li><p>10</p><p>ritmo e dessas condies, imposta pelo homem para fins mercantis, contrria a </p><p>esse direito. </p><p>Artigo 6: Cada animal que o homem escolher para seu companheiro tem o direito a </p><p>uma durao de vida conforme sua natural longevidade ;o abandono de um animal </p><p> um ato cruel e degradante. </p><p> Desta maneira, faz-se necessrio disciplinar a proteo ambiental relativa aos </p><p>animais, atravs de um conjunto de polticas municipais de defesa e proteo aos </p><p>animais, de acordo com a espcie, com conceituao clara a partir de orientao </p><p>tcnico-cientfica e em consonncia com o arcabouo legal e normativo federal e </p><p>estadual. </p><p>3. ASPECTOS HISTRICOS </p><p>Alguns marcos histricos e resultados importantes foram obtidos em trabalhos </p><p>com a populao animal nas cidades de Curitiba e So Paulo. </p><p> Na Tabela 1, pode-se observar o histrico das capturas e dos destinos de </p><p>ces que ingressaram no Centro de Controle de Zoonoses na Cidade de Curitiba, ao </p><p>longo de quatro anos. </p><p>Tabela 1: Histrico das capturas e dos destinos de ces que ingressaram no Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) na Cidade de Curitiba (2002 2005) </p><p>Situao Ces (*) ANO 2002 (%) 2003 (%) 2004 (%) 2005 (%) </p><p>Entrada (sadios e doentes) 17.802 96,1 16.725 96,8 16.165 98,9 15.935 99 </p><p>Resgatados pelo proprietrio 1.434 8,1 953 5,7 655 4,1 593 3,7 </p><p>Adotados 718 4,0 679 4,1 833 5,2 501 3,1 </p><p>Eutanasiados 14.948 84,0 14.504 87,0 14.477 89,6 14.691 92,2 Fonte: SMS/CCZ (2008) (*) Animais doados para ensino e pesquisa no esto includos. </p></li><li><p>11</p><p> Pela Tabela 1, pode-se verificar que apenas um pequeno percentual dos </p><p>animais capturados era resgatado pelos proprietrios ou adotados por terceiros e </p><p>que, a ao preponderante do CCZ era a eutansia dos animais, onde, em mdia, </p><p>88,2% dos animais capturados nas ruas foram sacrificados. </p><p> Se numa situao em que havia o risco da perda dos animais capturados a </p><p>resposta da populao na adoo ou resgate era insignificante, pode-se inferir que </p><p>havendo a deciso do poder executivo na construo de canis pblicos, o </p><p>planejamento para a manuteno dos indivduos capturados por longo perodo deve </p><p>ser consolidado no oramento anual e que em funo da longevidade dos animais, </p><p>haver concomitantemente a abertura contnua de novas vagas, o que poder se </p><p>traduzir na inviabilidade operacional de um canil municipal. Ressalte-se ainda que </p><p>com o surgimento de locais para alojar animais, os indicadores de abandono at </p><p>podem aumentar, haja vista que os abrigos das instituies no governamentais </p><p>sempre esto lotados sendo comum as pessoas deixarem animais na porta desses </p><p>abrigos, sabendo que eles vo ser recolhidos e tratados. </p><p> Em um levantamento recente, realizado por Pesquisadores de universidades, </p><p>na regio metropolitana de So Paulo, elaborado atravs de consultas a pronturios </p><p>de clinicas veterinrias, um hospital veterinrio e canis particulares, foram obtidos </p><p>dados interessantes sobre a longevidade e as principais causas da morte de 2.011 </p><p>ces que perderam a vida entre 1995 e 2005. Os resultados so mostrados a seguir: </p><p>Tabela 2 Dados obtidos em levantamento sobre as principais causas de mortes e a longevidade de ces na regio metropolitana da Cidade de So Paulo, em funo </p><p>do sexo e da condio fisiolgica (castrados ou no castrados). </p><p> Causa da morte </p><p> Ocorrncias (%) </p><p> Idade mdia no bito (anos) </p><p> Machos Fmeas </p><p>Doenas Infecciosas (1 ano de vida) 35,14 2,4 4,0 </p><p>Tumores 13,28 Idade mdia no bito (anos) </p><p>Acidentes com traumatismo 13,08 Castrados No castrados </p><p>Velhice 5,57 9,0 3,0 </p><p>Outras causas 32,93 ____________________________________________________________________________________ Fonte: Revista Center Pet Clnicas, ed. Top.Co., Edio 104 (2008) </p></li><li><p>12</p><p> Pela Tabela 2, p

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