resumão português jurídico cpii

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  • 7/24/2019 Resumo Portugus Jurdico CPII

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    ARGUMENTAO

    Argumentos falaciosos

    1) Argumento ad hominem (contra o homem) => ataca o opositor,descontruindo sua imagem, sua credibilidade, para acabar com seuargumento. Argumento pela desqualifcao do opositor.

    2) Argumento ad baculum ( orrete! ela amea"a) => oargumento pela ameaa.

    #) Argumento ad terrorem ( elo terror) => argumenta-se jogandosob a responsabilidade do interlocutor uma consequncia muitonegativa a ser so rida pela coletividade. !ana-se uma perspectivacoletiva para a coletividade.

    $) Argumento ad nauseam => o argumento pela repetio,insistncia. "orlmalmente utili#ado juntamente com outros tipos deargumento.

    %) Argumento ad populum ( ara o o&o) => o argumento comapelo popular, pela emoo. $bjetiva emocionar o audit%rio paraconvenc-lo. &ode ser de dois tipos' a( pode criar uma imagempositiva do indiv)duo em questo* b( pode criar uma necessidade esatis a#-la, ao mesmo tempo, como ocorre na l%gica da propaganda+re oro e venda de uma ideia(.

    ') Argumento ad misericordiam (miseric r ia) => discurso docoitado . usca despertar no audit%rio um sentimento de pena,compai/o pelo terceiro. 0ria a emoo da pena.

    *) Argumento e erguntas &aria as => 1oge do assunto e a# umconjunto de perguntas ret%ricas sem dar respostas para provocarsensao de convencimento no audit%rio, estimulando um conjuntode interpreta2es que o pr%prio audit%rio j3 tin4a.

    +) Argumento or recom ensa => 5e vale do mecanismo de troca,buscando o convencimento pela o erta de uma recompensa.

    ,) Argumento ad verecundiam => 0ria-se um argumento deautoridade, buscando criar alsa credibilidade atestando a veracidadee o valor do que se quer di#er6de ender.

    Argumentos s li os

    7ra#em uma base racional, l%gica, uma concretude para qualquer tipode undamentao jur)dica.

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    1) Argumento e autori a e => 0itao, re erncia a algum comgrande credibilidade para atestar a veracidade e o valor do que sequer interpretar ou di#er.

    2) Argumento e causali a e => usca no passado para comprovar

    algo reali#ado no presente. 8esenvolve-se um ne/o de causalidade.#) Argumento or conse-u.ncia => aseia-se num acontecimento

    uturo, uma consequncia previs)vel, tudo aquilo que vir3 a acontecernuma viso utura. 5% unciona se combinado com argumento deautoridade ou de causalidade.

    $) Argumento or e/clus0o => 9avendo mais de uma possibilidade,busca-se eliminar as demais 4ip%teses para depois de ender aquelaque se quer.

    %) Argumento elo a sur o => pode ser de duas espcies':.;( de ordem actual' ocorre quando e/iste uma lei da nature#a que

    torna absurdo.

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    Cia de regra, quem determina a concord ncia o substantivo. 5e osubstantivo no dei/ar claro se singular ou plural, eminino o masculino,quem determina o artigo.

    eti&o os osto a ois ou mais su stanti&os

    &ode ter concord ncia gramatical ou concord ncia atrativa, sem mudaro sentido.

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    #9#) A >eti&o ante osto a ois ou mais su stanti&os

    8eve-se utili#ar a concord ncia atrativa. canais 6 papis 6

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    #912) onforme

    5e a palavra con orme or utili#ada como adjetivo, e/iona. pai#in4o 6 pa)s -> paisin4o.

    #91$) ;u stanti&o em grau a soluto

    $ substantivo empregado sem marca de gnero nem n?mero, dando-se a ele grau neutro e o tornando invari3vel.

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    @ invari3vel.

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    Honstro como adjetivo invari3vel.

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    ro/o, castan4o... M todas as palavras terminadas em do queindiquem cor, como' amarelado, a#ulado, etc.

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    leitura autom3tica, como da criana que recon4ece 0oca-0ola sem saberler.

    .;( Dnteleco

    => @ a capacidade.

    => &rimeira etapa da leitura +posterior O decodifcao(

    => Ddentifcao do sentido das palavras, atribuindo um sentido ao todo.@ entender o que se leu.

    . ( 0ompreenso

    =>@ o con4ecimento, e tambm uma capacidade.

    => 5egunda ase da leitura

    => Dnternali#ao do que se leu. @ o entendimento internali#ado.

    => 8esenvolvimento da capacidade de verbali#ar o sentido com aspr%prias palavras

    .E( Dnterpretao

    => @ uma 4abilidade

    => Alcana o sentido dos impl)citos, recon4ecendo que as op2essint3ticas +escol4a da estrutura e das palavras( levaro um sentido ao te/to

    => !eitura de tudo que est3 impl)cito

    .J( Cai alm do que est3 sendo dito e alm dos impl)citos, podendo sernegativa + oge completamente de qualquer possibilidade interpretativa,del)rio( ou positiva +comparao entre autores e te/to onte, ampliando ossentidos do te/to para ampliar o entendimento(.

    omo enten er uma -uest0o

    "o direito, quem defne a lei. "a ausncia de defnio legal, ser3 oconsolidado pela maioria. $s doutrinadores, de orma particular, criamconceitos.

    $ discorra sobre quase sempre d3 uma perspectiva 4ist%rica. 5eno 4ouveram mudanas, se ala do centro at as espcies do assunto.

    Fuando a questo manda in erir , concluir , e/trair , temosormas que demonstram que deve 4aver interpretao do assunto.

    E/ licar e/ licitar e/em li car enumerar

  • 7/24/2019 Resumo Portugus Jurdico CPII

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    1) E/ licar: noo de encontrar elementos que ampliem o sentido,estabelecendo questo causal de ampliao do que oi dito.

    2) E/ licitar: dei/ar clara uma in ormao que j3 oi dita, trans ormaro impl)cito em e/pl)cito. "o se amplia o sentido, o conte?do, mas

    somente o dei/a mais claro. A resposta ter3 o mesmo sentido dapergunta, mas s% esclarece o conte?do.

    #) E/em li car: escol4er um elemento qualquer como ilustrao

    $) Enumerar: partir de um genrico para particularidades. Cincula-sesempre a uma parte genrica anterior. &arte-se do geral e seespecifca o particular.

    3e nir conceituar iscorrer

    A) 3e nir: buscar a defnio mais aceita, usual. @ o estabelecido.

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    O

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    He Him 7e 7i

    5e, l4e, o a 5i, ele, ela"os "%sCos C%s

    5e, l4e, os 5i, eles, elas

    l4o = l4e M o

    ATENO: se no se contrai com nada. Ao ser usado com outro prenomeele dever3 sempre vir antes daquele.

    . ( Alterao gr3fca nos verbos e6ou nos pronomes 3tonos, o+s( ,

    a+s( , em ra#o da associao.

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    A( Cerbos terminados em r , # , s => caem essas letras eacrescenta-se l ao pronome. f-lo

    ( Cerbos cuja termina nasal + o , 2e , am , em ( => os

    pronomes assumem as ormas no , na , nos , nas .

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    $) ?ronome relati&o

    @ aquele que vem sempre substituindo um elemento anterior.&ronomes relativos desempen4am uno ana %rica. $s pronomes relativosdevem ser empregados em situa2es espec)fcas, veja-se na tabela abai/o'

    ?RONOME; ARA TER ;T5 A;

    Fue

    &ode ser utili#ado com qualquerantecedente, por isso c4amado de

    pronome relativo universal ."ormalmente empregado emrelao O coisa , j3 que os demaisre erentes tm nomes relativosespec)fcos +lugar, quantidade,modo(. Aceita somente preposi2esmonossil3bicas.

    0ujo

    5empre com uno adjetiva.Apresenta um antecedente e umconsequente.

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    &ode ser usado sem antecedente.

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    c( A especifcao, comprovao ou detal4amento de uma in ormao+como aposto enumerativo(*

    d( Ima in ormao ou coment3rio a t)tulo de concluso ou justifcativa

    +neste caso, tambm se usa ponto-e-v)rgula(.