resolucao 90_99 consepe sistema academico

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Resolucao consepe ufma

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Resoluo n

13

Resoluo n. 90/99 CONSEPE, de 09 de fevereiro de 1999.

Aprova as Normas Regulamentadoras do Sistema de Registro e Controle Acadmico dos Cursos de Graduao da Universidade Federal do Maranho e d outras providncias.

O Reitor da Universidade Federal do Maranho, na qualidade de PRESIDENTE DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSO, no uso de suas atribuies estatutrias,

Considerando o que consta do Processo n. 6908/98 e o que decidiu este Conselho em sesses realizadas nos dias 04 e 09 de fevereiro de 1999.

RESOLVE:

Art. 1 Aprovar as Normas Regulamentadoras do Sistema de Registro e Controle Acadmico dos Cursos de Graduao da Universidade Federal do Maranho, parte integrante desta Resoluo.

Art. 2A presente Resoluo vigorar, como Norma Regimen

tal, a partir do 1 semestre de 1999, revogadas, desde sua entrada em vigor, as Resolues de ns 09/84, 22/86, 37/90,08/92, 21/94, 39/94, 09/95, 01/97, 25/97, 31/97 e demais disposies em contrrio.

D-se cincia. Publique-se. Cumpra-se.

So Lus, 09 de fevereiro de 1999.

Prof. Dr. OTHON DE CARVALHO BASTOS

Presidente

NORMAS REGULAMENTADORAS DO SISTEMA DE REGISTRO E CONTROLE ACADMICO DOS CURSOS DE GRADUAO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHO.

TTULO I

DAS DISPOSIES PRELIMINARES

CAPTULO I

DO SISTEMA DE REGISTRO E CONTROLE ACADMICO

Art. 1O Regime Acadmico de Cursos de Graduao da Universidade Federal do Maranho compreende um conjunto de procedimentos que disciplinam a vida acadmica do corpo discente, desde seu ingresso at sua sada da Universidade.

Art. 2O corpo discente ser constitudo por alunos regulares e especiais.

1Aluno regular aquele matriculado em Curso de Graduao, com direito ao diploma, aps o cumprimento integral das exigncias curriculares.

2

Aluno especial aquele que se inscreve em disciplina isolada em

Curso de Graduao e em Cursos Seqenciais.

Art. 3Integram o Sistema Acadmico os seguintes rgos:

I . Pr-Reitoria de Graduao;

II . Diretoria da Unidade Acadmica;

III . Conselhos das Unidades Acadmicas;

IV . Coordenadoria de Curso;

V . Colegiados de Cursos;

VI . Departamentos Acadmicos;

VII . Assemblias Departamentais;

VIII . Ncleo de Processamento de Dados.

TTULO II

DO INGRESSO NOS CURSOS DE GRADUAO

CAPTULO I

DAS MODALIDADES DE ADMISSO

Art. 4O ingresso de candidatos nos Cursos de Graduao desta Universidade dar-se- atravs de Processo Seletivo disciplinado em Resoluo especfica do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extenso.

Art. 5Podero ser admitidos nos Cursos de Graduao desta Universidade, independentemente do Processo Seletivo previsto no artigo 4, os candidatos a:

I. Nova Habilitao;

II. Readmisso no Curso;

III. Transferncia Interna:

Mudana de Habilitao ou de Modalidade;

Mudanas de Turno:

Obrigatria;

Facultativa;

Mudana de Campus:

Obrigatria;

Facultativa;

. Mudana de Curso.

IV. Transferncia Externa:

Obrigatria;

Facultativa;

V. Complementao de Estudos em Cursos de Licenciatura,

conforme Decreto-Lei n. 1051/69;

VI. Matrcula de Graduado;

VII. Estudante Convnio.

DA NOVA HABILITAO OU MODALIDADE

Art. 6O egresso de Curso com mais de uma habilitao ou modalidade poder requerer matrcula, condicionado o deferimento do pleito existncia de vaga previamente definida pelo Colegiado do Curso na habilitao ou modalidade pretendida.

DA READMISSO NO CURSO

Art. 7Readmisso o retorno do pretendente ao Curso do qual estava desvinculado, em virtude da no efetivao de sua inscrio em disciplinas, em dois semestres letivos consecutivos ou no.

1

A readmisso ser concedida uma nica vez, dependendo da existncia de vaga no Curso e da possibilidade de conclu-lo no prazo mximo estabelecido para a integralizao curricular, conforme Plano de Estudos homologado pelo respectivo colegiado.

2

A readmisso no Curso, independente de vaga, poder ser concedida excepcionalmente, nos casos de transferncia para outras IES, mediante apresentao de documentao comprobatria respectiva.

DA TRANSFERNCIA INTERNA

Art. 8Transferncia interna a mudana de um para outro Curso de Graduao, habilitao, modalidade, turno ou Campus.

DA MUDANA DE HABILITAO OU DE MODALIDADE

Art. 9Mudana de habilitao ou de modalidade a passagem do aluno de uma para outra habilitao ou modalidade do mesmo Curso, condicionada existncia de vaga, previamente definida pelo Colegiado do Curso, na habilitao ou modalidade e possibilidade de conclu-la no prazo mximo estabelecido para a integralizao curricular.

DA MUDANA DE TURNO

Art. 10Mudana de turno a passagem do aluno de um para outro turno de funcionamento do mesmo Curso.

Pargrafo nico - A mudana de turno ser:

I. Obrigatria ao aluno que comprove vnculo empregatcio no turno de origem aps a matrcula no Curso;

II.Facultativa - condicionada existncia de vaga no Curso, no turno pretendido.

DA MUDANA DE CAMPUS

Art. 11Mudana de Campus a passagem do aluno de um para outro Campus desta Universidade.

Pargrafo nico - A mudana de Campus ser:

I.Obrigatria - quando se tratar de situao idntica s estabelecidas no artigo 15 desta Resoluo;

II.Facultativa - condicionada existncia de vaga no mesmo Curso no Campus pretendido ou em Curso afim.

DA MUDANA DE CURSO

Art. 12Mudana de Curso a passagem do aluno de um para outro Curso de Graduao.

1A Mudana de Curso ser concedida uma nica vez, obedecendo aos seguintes critrios:

I.Existncia de vaga no Curso pretendido;

II.Afinidade entre o Curso pretendido e o Curso de origem;

III. Matrcula regular do aluno no Curso de origem.

2

A afinidade entre os Cursos ser definida pelos Colegiados de Curso atravs de Normas Complementares, compatibilizadas pelos Conselhos das Unidades Acadmicas e regulamentadas por Resoluo especfica do CONSEPE.

3

vedada a mudana de Curso ao aluno que:

I.Ingressou na UFMA por fora do Decreto-Lei n. 1.051/69;

II.Ingressou na UFMA como graduado;

III.No tenha condies de concluir o Curso pretendido no prazo mximo estabelecido para a integralizao curricular, contado tal prazo a partir do ingresso no Curso de origem;

IV.Esteja matriculado em Cursos emergenciais ou seqenciais;

V.Tenha pleiteado a mudana de Curso atravs de permuta.

DA TRANSFERNCIA EXTERNA

Art. 13Transferncia externa a passagem do vnculo de matrcula de uma Instituio de Ensino Superior Nacional ou Estrangeira para esta Universidade.

Art. 14A transferncia externa pode ser obrigatria ou facultativa.

I. Obrigatria - aquela concedida nos casos determinados pela Lei 9.536 de 11/12/97, para o mesmo Curso, ou afim, julgada a afinidade de acordo com o 2 do artigo 12 desta Resoluo.

II.Facultativa - aquela que depende da existncia de vaga no mesmo Curso, ou afim, mediante processo seletivo especfico, julgada a afinidade na forma do 2, do artigo 12, desta Resoluo.

DA TRANSFERNCIA EXTERNA OBRIGATRIA

Art. 15Ser concedida transferncia externa obrigatria, independentemente da existncia de vaga e em qualquer poca do ano, ao servidor pblico federal civil ou militar e seus dependentes, se requerida em razo de comprovada remoo ou transferncia de ofcio, que acarrete mudana de domiclio para a rea de atuao desta Universidade.

Pargrafo nico - A regra do caput no se aplica quando o interessado na transferncia se deslocar para assumir cargo efetivo em razo de Concurso Pblico, cargo comissionado ou funo de confiana.

DA TRANSFERNCIA EXTERNA FACULTATIVA

Art. 16Ser concedida transferncia externa facultativa ao aluno que atenda s seguintes exigncias:

I. Ter cursado, com aproveitamento, pelo menos quinze por cento do currculo pleno do Curso de origem;

II.Ter condies de concluir o Curso pretendido no prazo mximo estabelecido para a integralizao curricular, contado tal prazo a partir do ingresso no Curso de origem;

III.Ser aprovado em processo seletivo, conforme Normas Complementares estabelecidas pelo Colegiado do Curso.

DA COMPLEMENTAO DE ESTUDOS EM CURSO DE LICENCIATURA - CONFORME DECRETO-LEI N. 1.051/69

Art. 17REVOGADO pela Resoluo n 162/2000-CONSEPE de 19 de abril de 2000.

Art. 18REVOGADO pela Resoluo n 162/2000-CONSEPE de 19 de abril de 2000.

DA MATRCULA DE GRADUADO

Art. 19Matrcula de graduado a admisso de portador de Diploma de Curso Superior Nacional devidamente reconhecido, ou estrangeiro revalidado, para obteno de mais um grau em Curso de Graduao desta Universidade.

Art. 20A matrcula de graduado depender da existncia de vaga de que trata o artigo 4 ou de vaga no Curso aps deliberao do respectivo Colegiado.

ESTUDANTE-CONVNIO

Art. 21Estudante-Convnio o aluno oriundo de pas com o qual o Brasil mantenha acordo cultural, como instrumento de cooperao educacional, cientfica e tecnolgica, conforme legislao Nacional e desta Universidade.

Art. 22Tambm sero considerados estudantes-convnio aqueles oriundos de Instituies Nacionais com as quais a UFMA mantiver intercmbio cultural.

TTULO III

DA VIDA ACADMICA

CAPTULO I

DO SISTEMA DE AVALIAO