resenha de estudos espiritas 01

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Revista de estudos espritas continuados, notcias, mensagens e informaes de interesse do esprita e simpatizante do Espiritismo.

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  • 1. 1 Espiritismo estudado semeando conhecimento iluminativo; estimulando a prtica incondicional do bem; enaltecendo Jesus descortinando novos horizontes s criaturas humanasEspritas Resenha de Estudos especialmente ao principiante esprita SRIE o celeste roteiro 1agosto 2013

2. 2 3 Apresentando a nova publicao A presentamos ao nobre leitor a Resenha de Estudos Espritas, nova publicao que objetiva veicular mensagens, artigos, assuntos de momento, notcias que contribuam com os estudos continuados da Doutrina Esprita, de modo a ampliar ngulos e observaes sobre determinado tema, dando ensejo a melhor e maior com- preenso do conhecimento do Espiritismo. A ideia deste novo peridico, que denominamos: Resenha de Estudos Espritas, nasceu dos variados contatos que a redao da Resenha Esprita on line mantm com pessoas do Brasil e diversos outros pases, as quais manifestaram interesse em receber material para estudo, com linguagem direta e ordenamento sequencial, dentro de um programa pr-definido e com indicaes bibliogrficas, propiciando ao interessado, es- pecialmente o principiante esprita, algo mais em termos de reflexo e estmulo para os passos na vida em busca da dignificao pessoal e social, fazendo-nos religiosos com religiosidade ntima, ao adotarmos definitivamente os ensinos espritas como modelo de vida. Porque a vida moderna tem cobrado de cada um de ns uma otimizao do tem- po, a fim de atendermos todos os nossos compromissos, optamos por um opsculo de divulgao peridica com circulao dirigida, com cada edio focada em determinado tema, sem a pretenso de esgot-lo, obviamente, pois o modelo adotado em forma de resenha, mais sinttico, porm enfeixadas suas edies numa sequncia tal, que, se esta for bem acompanhada, permitir ao leitor vislumbrar novos horizontes para sua prpria existncia, diante da clareza da luz inextinguvel do Espiritismo, com seus prin- cpios e suas propostas comportamentais de melhoria ntima constante. Dedicamos a Resenha de Estudos Espritas aos que estamos reiniciando o sublime caminho redentor, agora orientados pelas letras do Espiritismo, revivenciando Jesus. Esta nova publicao chega ao leitor como Edies Especiais da Resenha Esprita on line, Para abertura das edies, escolhemos a mensagem denominada Espiritismo Es- tudado, de Vianna de Carvalho, que bem ilustra os nossos pensamentos. Ao final, veja o Plano de Temas em Estudo. Em poucas palavras, lies para sempre. a forma com que se apresenta a Dou- trina Esprita. tambm o nosso propsito. Convidamos ao leitor para que, juntos, dediquemos ao estudo um tempo neces- srio manuteno ativa da nossa elaborao espiritual que edifique e felicite. A Redao I mpostergvel, nos cometimentos dirios, o dever de estudar e apli- car as nobres lies do Espiritis- mo, no atual estgio da evoluo do pensamento. medida que as luzes da Dou- trina Esprita clarificam o entendi- mento humano, mais imperioso se torna o cultivo das informaes que ressumam da Revelao, a fim de que a ignorncia em torno dos pro- blemas do esprito seja em definiti- vo combatida. A responsabilidade dos que travaram contato com a Mensagem de Jesus, desvelada e atualizada pelos Espritos, muito grande, pois que quele que usufrui a bn- o do esclarecimento no se pode conceder a indulgncia da levian- dade, nem tampouco a reprochvel conduta da indiferena em face das ESTUDADO Espiritismo 3. 4 5 mos de repetir, cincia de obser- vao e investigao incessante. Tateamos agora as primeiras cons- tataes, ante o infinito das realida- des que ele busca, devassa e escla- rece. H, ainda e continuamente, infindo campo de informao a per- quirir e constatar no eloquente con- tinente da vida espiritual. Estudado, o Espiritismo dealba a antemanh luminosa da humani- dade do futuro, desde agora. Como Filosofia, a sua escola de indagao no se limita s linhas clssicas da discusso, nem se em- pareda na estreiteza dos conceitos ultramontanos ou do debate limita- do, porquanto estas no so as pri- meiras nem as ltimas palavras das elucidaes que faculta, nem dos esclarecimentos que oferta. Religio da cincia, como cin- cia da filosofia, , ao mesmo tem- po, a filosofia da religio, e sua ti- ca no se estratifica na moralidade das convenes transitrias, nem se resume a dogmas atentatrios razo. Com fundamentos na Revela- o Moisaica, atravs do insubsti- tuvel cdigo do Declogo, sempre oportuno e novo em toda a sua ela- borao segurana para cada ho- mem e arbtrio para todas as naes abranda, com a excelsa beleza do Evangelho do Cristo, a aspere- za severa das antigas leis de Talio, dando cumprimento s promessas dos Profetas e de Jesus. Doutrina que acompanha o progresso do Conhecimento e esti- mula novas formas de averiguao e pesquisa, no se detm nas con- quistas conseguidas, antes projeta para o mundo das causas as suas alocues filosficas, facultando empreendimentos mais audaciosos e profundos, tendo em vista o in- vestimento homem esse objetivo essencial da sua obstinada busca transcendental. Convert-lo em resduo seitis- s supersties nefandas dos dias recuados, muitos pseudo espritas pretendem reduzir a grandeza imen- survel do Espiritismo estreiteza de uma nova seita, em cujo orga- nismo grassem os erros derivados da incompetncia e do abastarda- mento, de que o desconhecimento da Codificao se faz motivao poderosa. O Movimento Esprita o re- sultado do labor dos homens, en- quanto o Espiritismo a Doutrina dos Espritos dirigida aos homens. O Espiritismo, pois, no cesse- magnas questes que se agigantam em todo lugar. At hoje o egosmo tem exer- cido sobre o esprito humano um soberano comando, O Espiritismo, preconizando o amor que liberta e a fraternidade que socorre, o mais severo adversrio desse sicrio des- truidor. Todavia, para que o adepto do Espiritismo se integre realmen- te no esprito da Doutrina, exige- -se-lhe aprofundamento intelectual no contedo da informao espri- ta, de modo a poder corporific-la conscientemente no comportamen- to moral e social, na jornada diria. Nesse sentido, h que fazer justa quo indispensvel diferena entre o Espiritismo e o Movimento Esprita. Vigem, em muitos setores da prtica espiritista, normas e diretri- zes ultrajantes Mensagem de que Allan Kardec foi instrumento do Alto, seja por negligncia de muitos dos seus membros, seja pela crassa ignorncia daqueles que assumem responsabilidades definidas, ante os dispositivos abraados, sem os necessrios recursos culturais in- dispensveis. Ante a grandeza da Revela- o, por estarem acostumados s limitaes tpicas das seitas do pas- sado, ou porque ainda vinculados 4. 6 7 Espiritismo; surgem os primeiros sintomas de cultos espritas; apare- cem fartas concesses ao Espiritis- mo. . . Respeitando e considerando todas as formas de divulgao, no nos podemos furtar concluso de que a quantidade tem recebido maior valorizao do que a qualida- de, que deve manter o carter espe- cfico de pureza que no podemos subestimar. O movimento esprita cresce e se propaga, mas a Doutrina Espri- ta permanece ignorada, quando no adulterada em muitos dos seus pos- tulados, ressalvadas as excelentes e incontveis excees. O que se possa lucrar pela quantidade pode redundar em pre- juzo na qualidade. No que diz respeito ao cap- tulo das obsesses, aventureiros inescrupulosos se intrometem, ins- pirados por mentes desencarnadas afeioadas lavoura da perturba- o, fazendo que promovam espe- tculos lamentveis, nos quais a mediunidade se transforma em cha- ga espiritual, por cuja purulncia exsudam as misrias pretritas... Alardeiam perseguies, esses malfazejos diretores de trabalhos, e, em nome do esclarecimento, apavoram os nefitos, fazendo que, pelo medo e atravs do desconheci- mento do Espiritismo, se vinculem aos seus desafetos desencarnados, mediante a fixao mental ou ao pavor que os dominam, aps as in- curses inconscientes em misteres de tal monta. O Espiritismo Doutrina de otimismo, de educao integral, de higiene mental e moral. o retorno do Cristo ao atormentado homem ta desfigur-lo danosamente, cei- fando os elevados objetivos a que se prope. Mant-lo em crculo de mediunismo desregrado, significa desconsider-lo no aspecto supe- rior das suas realizaes: o da pes- quisa cientfica, por cujos roteiros a cincia e a f se uniro na romagem para a vida e para Deus. verdade que se alastram for- mas primitivas de mediunismo em toda parte, merecendo esta questo mais cuidadoso exame, para melhor serem debeladas as nefastas con- sequncias de tal fenmeno. E, por essa razo, maior deve ser o nos- so empenho na sadia divulgao dos postulados espritas, lavrados no estudo sistemtico e constante do contexto doutrinrio, para que o medicamento com que pretende- mos amenizar ou erradicar os males morais da sociedade hodierna, no venha a produzir maiores danos, como resultado da sua m dosagem e aplicao. A princpio, o Cristianismo foi eficiente remdio aplicado sobre as feridas do Paganismo. A indiscrimi- nada e irracional utilizao da Dou- trina do Cristo, deformada nos seus pontos bsicos, sobre as chagas sociais da poca, produziu cnce- res mais virulentos do que aqueles que visava a combater e de cujos danos ainda sofrem as comunida- des modernas... Fenmeno consentneo pode ocorrer nestes dias com o Espiritis- mo... Sem dvida, a Doutrina ir- reversvel e sadia. Todavia, a Boa Nova tambm o . . . Dilatam-se as referncias es- pritas no organismo social do mo- mento; multiplicam-se as Casas Espritas; h adeses em massa ao 5. 8 9 E Edies speciais do sculo ciclpico da Tecnologia, atravs dos seus emissrios, reno- vando a Terra e multiplicando a es- perana e a paz nas mentes e nos coraes que Lhe permaneam fi- is. Nos redutos em que o estudo da Doutrina Esprita considerado desnecessrio, afirma-se que ele se faz adversrio da cultura e, a pre- texto de auxlio aos que sofrem, atenta-se contra a cincia mdica, principalmente, reduzindo-o a su- perstio danosa e inconsequente. Destinado aos infelizes, estes no so apenas os que sofrem as dificuldades econmicas e s