RESOLUÇÃO Nº 17/2007 - ufrgs.br ?· RESOLUÇÃO Nº 17/2007 O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO…

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<p> CEPE Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso</p> <p>RESOLUO N 17/2007</p> <p>O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSO, em sessode 30/05/2007, tendo em vista o constante no processo n23078.013507/03-23, nos termos do Parecer n 06/2007 da Comisso deDiretrizes do Ensino, Pesquisa e Extenso e com as emendas aprovadas peloPlenrio</p> <p>RESOLVE</p> <p>estabelecer as seguintes NORMAS BSICAS DA GRADUAO naUniversidade Federal do Rio Grande do Sul, bem como sobre o controle e oregistro de suas atividades acadmicas como segue: </p> <p>Art. 1 Esta Resoluo dispe sobre normas bsicas da graduaona Universidade Federal do Rio Grande do Sul, bem como sobre o controle eo registro de suas atividades acadmicas.</p> <p>Captulo IDo Calendrio da Universidade</p> <p>Art. 2 O Calendrio Escolar da Universidade, proposto pelaReitoria e homologado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso CEPE, dever consignar, anualmente, as datas e prazos estabelecidos paraas principais atividades acadmicas.</p> <p>1 O Calendrio Escolar da Universidade ser publicado at o dia30 de outubro do ano anterior ao de sua vigncia.</p> <p>2 As excepcionalidades sero decididas pelo CEPE.</p> <p>Art. 3 O ano acadmico compreender dois perodos letivosregulares, com durao mnima de 108 (cento e oito) dias teis cada um.</p> <p>1 Entre dois perodos letivos regulares, poder haver um perodoletivo especial (PLES), com durao de no mnimo 4 (quatro) e no mximo 8(oito) semanas.</p> <p> CEPE Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso</p> <p>...Res. n 17/2007 fl. 2</p> <p>2 Atividades que necessitem exceder um perodo letivo regulardevero estar previstas no Calendrio Escolar.</p> <p>Art. 4 Em cada ano acadmico, dever ser reservada uma semanano letiva, que se denominar Semana Acadmica, para atividades decarter cientfico, tcnico ou cultural, com a participao conjunta doscorpos docente, discente e tcnico integrando ensino, pesquisa e extensocom a comunidade.</p> <p>Pargrafo nico As Unidades podero promover semanasacadmicas prprias dos seus respectivos cursos, em perodos coincidentesou no com a Semana Acadmica da Universidade prevista no CalendrioEscolar.</p> <p>Captulo IIDo Ingresso na Universidade</p> <p>Art. 5 O preenchimento das vagas disponibilizadas pelaUniversidade atender:</p> <p>I aos critrios estabelecidos para as diferentes modalidades deingresso nos cursos, nos termos das normas da Universidade;</p> <p>II oferta de vagas estabelecidas para cada curso;III ao cumprimento das normas legais.</p> <p>Art. 6 No ser permitido ao discente cursar simultaneamentemais de um curso de graduao da UFRGS.</p> <p>Seo IDo Ingresso Via Vestibular</p> <p>Art. 7 Os ingressos via vestibular para os cursos de graduao daUniversidade sero realizados por candidatos que tenham concludo o ensinomdio ou equivalente, nos termos da lei e das normas regulamentares daUniversidade.</p> <p>Seo IIDa Transferncia Voluntria</p> <p> CEPE Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso</p> <p>...Res. n 17/2007 fl. 3</p> <p>Art. 8 A transferncia voluntria a forma de ingresso, medianteprocesso seletivo, de discentes regularmente matriculados, ou com matrculatrancada, em Instituies de Ensino Superior.</p> <p>1 A transferncia voluntria somente poder ocorrer se:a) o curso de origem for idntico ou assemelhado a um curso de</p> <p>graduao desta Universidade;b) o curso de origem for devidamente reconhecido, nos termos da lei;c) houver vagas disponveis no curso de destino desta Universidade.2 vedada a transferncia voluntria para os dois semestres</p> <p>finais da seriao aconselhada do curso pretendido.</p> <p>Seo IIIDo Ingresso de Diplomado</p> <p>Art. 9 O ingresso de diplomado a forma de ingresso, medianteprocesso seletivo, para:</p> <p>I diplomados por esta Universidade ou por outras Instituies deEnsino Superior do pas em curso reconhecido;</p> <p>II diplomados que tenham obtido diploma no exterior, desde queeste tenha sido revalidado, na forma da lei.</p> <p>1 O ingresso de diplomado est condicionado existncia devagas nos cursos de destino nesta Universidade.</p> <p>2 Quando de sua inscrio no processo seletivo, o candidato aingresso de diplomado dever, sob pena de no homologao da inscrio,apresentar documento comprobatrio de concluso de curso, firmado porautoridade acadmica.</p> <p>Seo IVDa Transferncia Interna</p> <p>Art. 10 A transferncia interna uma forma de mobilidadeacadmica mediante a qual o discente em curso de graduao destaUniversidade poder transferir-se para outro curso de graduao destaUniversidade.</p> <p>1 Esta modalidade de transferncia somente ser concedidaquando:</p> <p>a) houver vagas disponveis no curso de destino;b) o discente tiver ingressado na Universidade na forma do art. 7.2 O discente poder realizar a transferncia interna uma nica</p> <p>vez.</p> <p> CEPE Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso</p> <p>...Res. n 17/2007 fl. 4</p> <p>3 vedada a transferncia interna mediante permuta entrediscentes de cursos distintos.</p> <p>Seo VDa Transferncia Compulsria</p> <p>Art. 11 A transferncia compulsria a forma de ingressoconcedida a servidor pblico federal civil ou militar, ou seu dependentediscente, em razo de comprovada remoo ou transferncia de ofcio queacarrete mudana de domiclio para Porto Alegre ou municpio prximo, naforma da lei.</p> <p>1 A transferncia compulsria ocorrer, a qualquer tempo,independentemente da existncia de vagas.</p> <p>2 O pedido de transferncia compulsria para cursos idnticos,isto , de mesma denominao, ser apreciado pela Pr-Reitoria deGraduao (PROGRAD).</p> <p>3 Inexistindo curso idntico, caber Cmara de Graduaoemitir parecer vinculativo quanto existncia de curso equivalente nestaUniversidade, cabendo a deciso final PROGRAD.</p> <p>4 Concedida a transferncia compulsria, caber Comisso deGraduao pertinente manifestar-se quanto equivalncia de disciplinassegundo a legislao vigente, cabendo recurso Cmara de Graduao.</p> <p>5 - No ser permitida a troca de habilitao/nfase para alunosque ingressarem em seus cursos atravs dessa modalidade.</p> <p>Seo VIDo Programa de Discente Convnio</p> <p>Art. 12 Programa de Discente Convnio da Graduao (PEC-G) aforma de ingresso em que o discente selecionado com fundamento emconvnio bilateral de cooperao cultural do Brasil com outros pases.</p> <p>Art. 13 O discente convnio selecionado atravs do Programa deDiscente Convnio da Graduao. </p> <p>1 A Universidade, atravs de suas Comisses de Graduao, terautonomia na definio do nmero das vagas oferecidas semestralmente aeste Programa.</p> <p>2 O discente convnio assinar termo de compromisso,subordinado-se s normas do PEC-G e s desta Universidade, e serdiscente de tempo integral, para que possa concluir o curso em tempo hbil.</p> <p> CEPE Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso</p> <p>...Res. n 17/2007 fl. 5</p> <p>3 O diploma expedido mencionar expressamente a situao doacordo cultural nos termos legais.</p> <p>4 Caber Comisso de Graduao o acompanhamento dodesempenho do discente, assegurando o cumprimento do termo decompromisso por ele firmado.</p> <p>Seo VIIDo Programa de Discente Cortesia</p> <p>Art. 14 A Universidade poder conceder ingresso cortesia, emcursos de graduao, a discente estrangeiro que se inclua nas categoriasdeterminadas pelo Decreto 89.758/84.</p> <p>Pargrafo nico O processo dever estar devidamente instrudocom a documentao necessria para a anlise da Comisso de Graduaopertinente.</p> <p>Captulo IIIDo Vnculo e da Matrcula</p> <p>Seo IDo Vnculo</p> <p>Art. 15 O vnculo do discente com a Universidade dseinicialmente pela satisfao das exigncias estabelecidas no processo seletivopor ele prestado e mediante a apresentao de documentos comprobatrios.</p> <p>Art. 16 Por ocasio de sua vinculao ao curso para o qual foiselecionado, o discente ativo ou afastado da Universidade perder o vnculocom o curso anterior.</p> <p> 1 Ao no estabelecer essa vinculao o discente ter seu vnculomantido com o curso atual.</p> <p> 2 Os discentes devem realizar, ao estabelecer seu vnculo com ocurso, a opo de nfase/habilitao/rea, quando houver.</p> <p>Art. 17 O vnculo do discente com a Universidade mantm-seatravs das seguintes situaes:</p> <p>I Matrcula, a qual se efetiva atravs da inscrio em uma ou maisatividades de ensino, tal como definidas no Art. 30 desta Resoluo.</p> <p> CEPE Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso</p> <p>...Res. n 17/2007 fl. 6</p> <p>II Licenas e afastamentos acadmicos, conforme definidos no Cap.VII desta Resoluo.</p> <p>III Licenas e afastamentos por fora maior, conforme definidos noCap. VIII desta Resoluo.</p> <p>IV Matrcula em nenhuma atividade de ensino, a ttulo deexcepcionalidade, quando o discente no tiver oferta de atividade de ensinoque lhe permita cumprir o currculo de seu curso.</p> <p>Seo IIDa Matrcula</p> <p>Art. 18 A efetivao da matrcula em curso de graduao, emperodo letivo regular, depender do atendimento das seguintes condies:</p> <p>I - manifestao do discente, dentro dos prazos fixados no CalendrioEscolar da Universidade, quanto s atividades de ensino que pretendedesenvolver da grade curricular de seu curso:</p> <p>II - existncia de vagas nas disciplinas solicitadas;III - inexistncia de coliso de horrios entre as disciplinas</p> <p>solicitadas;IV - inexistncia da prvia aprovao ou liberao na atividade de</p> <p>ensino pretendida;V - cumprimento dos pr-requisitos exigidos;VI - deferimento do pedido de inscrio prvia, quando for o caso;1 O discente aprovado e classificado no ingresso vestibular ter</p> <p>assegurada a vaga nas disciplinas da primeira etapa, conforme oordenamento de matrcula.</p> <p>2 Ao discente que estiver na seriao aconselhada, seroasseguradas vagas em todas as atividades de ensino obrigatrias de suaseriao, no turno de seu curso.</p> <p>3 O aconselhamento dos discentes matrcula de competnciada Comisso de Graduao.</p> <p>4 A matrcula ser efetivada dentro dos prazos fixados noCalendrio Escolar da Universidade.</p> <p>5 Caber PROGRAD o planejamento do processo de matrcula.</p> <p>Art. 19 A matrcula em perodo letivo especial (PLES) ser efetuadaaps o oferecimento de atividade de ensino pelo respectivo Departamento e aaprovao do Plano de Ensino pela Comisso de Graduao, devidamentehomologado pela Cmara de Graduao.</p> <p> CEPE Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso</p> <p>...Res. n 17/2007 fl. 7</p> <p>Seo IIIDa Matrcula em Atividades Extracurriculares</p> <p>Art. 20 O discente desta Universidade poder solicitar matrcula ematividades de ensino de currculos diversos do qual est vinculado sob aforma de Atividades Extracurriculares.</p> <p>1 A Comisso de Graduao poder estabelecer semestralmente oelenco de atividades de ensino do respectivo curso passveis de matrculasem Atividades Extracurriculares.</p> <p>2 O discente poder solicitar matrcula na modalidade AtividadesExtracurriculares em, no mximo, 02 (duas) atividades de ensino a cadamatrcula.</p> <p>Seo IVDa Ordem de Matrcula</p> <p>Art. 21 A ordem de precedncia dos discentes nos procedimentosde matrcula definida pelo ordenamento de matrcula, geradosemestralmente nos termos de Resoluo do CEPE.</p> <p>Art. 22 Ao final do perodo de matrcula fixado no CalendrioEscolar, havendo vagas, sero atendidos prioritariamente os discentesregulares que tenham requerido matrcula em Atividades Extracurricularese, aps, os discentes especiais.</p> <p>Seo VDos Ajustes de Matrcula</p> <p>Art. 23 Somente cabem ajustes de matrcula quando o deferimentoda matrcula depender de autorizao ulterior.</p> <p>Pargrafo nico Excepcionalmente, e aps parecer favorvel daComisso de Graduao pertinente, podero ocorrer outros ajustes namatrcula, em razo de falha de responsabilidade da Universidade, ou outrasrazes apuradas em processo administrativo.</p> <p>Seo VIDo Cancelamento de Matrcula</p> <p> CEPE Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso</p> <p>...Res. n 17/2007 fl. 8</p> <p>Art. 24 Observados os prazos previstos no Calendrio Acadmico, odiscente poder requerer cancelamento de matrcula de uma ou maisatividades de ensino.</p> <p>1 No ser permitido o cancelamento de uma mesma atividade deensino por mais de duas vezes.</p> <p>2 No ser permitido o cancelamento de todas as atividades deensino nas quais o aluno esteja matriculado.</p> <p>Seo VIIDo Trancamento de Matrcula</p> <p>Art.25 O discente poder, observados os prazos previstos noCalendrio Escolar, solicitar trancamento de matrcula, de forma voluntriae imotivada, ainda que no tenha realizado a matrcula no semestrerespectivo.</p> <p>1 A soma dos perodos de afastamento em razo do trancamentode matrcula no poder ultrapassar 04 (quatro) perodos letivos regulares.</p> <p>2 Os perodos de trancamento de matrcula no serocomputados nos prazos de integralizao de curso previstos na legislao.</p> <p>3 O discente com matrcula trancada poder requerer arenovao do trancamento aps o incio do semestre letivo em que deveriaretornar, desde que no ultrapasse o perodo mximo mencionado no 1deste artigo.</p> <p>4 - O retorno aps o final do trancamento ser automtico para operodo regular subseqente.</p> <p>Seo VIIIDo Abandono de Curso</p> <p>Art. 26 Caracteriza-se o abandono de curso quando o discente noestiver ao abrigo das situaes de vnculo no Art. 17 desta Resoluo.</p> <p>1 O abandono por dois perodos letivos regulares consecutivos,ou por trs perodos intercalados, acarretar o desligamento definitivo dodiscente do curso.</p> <p>2 Os discentes em situao de abandono, e que ainda noincorreram em desligamento definitivo, sero considerados aptos amatricula.</p> <p>3 O perodo de abandono ser computado nos prazos deintegralizao de curso previstos na legislao vigente.</p> <p> CEPE Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso...</p>

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