RELATRIO DE GESTO DO EXERCCIO DE 2013 - ??diretoria de planejamento, oramento e administrao relatrio de gesto do exerccio de 2013 braslia 2014

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  • DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ORAMENTO E ADMINISTRAO

    RELATRIO DE GESTO DO EXERCCIO DE 2013

    Braslia 2014

  • DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ORAMENTO E ADMINISTRAO

    RELATRIO DE GESTO DO EXERCCIO DE 2013

    Relatrio de Gesto do exerccio de 2013 apresentado aos rgos de controle interno e externo como prestao de contas anual a que esta Unidade est obrigada nos termos do art. 70 da Constituio Federal, elaborado de acordo com as disposies da IN TCU n 63/2010, das Decises Normativas TCU ns 127 e 129/2013, da Portaria-TCU n 175/2013 e da Portaria CGU n 133/2013.

    Braslia 2014

  • 3

    SUMRIO SEO I

    6

    1.1 IDENTIFICAO DA UNIDADE JURISDICIONADA

    6

    SEO II

    7

    INTRODUO

    7

    SEO III

    8

    DESENVOLVIMENTO

    8

    1.2 FINALIDADE E COMPETNCIAS INSTITUCIONAIS DA UNIDADE JURISDICIONADA

    8

    2. PLANEJAMENTO E RESULTADOS ALCANADOS

    22

    3. ESTRUTURAS DE GOVERNANA E DE AUTOCONTROLE DA GESTO

    51

    4. TPICOS ESPECIAIS DA EXECUO ORAMENTRIA E FINANCEIRA

    55

    5. GESTO DE PESSOAS, TERCEIRIZAO DE MO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS

    70

    6. GESTO DO PATRIMNIO MOBILIRIO E IMOBILIRIO

    79

    7. GESTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAO E GESTO DO CONHECIMENTO

    82

    8. GESTO DO USO DOS RECURSOS RENOVVEIS E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL

    86

    9. CONFORMIDADES E TRATAMENTO DE DISPOSIES LEGAIS E NORMATIVAS

    89

    10. RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE

    95

    11. INFORMAES CONTBEIS

    97

    SEO IV

    99

    RESULTADOS E CONCLUSES

    99

    ANEXO I

    100

  • 4

    RELAO DE QUADROS

    Quadro A.1.1.1 Identificao da UJ Relatrio de Gesto Individual 6 Quadro A.2.2.1 Programa Temtico 27 Quadro A.2.2.3.1 Aes OFSS 42 Quadro A.3.2 Avaliao do Sistema de Controles Internos da UJ 52 Quadro A.4.1.1 Programao das Despesas 54 Quadro A.4.1.2.2 Movimentao Oramentria Externa por Grupo de Despesa 56 Quadro A.4.1.3.1 Despesas por Modalidade de Contratao Crditos Originrios 57 Quadro A.4.1.3.2 Despesas por Modalidade de Contratao Crditos Originrios Valores Executados diretamente pela UJ

    59

    Quadro A.4.1.3.3 Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Crditos Originrios Total

    60

    Quadro A.4.1.3.4 Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Crditos Originrios Valores Executados diretamente pela UJ

    61

    Quadro A.4.1.3.5 Despesas por Modalidade de Contratao Crditos de Movimentao

    62

    Quadro A.4.1.3.6 Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Crditos de Movimentao

    63

    Quadro A.4.3 Restos a Pagar inscritos em Exerccios Anteriores 63 Quadro A.4.4.1 Caracterizao dos instrumentos de transferncias vigentes no exerccio de referncia

    65

    Quadro A.4.4.2 Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos trs ltimos exerccios

    65

    Quadro A.4.4.3 Resumo da prestao de contas sobre transferncias concedidas pela UJ na modalidade de Convnio, Termo de Cooperao e de Contratos de Repasse

    66

    Quadro A.4.4.4 Viso Geral da anlise das prestaes de contas de Convnios e Contratos de Repasse

    67

    Quadro A.4.5.1 Despesas Realizadas por meio da Conta Tipo B e por meio do Carto de Crdito Corporativo (Srie Histrica)

    68

    Quadro A.4.5.3 Despesa Com Carto de Crdito Corporativo por UG e por Portador

    69

    Quadro A.4.5.4 Prestaes de Contas de Suprimento de Fundos (Conta Tipo B e CPGF)

    69

    Quadro A.5.1.1.1 Fora de Trabalho da UJ Situao apurada em 31/12 70 Quadro A.5.1.1.2 Situaes que reduzem a fora de trabalho da UJ 71 Quadro A.5.1.2.1 Detalhamento da estrutura de cargos em comisso e funes gratificadas da UJ (Situao em 31 de dezembro)

    72

    Quadro A.5.1.2.2 Quantidade de servidores da UJ por faixa etria Situao apurada em 31/12

    72

    Quadro A.5.1.2.3 Quantidade de servidores da UJ por nvel de escolaridade Situao apurada em 31/12

    73

    Quadro A.5.1.3 Quadro de custos de pessoal no exerccio de referncia e nos dois anteriores

    73

    Quadro A.5.1.4.1 Composio do Quadro de Servidores Inativos Situao apurada em 31 de dezembro

    74

    Quadro A.5.1.4.2 Instituidores de Penso Situao apurada em 31/12 74 Quadro A.5.1.5.1 Atos Sujeitos ao Registro do TCU (Art. 3 da IN TCU 55/2007) 75 Quadro A.5.1.5.3 Regularidade do cadastro do atos no Sisac 75 Quadro A.5.2.4 Contratos de prestao de servios com locao de mo de obra 77 Quadro A.5.2.6 Composio do Quadro de Estagirios 78 Quadro A.6.2.1 Distribuio Espacial dos Bens Imveis de Uso Especial de Propriedade da Unio

    81

  • 5

    Quadro A.6.2.2 Discriminao dos Bens Imveis de Propriedade da Unio sob responsabilidade da UJ, exceto Imvel Funcional

    81

    Quadro A.7.1 Gesto Da Tecnologia Da Informao Da Unidade Jurisdicionada 83 Quadro A.8.1 Gesto Ambiental e Licitaes Sustentveis 86 Quadro A.8.2 Consumo de Papel, Energia Eltrica e gua 87 Quadro A.9.1.1 Cumprimento das deliberaes do TCU atendidas no exerccio 89 Quadro A.9.1.2 Situao das deliberaes do TCU que permanecem pendentes de atendimento no exerccio

    89

    Quadro A.9.2.1 Relatrio de cumprimento das recomendaes do OCI 90 Quadro A.9.2.2 Situao das recomendaes do OCI que permanecem pendentes de atendimento no exerccio

    90

    Quadro A.9.4.1 Demonstrativo do cumprimento, por autoridades e servidores da UJ, da obrigao de entregar a DBR

    93

    Quadro A.9.6 Modelo de declarao de insero e atualizao de dados no SIASG e SICONV

    94

    Quadro A.11.2.1 Declarao de que as demonstraes contbeis do exerccio refletem corretamente a situao oramentria, financeira e patrimonial da unidade jurisdicionada

    98

  • 6

    RELATRIO DE GESTO INDIVIDUAL EXERCCIO DE 2013

    SEO I

    1.1 Identificao da Unidade Jurisdicionada

    Cdigo SIAFI

    240106 Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE

    120013 Centro de Lanamento de Alcntara - CLA

    120015 Centro de Lanamento de Barreira do Inferno - CLBI

    120016

    443003

    Cdigo SIAFI

    99999

    203001 20402

    240106 00001

    120013 00001

    120015 00001

    120016 00001

    443003 44205

    Grupamento de Infraestrutura e Apoio de So Jos dos Campos - GIA/SJC

    Gerncia de Oramento e Finanas /SAF/ANA

    Gestes Relacionadas Unidade Jurisdicionada

    Nome

    Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestes

    Cdigo SIAFI da Unidade Gestora Cdigo SIAFI da Gesto

    Decretos ns 4.718/2003 e 6.129/2007

    Manuais e publicaes relacionadas s atividades da Unidade Jurisdicionada

    Unidades Gestoras e Gestes relacionadas Unidade Jurisdicionada

    Unidades Gestoras Relacionadas Unidade Jurisdicionada

    Nome

    Pgina na Internet: http://www.aeb.gov.br

    Endereo Postal: SPO - rea 5 - Quadra 3 - Bloco "A" - 2 Andar - CEP: 70.610-200

    Normas Relacionadas Unidade Jurisdicionada

    Normas de criao e alterao da Unidade Jurisdicionada

    Lei n 8.854, de 10.2.1994

    Outras normas infralegais relacionadas gesto e estrutura da Unidade Jurisdicionada

    Principal Atividade: Cincia e Tecnologia Cdigo CNAE: 7210-0

    Telefones/Fax de contato: (061) 3411-5500

    Endereo Eletrnico: presidencia@aeb.gov.br

    Denominao Completa: Agncia Espacial Brasileira

    Denominao Abreviada: AEB

    Cdigo SIORG: 4243 Cdigo LOA: 24205 Cdigo SIAFI: 203001

    Natureza Jurdica: Autarquia Federal CNPJ: 86.900.545/0001-70

    Quadro A.1.1.1 - Identificao da UJ Relatrio de Gesto Individual

    Poder e rgo de Vinculao

    Poder: Executivo

    rgo de Vinculao: Ministrio da Cincia, Tecnologia e Inovao Cdigo SIORG: 1988

    Identificao da Unidade Jurisdicionada

  • 7

    SEO II

    INTRODUO O presente Relatrio de Gesto incorpora todos os atos praticados pela Agncia Espacial Brasileira AEB no exerccio de 2013. O detalhamento das estratgias de atuao implementadas, das atividades desenvolvidas e dos resultados alcanados encontra-se discorrido na Seo III.

    O Relatrio de Gesto da Agncia Espacial Brasileira AEB de 2013 encontra-se estruturado de acordo com as disposies da Instruo Normativa TCU n 63/2010, das Decises Normativas TCU ns 127 e 129 do exerccio de 2013 e da Portaria TCU n 175/2013. Em cumprimento s orientaes do Anexo II da DN TCU n 127/2013, a seguir esto indicados os itens e subitens que no constam do presente relatrio, bem como as suas justificativas: I) Parte A Contedo Geral

    Item 3 Subitem 3.3

    Justificativa

    O conselho deliberativo da AEB no remunerado. Portanto, no houve no exerccio de 2013 qualquer pagamento aos administradores, membros da diretoria estatutria, do conselho de administrao e do conselho fiscal.

    Item 4 Subitem 4.2

    Justificativa

    A AEB nunca reconheceu nenhum passivo por insuficincia de crditos ou recursos. No houve registro nas contas contbeis do rgo para a referida despesa no exerccio de 2013.

    Subitem 4.6

    Justificativa O subitem no se aplica UJ.

    Subitem 4.7

    Justificativa No houve na AEB gesto de precatrios em 2013 e tambm no houve registro nas contas contbeis..

    Item 11 Subitens 11.3 a 11.6

    Justificativa Os subitens no se aplicam UJ.

    Item 12 Outras informaes sobre a gesto

    Justificativa No h informaes sobre a gesto para o exerccio de 2013.

    Em 2013 a Poltica Espacial Brasileira apresentou avanos importantes em sua

    implementao, podendo ser destacado o trabalho para a contratao do Satlite Geoestacionrio de Defesa e Comunicaes Estratgicas (SGDC). Este satlite geoestacionrio visa atender s necessidades do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), s de comunicaes seguras de governo, e s do Ministrio da Defesa. Neste contexto coube AEB a tarefa de elaborar, juntamente com os Ministrios das Comunicaes e da Defesa, o Plano de Absoro e Transferncia de Tecnologia, previsto no Decreto n 7.769/2012, que orientar o processo de capacitao e domnio das tecnologias espaciais aplicadas ao setor de telecomunicaes, sempre com a participao da indstria nacional.

    Destacam-se tambm os importantes trabalhos de integrao e testes do satlite CBERS-3 realizados em cooperao com a China pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Com o lanamento de mais este satlite da srie CBERS, buscava-se ampliar a capacidade de observao

  • 8

    do territrio nacional com vistas proteo ambiental, ao monitoramento agrcola e gesto territorial. Infelizmente, o lanamento em dezembro de 2013 fracassou por falha tcnica do lanador.

    importante tambm citar o trabalho em conjunto com a Agncia Nacional de guas (ANA), com vistas proposio de um novo sistema de satlites para atender demanda para retransmisso de dados meteorolgicos e hidrolgicos, em continuidade ao sistema implantado nos primrdios do Programa Espacial Brasileiro pelos Satlites de Coleta de Dados (SCD). Adicionalmente, foram apoiadas e incentivadas vrias atividades voltadas para a utilizao de dados de satlites para o sensoriamento remoto, a gesto hdrica e ambiental (desmatamento e queimadas), a previso meteorolgica, os alertas de desastres naturais e o monitoramento do clima espacial.

    Na questo das cooperaes internacionais, prosseguiram em 2013 as tradicionais cooperaes com a China (em satlites), com a Alemanha (lanadores suborbitais e experimentos em microgravidade), com a Ucrnia (implantao do stio de lanamentos do foguete Cyclone-4 em Alcntara), com a Argentina (desenvolvimento dos satlites oceanogrficos SABI-Mar), e outras mais com os Estados Unidos, Rssia, Japo, naes europeias e africanas. Tambm importante mencionar as cooperaes com diversas organizaes internacionais nas reas de meteorologia, sensoriamento remoto, cincias espaciais e atmosfricas e desastres naturais.

    Nos esforos para a conquista dos meios de acesso ao espao, destacam-se os avanos realizados pelo Departamento de Cincia e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) no desenvolvimento do Veculo Lanador de Satlites (VLS-1), do Veculo Lanador de Microssatlites (VLM-1) e do motor a propulso lquida L75. Tambm prosseguiram em 2013 as operaes de lanamento de foguetes suborbitais a partir do CLA (em Alcntara/MA) e do CLBI (em Natal/RN).

    Na questo da infraestrutura para o acesso ao espao, a AEB prosseguiu em 2013 com a busca por investimentos para a construo do stio de lanamentos do Cyclone-4, responsabilidade brasileira na parceria com a Ucrnia, por meio da binacional Alcntara Cyclone Space (ACS), assim como para os investimentos na infraestrutura geral do Centro de Lanamentos de Alcntara (CLA).

    Em 2013 a AEB tambm prosseguiu com os esforos em prol da formao de recursos humanos, que vem sendo nucleada em vrios centros universitrios nacionais por meio de cursos de engenharia especialmente voltados para a rea espacial.

  • 9

    SEO III

    DESENVOLVIMENTO 1.2 Finalidade e Competncias Institucionais da Unidade Jurisdicionada

    A Agncia Espacial Brasileira AEB, autarquia federal de natureza civil, foi criada em 10 de fevereiro de 1994 e est atualmente vinculada ao Ministrio da Cincia, Tecnologia e Inovao MCTI. As suas competncias esto definidas na Lei n 8.854/94, tendo como finalidade a promoo e o desenvolvimento das atividades espaciais de interesse nacional.

    Mais especificamente, a lei define, em seu Art. 3 as seguintes competncias:

    a. Executar e fazer executar a Poltica Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (PNDAE), bem como propor as diretrizes e a implementao das aes dela decorrentes;

    b. Propor a atualizao da Poltica Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais e as diretrizes para a sua consecuo;

    c. Elaborar e atualizar os Programas Nacionais de Atividades Espaciais (PNAE) e as respectivas propostas oramentrias;

    d. Promover o relacionamento com instituies congneres no Pas e no exterior;

    e. Analisar propostas e firmar acordos e convnios internacionais, em articulao com o Ministrio das Relaes Exteriores e o Ministrio da Cincia e Tecnologia, objetivando a cooperao no campo das atividades espaciais, e acompanhar a sua execuo;

    f. Emitir pareceres relativos a questes ligadas s atividades espaciais que sejam objeto de anlise e discusso nos foros internacionais e neles fazer-se representar, em articulao com o Ministrio das Relaes Exteriores e o Ministrio da Cincia e Tecnologia;

    g. Incentivar a participao de universidades e outras instituies de ensino, pesquisa e desenvolvimento nas atividades de interesse da rea espacial;

    h. Estimular a participao da iniciativa privada nas atividades espaciais;

    i. Estimular a pesquisa cientfica e o desenvolvimento tecnolgico nas atividades de interesse da rea espacial;

    j. Estimular o acesso das entidades nacionais aos conhecimentos obtidos no desenvolvimento das atividades espaciais, visando ao seu aprimoramento tecnolgico;

    k. Articular a utilizao conjunta de instalaes tcnicas espaciais, visando integrao dos meios disponveis e racionalizao de recursos;

    l. Identificar as possibilidades comerciais de utilizao das tecnologias e aplicaes espaciais, visando a estimular iniciativas empresariais na prestao de servios e produo de bens;

    m. Estabelecer normas e expedir licenas e autorizaes relativas s atividades espaciais;

    n. Aplicar as normas de qualidade e produtividade nas atividades espaciais.

  • 10

    As aes do programa so orientadas pelas diretrizes estabelecidas na Poltica Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (PNDAE), aprovada pelo Decreto n 1.332/94, que busca alcanar os seguintes objetivos estratgicos:

    Estabelecimento no Pas de competncia tcnico-cientfica na rea espacial que lhe

    possibilite atuar com real autonomia;

    Promoo do desenvolvimento de sistemas espaciais, bem como de meios, tcnicas e infraestrutura de solo correspondentes, que venham propiciar ao Brasil a disponibilidade de servios e informaes de sua necessidade ou interesse;

    Adequao do setor produtivo brasileiro para participar e adquirir competitividade em mercados de bens e servios espaciais.

    1.3 Organograma Funcional

    A estrutura organizacional da AEB foi aprovada pelo Decreto n 4.718, de 04 de junho de 2003:

    PRESIDNCIA

    Presidncia compete coordenar, supervisionar e administrar as aes e o patrimnio da AEB.

    CONSELHO SUPERIOR

    Apreciar propostas de atualizao da PNDAE, para encaminhamento ao Ministro de Estado da Cincia e Tecnologia;

    Deliberar sobre as diretrizes para execuo da PNDAE aprovada pelo Presidente da Repblica;

    Atuar na elaborao do PNAE, bem como de suas atualizaes, e apreciar anualmente seu relatrio de execuo;

    Atuar na elaborao da proposta oramentria anual da AEB;

    Apreciar as propostas de atos de organizao e funcionamento do SNAE;

  • 11

    Apreciar acordos, contratos, convnios e outros instrumentos internacionais, no campo das atividades espaciais;

    Propor subsdios para a definio de posies brasileiras em negociaes bilaterais e em foros internacionais, referentes a assuntos de interesse da rea espacial;

    Aprovar diretrizes para o estabelecimento de normas e expedio de licenas e autorizaes relativas s atividades espaciais;

    Opinar sobre projetos de leis, propostas de decretos e de outros instrumentos legais, relativos s atividades espaciais; e

    Deliberar sobre outras matrias.

    GABINETE

    Assistir ao Presidente da AEB em sua representao social e poltica;

    Incumbir-se do preparo e despacho do seu expediente pessoal, bem assim das atividades de comunicao social;

    Providenciar a publicao e a divulgao das matrias de interesse da AEB; e

    Acompanhar a tramitao de projetos de interesse especfico da AEB no Congresso Nacional.

    PROCURADORIA FEDERAL

    Representar judicial e extrajudicialmente a AEB;

    Exercer atividades de consultoria e assessoramento jurdicos aos rgos da AEB, aplicando-se, no que couber, o disposto no art. 11 da Lei Complementar n 73, de 10 de fevereiro de 1993; e

    A apurao da liquidez e certeza dos crditos de qualquer natureza, inerentes s atividades da AEB, inscrevendo-os em dvida ativa, para fins de cobrana amigvel ou judicial.

    ASSESSORIA DE COOPERAO INTERNACIONAL

    Compete, em articulao com a Assessoria de Assuntos Internacionais do Ministrio da Cincia e Tecnologia, propor, coordenar e promover aes de cooperao internacional e, quando pertinente, avaliar e supervisionar instrumentos internacionais de cooperao e de aquisio de bens e servios e participar das negociaes bilaterais e multinacionais de interesse da rea espacial.

    AUDITORIA INTERNA

    Compete examinar a conformidade legal dos atos de gesto oramentrio-financeiro, patrimonial, de pessoal, e demais sistemas administrativos e operacionais, e verificar o fiel cumprimento de diretrizes e normas vigentes e, especificamente:

    Verificar a regularidade nos controles internos e externos, especialmente daqueles referentes realizao da receita e da despesa, bem como da execuo financeira de contratos, convnios, acordos e ajustes firmados pela AEB;

    Examinar a legislao especfica e normas correlatas, orientando quanto sua observncia; e

    Promover inspees regulares para verificar a execuo fsica e financeira dos programas, projetos e atividades e executar auditorias extraordinrias determinadas pelo Presidente.

    DIRETORIA DE PLANEJAMENTO, ORAMENTO E ADMINISTRAO DPOA

    Coordenar e controlar a execuo das atividades relacionadas aos Sistemas de Pessoal Civil da Administrao Federal SIPEC, de Organizao e Modernizao Administrativa -SOMAD, de Administrao dos Recursos de Informao e Informtica - SISP, de Servios Gerais - SISG, de Planejamento e de Oramento Federal, de Contabilidade Federal e de Administrao Financeira Federal;

  • 12

    Coordenar o processo de planejamento estratgico e de desdobramento da misso em diretrizes, objetivos, metas e planos, em conformidade com o Plano Plurianual; e

    Acompanhar fsica e financeiramente os planos e programas, bem como avali-los quanto eficcia e efetividade, com vistas a subsidiar o processo de alocao de recursos, a poltica de gastos e coordenao das aes.

    DIRETORIA DE POLTICA ESPACIAL E INVESTIMENTOS ESTRATGICOS DPEI

    Atuar na elaborao de propostas de atualizao da PNDAE e na elaborao e atualizao do PNAE;

    Implementar, coordenar e supervisionar o planejamento, o acompanhamento e a avaliao dos projetos e das atividades do PNAE;

    Identificar e analisar oportunidades estratgicas de investimento no setor espacial e articular a captao de recursos para seu financiamento; e

    Realizar estudos e anlises pertinentes rea espacial.

    DIRETORIA DE SATLITES, APLICAES E DESENVOLVIMENTO DSAD

    Implementar, coordenar e supervisionar os projetos e atividades relativos satlites espaciais, cargas teis e suas aplicaes, estimulando a participao do setor produtivo na implementao dessas aes;

    Promover a transferncia de tecnologia para o setor produtivo e a difuso dos produtos decorrentes dos projetos e atividades de sua competncia;

    Promover a integrao de institues de ensino e pesquisa nas aes de pesquisa, desenvolvimento e inovao tecnolgica de interesse da rea espacial; e

    Promover a capacitao de recursos humanos para atuao em atividades espaciais.

    DIRETORIA DE TRANSPORTE ESPACIAL E LICENCIAMENTO DTEL

    Implementar, coordenar e supervisionar os projetos e atividades relativos a foguetes, veculos lanadores e centros de lanamento, estimulando a participao do setor produtivo na implementao dessas aes;

    Promover a transferncia de tecnologia para o setor produtivo e a difuso dos produtos decorrentes dos projetos e atividades de sua competncia;

    Promover iniciativas de comercializao de bens e servios espaciais;

    Atuar na elaborao e aplicao de normas pertinentes s atividades espaciais; e

    Coordenar a concesso de licenas e autorizaes relativas s atividades espaciais, bem como a fiscalizao dessas concesses e autorizaes.

    Os macroprocessos esto definidos nos subitens 1.4 e 1.5, bem como as responsabilidades e

    os principais produtos deles decorrentes. 1.4 Macroprocessos Finalsticos

    A AEB opera por meio da implementao de um conjunto de processos finalsticos e de apoio, estabelecidos em correspondncia com as competncias descritas no Art. 3 da Lei n 8.854/94, que criou a AEB, bem como as atribuies regimentais das diversas unidades que compem a sua estrutura organizacional.

    Os principais macroprocessos finalsticos da AEB, relacionados com a razo da sua existncia, so num total de seis (6). Os macroprocessos finalsticos, assim como as competncias legais correspondentes, os principais produtos e servios e os principais atores responsveis pela sua conduo, dentro da estrutura organizacional formal da AEB, esto resumidos a seguir:

  • 13

    Macroprocesso 1 Formulao e Atualizao da Poltica Espacial

    Competncias atribudas em Lei: II. Propor a atualizao da Poltica Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (PNDAE) e as diretrizes para a sua consecuo. III. Elaborar e atualizar os Programas Nacionais de Atividades Espaciais (PNAE) e as respectivas propostas oramentrias. Principais Produtos/Servios: Poltica Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (PNDAE) avaliada e

    atualizada. Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) plano decenal (estratgico de

    longo prazo) avaliado e atualizado. Plano Plurianual (PPA) formulado, de forma articulado e integrado com a

    PNDAE/PNAE. Planos de ao do setor espacial integrados na Poltica Nacional de Cincia, Tecnologia

    e Inovao (ENCTI/MCTI) e na Poltica de Desenvolvimento Industrial (PBM/MDIC).

    Conduo do Macroprocesso: O macroprocesso conduzido pela Diretoria de Poltica Espacial e Investimentos Estratgicos (DPEI) em estreita coordenao e articulao com as Diretorias da AEB, com o Conselho Superior da AEB, com os rgos Setoriais de Execuo do Sistema Nacional de Atividades Espaciais (SINDAE), Ministrios, Indstria e Academia, para harmonizar e validar as propostas de atualizao das polticas, objetivos e diretrizes estratgicos do programa espacial, bem como o seu alinhamento com outras polticas governamentais.

    Macroprocesso 2 Coordenao e Acompanhamento da Execuo das Atividades do SINDAE

    Competncias atribudas em Lei: I. Executar e fazer executar a Poltica Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (PNDAE), bem como propor as diretrizes e a implementao das aes dela decorrentes. VIII. Estimular a participao da iniciativa privada nas atividades espaciais. XI. Articular a utilizao conjunta de instalaes tcnicas espaciais, visando integrao dos meios disponveis e racionalizao de recursos. Principais Produtos/Servios: Projetos de desenvolvimento estruturados, contratados, avaliados e implementados para

    o desenvolvimento de satlites e suas aplicaes, veculos lanadores e infraestruturas associadas, assim como o avano no domnio das tecnologias crticas.

    Contratos de desenvolvimento com a indstria estabelecidos e implementados. Termos de Cooperao e Descentralizao de Crdito (TCDC) para INPE e DCTA

    estabelecidos e implementados para o desenvolvimento de sistemas e aplicaes espaciais, em conjunto com a indstria.

  • 14

    Conduo do Macroprocesso:

    O macroprocesso conduzido prioritariamente pela Diretoria de Satlites, Aplicaes e Desenvolvimento (DSAD) e pela Diretoria de Transporte Espacial e Licenciamento (DTEL), e pela Diretoria de Poltica Espacial e Investimentos Estratgicos (DPEI) em projetos na fase inicial de concepo, que se articulam com os principais rgos setoriais de execuo do SINDAE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE/MCTI e Departamento de Cincia e Tecnologia Aeroespacial DCTA/ComAer/MD), empresas nacionais do setor espacial e setor acadmico para fazer cumprir a poltica espacial, promovendo e concretizando a execuo dos projetos espaciais estabelecidos no PNAE, por meio de contratos, convnios ou descentralizao de crditos.

    Macroprocesso 3 Fomento a Pesquisa Cientfica, Desenvolvimento Tecnolgico e Inovao de interesse para o setor espacial

    Competncias atribudas em Lei: VII. Incentivar a participao de universidades e outras instituies de ensino, pesquisa e desenvolvimento nas atividades de interesse da rea espacial. IX. Estimular a pesquisa cientfica e o desenvolvimento tecnolgico nas atividades de interesse da rea espacial. X. Estimular o acesso das entidades nacionais aos conhecimentos obtidos no desenvolvimento das atividades espaciais, visando ao seu aprimoramento tecnolgico. Principais Produtos/Servios:

    Projetos de pesquisa contratados e implementados com a academia ou institutos de pesquisa.

    Projetos de formao e capacitao de RH contratados e implementados com a academia ou institutos de pesquisa.

    Parcerias articuladas e formadas com institutos de pesquisa e academia, bem como com rgos de fomento a pesquisa e inovao.

    Conduo do Macroprocesso: O macroprocesso conduzido pela Diretoria de Satlites, Aplicaes e Desenvolvimento (DSAD) que se articula com a academia e institutos de pesquisa para contratao e execuo de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovao, de interesse para o setor espacial, bem como agncias de fomento a pesquisa e formao e desenvolvimento de pessoal, tais como a FINEP, CNPq e CAPES, para ampliar o apoio no desenvolvimento de novas competncias e de capital humano, bem como a capacidade do pas no desenvolvimento e domnio das tecnologias crticas para o programa espacial.

  • 15

    Macroprocesso 4 Fomento das Relaes Internacionais e Concertao das Aes Competncias atribudas em Lei: IV. Promover o relacionamento com instituies congneres no Pas e no exterior. V. Analisar propostas e firmar acordos e convnios internacionais, em articulao com o Ministrio das Relaes Exteriores e o Ministrio da Cincia, Tecnologia e Inovao, objetivando a cooperao no campo das atividades espaciais, e acompanhar a sua execuo. VI. Emitir pareceres relativos a questes ligadas s atividades espaciais que sejam objeto de anlise e discusso nos foros internacionais e neles fazer-se representar, em articulao com o Ministrio das Relaes Exteriores e o Ministrio da Cincia, Tecnologia e Inovao. Principais Produtos/Servios:

    Apoio s decises institucionais sobre propostas de cooperao internacional.

    Acompanhamento da execuo de Acordos e outros instrumentos de cooperao internacional.

    Promover o intercmbio com instituies de outros pases, governamentais e/ou privadas, sejam empresas, institutos de pesquisa, embaixadas ou organismos internacionais.

    Organizar reunies/conferncias com contrapartes estrangeiros, empresas privadas, embaixadas ou agncias governamentais.

    Conduo do Macroprocesso: O macroprocesso conduzido pela Assessoria de Cooperao Internacional que se articula com o Ministrio das Relaes Exteriores (MRE) e o Ministrio da Cincia, Tecnologia e Inovao (MCTI), como instncias principais de orientao da poltica de cooperao internacional governamental.

    Macroprocesso 5 Promoo do Desenvolvimento Industrial e Comercial de Produtos e Servios Espaciais

    Competncias atribudas em Lei: XII. Identificar as possibilidades comerciais de utilizao das tecnologias e aplicaes espaciais, visando a estimular iniciativas empresariais na prestao de servios e produo de bens. Principais Produtos/Servios: Formulao de estratgias e propostas de aes para estimular a comercializao de

    produtos e servios espaciais e o maior desenvolvimento da indstria nacional. Anlises de propostas e apoio a eventos comerciais no pas ou exterior.

    Identificao e proposio de fontes de financiamento ou parcerias comerciais nacionais ou internacionais

  • 16

    Conduo do Macroprocesso: O macroprocesso conduzido pela Diretoria de Poltica Espacial e Investimentos Estratgicos (DPEI) em estreita coordenao e articulao com as demais Diretorias da AEB, com os rgos Setoriais de Execuo do SINDAE, Ministrio do Desenvolvimento, Indstria e Comrcio (MDIC), empresas nacionais do setor espacial e instituies de financiamento (FINEP e BNDES), buscando estimular e ampliar o mercado de comercializao de produtos e servios espaciais e o maior desenvolvimento da indstria nacional. No caso especfico das atividades da empresa binacional Alcntara Cyclone Space (ACS), que trata dos servios comerciais de lanamento, a coordenao realizada pela Diretoria de Transporte Espacial e Licenciamento (DTEL).

    Macroprocesso 6 Certificao, Normalizao e Fiscalizao das Atividades Espaciais

    Competncias atribudas em Lei: XIII. Estabelecer normas e expedir licenas e autorizaes relativas s atividades espaciais. XIV. Aplicar as normas de qualidade e produtividade nas atividades espaciais. Principais Produtos/Servios:

    Produo e atualizao das normas de segurana para o setor espacial.

    Expedio de licenas/certificaes/autorizaes para atividades espaciais no pas. Fiscalizao das atividades espaciais no pas.

    Conduo do Macroprocesso: O macroprocesso conduzido pela Diretoria de Transporte Espacial e Licenciamento (DTEL) que se articula com a Associao Brasileira de Normas Tcnicas (ABNT), o Instituto de Fomento Industrial (IFI/DCTA), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/MCTI) e o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO/MDIC) para atuarem na produo das normas e fiscalizao das atividades espaciais no pas.

    Todos os macroprocessos finalsticos descritos concorrem para a consecuo dos objetivos

    estratgicos do Programa Temtico do PPA (2056) Poltica Espacial, quais sejam:

    Objetivo 0397 Desenvolver veculos lanadores nacionais e respectiva infraestrutura de lanamentos no pas, com incremento da participao industrial, garantindo a autonomia nacional para o acesso ao espao;

    Objetivo 0398 Promover a insero do pas no mercado mundial de lanamentos comerciais de satlites, por meio da empresa binacional Alcntara Cyclone Space (ACS);

    Objetivo 0399 Desenvolver e consolidar competncias e capital humano para a sustentabilidade do programa;

    Objetivo 0555 Ampliar o domnio das tecnologias crticas para garantir autonomia no desenvolvimento das atividades espaciais; e

  • 17

    Objetivo: 0702 Realizar misses espaciais para observao da Terra, meteorologia, telecomunicaes e misses cientficas que contribuam para a soluo de problemas nacionais, o desenvolvimento de tecnologia, a capacitao industrial e o avano do conhecimento cientfico.

    1.5 Macroprocessos de Apoio Os principais macroprocessos de apoio s atividades finalsticas da AEB esto associados com as atribuies de suas diversas unidades de carter administrativo, controle e apoio, estabelecidas no Regimento Interno da Agncia, sendo grande parte delas de responsabilidade da Diretoria de Planejamento, Oramento e Administrao DPOA. Macroprocesso 1 Gesto de Pessoal

    Atribuies estabelecidas no Regimento Interno: Coordenar e controlar a execuo das atividades relacionadas aos Sistemas de Pessoal Civil da Administrao Federal SIPEC. Principais Produtos/Servios: Programa de capacitao e desenvolvimento de Pessoal. Programa de Qualidade de Vida. Administrao de Pessoa: Cadastro, Folha de Pagamento, Aposentadoria, Frias e

    Benefcios. Processo de Avaliao de Desempenho. Conduo do Macroprocesso: O macroprocesso conduzido pela Coordenao de Recursos Humanos CRH que atua junto Secretaria de Recursos Humanos do MPOG para dirimir os assuntos do pessoal civil lotado na AEB, bem como desenvolve e promove programas voltados para o desenvolvimento e capacitao do seu pessoal.

    Macroprocesso 2 Gesto da Execuo Oramentria, Financeira e Contbil

    Atribuies estabelecidas no Regimento Interno: Coordenar e controlar a execuo das atividades relacionadas aos Sistemas de Contabilidade Federal e de Administrao Financeira Federal. Acompanhar fsica e financeiramente os planos e programas, bem como avali-los quanto eficcia e efetividade, com vistas a subsidiar o processo de alocao de recursos, a poltica de gastos e coordenao das aes. Principais Produtos/Servios: Formulao de propostas oramentrias anuais. Planejamento da execuo oramentria, segundo os limites oramentrios autorizados pela setorial do MCTI. Descentralizao de crdito e liberao financeira para os rgos executores do PNAE (INPE e DCTA).

  • 18

    Acompanhamento da execuo oramentria e financeira do oramento descentralizado e na prpria AEB. Pagamento de fornecedores. Pagamento de pessoal, dirias e ajuda de custo. Contabilidade, convnios e prestao de contas. Conduo do Macroprocesso: O macroprocesso conduzido pela Coordenao Oramentria e Financeira COF em articulao com a Coordenao de Planejamento e Modernizao CPM, que, por sua vez, atuam com a Secretaria de Oramento Federal (SOF) do MPOG e Secretaria de Planejamento Oramentria e Administrao SPOA do MCTI, na conduo dos assuntos oramentrios e financeiros. Articulam-se tambm com as Diretorias finalsticas da AEB e os rgos executores do PNAE, visando a boa execuo oramentria e financeira dos projetos.

    Macroprocesso 3 Planejamento, Modernizao Institucional e Gesto da Tecnologia de Informao

    Atribuies estabelecidas no Regimento Interno: Coordenar e controlar a execuo das atividades relacionadas ao Sistema de Organizao e Modernizao Administrativa - SOMAD, de Administrao dos Recursos de Informao e Informtica SISP, de Planejamento e de Oramento Federal. Coordenar o processo de planejamento estratgico e de desdobramento da misso em diretrizes, objetivos, metas e planos, em conformidade com o Plano Plurianual. Acompanhar fsica e financeiramente os planos e programas, bem como avali-los quanto eficcia e efetividade, com vistas a subsidiar o processo de alocao de recursos, a poltica de gastos e coordenao das aes. Principais Produtos/Servios: Planejamento oramentrio e institucional. Estudo, formulao e implementao de propostas de modernizao institucional. Formulao e implementao do Plano Diretor de TI. Administrao da rede de dados, internet e intranet.

    Conduo do Macroprocesso: O macroprocesso conduzido pela Coordenao de Planejamento e Modernizao CPM que atua com a Secretaria de Logstica e Tecnologia da Informao do MPOG, a Secretaria de Planejamento, Oramento e Administrao (SPOA) do MCTI, bem como com diversas unidades da AEB na conduo dos assuntos relacionados com modernizao institucional e TI.

  • 19

    Macroprocesso 4 Logstica Operacional

    Atribuies estabelecidas no Regimento Interno: Coordenar e controlar a execuo das atividades relacionadas ao Sistema de Servios Gerais SISG. Principais Produtos/Servios: Licitao e compras. Controle e fiscalizao dos contratos administrativos. Controle e manuteno patrimonial. Controle e gesto documental. Conduo do Macroprocesso: O macroprocesso conduzido pela Coordenao de Recursos Logsticos CRL que atua em conjunto com a Secretaria de Logstica e Tecnologia da Informao do MPOG e unidades da AEB na conduo e utilizao dos sistemas de apoio logstico.

    Macroprocesso 5 Comunicao Social

    Atribuies estabelecidas no Regimento Interno: Organizar, editar, publicar e divulgar material de interesse da AEB nos meios de comunicao e nos eventos tcnico-cientficos.

    Principais Produtos/Servios:

    Releases de notcias e de notas tcnicas.

    Revista semestral Espao Brasileiro.

    Boletim mensal Espao Brasileiro (eletrnico).

    Clipping dirio de notcias (eletrnico).

    Criao e edio de folders e de outras publicaes.

    Apoio criao e edio de material de uso educacional.

    Apoio organizao e coordenao de cursos, seminrios, oficinas e simpsios.

    Planejamento, coordenao, montagem e atendimento de exposies tcnicas e de eventos.

    Manuteno e atualizao das exposies do ptio externo e espao interno. Conduo do Macroprocesso: O macroprocesso conduzido pela Comunicao Social da AEB, subordinada ao Gabinete/PR, articulando-se com as diretorias finalsticas, a imprensa e outros meios de comunicao para divulgar o programa espacial brasileiro, de acordo com o plano de comunicao da instituio.

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    Macroprocesso 6 Procuradoria Jurdica

    Atribuies estabelecidas no Regimento Interno: Representar judicial e extrajudicialmente a AEB. Exercer atividades de consultoria e assessoramento jurdicos aos rgos da AEB, aplicando-se, no que couber, o disposto no art. 11 da Lei Complementar n 73, de 10 de fevereiro de 1993. A apurao da liquidez e certeza dos crditos de qualquer natureza, inerentes s atividades da AEB, inscrevendo-os em dvida ativa, para fins de cobrana amigvel ou judicial. Principais Produtos/Servios:

    Anlise de processo para emisso de pareceres jurdicos.

    Conduo do Macroprocesso: O macroprocesso conduzido pela Procuradoria Jurdica junto a AEB, que se articula com as demais unidades internas da AEB.

    Macroprocesso 7 Auditoria e Controle

    Atribuies estabelecidas no Regimento Interno: Examinar a conformidade legal dos atos de gesto oramentrio-financeiro, patrimonial, de pessoal, e demais sistemas administrativos e operacionais, e verificar o fiel cumprimento de diretrizes e normas vigentes e, especificamente: Verificar a regularidade nos controles internos e externos, especialmente daqueles referentes realizao da receita e da despesa, bem como da execuo financeira de contratos, convnios, acordos e ajustes firmados pela AEB. Examinar a legislao especfica e normas correlatas, orientando quanto sua observncia. Promover inspees regulares para verificar a execuo fsica e financeira dos programas, projetos e atividades e executar auditorias extraordinrias determinadas pelo Presidente. Principais Produtos/Servios:

    Emisso de notas tcnicas.

    Anlise dos processos de despesas.

    Conduo do Macroprocesso:

    O macroprocesso conduzido pela Auditoria Interna da AEB, que se articula com as demais unidades internas da AEB.

  • 21

    1.6 Principais Parceiros Os principais parceiros da AEB so todos externos. No papel de desenvolvedores e fornecedores de produtos e servios para o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) esto o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE/MCTI) e o Departamento de Cincia e Tecnologia Aeroespacial (DCTA/ComAer/MD), definidos no Decreto n 1.953/96, que instituiu o Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), como os principais rgos setoriais de execuo do programa.

    Neste papel, colocam-se tambm, como parceiras, as indstrias nacionais do setor espacial (tais como Omnisys, Cenic, Fibraforte, Mectron, Equatorial, Compsys, Optoeletrnica, Kepler, AEL, dentre outras), representadas pela sua Associao das Indstrias Aeroespaciais do Brasil (AIAB).

    Outra importante parceria ocorre com a empresa binacional Alcntara Cyclone Space (ACS), constituda em 2006 por fora do Tratado firmado entre o Brasil e a Ucrnia em 2003, para explorar servios de lanamento comercial a partir de Alcntara, bem como a empresa Visiona Tecnologia Espacial S.A., constituda em 2012, mediante parceria entre a Telebras e a Embraer, para prover, como prime-contractor, a aquisio, o lanamento, a construo da infraestrutura terrestre e a capacitao para a operao do Satlite Geoestacionrio de Defesa e Comunicaes Estratgicas (SGDC), destinado a atender s demandas do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) e das comunicaes militares em Banda X.

    Ainda no contexto do SGDC, em 2013 foi estabelecida uma importante parceria entre a AEB e a empresa franco-italiana Thales Alenia Space (TAS), escolhida para fornecer o satlite. Cabe AEB, por fora do Decreto n

    o 7.769/2012, coordenar, monitorar e avaliar os resultados do

    plano de absoro e transferncia de tecnologia elaborada durante a fase de seleo das empresas. A cessionria das tecnologias a serem transferidas para o Brasil a mesma empresa fabricante do satlite (TAS), com a qual a AEB firmou ao final de 2013 um Memorando de Entendimento (MoU) para disciplinar o processo.

    Na qualidade de usurios dos servios espaciais, tem-se como principais parceiros o Ministrio do Meio Ambiente, o IBAMA, a Agncia Nacional de guas (ANA), a Agncia Nacional de Energia Eltrica (ANEEL), o SIPAM/SIVAM e a Secretaria de Defesa Civil do Ministrio da Integrao Nacional SEDEC/MI, alm de inmeras empresas, organizaes governamentais e do terceiro setor que fazem uso de imagens e outros produtos gerados a partir das aplicaes espaciais.

    Como fomentadores e financiadores das atividades de PD&I e de formao e aperfeioamento de pessoal, a AEB tem ainda como importantes parceiros a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econmico e Social (BNDES), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientfico e Tecnolgico (CNPq) e a Coordenao de Aperfeioamento de Pessoal de Nvel Superior (CAPES).

    Na gerao de novos conhecimentos cientficos e tecnolgicos de interesse para o programa espacial, a AEB tem tambm como parceiras as instituies acadmicas (tais como ITA, USP, UFMA, UNB, UFSC, UFMG, UFABC, UNIVAP, dentre outras, representadas pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Cincia (SBPC).

    No campo da normatizao e fiscalizao, a AEB conta, por fim, como principais parceiros a ABNT, o IFI/DCTA, o INPE/MCTI e o INMETRO/MDIC.

  • 22

    2. PLANEJAMENTO E RESULTADOS ALCANADOS 2.1 Planejamento da Unidade Jurisdicionada

    A AEB no dispe de um plano estratgico, ttico e operacional prprio. O seu planejamento tem por base o estabelecido para o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE), cuja elaborao e atualizao de responsabilidade legal da AEB, conforme atribuio estabelecida na sua lei de criao (item III, art. 3 da Lei n 8.854/94, pelo qual lhe cabe: Elaborar e atualizar os Programas Nacionais de Atividades Espaciais (PNAE) e as respectivas propostas oramentrias.

    A Poltica Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (PNDAE), aprovada pelo Decreto n. 1.332, de 8 de dezembro de 1994, estabelece os objetivos e diretrizes para os programas e projetos nacionais relativos rea espacial e tem o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE) como seu principal instrumento de planejamento e programao de longo prazo, envolvendo um conjunto de aes e previses de investimentos necessrias por perodos decenais.

    A ltima reviso e atualizao do PNAE ocorreu no binio 2011/2012, com ampla participao e envolvimento de diversos stakeholders do programa, resultando na sua quarta edio, lanada em 2012, que cobre o perodo de 2012 a 2021 e servir como principal instrumento de orientao e conduo da execuo da poltica e das estratgias de execuo do programa para os prximos dez anos.

    Dentro desse contexto, as principais diretrizes estratgicas para 2013 continuam sendo aquelas mesmas estabelecidas no planejamento estratgico do PNAE, para 2012-2021, quais sejam:

    Consolidar a indstria espacial brasileira, aumentando sua competitividade e elevando sua capacidade de inovao, inclusive por meio do uso do poder de compra do Estado, e de parcerias com outros pases.

    Desenvolver intenso programa de tecnologias crticas, incentivando a capacitao no setor, com maior participao da academia, das instituies governamentais de C&T e da indstria.

    Ampliar as parcerias com outros pases, priorizando o desenvolvimento conjunto de projetos tecnolgicos e industriais de interesse mtuo.

    Estimular o financiamento de programas calcados em parcerias pblicas e/ou privadas.

    Promover maior integrao do sistema de governana das atividades espaciais no pas, por meio do aumento da sinergia e efetividade das aes entre os seus principais atores e da criao de um Conselho Nacional de Poltica Espacial, conduzido diretamente pela Presidncia da Repblica.

    Aperfeioar a legislao para dinamizar as atividades espaciais, favorecendo e facilitando as compras governamentais, o aumento de recursos para o Fundo Setorial Espacial, e a desonerao da indstria.

    Fomentar a formao e capacitao de especialistas necessrios ao setor espacial brasileiro, tanto no pas quanto no exterior.

    Promover a conscientizao da opinio pblica sobre a relevncia do estudo, do uso e do desenvolvimento do setor espacial brasileiro.

  • 23

    Para o alcance dos objetivos estratgicos estabelecidos, continuam como aes prioritrias as seguintes:

    Integrar a poltica espacial s demais polticas pblicas em execuo.

    Comprometer a indstria em todas as etapas do desenvolvimento dos projetos espaciais da concepo construo de equipamentos a sistemas espaciais completos.

    Estimular a criao de empresas integradoras na indstria espacial.

    Usar o poder de compra do Estado, mobilizando a indstria para o desenvolvimento de sistemas espaciais completos.

    Fomentar a formao, captao e fixao de especialistas qualificados na quantidade necessria para dinamizar as atividades espaciais.

    Dominar as tecnologias crticas e de acesso restrito, com participao da indstria, junto com a competncia e o talento existente nas universidades e institutos de pesquisa nacionais.

    Alcanar a capacidade de lanar satlites a partir do territrio brasileiro.

    Transferir indstria as tecnologias de produtos espaciais desenvolvidos pelos institutos de pesquisa.

    Incorporar aos sistemas encomendados pelo Estado as tecnologias, partes e processos desenvolvidos e dominados pela indstria brasileira.

    Elevar a Poltica Espacial condio de Poltica de Estado, firmando o interesse estratgico e geopoltico das atividades espaciais, que fortalecem a autonomia e soberania do Brasil.

    Aperfeioar a governana integrada do Programa Espacial Brasileiro.

    Nesse planejamento, no que diz respeito aos sistemas espaciais e respectiva infraestrutura

    associada, consta tambm que, na execuo do PNAE, deve se buscar, numa fase inicial, a consolidao e concluso de projetos j iniciados no passado ou iniciar outros, de modo a construir e consolidar um arcabouo necessrio, para, numa segunda fase do programa, serem lanados e desenvolvidos novos projetos de maior complexidade e de alto valor tecnolgico, de modo a impor ao programa novos desafios.

    Nesse sentido, foram definidos como principais projetos estruturantes e mobilizadores os

    seguintes:

    Satlites Sino-Brasileiros de Recursos Terrestres (CBERS-3 e 4 e os resultantes do Plano Decenal de Cooperao Espacial junto China).

    Satlites de Observao da Terra da srie Amaznia (Amaznia-1 e seus sucessores).

    Foguetes suborbitais e plataformas de reentrada.

    Veculos Lanadores baseados no Programa Cruzeiro do Sul.

    Infraestrutura de lanamento para acesso ao espao (Complexo Espacial de Alcntara CEA) e servios de lanamento comerciais (Acordo Brasil-Ucrnia).

    Satlite Geoestacionrio de Defesa e Comunicaes Estratgicas (SGDC).

    Satlite de Observao da Terra por Radar (SAR).

  • 24

    Satlite Geoestacionrio de Meteorologia (GEOMET).

    Na correlao do planejamento estratgico do PNAE com o estabelecido no Plano Plurianual (PPA), por meio do Programa 2056 Poltica Espacial, que compreende o perodo de 2012 a 2015, pode-se identificar e observar uma estreita relao e alinhamento com o planejamento estratgico da primeira fase de consolidao do PNAE estabelecido, que tem, por sua vez, os seguintes objetivos e iniciativas:

    Programa Temtico 2056 Poltica Espacial

    Objetivo: 0397 Desenvolver veculos lanadores nacionais e respectiva infraestrutura de lanamentos no pas, com incremento da participao industrial, garantindo a autonomia nacional para o acesso ao espao.

    Iniciativas

    016C Adequao da infraestrutura do Instituto de Aeronutica e Espao (IAE), Centro de Lanamento de Alcntara (CLA) e do Centro de Lanamento da Barreira do Inferno (CLBI) para atendimento aos projetos de veculos lanadores e veculos suborbitais nacionais 016E Desenvolvimento e lanamento de veculos lanadores nacionais 016G Desenvolvimento, lanamento e industrializao de foguetes suborbitais 016J Produo de normas e certificao de conformidade e de segurana de bens e servios comerciais do setor espacial

    Objetivo 0398 Promover a insero do pas no mercado mundial de lanamentos comerciais de satlites, por meio da empresa binacional Alcntara Cyclone Space (ACS)

    Iniciativas 016L Explorao dos servios comerciais de lanamento pela Alcntara Cyclone Space (ACS) a partir de Alcntara 016O Implantao do Complexo Espacial de Alcntara (CEA)

    Objetivo 0399 Desenvolver e consolidar competncias e capital humano para a sustentabilidade do programa

    Iniciativas 016R Atrao, formao e capacitao de pessoal para o setor espacial, contribuindo para a sua popularizao 016T Instalao de Observatrio Tecnolgico sobre propriedade intelectual de interesse do programa

    Objetivo 0555 Desenvolver e ampliar o conhecimento das tecnologias crticas para garantir o uso autnomo das aplicaes espaciais Iniciativas 024Q Desenvolvimento e utilizao de plataformas orbitais e suborbitais de baixo custo para provas de conceito tecnolgicos e experimentos cientficos 024S Levantamento e prospeco de informaes tecnolgicas em apoio s atividades de pesquisa, desenvolvimento e inovao do programa e proteo dos direitos de propriedade intelectual decorrentes dessas atividades 024U Realizar e fomentar pesquisas para o desenvolvimento e aplicao das tecnologias de carter estratgico para os sistemas espaciais de interesse nacional

  • 25

    Objetivo: 0702 Realizar misses espaciais para observao da Terra, meteorologia, telecomunicaes e

    misses cientficas que contribuam para a soluo de problemas nacionais, o desenvolvimento de tecnologia, a capacitao industrial e o avano do conhecimento cientfico

    Iniciativas

    02NA Atualizao e expanso da capacidade e das instalaes para integrao e testes de satlites, rastreio e controle de satlites, recepo, armazenamento e disseminao de dados 02NB Concepo e anlise de viabilidade de novas misses espaciais 02NC Desenvolvimento de instrumentao cientfica, pesquisa bsica e tecnologia para clima espacial e cincias espaciais 02ND Desenvolvimento de Satlite de Medida de Precipitao 02NE Desenvolvimento de Satlite Radar 02NG Desenvolvimento do Satlite Amaznia-1 02NH Desenvolvimento do Satlite Lattes 02NI Desenvolvimento do Satlite SABI-Mar 02NM Desenvolvimento e lanamento do Satlite Sino-Brasileiro - Projeto CBERS-3 02NN Desenvolvimento e lanamento do Satlite Sino-Brasileiro - Projeto CBERS-4 02NJ Desenvolvimento do Sistema Geoestacionrio Brasileiro

    Como agncia vinculada ao MCTI, o planejamento estratgico da AEB insere-se tambm

    nas diretrizes e objetivos estratgicos da Estratgia Nacional de Cincia, Tecnologia e Inovao (ENCTI), entendida como uma Poltica de Estado. Nesse contexto, o programa espacial faz parte do conjunto dos programas prioritrios para os setores portadores de futuro, tendo como objetivo estratgico principal:

    Atender s demandas nacionais por satlites de telecomunicaes, de observao da Terra, de meteorologia e para misses cientficas e tecnolgicas, com domnio de tecnologias crticas e aumento da indstria nacional no Programa Espacial Brasileiro.

    As principais estratgias de ao associadas a este objetivo na ENCTI so:

    Desenvolvimento, fabricao e lanamento dos satlites de observao da Terra CBERS-3 e CBERS-4, construdos em parceria com a China, e Amaznia-1 e Amaznia-2B;

    Construo e lanamento do satlite cientfico para estudos do clima espacial, em parceria com a ndia e a frica do Sul, no mbito do IBAS;

    Anlise de requisitos e viabilidade tcnica-econmica para a contratao do desenvolvimento do primeiro satlite de comunicao do Sistema Geoestacionrio Brasileiro, com participao da indstria nacional, a ser realizado em parceria com a Telebrs e com os Ministrios da Defesa e das Comunicaes, com vistas a atender s demandas de comunicaes estratgicas de Defesa e do Plano Nacional de Banda Larga;

    Estudos de concepo e anlise de viabilidade tcnico-econmica da misso do satlite RADAR;

    Implantao e concluso da infraestrutura geral e especfica necessria para operao do Centro de Lanamento de Alcntara (CLA) e do Stio Cyclone-4;

    Realizao de dois voos de teste tecnolgico do Veculo Lanador de Satlites (VLS), anteriormente ao seu voo de qualificao;

    Fortalecimento da parceria tecnolgica internacional

    Fortalecimento da parceria tecnolgica internacional nas reas de propulso lquida, guiagem e navegao inercial e radar de abertura sinttica.

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    Pelos fatos acima expostos, pode-se verificar que existe um alinhamento e entrelaamento dos objetivos estratgicos centrais do PNAE, com os do PPA e da Estratgia Nacional de Cincia, Tecnologia e Inovao (ENCTI) do MCTI.

    Adicionalmente, na estratgia de integrar a poltica espacial com outras polticas pblicas, deve ser destacada tambm a insero do PNAE no Plano Brasil Maior (PBM), que busca acelerar o crescimento dos investimentos produtivos e o esforo tecnolgico e de inovao das empresas nacionais, aumentando, como consequncia, a competitividade dos bens e servios nacionais. Esta insero resultou na construo de uma agenda estratgica conjunta para o setor espacial, aeronutico e defesa, compreendendo, para o setor espacial, os objetivos e iniciativas do quadro a seguir:

    PLANO BRASIL MAIOR AGENDA ESTRATGICA PARA O SETOR ESPACIAL

    Objetivo 1 Fortalecer a Cadeia Produtiva de Defesa, Aeronutico e Espacial.

    Iniciativas 1.4. Elaborao e reviso de marcos regulatrios Aprovar o Projeto de Lei n 7.526/2010 (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnolgico da Indstria Espacial PADIE)

    Objetivo 2 Consolidao do Sistema de Compensao Tecnolgica, Industrial e Comercial CTIC (Offset) para as Compras e as Vendas nos Setores de Defesa, Espacial e Aeronutico

    Iniciativas 2.1. Definio de diretrizes, padronizao de procedimentos e metodologias de avaliao dos programas de offset a serem desenvolvidos pelo governo.

    Objetivo 3 Fomento a Capacitao da Indstria Nacional no Desenvolvimento e Produo de Equipamentos e Subsistemas de Satlites Geoestacionrios

    Iniciativas 3.1. Desenvolvimento do plano de absoro e transferncia de tecnologia 3.2. Envolvimento da indstria espacial nacional no desenvolvimento de satlites geoestacionrios de meteorologia

    Objetivo 4 Estimular o Desenvolvimento de Sistemas Espaciais Completos Iniciativas 4.1. Desenvolvimento de Veculo Lanador de Microssatlites (VLM), com a participao da indstria nacional 4.2. Produo e desenvolvimento tecnolgico em ambiente industrial do foguete de sondagem VSB-30

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    2.2 Programao oramentria e financeira e resultados alcanados

    Cdigo Programa

    Ttulo

    0

    Fonte: SIAFI-Gerencial e SIGA-Brasil

    Quadro A.2.2.1 Programa Temtico

    Identificao do Programa de Governo

    2056

    POLTICA ESPACIAL

    Esfera de Recursos - PPA e LOA (em R$ 1,00)

    Esferaa) Global PPA

    2012-2015

    b) Dotao

    Posio final

    2012

    c) Dotao

    Posio final

    2013

    d) Remanescente

    (a-b-c)

    Oram. Fiscal e da Seguridade Social - OFSS 2.220.818.000,00 496.870.199,00 479.467.323,00 1.244.480.478,00

    Oramento de Investimentos - OI -

    Outras Fontes -

    Total 2.220.818.000,00 496.870.199,00 479.467.323,00 1.244.480.478,00

    Execuo Oramentria e/ou Financeira do Programa - OFSS e OI em 2013 (em R$ 1,00)

    Lei Oramentria 2013

    Oramento Fiscal e da Seguridade Social

    Oramento de

    Investimento

    e)Despesa

    Empenhadaf)Despesa Liquidada g)Despesa Paga

    h)Restos a Pagar (inscrio 2013)i)Despesa

    Realizadah.1)Processadosh.2) No

    Processados

    367.513.909,97 176.484.710,34 175.530.150,16 1.682.025,88 142.084.665,04

    73.090.076,36

    -

    Tipo j)Posio em 1/01/2013 k)Valor Liquidado l)Valor Pagom)Valor

    Canceladon)Valor a Pagar

    Restos a Pagar - OFSS - Exerccios Anteriores

    1.682.025,88 1.682.025,88 1.681.786,44 239,44

    No processados 142.084.665,04 68.994.588,68 67.810.859,37 (1.183.729,33)

    Valores do programa alocados ao rgo representado pela UJ em 2013

    Dotao OFSS 279.467.323,00 Dotao OI Outras Fontes

    Processados

    Anlise Situacional dos objetivos e metas

    Objetivo: 0397 - Desenvolver veculos lanadores nacionais e respectiva infraestrutura de lanamentos no pas,

    com incremento da participao industrial, garantindo a autonomia nacional para o acesso ao espao.

    Anlise Situacional do Objetivo

    A conquista da capacidade de acesso ao espao, de forma autnoma, continua sendo uma das principais prioridades estratgicas da poltica espacial. No obstante o objetivo estratgico estabelecido, os resultados nele buscados no vm atingindo nveis de resultados como desejado, em decorrncia de embargos internacionais, da falta de pessoal nos quadros dos institutos de pesquisa e centros de lanamento do DCTA/MD, da falta de recursos oramentrios e das restries de natureza jurdicas, que acarretam mais atrasos no desenvolvimento dos projetos. Os embargos internacionais impem desafios para a indstria nacional, visto que muitas partes ou subsistemas dos veculos lanadores no esto disponveis como produtos de prateleira. Em muitos casos so necessrios prazos de um ou at dois anos para que a indstria desenvolva e fabrique essas partes, componentes ou subsistemas, que passam necessariamente ainda por etapa de qualificao, quando no necessrios trabalhos de reprojeto. Apesar dessas restries, podem ser destacados, como principais realizaes de 2013, os esforos e avanos nos trabalhos de preparao do VLS para o voo XVT-01 (VSISNAV), reprogramado para novembro de 2014. No perodo, foi concluda a fabricao de centenas de itens mecnicos, os ensaios das antenas das Redes Eltricas de Telemedidas, Telecomando e Respondedor Radar do quarto estgio do VSISNAV, o carregamento dos motores propulsores ativos do primeiro e segundo estgios e a continuidade nos desenvolvimentos de todos os sistemas necessrios para a concluso do Mockup de Integrao de Redes Eltricas (MIR) e do Prottipo de voo VSISNAV, atingindo 61% do estgio de desenvolvimento fsico do projeto. Em decorrncias das restries, sobretudo de natureza oramentria, os estudos de viabilidade para o desenvolvimento de estgio lquido do VLS-Alfa no foram iniciados e o voo de teste

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    tecnolgico XVT-02 no poder ser realizado antes de 2017. No desenvolvimento do Veiculo Lanador de Microssatlites (VLM-1), houve avanos no desenvolvimento estrutural do envelope motor S50, do carregamento do envelope motor com propelente, da eletrnica de bordo e desenvolvimento de novo propelente. Os principais obstculos residem no estabelecimento de instrumentos e mecanismos operacionais-administrativos e financeiros para a continuidade no desenvolvimento dos motores do veculo, tanto no que concerne ao desenvolvimento estrutural dos motores, quanto ao desenvolvimento propulsivo, alm do estudo das solues da eletrnica de bordo. Importantes avanos foram tambm obtidos no desenvolvimento do Banco de Controle do Sistema de Reentrada Atmosfrica (SARA), com 90% j desenvolvido, estando previsto para o primeiro semestre de 2014 um ensaio de integrao desse banco com a plataforma do SARA. Cabe ser destacado ainda o lanamento com sucesso, em 2013, de 3 foguetes suborbitais, empregando o VSB-30, para realizao de experimentos em ambientes de microgravidade, em cooperao com o Programa Europeu de Microgravidade, bem como o lanamento de 5 foguetes de treinamento, para exercitar as principais funes de comunicao, telemetria, rastreamento e gerenciamento dos procedimentos de segurana e comandos para lanamentos no CLA e CLBI, com o propsito de manter aqueles centros em operao, bem como fomentar indstria no desenvolvimento e fabricao desses foguetes. A meta de certificar empresa nacional para produo do VSB-30 no teve significativa evoluo, por estar aguardando a concluso da contratao de um estudo sobre a viabilidade econmico-comercial de sua comercializao, a ser financiado pela ABDI.

    Anlise Situacional das Metas

    Meta: Lanar 40 foguetes suborbitais e de treinamento

    Anlise Situacional: Em 2013, ocorreram nove lanamentos de foguetes suborbitais e de treinamento. O lanamento de 01 VSB-30, carga til Texus 50, em 12/04/2013, no Centro de Lanamento de Esrange (Sucia). Os experimentos foram realizados e a carga til foi recuperada. Em 28/06/2013, foi lanado com sucesso do Centro de Lanamento de Andoya - ARR (Noruega) o foguete VS-30 V09, com a carga til WADIS 1, atingindo apogeu de 115 km e alcance de 63 Km. O desempenho do motor S30 foi nominal e o voo perfeito, incluindo a recuperao da carga til no mar. Em 15/07/2013, ocorreu o voo e a recuperao com sucesso da carga til MAPHEUS 4 no veculo VS-30, lanado de Esrange (Sucia). Em 18/09/2013, durante a Operao Scramspace, realizada em Andoya (Noruega), ocorreu uma falha no 1 estgio do veculo VS-30/Orion, o que levou ao no cumprimento da misso e ao recall de todos os motores S30. Em relao aos foguetes de treinamento, o CLBI realizou o lanamento de 1 FTB e de 1 FTI, bem como o CLA realizou o lanamento de 2 FTB e 1 FTI. Somados aos 15 lanamentos realizados em 2012 (VS-40, VSB-30, VS-30/IO, FTB, FTI), os 9 lanamentos de 2013 perfazem um total de 24 lanamentos realizados desde o incio do PPA, garantindo mais de 60% de execuo at 2013. Com a liberao do voo dos motores S30, no haver dificuldades de atingir a meta definida.

    Meta: Obter a licena ambiental de operao (LO) para o Centro de Lanamento de Alcntara (CLA) at 2014

    Anlise Situacional: A AEB submeteu ao IBAMA, no primeiro semestre de 2013, os estudos e planos bsicos ambientais necessrios para obteno da Licena de Instalao (LI) relativa s obras e edificaes complementares do Centro de Lanamento de Alcntara CLA. Por exigncia de estudos complementares, o IBAMA concedeu, em 02/08/2013, apenas uma licena de instalao parcial (LI n 956/2013), relativa s seguintes obras e edificaes complementares do Centro de Lanamento de Alcntara CLA: I - Aerdromo: Terminal de Cargas com armazm alfandegrio Subestao e linha eltrica e de distribuio Ptio de estacionamento de aeronaves Terminal de passageiros Rede de energia e distribuio p/ o Ptio e Terminal II-Estradas (Via Interna): Do aerdromo estrada interna do CLA e Guarda Avanada Revitalizao das estradas do SCC e do SPL

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    III - Vila Residencial Tapere: Escola fundamental Creche / pr-escola Concluso de 31 casas tipo "B" IV- Sistema de Coleta de Resduos Slidos Centro de Tratamento de Resduos - CTR V- Setor de Preparao e Lanamento - SPL: Depsito de Propulsores Prdio de Controle de Preparao e Lanamento VI - Setor de Comando e Controle: Posto Mdico Estao de Tratamento de Esgoto do SCC Prdio de Oficinas ( Servios Gerais) Prdio do almoxarifado de Apoio II VII - Centro Esportivo e Social: Centro Esportivo e Social VIII - Canteiro de Obras Principal: Instalao e Operao de 1(um) canteiro de obras principal Espera-se, para o 1 semestre de 2014, que o IBAMA venha a conceder a licena de instalao para as obras e edificaes remanescentes e no contempladas na LI n 956/2013, quais sejam:

    Hotel e Centro de Convenincias;

    Portaria Principal e Guarda Avanada do CLA;

    Atracadouro; Centro Comunitrio de Alcntara e o

    Emissrio da Estao de Tratamento de Esgoto (ETE) da Vila Residencial Tapere / CLA. Os estudos complementares para obteno desta LI esto em andamento e constituem-se em etapas necessrias para a concesso da licena ambiental de operao (LO) do CLA no seu todo.

    Meta: Ter empresa nacional certificada para produo do foguete suborbital VSB-30

    Anlise Situacional: A principal dificuldade para o maior avano da meta foi a falta de mais estudos e informaes sobre a viabilidade econmica-comercial do VSB-30, das formas de transferncia de tecnologia e da gesto da propriedade intelectual. Somente aps esses estudos que ser possvel concluir pela exequibilidade ou no do alcance da presente meta. Para superar esta dificuldade, articulaes foram feitas no primeiro semestre de 2013 com a ABDI para apoiar e financiar este estudo. Nesse perodo, foram concludas as discusses e a elaborao de um Termo de Referncia para a contratao desse estudo. No segundo semestre, ocorreram tratativas com o CECOMPI para fornecimento de dados do foguete, visando elaborao de estudos de viabilidade econmica, mas que ainda no foram iniciados. O modelo de transferncia de tecnologia, com ou sem exclusividade, ainda est sendo analisado pelo DCTA. Entretanto, no h recursos financeiros suficientes em 2013, nem previstos em 2014, capazes de dar suporte a essa meta. Em fins de 2013, a ABDI deu inicio ao processo de licitao para contratao de consultoria especializada e espera-se que os estudos sejam iniciados em 2014.

    Meta: Tornar a Usina de Propelentes Cel. Abner capaz de atender s necessidades de preenchimento dos

    motores do veculo lanador VLM-1

    Anlise Situacional: Diante do cronograma do projeto do VLM-1, que previa um tiro em banco em dezembro de 2014 e o seu voo de qualificao em 2015, foram feitos estudos quanto possibilidade do envolvimento da indstria nacional para atender s necessidades de preenchimento dos motores de veculo lanador VLM-1. No entanto, por dificuldades de natureza administrativas e oramentrias no foi possvel viabilizar esta ao no incio de 2013. Considerando estes fatos e tendo em vista que o voo do VLM-1 foi reprogramado para 2017, novos estudos esto sendo feitos de modo a retomar a concepo original da meta, atravs da implantao de uma infraestrutura mnima requerida para carregar os motores S50 na Usina Cel. Abner (UCA) (ponte rolante, reviso de macerador, resistncia estrutural de fosso e prdios), que ser seguida das etapas de cotao e de licitao desses servios.

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    Meta: Veculo XVT-01 (VSISNAV) pronto at o final de 2013 para lanamento tecnolgico em 2014

    Anlise Situacional: Ao longo de 2013, foram iniciadas fabricaes de mais de duas centenas de itens mecnicos, muitos j esto concludos e outros em fase final de aceitao. Os componentes eletrnicos que compem as redes eltricas do veculo esto em processo de qualificao. Foram realizados os ensaios das antenas das Redes Eltricas de Telemedidas, Telecomando e Respondedor Radar do Quarto Estgio do VSISNAV, na Cmara Anecica do INPE/LIT. Esses ensaios foram realizados com o objetivo de verificar o desempenho das antenas diante da soluo de metalizao do Envelope Motor S44. Em agosto de 2013, iniciaram-se os carregamentos dos propulsores do VSISNAV. Em dezembro de 2013 foram concludos todos os propulsores ativos, do primeiro e segundo estgios (5 propulsores S43, com 7 toneladas de propelente cada). Foram concludas as fabricaes de vrios componentes mecnicos, elaborados desenhos e reprojetos de 87 itens crticos. Conforme rvore de produto, para cada sistema, a execuo fsica ao final de 2013 foi a seguinte: Primeiro Estgio 63%; Segundo Estgio 60%; Terceiro Estgio 81%; Quarto Estgio 41%; Coifa Principal 68%; Redes Eltricas 36%; e Rede Pirotcnica 63%. No segundo semestre de 2013 continuaram-se os desenvolvimentos de todos os sistemas para trmino do Mockup de Integrao de Redes Eltricas - MIR e do Prottipo de voo VSISNAV. Neste perodo, o estgio fsico do projeto chegou a 61%, o que viabiliza sua concluso at final de 2014, com o lanamento do VSISNAV. As maiores dificuldades esto relacionadas a fatores intrnsecos a projetos de pesquisa e desenvolvimento. Ao se desenvolver algo novo, entende-se que testes preliminares podem levar necessidade de aperfeioamento ou reprojeto. Atrasos normais neste tipo de desenvolvimento levaram ao replanejamento das Operaes Santa Brbara (MIR) para agosto de 2014, e Santa Brbara II (VSISNAV) para novembro de 2014.

    Meta: Veculo XVT-02 pronto at o final de 2015 para lanamento em 2016

    Anlise Situacional: Em virtude de restries oramentrias ocorridas no perodo 2012-2013, o lanamento do voo tecnolgico XVT-02 invivel para data anterior a 2017. A continuidade dos projetos e posterior lanamento dos prottipos XVT-02 e V04, depender tanto do sucesso da campanha do veculo XVT-01 (VSISNAV) atualmente em desenvolvimento para qualificao do veculo, quanto de suplementao de recursos oramentrios. Atualmente, as atividades de desenvolvimento do veculo XVT-02 esto paralisadas.

    Meta: Voo de qualificao do VLM-1 realizado at 2015

    Anlise Situacional: Para atingir essa meta, o projeto VLM-1 foi dividido em 4 etapas: Desenvolvimento Estrutural do Envelope Motor S50; Desenvolvimento do Carregamento do Envelope Motor com Propelente, Desenvolvimento Preliminar da Eletrnica de Bordo e desenvolvimento de Novo Propelente. Em 2013, o Desenvolvimento Estrutural do Envelope Motor S50 teve as seguintes fases concludas: estudo de viabilidade, projeto trmico do motor, projeto de bobinagem, projeto estrutural do motor por modelo de elementos finitos, reviso crtica de projeto CDR-2 e desenvolvimento da garganta em Carbono/Carbeto de Silcio (C/SiC). Com isso foi realizado o projeto detalhado do envelope motor S50, encerrado com a Reviso Crtica de Projeto do S50 ocorrida em novembro de 2013. Sob o ponto de vista de controle e guiamento, foi realizada a nacionalizao dos atuadores de controle de tubeira mvel (projeto alemo). Foram realizados ainda dois tiros em banco com motores teste para avaliar a nova proteo trmica interna do motor S50, alm de verificar o desgaste das tubeiras. O desenvolvimento do motor est 25% concludo em relao meta final. O Desenvolvimento de Novo Propelente e do Carregamento do Envelope Motor com propelente tiveram as seguintes fases concludas: Estudo Preliminar do Carregamento do Propelente e gesto do Processo, Estudos de Concepo do Procedimento de carregamento dos motores S-50 e do motor prova de conceito e gesto do processo, Reviso de requisitos de sistema (SRR), Definio do Propelente e Desenvolvimento do Liner e definio de mtodos de testes, reviso dos resultados e requisitos preliminares. Dessa forma, foi desenvolvido o processo de carregamento do S50 com propelente slido, tanto no que tange ao aspecto mecnico do mandril de carregamento, quanto organizao do controle da qualidade do carregamento. Ainda em dezembro foi finalizada a verso preliminar do propelente a ser utilizado no VLM, que uma verso industrializada do propelente do VLS, tambm desenvolvido a partir de agosto. O desenvolvimento do carregamento e do propelente esto 15% concludos em relao meta final. O Desenvolvimento Preliminar da Eletrnica de Bordo teve as seguintes fases concludas: reviso preliminar de requisitos. Em junho de 2013, foi enviada uma misso por duas semanas ao DLR para discusso pormenorizada da eletrnica embarcada no veculo. Em outubro foi realizado um novo Workshop com o DLR sobre dinmica de voo e atendimento s normas de segurana para lanamento, alm de um aprofundamento das discusses sobre a eletrnica de bordo. Esta eletrnica foi objeto de um estudo a parte no segundo semestre com objetivos de absoro de

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    tecnologia, culminando com uma Reviso de Requisitos do Sistema (SRR) em dezembro. O desenvolvimento da Eletrnica de bordo est 17% concluda em relao meta final. Em junho/2013 tambm foram iniciados ensaios preliminares com um modelo aerodinmico do veculo, em Tnel Transnico Piloto, para anlise do comportamento aerodinmico do veculo em baixos nmeros de Mach. Em outubro foi realizado um novo Workshop com o DLR sobre dinmica de voo e atendimento s normas de segurana para lanamento, alm de um aprofundamento das discusses sobre a eletrnica de bordo. A PDR ainda no pode ser realizada devido s diferenas entre os estudos realizados no IAE com aqueles levados a termo no DLR, visando fabricao dos mdulos interestgios do veculo e a estratgia de separao de estgios. Em 2014, so previstas reunies tcnicas anteriores PDR que visam amparar a deciso gerencial frente Anlise de Risco. A PDR ainda no pode ser realizada devido s diferenas entre os estudos realizados no IAE com aqueles levados a termo no DLR, visando fabricao dos mdulos interestgios do veculo e a estratgia de separao de estgios. Em 2014, so previstas reunies tcnicas anteriores PDR que visam amparar a deciso gerencial frente Anlise de Risco.

    Objetivo: 0398 - Promover a insero do pas no mercado mundial de lanamentos comerciais de satlites, por meio da empresa binacional Alcntara Cyclone Space (ACS).

    Anlise Situacional do Objetivo

    A insero do Brasil no restrito mercado mundial de lanamentos comerciais de satlites uma das principais prioridades da poltica espacial. O conjunto das metas do objetivo compreende, por um lado, o compromisso do governo brasileiro de prover a infraestrutura geral necessria para o lanamento de satlites e, por outro lado, o compromisso ucraniano de prover os foguetes de lanamento Cyclone-4. Para a explorao comercial conjunta dos servios de lanamento, foi constituda a empresa binacional Alcntara Cyclone Space (ACS), qual cabe a implantao e manuteno do stio especifico de lanamento do Cyclone-4. Em 2013, poucos avanos ocorreram no desenvolvimento dessa infraestrutura relacionada com o stio de lanamento do Cyclone-4, que vem sendo implantada de forma lenta, motivada principalmente pela necessidade de elevar o capital da empresa binacional ACS, de modo a permitir o maior avano e a concluso das obras necessrias. Com o incio das obras e as posteriores revises dos projetos bsicos/executivos e do plano de negcio da ACS, realizados ao longo de 2011 e 2012, foi constatado que o capital de US$ 497 milhes, aprovado em 2009 para a binacional ACS, insuficiente para concluir todas as obras necessrias. O assunto j foi levado discusso na Casa Civil/PR, sem contudo ter sido efetivada ainda qualquer ao concreta que supere este obstculo. Foi aprovada em fins de 2013 uma suplementao de crdito para aumento do capital da ACS no valor de R$ 150 milhes, cuja liberao est, entretanto, condicionada aos limites financeiros a serem estabelecidos para 2014. Em decorrncia das restries oramentrias e financeiras apontadas, que levaram paralisao das obras, no ser possvel realizar o voo de qualificao do Cyclone-4 antes de 2016.

    Anlise Situacional das Metas

    Meta: Certificar o foguete Cyclone-4 e realizar voo de qualificao at 2014

    Anlise Situacional: Em 2013, foi planejada e realizada uma reunio com os integrantes do Grupo de Trabalho da Segurana na Operao do Sistema de Lanamento Espacial Cyclone4, com a participao dos seguintes rgos: AEB, INPE, IAE, IFI, CLA, ACS, YUZHNOYE, com a finalidade de discutir e propor aes relacionadas obteno dos Certificados de Segurana do foguete Cyclone4. A Agncia Espacial Estatal Ucraniana (SSAU) no participou da reunio, apesar de fazer parte do grupo e de ter sido convidada. Como resultado dessa reunio foi elaborado um plano de trabalho com um cronograma para o envio dos documentos, por parte da ACS, necessrios para a certificao do Complexo de Lanamento Cyclone4. Quanto ao Cyclone-4, concluiu-se pela necessidade da elaborao de documento semelhante ao do Complexo de Lanamento Cyclone-4, a ser apresentado dois meses antes da prxima reunio do GT, previsto para abril de 2014. A principal dificuldade encontrada para o cumprimento desta meta est relacionada com a demora na obteno do cronograma de testes do Cyclone-4, bem como de documentos/relatrios dos testes e estudos j realizados. Ressalta-se que a partir do recebimento do cronograma de testes na Ucrnia, poder-se- programar a participao das equipes de certificao no acompanhamento dos mesmos, a fim de convalidar a aplicao das normas de segurana e a consequente emisso dos certificados pertinentes. O cumprimento desta meta depende tambm da concluso das obras de infraestrutura do Centro de Lanamento de Alcntara (CLA) e do Stio do Cyclone 4, teste e comissionamento dos novos sistemas do stio do Cyclone-4 e da emisso das licenas diversas e da homologao dos processos de certificao.

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    Tambm h dependncia da concluso do processo de fabricao do lanador e sua certificao e todas essas atividades encontram-se em andamento. A data da realizao do voo de qualificao est atrelada tambm ao resultado das negociaes em curso do contrato da ACS com o consrcio de empresas, contratado para a construo do sitio do Cyclone-4 (contrato 20/ACS/2010). Estima-se realizar o voo de qualificao em 2016, se superados os obstculos descritos e, sobretudo, os de natureza oramentrio-financeira. O Cyclone-4 um veculo de lanamento de trs estgios construdo com base no foguete Cyclone-3, e utiliza os mesmos dois primeiros estgios deste ltimo. As novas caractersticas esto em grande parte concentradas no novo terceiro estgio, que ter uma capacidade trs vezes maior de propelente, e uma nova coifa semelhante utilizada no Ariane 4. No momento, de acordo com informaes da ACS (fonte: http://www.alcantaracyclonespace.com/forcustomers/project-status), cerca de 78% do veculo lanador est fabricado e 73% j testado.

    Meta: Implantar a infraestrutura geral e especfica para o stio do Cyclone-4 at 2014 (infraestrutura bsica e urbanizao, infraestrutura de redes e sistemas, interfaces com o CLA, Posto de Comando e prdio de armazenamento temporrio de propelente). Anlise Situacional: A implantao da infraestrutura geral no CLA, bem como a especfica para o stio do Cyclone-4, tem como propsito principal construir uma infraestrutura no pas capaz de dar suporte aos servios de lanamentos comerciais da empresa binacional Alcntara Cyclone Space (ACS), assim como dos lanamentos governamentais previstos no PNAE. A modernizao e atualizao da infraestrutura do CLA, iniciada em 2001, vem sendo desenvolvida de forma lenta, tendo atingido em fins de 2013 um percentual de execuo de 77,45% do total previsto como necessrio. Em 2013, foi possvel contratar e dar incio s construes e obras do Prdio de Depsito de Propulsores, do Prdio de Controle de Preparao, do Posto Mdico e da Escola Fundamental. Estas duas ltimas obras, quando concludas, atendero tambm comunidade local, de modo a promover maior harmonia das atividades do Centro com as da populao do municpio de Alcntara. Como parte das compensaes ambientais e sociais, foi tambm concludo o Projeto Executivo do Sistema de Tratamento de Resduos Slidos daquele municpio, que, no entanto, dever ser revisado e readequado por fora da solicitao de readequao do local de implantao feita pela comunidade local de quilombolas. Iniciados em anos anteriores a 2013, foi possvel ainda a concluso em 2013 da reforma das instalaes do Peloto de Combate a Incndio, dos estudos de requisitos adicionais para segurana de voo a serem incorporados ao Sistema LEADS (Leading Environmental Analysis and Display System) do CLA, bem como do Sistema de Interfonia Operacional-IO daquele Centro. Continua em andamento o desenvolvimento do Sistema de Monitoramento do Espectro Magntico-SIMO do CLA, a implantao do seu Sistema Integrado de Tratamento de Dados de Rastreio SITDR, a modernizao dos subsistemas de servomecanismo, telemetria e codificao angular dos Radares Adour e Atlas, assim como o realinhamento eletrnico e modernizao dos Radares Adour e Bearn do CLBI. Quanto aos itens de infraestrutura de natureza geral, necessrios para a operao do Cyclone-4, alguns foram no passado includos nos contratos firmados pela ACS e passaram, posteriormente, responsabilidade da AEB pelo seu financiamento, tendo em vista os entendimentos de que os mesmos fazem parte da responsabilidade do governo brasileiro por fora do Tratado Brasil-Ucrnia. Dentre eles, podem ser citados o Posto de Comando (CP), o Prdio de Armazenamento Temporrio de Propelentes (TSA) e as interfaces do stio do Cyclone com o CLA. No que diz respeito ao Posto de Comando (CP), cujo projeto bsico e obra foram contratados pela binacional ACS, houve a necessidade de reestudo e alterao do posicionamento da sua localizao por motivos de segurana. Caso avancem rapidamente as negociaes em curso do contrato da ACS com o consrcio de empresas contratado para a construo do stio do Cyclone-4 (contrato 20/ACS/2010), estima-se que as obras a serem contratadas, aps o trmino do projeto executivo, estejam concludas at o incio de 2016. Da mesma forma, o Prdio de Armazenamento Temporrio (TSA) de propelente, cujo projeto bsico foi concludo em fins de 2012, teve o seu projeto executivo e obras contratados pela binacional ACS e durante o perodo teve sua construo iniciada (fundaes). Tambm neste caso, espera-se que as obras sejam concludas at o incio de 2016, caso avancem rapidamente as discusses sobre o contrato 20/ACS/2010 e desde que no haja novas restries oramentrias. A implantao das interfaces de sistemas do stio do Cyclone-4 com o do Centro de Lanamento de Alcntara (CLA), da mesma forma que a implantao da infraestrutura de redes e sistemas, depende do andamento e concluso das obras no CLA e no stio de lanamento do Cyclone-4, que se encontram atrasadas em razo das fortes restries oramentrias j citadas e ao pouco avano nas discusses sobre o contrato 20/ACS/2010. No houve avanos nesta ao, pois ela est associada diretamente concluso de todas as obras civis e de redes e sistemas, tanto no CLA quanto no stio do Cyclone-4.

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    Uma das principais restries para o maior avano da presente meta est nos recursos oramentrio-financeiros, que tm sido insuficientes e inconstantes ao longo de muitos anos. As questes de licenas ambientais, assim como os conflitos sociais com a comunidade de quilombolas contribuem tambm para o atraso da meta, o que retarda ainda mais os resultados buscados no Objetivo 0398, que trata de Promover a insero do pas no mercado mundial de lanamentos comerciais de satlites, por meio da empresa binacional Alcntara Cyclone Space (ACS), bem como no Objetivo 0397, que trata de Desenvolver veculos lanadores nacionais e respectiva infraestrutura de lanamentos no pas, com incremento da participao industrial, garantindo a autonomia nacional para o acesso ao espao.

    Meta: Iniciar as operaes comerciais de lanamento de satlites pela ACS em 2015

    Anlise Situacional: O cumprimento desta meta depende da concluso das obras de infraestrutura do Centro de Lanamento de Alcntara (CLA) e do Stio do Cyclone-4, teste e comissionamento dos novos sistemas do stio do Cyclone-4 e da emisso das licenas diversas e da homologao dos processos de certificao. Tambm h dependncia da aprovao do Acordo de Salvaguardas com os Estados Unidos e a concluso do processo de fabricao do lanador e sua certificao. Todas essas atividades encontram-se em andamento. Estima-se o incio das operaes comerciais em 2016, se as restries oramentrias no se constiturem tambm em outro bice adicional.

    Meta: Stio do Cyclone-4 implantado, licenciado e certificado at 2014

    Anlise Situacional: O incio da implantao do stio de lanamento do Cyclone-4 ocorreu, basicamente, em 2008, com a assinatura pela empresa binacional ACS de dois contratos para desenvolver os primeiros estudos necessrios para a obteno das licenas ambientais junto ao IBAMA, bem como do anteprojeto do stio de lanamento. Em 2009, sucederam-se cinco novos contratos, para elaborao dos projetos bsicos, da documentao e desenvolvimento da maquete eltrica e dos equipamentos tecnolgicos, assim como da criao do stio de lanamento. Em 2010, dois novos contratos foram assinados, quando, alm de novos servios tcnicos contratados, foi dado incio, de fato, construo de diversas obras civis, compreendendo o complexo de lanamento (LC), o complexo tcnico (TC) e a rea de armazenamento temporrio de propelentes (Temporary Storage Zone of ContainerTanks TSA), que integram o stio de lanamento do Cyclone-4. Com o incio das obras e as revises posteriores dos projetos bsicos/executivos e do plano de negcio da ACS, realizadas ao longo de 2011 e 2012, foi constatada que o capital de US$ 497 milhes, aprovado em 2009 para a binacional ACS, insuficiente para concluir todas as obras necessrias do stio do Cyclone-4. No ano de 2013, o Governo capitalizou a ACS em R$ 50 milhes, correspondentes ao montante autorizado na LOA-2013. Alm do valor previsto na LOA2013, o Governo, em dezembro de 2013, autorizou a suplementao do capital da ACS em mais R$ 150 milhes, por meio da Lei n 12.911/13. Se superadas as dificuldades de elevao do capital da ACS para patamares acima daqueles j autorizados, considerados necessrios concluso de todas as obras no curto prazo, estima-se que esta meta possa ser atingida no incio de 2016, o que possibilitar o voo de qualificao do Cyclone-4, para o mesmo perodo. Com vistas a obter o Certificado do Projeto do Complexo de Lanamento, a ACS submeteu AEB, em 2013, o documento "Space Launch System Cyclone-4", contendo uma descrio do Projeto de Complexo Terrestre do Cyclone-4, documento este encaminhado apreciao do Instituto de Fomento Industrial (IFI), credenciado pela AEB como Organismo de Certificao Espacial OCE. Este documento, no entanto, estava incompleto, sendo necessria a apresentao de informaes complementares. Foi realizada tambm uma reunio com os integrantes do Grupo de Trabalho da Segurana na Operao do Sistema de Lanamento Espacial Cyclone4 com a participao dos seguintes rgos: AEB, INPE, IAE, IFI, CLA, ACS, YUZHNOYE com o propsito avanar as discusses e propor aes relacionadas com a obteno dos Certificados de Segurana do Sitio do Cyclone-4. A Agncia Espacial Estatal Ucraniana (SSAU) no participou, infelizmente, da reunio, apesar de fazer parte do grupo e de ter sido convidada. Como um dos resultados das discusses, foi a elaborao de um plano de trabalho com um cronograma para o envio dos documentos, por parte da ACS, necessrios para a certificao do Complexo de Lanamento Cyclone4. No momento, a AEB est aguardando o envio dos documentos acordados na reunio para dar prosseguimento s atividades de certificao. As principais dificuldades encontradas para o cumprimento desta meta devem-se ao fato da complexidade de certificao do stio do Cyclone-4, tendo em vista as caractersticas nicas e inerentes ao foguete Cyclone-4 e sua operao e, em relao ao CLA, lentido na anlise da documentao referente obteno da licena de operao para o CLA no IBAMA.

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    Com relao previso de realizaes para 2014, est prevista a reviso dos documentos submetidos pela ACS, pelo Grupo de Trabalho, bem como sua implementao; a contratao pela ACS de estudo e servios de anlise e gerenciamento de risco do complexo terrestre do Cyclone-4 e a regularizao da Licena de Operao (LO) do Centro de Lanamento de Alcntara (CLA).

    Objetivo: 0399 Desenvolver e consolidar competncias e capital humano para a sustentabilidade do programa

    Anlise Situacional do Objetivo

    O desenvolvimento e a consolidao de novas competncias so de fundamental importncia para a sustentabilidade do programa espacial no seu mdio e longo prazos. Nesse contexto, destaca-se a concluso das negociaes e discusses com o CNPq para a montagem de umprograma de 300 bolsas do Cincia sem Fronteiras voltados para o setor espacial. Como decorrncia, foi estruturado na AEB portal do Programa Cincia Sem Fronteiras Espacial e elaborado memorando de entendimentos com agncias internacionais, tais como ROSKOSMOS, JAXA, ESA, CRESDA e NASA, que atuaro como parceiros/facilitadores na implementao do programa. O incio da etapa de formalizao das candidaturas ocorreu em meados do segundo semestre de 2013 e a implementao, propriamente dita, das propostas de bolsas aprovadas dever ocorrer em 2014, aps processo seletivo estabelecido pelo CNPq. Dentro do contexto do presente objetivo, devem ser destacados tambm os esforos do programa AEB-Escola na formao dos futuros talentos da rea espacial, mediante aes de capacitao de professores e de divulgao cientfica voltadas para as instituies de ensino superior, mdio e fundamental, buscando despertar nos estudantes a criatividade e o interesse por cincia e tecnologia e pelo programa espacial, objetivando o desenvolvimento de novas vocaes para rea espacial. Alm de inmeros eventos promovidos, relacionados divulgao da rea espacial em todos os nveis de ensino, como olimpadas e competies de foguetes experimentais e satlites educacionais, foi possvel tambm, no perodo de 2012 a 2013, capacitar mais de 800 professores de ensino fundamental e mdio, incluindo escolas tcnicas, nas diversas reas de interesse do programa espacial.

    Anlise Situacional das Metas

    Meta: Capacitar 1000 professores de ensino fundamental e mdio, incluindo escolas tcnicas, nas reas de

    interesse do programa.

    Anlise Situacional: O curso de capacitao do Programa AEB Escola, intitulado ESCOLA DO ESPAO, teve sua primeira edio realizada no ano de 2009, no Centro de Lanamento de AlcntaraCLA, no estado do Maranho. Nesta ocasio, o curso capacitou 80 professores da rede de ensino municipal (Alcntara e So Lus) e mais os docentes da escola mantida pelo CLA (Caminho das Estrelas). Aps esta experincia, o curso foi aprimorado para ser ministrado em locais onde j existiam atividades espaciais, com o intuito de divulgar, nas redes de ensino municipal, estadual, federal e particular, as atividades que eram desenvolvidas naquela regio, assim como inserir a comunidade neste contexto e, principalmente, despertar no aluno o interesse por esta rea do conhecimento e incentivar a vocao e a formao de futuros pesquisadores, tcnicos e empreendedores do pas. No ano de 2012, foram realizadas duas edies da ESCOLA DO ESPAO, direcionadas para os professores das redes de ensino municipal, estadual e federal. A seleo dos professores foi realizada pelas instituies parceiras, tais como secretarias estaduais ou municipais de educao, universidades estaduais e federais e institutos federais. No ms de junho deste ano ocorreu a II ESCBI, no Centro de Lanamento da Barreira do InfernoCLBI, na cidade de Natal/RN, onde foram capacitados 116 professores locais. No ms de setembro, foi realizada a III ESCuiab/MT, em que participaram 85 docentes. J em novembro de 2012, foi realizada a VII Jornada Espacial, na cidade de So Jos dos Campos/SP. Este evento diferencia-se da Escola do Espao, uma vez que seus participantes so selecionados a partir do resultado das Olimpadas Brasileiras de Astronomia e AstronuticaOBA!, e os alunos que se classificam nas 50 primeiras colocaes so convidados a participarem, juntamente com seus respectivos professores coordenadores da olimpada em suas escolas, de uma semana de atividades inteiramente voltadas para as cincias espaciais. No ano de 2012, a Jornada contou com a participao de 48 professores e 57 alunos. Em 2013, de acordo com o planejado, foram realizadas trs edies da Escola do Espao, tendo sido a primeira no ms de maro na cidade de Natal/RN, no Centro de Lanamento da Barreira do InfernoCLBI, a IV Escola do EspaoCLBI, onde 70 professores participaram deste curso. Em abril deste mesmo ano, ocorreu a V Escola do EspaoCuiab/MT, na qual 67 docentes foram capacitados. E, no ms de agosto, no Centro de Lanamento de AlcntaraCLA, foi realizada a VI Escola do Espao onde foram capacitados 88 professores. Ainda em 2013, ocorreram dois cursos para Capacitao de Monitores, sendo o primeiro na cidade de Campos dos Goytacazes/RJ, o qual contou com 20 participantes. O segundo, realizado no ms de outubro na cidade de Braslia/DF, teve um total de 28 participantes.

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    Excepcionalmente no ano de 2013, foram realizadas duas edies da Jornada Espacial. Desde sua concepo, este evento foi realizado somente na cidade de So Jos dos Campos/SP, e em 2013, com a finalidade de atingir maior nmero de participantes e oferecer oportunidade de alunos e professores conhecerem a realidade de um centro de lanamento de foguetes, a segunda Jornada foi realizada no CLBI. A primeira, ocorrida no ms de novembro e realizada na cidade de So Jos dos Campos/SP, capacitou 40 professores e contou com a participao de 56 alunos. J a segunda, contou com a participao 35 professores e 40 alunos.

    Meta: Capacitar 100 especialistas nas reas de interesse do programa

    Anlise Situacional: At dezembro de 2013 foram capacitados 128 (cento e vinte oito) bolsistas nas reas de interesse do PNAE, tendo sido:

    75 (setenta e cinco) especialistas, por meio do Edital AEB/MCTI/CNPq N 33/2010 que tem como objetivo apoiar projetos que visem contribuir significativamente para a formao, fixao, capacitao de recursos humanos e agregao de especialistas, que contribuam para o ensino e execuo dos projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovao tecnolgicos, associados aos projetos estratgicos do Programa Nacional de Atividades Espaciais PNAE;

    11(onze) especialistas das instituies UFMA, IFMA, CLA e AEB, que participaram do seminrio intitulado Seminar on Space Industrial Development oferecido pela empresa estatal ucraniana Yuzhnoye com o objetivo de atualizao na rea tcnica. O seminrio teve apoio financeiro da AEB.

    No referido seminrio, participaram profissionais do INPE, UnB, UFSC, UFSC e DCTA.

    02 (dois) especialistas em propulso qumica de baixo empuxo do INPE de Cachoeira Paulista;

    40 (quarenta) especialistas, do projeto ITASAT que tem como objetivo a fabricao, integrao, testes e operao de micro satlite com aplicaes tecnolgicas.

    Consideram como projetos de interesse/estratgicos do PNAE, aqueles relacionados diretamente com o desenvolvimento de veculos lanadores, satlites e seus equipamentos e sistemas de solo e operao e controle de centros de lanamento.

    Em funo da suplementao dos recursos no Edital AEB/MCTI/CNPq N 33/2010 foi possvel alcanar um nmero maior do que o previsto na meta.

    Meta: Estruturar os contedos programticos e a metodologia para cursos de especializao e mestrado em

    Educao Espacial, em parceria com o sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB/MEC/CAPES). Anlise Situacional: No primeiro semestre de 2013 foi submetida CAPES uma proposta de estruturao do curso de especializao. A CAPES, em resposta, solicitou a reformulao da proposta apresentada em um curso de mestrado profissional, visto a maior agregao de valor de um programa stricto senso (mestrado profissionalizante) em relao a um de lato senso (especializao). No segundo semestre de 2013, iniciou-se o projeto de criao de um Centro Vocacional Tecnolgico Espacial (CVT-Espacial). Este centro ser materializado em 2014, sendo o primeiro no municpio de Alcntara/MA. Com este CVT-Espacial operacionalizado, sero redefinidas as disciplinas e o nvel de qualificao mais adequado s premissas da Universidade Aberta do Brasil (UAB). A partir dessas redefinies poder ser reformulada a proposta do curso de mestrado profissional e encaminhada novamente a CAPES.

    Meta: Implementar 300 bolsas do Programa Cincia sem Fronteiras, nas reas de interesse do PNAE, em articulao com instituies e agncias espaciais estrangeiras e outros programas nacionais Anlise Situacional: No primeiro semestre de 2013, foram concludas as negociaes e discusses com o CNPq para a montagem de um programa de 300 (trezentas) bolsas do Cincia sem Fronteiras voltadas para o setor espacial. Foi estruturado portal do Programa Cincia sem Fronteiras Espacial e elaborado memorando de entendimentos com agncias internacionais: ROSKOSMOS, JAXA, ESA, CRESDA, NASA, entre outras. No segundo semestre de 2013, para as modalidades de bolsa Graduao Sanduche (SWG), Atrao de Jovem Talento (BJT) e Pesquisador Visitante Especial (PVE), a AEB, aps anlise interna, enviou cartas de recomendao para melhor instruir os processos seletivos de inteira governana do CNPq. Na modalidade SWG, foram recebidas em 2013 98(noventa e oito) manifestaes de interesse junto a AEB, dentre as quais foram encaminhadas 80(oitenta) cartas de recomendao e 18 (dezoito) cartas de no recomendao. A AEB est no aguardo dos resultados do CNPq para esta modalidade de bolsa e iniciar o recebimento de novas manifestaes de interesse para o processo seletivo do CNPq de 2014. Nas modalidades BJT e PVE foram enviadas cerca de 10 (dez) cartas recomendando os candidatos, dentre as quais a AEB ainda aguarda informao do CNPq a respeito do nmero de bolsas implementadas. Nas modalidades de bolsa

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    Doutorado Sanduche (SWE), Doutorado Pleno (GDE) e Ps-Doutorado no Exterior (PDE), cabe AEB selecionar os candidatos, implementar e acompanhar as bolsas. Ainda est sendo elaborado o processo de seleo que ser realizado para implementao dessas bolsas, porm a AEB tem recebido algumas manifestaes de interesse em fluxo contnuo, no tendo ainda contabilizado o total de manifestaes recebidas. Atualmente o portal do Programa Cincia sem Fronteiras Espacial est sendo reestruturado para tornar as informaes mais claras, objetivas e precisas. Espera-se que nos anos de 2014 e 2015 os processos de seleo das bolsas a serem implementadas pela AEB esteja bem estruturado e que a cota de bolsas do Cincia sem Fronteiras seja preenchida por completo.

    Meta: Realizar seis eventos anuais relacionados divulgao da rea espacial em todos os nveis de ensino, como olimpadas e competies de foguetes experimentais e satlites educacionais Anlise Situacional: No ano de 2012, o Programa AEB Escola apoiou a realizao da Olimpada Brasileira de Astronomia e Astronutica-OBA! No envio das provas pelos Correios para cerca de 8.000 escolas. Neste ano, foi registrada a participao de aproximadamente 800.000 alunos.Ainda em 2012, o Programa participou da 64 Reunio da Sociedade Brasileira para o Progresso da Cincia SBPC, na parte da SBPC Jovem e da Semana Nacional de Cincia e Tecnologia do Ministrio da Cincia, Tecnologia e Inovao SNCT/MCTI. No primeiro evento citado, a SBPC Jovem, realizada na cidade de So Lus/MA, no Campus da Universidade Federal do Maranho UFMA, o Programa participou com estande montado na Escola Tcnica vinculada universidade. Durante a semana do evento, que ocorreu no perodo de 27 a 28 de julho, foram realizadas vrias atividades voltadas para a temtica espacial, dentre elas: minicursos nas reas de foguetes e sensoriamento remoto e astronomia, bem como, oficinas do Carrinho Foguete, espectroscpio, construo e lanamento de foguetes de garrafa pet e ainda distribuio de materiais didticos desenvolvidos pelo Programa AEB Escola. Foi divulgado que o evento geral teve um pblico prximo de 20.000 no estande, cerca de 3.000 pessoas visitaram ou desenvolveram alguma atividade. Em relao SNCT/MCTI 2012, ocorrida em Braslia/DF no perodo de 15 a 21 de outubro de 2012, o Programa AEB Escola participou com atividades similares s desenvolvidas na SBPC Jovem, ou seja, minicursos, oficinas e distribuio de materiais. Neste evento, cerca de 2.500 visitantes marcaram presena no estande e, segundo a assessoria de comunicao do MCTI, 17.000 pessoas compareceram durante a semana do evento. Em 2013, o Programa AEB Escola apoiou novamente a realizao da OBA! com o envio das provas para 8.000 escolas em mdia, onde cerca de 800.000 participaram da Olimpada fazendo a prova. Alm deste evento, neste ano no ms de abril, ocorreu a SBPC Focal, que foi uma reunio especial voltada para a disseminao da cincia, educao e sade para a populao de Alcntara/MA, em diversas comunidades locais. Ocorrida no perodo de 22 a 26 de abril, a SBPC Focal, propiciou a realizao de diversas atividades como, oficinas, curso e palestras e, para tanto, convidou o Programa AEB Escola para colaborar na execuo de algumas destas atividades, principalmente oficinas e minicursos. No perodo de 21 a 26 de julho de 2013, foi realizada na cidade de Recife/PE, no Campus da Universidade Federal do Pernambuco UFPE, a 65 Reunio da SBPC. Seguindo a forma de atuao dos anos anteriores, o Programa AEB Escola, desenvolveu atividades prticas por meio das oficinas, apresentou minicursos e tambm neste ano, levou a Sonda Jaci II que um rob controlado via WIFI e a Estao Meteorolgica para fazerem parte das atividades de exposio no estande. De acordo com os materiais utilizados e distribudos, estima-se que aproximadamente 3.500 pessoas tenham visitado o estande e o pblico geral da SBPC foi de quase 20.000 visitantes. J quanto Semana Nacional de Cincia e Tecnologia/MCTI, ocorrida entre os dias 21 e 27 de outubro, no Pavilho de Exposio do parque da Cidade, Braslia/DF, o estande foi visitado por aproximadamente 2.000 pessoas e o evento contou com a presena de quase 16.000 pessoas. As atividades no estante foram desempenhadas conforme nos eventos anteriores, sendo que a atividade principal foi a oficina de construo do carrinho foguete. As exposies de robtica, JACI II e a - A ESTAO METEOROLGICA foram muito procuradas pelo pblico em geral. O Programa AEB Escola participou da 5 Feira de Cincias e Tecnologias da Regional de Ensino de Ceilndia. No estande da agncia, estudantes e outros visitantes puderam ter acesso a materiais institucionais.

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    Objetivo: 0555 Ampliar o domnio das tecnologias crticas para garantir autonomia no desenvolvimento das

    atividades espaciais

    Anlise Situacional do Objetivo

    A busca do desenvolvimento e domnio das tecnologias crticas constitui um dos principais desafios do programa. No mbito das metas deste objetivo, cabe destacar, como uma das principais realizaes, os importantes avanos, no mbito do Comit Diretor do Projeto do Satlite Geoestacionrio de Defesa e Comunicaes Estratgicas (SGDC), das discusses e definies dos aspectos tcnicos, mecanismos e instrumentos que devero ser utilizados e orientaro a estruturao e implementao do Plano de Absoro e Transferncia de Tecnologia (PATT). Essas discusses culminaram na elaborao de um Memorando de Entendimento, assinado em dezembro de 2013 entre a AEB e a empresa Thales Alenia Space, que servir de instrumento legal para garantir a efetiva transferncia de tecnologia pela mencionada empresa estrangeira para o Brasil. O PATT somente estar completamente formulado por ocasio da concluso da fase de Reviso Preliminar do Projeto (PDR) do satlite SGDC, prevista para ocorrer at o final do primeiro semestre de 2014. Um dos principais desafios para a implantao do PATT so os recursos necessrios para o seu financiamento, estimado em R$ 20 milhes para 2014, que no puderam ser consignados na LOA-2014. As demais metas do objetivo relacionadas com o desenvolvimento tecnolgico de produtos/sistemas para aplicao espacial, voltadas para satlites, cargas teis, veculos lanadores e sistemas de solo, vm tendo desenvolvimento em ritmo lento e gradual, cabendo apenas destacar que a meta relativa ao desenvolvimento de lubrificantes slidos a base de carbono tipo diamante (DLC-Diamond Like Carbon) para peas de satlites com qualificao para voo no satlite Amaznia-1 j foi atingida. No campo de desenvolvimento de plataformas e subsistemas de picossatlites, cabem ser destacados tambm a concluso do modelo de voo do NANOSATC-BR1, do Centro Regional Sul de Pesquisa (INPE-CRS), bem como do picossatlite AESP-14, do INPE/ITA, que devero ser lanados no primeiro semestre de 2014. Ainda, no mbito do Programa Sistema Espacial para Realizao de Pesquisa e Experimentos com Nanossatlites (Serpens), est sendo concludo, por um consrcio de universidades brasileiras e estrangeiras, o desenvolvimento de um satlite 3U, com o objetivo de coleta de dados ambientais, a ser lanado no segundo semestre de 2014. As restries de carter oramentria, comum aos demais objetivos do programa, constituem tambm num aspecto crtico para a consecuo das metas do presente objetivo.

    Anlise Situacional das Metas

    Meta: Catalisador de hidrazina qualificado para voo

    Anlise Situacional: O catalisador, a ser empregado nos propulsores do satlite Amaznia 1, j havia sido aprovado em testes de qualificao. No entanto, testes com o novo lote de catalisador preparado para o modelo de voo apresentaram desempenho inferior ao esperado. A anlise dos resultados destes testes no foi conclusiva. O resultado pode ser atribudo ao catalisador ou ao propulsor, provocado por algum problema durante o carregamento e/ou transporte/manuseio. De qualquer forma, os resultados dos testes sugeriram algumas modificaes na etapa de sntese do precursor da alumina a fim de garantir uma maior reprodutibilidade do produto obtido. Diante destes fatos, foram iniciadas em 2013 as atividades de reviso da metodologia de sntese do composto precursor da alumina empregada como suporte do catalisador dos propulsores da PMM (Plataforma Multi Misso), visando a sua utilizao em misses futuras. Dificuldades esto sendo encontradas em funo da escassez de mo de obra e de recursos oramentrios empregados nas etapas de preparao, caracterizao e avaliao dos catalisadores (manuteno da infraestrutura e consumveis). Para 2014, deve ser finalizada a etapa de otimizao da metodologia de sntese do composto precursor da alumina, assim como, deve ser obtido um lote de alumina caracterizado para ser empregado em misses futuras da PMM.

    Meta: Completar o desenvolvimento do Banco de Controle para lanar o satlite de reentrada atmosfrica

    (SARA) suborbital em 2013

    Anlise Situacional: No 1 semestre de 2013 foi concluda e entregue a Reviso de Requisitos de Sistema (SRR) do Banco de Controle (BC) do Veculo SARA Suborbital, bem como o seu Projeto Preliminar (PDR). No 2 semestre foi feita a Reviso Crtica do Projeto (CDR) e dado incio integrao dos componentes do BC, com previso de entrega para o final de 2013. No entanto, em decorrncia das dificuldades nos processos de importao de componentes e equipamentos do BC, bem como das necessidades de estudos adicionais quanto ao local do lanamento do SARA, houve a necessidade de prorrogar esta fase para maro de 2014, com previso da realizao dos testes funcionais do BC integrado plataforma do SARA para ocorrer no ms de maio de 2014.

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    Meta: Completar o projeto e a fabricao dos componentes do modelo de desenvolvimento do motor foguete a

    propelente lquido L75

    Anlise Situacional: Em 2013, foram realizadas dezenas de aquisies de materiais e servios, em conformidade com o Plano de Trabalho do convnio FUNDEP, ocorrendo a contratao das empresas responsveis pelo desenvolvimento e fabricao dos subsistemas (turbobomba e cmara de empuxo) e implementao do banco de ensaios de bombas. Com a formalizao do interesse de parceiro estrangeiro no projeto, foi realizada PDR complementar com a participao do DLR/ASTRIUM onde foi definida a necessidade de reprojeto do motor para a verso etanol/LOX, o que foi concludo ainda em 2013, por meio da elaborao da especificao e plano de desenvolvimento da verso etanol em parceria com o DLR; ocorreu o incio da execuo dos contratos para desenvolvimento da turbobomba e da cmara de empuxo; incio da implantao do banco hidrulico para ensaio de bombas e a preparao para ensaios a quente do gerador de gs. O DLR realizou a reviso completa do projeto e tambm concluiu a infraestrutura que possibilitar os testes da cmara de combusto e turbobomba nas suas instalaes, j que no Brasil no h possibilidade de testar esses componentes do Motor L75.

    Meta: Concluir a formulao de um Programa de Tecnologias Crticas

    Anlise Situacional: Tecnologias crticas so aquelas essenciais para capacitar o Pas a utilizar as aplicaes espaciais de interesse nacional independentemente de cerceamentos tecnolgicos. Algumas dessas tecnologias j so dominadas no Pas, mas necessria uma poltica espacial que garanta a sua sustentabilidade e manuteno. Com intuito de implementar um programa de Tecnologias Crticas, nos anos de 2012 e 2013 foi elaborada uma minuta para o referido programa. Aps o estudo e a elaborao da lista inicial de tecnologias crticas, foi realizado o alinhamento de aes com um gerenciamento efetivo do portflio de projetos pertinentes do PNAE (projeto SERPENS, Programa Uniespao, Programa Microgravidade, Editais do CNPq, encomendas da FINEP e aes oramentrias de pesquisa e desenvolvimento nos rgos executores) no sentido de acelerar o desenvolvimento de tecnologias crticas niveladoras com o auxlio do conhecimento contido na carteira de projetos. Com isso foram lanados novos editais dos programas Uniespao e Microgravidade dos quais foram 46(quarenta e seis) apresentados e 26(vinte seis) aprovados e contratados pelo UNIESPAO e 5 (cinco) no MICROGRAVIDADE. Ainda em 2013 foram lanados novos editais com a seleo de projetos prevista no ano de 2014. A proposta final para o programa ser apresentada ao Conselho Superior da AEB na primeira reunio ordinria, prevista para maro de 2014.

    Meta: Concluir a formulao do Plano de Absoro e Transferncia de Tecnologia do Satlite Geoestacionrio de Defesa e Comunicaes Estratgicas (SGDC) Anlise Situacional: Em 2013, foram concludas, no mbito do Comit Diretor do Projeto SGDC, as discusses e definies das estratgias e aspectos tcnicos que devero orientar a implementao do Plano de Absoro e Transferncia de Tecnologia (PATT). Essas discusses culminaram com a elaborao de um Memorando de Entendimento (MoU), assinado entre a AEB e a empresa Thales Alenia Space em meados de dezembro de 2013, que tem como objetivo criar um instrumento legal capaz de dar ao governo brasileiro garantias de que os itens de transferncia de tecnologia pela Thales Alenia sero implementados ao longo do desenvolvimento do SGDC. A assinatura desse MoU foi feita concomitantemente com a assinatura do contrato, entre a Visiona e Thales Alenia, de fornecimento do satlite SGDC. O PATT somente estar completamente formulado por ocasio da concluso da fase de Reviso Preliminar do Projeto (PDR) do satlite SGDC, prevista para ocorrer at o final do primeiro semestre de 2014. Um dos principais desafios para a implantao do PATT so os recursos necessrios para o seu financiamento, estimado em R$ 20 milhes para 2014, que no puderam ser consignados na LOA-2014.

    Meta: Concluir estudo de viabilidade para o desenvolvimento de estgio lquido do VLS-Alfa Anlise Situacional: Este projeto no evoluiu nos ltimos anos devido a restries oramentrias.

    Meta: Desenvolver plataformas e subsistemas de microssatlites e realizar um lanamento at 2015 (ITASAT) Anlise Situacional: No primeiro semestre de 2013 foi realizada uma avaliao do projeto ITASAT por consultoria internacional. Esta recomendou uma srie de melhorias em aspectos tcnicos e gerenciais do projeto. A partir deste diagnstico, a AEB iniciou um processo de reviso dos planos do projeto com o objetivo de reorient-lo e alinhar as expectativas da misso aos recursos oramentrios e humanos disponveis para o seu desenvolvimento. O grau de complexidade do satlite foi reduzido de forma que o desenvolvimento do mesmo cumpra os cronogramas fsicos e financeiros propostos aps a reviso internacional. Foi escolhido um novo coordenador para o programa.

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    Meta: Desenvolver plataformas e subsistemas de picossatlites e realizar dois lanamentos at 2015

    Anlise Situacional: No primeiro semestre de 2013 foi ultimado o modelo de voo do NANOSATC-BR1, do Centro Regional Sul de Pesquisa (INPE-CRS), que foi testado no INPE no segundo semestre. Tambm foi instalada uma estao de solo em Santa Maria/RS, para o rastreamento deste satlite. Foi contratado o lanamento do referido satlite pelo satlite russo DNEPR para junho de 2014. Com relao ao picossatlite CONASAT, do Centro Regional do Nordeste (INPE-CRN), o projeto foi redefinido e o grupo de trabalho deve desenvolver um transponder de coleta de dados, que poder ser embarcado no ITASAT e nas demais misses de picossatlites. Quanto ao picossatlite AESP-14, do INPE/ITA, foi desenvolvido um modelo de engenharia, que foi testado no Laboratrio de Integrao e Testes (LIT) do INPE no segundo semestre. O lanamento do referido satlite tambm foi contratado e possivelmente ocorrer em junho de 2014. Devido s prioridades estabelecidas pela AEB, os 2 picossatlites sob a responsabilidade do LSI-TEC/USP foram descontinuados. No segundo semestre de 2013 foi lanada a misso SERPENS, executada por um consrcio de universidades brasileiras e do exterior (UnB, UFSC, UFABC, UFMG, Universidade de Vigo-Espanha, Universidade Estadual Politcnica da Califrnia e Universidade Estadual de Morehead, ambas dos EEUU). Trata-se de um satlite 3U com objetivo principal de realizar coleta de dados ambientais. Todos os subsistemas do satlite j foram contratados. A integrao e testes do satlite ocorrero no segundo semestre de 2014. O lanamento do mesmo j est contratado e ocorrer no veculo DNEPR ou a partir da Estao Espacial Internacional ainda no primeiro semestre de 2014.

    Meta: Lubrificantes slidos a base de carbono tipo diamante (DLC-Diamond Like Carbon) para peas de satlites com qualificao para voo no Satlite Amazonia-1 e tecnologia transferida para a indstria Anlise Situacional: Como em 2012 a meta foi totalmente cumprida no que tange aplicao para o satlite Amaznia 1, a mesma tecnologia foi empregada, em 2013, para peas do satlite Lattes. Sendo assim, ocorreu o revestimento de 12 peas do satlite Lattes com diamante DLC como lubrificante slido e testes em vcuo confirmaram o baixo coeficiente de atrito. O grande desafio enfrentado para estas realizaes foi a escassez de recursos humanos. Com relao ao processo de transferncia de tecnologia junto ao Ncleo de Inovao Tecnolgica (NIT) do INPE, este ficou suspenso por questes tcnico-jurdicas. Para 2014, pretende-se realizar estudos de aprimoramento da aderncia do diamante DLC sobre o titnio e suas ligas, alm de testes tribolgicos do diamante DLC sobre o titnio e suas ligas. Alm disso, ser retomado o processo de transferncia da tecnologia para a indstria.

    Meta: Microgiroscpio de silcio para uso espacial operacional e caracterizado

    Anlise Situacional: Para a fabricao do microgiroscpio de silcio necessrio que o Reator de Corroso a Plasma DRIE esteja operacional, e tambm que o restante da infraestrutura de microfabricao esteja recuperada, e em parte modificado para atender os requisitos. O reator foi adquirido em 2012, mas ainda no est funcionando porque a infraestrutura de perifricos necessria (ar condicionado, sistema de refrigerao, sistema de gases, controle de temperatura e umidade, etc.) no est completa. O principal motivo foi o tempo consumido na instalao e manuteno da infraestrutura e em processos de compras, demorados por natureza. O Plano de Trabalho para 2013, para maximizar a sensibilidade do giroscpio dado uma largura de banda (ou vice-versa), a partir da escolha de dimenses crticas do design, no foi concludo por carncia de pessoal. Para 2014, pretende-se finalizar a operacionalizao dos processos de litografia, finalizar a instalao do reator DRIE e marcar o seu comissionamento, bem como desenhar o layout das mscaras para um giroscpio e fabricar sua microestrutura.

    Meta: Motor inico qualificado

    Anlise Situacional: Em 2013, os catodos ocos foram testados com a infraestrutura montada em 2012, apresentando resultados operacionais promissores. Os testes de catodos ocos utilizando gs xennio como propelente tiveram como resultado o alcance do funcionamento em modo "spot", que o modo operacional em propulsores inicos. Com a utilizao dos novos catodos ocos, espera-se evoluir no modelo de qualificao dos propulsores inicos.

  • 40

    Os desafios para implementao giraram em torno das srias dificuldades na importao de insumos e componentes sensveis para tecnologia espacial, como por exemplo, o nitreto de alumnio, material de alta condutividade trmica, que no foi adquirido por ausncia de empresa participante na concorrncia internacional. Assim, esse processo de compra ser refeito em 2014. Em 2014, espera-se tambm desenvolver atividades de fabricao e montagem do novo prottipo de propulsor inico com 5 cm de dimetro, utilizando os catodos ocos desenvolvidos, assim como test-lo. Para tanto, tambm ser necessrio treinar novos tcnicos mecnicos, pois os que vinham exercendo esta funo tiveram o perodo de contratao mediante bolsa expirado.

    Objetivo: 0702 - Realizar misses espaciais para observao da Terra, meteorologia, telecomunicaes e

    misses cientficas que contribuam para a soluo de problemas nacionais, o desenvolvimento de tecnologia, a capacitao industrial e o avano do conhecimento cientfico

    Anlise Situacional do Objetivo

    Um importante marco de realizao com vistas consecuo do presente objetivo est na concluso dos trabalhos de anlise das propostas de empresas estrangeiras para o fornecimento do Satlite Geoestacionrio de Defesa e Comunicaes Estratgicas (SGDC). Esta realizao possibilitou a concretizao do contrato de fornecimento, assinado entre a Visiona e a empresa Thales Alenia Space em 12/12/2013, e o imediato incio dos trabalhos de fornecimento do satlite SGDC. Associado a este projeto, o Laboratrio de Integrao e Testes (LIT) do INPE concluiu o estudo para a expanso das suas instalaes, de modo a possibilitar a realizao de testes de satlites geoestacionrios de telecomunicaes de grande porte, bem como de satlites de observao da Terra ticos e radar, meteorolgicos e dos demais previstos para o atendimento do PNAE, do Programa Estratgico de Sistemas Espaciais (PESE) do Ministrio da Defesa, e das prximas etapas do programa SGDC. Estimado em R$ 185 milhes, o projeto contar, para sua primeira fase, com um apoio da FINEP no montante de R$ 45 milhes. Ao lado dessa realizao, cabe ser destacado tambm os esforos despendidos no decorrer de 2013 para superar os problemas tcnicos detectados nos conversores hbridos DC/DC usados na fabricao de parte dos equipamentos do satlite CBERS-3, de modo a deixar o mesmo em regime de prontido para ser lanado em fins de 2013. Malgrado esses esforos, por motivo de falha no 3 estgio do veculo lanador, o satlite CBERS-3 no foi colocado em sua rbita correta, provocando a sua reentrada na atmosfera da Terra. Durante o curto perodo em que o satlite esteve em rbita foi possvel observar que o satlite operava conforme o previsto. Este acontecimento levou deciso de antecipar o lanamento do satlite CBERS-4, passando de 2015 para dezembro de 2014. No que concerne ao satlite CBERS-4, as maiores dificuldades encontradas durante a fabricao dos equipamentos j foram tambm superadas, tendo, at o final de 2013, sido produzidos e entregues 91% dos seus equipamentos. Restam ainda a entrega dos equipamentos do sistema de telemetria, rastreio e comando (TTCS) e do painel solar (SAG), a serem seguidos, posteriormente, dos trabalhos de teste e integrao do satlite CBERS-4, sendo que os servios de lanamento j foram contratados. No mbito da cooperao estratgica com a China, cabe ser destacado tambm o Plano Decenal de Cooperao no Setor Espacial para o perodo de 2013 a 2022, firmado na 3 reunio da Comisso Sino-Brasileira de Alto Nvel de Concertao e Cooperao (COSBAN), ocorrida em 06/11/2013 em Canto-China, o qual ampliar e diversificar ainda mais as oportunidades de cooperao com aquele pas na rea espacial. Quanto ao desenvolvimento do satlite Amaznia-1, os desafios para a concluso da Plataforma Multimisso (PMM), bem como a sua integrao carga til ainda permanecem. Restries decorrentes da inadequao da legislao para projetos de desenvolvimento tecnolgico, da falta de pessoal e de recursos oramentrios vm acarretando atrasos no desenvolvimento do projeto. No obstante esses fatos, foi possvel, no entanto, quanto carga til, disponibilizar os equipamentos de testes relacionados ao PSS (Subsistema de Suprimento de Energia), ACDH (Controle e Dados de Bordo) e TT&C (Telemetria, Telecomando e Controle). Foi realizada tambm, entre outros, a campanha de teste integrado do AOCS (Subsistema de Controle de Atitude) e OBDH (Gerenciamento de Dados) no INPE, assim como foi disponibilizada a estrutura do mdulo de carga til do modelo de voo e a qualificao do subsistema OBDH. No contexto do presente objetivo, cabe ser destacado ainda o sistema de monitoramento do clima espacial, cuja infraestrutura est praticamente toda concluda, encontrando-se j em fase inicial de operao, emitindo relevantes boletins com a previso de ocorrncia de tempestades geomagnticas, bolhas de plasma e perturbaes na ionosfera, que podem afetar desde o funcionamento de satlites em rbita da Terra, at o uso de receptores GPS na superfcie. As principais restries encontradas no conjunto das metas do presente objetivo residem na inadequao da legislao para contratao de projetos de desenvolvimento tecnolgico, bem como na falta de pessoal existente na AEB e INPE e na insuficincia de recursos oramentrios e financeiros, que, alm de retardar o desenvolvimento dos projetos, vm levando tambm necessidade de adiamento do incio de outros importantes projetos estratgicos de interesse nacional, tais como os estudos necessrios para o incio do desenvolvimento dos satlites radar e de meteorologia, com maior participao da indstria nacional, como estabelecidos no PNAE.

  • 41

    Anlise Situacional das Metas

    Meta: Concluir 50% de execuo do projeto de ampliao do Laboratrio de Integrao e Teste (LIT) que o

    capacitar a realizar testes em satlites geoestacionrios Anlise Situacional: O Laboratrio completou o estudo para capacitar-se para testar satlites geoestacionrios de telecomunicaes de grande porte, bem como satlites de observao da Terra ticos e radar, meteorolgicos e os demais previstos para o atendimento do PNAE, do PESE e das prximas etapas do programa SGDC. O estudo concluiu por ampliao de instalaes em cerca de 10.000m de rea, com investimento de R$185 milhes e a contratao de 50 servidores, ao longo de 5 anos. Este estudo deu origem a um Termo de Referncia preparado pelo MCTI, alinhado com a ENCTI 2012-2015, para uma encomenda de projeto junto FINEP no valor de R$45 milhes, correspondendo aos investimentos necessrios para os dois primeiros anos do projeto. A encomenda foi efetuada junto FINEP, resultando em um convnio entre FINEP, INPE e FUNCATE, assinado em dezembro de 2013, com previso de liberao de R$10 milhes no primeiro ano de trabalho e de R$45 milhes no segundo ano. Entretanto, os recursos financeiros da FINEP no foram liberados em 2013, o que j provocou atraso no cronograma do projeto. Este adiamento implica em atraso na contratao das assessorias e empresas de projetos e consequentemente no inicio das obras civis e instalaes, bem como no processo de aquisio dos principais meios de testes. Para 2014, a expectativa da contratao de assessorias para suporte elaborao do projeto das instalaes e dos requisitos para aquisio dos principais meios de testes, alm da contratao de projetista para a elaborao do projeto bsico e do projeto executivo para as obras civis e instalaes dos edifcios da expanso. Por fim, h a expectativa para a contratao de empreiteira para as obras civis e instalaes dos edifcios da expanso.

    Meta: Concluir estudo de viabilidade do satlite de meteorologia, com participao da indstria nacional Anlise Situacional: Estudo no iniciado por motivos de falta de pessoal e de recursos oramentrios. O incio do desenvolvimento da meta somente ocorrer em 2014, caso essas restries sejam superadas.

    Meta: Concluir estudo de viabilidade do satlite radar, com participao da indstria nacional

    Anlise Situacional: Projeto com andamento suspenso em funo da limitao de recursos oramentrios e de pessoal no INPE. Apesar dessas restries, foi possvel preparar o ambiente de gesto informatizada de documentos para uso no projeto, necessrio ao desenvolvimento da fase inicial do projeto. Em 2014, caso superadas essas restries, pretende-se iniciar os estudos da Pr-Fase A (ou Fase Zero) do projeto do satlite radar.

    Meta: Concluir o desenvolvimento dos Satlites CBERS-3 e CBERS-4 e realizar os lanamentos Anlise Situacional: O satlite CBERS-3 foi submetido aos testes eltricos e ambientais. O lanamento do satlite foi reprogramado para o segundo semestre de 2013 devido aos problemas tcnicos detectados nos conversores hbridos DC/DC usados na fabricao de parte dos equipamentos do satlite. Embora as atividades tenham sido reprogramadas, a previso era que a meta seria cumprida integralmente em 2013 com o lanamento do satlite em dezembro de 2013, o que de fato ocorreu. Infelizmente, uma falha no foguete chins Longa-Marcha 4B impediu que o satlite CBERS-3 fosse colocado em sua rbita correta, provocando a reentrada do satlite na atmosfera da Terra. Face ao acontecido, decidiu-se antecipar o lanamento do CBERS-4 de dezembro de 2015 para dezembro de 2014. Esta meta dever ser alcanada, j que 91% dos equipamentos do CBERS-4 foram concludos, assim como seu lanador foi contratado.

    Meta: Concluir o desenvolvimento e realizar o lanamento do Satlite Amaznia-1

    Anlise Situacional: Em 2013, os satlites Amaznia-1 e 1B estiveram com seu desenvolvimento atrasado por restries de recursos humanos e inadequao da legislao para projetos de desenvolvimento tecnolgico. Alm disso, contrataes essenciais para o andamento do Programa no prosperaram em 2013. Mesmo assim, foram disponibilizados os equipamentos de Testes (em nvel de Sistema) relacionados ao PSS (Subsistema de Suprimento de Energia), ACDH (Controle e Dados de Bordo) e TT&C (Telemetria, Telecomando e Controle); foi realizada a campanha de teste integrado AOCS (Subsistema de Controle de Atitude) e OBDH (Gerenciamento de Dados) no INPE; foi disponibilizada a Estrutura do Mdulo de Carga til do modelo de voo; foi concluda a qualificao do Subsistema OBDH; e foi definido o Sistema de Deteco de Falhas (FDIR) para a fase de lanamento.

  • 42

    Meta: Implantar o sistema de monitoramento de clima espacial at 2013

    Anlise Situacional: Por motivo de restries oramentrias, com reduo em quase 50 % do originalmente previsto, no foi possvel realizar os investimentos com as infraestruturas bsicas necessrias, tendo sido executadas, em 2013, apenas aes de operao associadas ao monitoramento do clima espacial. Entre essas aes foi contratado o servio de manuteno de software de monitoramento e previso do clima espacial, bem como foram finalizadas as instalaes de equipamentos comprados em 2012. Alm disso, os pesquisadores colaboradores do Programa Embrace/INPE disponibilizaram as informaes relevantes sobre o clima em boletins dirios, atas de reunies e comunicados imprensa, quando aplicvel. Finalmente, foi realizado um workshop com usurios de produtos de clima espacial. As trs classes de desafios para execuo desta ao, observadas em 2012, permaneceram em 2013. So elas: (1) Para a implementao de stios de coleta h restries operacionais pela baixa qualidade ou inexistncia de servios de internet e/ou energia, alm da dificuldade logstica para o transporte dos sistemas at o stio. (2) Nos processos de compra h uma excessiva demora nos trmites dos processos que exigem pareceres jurdicos, o que pode comprometer a execuo final e no esto dentro do nosso alcance de ao. (3) Devido ao alto grau de tecnologia envolvida, grande parte dos fornecedores dos suprimentos tecnolgicos necessrios ao Programa estrangeira. Com isso, h necessidade de processos licitatrios internacionais e demasiada demora nos processos de nacionalizao para entrega. Apesar de todas essas restries o Programa ainda conseguiu consolidar a parceria INPE-NOAA atravs do estabelecimento de uma estao de recepo de dados da constelao de satlites COSMIC, aumentando a capacidade de monitoramento da Amrica do Sul para o globo terrestre.

    Cdigo

    Ttulo

    Iniciativa

    Objetivo

    Programa

    Unidade Oramentria

    Ao Prioritria

    Inicial Empenhada Liquidada Paga ProcessadosNo

    Processados

    34.162.192 31.628.538 17.227.880 16.793.505 434.376 14.408.547

    Previsto Reprogramado Realizado

    unidade 6,00 6,00

    Execuo Oramentria e Financeira

    Valor em 01/01/2013 Valor

    Cancelado

    Unidade de

    medidaRealizada

    Fonte: SIAFI-Gerencial

    Lei Oramentria 2013

    Despesa

    Execuo Fsica

    Montante

    Execuo Fsica - Metas

    Quadro A.2.2.3.1 - Aes - OFSS

    Identificao da Ao

    20UZ Tipo: Atividade

    Desenvolvimento, Manuteno e Atualizao da Infraestrutura Espacial

    Final

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao

    ( ) Sim ( X )No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria

    Poltica Espacial Cdigo: 2056 Tipo:

    24205 Agncia Espacial Brasileira

    02NC Desenvolvimento de instrumentao cientfica, pesquisa bsica e tecnologia para clima

    espacial e cincias espaciais

    0702 Realizar misses espaciais para observao da Terra, meteorologia, telecomunicaes e

    misses cientficas que contribuam para a soluo de problemas nacionais, o desenvolvimento de

    tecnologia, a capacitao industrial e o avano do conhecimento cientfico.

    Descrio da meta

    Restos a Pagar inscritos

    2013

    Unidade de

    medida

    34.162.192

    Infraestrutura mantida

    Valor Liquidado

    Restos a Pagar No processados - Exerccios Anteriores

    Descrio da Meta

  • 43

    Cdigo

    Ttulo

    Iniciativa

    Objetivo

    Programa

    Unidade Oramentria

    Ao Prioritria

    Inicial Empenhada Liquidada Paga Processados

    No

    Processados

    28.253.078 26.521.060 25.199.516 24.985.413 214.103 1.322.267

    Previsto Reprogramado Realizado

    unidade 13,00 11,00

    Execuo Oramentria e Financeira

    Valor em 01/01/2013 Valor

    Cancelado

    Unidade de

    medidaRealizada

    Fonte: SIAFI-Gerencial

    Identificao da Ao

    20V0 Tipo: Atividade

    Desenvolvimento e Lanamento de Foguetes Suborbitais e de Veculos Lanadores de Satlites

    016E Desenvolvimento e lanamento de veculos lanadores nacionais

    0397 Desenvolver veculos lanadores nacionais e respectiva infraestrutura de lanamentos no pas,

    com incremento da participao industrial, garantindo a autonomia nacional para o acesso ao

    espao.

    Poltica Espacial Cdigo: 2056 Tipo:

    24205 Agncia Espacial Brasileira

    ( ) Sim ( X )No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria

    Lei Oramentria 2013

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa

    Restos a Pagar inscritos

    2013

    Final

    28.253.078

    Execuo Fsica

    Descrio da metaUnidade de

    medida

    Montante

    Projeto apoiado

    Restos a Pagar No processados - Exerccios Anteriores

    Execuo Fsica - Metas

    Valor Liquidado Descrio da Meta

  • 44

    Cdigo

    Ttulo

    Iniciativa

    Objetivo

    Programa

    Unidade Oramentria

    Ao Prioritria

    Inicial Empenhada Liquidada Paga Processados

    No

    Processados

    38.647.000 35.781.404 21.475.947 21.453.401 22.546 14.310.483

    Previsto Reprogramado Realizado

    unidade 156,00 199,00

    Execuo Oramentria e Financeira

    Valor em 01/01/2013 Valor

    Cancelado

    Unidade de

    medidaRealizada

    Fonte: SIAFI-Gerencial

    Identificao da Ao

    20VB Tipo: Atividade

    Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologias para o Setor Espacial

    024U Realizar e fomentar pesquisas para o desenvolvimento e aplicao das tecnologias de carter

    estratgico para os sistemas espaciais de interesse nacional

    0555 Desenvolver e ampliar o conhecimento das tecnologias crticas para garantir o uso autnomo

    das aplicaes espaciais.

    Poltica Espacial Cdigo: 2056 Tipo:

    24205 Agncia Espacial Brasileira

    ( ) Sim ( X )No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria

    Lei Oramentria 2013

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa

    Restos a Pagar inscritos

    2013

    Final

    38.647.000

    Execuo Fsica

    Descrio da metaUnidade de

    medida

    Montante

    Projeto apoiado

    Restos a Pagar No processados - Exerccios Anteriores

    Execuo Fsica - Metas

    Valor Liquidado Descrio da Meta

  • 45

    Cdigo

    Ttulo

    Iniciativa

    Objetivo

    Programa

    Unidade Oramentria

    Ao Prioritria

    Inicial Empenhada Liquidada Paga Processados

    No

    Processados

    87.705.598 86.881.697 37.325.746 37.042.210 283.536 49.555.951

    Previsto Reprogramado Realizado

    unidade 9,00 8,00

    Execuo Oramentria e Financeira

    Valor em 01/01/2013 Valor

    Cancelado

    Unidade de

    medidaRealizada

    Fonte: SIAFI-Gerencial

    Identificao da Ao

    20VC Tipo: Atividade

    Desenvolvimento e Lanamento de Satlites

    02NB Concepo e anlise de viabilidade de novas misses espaciais

    0702 Realizar misses espaciais para observao da Terra, meteorologia, telecomunicaes e

    misses cientficas que contribuam para a soluo de problemas nacionais, o desenvolvimento de

    tecnologia, a capacitao industrial e o avano do conhecimento cientfico.

    Poltica Espacial Cdigo: 2056 Tipo:

    24205 Agncia Espacial Brasileira

    ( ) Sim (X)No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria

    Lei Oramentria 2013

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa

    Restos a Pagar inscritos

    2013

    Final

    87.705.598

    Execuo Fsica

    Descrio da metaUnidade de

    medida

    Montante

    Projeto apoiado

    Restos a Pagar No processados - Exerccios Anteriores

    Execuo Fsica - Metas

    Valor Liquidado Descrio da Meta

  • 46

    Cdigo

    Ttulo

    Iniciativa

    Objetivo

    Programa

    Unidade Oramentria

    Ao Prioritria

    Inicial Empenhada Liquidada Paga Processados

    No

    Processados

    90.699.455 86.701.211 25.255.620 25.255.620 - 61.458.672

    Previsto Reprogramado Realizado

    % exec fis 11,00 9,50

    Execuo Oramentria e Financeira

    Valor em 01/01/2013 Valor

    Cancelado

    Unidade de

    medidaRealizada

    62.017.212,40 - % exec fis 77,45

    Fonte: SIAFI-Gerencial

    Infraestrutura implantada

    Restos a Pagar No processados - Exerccios Anteriores

    Execuo Fsica - Metas

    Valor Liquidado Descrio da Meta

    16.461.729,93 Infraestrutura implantada

    Final

    90.699.455

    Execuo Fsica

    Descrio da metaUnidade de

    medida

    Montante

    24205 Agncia Espacial Brasileira

    ( ) Sim (X)No Caso positivo: ( )PAC ( ) Brasil sem Misria

    Lei Oramentria 2013

    Execuo Oramentria e Financeira

    Dotao Despesa

    Restos a Pagar inscritos

    2013

    Identificao da Ao

    7F40 Tipo: Projeto

    Implantao do Complexo Espacial de Alcntara - CEA

    016O Implantao do Complexo Espacial de Alcntara (CEA)

    0398 Promover a insero do pas no mercado mundial de lanamentos comerciais de satlites, por

    meio da empresa binacional Alcntara Cyclone Space (ACS).

    Poltica Espacial Cdigo: 2056 Tipo:

    Anlise situacional das aes oramentrias

    Ao 20UZ Desenvolvimento, Manuteno e Atualizao da Infraestrutura Espacial Anlise Situacional: Os recursos oramentrios foram aplicados no apoio ao desenvolvimento e operao de satlites, compreendendo o Laboratrio de Integrao e Testes (LIT), o Centro de Rastreio e Controle (CRC) e Processamento de Imagens (OBT) do INPE, bem como na adequao e na manuteno da infraestrutura operacional de apoio ao desenvolvimento e lanamento de veculos espaciais, compreendendo os institutos de pesquisa e desenvolvimento (IAE) e os Centros de Lanamento de Alcntara (CLA) e da Barreira do Inferno (CLBI). Essas infraestruturas vm sendo mantidas, mas no esto sendo atualizadas e expandidas nos nveis desejados, em decorrncia das limitaes de recursos. H um esforo para, atravs de recursos de outras fontes, buscar uma ampliao e atualizao da infraestrutura do LIT, de modo a capacit-la a integrar e realizar testes de satlites geoestacionrios de grande porte. Apesar da meta fsica da ao ter sido cumprida 100%, com o apoio s seis infraestruturas mencionadas, a ao carece de maiores recursos para poder manter essas infraestruturas ampliadas, modernizadas e atualizadas, frente aos desafios dos projetos, cada vez mais complexos tecnologicamente, que se impe ao programa espacial. A execuo oramentria verificada foi dentro do limite oramentrio concedido para a emisso de empenho. O valor empenhado alcanou 92,58% da dotao. O baixo nvel de pagamento e o alto valor inscrito em restos a pagar devem-se a dois fatores: contratos que envolvem P&D e uma programao financeira restritiva durante o exerccio. Os contratos de P&D, na maioria dos casos, vo ultrapassar o exerccio financeiro e no temos como alterar essa execuo. J os pagamentos sofreram com a falta de recursos, uma vez que a setorial do MCTI no atendeu as demandas da AEB. Ento, foi inevitvel a inscrio de restos a pagar. A constante inscrio de restos a pagar vem comprometendo negativamente a programao financeira do exerccio, uma vez que os RP chegam a 60% da programao financeira. No temos uma soluo no curto prazo, uma vez que a programao financeira est atrelada a fatores macroeconmicos que no esto sob a deciso da AEB.

  • 47

    Ao 20V0 Desenvolvimento e Lanamento de Foguetes Suborbitais e de Veculos Lanadores de Satlites Anlise Situacional: A ao tem por finalidade o apoio realizao de estudos, projetos e reviso, fabricao, integrao, ensaios, anlises de conformidade e operao de veculos lanadores, e desenvolvimento de tecnologias e solues de engenharia, fabricao e ensaios em solo de sistemas e subsistemas de prottipos de foguetes suborbitais, bem como de dispositivos e meios de solo para testes e lanamento, com crescente participao industrial. Os recursos disponibilizados permitiram a continuidade do desenvolvimento dos subsistemas do Veculo Lanador de Microssatlites (VLM-1), bem como o apoio s atividades de desenvolvimento e preparao do VLS-1 para o voo VSISNAV, previsto para 2014, compreendendo, especificamente, o desenvolvimento de todos os sistemas para trmino do Mockup de Integrao de Redes Eltricas (MIR) e do Prottipo de voo VSISNAV. A ao apoiou tambm projetos de lanamento de um total de 9 foguetes, sendo que quatro deles ocorreram no exterior - dois no Centro de Lanamento de Esrange (Sucia) e dois no Centro de Lanamento de Andoya - ARR (Noruega) - e destinaram-se realizao de experimentos em ambiente de microgravidade. Os cinco lanamentos restantes foram de foguetes de treinamento no CLA e CLBI. No foi atingido o total da meta estabelecida no final do exerccio, tendo em vista a falha ocorrida no lanamento do VS-30 realizado em setembro de 2013 na Noruega, o que levou a um adiamento para 2014 dos demais lanamentos programados para o exerccio, por fora do "recall" de todos os motores S30. No obstante o cumprimento, do ponto de vista quantitativo, quase total da meta fsica estabelecida na presente ao oramentria, cabe observar que, do ponto de vista qualitativo, a limitao de recursos oramentrios desta ao levou estagnao ou a sucessivas prorrogaes do cumprimento de diversas metas estabelecidas nos Objetivos 0397 Desenvolver veculos lanadores nacionais e respectiva infraestrutura de lanamentos no pas, com incremento da participao industrial, garantindo a autonomia nacional para o acesso ao espao e 0398 Promover a insero do pas no mercado mundial de lanamentos comerciais de satlites, por meio da empresa binacional Alcntara Cyclone Space (ACS), retardando ainda mais os resultados buscados nesses objetivos estratgicos, como pode ser verificado nos Quadros A.2.2.2 acima. A execuo oramentria verificada foi dentro do limite oramentrio concedido para a emisso de empenho. O valor empenhado alcanou 93,87% da dotao. O alto nvel de pagamento ocasionou uma baixa inscrio em restos a pagar. Essa ao envolveu convnios firmados com a FUNDEP para o gerenciamento de vrios projetos em P&D. Tambm houve uma programao financeira restritiva durante o exerccio, mas no impactou a presente ao, uma vez que os projetos so prioritrios do PNAE. A constante inscrio de restos a pagar vem comprometendo negativamente a programao financeira do exerccio, uma vez que os RP chegam a 60% da programao financeira. No temos uma soluo no curto prazo, uma vez que a programao financeira est atrelada a fatores macroeconmicos que no esto sob a deciso da AEB. Ao 20VB Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologias para o Setor Espacial Anlise Situacional: A ao deu continuidade execuo e consolidao de diversos projetos de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para o setor espacial, envolvendo, entre outros, os programas Uniespao e Microgravidade da AEB, as tecnologias associadas a veculos lanadores e satlites, o desenvolvimento e lanamento de satlites tecnolgicos de pequeno porte, as previses de clima espacial, o processamento e distribuio de imagens, o apoio a pesquisas na rea de cincias espaciais e o programa AEB-Escola. Esta ao oramentria base para o cumprimento do Objetivo 0555 do atual programa temtico, que trata da ampliao do domnio das tecnologias crticas para garantir autonomia no desenvolvimento das atividades espaciais. No obstante a relevncia estratgica deste objetivo para o programa temtico, envolvendo especialmente a academia e a indstria, esta ao a que sofre maiores restries oramentrias frente s demandas dos outros projetos prioritrios definidos como estruturantes e mobilizadores (satlites e veculos lanadores). Ainda que do ponto de vista quantitativo, a meta fsica da ao tenha sido superada na sua execuo final (157,9%), em grande parte decorrente dos projetos de pesquisas na rea de cincias espaciais, os seus resultados esto ainda aqum dos impactos e resultados esperados pelo programa, especialmente frente aos novos desafios tecnolgicos de sistemas espaciais, que se apresentam de forma cada vez complexos e avanados por fora da evoluo dos programas espaciais de outros pases mais desenvolvidos. Este fato amplia cada vez mais o gap tecnolgico existente entre o Brasil e outros pases mais desenvolvidos na rea. A execuo oramentria verificada foi dentro do limite oramentrio concedido para a emisso de empenho. O valor empenhado alcanou 92,59% da dotao. O baixo nvel de pagamento e o alto valor inscrito em restos a pagar devem-se a dois fatores: contratos que envolvem P&D e uma programao financeira restritiva durante o exerccio. Os contratos de P&D, na maioria dos casos, vo ultrapassar o exerccio financeiro e no temos como alterar essa execuo. J os pagamentos sofreram com a falta de recursos, uma vez que a setorial do MCTI no atendeu as demandas da AEB. Ento, foi inevitvel a inscrio de restos a pagar. A constante inscrio de restos a pagar vem comprometendo negativamente a programao financeira do exerccio, uma vez que os RP chegam a 60% da programao financeira. No temos uma soluo no curto prazo, uma vez que a programao financeira est atrelada a fatores macroeconmicos que no esto sob a deciso da AEB.

  • 48

    Ao 20VC Desenvolvimento e Lanamento de Satlites Anlise Situacional: A ao busca apoiar projetos estruturantes e mobilizadores no segmento de satlites e os recursos alocados permitiram, do ponto de vista quantitativo, o apoio a um total de 7 projetos, atingindo 78% da meta, e que compreende os satlites CBERS-3, CBERS-4, Amaznia-1, Lattes, Global Precipitation Measurement (GPM), Radar e SABIA-Mar. No obstante esse elevado nvel de alcance da meta estabelecida para a presente ao oramentria na LOA, deve ser observado, a exemplo das outras aes j acima relatadas, que as restries de natureza oramentria-financeira, exceo dos satlites de observao da Terra da srie CBERS, vm impondo novos e constantes atrasos no conjunto restante dos projetos do programa. Estas restries vm inibindo inclusive o desenvolvimento de outras iniciativas de estudos de concepo e anlise de viabilidade de novas misses espaciais, tais como o satlite radar e de meteorologia, conforme podem ser observados nos quadros A.2.2.2. Todos esses atrasos retardam e colocam o pas cada vez mais distante dos resultados buscados no Objetivo 0702, que busca realizar misses espaciais para observao da Terra, meteorologia, telecomunicaes e misses cientficas que contribuam para a soluo de problemas nacionais, o desenvolvimento de tecnologia, a capacitao industrial e o avano do conhecimento cientfico. A execuo oramentria verificada foi dentro do limite oramentrio concedido para a emisso de empenho. O valor empenhado alcanou 99,06% da dotao. O baixo nvel de pagamento e o alto valor inscrito em restos a pagar devem-se a dois fatores: contratos que envolvem P&D e uma programao financeira restritiva durante o exerccio. Os contratos de P&D, na maioria dos casos, vo ultrapassar o exerccio financeiro e no temos como alterar essa execuo. J os pagamentos sofreram com a falta de recursos, uma vez que a setorial do MCTI no atendeu as demandas da AEB. Ento, foi inevitvel a inscrio de restos a pagar. A constante inscrio de restos a pagar vem comprometendo negativamente a programao financeira do exerccio, uma vez que os RP chegam a 60% da programao financeira. No temos uma soluo no curto prazo, uma vez que a programao financeira est atrelada a fatores macroeconmicos que no esto sob a deciso da AEB. Ao 7F40 Implantao do Complexo Espacial de Alcntara CEA Anlise Situacional: A ao tem como finalidade a construo das obras complementares da infraestrutura geral do CLA para apoio aos lanamentos previstos no PNAE, bem como aos stios de lanamentos comerciais. A ao visa atender tambm a medidas sociais e ambientais compensatrias, estabelecidas pelos rgos de licenciamento ambiental. Busca implantar um Centro Espacial, com uma concepo civil, que possa explorar os servios de lanamento em bases comerciais e possibilite uma convivncia integrada das atividades do Centro com as das comunidades locais, evitando a necessidade de deslocamentos de novos contingentes de famlias residentes na regio. Os recursos alocados permitiram a contratao e o incio, ainda em 2013, das construes e obras no CLA, como parte da sua infraestrutura geral, compreendendo o Prdio de Depsito de Propulsores, o Prdio de Controle de Preparao, o Posto Mdico e a Escola Fundamental. Estas duas ltimas obras, quando concludas, atendero tambm a comunidade local, de modo a promover maior harmonia das atividades do Centro com as da populao do municpio de Alcntara. Como parte das compensaes ambientais e sociais foi tambm concludo o Projeto Executivo do Sistema de Tratamento de Resduo Slido daquele municpio, que dever ser revisado e readequado, por fora da solicitao de readequao do local de implantao feita pela comunidade local de quilombolas. Iniciados em anos anteriores a 2013, foi possvel ainda a concluso em 2013 da reforma das instalaes do Peloto de Combate a Incndio, dos estudos de requisitos adicionais para a segurana de voo a serem incorporados ao Sistema LEADS (Leading Environmental Analysis and Display System) do CLA, bem como do Sistema de Interfonia Operacional-IO do CLA. Continua em andamento o desenvolvimento do Sistema de Monitoramento do Espectro Magntico (SIMO) do CLA, a implantao do seu Sistema Integrado de Tratamento de Dados de Rastreio (SITDR), a modernizao dos subsistemas de servomecanismo, telemetria e codificao angular dos Radares Adour e Atlas, assim como o realinhamento eletrnico e modernizao dos Radares Adour e Bearn do CLBI. As obras complementares do Aerdromo do CLA, que incluem Ptio de Aeronaves, Terminal de Cargas (TECA), Terminal de Passageiros (TPS), Pista de Txi 1 e 2, Estrada de Acesso, alm dos equipamentos de solo necessrios para o completo funcionamento operacional do aerdromo foram iniciadas, mas tiveram seu contrato de obras suspenso para reanlise de seus custos. No conjunto dos investimentos feitos por esta ao oramentria, constam tambm itens de infraestrutura de natureza geral, necessrios para a operao do Cyclone-4, alguns includos no passado nos contratos firmados pela ACS, e que passaram, posteriormente, responsabilidade da AEB pelo seu financiamento, tendo em vista os entendimentos de que os mesmos fazem parte da responsabilidade do governo brasileiro por fora do Tratado Brasil-Ucrnia. Dentre eles, podem ser citados o Posto de Comando (CP), o Prdio de Armazenamento Temporrio de Propelentes (TSA) e as interfaces do stio do Cyclone com o CLA. Caso avancem rapidamente as negociaes em curso do contrato da ACS com o consrcio de empresas contratado para a construo do stio do Cyclone-4 (contrato 20/ACS/2010), estima-se que estas obras estejam concludas at o incio de 2016.

  • 49

    Essas realizaes possibilitaram o alcance de uma execuo da meta fsica da ao de 9,5% em relao ao previsto na LOA-2013, atingindo de forma acumulada uma execuo total de 77,45%, desde o incio do projeto em 2001. Uma das principais restries para o maior avano do projeto est nos recursos oramentrio-financeiros, que tm sido insuficientes e inconstantes ao longo de muitos anos. As questes de licenas ambientais, assim como os conflitos sociais com a comunidade de quilombolas, contribuem tambm para o atraso do projeto, retardando principalmente os resultados buscados no Objetivo 0398, que trata de Promover a insero do pas no mercado mundial de lanamentos comerciais de satlites, por meio da empresa binacional Alcntara Cyclone Space (ACS). A execuo oramentria verificada foi dentro do limite oramentrio concedido para a emisso de empenho. O valor empenhado alcanou 95,59% da dotao. O baixo nvel de pagamento e o alto valor inscrito em restos a pagar devem-se a dois fatores: contratos que envolvem P&D e uma programao financeira restritiva durante o exerccio. Os contratos de P&D, na maioria dos casos, ultrapassam o exerccio financeiro e no tem como alterar essa execuo. J os pagamentos sofreram com a falta de recursos, uma vez que a setorial do MCTI no atendeu as demandas da AEB. Ento, foi inevitvel a inscrio de restos a pagar. A constante inscrio de restos a pagar vem comprometendo negativamente a programao financeira do exerccio, uma vez que os RP chegam a 60% da programao financeira. No existe uma soluo no curto prazo, uma vez que a programao financeira est atrelada a fatores macroeconmicos que no esto sob a deciso da AEB. A execuo oramentria verificada foi dentro do limite oramentrio concedido para a emisso de empenho. O valor empenhado alcanou 95,59% da dotao. O baixo nvel de pagamento e o alto valor inscrito em restos a pagar devem-se a dois fatores: contratos que envolvem P&D e uma programao financeira restritiva durante o exerccio. Os contratos de P&D, na maioria dos casos, vo ultrapassar o exerccio financeiro e no temos como alterar essa execuo. J os pagamentos sofreram com a falta de recursos, uma vez que a setorial do MCTI no atendeu as demandas da AEB. Ento, foi inevitvel a inscrio de restos a pagar. A constante inscrio de restos a pagar vem comprometendo negativamente a programao financeira do exerccio, uma vez que os RP chegam a 60% da programao financeira. No temos uma soluo no curto prazo, uma vez que a programao financeira est atrelada a fatores macroeconmicos que no esto sob a deciso da AEB.

    2.3 Informaes sobre outros resultados gerados pela gesto, contextualizando tais resultados em relao aos objetivos estratgicos da unidade. Indicadores Institucionais

    ndice de Execuo Oramentria IEO Unidade de Medida: Percentual Frmula de clculo: Dotao oramentria efetivamente empenhada (DOE) / Limite de movimentao e empenho (LME) *100 Base de referncia: 2010 95,63%; 2011 97,44%; 2012 96,72% Valor Apurado em 31.12.2013: 96,76% Anlise: a AEB recebeu uma dotao oramentria de R$ 295,8 milhes, ou seja, R$ 52,9 milhes abaixo da dotao de 2012. Da dotao de 2013, recebeu R$ 291,6 milhes de Limite oramentrio para movimentao e empenho, o que representou 98,60% da dotao. Como pode ser observado a AEB vem mantendo o nvel de execuo oramentria autorizado. O rgo descentralizou 47,80% em 2013, ante 52,09% em 2012. A opo em executar o oramento adveio de uma srie de problemas de gesto nos rgos executores. O resultado dessa mudana foi que a AEB manteve o nvel de emisso de empenhos em 47% do limite oramentrio recebido. ndice de Execuo Financeira IEF Unidade de Medida: Percentual Frmula de clculo: Somatrio dos valores pagos e restos a pagar pagos no exerccio (PRPP) / Valor financeiro recebido (VFR) *100

  • 50

    Base de referncia: 2010 87,02%; 2011 100%; e 2012 97,25% Valor Apurado em 31.12.2013: 94,97% Anlise: A AEB recebeu o valor de R$ 271,8 milhes referente a programao financeira para pagar despesas do exerccio e de restos a pagar. Desse montante, R$ 89,7 milhes foram para pagamento do exerccio e R$ 182,1 milhes para o de restos a pagar. Os restos a pagar representaram 67% da programao de 2013, em 2012 representou 62,09%. A AEB recebeu apenas R$ 198,3 milhes do total programado. Ante o exposto, observamos uma programao financeira restritiva para a execuo do oramento de 2013, o que j demonstrava uma perspectiva de elevada inscrio em restos a pagar no final do exerccio.

  • 51

    3. ESTRUTURAS DE GOVERNANA E DE AUTOCONTROLE DA GESTO 3.1 Estrutura orgnica de controle da unidade jurisdicionada ou do rgo a que se vincula, tais como unidade de auditoria ou de controle interno, comit de auditoria, conselhos fiscais, comits de avaliaes, etc. descrevendo de maneira sucinta a base normativa, as atribuies e a forma de atuao de cada instncia de controle.

    Estrutura Orgnica de controle da Auditoria Interna conforme Regimento Interno da Agencia Espacial Brasileira:

    Art. 14. Auditoria Interna - AIN compete: I - examinar a conformidade legal dos atos de gesto oramentria, financeira, patrimonial, de pessoal e dos demais sistemas administrativos; II - verificar a regularidade na execuo dos controles internos e externos, especialmente daqueles referentes realizao da receita e da despesa; III - analisar a execuo fsica e financeira de contratos, convnios, acordos, ajustes e demais documentos de compromisso firmados pela AEB; IV - acompanhar a legislao, normas, instrues e diretrizes pertinentes, divulgando-as, orientando quanto a sua aplicao e verificando seu fiel cumprimento; V - promover inspees regulares para verificar e execuo fsica e financeira dos programas, projetos e atividades; VI - executar auditorias extraordinrias, determinadas pelo Presidente da AEB; e VII - apoiar a realizao de inspees, auditorias e demais procedimentos de controle externo.

  • 52

    3.2 Controles internos administrativos da unidade, contemplando avaliao, pelos prprios gestores, da qualidade e suficincia de tais controles para garantir a realizao dos objetivos estratgicos da unidade, considerando ainda o quadro especfico da portaria prevista no inciso VI do caput do art. 5

    ELEMENTOS DO SISTEMA DE CONTROLES INTERNOS A SEREM AVALIADOS

    Ambiente de Controle 1 2 3 4 5

    1. A alta administrao percebe os controles internos como essenciais consecuo dos objetivos

    da unidade e do suporte adequado ao seu funcionamento.X

    2. Os mecanismos gerais de controle institudos pela UJ so percebidos por todos os servidores e

    funcionrios nos diversos nveis da estrutura da unidade. X

    3. A comunicao dentro da UJ adequada e eficiente. X

    4. Existe cdigo formalizado de tica ou de conduta. X

    5. Os procedimentos e as instrues operacionais so padronizados e esto postos em documentos

    formais.X

    6. H mecanismos que garantem ou incentivam a participao dos funcionrios e servidores dos

    diversos nveis da estrutura da UJ na elaborao dos procedimentos, das instrues operacionais

    ou cdigo de tica ou conduta.

    X

    7. As delegaes de autoridade e competncia so acompanhadas de definies claras das

    responsabilidades.X

    8. Existe adequada segregao de funes nos processos e atividades da competncia da UJ. X

    9. Os controles internos adotados contribuem para a consecuo dos resultados planejados pela

    UJ.X

    Avaliao de Risco 1 2 3 4 5

    10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada esto formalizados. X

    11. H clara identificao dos processos crticos para a consecuo dos objetivos e metas da

    unidade.X

    12. prtica da unidade o diagnstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos

    seus processos estratgicos, bem como a identificao da probabilidade de ocorrncia desses

    riscos e a consequente adoo de medidas para mitig-los.

    X

    13. prtica da unidade a definio de nveis de riscos operacionais, de informaes e de

    conformidade que podem ser assumidos pelos diversos nveis da gesto. X

    14. A avaliao de riscos feita de forma contnua, de modo a identificar mudanas no perfil de

    risco da UJ ocasionadas por transformaes nos ambientes interno e externo.X

    15. Os riscos identificados so mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala

    de prioridades e a gerar informaes teis tomada de deciso.X

    16. No h ocorrncia de fraudes e perdas que sejam decorrentes de fragilidades nos processos

    internos da unidade.X

    17. Na ocorrncia de fraudes e desvios, prtica da unidade instaurar sindicncia para apurar

    responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. X

    18. H norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventrio de bens e valores

    de responsabilidade da unidade. X

    Procedimentos de Controle 1 2 3 4 5

    19. Existem polticas e aes, de natureza preventiva ou de deteco, para diminuir os riscos e

    alcanar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas.X

    20. As atividades de controle adotadas pela UJ so apropriadas e funcionam consistentemente de

    acordo com um plano de longo prazo.X

    21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nvel de benefcios

    que possam derivar de sua aplicao.X

    22. As atividades de controle adotadas pela UJ so abrangentes e razoveis e esto diretamente

    relacionadas com os objetivos de controle.X

    Quadro A.3.2 Avaliao do Sistema de Controles Internos da UJ

    VALORES

  • 53

    Informao e Comunicao 1 2 3 4 5

    23. A informao relevante para UJ devidamente identificada, documentada, armazenada e

    comunicada tempestivamente s pessoas adequadas.X

    24. As informaes consideradas relevantes pela UJ so dotadas de qualidade suficiente para

    permitir ao gestor tomar as decises apropriadas.X

    25. A informao disponvel para as unidades internas e pessoas da UJ apropriada, tempestiva,

    atual, precisa e acessvel.X

    26. A Informao divulgada internamente atende s expectativas dos diversos grupos e indivduos

    da UJ, contribuindo para a execuo das responsabilidades de forma eficaz.X

    27. A comunicao das informaes perpassa todos os nveis hierrquicos da UJ, em todas as

    direes, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura.X

    Monitoramento 1 2 3 4 5

    28. O sistema de controle interno da UJ constantemente monitorado para avaliar sua validade e

    qualidade ao longo do tempo.X

    29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas avaliaes

    sofridas.X

    30. O sistema de controle interno da UJ tem contribudo para a melhoria de seu desempenho. X

    Fonte: Auditoria Interna

    Quadro A.3.2 Avaliao do Sistema de Controles Internos da UJ - continuao

    (3) Neutra: Significa que no h como avaliar se o contedo da afirmativa ou no observado no contexto da UJ.

    (4) Parcialmente vlida: Significa que o contedo da afirmativa parcialmente observado no contexto da UJ, porm, em sua maioria.

    (5) Totalmente vlido. Significa que o contedo da afirmativa integralmente observado no contexto da UJ.

    (5) Totalmente vlido. Significa que o contedo da afirmativa integralmente observado no contexto da UJ.

    (1) Totalmente invlida: Significa que o contedo da afirmativa integralmente no observado no contexto da UJ.

    (2) Parcialmente invlida: Significa que o contedo da afirmativa parcialmente observado no contexto da UJ, porm, em sua

    minoria.

    Anlise Crtica:

    Escala de valores da Avaliao:

    3.4 Estrutura e atividades do sistema de correio da unidade ou do rgo de vinculao da unidade, identificando, inclusive, a base normativa que rege a atividade no mbito da unidade ou do rgo.

    A AEB, visando atender ao Sistema de Correio do Poder Executivo Federal, designou o Coordenador-Adjunto, Antonio Crescencio de Morais e, seu substituto, Renato Jos de Sousa, com vistas a manter atualizadas as informaes concernentes ao Sistema de Gesto de Processos Disciplinares CGU-PAD. 3.5 Demonstrao do cumprimento, pela instncia de correio da unidade, das disposies dos arts. 4 e 5 da Portaria n 1.043, de 24 de julho de 2007, da Controladoria-Geral da Unio CGU, no que tange aos fatos originados em unidade jurisdicionada cuja gesto esteja contemplada no relatrio de gesto.

    A base normativa que norteia as atividades de correio a prpria Portaria n 1.043, de 24/07/2007, orientaes recebidas do CGU-PAD e do rgo Central que o Ministrio da Cincia, Tecnologia e Inovao. Importante salientar que desde a implantao do CGU-PAD, no houve qualquer ocorrncia na AEB que implicasse em lanamentos neste sistema.

  • 54

    3.6 Indicadores para monitoramento e avaliao do modelo de governana e efetividade dos controles internos A AEB no instituiu indicador para o monitoramento e avaliao do modelo de governana e efetividade dos controles internos. A Auditoria Interna AIN estava com carncia de pessoal, contava apenas com uma funcionria em virtude da sada do Auditor Chefe.

    No exerccio a auditoria seguindo orientao da CGU conseguiu nomear o novo Auditor Chefe e mais um funcionrio. No exerccio, a AIN est com trs servidores e esperamos poder criar os indicadores para o modelo de governana da Poltica Espacial.

  • 55

    4 TPICOS ESPECIAIS DA EXECUO ORAMENTRIA E FINANCEIRA 4.1 Execuo das despesas

    DOTAO INICIAL

    Abertos

    Reabertos

    Abertos

    Reabertos

    DOTAO INICIAL

    Abertos

    Reabertos

    Abertos

    Reabertos

    Fonte: SIAFI

    Variao (A/B-1)*100

    CR

    D

    ITO

    S

    Suplementares

    Especiais

    Extraordinrios

    Outras Operaes

    Crditos Cancelados

    Dotao final 2013 (A)

    Dotao final 2012(B)

    Origem dos Crditos Oramentrios

    Dotao final 2012(B)

    Variao (A/B-1)*100

    Grupos de Despesa Capital

    CR

    D

    ITO

    S

    Suplementares

    Especiais

    Extraordinrios

    Crditos Cancelados

    5 Inverses

    Financeiras

    6- Amortizao

    da Dvida

    4.154.488,00

    Quadro A.4.1.1 Programao de Despesas

    Grupos de Despesa Correntes

    Origem dos Crditos Oramentrios

    Outras Operaes

    Dotao final 2013 (A)

    1 Pessoal e Encargos

    Sociais

    4 Investimentos

    2 Juros e Encargos

    da Dvida

    3- Outras Despesas

    Correntes

    4.021.964,00

    132.524,00

    (4.346.000,00)

    4.148.582,00

    (0,14)

    114.494.962,00

    4.417.000,00

    114.565.962,00

    120.047.947,00

    4,79

    181.264.622,00

    18.821.643,00

    9 - Reserva de

    Contingncia

    -

    #DIV/0!

    (18.821.643,00)

    181.264.622,00

    283.339.028,00

    (36,03) #DIV/0! #DIV/0! #DIV/0!

    - - -

    Unidade Oramentria: Cdigo UO: 24205 UGO: 203001

    - - -

    Anlise Crtica

    O Poder Executivo tem o Plano Plurianual PPA que estabelece uma estimativa de despesas para os diversos rgos federais num determinado perodo. No entanto, anualmente a Secretaria de Oramento Federal SOF estabelece os limites, distintos do que foi previsto naquele plano ou na PLOA.

    Ento, a dotao oramentria proposta pela U.O no espelha a real necessidade do Programa Espacial Brasileiro. Os valores propostos so impositivos, tendo por base um limite estabelecido pela prpria SOF. Nos ltimos dois exerccios: 2012 e 2013, os valores autorizados pela SOF so os mesmos. No h uma correo pela inflao. Assim, no h o que se planejar, pois os valores propostos so sempre inferiores demanda do Programa Nacional de Atividades Espaciais PNAE.

  • 56

    Outro problema que atrapalha o planejamento e j vem ocorrendo h vrios exerccios, quando da necessidade de alteraes oramentrias, com oferta de crdito para compensao, que permanece bloqueado no podendo ser executado. Somente no final do exerccio que os rgos ficam sabendo que tais remanejamentos no sero contemplados e a demanda criada para utilizao do mesmo j no tem tempo hbil para ser replanejada, acarretando dificuldades de continuidade de muitos projetos.

    A AEB tem parcela significativa do seu oramento executada por rgos externos (INPE, IAE, CLA e CLBI) por meio de Termos de Execuo Descentralizada TED. Esses termos requerem um tempo para acerto entre as partes envolvidas e que, por vezes, no acontecem ou quando acontecem, no so contemplados com limite suficiente. A indefinio sobre qual valor se amparar: PPA, PLOA, Limite SOF, LOA, Decreto de Programao e, por fim, o Limite Oramentrio Autorizado pelas setoriais penalizam qualquer planejamento proativo.

    Por fim, a curto e mdio prazo no h o que se fazer, o efeito cascata dessas indefinies prejudica sobremaneira a conduo de qualquer poltica pblica.

  • 57

    Concedente Recebedora

    1 Pessoal e

    Encargos

    Sociais

    2 Juros e

    Encargos da

    Dvida

    3 Outras

    Despesas

    Correntes

    Concedidos 203001 240101 19.122.2106.2000 462.384,91

    203001 240106 19.122.2106.2000 182.345,04

    203001 364102 19.122.2106.2000 240.653,00

    203001 443003 19.122.2106.2000 1.458.755,09

    203001 120013 19.572.2056.20UZ 6.463.691,00

    203001 120015 19.572.2056.20UZ 2.216.412,97

    203001 120016 19.572.2056.20UZ 4.527.793,42

    203001 240106 19.572.2056.20UZ 7.817.064,31

    203001 120016 19.572.2056.20V0 2.209.832,04

    203001 120002 19.572.2056.20VB (8.206,45)

    203001 120013 19.572.2056.20VB 20.999,99

    203001 120016 19.572.2056.20VB 720.714,71

    203001 170132 19.572.2056.20VB 8.206,45

    203001 240106 19.572.2056.20VB 8.124.372,52

    203001 240106 19.572.2056.20VC 29.460.134,54

    Recebidos 443003 203001 18.544.2026.20WI 1.885.000,00

    Concedente Recebedora4

    Investimentos

    5 Inverses

    Financeiras

    6 Amortizao

    da Dvida

    Concedidos 203001 240106 19.122.2106.2000 139.880,25

    203001 120013 19.572.2056.20UZ 2.779.538,00

    203001 120015 19.572.2056.20UZ 1.649.353,75

    203001 120016 19.572.2056.20UZ 1.173.097,48

    203001 240106 19.572.2056.20UZ 4.959.889,38

    203001 120016 19.572.2056.20VB 935.396,09

    203001 240106 19.572.2056.20VB 7.192.666,15

    203001 240106 19.572.2056.20VC 43.848.207,62

    203001 120013 19.572.2056.7F40 14.825.866,74

    Fonte: SIAFI

    Quadro A.4.1.2.2 Movimentao Oramentria Externa por Grupo de Despesa

    Origem da

    Movimentao

    UG

    Classificao da ao

    Despesas Correntes

    Origem da

    Movimentao

    UG

    Classificao da ao

    Despesas de Capital

  • 58

    Unidade Oramentria: AGNCIA ESPACIAL

    BRASILEIRA

    2013 2012 2013 2012

    1. Modalidade de Licitao (a+b+c+d+e+f+g) 116.299.079,28 88.655.686,21 115.289.948,21 87.654.952,47

    a) Convite 29.167,72 15.094,28 29.167,72 15.094,28

    b) Tomada de Preos 25.257,56 139.342,63 25.257,56 139.342,63

    c) Concorrncia 14.145.504,90 18.700.322,57 13.649.185,38 17.799.422,53

    d) Prego 28.695.372,50 28.901.294,42 28.238.451,22 28.849.589,62

    e) Concurso

    f) Consulta

    g) No se Aplica 73.403.776,60 40.899.632,31 73.347.886,33 40.851.503,41

    2. Contrataes Diretas (h+i) 23.668.831,72 44.000.149,82 23.614.641,30 43.418.004,63

    h) Dispensa 15.974.861,51 35.088.010,97 15.920.671,09 34.624.273,17

    i) Inexigibilidade 7.693.970,21 8.912.138,85 7.693.970,21 8.793.731,46

    3. Regime de Execuo Especial 34.201,83 21.603,61 34.201,83 21.603,61

    j) Suprimento de Fundos 34.201,83 21.603,61 34.201,83 21.603,61

    4. Pagamento de Pessoal (k+l) 6.637.943,22 7.374.872,32 6.637.943,22 7.374.872,32

    k) Pagamento em Folha 3.825.724,70 4.159.978,10 3.825.724,70 4.159.978,10

    l) Dirias 2.812.218,52 3.214.894,22 2.812.218,52 3.214.894,22

    5. Outros

    6. Total (1+2+3+4+5) 146.640.056,05 140.052.311,96 145.576.734,56 138.469.433,03

    Fonte: SIAFI e SIAFI-Gerencial

    Cdigo UO: 24205 UGO: 203001

    Quadro A.4.1.3.1 Despesas por Modalidade de Contratao Crditos Originrios - Total

    Despesa pagaModalidade de Contratao

    Despesa Liquidada

  • 59

    Unidade Oramentria:AGNCIA ESPACIAL

    BRASILEIRA

    2013 2012 2013 2012

    1. Modalidade de Licitao (a+b+c+d+e+f+g) 72.346.865,98 37.928.322,38 72.292.295,09 37.898.647,44

    a) Convite

    b) Tomada de Preos

    c) Concorrncia -

    d) Prego 3.840.959,95 1.540.670,30 3.840.959,95 1.511.085,36

    e) Concurso

    f) Consulta

    g) No se aplica 68.505.906,03 36.387.652,08 68.451.335,14 36.387.562,08

    2. Contrataes Diretas (h+i) 9.583.999,05 20.255.689,00 9.529.808,63 20.255.689,00

    h) Dispensa 3.003.875,98 18.733.566,72 2.949.685,56 18.733.566,72

    i) Inexigibilidade 6.580.123,07 1.522.122,28 6.580.123,07 1.522.122,28

    3. Regime de Execuo Especial 3.681,49 5.136,46 3.681,49 5.136,46

    j) Suprimento de Fundos 3.681,49 5.136,46 3.681,49 5.136,46

    4. Pagamento de Pessoal (k+l) 4.065.521,34 4.010.950,45 4.386.963,17

    k) Pagamento em Folha 3.825.724,70 4.159.978,10 3.771.153,81 4.159.978,10

    l) Dirias 239.796,64 226.985,07 239.796,64 226.985,07

    5. Outros

    6. Total (1+2+3+4+5) 86.000.067,86 58.189.147,84 85.836.735,66 62.546.436,07

    Fonte: SIAFI e SIAFI-Gerencial

    Modalidade de ContrataoDespesa Liquidada Despesa paga

    Valores Executados diretamente pela UJ

    Quadro A.4.1.3.2 Despesas por Modalidade de Contratao Crditos Originrios

    Cdigo UO:24205 UGO:203001

  • 60

    Grupos de Despesa

    1. Despesas de Pessoal 2013 2012 2013 2012 2013 2012 2013 2012

    319001 111.832,76 82.313,19 111.832,76 82.313,19 - - 111.690,70 82.313,19

    319003 39.851,24 37.203,24 39.851,24 37.203,24 - - 39.851,24 37.203,24

    319011 3.098.725,80 2.965.875,19 3.098.725,80 2.965.875,19 - - 3.083.928,61 2.965.875,19

    319016 99.595,55 78.817,65 99.595,55 78.817,65 - - 99.595,55 78.817,65

    319113 475.680,96 435.479,51 475.680,96 435.479,51 - - 436.049,32 435.479,51

    319192 38,39 - 38,39 - - - 38,39 -

    319096 - 180.195,96 - 180.195,96 - 28.000,00 - 180.195,96

    2. Juros e Encargos da Dvida - - - - -

    3. Outras Despesas Correntes - - - - - -

    335039 240.653,00 - 240.653,00 - - - 240.653,00 -

    335041 33.918.364,79 22.031.868,46 29.084.364,79 22.031.868,46 - - 29.084.364,79 22.031.868,46

    339004 1.200.000,00 1.518.259,85 1.200.000,00 1.518.259,85 - - 1.200.000,00 1.518.259,85

    339008 3.857,00 6.621,50 3.857,00 6.621,50 - - 3.857,00 6.621,50

    339014 2.442.830,19 2.869.396,05 2.442.830,19 2.869.396,05 - 2.441.510,80 2.822.219,45

    339015 369.388,33 345.498,17 369.388,33 345.498,17 - 369.388,33 344.545,87

    339018 224.200,00 1.679.830,00 224.200,00 419.350,00 1.260.480,00 100.000,00 224.200,00 419.350,00

    339020 - 206.005,70 - 40.000,00 166.005,70 40.000,00

    339030 6.186.208,95 4.046.887,65 1.674.097,51 1.624.933,44 2.535.774,88 4.027.565,22 1.670.627,86 1.607.732,76

    339033 2.478.136,28 2.035.348,18 1.994.729,52 1.822.922,92 212.425,26 8.678,28 1.994.729,52 1.822.922,92

    339034 - 1.963.404,26 - 1.963.404,26 - - - 1.963.404,26

    339035 - 140.880,00 - 140.880,00 - 36.520,00 - 140.880,00

    339036 181.971,77 180.070,69 181.971,77 180.070,69 - - 181.971,77 180.070,69

    339037 11.710.347,14 11.883.770,78 10.786.617,80 11.616.371,21 267.399,57 1.522.790,67 10.732.427,38 11.586.786,27

    339039 47.127.447,80 44.023.650,09 22.436.104,78 28.751.972,53 15.308.475,53 41.483.275,41 21.788.079,00 28.480.360,83

    339046 227.997,85 174.855,25 227.997,85 174.855,25 - - 227.997,85 174.855,25

    339047 56,18 - 56,18 - - - 56,18 -

    339049 18.618,25 19.726,82 18.618,25 19.726,82 - - 18.618,25 19.726,82

    339092 437.432,20 54.756,69 437.432,20 54.756,69 - - 437.432,20 54.756,69

    339093 248.449,53 304.961,80 244.282,02 304.961,80 749,00 244.282,02 304.961,80

    339139 133.690,41 290.853,04 97.041,72 67.074,87 223.778,17 289.765,90 97.041,72 67.074,87

    339147 72.191,57 1.255,20 72.191,57 1.255,20 - - 72.191,57 1.255,20

    339192 47.921,86 9.111,00 47.921,86 9.111,00 - - 47.921,86 9.111,00

    Grupos de Despesa

    4. Investimentos 2013 2012 2013 2012 2013 2012 2013 2012

    445041 - 3.649.584,88 - 3.649.584,88 1.219.557,74 3.649.584,88

    445042 11.141.308,32 7.084.073,89 11.141.308,32 7.084.073,89 - - 11.141.308,32 7.084.073,89

    449030 410.323,89 6.055,00 - 3.379,00 2.676,00 53.270,00 - 3.379,00

    449033 20.300,00

    449037 723.985,31 5.664,00 723.985,31 5.664,00 723.985,31

    449039 28.532.004,90 36.464.438,77 14.368.249,22 14.607.682,17 21.940.442,98 22.382.921,30 14.351.340,05 14.026.026,98

    449051 9.887.741,50 79.993.582,77 201.341,97 9.966.665,90 70.026.916,87 4.783.036,45 201.341,97 9.966.665,90

    449052 60.569.356,73 53.407.154,78 14.976.933,34 24.514.439,45 30.006.285,69 49.957.041,75 14.692.097,15 23.879.741,93

    449092 63.647.434,82 - 22.980.213,63 - 22.980.213,63 -

    5. Inverses Financeiras - -

    6. Amortizao da Dvida - -

    Fonte: SIAFI-Gerencial

    Valores Pagos

    DESPESAS DE CAPITAL

    Empenhada Liquidada RP no Processados

    Empenhada Liquidada RP no processados

    DESPESAS CORRENTES

    Valores Pagos

    Quadro A.4.1.3.3 Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Crditos Originrios - Total

    Unidade Oramentria:AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA Cdigo UO: 24205 UGO: 20402

  • 61

    Grupos de Despesa

    1. Despesas de Pessoal 2013 2012 2013 2012 2013 2012 2013 2012

    319001 111.832,76 82.313,19 111.832,76 82.313,19 - 111.690,70 82.313,19

    319003 39.851,24 37.203,24 39.851,24 37.203,24 - 39.851,24 37.203,24

    319011 3.098.725,80 2.965.875,19 3.098.725,80 2.965.875,19 - 3.083.928,61 2.965.875,19

    319016 99.595,55 78.817,65 99.595,55 78.817,65 - 99.595,55 78.817,65

    319113 475.680,96 435.479,51 475.680,96 435.479,51 - 436.049,32 435.479,51

    319192 38,39 - 38,39 - - 38,39 -

    319096 - 180.195,96 - 180.195,96 - - 180.195,96

    2. Juros e Encargos da Dvida - - - - - 28.000,00 - -

    3. Outras Despesas Correntes - - - - - - - -

    335041 33.918.364,79 22.031.868,46 29.084.364,79 22.031.868,46 29.084.364,79 22.031.868,46

    339008 3.857,00 6.621,50 3.857,00 6.621,50 - 3.857,00 6.621,50

    339014 225.022,84 205.252,57 225.022,84 205.252,57 - 225.022,84 205.252,57

    339015 11.023,70 21.732,50 11.023,70 21.732,50 - 11.023,70 21.732,50

    339030 187.118,81 50.690,03 184.908,82 50.150,03 540,00 184.908,82 50.150,03

    339033 893.100,47 885.842,69 809.474,92 776.688,87 109.153,82 8.678,28 809.474,92 776.688,87

    339035 - 140.880,00 - 140.880,00 - - 140.880,00

    339036 157.429,77 142.916,89 157.429,77 142.916,89 - 157.429,77 142.916,89

    339037 1.715.416,61 1.365.223,78 1.556.790,32 1.346.261,54 18.962,24 115.628,72 1.502.599,90 1.316.676,60

    339039 5.760.597,18 1.680.510,21 1.224.020,78 1.316.237,61 364.272,60 13.140.444,77 1.224.020,78 1.316.237,61

    339046 227.997,85 174.855,25 227.997,85 174.855,25 - 227.997,85 174.855,25

    339049 18.618,25 19.726,82 18.618,25 19.726,82 - 18.618,25 19.726,82

    339092 1.203,99 1.720,50 1.203,99 1.720,50 - 1.203,99 1.720,50

    339093 174.215,09 287.320,37 170.047,58 287.320,37 15.090,54 749,00 170.047,58 287.320,37

    339139 60.909,28 34.730,00 48.982,21 19.639,46 - 4.049,69 48.982,21 19.639,46

    339147 70.965,97 - 70.965,97 - 70.965,97 -

    339192 47.921,86 9.111,00 47.921,86 9.111,00 - 47.921,86 9.111,00

    Grupos de Despesa

    4. Investimentos 2013 2012 2013 2012 2013 2012 2013 2012

    445041 - 3.649.584,88 - 3.649.584,88 1.219.557,74 3.649.584,88

    445042 11.141.308,32 7.084.073,89 11.141.308,32 7.084.073,89 - 11.141.308,32 7.084.073,89

    449037 723.985,31 - 723.985,31 - - 723.985,31

    449039 19.959.739,98 31.469.532,38 9.185.911,01 11.370.100,82 20.099.431,56 12.686.180,91 9.185.911,01 11.370.100,82

    449051 1.274.000,00 61.740.604,33 - 9.808.230,14 51.932.374,19 1.610.616,20 - 9.808.230,14

    449052 584.062,36 106.268,10 234.772,90 106.268,10 430.234,00 234.772,90 106.268,10

    449092 63.647.434,82 - 22.980.213,63 - 22.980.213,63

    5. Inverses Financeiras

    6. Amortizao da Dvida

    Fonte: SIAFI-Gerencial

    Quadro A.4.1.3.4 Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Crditos Originrios

    DESPESAS DE CAPITAL

    Empenhada Liquidada RP no Processados Valores Pagos

    Valores Executados Diretamente pela UJ

    Cdigo UO:24205 UGO:203001Unidade Oramentria:AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA

    DESPESAS CORRENTES

    Empenhada Liquidada RP no processados Valores Pagos

  • 62

    2013 2012 2013 2012

    1. Modalidade de Licitao (a+b+c+d+e+f+g) 188.500,00 - 188.500,00 -

    a) Convite

    b) Tomada de Preos

    c) Concorrncia 188.500,00 188.500,00

    d) Prego

    e) Concurso

    f) Consultag) Regime Diferenciado de Contrataes

    Pblicas

    2. Contrataes Diretas (h+i) - - - -

    h) Dispensa

    i) Inexigibilidade

    3. Regime de Execuo Especial - - - -

    j) Suprimento de Fundos

    4. Pagamento de Pessoal (k+l) - - - -

    k) Pagamento em Folha

    l) Dirias

    5. Outros

    6. Total (1+2+3+4+5) 188.500,00 - 188.500,00 -

    Fonte: SIAFI e SIAFI-Gerencial

    Quadro A.4.1.3.5 Despesas por Modalidade de Contratao Crditos de Movimentao

    Modalidade de Contratao

    Despesa Liquidada Despesa paga

    Grupos de Despesa

    1 Despesas de Pessoal 2013 2012 2013 2012 2013 2012 2013 2012

    2 Juros e Encargos da Dvida -

    3 Outras Despesas Correntes

    339039 1.885.000,00 188.500,00 1.696.500,00 188.500,00

    Grupos de Despesa

    4 Investimentos 2013 2012 2013 2012 2013 2012 2013 2012

    Demais elementos do grupo -

    5 Inverses Financeiras -

    6 Amortizao da Dvida -

    Fonte: SIAFI e SIAFI-Gerencial

    Empenhada Liquidada RP no processados

    Quadro A.4.1.3.6 Despesas por Grupo e Elemento de Despesa Crditos de Movimentao

    Valores Pagos

    DESPESAS DE CAPITAL

    Empenhada Liquidada RP no Processados Valores Pagos

    DESPESAS CORRENTES

    Anlise Crtica No presente exerccio houve o que sempre ocorreu nos exerccios anteriores, grandes distores de valores desde o PPA at a edio do decreto de programao oramentria e financeira do Governo Federal.

    No houve alteraes significativas na execuo oramentria e financeira, considerando que as legislaes que amparam essas despesas tambm no mudaram. A execuo do programa espacial brasileiro , em grande parte, realizada junto indstria. Nesse sentido, as empresas que foram selecionadas no processo licitatrio desenvolvem produtos

  • 63

    nicos e de difcil comercializao junto ao mercado interno. Ao longo do tempo, essas indstrias detm o conhecimento do processo requerido para os produtos espaciais. A concentrao de dispensa e inexigibilidade justificada em grande parte por essa caracterstica do programa. O contingenciamento foi mnimo e no trouxe problemas maiores para a execuo. No houve problemas maiores na execuo, mas a carncia de pessoal efetivo determinou o ritmo do que o rgo se props a executar. As licitaes que mais causaram problemas foram com as empresas de terceirizao do pessoal de apoio administrativo. Tambm tivemos problemas com o licenciamento ambiental das obras complementares do Centro de Lanamento de Alcntara CLA. No entanto, obtivemos as licenas em julho de 2013, mas esse foi um problema que se arrastou por mais de 10 (dez) anos. A necessidade financeira de 2013 foi de R$ 460,6 milhes, sendo R$ 160 milhes de RP e R$ 299,9 milhes de dotao do exerccio. A programao da AEB foi de R$ 271,8 milhes e recebeu R$ 198,3 milhes. No entanto, os problemas financeiros enfrentados foram bem administrados junto setorial do MCTI. A AEB passa por problema de insuficincia financeira. A longo prazo esse problema pode inviabilizar a execuo financeira do exerccio, uma vez que os restos a pagar vem se acumulando ao longo dos exerccios anteriores. 4.3 Movimentao e saldos de restos a pagar de exerccios anteriores

    Valores em R$ 1,00

    Ano de

    Inscrio Montante 01/01/2013 Pagamento Cancelamento Saldo a pagar 31/12/2013

    2012 R$ 315.351,97 R$ 315.351,97 R$ 0,00 R$ 0,00

    2011 R$ 24.051.671,95 R$ 9.956.414,74 R$ 14.095.257,21 R$ 0,00

    ...

    Ano de

    Inscrio Montante 01/01/2013 Pagamento Cancelamento Saldo a pagar 31/12/2013

    2012 R$ 92.093.113,23 R$ 22.407.398,17 R$ 95.584,42 R$ 69.590.130,64

    2011 R$ 29.244.139,31 R$ 9.417.292,15 R$ 52.242,32 R$ 19.774.604,84

    ...

    Fonte: SIAFI

    Quadro A.4.3 - Restos a Pagar inscritos em Exerccios Anteriores

    Restos a Pagar no Processados

    Restos a Pagar Processados

    Anlise Crtica

    Houve um aumento no nvel de inscrio dos restos a pagar no processados em 2012. No presente exerccio, a AEB inscreveu em RP no Processados o valor de R$ 92,0 milhes. Esse aumento foi em virtude de diversas contrataes efetuadas ainda em 2012, como por exemplo: aerdromo do CLA, CBERS 3 e 4, Plataforma Multimisso PMM e demais contratos de infraestrutura de radar e TI do CLA.

    O saldo a pagar de R$ 69,5 milhes divide-se em: R$ 50,4 milhes Restos a Pagar no

    Processados e R$ 19,0 milhes em Restos a Pagar no Processados Liquidados e no Pagos. O RP de R$ 19,0 milhes refere-se ao contrato da PMM que envolve servios de desenvolvimento de tecnologia crtica para o programa espacial brasileiro.

  • 64

    O impacto dos RPs no cronograma financeiro do exerccio preocupante. Os RPs representaram 67,00% da programao do exerccio, ou seja, de um valor programado de R$ 271,8 milhes, R$ 182,1 milhes foram para o pagamento de restos a pagar. A AEB est realizando gestes para diminuir esse impacto. No entanto, devido as dificuldades macroeconmicas enfrentadas pelo governo, no conseguimos expandir a programao financeira junto a setorial do MCTI.

    O oramento da AEB refere-se a Pesquisa e Desenvolvimento P&D, por conseguinte, os contratos ou convnios firmados detm essa caracterstica. Ento, embora haja um esforo para contratar e pagar no mesmo exerccio, isso no vem ocorrendo como determina a anualidade oramentria. Por tratar de P&D vrios eventos contratados no so entregues dentro do prazo, uma vez que os testes para o aceitamento depende de tempo para a sua concluso. Exemplo: o valor de R$ 19,0 milhes da PMM, liquidados em 2013, detm essa caracterstica, foi aceito em 2013, mas continua em teste junto ao consrcio. Assim, embora no seja o ideal para a execuo dessa despesa, no vislumbramos no curto prazo diminui-la ou no permitir que esta ultrapasse mais que um exerccio para o seu pagamento. No consta dos registros contbeis da UJ no SIAFI, nenhum RP sem que sua vigncia tenha sido prorrogada por decreto. A AEB sempre procurou no incio de cada exerccio priorizar o pagamento dos restos a pagar. No exerccio de 2013, o PNAE (CLA, IAE, CLBI, INPE e AEB) como um todo pagou 33,13% dos RPs inscritos em exerccios anteriores. A gesto da AEB trabalha na tentativa de reduzir o RP, mas conforme discorrido anteriormente, por tratar de P&D, sempre teremos eventos contratos no exerccio e, inevitavelmente, estendidos por mais de um exerccio.

  • 65

    4.4 Transferncias de recursos mediante convnio, contrato de repasse, termo de parceria, termo de cooperao, termo de compromisso ou outros acordos, ajustes ou instrumentos congneres.

    Incio Fim

    1 724487-SCV 03.018.444/0001-42 13.307.750,00 324.000,00 0,00 11.307.750,00 26/12/2009 26/11/2016 1

    1 749716-SCV 02.886.710/0001-96 7.301.695,19 0,00 0,00 7.301.695,19 08/12/2010 08/11/2013 1

    1 750893-SCV 51.619.104/0001-10 7.575.000,00 0,00 1.000.000,00 2.741.000,00 20/12/2010 31/10/2015 1

    1 762324-SCV 02.643.543/0001-52 5.266.000,02 86.000,00 0,00 5.266.000,02 26/12/2011 26/10/2014 1

    1 775553-SCV 18.720.938/0001-41 34.696.810,28 0,00 14.759.833,88 22.205.363,88 2711/2012 22/01/2015 1

    1 775573-SCV 18.720.938/0001-41 58.408.361,48 0,00 16.380.429,23 25.584.355,22 27/11/2012 31/10/2016 1

    1 775591-SCV 18.720.938/0001-41 10.326.131,36 0,00 0,00 10.326.131,36 27/11/2012 28/02/2014 1

    1 574724-SIAFI 51.619.104/0001-10 8.950.000,00 70.000,00 2.000.000,00 6.950.000,00 05/12/2006 31/12/2016 1

    1 574725-SIAFI 51.619.104/0001-10 5.150.000,00 70.000,00 1.500.000,00 4.150.000,00 05/12/2006 31/10/2016 1

    Quadro A.4.4.1 Caracterizao dos instrumentos de transferncias vigentes no exerccio de referncia

    No Exerccio

    Posio em 31.12.2013

    Unidade Concedente ou Contratante

    Nome: AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    CNPJ: 86.900.545/0001-10 UG/GESTO: 203001/20402

    Informaes sobre as Transferncias

    Acumulado at

    o ExerccioGlobal

    3 - Termo de Cooperao 3 - Inadimplncia Suspensa

    LEGENDA

    Modalidade

    N do

    instrumento Beneficirio

    Valores Pactuados Valores Repassados

    Vigncia

    Sit.

    Modalidade: Situao da Transferncia:

    1 - Convnio 1 - Adimplente

    2 - Contrato de Repasse 2 - Inadimplente

    Contrapartida

    Fonte: SIAFI e SICONV

    7 - Arquivado

    4 - Termo de Compromisso 4 - Concludo

    5 - Excludo

    6 - Rescindido

    Nome:

    CNPJ:

    UG/GESTO:

    2013 2012 2011 2013 2012 2011

    - 3 1 35.640.263,11 28.273.884,04 20.443.468,01

    0 3 1 35.640.263,11 28.273.884,04 20.443.468,01

    Quadro A.4.4.2 Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos trs ltimos exerccios

    Unidade Concedente ou Contratante

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    86.900.545/0001-10

    203001/20402

    Termo de Compromisso

    Totais

    Fonte: SIAFI e SICONV

    Modalidade

    Quantidade de Instrumentos

    Celebrados em Cada Exerccio

    Montantes Repassados em Cada Exerccio,

    Independentemente do ano de Celebrao do

    Instrumento (em R$ 1,00)

    Convnio

    Contrato de Repasse

    Termo de Cooperao

  • 66

    Quadro A.4.4.3 Resumo da prestao de contas sobre transferncias concedidas pela UJ na modalidade de convnio, termo de cooperao e de contratos de repasse.

    Valores em R$ 1,00

    Unidade Concedente Nome: AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA

    CNPJ: 86900545/0001-70 UG/GESTO: 203001/20402

    Exercc

    io da

    Presta

    o das

    Contas

    Quantitativos e Montante Repassados

    Instrumentos (Quantidade e Montante Repassado)

    Convnios Termo de

    Cooperao

    Contratos de

    Repasse

    2013

    Contas Prestadas Quantidade 01

    Montante Repassado 15.904.742,79

    Contas NO

    Prestadas

    Quantidade -0-

    Montante Repassado -

    2012

    Contas Prestadas Quantidade 03

    Montante Repassado 9.607.714,47

    Contas NO

    Prestadas

    Quantidade -0-

    Montante Repassado -

    2011

    Contas Prestadas Quantidade 09

    Montante Repassado 56.956.726,55

    Contas NO

    Prestadas

    Quantidade -0-

    Montante Repassado -

    Anterio

    res a

    2011

    Contas NO

    Prestadas

    Quantidade -0-

    Montante Repassado -

    Fonte: SIAFI e SICONV

  • 67

    Quadro A.4.4.4 Viso Geral da anlise das prestaes de contas de Convnios e Contratos de Repasse.

    Posio 31/12 em R$ 1,00

    Unidade Concedente ou Contratante

    Nome: AGNCIA ESPACIAL BRASISLEIRA

    CNPJ: 86.900.545/0001-70 UG/GESTO: 203001/20402

    Exerccio da

    Prestao das Contas

    Quantitativos e Montantes Repassados

    Instrumentos

    Convnios Contratos de

    Repasse

    2013

    Quantidade de Contas Prestadas 01

    Com Prazo de Anlise ainda no Vencido

    Contas Analisadas

    Quantidade Aprovada -

    Quantidade Reprovada -

    Quantidade de TCE -

    Montante Repassado (R$) 15.904.742,79

    Contas NO Analisadas

    Quantidade -0-

    Montante Repassado (R$) -

    Com Prazo de Anlise Vencido

    Contas Analisadas

    Quantidade Aprovada 01

    Quantidade Reprovada -

    Quantidade de TCE -

    Montante Repassado (R$) 15.904.742,79

    Contas NO Analisadas

    Quantidade -0--

    Montante Repassado (R$) -

    2012

    Quantidade de contas prestadas 03

    Contas Analisadas

    Quantidade Aprovada 03

    Quantidade Reprovada -

    Quantidade de TCE -

    Montante repassado 9.607.714,47

    Contas NO Analisadas

    Quantidade -0-

    Montante repassado (R$) -

    2011

    Quantidade de Contas Prestadas 09

    Contas analisadas

    Quantidade Aprovada 09

    Quantidade Reprovada -0-

    Quantidade de TCE -0-

    Montante Repassado 56.956.726,55

    Contas NO Analisadas

    Quantidade -0-

    Montante Repassado -

    Exerccio Anterior a 2011

    Contas NO Analisadas

    Quantidade -0-

    Montante Repassado -

    Fonte: SIAFI e SICONV

    Anlise Crtica

    As transferncias financeiras mediante convnios so instrumentos de gesto que esto a disposio dos gestores como alternativa para o cumprimento das polticas pblicas a cargo de cada rgo. A AEB utiliza esse instrumento com muita reserva, uma vez que muito trabalhoso o seu acompanhamento. A mdia de apenas 1,33 (um inteiro e trinta e trs) convnios firmados no ltimo trinio. No presente exerccio a AEB no firmou convnios. No houve novos convnios, porm, alguns convnios firmados pelo rgo foram aditivados tendo como justificativa a prorrogao do prazo de vigncia, alteraes de diversas clusulas conveniadas e de suplementao de valores. Esses aditivos tiveram como pressuposto o cumprimento do objeto pactuado. Quanto aos demais aspectos relativos s transferncias financeiras, informamos que:

  • 68

    No h convnio inadimplente no rgo;

    No houve oscilaes significativas na quantidade e no volume de convnios firmados, uma vez que no celebramos nenhum convnio no corrente exerccio;

    Uma vez que o volume de convnios baixo, as prestaes de contas esto dentro dos prazos regulamentares no decorrer dos ltimos exerccios;

    Em 2013 apenas um convnio apresentou sua prestao de contas final. Estamos cumprindo o que determina os normativos de regulamentam os convnios no que diz respeito prestao de contas. Embora o efetivo de pessoal seja baixo, estamos cumprindo com eficincia e eficcia todos os procedimentos requeridos;

    A AEB dispe de uma diviso para a formalizao e outra para a anlise de prestao de contas. Cada diviso tem 1 (um) funcionrio. Conforme informado anteriormente, o nmero de transferncias baixo. Ento, estamos conseguindo fiscalizar os convnios pelo SICONV e, tambm, realizamos a fiscalizao in loco. No entanto, caso tenhamos um aumento nessas transferncias, poderemos incorrer em dificuldades para acompanhar a execuo e as prestaes de contas. A AEB foi autorizada a realizar concurso pblico em 2014, visando mitigar a deficincia de pessoal; e

    As transferncias da AEB so muito especficas e, quando efetuados, buscam sempre um resultado objetivo da poltica pblica com a entrega de um produto. Nesse sentido, as descentralizaes tm como resultado o de cumprir com a meta fsica programada, dando um carter mais pragmtico ao programa de governo.

    4.5 Suprimento de fundos, contas bancrias tipo B e cartes de pagamento do governo federal

    Valores em R$ 1,00

    CPGF

    Total (R$)

    Quantidade (a) Valor Quantidade (b) Valor Quantidade (c) Valor (a+b+c)

    2013 6 3.681,49 3.681,49

    2012 2 5.136,46 5.136,46

    2011 3 5.845,17 5.845,17

    Saque Fatura

    Quadro A.4.5.1 Despesas Realizadas por meio da Conta Tipo B e por meio do Carto de Crdito

    Corporativo (Srie Histrica)

    Suprimento de Fundos

    Conta Tipo BExerccios

  • 69

    Valores em R$

    1,00

    Saque Fatura

    192.828.198-25 8.000,00 - 1.804,34 1.804,34

    223.443.811-04 8.000,00 - 1.877,15 1.877,15

    - 3.681,49 3.681,49

    - - -

    - 3.681,49 3.681,49 Total Utilizado pela UJ

    Total Utilizado pela UG

    Fonte: SIAFI

    Valor

    Total Utilizado pela UG

    Cdigo da UG 2 Limite de Utilizao da UG

    Total

    JOS CARLOS MARQUES VIANA

    Quadro A.4.5.3 - Despesa Com Carto de Crdito Corporativo por UG e por Portador

    ANDR DE ASSIS MACHADO

    Cdigo da UG 1 203001 Limite de Utilizao da UG R$ 40.000,00

    Portador CPFValor do Limite

    Individual

    Qtd. Valor Qtd. Valor Qtd. Valor Qtd. Valor Qtd. Valor Qtd. Valor

    PC no Apresentadas

    PC Aguardando Anlise

    PC em Anlise

    PC no Aprovadas

    PC Aprovadas 6 3.681,49 2 5.136,46 3 5.845,17

    2012

    Suprimento de Fundos

    Conta Tipo B CPGF

    Fonte: SIAFI

    Quadro A.4.5.4 - Prestaes de Contas de Suprimento de Fundos (Conta Tipo B e CPGF)

    2011

    Situao

    2013 2012 2011 2013

    Anlise Crtica A presente despesa pouco representativa dentro da execuo oramentria e financeira da UJ. No utilizamos a Conta Tipo B e no autorizamos saques por meio do Carto de Pagamento do Governo Federal. Os controles so exercidos pelos prprios supridos e pela Diviso de Contabilidade da AEB. A concesso e as prestaes de contas seguiram a legislao vigente. Os suprimentos concedidos foram para atender despesas midas de pronto pagamento. A utilizao dessa modalidade de despesa reduz o custo processual de pequenas compras, razo pela qual o gestor optou pela sua utilizao no exerccio de 2013.

  • 70

    5. GESTO DE PESSOAS, TERCEIRIZAO DE MO DE OBRA E CUSTOS RELACIONADOS 5.1 Estrutura de pessoal da unidade, contemplando as seguintes perspectivas:

    a) Demonstrao da fora de trabalho e dos afastamentos que refletem sobre ela:

    Autorizada Efetiva

    1. Servidores em Cargos Efetivos (1.1 + 1.2) 107 33 6 3

    1.1. Membros de poder e agentes polticos 0 0 0 0

    1.2. Servidores de Carreira (1.2.1+1.2.2+1.2.3+1.2.4) 107 33 6 3

    1.2.1. Servidores de carreira vinculada ao rgo 107 7 0 0

    1.2.2. Servidores de carreira em exerccio descentralizado 0 3 0 0

    1.2.3. Servidores de carreira em exerccio provisrio 0 0 0 0

    1.2.4. Servidores requisitados de outros rgos e esferas 0 23 6 3

    2. Servidores com Contratos Temporrios 0 0 0 0

    3. Servidores sem Vnculo com a Administrao Pblica 0 46 25 14

    4. Total de Servidores (1+2+3) 107 79 31 17

    Quadro A.5.1.1.1 Fora de Trabalho da UJ Situao apurada em 31/12

    Tipologias dos Cargos

    Lotao Ingressos no

    Exerccio

    Egressos no

    Exerccio

    Fonte: SIAPE

  • 71

    Tipologias dos afastamentos

    Quantidade de

    Pessoas na

    Situao em 31 de

    Dezembro

    1. Cedidos (1.1+1.2+1.3) 1

    1.1. Exerccio de Cargo em Comisso 0

    1.2. Exerccio de Funo de Confiana 1

    1.3. Outras Situaes Previstas em Leis Especficas (especificar as leis) 0

    2. Afastamentos (2.1+2.2+2.3+2.4) 0

    2.1. Para Exerccio de Mandato Eletivo 0

    2.2. Para Estudo ou Misso no Exterior 0

    2.3. Para Servio em Organismo Internacional 0

    2.4. Para Participao em Programa de Ps-Graduo Stricto Sensu no Pas 0

    3. Removidos (3.1+3.2+3.3+3.4+3.5) 0

    3.1. De Oficio, no Interesse da Administrao 0

    3.2. A Pedido, a Critrio da Administrao 0

    3.3. A pedido, independentemente do interesse da Administrao para acompanhar cnjuge/companheiro 0

    3.4. A Pedido, Independentemente do Interesse da Administrao por Motivo de sade 0

    3.5. A Pedido, Independentemente do Interesse da Administrao por Processo Seletivo 0

    4. Licena Remunerada (4.1+4.2) 0

    4.1. Doena em Pessoa da Famlia 0

    4.2. Capacitao 0

    5. Licena no Remunerada (5.1+5.2+5.3+5.4+5.5) 0

    5.1. Afastamento do Cnjuge ou Companheiro 0

    5.2. Servio Militar 0

    5.3. Atividade Poltica 0

    5.4. Interesses Particulares 0

    5.5. Mandato Classista 0

    6. Outras Situaes (Especificar o ato normativo) 0

    7. Total de Servidores Afastados em 31 de Dezembro (1+2+3+4+5+6) 1

    Quadro A.5.1.1.2 Situaes que reduzem a fora de trabalho da UJ

    Fonte:SIAPE

  • 72

    b) Qualificao da fora de trabalho de acordo com a estrutura de cargos, idade e nvel

    de escolaridade:

    Autorizada Efetiva

    1. Cargos em Comisso 78 73 29 17

    1.1. Cargos Natureza Especial 1 1 0 0

    1.2. Grupo Direo e Assessoramento Superior 0 72 29 17

    1.2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao rgo 0 4 0 0

    1.2.2. Servidores de Carreira em Exerccio Descentralizado 0 2 1 0

    1.2.3. Servidores de Outros rgos e Esferas 0 20 4 3

    1.2.4. Sem Vnculo 0 37 21 10

    1.2.5. Aposentados 0 9 3 4

    2. Funes Gratificadas 7 5 1 0

    2.1. Servidores de Carreira Vinculada ao rgo 0 2 0 0

    2.2. Servidores de Carreira em Exerccio Descentralizado 0 0 0 0

    2.3. Servidores de Outros rgos e Esferas 0 3 1 0

    3. Total de Servidores em Cargo e em Funo (1+2) 85 78 30 17

    Quadro A.5.1.2.1 Detalhamento da estrutura de cargos em comisso e funes gratificadas da UJ (Situao em 31 de

    dezembro)

    Tipologias dos Cargos em Comisso e das Funes Gratificadas

    Lotao Ingressos

    no

    Exerccio

    Egressos

    no

    Exerccio

    Fonte: Relatrios de controles de DAS e FGR

    At 30

    anos

    De 31 a 40

    anos

    De 41 a 50

    anos

    De 51 a 60

    anos

    Acima de

    60 anos

    1. Provimento de Cargo Efetivo 0 0 3 3 1

    1.1. Membros de Poder e Agentes Polticos 0 0 0 0 0

    1.2. Servidores de Carreira 0 0 3 3 1

    1.3. Servidores com Contratos Temporrios 0 0 0 0 0

    2. Provimento de Cargo em Comisso 6 10 22 24 10

    2.1. Cargos de Natureza Especial 0 0 0 0 1

    2.2. Grupo Direo e Assessoramento Superior 6 10 20 21 9

    2.3. Funes Gratificadas 0 0 2 3 0

    3. Totais (1+2) 6 10 25 27 11

    Quadro A.5.1.2.2 Quantidade de servidores da UJ por faixa etria Situao apurada em 31/12

    Tipologias do Cargo

    Quantidade de Servidores por Faixa Etria

    Fonte: Relatrio por idade.

  • 73

    1 2 3 4 5 6 7 8 9

    1. Provimento de Cargo Efetivo 0 0 0 0 7 24 1 5 5

    1.1. Membros de Poder e Agentes Polticos

    1.2. Servidores de Carreira 7 24 1 5 5

    1.3. Servidores com Contratos Temporrios

    2. Provimento de Cargo em Comisso 0 0 0 0 11 19 0 0 1

    2.1. Cargos de Natureza Especial 1

    2.2. Grupo Direo e Assessoramento Superior 11 19

    2.3. Funes Gratificadas

    3. Totais (1+2) 0 0 0 0 18 43 1 5 6

    Fonte: CRH/DPOA/AEB

    Quadro A.5.1.2.3 Quantidade de servidores da UJ por nvel de escolaridade - Situao apurada em 31/12

    Tipologias do Cargo

    Quantidade de Pessoas por Nvel de Escolaridade

    LEGENDA

    Nvel de Escolaridade

    1 - Analfabeto; 2 - Alfabetizado sem cursos regulares; 3 - Primeiro grau incompleto; 4 - Primeiro grau; 5 - Segundo grau ou tcnico; 6 -

    Superior; 7 - Aperfeioamento / Especializao / Ps-Graduao; 8 Mestrado; 9 Doutorado/Ps Doutorado/PhD/Livre Docncia; 10 -

    No Classificada.

    c) Custos associados manuteno dos recursos humanos:

    R e tribui e s

    Gra t if ic a e s A dic io na is Inde niza e s

    B e ne f c io s

    A s s is te nc ia is e

    P re v ide nc i rio s

    D e m a is

    D e s pe s a s

    Va ri v e is

    2 0 13 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2 0 12 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2 0 11 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2 0 13 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2 0 12 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2 0 11 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2 0 13 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2 0 12 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2 0 11 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2 0 13 7.255,65 0,00 8.607,62 519,21 779,14 783,42 0,00 0,00 0,00 17.945,04

    2 0 12 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

    2 0 11 13.511,64 0,00 0,00 0,00 3.274,84 0,00 0,00 0,00 0,00 16.786,48

    2 0 13 0,00 147.775,44 12.314,62 0,00 4.104,87 0,00 0,00 0,00 0,00 164.194,93

    2 0 12 0,00 110.430,34 7.621,25 0,00 2.432,00 0,00 0,00 0,00 0,00 120.483,59

    2 0 11 0,00 127.884,60 0,00 0,00 3.344,00 0,00 0,00 0,00 0,00 131.228,60

    2 0 13 178.656,99 2.160.802,03 430.154,75 16.172,83 602.459,74 40.200,23 96.472,55 0,00 0,00 3.524.919,12

    2 0 12 221.611,08 2.148.684,92 323.643,35 85.102,92 656.556,23 46.410,78 81.251,11 0,00 0,00 3.563.260,39

    2 0 11 278.759,40 2.265.997,08 0,00 0,00 465.504,70 2.339,64 0,00 0,00 0,00 3.012.600,82

    2 0 13 0,00 30.438,55 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 30.438,55

    2 0 12 0,00 30.635,48 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 30.635,48

    2 0 11 0,00 32.838,78 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 32.838,78

    Quadro A.5.1.3 - Quadro de custos de pessoal no exerccio de referncia e nos dois anteriores

    Tip o lo g ias / Exe rc c io s

    V e nc ime nt o s e

    V ant ag e ns

    F ixas

    D e s p e s as V arive is

    D e s p e s as d e

    Exe rc c io s

    A nt e rio re s

    D e c is e s

    Jud ic ia is To t a l

    M e m bro s de P o de r e A g e nte s P o l t ic o s

    Exe rc c io s

    S e rv ido re s de C a rre ira que n o Oc upa m C a rg o de P ro v im e nto e m C o m is s o

    Exe rc c io s

    S e rv ido re s c o m C o ntra to s Te m po r rio s

    Exe rc c io s

    S e rv ido re s Oc upa nte s de F un e s Gra t if ic a da s

    Exe rc c io s

    Fonte: SIAPE

    S e rv ido re s C e dido s c o m nus o u e m Lic e n a

    Exe rc c io s

    S e rv ido re s Oc upa nte s de C a rg o s de N a ture za Es pe c ia l

    Exe rc c io s

    S e rv ido re s Oc upa nte s de C a rg o s do Grupo D ire o e A s s e s s o ra m e nto S upe rio r

    Exe rc c io s

  • 74

    d) Composio do quadro de servidores inativos e pensionistas:

    De Servidores

    Aposentados at 31/12

    De Aposentadorias

    Iniciadas no Exerccio

    de Referncia

    1. Integral 2 1

    1.1 Voluntria 1 1

    1.2 Compulsria 0 0

    1.3 Invalidez Permanente 1 0

    1.4 Outras 0 0

    2. Proporcional 0 0

    2.1 Voluntria 0 0

    2.2 Compulsria 0 0

    2.3 Invalidez Permanente 0 0

    2.4 Outras 0 0

    3. Totais (1+2) 2 1

    Quadro A.5.1.4.1 - Composio do Quadro de Servidores Inativos - Situao apurada em 31 de

    dezembro

    Regime de Proventos / Regime de

    Aposentadoria

    Quantidade

    Fonte: PROCESSO DE APOSENTADORIA

    Acumulada at

    31/12

    Iniciada no

    Exerccio de

    Referncia

    1. Aposentado 1 0

    1.1. Integral 1 0

    1.2. Proporcional 0 0

    2. Em Atividade 0 0

    3. Total (1+2) 1 0

    Quadro A.5.1.4.2 - Instituidores de Penso - Situao apurada em 31/12

    Regime de Proventos do Servidor Instituidor

    Quantidade de Beneficirios de

    Penso

    Fonte: CRH/DPOA/AEB

  • 75

    e) Demonstrao do cadastramento, no Sistema de Apreciao e Registro dos Atos de

    Admisso e Concesses (Sisac), das informaes pertinentes aos atos de admisso e

    concesso de aposentadoria, reforma e penso ocorridos no exerccio, bem como da

    disponibilizao das informaes para o respectivo rgo de controle interno, nos

    termos da Instruo Normativa TCU n 55/2007:

    2013 2012 2013 2012

    Admisso 0 0 0 0

    Concesso de aposentadoria 0 0 1 0

    Concesso de penso civil 0 0 0 0

    Concesso de penso especial a ex-combatente 0 0 0 0

    Concesso de reforma 0 0 0 0

    Concesso de penso militar 0 0 0 0

    Alterao do fundamento legal de ato concessrio 0 0 0 0

    Totais 0 0 1 0

    Fonte: CRH/DPOA/AEB

    Tipos de Atos

    Quantidade de atos sujeitos

    ao registro no TCU

    Quantidade de atos

    cadastrados no SISAC

    Exerccios Exerccios

    Quadro A.5.1.5.1 Atos Sujeitos ao Registro do TCU (Art. 3 da IN TCU 55/2007)

    Admisso 0 0 0 0

    Concesso de aposentadoria 0 0 0 1

    Concesso de penso civil 0 0 0 0

    Concesso de penso especial a ex-combatente 0 0 0 0

    Concesso de reforma 0 0 0 0

    Concesso de penso militar 0 0 0 0

    Alterao do fundamento legal de ato concessrio 0 0 0 0

    Total 0 0 0 1

    Desligamento 0 0 0 0

    Cancelamento de concesso 0 0 0 0

    Cancelamento de desligamento 0 0 0 0

    Total 0 0 0 0

    Fonte: CRH/DPOA/AEB

    Quadro A.5.1.5.3 Regularidade do cadastro dos atos no Sisac

    Atos Sujeitos ao Registro pelo TCU (Art. 3 da IN TCU 55/2007)

    Atos Sujeitos Comunicao ao TCU (Art. 3 da IN TCU 55/2007)

    Tipos de Atos

    Quantidade de atos de acordo com o prazo decorrido entre o fato

    caracterizador do ato e o cadastro no SISAC

    Exerccio de 2013

    At 30 dias De 31 a 60 dias De 61 a 90 dias Mais de 90 dias

  • 76

    f) Aes adotadas para identificar eventual acumulao remunerada de cargos, funes e

    empregos pblicos vedada pelo art. 37, incisos XVI e XVII, da Constituio Federal (nas

    redaes dadas pelas Emendas Constitucionais nos 19/98 e 34/2001):

    O quadro atual de pessoal efetivo da AEB formado por 8 (oito) servidores do Plano Geral de Cargos do Poder Executivo PGPE. Esses servidores no esto enquadrados na vedao do art. 37, incisos XVI e XVII da Constituio Cidad. Os demais servidores que compem a fora de trabalho do rgo so requisitados de outros rgos e, caso estejam enquadrados na vedao, so de responsabilidade dos seus rgos de origem.

    a) No h funcionrios enquadrados na vedao. Portanto, no dispomos de controle interno para detectar a referida vedao;

    b) No h em virtude da resposta da letra a;

    c) No h em virtude da resposta da letra a;

    d) No h em virtude da resposta da letra a.

    g) Providncias adotadas nos casos identificados de acumulao remunerada de cargos,

    funes e empregos pblicos, nos termos do art. 133 da Lei n 8.112/93:

    Conforme discorrido na letra f no houve acumulao de cargos, funes e empregos

    pblicos dos servidores ocupantes de cargo efetivo. Portanto, no houve providncias a serem

    adotadas.

    h) Indicadores gerenciais sobre recursos humanos:

    A AEB no dispe de indicadores de recursos humanos e no h previso para a sua

    implantao, considerando que no h massa crtica efetiva para criar, mensurar e acompanhar tais indicadores.

  • 77

    5.2 Terceirizao de mo de obra e contratao de estagirios

    Incio Fim P C P C P C

    2008 Copeiragem E 09/2008 07.743.897/0001-92 28/12/2013 27/01/2014 X X E

    2010 Transporte O 01/2010 08.338.786/0001-63 05/02/2014 04/02/2015 prev X P

    2012 Apoio Adm. O 11/2012 02.931.592/0001-64 12/01/2012 30/04/2013 X X X X A

    2013 Apoio Adm. O 16/2013 07.544.068/0001-80 02/05/2013 31/08/2013 X X X X A

    2013 Apoio Adm. E 21/2013 18.556.791/0001-04 02/12/2013 01/03/2014 X X X X E

    11. Apoio Administrativo Menores Aprendizes

    12. Outras

    Fonte: CRL/DPO A/AEB

    Empresa Contratada

    (CNPJ)

    Natureza: (O) Ordinria; (E) Emergencial.

    Nvel de Escolaridade: (F) Ensino Fundamental; (M) Ensino Mdio; (S) Ensino

    Superior.Situao do Contrato: (A) Ativo Normal; (P) Ativo Prorrogado; (E) Encerrado.

    8. Manuteno de bens mvies

    9. Manuteno de bens imveis

    10. Brigadistas

    5. Recepo;

    6. Reprografia;

    7. Telecomunicaes;

    2. Transportes;

    3. Informtica;

    4. Copeiragem;

    Quantidade de trabalhadores: (P) Prevista no contrato; (C) Efetivamente contratada.

    Sit.

    LEGENDA

    rea:

    1. Segurana;

    F M S

    Observaes:

    Ano do

    Contratorea Natureza

    Identificao do

    Contrato

    Perodo Contratual de

    Execuo das

    Atividades Contratadas

    Nvel de Escolaridade Exigido dos Trabalhadores

    Contratados

    Quadro A.5.2.4 - Contratos de prestao de servios com locao de mo de obra

    Unidade Contratante

    Nome: AGNCIA ESPACIAL BEASUILEIRA

    UG/Gesto: 203001/20402 CNPJ: 86.900.545/0001-70

    Informaes sobre os Contratos

    Anlise crtica A AEB encontra-se instalada num complexo administrativo com vrios rgos pblicos (ANA, CENSIPAN, MCTI, CEF, BB e MD). Atualmente a Agncia Nacional de guas ANA a responsvel pelo complexo administrativo do Setor Policial Sul SPO. Em virtude dessa responsabilidade o contrato de vigilncia, limpeza e higiene esto sob sua responsabilidade. A AEB faz o ressarcimento do rateio acordado em um termo de cooperao. Portanto, no gerenciamos o contrato e, por conseguinte, tambm no dispomos de informaes que possam contribuir para a anlise do TCU. Os contratos administrados pela AEB e informados no Quadro A.5.2.4 esto de acordo com as necessidades do rgo. Os contratos de copeiras e de transportes no tiveram problemas de cunho trabalhista durante o exerccio. No entanto, os problemas foram nos contratos de Apoio Administrativo. No exerccio de 2013 foram trs empresas: ADMinas, ADService e Talenty. As duas primeiras interromperam a prestao de servio alegando dificuldades financeiras. A terceira foi contratada emergencialmente para cobrir a deficincia deixada pelas antecessoras. A AEB cumpriu as orientaes emanadas dos rgos trabalhistas e de controle e reteve das empresas contratadas, a parcela indenizatria das verbas trabalhistas. No houve no exerccio de 2013 nenhuma perda dos direitos trabalhistas dos trabalhadores terceirizados que prestaram servios na AEB.

  • 78

    Despesa no exerccio

    1 Trimestre 2 Trimestre 3 Trimestre 4 Trimestre (em R$ 1,00)

    1. Nvel superior 17 21 15 17 38.480,00

    1.1 rea Fim 4 4 4 5 10.920,00

    1.2 rea Meio 13 17 11 12 27.560,00

    2. Nvel Mdio 4 3 5 5 4.930,00

    2.1 rea Fim 4 3 5 5 4.930,00

    2.2 rea Meio 0 0 0 0 -

    3. Total (1+2) 21 24 20 22 43.410,00

    Quadro A.5.2.6 - Composio do Quadro de Estagirios

    Nvel de escolaridadeQuantitativo de contratos de estgio vigentes

    Fonte: SIAPE

  • 79

    6 GESTO DO PATRIMNIO MOBILIRIO E IMOBILIRIO 6.1 Gesto da frota de veculos prprios e locados de terceiros

    6.1.1 Frota de Veculos Automotores de Propriedade da Unidade Jurisdicionada

    A Unidade Jurisdicionada no dispe de frota prpria de veculos automotores sob sua

    responsabilidade. 6.1.2 Frota de Veculos Automotores a Servio da UJ, mas contratada de terceiros:

    a) Foram realizados estudos tcnicos no que tange a pesquisas de mercado, bem como junto a outros rgos da Administrao Pblica Federal, para fins de viabilizao da opo pela terceirizao de frota e dos servios de transporte.

    b) Nome da empresa: Baro Tur Transportes e Turismo Ltda. - ME e inscrio no Cadastro

    Nacional de Pessoa Jurdica CNPJ: 08.338.786/0001-63. c) Tipo de Licitao: Prego Eletrnico n 011/2009; n do contrato assinado: 01/2010;

    vigncia do contrato: 05/02/2013 24/01/2014; valor contratado e valores pagos desde a contratao at o exerccio de referncia do Relatrio de Gesto:

    ANO VALOR CONTRATADO VALOR PAGO

    2010 650.688,00 190.415,56

    2011 770.618,40 368.055,16

    2012 841.618,40 441.904,66

    2013 999.276,00 432.640,17

    TOTAL 3.262.200,80 1.433.015,55

    d) A legislao que regula a forma de utilizao a instruo normativa MPOG n 02 e

    03/2008.

    e) A importncia deve-se ao fato da necessidade da locomoo para o desenvolvimento das atividades institucionais do rgo. O impacto da frota de veculos terceirizados sobre as atividades cotidianas so positivos, pois os servios atendem ao Presidente, aos Diretores, e demais servidores que precisam de veculo para desenvolver suas atividades dirias.

    f) Referente a Quantidade de veculos existentes, discriminados por grupos, segundo a

    classificao que lhes seja dada pela UJ:

    Veculos existentes em tempo integral: 02 Automveis de passeio 1.0 02 Automveis executivos 01 Motocicleta

  • 80

    Veculos destinados a locao eventual: Automvel executivo no utilizado no exerccio Automvel de passeio no utilizado no exerccio Micro-nibus no utilizado no exerccio nibus 134 km Caminho 163 km

    g) Mdia anual de quilmetros rodados, por grupo de veculos, segundo a classificao referida no atendimento da letra f supra.

    Veculos existentes em tempo integral: 02 Automveis de passeio 1.0 29.773 km 02 Automveis executivos 62.443 km 01 Motocicleta 18.167 km Obs.: os valores informados em 2012 foram mdias mensais. Ento, os valores informados devero ser multiplicados por 12. Veculos destinados a locao eventual: Automvel executivo no utilizado no exerccio Automvel de passeio no utilizado no exerccio Micro-nibus no utilizado no exerccio nibus 381 km Caminho 141 km

    h) Quanto a Idade mdia anual, por grupo de veculos, vejamos:

    Veculo de passeio e executivo: 02 anos e com, no mximo, 40.000 km rodados Motocicleta: 02 anos

    i) No h custos associados manuteno da frota. j) Para a gesto dos servios a UJ tem um servidor designado em Portaria para fiscalizar,

    liberar e controlar a quilometragem, as requisies de transporte e as sadas dos veculos.

  • 81

    6.2 Gesto do patrimnio imobilirio da Unio que esteja sob a responsabilidade da

    unidade

    EXERCCIO 2013 EXERCCIO 2012

    Distrito Federal 2 2

    Distrito Federal 2 2

    UF n 0 0

    municpio 1

    2 2

    PAS 1 0 0

    cidade n

    0 0

    2 2Total (Brasil + Exterior)

    Fonte: CRL/DPOA/AEB

    Quadro A.6.2.1 Distribuio Espacial dos Bens Imveis de Uso Especial de Propriedade da Unio

    LOCALIZAO GEOGRFICA

    QUANTIDADE DE IMVEIS DE

    PROPRIEDADE DA UNIO DE

    RESPONSABILIDADE DA UJ

    BRASIL

    Subtotal Brasil

    EXTERIOR

    Subtotal Exterior

    Valor

    Histrico

    Data da

    Avaliao

    Valor

    Reavaliado Com Reformas

    Com

    Manuteno

    203001 No temos 10 bom No temos No temos No temos 123.433,18

    - 123.433,18 Total

    Fonte: CRL/DPOA/AEB

    Quadro A.6.2.2 Discriminao dos Bens Imveis de Propriedade da Unio sob responsabilidade da UJ, exceto Imvel Funcional

    UG RIP Regime

    Estado de

    Conservao

    Valor do Imvel Despesa no Exerccio

    Anlise Crtica A AEB no dispe de nenhum patrimnio imobilirio registrado em seu balancete e tambm no dispe de nenhum patrimnio da Unio pendente de regularizao. Conforme informado no relatrio de 2012 e, ainda, no Quadro A.6.2.1, a AEB ocupa dois imveis que esto sob o patrimnio do MCTI. Os blocos A e Q do Complexo Administrativo do Setor Policial Sul SPO. Os imveis disponibilizados necessitam de uma reforma urgente. As reformas ainda no foram realizadas em virtude das limitaes oramentrias impostas pelo governo federal. Outro fator importante diz respeito ao atual espao fsico. Esse espao encontra-se no seu limite e dever acarretar problemas nos exerccios futuros, considerando que a AEB foi autorizada a realizar concurso pblico para preencher 66 (sessenta e seis) vagas ainda em 2014. A Administrao da AEB est ciente do problema e est realizando gestes junto ao MCTI para resolver o problema do espao fsico. Conforme salientado no relatrio de 2012, a Administrao poder tentar conseguir mais espao junto ao MCTI ou partir para a aquisio de um terreno e construir uma sede que atenda aos interesses institucionais da Autarquia.

    A AEB no tem imvel em seu nome, mas cedeu para a Caixa Econmica Federal CEF, 93,84 m2 do imvel localizado no Bloco Q, para abrigar um posto bancrio. A CEF paga 2% (dois por cento) do rateio do condomnio que seria da parte da AEB e atualmente recolhido diretamente para a Agncia Nacional de guas ANA, que a atual administradora do complexo

  • 82

    administrativo. A cesso foi por contrato a preos de mercado. A AEB j solicitou a devoluo do imvel devido ao problema de espao fsico. 6.3 Distribuio Espacial dos Bens Imveis Locados de Terceiros A AEB no dispe de imveis locados de terceiros.

  • 83

    7 GESTO DA TECNOLOGIA DA INFORMAO E GESTO DO CONHECIMENTO 7.1 Gesto da tecnologia da informao

    monitora os indicadores e metas presentes no plano estratgico institucional.

    x

    x aprovou e publicou a definio e distribuio de papis e responsabilidades nas decises mais relevantes quanto gesto e

    ao uso corporativos de TI.

    aprovou e publicou as diretrizes para a formulao sistemtica de planos para gesto e uso corporativos de TI, com foco na

    obteno de resultados de negcio institucional.

    aprovou e publicou as diretrizes para gesto dos riscos aos quais o negcio est exposto.

    x aprovou e publicou as diretrizes para gesto da segurana da informao corporativa.

    aprovou e publicou as diretrizes de avaliao do desempenho dos servios de TI junto s unidades usurias em termos de

    resultado de negcio institucional.

    x aprovou e publicou as diretrizes para avaliao da conformidade da gesto e do uso de TI aos requisitos legais, regulatrios,

    contratuais, e s diretrizes e polticas externas instituio.

    x

    x

    x

    x

    x

    x

    Auditoria de dados.

    Outra(s). Qual(is)? _____________________________________________________________________________

    No foi realizada auditoria de TI de iniciativa da prpria instituio em 2012.

    Nenhuma das opes anteriores descreve a situao desta instituio.

    3. Entre os temas relacionados a seguir, assinale aquele(s) em que foi realizada auditoria formal em 2012, por iniciativa da

    prpria instituio:Auditoria de governana de TI.

    Auditoria de sistemas de informao.

    Auditoria de segurana da informao.

    Auditoria de contratos de TI.

    Estabeleceu os mecanismos de controle do cumprimento das metas de gesto e de uso corporativos de TI.

    Estabeleceu os mecanismos de gesto dos riscos relacionados aos objetivos de gesto e de uso corporativos de TI.

    Aprovou, para 2012, plano de auditoria(s) interna(s) para avaliar os riscos considerados crticos para o negcio e a eficcia dos

    respectivos controles.Os indicadores e metas de TI so monitorados.

    x Acompanha os indicadores de resultado estratgicos dos principais sistemas de informao e toma decises a

    respeito quando as metas de resultado no so atingidas.

    Designou representantes de todas as reas relevantes para o negcio institucional para compor o Comit de TI.

    Monitora regularmente o funcionamento do Comit de TI.

    2. Em relao ao desempenho institucional da gesto e de uso corporativos de TI, a Alta Administrao da instituio:

    Estabeleceu objetivos de gesto e de uso corporativos de TI.

    Estabeleceu indicadores de desempenho para cada objetivo de gesto e de uso corporativos de TI.

    Estabeleceu metas de desempenho da gesto e do uso corporativos de TI, para 2012.

    Quadro A.7.1 Gesto Da Tecnologia Da Informao Da Unidade Jurisdicionada

    Quesitos a serem avaliados

    1. Em relao estrutura de governana corporativa e de TI, a Alta Administrao da Instituio:

    Aprovou e publicou plano estratgico institucional, que est em vigor.

    Responsabiliza-se pela avaliao e pelo estabelecimento das polticas de governana, gesto e uso corporativos de TI.

    Designou formalmente um comit de TI para auxili-la nas decises relativas gesto e ao uso corporativos de TI.

  • 84

    x

    x

    x

    x

    x

    x

    x

    x

    x

    x

    x

    x

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    x

    x

    x

    A instituio j a publicou, mas no incluiu servios mediados por TI (e-Gov).

    A instituio j a publicou e incluiu servios mediados por TI (e-Gov).

    Registre abaixo seus comentrios acerca da presente pesquisa, incluindo crticas s questes, alerta para situaes especiais no

    contempladas etc. Tais comentrios permitiro anlise mais adequada dos dados encaminhados e melhorias para o prximo questionrio.

    (1) nunca: significa que a afirmativa integralmente NO aplicada ao contexto da UJ.

    (2) s vezes: significa que a afirmativa vez ou outra aplicada ao contexto da UJ.

    (3) usualmente: significa que a afirmativa aplicada ao contexto da UJ com frequncia.

    (4) sempre: significa que a afirmativa integralmente aplicada ao contexto da UJ.

    Escala de valores correspondente ao item 7.

    9. Dos servios que a UJ disponibiliza ao cidado, qual o percentual provido tambm por e-Gov?

    Entre 1 e 40%.

    Entre 41 e 60%.

    Acima de 60%.

    No oferece servios de governo eletrnico (e-Gov).

    Comentrios

    ( 4 ) no caso de desenvolvimento de sistemas contratados, h processo de software definido que d suporte aos termos contratuais

    (protocolo e artefatos).8. Em relao Carta de Servios ao Cidado (Decreto 6.932/2009): (assinale apenas uma das opes abaixo)

    O Decreto no aplicvel a esta instituio e a Carta de Servios ao Cidado no ser publicada.

    Embora o Decreto no seja aplicvel a esta instituio, a Carta de Servios ao Cidado ser publicada.

    A instituio a publicar em 2013, sem incluir servios mediados por TI (e-Gov).

    A instituio a publicar em 2013 e incluir servios mediados por TI (e-Gov).

    7. Em relao s contrataes de servios de TI: utilize a seguinte escala: (1) nunca (2) s vezes (3) usualmente (4) sempre

    ( 4 ) so feitos estudos tcnicos preliminares para avaliar a viabilidade da contratao.

    ( 4 ) nos autos so explicitadas as necessidades de negcio que se pretende atender com a contratao.

    ( 4 ) so adotadas mtricas objetivas para mensurao de resultados do contrato.

    ( 4 ) os pagamentos so feitos em funo da mensurao objetiva dos resultados entregues e aceitos.

    ( 4 ) no caso de desenvolvimento de sistemas contratados, os artefatos recebidos so avaliados conforme padres estabelecidos em

    contrato.

    H pelo menos um gestor, nas principais reas de negcio, formalmente designado para cada sistema de informao que d suporte

    ao respectivo processo de negcio.6. Em relao gesto da segurana da informao, a instituio implementou formalmente (aprovou e publicou) os seguintes

    processos corporativos:Inventrio dos ativos de informao (dados, hardware , software e instalaes).

    Classificao da informao para o negcio, nos termos da Lei 12.527/2011 (p.ex. divulgao ostensiva ou classificao sigilosa).

    Anlise dos riscos aos quais a informao crtica para o negcio est submetida, considerando os objetivos de disponibilidade,

    integridade, confidencialidade e autenticidade.Gesto dos incidentes de segurana da informao.

    O PDTI vincula as aes de TI a indicadores e metas de servios ao cidado.

    O PDTI relaciona as aes de TI priorizadas e as vincula ao oramento de TI.

    O PDTI publicado na internet para livre acesso dos cidados. Se sim, informe a URL completa do PDTI:

    _______________________________________________________________________________5. Em relao gesto de informao e conhecimento para o negcio:

    Os principais processos de negcio da instituio foram identificados e mapeados.

    H sistemas de informao que do suporte aos principais processos de negcio da instituio.

    A elaborao do PDTI conta com a participao das reas de negcio.

    A elaborao do PDTI inclui a avaliao dos resultados de PDTIs anteriores.

    O PDTI elaborado com apoio do Comit de TI.

    O PDTI desdobra diretrizes estabelecida(s) em plano(s) estratgico(s) (p.ex. PEI, PETI etc.).

    O PDTI formalizado e publicado pelo dirigente mximo da instituio.

    O PDTI vincula as aes (atividades e projetos) de TI a indicadores e metas de negcio.

    4. Em relao ao PDTI (Plano Diretor de Tecnologia da Informao e Comunicao) ou instrumento congnere:

    A instituio no aprovou e nem publicou PDTI interna ou externamente.

    A instituio aprovou e publicou PDTI interna ou externamente.

    Quadro A.7.1 Gesto Da Tecnologia Da Informao Da Unidade Jurisdicionada - continuao

  • 85

    Anlise crtica

    Historicamente, a rea de TI da AEB vem se caracterizando como de suporte operacional. Nos ltimos anos, porm, demandas em nvel de alinhamento estratgico tm surgido, sem contudo convergir para as necessrias mudanas estruturais exigidas. Isso contraria todas as recomendaes para instituies modernas. Inclusive, no mbito do prprio governo federal, cujas diretrizes apontam para uma rea de TI estratgica com correspondncia na estrutura organizacional, este assunto vem sendo muito debatido em todos os fruns e eventos promovidos pelo SISP, com amparo de recomendaes explcitas da CGU. Mesmo considerando-se apenas as unidades do MCTI, a AEB se destaca negativamente neste aspecto. Assim, sob o ponto de vista da gesto de TI, faz-se necessria a criao de uma Coordenao de Tecnologia da Informao, com as seguintes Divises: Diviso de Desenvolvimento de Sistemas; Diviso de Bancos de Dados; Diviso de Infraestrutura e Redes; Diviso de Suporte e Atendimento ao Usurio.

  • 86

    8 GESTO DO USO DOS RECURSOS RENOVVEIS E SUSTENTABILIDADE ambiental 8.1 Adoo de critrios de sustentabilidade ambiental na aquisio de bens e na contratao de servios ou obras.

    Aspectos sobre a gesto ambiental

    Licitaes Sustentveis 1 2 3 4 5

    1. A UJ tem includo critrios de sustentabilidade ambiental em suas licitaes que levem em

    considerao os processos de extrao ou fabricao, utilizao e descarte dos produtos e

    matrias primas.

    x

    Se houver concordncia com a afirmao acima, quais critrios de sustentabilidade

    ambiental foram aplicados?

    2. Em uma anlise das aquisies dos ltimos cinco anos, os produtos atualmente

    adquiridos pela unidade so produzidos com menor consumo de matria-prima e maior

    quantidade de contedo reciclvel.

    x

    3. A aquisio de produtos pela unidade feita dando-se preferncia queles fabricados por

    fonte no poluidora bem como por materiais que no prejudicam a natureza (ex. produtos de

    limpeza biodegradveis).

    x

    4. Nos procedimentos licitatrios realizados pela unidade, tem sido considerada a existncia

    de certificao ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO), como

    critrio avaliativo ou mesmo condio na aquisio de produtos e servios.

    x

    Se houver concordncia com a afirmao acima, qual certificao ambiental tem sido

    considerada nesses procedimentos?

    5. No ltimo exerccio, a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor

    consumo de energia e/ou gua (ex: torneiras automticas, lmpadas econmicas).x

    Se houver concordncia com a afirmao acima, qual o impacto da aquisio desses

    produtos sobre o consumo de gua e energia?

    6. No ltimo exerccio, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado).

    Se houver concordncia com a afirmao acima, quais foram os produtos adquiridos?

    7. No ltimo exerccio, a instituio adquiriu veculos automotores mais eficientes e menos

    poluentes ou que utilizam combustveis alternativos.x

    Se houver concordncia com a afirmao acima, este critrio especfico utilizado foi

    includo no procedimento licitatrio?

    8. Existe uma preferncia pela aquisio de bens/produtos passveis de reutilizao,

    reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga).x

    Se houver concordncia com a afirmao acima, como essa preferncia tem sido

    manifestada nos procedimentos licitatrios?

    9. Para a aquisio de bens e produtos so levados em conta os aspectos de durabilidade e

    qualidade de tais bens e produtos.x

    10. Os projetos bsicos ou executivos, na contratao de obras e servios de engenharia,

    possuem exigncias que levem economia da manuteno e operacionalizao da edificao,

    reduo do consumo de energia e gua e utilizao de tecnologias e materiais que

    reduzam o impacto ambiental.

    x

    11. Na unidade ocorre separao dos resduos reciclveis descartados, bem como sua

    destinao, como referido no Decreto n 5.940/2006.x

    Quadro A.8.1 - Gesto Ambiental e Licitaes Sustentveis

    Sim ( ) No ( x )

    Avaliao

    x

  • 87

    12. Nos ltimos exerccios, a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a diminuir

    o consumo de gua e energia eltrica.x

    Se houver concordncia com a afirmao acima, como se procedeu a essa campanha

    (palestras, folders, comunicaes oficiais, etc.)?

    13. Nos ltimos exerccios, a UJ promoveu campanhas de conscientizao da necessidade de

    proteo do meio ambiente e preservao de recursos naturais voltadas para os seus

    servidores.

    x

    Se houver concordncia com a afirmao acima, como se procedeu a essa campanha

    (palestras, folders, comunicaes oficiais, etc.)?

    Banner, intranet e

    campanhas setoriais

    Divulgao por de e-mail e

    intranet.

    LEGENDA

    Consideraes Gerais:

    Quadro A.8.1 - Gesto Ambiental e Licitaes Sustentveis - continuao

    (5) Totalmente vlida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa integralmente aplicado no contexto da UJ.

    (4) Parcialmente vlida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa parcialmente aplicado no contexto da UJ, porm, em sua

    maioria.

    (3) Neutra: Significa que no h como afirmar a proporo de aplicao do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ.

    (2) Parcialmente invlida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa parcialmente aplicado no contexto da UJ, porm, em sua

    minoria.

    (1) Totalmente invlida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa integralmente no aplicado no contexto da UJ.

    Nveis de Avaliao:

    8.2 Poltica de separao de resduos reciclveis descartados. A UJ continua com o programa da Coleta Seletiva Solidria, na forma do Decreto n 5.940/06 e da Portaria AEB n 57, de 14.5.2010. A AEB continua fazendo a sua parte adotando os critrios sugeridos pelo programa, mas o resultado ser coletivo, considerando a efetiva participao de todos os condminos no processo de uso mais consciente dos recursos naturais. 8.3 Medidas para reduo de consumo prprio de papel, energia eltrica e gua

    Ano de Adeso

    2010

    2012

    2013 2012 2011 2013 2012 2011

    Papel 767 Resmas 958 Resmas 1.025 Resmas R$ 7.148,44 R$ 7.491,56 R$ 8.015,50

    gua N/C N/C N/C R$ 98.595,69 R$ 84.817,84 R$ 10.748,08

    Energia Eltrica N/C N/C N/C R$ 128.438,85 R$ 120.853,64 R$ 121.719,35

    Total R$ 234.182,98 R$ 213.163,04 R$ 140.482,93

    Quadro A.8.2 Consumo de Papel, Energia Eltrica e gua

    Esplanada SustentvelUma reduo com os gastos com o servio de

    transporte de R$ 50.049,72 .

    Nome do Programa Resultados

    Coleta Seletiva Solitria

    Fonte: Diviso de Compras e Servios Gerais e Diviso de Material e Patrimnio/CRL/DPOA/AEB

    Adeso a Programas de Sustentabilidade

    Recurso

    Consumido

    Quantidade Valor

    Exerccios

  • 88

    Para o exerccio de 2013 o MCTI aderiu ao Programa Esplanada Sustentvel PES. Esse programa foi implantado pelo Ministrio do Meio Ambiente MMA e no foi impositivo. A forma de participao foi por adeso, tendo como meta uma reduo anual de +/- 10% do consumo de papel, toner, fotocpia, energia eltrica, gua, vigilncia, conservao, combustvel e etc.

    A adeso ao PES estabeleceu a meta para a AEB. O compromisso assumido pela autarquia foi com os servios de transporte, telefonia, gua e energia eltrica. Nesses itens a AEB planejou economizar o valor de R$ 50.049,72. A autarquia reduziu as despesas em R$ 58.331,55, ou seja, a economia superou a meta programada em 16,55%, demonstrando um compromisso com a adeso ao programa, de acordo com informao constante do Quadro A.8.2.

    A AEB vem diminuindo sistematicamente o consumo de papel, conforme apontado no Quadro A.8.2. Ento, o consumo de papel foi uma varivel que a UJ conseguiu administrar com sucesso. Quanto ao consumo e controle de gua e energia eltrica, destacamos que a AEB est instalada num complexo administrativo com vrios rgos pblicos (ANA, CENSIPAN, MCTI, CEF, BB e MD). O controle para a diminuio do consumo de energia eltrica e gua foram variveis que no conseguimos administrar, conforme demonstrado no Quadro A.8.2. Essas despesas so rateadas entre todos os condminos. Ento, todos tero que contribuir para que o resultado aparea no geral, principalmente, nas contas do condomnio central, no caso, sob a administrao e controle da Agncia Nacional de guas ANA, atual rgo responsvel pelo condomnio.

  • 89

    9 CONFORMIDADES E TRATAMENTO DE DISPOSIES LEGAIS E NORMATIVAS 9.1 Tratamento de deliberaes exaradas em acrdos do TCU

    Cdigo SIORG

    4243

    Ordem Processo Acrdo Item Tipo

    ---------

    Cdigo SIORG

    4243

    Cdigo SIORG

    4243

    NO HOUVE DELIBERAO NO EXERCCIO

    Anlise Crtica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoo de Providncias pelo Gestor

    NO HOUVE DELIBERAO NO EXERCCIO

    NO HOUVE DELIBERAO NO EXERCCIO

    Providncias Adotadas

    Setor Responsvel pela Implementao

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    Sntese da Providncia Adotada

    NO HOUVE DELIBERAO NO EXERCCIO

    Comunicao Expedida

    rgo/Entidade Objeto da Determinao e/ou Recomendao

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    Descrio da Deliberao

    Sntese dos Resultados Obtidos

    Quadro A.9.1.1 - Cumprimento das deliberaes do TCU atendidas no exerccio

    Unidade Jurisdicionada

    Denominao Completa

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    Deliberaes do TCU

    Deliberaes Expedidas pelo TCU

    Cdigo SIORG

    4243

    Ordem Processo Acrdo Item Tipo

    Cdigo SIORG

    4243

    Cdigo SIORG

    4243

    rgo/Entidade Objeto da Determinao e/ou Recomendao

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    NO HOUVE DELIBERAO NO EXERCCIO

    Anlise Crtica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoo de Providncias pelo Gestor

    NO HOUVE DELIBERAO NO EXERCCIO

    Descrio da Deliberao

    NO HOUVE DELIBERAO NO EXERCCIO

    Justificativa Apresentada pelo seu no Cumprimento

    Setor Responsvel pela Implementao

    Unidade Jurisdicionada

    Denominao Completa

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    Quadro A.9.1.2 - Situao das deliberaes do TCU que permanecem pendentes de atendimento no exerccio

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    Justificativa para o seu no Cumprimento:

    Deliberaes do TCU

    Deliberaes Expedidas pelo TCU

    Comunicao Expedida

  • 90

    9.2 Tratamento de recomendaes feitas pelo rgo de controle interno a que a unidade jurisdicionada se vincula

    Cdigo SIORG

    4243

    Ordem Identificao do Relatrio de Auditoria Item do RA

    201306049

    CONSTAM NO

    ANEXO I

    Cdigo SIORG

    4243

    Cdigo SIORG

    4243

    Anlise Crtica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoo de Providncias pelo Gestor

    rgo/Entidade Objeto da Recomendao

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    OF. N 23120/2013/DICIT/DI/SFC/CGU-PR

    As recomendaes foram encaminahdas para as reas responsveis com o objetivo de atender as demandas constantes no

    Relatrio da CGU, atravs do Memorando n 28/AIN/2013 de 19.08.2013.

    Sntese dos Resultados Obtidos

    Quadro A.9.2.1 - Relatrio de cumprimento das recomendaes do OCI

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    Sntese da Providncia Adotada

    Recomendaes do OCI

    Recomendaes Expedidas pelo OCI

    Denominao Completa

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    Comunicao Expedida

    Unidade Jurisdicionada

    As providncias em questo foram adotadas, seguindo recomendao resultante dos

    trabalhos de auditoria realizada pela ControlariaGeral da Uno CGUPR, referente gesto administrativa desta Agncia, n

    o exerccio de 2013, conforme se comprova nos anexos.

    As reas responsveis acataram as recomendaes e demonstraram interesse de aplicar as recomendaes apontadas.

    Descrio da Recomendao

    DESCRIES ENCONTRAM-SE RELACIONADAS NO ANEXO I DESTE QUADRO

    Providncias Adotadas

    Setor Responsvel pela Implementao

    Cdigo SIORG

    4243

    Ordem Identificao do Relatrio de Auditoria Item do RA

    201306049 Consta no Anexo I

    Cdigo SIORG

    4243

    Cdigo SIORG

    4243AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    Justificativa para o seu no Cumprimento

    TODAS AS RECOMENDAES FORAM CUMPRIDAS

    Anlise Crtica dos Fatores Positivos/Negativos que Facilitaram/Prejudicaram a Adoo de Providncias pelo Gestor

    As reas responsveis acataram as recomendaes e demonstraram interesse de aplicar as recomendaes apontadas.

    rgo/Entidade Objeto da Recomendao

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    Descrio da Recomendao

    DESCRIES ENCONTRAM-SE RELACIONADAS NO ANEXO I DESTE QUADRO

    Providncias Adotadas

    Unidade Jurisdicionada

    Quadro A.9.2.2 - Situao das recomendaes do OCI que permanecem pendentes de atendimento no exerccio

    Setor Responsvel pela Implementao

    Denominao Completa

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    Recomendaes do OCI

    Recomendaes Expedidas pelo OCI

    Comunicao Expedida

    Of. N 23120/2013/DICIT//DI/SFC/CGU-PR

  • 91

    9.3 Tratamento de recomendaes feitas pela unidade de auditoria interna

    a) Estrutura e posicionamento da unidade de auditoria no organograma da UJ:

    A Auditoria Interna da AEB uma unidade de controle que, entre as vrias atribuies, assessora o Presidente nas suas aes institucionais, conforme Organograma abaixo:

    Conforme o Captulo IV - Seo III, Artigo 10 do Decreto n 4.718, de 04 de Junho de 2003, Auditoria Interna compete examinar a conformidade legal dos atos de gesto oramentrio-financeiro, patrimonial, de pessoal, e demais sistemas administrativos e operacionais, e verificar o fiel cumprimento de diretrizes e normas vigentes e, especificamente:

    I verificar a regularidade nos controles internos e externos, especialmente daqueles referentes realizao da receita e da despesa, bem como da execuo financeira de contratos, convnios, acordos e ajustes firmados pela AEB; II examinar a legislao especfica e normas correlatas, orientando quanto a sua observncia; e III promover inspees regulares para verificar a execuo fsica e financeira dos programas, projetos e atividades e executar auditorias extraordinrias determinadas pelo Presidente.

    Em atendimento Recomendao da CGU, dos Achados de Auditoria de n 201306049, o Presidente da Agncia Espacial Brasileira AEB, emitiu a Ordem de Servio de N 02, datada de 24/12/2013, regulamentando a atuao da Auditoria Interna no mbito da AEB, possibilitando, assim, o desenvolvimento das suas atribuies estabelecidas pelo Decreto n 4.718/03:

  • 92

    ORDEM DE SERVIO N 02, de 24 de dezembro de 2013.

    Regulamenta a atuao da Auditoria Interna AIN no mbito da Agncia Espacial Brasileira AEB. O PRESIDENTE da AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA, no uso da competncia que lhe confere a Lei n 8.854, de 10 de fevereiro de 1994, e tendo em vista a recomendao contida na Constatao 4.1.1.3, Recomendao 1 dos Achados de Auditoria n 201306049, resolve: Art. 1 Autorizar Auditoria Interna o acesso irrestrito a registro de pessoal, informaes, sistemas e propriedades fsicas relevantes execuo de suas auditorias; Art. 2 Estabelecer que as reas desta Agncia apresentem, tempestiva e obrigatoriamente, informaes solicitadas pela Auditoria Interna; Art. 3 Permitir que a Auditoria Interna possa obter apoio necessrio dos servidores das unidades submetidas auditoria e de assistncia de especialistas e profissionais, de dentro e de fora da organizao, quando considerado necessrio; Art. 4 Vedar o envolvimento dos auditores internos em atividades que caracterizam participao na gesto; Art. 5 As dvidas surgidas na aplicao desta Ordem de Servio sero dirimidas pelo Auditor Chefe; Art. 6 Esta Ordem de Servio entra em vigor na data de sua publicao no Boletim Interno.

    JOSE RAIMUNDO BRAGA COELHO

    b) Trabalhos mais relevantes realizados no exerccio e principais constataes:

    Nos trabalhos desta unidade de Auditoria Interna no foram examinados os controles administrativos da entidade, inexistem testes de auditoria que sustentem a avaliao dos controles internos, por consequncia do nmero reduzido de pessoal lotado na auditoria, no registrando constataes passveis de recomendaes.

    c) Relao entre a quantidade de recomendaes feitas e a quantidade de

    recomendaes implementadas pela alta gerncia:

    No houve recomendaes.

    d) Descrio das rotinas de acompanhamento das aes gerenciais de implementao das recomendaes exaradas pela auditoria interna:

    Quando ocorrem recomendaes, seja por parte da Auditoria Interna ou dos rgos de Controle Interno e/ou Externos, o acompanhamento realizado por meio de comunicao interna (memorando) ou por meio eletrnico, alertando para o cumprimento das recomendaes e dos prazos estabelecidos.Posteriormente, realizada a anlise das

  • 93

    providncias adotadas com relao a cada recomendao. e) Informao da existncia ou no de sistemtica e de sistema para monitoramento

    dos resultados decorrentes dos trabalhos da auditoria interna:

    A sistemtica atravs de monitoramento eletrnico, com a implementao de controle, onde so relacionadas todas as constataes, s recomendaes e manifestaes dos gestores, bem como as providncias adotadas.

    f) Como se d a certificao de que a alta gerncia tomou conhecimento das recomendaes feitas pela auditoria interna e a aceitao dos riscos pela no implementao de tais recomendaes:

    A certificao se d por meio dos relatrios de auditoria interna, que so encaminhados para conhecimento e deferimento do Presidente da AEB e encaminhados aos respectivos Gestores.

    g) Descrio da sistemtica de comunicao alta gerncia, ao conselho de

    administrao e ao comit de auditoria sobre riscos considerados elevados, mas assumidos pela alta gerncia ao decidir no implementar as recomendaes da auditoria interna:

    No houve recomendaes nos relatrios expedidos pela auditoria interna desta AEB.

    9.4 Demonstrao do cumprimento das obrigaes estabelecidas na Lei n 8.730, de 10 de novembro de 1993, relacionadas entrega e ao tratamento das declaraes de bens e rendas

    Posse ou Incio

    do Exerccio de

    Cargo, Emprego

    ou Funo

    Final do

    Exerccio de

    Cargo, Emprego

    ou Funo

    Final do

    Exerccio

    Financeiro

    Obrigados a entregar a DBR

    Entregaram a DBR

    No cumpriram a obrigao

    Obrigados a entregar a DBR

    Entregaram a DBR

    No cumpriram a obrigao

    Obrigados a entregar a DBR 21 16 78

    Entregaram a DBR 21 16 78

    No cumpriram a obrigao

    Quadro A.9.4.1 Demonstrativo do cumprimento, por autoridades e servidores da UJ, da obrigao de entregar a

    DBR

    Detentores de Cargos e Funes

    Obrigados a Entregar a DBR

    Situao em Relao s

    Exigncias da Lei n 8.730/93

    Momento da Ocorrncia da Obrigao de Entregar a

    DBR

    Cargos Eletivos

    Fonte: CRH/DPOA/AEB

    Funes Comissionadas

    (Cargo, Emprego, Funo de

    Confiana ou em comisso)

    Autoridades

    (Incisos I a VI do art. 1 da Lei n

    8.730/93)

    No houve nenhum descumprimento por parte de nenhum servidor.

    Coordenao de Recursos Humanos CRH/DPOA/AEB.

    No existe sistema informatizado para esse gerenciamento.

  • 94

    Existem as duas formas: em papel e autorizao eletrnica da autoridade ou servidor para acesso s informaes constantes da base de dados da Receita Federal do Brasil. O acesso ser mediante alguma demanda de rgos de controle interno e externo.

    No realizamos nenhuma anlise das DBR com o intuito do identificar eventuais incompatibilidades de patrimnio com a remunerao recebida.

    As DBR so guardadas em arquivo, fechado a chave com a finalidade de preservao do sigilo fiscal das informaes.

    9.5 Demonstrao de adoo de medidas administrativas para apurar responsabilidade por ocorrncia de dano ao Errio, especificando os esforos da unidade jurisdicionada para sanar o dbito no mbito interno e tambm: No houve no exerccio de 2013 ocorrncia de dano ao Errio. 9.6 Demonstrao, com a identificao do gestor responsvel, da correo e tempestividade da insero das informaes referentes a contratos e convnios ou outros instrumentos congneres respectivamente no Sistema Integrado de Administrao de Servios Gerais SIASG e no Sistema de Gesto de Convnios, Contratos de Repasse e Termos de Parceria SICONV, conforme estabelece o art. 17 da Lei n 12.708, de 17 de agosto de 2012.

    Quadro A.9.6 Modelo de declarao de insero e atualizao de dados no SIASG e SICONV

    DECLARAO

    EDIVALDO SOUSA GONALVES, CPF 289.277.101-34, Coordenador de Recursos Logsticos - CRL e CLODOVIL

    FERNANDES SIQUEIRA, CPF 416.246.531-20, Coordenador Oramentrio e Financeiro - COF, exercidos na Diretoria de

    Planejamento, Oramento e Administrao - DPOA/AEB declaram junto aos rgos de controle interno e externo que todas

    as informaes referentes a contratos, convnios e instrumentos congneres firmados at o exerccio de 2012 por esta

    Unidade esto disponveis e atualizadas, respectivamente, no Sistema Integrado de Administrao de Servios Gerais

    SIASG e no Sistema de Gesto de Convnios e Contratos de Repasse SICONV, conforme estabelece o art. 17 da Lei n

    12.708, de 17 de agosto de 2012 e suas correspondentes em exerccios anteriores.

    Braslia, 17 de maro de 2013.

    EDIVALDO SOUSA GONAVES e CLODOVIL FERNANDES SIQUEIRA

    289.277.101-34 e 416.246.531-20

    Respectivos Coordenadores de Recursos Logsticos e Oramentrio e Financeiro - DPOA/AEB

  • 95

    10 RELACIONAMENTO COM A SOCIEDADE 10.1 Descrio dos canais de acesso do cidado ao rgo ou entidade para fins de solicitaes, reclamaes, denncias, sugestes, etc., contemplando informaes gerenciais e estatsticas sobre o atendimento s demandas.

    Os canais de acesso ao cidado so:

    Servio de Informao ao Cidado SIC; e

    Fale Conosco: direciona todas as mensagens, por e-mail, para a Coordenao de Comunicao Social CCS/AEB.

    O Servio de Informao ao Cidado SIC prestado pela Agncia Espacial Brasileira

    AEB da seguinte forma:

    Servio de Informao ao Cidado SIC atravs do site: www.acessoainformacao.gov.br/sistema, regulamentado pela Lei 12.527/2011 Lei de Acesso a Informao LAI;

    E-mail: sic@aeb.gov.br; e

    Pgina da AEB: http://www.aeb.gov.br/acesso-a-informacao/

    Em 2013 foram atendidos 100% dos 145 pedidos formulados, sendo o tempo mdio de resposta de 6 (seis) dias. O Fale Conosco da AEB pode ser acessado da seguinte forma:

    Pgina da AEB: http://www.aeb.gov.br/contato/ O Fale Conosco teve apenas duas consultas em 2013 e foram respondidas tempestivamente. 10.2 Mecanismos para medir a satisfao dos cidados-usurios ou clientes dos produtos e servios resultantes da atuao da unidade.

    No h um mecanismo estruturado para medir a satisfao dos cidados-usurios ou clientes dos produtos e servios da Agncia Espacial Brasileira AEB. No entanto, a AEB disponibiliza no stio eletrnico o telefone e o e-mail dos diretores e assessores da Presidncia para prestarem informaes aos cidados interessados no programa espacial brasileiro, conforme links abaixo:

    Pgina da AEB (http://www.aeb.gov.br/institucional/organograma/)

    Pgina da AEB (http://www.aeb.gov.br/contato/), onde podem ser manifestadas as opinies/sugestes dos usurios.

    Outra forma de medir a satisfao dos cidados-usurios pode ser pelo Conselho Superior da

    AEB, uma vez que este constitudo pelos clientes da AEB.

    http://www.acessoainformacao.gov.br/sistemamailto:sic@aeb.gov.brhttp://www.aeb.gov.br/acesso-a-informacao/http://www.aeb.gov.br/contato/http://www.aeb.gov.br/institucional/organograma/http://www.aeb.gov.br/contato/

  • 96

    10.3 Demonstrao dos resultados de eventuais pesquisas de opinio feitas nos ltimos trs anos com cidados em geral, segmentos organizados da sociedade ou usurios dos produtos e servios resultantes da atuao do rgo ou entidade.

    No h uma pesquisa de opinio estruturada para saber o feedback dos cidados em relao execuo do programa espacial brasileiro ou das respostas atendidas. As consultas foram todas respondidas, mas no tivemos o retorno dos usurios. A falta desse retorno prejudica o aprimoramento do atendimento ao cidado interessado no programa espacial. Recebemos vrias perguntas, desde a execuo do programa espacial como um todo; sobre vnis; existncia de extraterrestres; dvidas sobre envio do homem lua; povoamento de marte, etc., a curiosidade humana ilimitada.

  • 97

    11 INFORMAES CONTBEIS 11.1 Demonstrao das medidas para adoo de critrios e procedimentos estabelecidos pelas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicada ao Setor Pblico NBC T 16.9 e NBC T 16.10, publicadas pelas Resolues CFC n 1.136/2008 e 1.137/2008, respectivamente, para tratamento contbil da depreciao, da amortizao e da exausto de itens do patrimnio e avaliao e mensurao de ativos e passivos da unidade

    a) A AEB est procedendo a depreciao, amortizao, exausto e mensurao de ativos e passivos de acordo com o que estabelece os dispositivos contidos nas NBC T 16.9 e NBC T 16.10; b) No se aplica a UJ; c) A metodologia adotada para estimar a vida til econmica do ativo a tabela constante do Manual SIAFI; d) A metodologia de clculo da depreciao, amortizao e exausto a tabela constante do Manual SIAFI 02.03.30; e) As taxas utilizadas para os clculos so as constantes do Manual SIAFI 02.03.30; f) Quando a AEB necessita aplicar a metodologia para realizar a avaliao e mensurao das disponibilidades, dos crditos e dvidas, dos estoques, dos investimentos, do imobilizado, do intangvel e do diferido utiliza os parmetros e mtricas definidas no Manual SIAFI 02.03.30; g) O impacto da utilizao dos critrios contidos nas NBC T 16.9 e NBC T 16.10 trouxe uma viso mais objetiva do patrimnio da UJ. No dispomos de patrimnio imobilizado. A UJ tem apenas pequenos bens mveis e que os critrios contidos nas normas esto sendo bem proveitosos para o valor real desses ativos.

    A depreciao dos bens est sendo realizada no SIAFI, repetindo todo ms o mesmo valor,

    at que o programa que foi desenvolvido em parceria com o INPE entre em funcionamento. Na oportunidade, informamos que a AEB desenvolveu em parceria com o INPE, o programa para a realizao da depreciao e avaliao dos bens. O programa foi entregue em dezembro e encontra-se em teste, no prximo exerccio entrar em funcionamento.

  • 98

    11.2 Declarao do contador responsvel por unidade jurisdicionada que tenha executado sua contabilidade no Sistema Integrado de Administrao Financeira do Governo Federal SIAFI, que as Demonstraes Contbeis (Balano Patrimonial, Balano Oramentrio, Balano Financeiro, Demonstrao das Variaes Patrimoniais, Demonstrao dos Fluxos de Caixa e Demonstrao do Resultado Econmico) previstas pela Lei n 4.320, de 17 de maro de 1964, e pela Norma Brasileira de Contabilidade Aplicada ao Setor Pblico NBC T 16.6 aprovada pela Resoluo CFC n 1.133/2008, assim como o demonstrativo levantado por unidade gestora responsvel UGR (vlido apenas para as unidades gestoras no executoras) refletem a adequada situao oramentria, financeira e patrimonial da unidade jurisdicionada que apresenta relatrio de gesto

    Cdigo da UG

    203001

    Local Braslia-DF Data 17.03.2013

    Contador Responsvel Maria do Rosrio de Ftima Dantas de Oliveira CRC n 019003/060

    Estou ciente das responsabilidades civis e profissionais desta declarao.

    Quadro A.11.2.1 - Declarao de que as demonstraes contbeis do exerccio refletem corretamente a situao

    oramentria, financeira e patrimonial da unidade jurisdicionada.

    DECLARAO DO CONTADOR

    Denominao completa (UJ)

    AGNCIA ESPACIAL BRASILEIRA - AEB

    Declaro que os demonstrativos contbeis constantes do SIAFI (Balanos Oramentrio, Financeiro e Patrimonial

    e as Demonstraes das Variaes Patrimoniais, do Fluxo de Caixa e do Resultado Econmico), regidos pela Lei n.

    4.320/1964 e pela Norma Brasileira de Contabilidade Aplicada ao Setor Pblico NBC T 16.6 aprovada pela Resoluo CFC n

    1.133/2008, relativos ao exerccio de 2013 refletem adequada e integralmente a situao oramentria, financeira e

    patrimonial da unidade jurisdicionada que apresenta Relatrio de Gesto.

  • 99

    SEO IV

    RESULTADOS E CONCLUSES

    Os principais problemas estruturais ou situacionais enfrentados so os j relatados em relatrios de gesto passados. Essas dificuldades, ou restries identificadas, so de diversas naturezas e foram apresentadas de forma mais detalhada nas sees anteriores. Porm, cabe destacar os bices de natureza jurdico/legal, que tm acarretado grandes dificuldades para a celebrao de novos contratos pelo INPE e pelo DCTA em So Jos dos Campos; bices de natureza institucional, relativos insuficincia de capital humano e falta de estmulo para a manuteno e ingresso de novos especialistas no setor; e bices de natureza oramentria e financeira que, devido s descontinuidades e restries nos investimentos, acarretam mais atrasos nas consecues dos objetivos da Poltica Espacial.

    A despeito das dificuldades, vrios projetos tem avanado. A integrao do satlite CBERS-

    3, a despeito do fracasso em seu lanamento, foi uma meta da maior relevncia completada em 2013. O projetos de lanadores tambm tm evoludo no sentido de cumprir metas importantes em 2014, particularmente por parte do projeto do VLS-1. Os investimentos em infraestrutura no CLA (Alcntara) prosseguiram, mesmo com as dificuldades j relatadas. Tambm avanaram as importantes metas de desenvolvimento de recursos humanos, formao de professores e desenvolvimento de projetos junto a universidades, como os de microssatlites. Muito tambm foi realizado na seara das relaes internacionais, como o caso do plano decenal de atividades espacial firmado junto China.

    O ano de 2013 tambm permitiu que a AEB obtivesse autorizao para a realizao de seu

    primeiro Concurso Pblico, objetivo almejado desde sua criao em 1994. Neste ano a AEB tambm avanou em seu protagonismo nas atividades desenvolvidas tanto no INPE quanto no DCTA. Sua participao na tomada de decises gerenciais e tcnicas foi muito mais intensa, o que tambm inclui o estabelecimento de vrios contratos industriais, que evitaram a interrupo de importantes projetos.

    Braslia-DF, 31 de maro de 2014.

    JOS RAIMUNDO BRAGA COELHO Presidente da AEB

  • 100

    ANEXO - I

  • 101

    ANEXO I Complementao s informaes dos Quadros A.9.2.1 e A.9.2.2 da DN TCU n 127/2013 Discriminao do tem Posicionamento do Gestor Prazo para implementao Providncias Implementadas

    Unidade Auditada: AGENCIA

    ESPACIAL BRASILEIRA/AEB Exerccio: 2012 Processo: 01350000100201351 Municpio: Braslia - DF Relatrio n: 201306049 UCI Executora: SFC/DICIT - Coordenao-Geral de Auditoria das reas de Cincia e Tecnologia.

    Concluso: Resultado dos trabalhos de campo realizados pela equipe da CGU no perodo de 02.5.2013 a 24.5.2013 a partir da apresentao do processo de contas.

    ACHADOS DA AUDITORIA CGU N 201306046:

    1 Poltica Espacial 1.1 Implantao do Complexo Espacial

    de Alcntara - CEA 1.1.1 SISTEMA DE INFORMAES

    OPERACIONAIS

    CONSTATAO 1.1.1.1 Estimativas apresentadas pela contratada para desenvolvimento de software de tratamento dos dados de rastreio de veculos espaciais incompatveis com as oriundas do Roteiro de mtricas de software do Sistema de Administrao dos Recursos de Tecnologia da Informao SISP.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DTEL 1.1.1.1: A Concert esclarece que as estimativas apresentadas foram realizadas conforme metodologia proprietria baseada em experincia anterior de projetos similares, tais como: Sistema de Superviso e Controle SCADA x OMNI, aplicado gesto de tempo real de grandes sistemas de energia; Sistema Status Monitor e COMEX Communication and Non-communication Exploitation, ambos desenvolvidos para SIVAM Sistema de Vigilncia da Amaznia; entre outros. Ressalta que o projeto bsico e executivo, parte integrante do edital do SITDR, no cita o Roteiro de mtricas de software do Sistema da Administrao dos Recursos de Tecnologia da Informao SISP como norma para elaborao de estimativas. Salienta ainda que a contratao do SITDR ocorreu na modalidade preo global, e o valor apresentado pela empresa est compatvel com o valor definido pelo projeto executivo. Caso as mtricas apresentadas pela empresa apresentem divergncias na medio com relao norma SISP (Sistema de Administrao dos Recursos de Tecnologia da Informao), norma esta no seguida pela Concert na elaborao de estimativa de ponto de funo, os riscos so integralmente da Concert, visto o contrato ser de escopo e preo fechado.

    Recomendao 1:Avaliar a oportunidade e a convenincia de desenvolver os recursos humanos da rea de Tecnologia da

    RESPOSTA: DINF 1.1.1.1:Recomendao 1 Por meio do Memorando n 58/2013/DINF, de 16/09/2013, foi

  • 102

    Informao da AEB para assegurar competncias e habilidades necessrias para apoiar a gesto de contratos de software (desenvolvimento, manuteno ou aquisio) baseados em pontos de funo.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    solicitada a inscrio do Chefe do Servio de Desenvolvimento de Sistemas, Tlio Mendes Eiras, na turma do Curso de Capacitao em Anlise de Pontos de Funo: Medies e Estimativa de Software, oferecido pela empresa Fatto Consultoria e Sistemas, a realizar-se em Braslia-DF em novembro/2013.

    Recomendao 2: Avaliar a oportunidade a convenincia de formalizar, explicitando o apoio da Alta Direo da AEB, fluxo de trabalho, integrante do Processo de Software dessa Entidade, prevendo para as contrataes de software desenvolvimento, manuteno ou aquisio) o envolvimento da rea de Tecnologia da AEB para apoio nos aspectos tcnicos envolvidos.

    RESPOSTA: DINF 1.1.1.1:Recomendao 2

    A orientao da AEB de no mais realizar aquisies de solues de TI para rgos externos (instituies do SINDAE). A DPOA est elaborando Boletim Interno com esta recomendao.

    CONSTATAO 1.1.1.2

    Recomendao 1: Avaliar a convenincia e a oportunidade de se estabelecer formalmente, no mbito do processo de planejamento da contratao de soluo de tecnologia da informao, procedimento que garanta a reviso das atividades executadas e dos artefatos entregues, promovendo a conformidade com o proposto na Instruo Normativa n 04, de 12.11.2010, da LTI/MP

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DINF

    1.1.1.2:Recomendao 1 O PDTI 2014-2015 contm a resposta e ser publicado na primeira quinzena de abril/2014.

    CONSTATAO 1.1.1.3 Recomendao 1: Formalizar processo de contratao de solues de tecnologia da informao na AEB aderente ao fluxo proposto pela Instruo Normativa n 04, de 12.11.2010, da SLTI/MP.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DINF 1.1.1.3:Recomendao 1

    A orientao da AEB de no mais realizar aquisies de solues de TI para rgos externos (instituies do SINDAE). A DPOA est elaborando Boletim Interno com esta recomendao.

    Recomendao 2: Avaliar a convenincia e a oportunidade de incluir no processo de contratao de solues de tecnologia da informao na AEB procedimento especfico que, previamente ao incio da contratao, de forma justificada, classifique a soluo a ser contratada em soluo de tecnologia da informao ou no

    RESPOSTA: DINF

    1.1.1.3:Recomendao 2 O PDTI 2014-2015 contm a resposta e ser publicado na primeira quinzena de abril/2014.

    CONSTATAO 1.1.1.4 Recomendao 1: Avaliar a convenincia e a oportunidade de incluir no processo de contratao de solues de tecnologia da

    RESPOSTA: DINF 1.1.1.4:Recomendao 1

    A orientao da AEB de no mais realizar aquisies de solues de TI para rgos externos (instituies do SINDAE).

  • 103

    informao na AEB, sempre que o componente principal da soluo relacionar-se Segurana Nacional, anlise pormenorizada dos demais componentes quanto ao enquadramento nas hipteses previstas no Decreto n 2.295, de 04.08.1997, para servir como um dos subsdios da deciso de parcelar ou no a contratao da soluo.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    A DPOA est elaborando Boletim Interno com esta recomendao. .

    CONSTATAO 1.1.1.5 Ausncia de indicadores objetivos para mensurao de nveis mnimos de qualidade para o servio de desenvolvimento do Sistema Integrado de Tratamento de Dados de Rastreio SITDR.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DTEL 1.1.1.5: A Concert esclarece que nos relatrios de acompanhamento do projeto e nas reunies de medio so apresentados e acompanhados indicadores de atrasos na entrega dos produtos. A empresa entende tambm que, caso seja de interesse da AEB, outros indicadores podero ser propostos e, de comum acordo, acrescidos ao projeto. Exemplos: eficincia na remoo de defeitos, taxa de mudanas de requisitos, entre outros. A Concert reconhece ainda que a insero de indicadores, tais como os exemplificados, so favorveis e oportunos etapa atual do projeto, entendimentos estes com as quais a AEB tambm concorda.

    Recomendao 1: Avaliar a convenincia e a oportunidade de incluir no processo de contratao de solues de tecnologia da informao na AEB, procedimento especfico para garantir que nenhuma contratao por homem-hora (ou mtrica similar, como UST) seja realizada sem prvia definio dos nveis mnimos de qualidade dos servios e dos produtos a serem entregues por esse servio.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DINF 1.1.1.5: Recomendao 1 O PDTI 2014-2015 contm a resposta e ser publicado na primeira quinzena de abril/2014.

    Recomendao 2: Avaliar a convenincia e a oportunidade de explicitar na Poltica de Desenvolvimento, Manuteno e Aquisio de Software da AEB a preferncia por contrataes com base no resultado entregue, observando as diretrizes da SLTI/MP, e tratando modelos de contratao baseados e homem-hora ou postos de trabalho como excees a serem devidamente justificadas, em termos tcnico-econmicos, frente a alternativas como mensurao por ponto de funo entregue.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DINF 1.1.1.5: Recomendao 2 O PDTI 2014-2015 contm a resposta e ser publicado na primeira quinzena de abril/2014.

    CONSTATAO 1.1.1.6

    RESPOSTA: DTEL

    1.1.1.6, Recomendao 1:

  • 104

    Recomendao 1: Avaliar a convenincia e a oportunidade de realizar, antes da codificao do software, a Anlise da Interao Software-Hardware, conforme prope o padro ECSS-Q-ST-30-02C, atribuindo explicitamente a responsabilidade por acompanhar e fiscalizar a realizao dessa atividade, solicitando as melhorias necessrias contratada;

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    O PDTI 2014-2015 contm a resposta e ser publicado na primeira quinzena de abril/2014.

    Recomendao 2: Avaliar a convenincia e a oportunidade de realizar, ainda durante o ciclo de desenvolvimento, pelo menos uma modelagem de ameaas do sistema e uma anlise esttica do seu cdigo fonte voltadas para a identificao de vulnerabilidades que possam prejudicar de forma inaceitvel ou impedir o SITDR de prover seus servios, atribuindo explicitamente a responsabilidade por acompanhar e fiscalizar a realizao dessas atividades, solicitando as melhorias necessrias contratada;

    RESPOSTA: DTEL 1.1.1.6, Recomendao 2:

    O PDTI 2014-2015 contm a resposta e ser publicado na primeira quinzena de abril/2014.

    Recomendao 3: Avaliar a convenincia e a oportunidade de explicitar na Poltica de Desenvolvimento, Manuteno e Aquisio de Software da AEB a necessidade por software que tenha nveis adequados de confiabilidade e segurana;

    RESPOSTA: DINF 1.1.1.6:Recomendao 3

    O PDTI 2014-2015 contm a resposta e ser publicado na primeira quinzena de abril/2014.

    Recomendao 4: Avaliar a convenincia e a oportunidade de prever, entre os processos do ciclo de vida de software da AEB, incluindo aqueles relativos aquisio de software, processos de classificao dos sistemas de informao existentes ou a serem desenvolvidos em graus de criticidade para a Organizao, processos de engenharia de 44 software compatveis com os diferentes nveis de criticidade considerados, prevendo atividades especficas para prover os nveis de confiabilidade e segurana adequados em cada nvel;

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DINF 1.1.1.6:Recomendao 4

    O Portflio de Projetos da AEB est em fase de desenvolvimento, segundo a Metodologia do SISP, com previso de concluso em 12/2014.

    Recomendao 5: Avaliar a convenincia e a oportunidade de prover treinamento adequado aos recursos humanos da rea de Tecnologia da Informao da AEB em tpicos de confiabilidade e segurana de

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar

    RESPOSTA: DINF 1.1.1.6:Recomendao 5

    O levantamento de necessidade de cursos para 2014 realizado pela CRH/DPOA contempla treinamento em Qualidade,

  • 105

    software necessrios ao desenvolvimento, manuteno e aquisio de software compatvel com as necessidades da Organizao.

    ( ) Discorda Justificar

    Confiabilidade e Segurana de Software.

    CONSTATAO 1.1.1.7

    Recomendao 1: Atualizar o Contrato firmado com a Empresa Concert Technologies Ltda., cujo objeto a construo do Sistema Integrado de Tratamento e Dados de Rastreio, para que no conste a previso de pagamento de Dirias e Passagens, bem como providenciar o respectivo ajuste no valor contratual.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DTEL 1.1.1.7: Recomendao 1 Contrato atualizado conforme Termo Aditivo anexo, retirando as Clusulas referentes a pagamento de dirias e passagens.

    2 Programa de Gesto e Manuteno do Ministrio da Cincia, Tecnologia e Inovao 2.1 Administrao da Unidade 2.1.1 OPORTUNIDADE DA LICITAO CONSTATAO 2.1.1.1 Recomendao 1: Corrigir o modelo de minuta de edital, incluindo nesse o critrio de reajuste conforme prescrito pelo art. artigo 40, inciso XI, da Lei n 8.666/93.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: CRL 2.1.1.1: Recomendao 1 Tal providencia j foi adotada no seio dos editais em curso, bem como absorvida como praxe aos vindouros.

    2.1.3 AVALIAO DAS TRANSFERNCIAS CONCEDIDAS CONSTATAO 2.1.3.1 Recomendao 1: Instituir normativo que condicione a assinatura de convnio presena, no respectivo processo fsico, de ateste do responsvel comprovando a adequao do detalhamento das despesas administrativas do convnio.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: COF 2.1.3.1: Recomendao 1 Foi elaborada Ordem de Servio n 02 de 06 de janeiro de 2014, que estabelece procedimentos para as transferncias voluntrias com a finalidade de celebrao de convnios com entidades privadas sem fins lucrativos.

    CONSTATAO 2.1.3.2 Recomendao 1: Instituir normativo que

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda

    RESPOSTA: COF 2.1.3.2: Recomendao 1

  • 106

    condicione a assinatura de convnio presena, no respectivo processo fsico, de ateste do responsvel explicitando a reciprocidade dos interesses que deram causa ao ajuste.

    Justificar

    Idem

    CONSTATAO 2.1.3.3

    Recomendao 1: Instituir normativo que condicione a assinatura do convnio ao ateste do responsvel confirmando a verificao da fidelidade entre o objeto do termo de convnio e o objeto constante no chamamento pblico.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: COF 2.1.3.3: Recomendao 1

    Idem

    CONSTATAO 2.1.3.4

    Recomendao 1: Caso a AEB opte por manter o formato atual dos convnios, que realize anlise do risco presente nesta opo, explicite os motivos pelos quais esta possibilidade deve ser mantida e identifique os partcipes deste processo decisrio.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DPEI 2.1.3.4: Recomendao 1 No entendimento da AEB, pelas justificativas j apresentadas anteriormente, manter o formato atual dos convnios, apesar dos riscos inerentes levantados, ainda a melhor opo vislumbrada para alcanar mais rapidamente um dos principais objetivos estratgicos do Programa Espacial Brasileiro PEB, que a conquista pelo Pas da necessria autonomia de acesso ao espao.

    Os veculos lanadores VLS-1 e VLM-1, assim como o motor propulsor lquido L75, objetos dos convnios celebrados com a FUNDEP, so altamente relevantes e estratgicos nesse processo, juntamente com a infraestrutura de centros de lanamento.

    importante observar que, desde a sua instituio, no incio dos anos 60, o Programa Espacial Brasileiro tem sofrido grandes atrasos, quando comparado com outros pases como a China, Japo e ndia, que iniciaram seus programas praticamente mesma poca.

    No passado mais recente, o Brasil conseguiu obter importantes avanos no desenvolvimento de misses espaciais utilizando satlites, compreendendo dois satlites de coleta de dados, que continuam em operao passados vinte anos, trs satlites de sensoriamento remoto desenvolvidos e lanados em parceria com a China, estando o quarto para ser lanado at o final do corrente ano, alm de outros ainda em desenvolvimento, como o satlite de sensoriamento remoto Amaznia-1, este utilizando a Plataforma Multimisso (PMM), que est em fase final de desenvolvimento pela indstria nacional.

    No tocante ao acesso ao espao, no qual os veculos lanadores so fundamentais, apesar de ter realizado trs tentativas de

  • 107

    lanamento, o Brasil no logrou ainda pleno xito, e este segmento apresenta atrasos maiores, se comparado com a rea de satlites. A necessidade de buscar maiores avanos no segmento de veculos lanadores nacionais questo de alta relevncia estratgica, de modo a evitar no s que satlites nacionais apoiados pelo PNAE tenham de ser lanados por veculos estrangeiros, mas tambm principalmente alcanar o objetivo maior buscado com a Misso Espacial Completa Brasileira (MECB), estabelecida em 1979. A relevncia de veculos lanadores nacionais se faz presente tambm no Programa Estratgico de Sistemas Espaciais (PESE), em fase de formulao final pelo Ministrio de Defesa, que prev a necessidade de um conjunto de satlites para atender s necessidades de defesa do espao areo, martimo e territorial, e que necessitaro de veculos lanadores para os seus lanamentos.

    Todos esses aspectos de carter geopoltico e estratgico levaram os membros Diretores e o Presidente da AEB a decidirem pela manuteno do formato atual dos convnios como forma de superar as dificuldades administrativas que por anos impediram a adequada evoluo dos trs projetos. A deciso foi tomada sem contudo perder de vista os cuidados para minimizar os riscos que podero advir com a sua execuo. Para esse efeito, a AEB, alm de aditar os atuais convnios colocando o MCTI e o MD como rgos intervenientes, assume tambm o compromisso de apresentar, em um prazo mximo de 60 dias, um Plano de Gerenciamento de Risco, que dever seguir as orientaes, diretrizes e etapas de trabalho apresentadas a seguir.

    A prtica da gesto das atividades espaciais no Brasil sempre buscou se aproximar das melhores prticas adotadas pelas grandes agncias espaciais. Por razes histricas e culturais os modelos usualmente adotados como inspirao so o da agncia espacial norte-americana (NASA) e da agncia espacial europeia (ESA). Mais recentemente, o modelo europeu tem recebido a preferncia, por ter caractersticas mais universais e por apresentar uma documentao melhor organizada.

    Nesse contexto, a norma que a AEB considera a mais adequada para servir de modelo para o Plano de Gerenciamento de Risco associados aos convnios em questo a Space project management Risk management (ECSS-M-ST-80C, 31 July 2008, ECSS Secretariat, ESA-ESTEC, Noordwijk, The Netherlands).

    A essncia da gesto de risco est ligada a um ciclo inspirado no dos sistemas da qualidade, universalmente conhecido como PDCA (ciclo de Deming), que preconiza as aes de

  • 108

    Planejamento (Plan), Execuo (Do), Controle (Check) e Correo (Act). Neste caso, os passos principais so os de: (1) Definio dos requisitos para o gerenciamento de riscos; (2) Identificao e avaliao dos riscos; (3) Aes de mitigao, e; (4) Monitoramento e comunicao.

    A formulao requerida neste caso dever contemplar a elaborao de um conjunto mnimo de documentos, a saber:

    a) Da poltica de gesto de risco

    b) Do plano de gesto de risco

    c) Do relatrio de identificao dos riscos e das respectivas aes mitigatrias

    O primeiro e segundo so documentos permanentes, que estabelecem as regras a serem seguidas. O terceiro um documento dinmico, que deve ser constantemente atualizado na medida em que novos riscos so identificados, outros eliminados, tm status alterado, e aes mitigatrias determinadas e implementadas.

    J adiantando o contedo do documento (c), a AEB procedeu a uma anlise preliminar das questes que cercam a execuo dos convnios, e listou alguns dos riscos mais relevantes, extrados do Ofcio no. 170 PRE/AEB de 23 de julho de 2013, reapresentados a seguir:

    Possibilidade de superfaturamento nas compras realizadas pela FUNDEP em decorrncia destas compras se sujeitarem apenas as cotaes prvias, j que no h a obrigatoriedade de aplicao plena da legislao que trata o tema das licitaes.

    Possibilidade de a FUNDEP encerrar o convnio antes da concluso do objeto, em decorrncia de no ter sido demonstrado que a fundao tem interesse recproco no objeto.

    Possibilidade de descumprimento do cronograma fsico planejado para a consecuo do objeto, em decorrncia de inadequao do corpo tcnico da AEB e falta de responsabilidade formal no convnio para que esta tarefa seja atribuda ao DCTA.

    Possibilidade de a FUNDEP se apropriar da taxa administrativa e no concluir o objeto.

  • 109

    Possibilidade de o objeto ser concludo, mas no cumprir os requisitos tcnicos em decorrncia de inadequao do corpo tcnico da AEB e falta de responsabilidade formal no convnio para que esta tarefa seja atribuda ao DCTA.

    Possibilidade de realizao de compras para atender a propsitos diversos aos dos objetivos do convnio, em decorrncia de inadequao do corpo tcnico da AEB para fazer o acompanhamento tempestivo da execuo dos processos de compras do convnio.

    A simples anlise dos riscos identificados aponta para um conjunto que envolve tanto aspectos programticos (prazos, custos e aspectos legais e administrativos), quanto tcnicos (escopo do trabalho e nvel de qualidade). A documentao a ser gerada precisar estabelecer uma conexo mais explcita entre os planos de trabalho e a tipificao dos riscos, e esta conexo ser a base para o acompanhamento e as aes mitigatrias.

    Em linhas gerais esta a proposta da AEB para a gesto dos riscos associados execuo dos convnios junto Fundep. Nossa abordagem vai alm da anlise dos riscos identificados, mas buscar estabelecer um modelo que possa ser replicado em outras ocasies e projetos. O desafio de superar a carncia de pessoal na AEB para ampliar seu envolvimento no acompanhamento dos convnios permanece, mas tambm reconhecida a propriedade das constataes da CGU, e da necessidade urgente de enderear as questes levantadas.

    Adicionalmente, a questo da gesto de riscos na AEB foi tema de discusso com o TCU, que solicitou que esta Agncia implante uma poltica voltada para a gesto de riscos em suas vrias reas de atividade. Dessa forma, entendemos que o atendimento s recomendaes da CGU ser, com um escopo ainda restrito, o incio da implantao na AEB do que foi solicitado tambm pelo TCU.

    A ltima parte da questo j foi respondida anteriormente, e segue transcrita a seguir (Ofcio no. 170 PRE/AEB de 23 de julho de 2013).

    Identificao dos partcipes na anlise de risco Presidente; Diretor de Poltica Espacial e Investimentos Estratgicos; Diretor de Satlites, Aplicaes e Desenvolvimento; Diretor de

  • 110

    Transporte Espacial e Licenciamento; Diretor de Planejamento, Oramento e Administrao.

    2.1.4 SISTEMA DE INFORMAES OPERACIONAIS CONSTATAO 2.1.4.1 Recomendao 1: Elaborar, aprovar e publicar poltica de segurana da informao, considerando as especificidades da AEB, englobando o contedo mnimo previsto pela Norma Complementar n 3, de 30.06.2009, do DSIC/GSIPR.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: CRL 2.1.4.1: Recomendao 1 Para fins de suprir a inexistncia de Politica de Segurana da Informao e Comunicaes no mbito da AEB, criou-se o Comit de Segurana da Informao e Comunicaes por meio da Portaria n 36 AEB, de 06 de maio de 2013, discriminada no Boletim Interno n 05 de maio de 2013. Foi elaborada e publicada Politica de Segurana da Informao e Comunicao POSIC, mediante Portaria n 137, de 30 de dezembro de 2013, constante do Boletim Interno 12/2013.

    Recomendao 2: Avaliar a convenincia e a oportunidade de prover treinamento adequado em gesto de segurana da informao - englobando aspectos como as ABNT ISO/IEC 27001 e 27002, bem como as Normas Complementares do DSIC/GSI aos servidores da AEB diretamente envolvidos com a tomada de deciso (gestor de segurana, membros do comit de segurana da informao e da equipe de tratamento e resposta a incidentes).

    RESPOSTA: CRL 2.1.4.1: Recomendao 2 Foi solicitado e aprovado pela AEB curso de Gesto da Segurana da Informao com ilustrao de casos prticos de implementao de requisitos das normas de Segurana ISO/IEC 27001 e 27002, conforme disposto nos Memorandos ns 46/DINF/2013 e 23/CRL/2013, ocorre que as empresas ministradoras do curso em tela informaram que no foi possvel atingir o qurum necessrio e consequente confirmao do curso.

    CONSTATAO 2.1.4.2 Recomendao 1: Avaliar a convenincia e a oportunidade de formalizar controles internos que garantam a elaborao de um Plano Estratgico Institucional que a partir de seus ambientes interno e externo apresente os objetivos, as metas e os indicadores estratgicos da Agncia.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DPEI 2.1.4.2: Recomendao 1

    A implantao do processo de planejamento estratgico institucional clssico deve seguir o roteiro apresentado na tabela abaixo:

  • 111

    Etapa 1 Sensibilizao e Preparao

    Etapa 2 Anlise dos Ambientes Interno e Externo

    Etapa 3 Estabelecimento de Diretriz Organizacional (Misso, Objetivos Organizacionais, Viso, Valores)

    Etapa 4 Formulao de Estratgia Organizacional

    Etapa 5 Implementao da Estratgia Organizacional

    Etapa 6 Controle Estratgico

    A cada uma dessas etapas sero associadas Matrizes de Coordenao, nas quais sero definidas as atividades e resultados esperados e as responsabilidades, servindo como controles internos para garantir no s a elaborao do Plano Estratgico Institucional, mas tambm a sua implementao. A fase inicial de gesto da implantao deste processo de administrao estratgica dever ser assumida pela Diretoria colegiada da AEB, apoiada por grupo de trabalho de carter multidepartamental por ser designado.

    Como comprometido com o TCU, firmado no Ofcio n 227/PRE/12, de 04/12/2012 enviado quela egrgia corte, o incio da implantao do processo de planejamento estratgico se far em um horizonte de 2 anos, a partir da data do referido ofcio. Tal fato se justifica tendo em vista a perspectiva de ser autorizada pelo Ministrio do Planejamento a realizao de concurso no primeiro semestre de 2014, quando se espera ser preenchida parte das vagas j autorizadas em Lei. O incio da implantao do processo de planejamento estratgico da AEB, sem a garantia de um quadro mnimo de pessoal, corre o risco de enfrentar soluo de continuidade, por possvel falta de sustentabilidade na implementao e continuidade das aes.

    Isto posto, espera-se cumprir at o final de 2014 a Etapa 4 dos passos de implementao do Planejamento Estratgico Institucional da AEB.

    Recomendao 2: Avaliar a convenincia e a oportunidade de atribuir formalmente a responsabilidade pela gesto estratgica da AEB a servidor ou a grupo de servidores, preferencialmente pertencentes Alta

    RESPOSTA: DPEI

    2.1.4.2: Recomendao 2 Idem da Recomendao 1.

  • 112

    Direo da AEB.

    CONSTATAO 2.1.4.3 Recomendao 1: Avaliar a convenincia e a oportunidade de utilizar o relacionamento entre objetivos genricos de negcio e os objetivos genricos de tecnologia da informao propostos no COBIT 5 para derivar objetivos estratgicos de tecnologia da informao especficos da AEB alinhados com seus objetivos estratgicos organizacionais

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DINF 2.1.4.3: Recomendao 1 O levantamento de necessidades de cursos para 2014 realizado pela CRH/DPOA contempla treinamento em frameworks de governana de TI (COBIT e ITIL).

    Recomendao 2: Avaliar a convenincia e a oportunidade de incorporar em seu Plano Diretor de Tecnologia da Informao vigente item relativo ao referencial estratgico proposto no Modelo de PDTI 2011-2012 do SISP.

    RESPOSTA: DINF 2.1.4.3: Recomendao 2 O PDTI 2014-2015 contm a resposta e ser publicado na primeira quinzena de abril/2014.

    CONSTATAO 2.1.4.4 Recomendao 1: Avaliar a convenincia e a oportunidade de formalizar processo de elaborao do PDTI da AEB, incluindo entre suas atividades a identificao de estratgicas da organizao presentes no Plano Plurianual, Lei Oramentria Anual, Plano Estratgico Institucional e Estratgia Geral de Tecnologia da Informao e outros instrumentos de planejamento pertinentes.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DINF 2.1.4.4: Recomendao 1 O PDTI 2014-2015 contm a resposta e ser publicado na primeira quinzena de abril/2014.

    Recomendao 2: Avaliar a convenincia e a oportunidade de elaborar plano de capacitao, composto no s da descrio dos treinamentos, como tambm de elementos como responsabilidade, cronograma e custos estimados para cada um deles, para os recursos humanos necessrios consecuo das aes de tecnologia da informao previstas no PDTI vigente da AEB.

    RESPOSTA: DINF 2.1.4.4: Recomendao 2 O Sistema de Gerenciamento de Cursos e Treinamentos foi desenvolvido pela DINF e o Plano de Capacitao em TI foi realizado junto CRH/DPOA.

    CONSTATAO 2.1.4.5 Recomendao 1: Avaliar a convenincia e a oportunidade de prover treinamento em gerenciamento de projetos, observando as

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda

    RESPOSTA: DINF 2.1.4.5: Recomendao 1 Foi solicitada inscrio do servidor Romualdo Alves Pereira Jnior no Curso de Gerenciamento de Projetos da ENAP, a ser realizado no perodo de 12 a 16/05/2014.

  • 113

    boas prticas propostas no PMBoK 5 ed, para a equipe responsvel pela identificao e organizao das aes de tecnologia da informao inclusas no Plano Diretor de Tecnologia da Informao da AEB

    Justifica

    Recomendao 2: Avaliar a convenincia e a oportunidade de atribuir responsabilidade a servidor ou grupo de servidores independente da equipe de planejamento do PDTI para revisar se a minuta de PDTI elaborado est aderente ao modelo de PDTI mais recente emitido pelo SISP.

    RESPOSTA: DINF 2.1.4.5: Recomendao 2 O PDTI elaborado pelo CTI-AEB e ser submetido ao SLTI do Ministrio do Planejamento para reviso.

    CONSTATAO 2.1.4.6 Recomendao 1: Avaliar a convenincia e a oportunidade de estabelecer metas e indicadores para os objetivos estratgicos institucionais formulados pela AEB.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DINF 2.1.4.6: Recomendao 1

    Foi solicitada inscrio do servidor Romualdo Alves Pereira Jnior no Curso de Elaborao de Indicadores de Desempenho Institucional da ENAP, a ser realizado no perodo de 11 a 15/08/2014. As inscries na Turma 03 estaro abertas a partir de 13/04/2014.

    Recomendao 2: Avaliar a convenincia e a oportunidade de revisar as aes propostas no PDTI da AEB, priorizando aquelas que apresentem maior contribuio para o alcance das metas e dos indicadores estratgicos estabelecidos.

    RESPOSTA: DINF 2.1.4.6: Recomendao 2 O Portflio de Projetos da AEB est em fase de desenvolvimento, segundo a Metodologia do SISP, com previso de concluso em 12/2014.

    Recomendao 3: Avaliar a convenincia e a oportunidade de se formalizar, previamente aprovao do PDTI da AEB, reviso dessa Minuta considerando, como critrio de aprovao das aes propostas, a contribuio dos projetos propostos para alcance das metas estabelecidas, medidas a partir dos indicadores estratgicos propostos.

    RESPOSTA: DINF 2.1.4.6: Recomendao 3 O Portflio de Projetos da AEB est em fase de desenvolvimento, segundo a Metodologia do SISP, com previso de concluso em 12/2014.

    CONSTATAO 2.1.4.7 Recomendao 1: Formalizar Poltica de Desenvolvimento, Manuteno e Aquisio de Software da AEB estabelecendo para o conjunto de processos pertinentes ao ciclo de vida de software da organizao princpios, direcionamentos e expectativas da Alta Direo da AEB.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: DINF 2.1.4.7: Recomendao 1 A Poltica de Desenvolvimento, Manuteno e Aquisio de Software da AEB segue o Guia Prtico para Contratao de Solues de TI da SLTI/MP.

    A orientao da AEB de no mais realizar aquisies de solues de TI para rgos externos (instituies do SINDAE). A DPOA est elaborando Boletim Interno com esta

  • 114

    recomendao.

    Recomendao 2: Avaliar a convenincia e a oportunidade de formalizar junto a Alta Direo da AEB, a partir dos princpios, direcionamentos e expectativas presentes na Poltica de Desenvolvimento, Manuteno e Aquisio de Software da AEB, o planejamento dos processos previstos no ciclo de vida do software da Organizao, prevendo: descrio dos processos; padres e requisitos para os produtos de trabalho (artefatos) e os resultados a serem entregues pelo processo; objetivos especficos do processo em termos de qualidade, tempo, recursos entre outros; dependncias entre atividades, produtos de trabalho e resultados dos diferentes processos do ciclo de vida de software da AEB; recursos necessrios para a execuo do processo; atribuio de responsabilidade pelas suas atividades; necessidade de treinamento para a realizao dos processos; produtos de trabalho a serem controlados, inclusos na linha base do software produzido; requisitos das medies a serem realizadas sobre o processo, seus produtos de trabalho e resultados; descrio da participao das partes interessadas durante a realizao do processo; atividades de monitoramento e controle do processo; objetivos da avaliao de atividades do processo; reviso gerencial do processo e de seus produtos.

    30.06.2014

    RESPOSTA: DINF 2.1.4.7: Recomendao 2 A Poltica de Desenvolvimento, Manuteno e Aquisio de Software da AEB segue o Guia Prtico para Contratao de Solues de TI da SLTI/MP.

    A orientao da AEB de no mais realizar aquisies de solues de TI para rgos externos (instituies do SINDAE). A DPOA est elaborando Boletim Interno com esta recomendao.

    3.2.3 SISTEMA DE INFORMAES OPERACIONAIS CONSTATAO 3.2.3.1 Recomendao 1: Instituir normativo que dote a fase de liquidao da despesa de procedimento para verificao da presena das caractersticas iniciais da proposta da contratada, em especial quanto aos valores retidos para fins de pagamento do Imposto Sobre Servios - ISS.

    RESPOSTA: COF 3.2.3.1: Recomendao 1 Foi elaborada Ordem de Servio n 01, de 06 de janeiro de 2014, que estabelece procedimentos para que os pagamentos efetuados a terceiros estejam compatveis com a proposta contratada.

  • 115

    Recomendao 2: Promover gestes necessrias junto Prefeitura Municipal de Alcntara/MA, a fim de esclarecer a alquota praticada pelo Municpio no recolhimento do Imposto Sobre Servios - ISS, e posteriormente:

    RESPOSTA: COF 3.2.3.1: Recomendao 1

    Idem

    a)verifique a compatibilidade com a alquota prevista na composio do BDI de todos os contratos firmados cujas execues sejam passveis de incidncia da alquota determinada pelo Municpio de Alcntara/MA;

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: COF 3.2.3.1: Recomendao 2, item a:

    Idem

    b) no caso de divergncias adote as medidas necessrias para o ressarcimento ou reteno nos futuros valores a serem pagos devido s divergncias nas alquotas do ISS;

    RESPOSTA: DTEL 3.2.3.1, recomendao 2, item b: O valor total do Contrato foi reduzido, face nova planilha de BDI, conforme Termo Aditivo anexo.

    c) adote as medidas necessrias apresentao, por parte da empresa contratada, de nova planilha de composio do BDI, informando o valor exato da alquota do ISS.

    RESPOSTA: DTEL 3.2.3.1, Recomendao 2, item c: Conforme solicitado segue a nova planilha de BDI (anexo) com os ajustes do ISS por alquota detalhada.

    Recomendao 3: Com fito certificar que a composio do BDI, que integra a oramentao do objeto almejado, esteja de acordo com as legislaes federais, estaduais e municipais, institua normativo que regulamente durante a fase interna dos processos de licitao e de contratao direta a verificao da compatibilidade das respectivas alquotas dos impostos aplicveis.

    RESPOSTA: COF 3.2.3.1:: Recomendao 3 Foi elaborada Ordem de Servio n 01, de 06 de janeiro de 2014, que estabelece procedimentos para que os pagamentos efetuados a terceiros estejam compatveis com a proposta contratada.

    4 CONTROLES DA GESTO

    4.1 CONTROLES INTERNOS 4.1.1 ATUAO DA AUDITORIA INTERNA 4.1.1.1 INFORMAO CONSTATAO 4.1.1.2

    A vinculao da unidade Auditoria Interna da AEB no est compatvel com o disposto no art. 15 do Decreto n 3.591/2000.

    RESPOSTA: AIN 4.1.1.2: Apesar de constar do Ofcio n 170 PRE/AEB de 23/07/2013, que: A AEB ir providenciar alterao na Estrutura Organizacional, fazendo com que a vinculao da Auditoria Interna AIN seja alterada, passando da Presidncia da Agncia para o Conselho Superior, em cumprimento recomendao da CGU., concordamos em parte, eis que esta AEB no dispe de Conselho de Administrao, vinculao ideal luz da legislao. Apesar de a Controladoria concluir que o Conselho Superior da AEB apresenta equivalncia de atribuies com o Conselho Superior da CAPES entendemos, s.m.j., que o nosso Conselho

  • 116

    CONSTATAO 4.1.1.3

    Comprometimento da independncia da Auditoria Interna da AEB

    Superior um rgo "normativo", no cabendo a vinculao a ele, at porque para que se efetive o vnculo, h que se alterar o Regimento Interno da Casa, bem como sua Estrutura Organizacional. Ademais, a dependncia de resolues do Conselho Superior, com vistas a pequenos questionamentos sanveis administrativamente, exigiria convocao de reunio praticamente exclusiva para o assunto, sem considerar a quantidade de membros representantes de tantos Ministrios e rgos ligados rea aeroespacial. Acreditamos, por fim que, a permanecer a vinculao da Auditoria Presidncia da AEB, todas as tarefas a ela afetas e as buscas de solues teriam finalizaes mais geis. RESPOSTA: AIN

    4.1.1.3: Com relao ao comprometimento da independncia da Auditoria Interna da AEB, pela participao dos auditores internos detectada em processos de gesto, informamos que o assunto j fora objeto de discusso, conforme entendimentos entre a Presidncia, esta Auditoria e a Procuradoria Federal junto AEB, cuja participao em anlise processual prvia no mais vem ocorrendo, desde o incio do ms de setembro.

    Recomendao 1: Instituir normativo interno a que: a) autorize Auditoria Interna o acesso irrestrito a registros, pessoal, informaes, sistemas e propriedades fsicas relevantes execuo de suas auditorias;

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: AIN 4.1.1.3: Recomendao 1

    Foi elaborada Ordem de Servio n 02, de 24 de dezembro de 2013,que regulamenta a atuao da Auditoria Interna no mbito da Agncia Espacial Brasileira AEB

    b) estabelea que os departamentos da organizao devam apresentar tempestiva e obrigatoriamente, informaes solicitadas pela Auditoria Interna;

    Idem

    c) permita que a Auditoria Interna possa obter apoio necessrio dos servidores das unidades submetidas a auditoria e de assistncia de especialistas e profissionais, de dentro e de fora da organizao, quando considerado necessrio;

    Idem

    d) vede a participao dos auditores internos em atividades que possam caracterizar participao na gesto.

    Idem

  • 117

    4.1.2 AUDITORIA DE PROCESSOS DE CONTAS CONSTATAO 4.1.2.1

    Recomendao 1: Institua normativo interno que atribua a incumbncia de efetuar procedimento de reviso das peas integrantes do processo de prestao de contas da AEB com a finalidade de certificar a completude e a fidedignidade das informaes prestadas sociedade.

    (x) Concorda ( ) Concorda Parcialmente Justificar ( ) Discorda Justificar

    RESPOSTA: COF 4.1.2.1: Recomendao 1 Foi elaborada Portaria n 02, de 6 de janeiro de 2014, que cria e designa os membros da Comisso de Elaborao e Reviso do Relatrio de Gesto da AEB, apresentado anualmente ao Tribunal de Contas da Unio TCU.

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