Resumo - Direito Processual Civil - 45 Artigos (154-199)

Download Resumo - Direito Processual Civil - 45 Artigos (154-199)

Post on 16-Oct-2015

32 views

Category:

Documents

0 download

Embed Size (px)

TRANSCRIPT

<ul><li><p>DISCIPLINA: DIREITO PROCESSUAL CIVIL </p><p>RESUMO: artigos 154 a 199 (45 artigos); </p><p>BREVES ANOTAES (REVISO RPIDA) </p><p>CPC: o Cdigo de Processo Civil. </p><p>Foi institudo pela Lei n.o 5.869, de 11/01/1973. </p><p>Processo um instrumento, um meio de se buscar a implementao de um </p><p>direito; resolver disputa de interesses. formado por uma sequncia de </p><p>atos. Cada processo pode ter uma FORMA diferenciada e detalhes prprios </p><p>(procedimento). </p><p>TTULO V </p><p>DOS ATOS PROCESSUAIS </p><p>CAPTULO I </p><p>DA FORMA DOS ATOS PROCESSUAIS </p><p>Seo I </p><p>Dos Atos em Geral </p></li><li><p>Art. 154. Os atos e termos </p><p>processuais NO dependem de forma </p><p>determinada seno quando a lei </p><p>expressamente a exigir, reputando-</p><p>se vlidos os que, realizados de </p><p>outro modo, lhe preencham a </p><p>finalidade essencial. </p><p>Pargrafo nico. Os tribunais, no </p><p>mbito da respectiva jurisdio, </p><p>podero disciplinar a prtica e a </p><p>comunicao oficial dos atos </p><p>processuais por meios eletrnicos, </p><p>atendidos os requisitos de </p><p>autenticidade, integridade, </p><p>validade jurdica e </p><p>interoperabilidade da Infra-</p><p>Estrutura de Chaves Pblicas </p><p>Brasileira - ICP - Brasil. </p><p>2o Todos os atos e termos do </p><p>processo podem ser produzidos, </p><p>transmitidos, armazenados e </p><p>assinados por meio eletrnico, na </p><p>forma da lei. </p><p>ATOS PROCESSUAIS so os atos das </p><p>partes e do juiz no processo, que </p><p>tm por objetivo a criao, </p><p>conservao, desenvolvimento, </p><p>modificao ou cessao de uma </p><p>relao jurdica. Exs: petio </p><p>inicial, contestao, conciliao, </p><p>documentos juntados; sentenas, </p><p>decises interlocutrias e </p><p>despachos; mandados (citao, </p><p>intimao, priso, alvars, carta </p><p>precatria, carta de ordem, carta </p><p>rogatria, carta de arrematao </p><p>etc.). </p><p>TERMOS PROCESSUAIS: so aqueles </p><p>atos realizados pelos serventurios </p><p>da justia e destinados </p><p>documentao do processo -&gt; atos </p><p>ordinatrios: termo de autuao, de </p><p>juntada, de remessa, de </p><p>apensamento, de desentranhamento, </p><p>de vista, de concluso, de </p><p>recebimento, de compromisso (fiel </p><p>depositrio, curador); de audincia </p><p>(se documenta o ocorrido na </p><p>audincia), de interrogatrio </p><p>(interrogatrio do ru). </p><p>Princpio do Aproveitamento </p><p>Processual/Instrumentalidade das </p><p>Formas = se a lei impuser uma forma </p><p>determinada para um ato ou termo </p><p>processual, necessrio observ-</p><p>la. </p><p>E se no for observada? O ato ser </p><p>nulo, invlido? </p><p>Caso NO se observe, MAS o ato </p><p>atinja sua FINALIDADE, SEM PREJUZO </p><p>s partes, ser considerado vlido. </p><p>Os tribunais podero criar regras </p><p>para regulamentar a prtica e a </p><p>comunicao oficial dos atos </p><p>processuais por meios eletrnicos. </p></li><li><p>Produo, transmisso, </p><p>armazenamento e assinatura dos atos </p><p>e termos podero ser eletrnicos. </p><p>Art. 155. Os atos processuais so </p><p>pblicos. Correm, todavia, em </p><p>segredo de justia os processos: </p><p>I - em que o exigir o interesse </p><p>pblico; </p><p>II - que dizem respeito a </p><p>casamento, filiao, separao dos </p><p>cnjuges, converso desta em </p><p>divrcio, alimentos e guarda de </p><p>menores. </p><p>Pargrafo nico. O direito de </p><p>consultar os autos e de pedir </p><p>certides de seus atos restrito </p><p>s partes e a seus procuradores. O </p><p>terceiro, que demonstrar interesse </p><p>jurdico, pode requerer ao juiz </p><p>certido do dispositivo da </p><p>sentena, bem como de inventrio e </p><p>partilha resultante do desquite. </p><p>REGRA: ato processual pblico, </p><p>mas a lei diz que existem excees. </p><p>So elas: </p><p>1) Se o interesse pblico exigir o sigilo. </p><p>2) Se envolver questes ligadas a: </p><p>- casamento (ex: anulao); </p><p>- filiao (ex: reconhecimento de </p><p>paternidade); </p><p>- separao dos cnjuges; </p><p>- converso de separao em </p><p>divrcio; </p><p>- alimentos (penso alimentcia); </p><p>- guarda de menores (ex: </p><p>modificao de guarda). </p><p>Qualquer pessoa pode ir ao frum, </p><p>chegar no balco do ofcio </p><p>(cartrio judicial) e pedir um auto </p><p>de processo para consultar? </p><p>Se NO houver nenhuma restrio, ou </p><p>seja, se o processo NO estiver </p><p>coberto por segredo de justia </p><p>totalmente possvel. </p><p>E se houver a restrio e mesmo </p><p>assim um terceiro precisar saber </p><p>sobre o deslinde de uma causa? Ele </p><p>deve comprovar seu interesse </p><p>jurdico e solicitar a certido </p><p>(quem tem custo). </p><p>Art. 156. Em todos os atos e </p><p>termos do processo obrigatrio o </p><p>uso do vernculo. </p><p>O que vernculo? </p><p> o nome que se d lngua nativa </p><p>de um pas ou de uma localidade. </p><p>E qual o vernculo do Brasil? </p><p>A Constituio Federal de 1988 diz </p><p>em seu artigo 13 que: a LNGUA </p><p>PORTUGUESA o idioma oficial da </p><p>Repblica Federativa do Brasil. </p><p>Portanto, no processo obrigatrio </p><p>o uso da lngua portuguesa. </p></li><li><p>Art. 157. S poder ser junto aos </p><p>autos documento redigido em lngua </p><p>estrangeira, quando acompanhado de </p><p>verso em vernculo, firmada por </p><p>tradutor juramentado. </p><p>O artigo 156 afirmou que no </p><p>processo obrigatrio o uso da </p><p>lngua portuguesa. </p><p>Hiptese: Sou parte num processo. </p><p>Tenho uma prova documental, que </p><p>est escrita em </p><p>ingls/alemo/italiano/grego. Posso </p><p>juntar este documento no processo? </p><p>Sim, posso, DESDE QUE venha </p><p>acompanhado de um verso traduzida </p><p>para o portugus. A traduo deve </p><p>estar assinada (firmada) por um </p><p>tradutor juramentado. </p><p>Seo II </p><p>Dos Atos da Parte </p><p>Art. 158. Os atos das partes, </p><p>consistentes em declaraes </p><p>unilaterais ou bilaterais de </p><p>vontade, produzem imediatamente a </p><p>constituio, a modificao ou a </p><p>extino de direitos processuais. </p><p>Pargrafo nico. A desistncia da </p><p>ao s produzir efeito depois </p><p>de homologada por sentena. </p><p>Ex. 1: autor alega e ru no </p><p>contesta. Presumem-se verdadeiros </p><p>os fatos alegados pelo autor. </p><p>Julga-se procedente, conforme o </p><p>estado do processo, e o processo </p><p>extinto. </p><p>Ex. 2: autor e ru resolvem fazer </p><p>acordo. O juiz homologa e o </p><p>processo extinto. </p><p>Quem pode desistir da ao? </p><p>O autor(a), pois foi ele(a) quem </p><p>ingressou com a ao. O processo </p><p>extinto SEM resoluo de mrito </p><p>(267, VIII, do CPC). Todavia, se </p><p>houver decorrido o prazo para o ru </p><p>responder, o autor no poder, SEM </p><p>O CONSENTIMENTO DO RU, desistir da </p><p>ao (267, 4o, do CPC). </p><p>Art. 159. Salvo no Distrito </p><p>Federal e nas Capitais dos </p><p>Estados, todas as peties e </p><p>documentos que instrurem o </p><p>processo, no constantes de </p><p>registro pblico, sero sempre </p><p>acompanhados de cpia, datada e </p><p>assinada por quem os oferecer. </p><p> 1o Depois de conferir a cpia, o </p><p>escrivo ou chefe da secretaria </p><p>ir formando autos suplementares, </p><p>dos quais constar reproduo de </p><p>todos os atos e termos do </p><p>processo original. </p><p>Esse tipo de cautela evita com que </p><p>documentos de via nica/original, </p><p>que no constem em registros </p><p>pblicos, se percam. As peties </p><p>so protocolizadas, garantindo, </p><p>quele que peticionou, o </p><p>comprovante desse procedimento. </p><p>Autos suplementares -&gt; reproduo </p><p>fiel dos autos originais. Se estes </p><p>estiverem indisponveis, os </p><p>suplementares podero sair de </p><p>cartrio. </p></li><li><p> 2o Os autos suplementares s </p><p>sairo de cartrio para concluso </p><p>ao juiz, na falta dos autos </p><p>originais. </p><p>Art. 160. Podero as partes </p><p>exigir recibo de peties, </p><p>arrazoados, papis e documentos </p><p>que entregarem em cartrio. </p><p>Garantia para a parte realizou </p><p>algum ato processual. </p><p>Art. 161. defeso lanar, nos </p><p>autos, cotas marginais ou </p><p>interlineares; o juiz mandar </p><p>risc-las, impondo a quem as </p><p>escrever multa correspondente </p><p>metade do salrio mnimo vigente </p><p>na sede do juzo. </p><p> proibido escrever nas margens e </p><p>nas entrelinhas. Pode haver punio </p><p>(multa) para quem descumprir a </p><p>determinao. </p><p> Seo III </p><p>Dos Atos do Juiz </p><p>Art. 162. Os atos do juiz </p><p>consistiro em sentenas, decises </p><p>interlocutrias e despachos. </p><p> 1o Sentena o ato do juiz que </p><p>implica alguma das situaes </p><p>previstas nos arts. 267 e 269 </p><p>desta Lei. </p><p> 2o Deciso interlocutria o </p><p>ato pelo qual o juiz, no curso do </p><p>processo, resolve questo </p><p>incidente. </p><p> 3o So despachos todos os demais </p><p>atos do juiz praticados no </p><p>processo, de ofcio ou a </p><p>requerimento da parte, a cujo </p><p>respeito a lei no estabelece </p><p>outra forma. </p><p> 4o Os atos meramente </p><p>ordinatrios, como a juntada e a </p><p>vista obrigatria, independem de </p><p>despacho, devendo ser praticados </p><p>Sentena -&gt; encerra o processo com </p><p>a anlise ou no do mrito da </p><p>causa. </p><p>Deciso Interlocutria -&gt; o juiz </p><p>decide algum questo durante o </p><p>processo, mas no a principal (que </p><p> decidida por sentena). </p><p>Despacho -&gt; ato de expediente, para </p><p>que o processo tenha andamento. </p><p>Ex: Tio teve o nome negativado </p><p>indevidamente por um mercado. Pediu </p><p>danos morais. Ao apreciar a ao, </p><p>o juiz mandou citar o ru, para </p><p>contestar (despacho). O ru </p><p>contestou, afirmando que o Juzo </p><p>no tem competncia para decidir a </p><p>causa. O juiz decide que tem </p><p>competncia (deciso </p><p>interlocutria). No final, a ao </p><p>julgada procedente, pois o autor </p><p>tinha razo em suas alegaes </p><p>(sentena). </p></li><li><p>de ofcio pelo servidor e revistos </p><p>pelo juiz quando necessrios. </p><p>Art. 163. Recebe a denominao de </p><p>acrdo o julgamento proferido </p><p>pelos tribunais. </p><p>Sentena: deciso final em 1.o </p><p>grau. </p><p>Acrdo: deciso final em 2.o </p><p>grau. </p><p>Art. 164. Os despachos, decises, </p><p>sentenas e acrdos sero </p><p>redigidos, datados e assinados </p><p>pelos juzes. Quando forem </p><p>proferidos, verbalmente, o </p><p>taqugrafo ou o datilgrafo os </p><p>registrar, submetendo-os aos </p><p>juzes para reviso e assinatura. </p><p> nico. A assinatura dos juzes, </p><p>em todos os graus de jurisdio, </p><p>pode ser feita eletronicamente, </p><p>na forma da lei. </p><p>Quem que despacha, decide, </p><p>sentencia, enfim, julga em 1.o e </p><p>2.o graus? </p><p>O juiz! </p><p>Todos os atos de que participa, so </p><p>por ele feitos, datados e </p><p>assinados. </p><p>Atualmente existe a assinatura </p><p>digital. </p><p>Art. 165. As sentenas e acrdos </p><p>sero proferidos com observncia </p><p>do disposto no art. 458; as </p><p>demais decises sero </p><p>fundamentadas, ainda que de modo </p><p>conciso. </p><p>Art.458: relatrio + fundamentos + </p><p>dispositivo. </p><p> Seo IV </p><p>Dos Atos do Escrivo ou do Chefe de Secretaria </p><p>Art. 166. Ao receber a petio </p><p>inicial de qualquer processo, o </p><p>escrivo a autuar, mencionando o </p><p>juzo, a natureza do feito, o </p><p>nmero de seu registro, os nomes </p><p>das partes e a data do seu </p><p>incio; e proceder do mesmo modo </p><p>quanto aos volumes que se forem </p><p>formando. </p><p>Petio inicial -&gt; Autuao </p><p>Juzo, </p><p>Natureza do feito, </p><p>Nmero de registro, </p><p>Nomes das partes, </p><p>Data de incio. </p><p>Art. 167. O escrivo numerar e </p><p>rubricar todas as folhas dos </p><p>autos, procedendo da mesma forma </p><p>quanto aos suplementares. </p><p>Pargrafo . s partes, aos </p><p>advogados, aos rgos do </p><p>Ministrio Pblico, aos peritos e </p><p>s testemunhas facultado </p><p>rubricar as folhas </p><p>correspondentes aos atos em que </p><p>intervieram. </p><p>Tanto os autos originais quanto os </p><p>suplementares, tero as fls. </p><p>numeradas e rubricadas. </p><p>A assinatura ao final do ato </p><p>sempre necessria. Demais folhas: </p><p> facultado rubricar. </p></li><li><p>Art. 168. Os termos de juntada, </p><p>vista, concluso e outros </p><p>semelhantes constaro de notas </p><p>datadas e rubricadas pelo </p><p>escrivo. </p><p>Existem carimbos padronizados para </p><p>a juntada, vista e concluso. Esses </p><p>recursos auxiliam na agilidade dos </p><p>trabalhos. </p><p>Art. 169. Os atos e termos do </p><p>processo sero datilografados ou </p><p>escritos com tinta escura e </p><p>indelvel, assinando-os as pessoas </p><p>que neles intervieram. Quando </p><p>estas no puderem ou no quiserem </p><p>firm-los, o escrivo certificar, </p><p>nos autos, a ocorrncia. </p><p> 1o vedado usar abreviaturas. </p><p> 2o Quando se tratar de processo </p><p>total ou parcialmente eletrnico, </p><p>os atos processuais praticados na </p><p>presena do juiz podero ser </p><p>produzidos e armazenados de modo </p><p>integralmente digital em arquivo </p><p>eletrnico inviolvel, na forma </p><p>da lei, mediante registro em </p><p>termo que ser assinado </p><p>digitalmente pelo juiz e pelo </p><p>escrivo ou chefe de secretaria, </p><p>bem como pelos advogados das </p><p>partes. </p><p> 3o No caso do 2o deste artigo, </p><p>eventuais contradies na </p><p>transcrio devero ser </p><p>suscitadas oralmente no momento </p><p>da realizao do ato, sob pena de </p><p>precluso, devendo o juiz decidir </p><p>de plano, registrando-se a </p><p>alegao e a deciso no termo. </p><p> nico. vedado usar </p><p>abreviaturas. </p><p>Atualmente, so digitados ou </p><p>manuscritos (ex: certides de </p><p>oficiais de justia no verso dos </p><p>mandados). </p><p>Analfabetos: impresso digital. </p><p>Indelvel = que no pode ser </p><p>apagada; durvel. </p><p>Se o processo for todo eletrnico, </p><p>ou, parcialmente, os atos </p><p>processuais praticados na presena </p><p>do juiz (ex: audincia) podero ser </p><p>produzidos e armazenados </p><p>digitalmente. O termo tambm </p><p>conter assinatura digital. Se </p><p>houver qualquer problema na </p><p>transcrio do termo, deve ser </p><p>feita interveno oral. Aps o </p><p>registro da ocorrncia, o juiz </p><p>decide. </p><p>O nico a repetio do 1o . </p><p>Art. 170. lcito o uso da </p><p>taquigrafia, da estenotipia, ou de </p><p>outro mtodo idneo, em qualquer </p><p>juzo ou tribunal. </p><p>Taquigrafia: mtodo abreviado ou </p><p>simblico de escrita, feita a mo, </p><p>geralmente com o uso de lpis ou </p><p>caneta. </p><p>Estenotipia: mquinas prprias na </p><p>composio dos taquigramas (sinais </p><p>simples, que abreviam a escrita, </p><p>tornando-a extremamente rpida). </p></li><li><p>Art. 171. No se admitem, nos atos </p><p>e termos, espaos em branco, bem </p><p>como entrelinhas, emendas ou </p><p>rasuras, salvo se aqueles forem </p><p>inutilizados e estas expressamente </p><p>ressalvadas. </p><p>Atos: celebrados pelas partes e </p><p>pelo juiz. Termo: confeccionado </p><p>pelo serventurio. </p><p> proibido: espaos em </p><p>branco/entrelinhas/emendas/rasuras. </p><p> permitido: </p><p>- espaos em branco -&gt; </p><p>inutilizados; </p><p>- entrelinhas/emendas/rasuras -&gt; </p><p>ressalvadas. </p><p> CAPTULO II </p><p>DO TEMPO E DO LUGAR DOS ATOS PROCESSUAIS </p><p>Seo I </p><p>Do Tempo </p><p>Art. 172. Os atos processuais </p><p>realizar-se-o em dias teis, das </p><p>6 (seis) s 20 (vinte) horas. </p><p> 1o Sero, todavia, concludos </p><p>depois das 20 (vinte) horas os </p><p>atos iniciados antes, quando o </p><p>adiamento prejudicar a diligncia </p><p>ou causar grave dano. </p><p> 2o A citao e a penhora podero, </p><p>em casos excepcionais, e mediante </p><p>autorizao expressa do juiz, </p><p>realizar-se em domingos e </p><p>feriados, ou nos dias teis, fora </p><p>do horrio estabelecido neste </p><p>artigo, observado o disposto no </p><p>art. 5o, inciso XI, da Constituio </p><p>Federal. </p><p>3o Quando o ato tiver que ser </p><p>praticado em determinado prazo, </p><p>por meio de petio, esta dever </p><p>ser apresentada no protocolo, </p><p>dentro do horrio de expediente, </p><p>nos termos da lei de organizao </p><p>judiciria local. </p><p>Em qual horrio deve ser realizado </p><p>um ato processual? </p><p>Em dias teis, das 6h s 20h. </p><p>E se um ato, por exemplo, uma </p><p>audincia, uma inspeo judicial, </p><p>teve seu incio s 17h30min e no </p><p>terminou at s 20h? </p><p>Pensando com bom senso na </p><p>celeridade processual, na economia </p><p>de atos, na adequao e no </p><p>aproveitamento, tal ato deve ser </p><p>concludo aps o horrio (que uma </p><p>formalidade), por ser medida mais </p><p>vantajosa; evitando a repetio e </p><p>despesas. Ademais, nada impede que </p><p>possa at mesmo prejudicar a </p><p>diligncia ou causar grave dano. </p><p>O advogado, ao pedir </p><p>citao/penhora, de praxe, requer </p><p>que o oficial de justia realize a </p><p>diligncia com as prerrogativas do </p><p> 2o, do art. 172, do CPC. </p><p>O protocolo das peties no deve </p><p>ser feito nos plantes judicirios. </p><p>Art. 173. Durante as frias e nos </p><p>feriados no se praticaro atos </p><p>processuais. Excetuam-se: </p><p>I - a produo antecipada de </p><p>Nos recessos e feriados no se </p><p>praticam atos processuais, exceto: </p><p>- cautelar de produo antecipada </p><p>de provas; </p></li><li><p>provas (art. 846); </p><p>II - a citao, a fim de evitar o </p><p>perecimento de direito; e bem </p><p>assim o arresto, o sequestro, a </p><p>penhora, a arrecadao, a busca e </p><p>apreenso, o depsito, a priso, a </p><p>separao de corpos, a abertura de </p><p>testamento, os embargos de </p><p>terceiro, anunciao de obra nova </p><p>e outros atos anlogos. </p><p>Pargrafo nico. O prazo para a </p><p>resposta do ru s comear a </p><p>correr no primeiro dia til </p><p>seguinte ao feriado ou s frias. </p><p>- citao urgente; </p><p>Arresto, sequestro, penhora, </p><p>arrecadao, busca e apreenso, </p><p>depsito,...</p></li></ul>