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  • RELATÓRIO DE

    GERENCIAMENTO DE RISCOS

    4º TRIMESTRE - 2018

  • 2

    SUMÁRIO 1. INSTITUCIONAL 4

    2. GERENCIAMENTO DE RISCOS 4

    2.1. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E CAPITAL 4

    3. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS 6

    4. GESTÃO INTEGRADA DE RISCOS 9

    5. RISCO DE CRÉDITO 10

    5.1. CLASSIFICAÇÃO DE RISCO (RATING) 11

    5.2. ANÁLISE DE GARANTIAS 12

    5.3. EXPOSIÇÃO AO RISCO DE CRÉDITO 12

    5.3.1. EXPOSIÇÃO POR REGIÃO GEOGRÁFICA 13

    5.3.2. EXPOSIÇÃO POR SETOR ECONÔMICO 13

    5.3.3. EXPOSIÇÃO POR FAIXA DE ATRASO E REGIÃO GEOGRÁFICA 13

    5.3.4. PRAZO A DECORRER DAS OPERAÇÕES 14

    5.3.5. CONCENTRAÇÃO DOS DEZ E CEM MAIORES DEVEDORES 14

    5.4. MONTANTE DE PROVISÕES PARA PERDAS E BAIXAS PARA PREJUÍZO 14

    6. RISCO OPERACIONAL 15

    6.1. DOCUMENTO REGULATÓRIO 16

    7. RISCO DE MERCADO E IRRBB 16

    7.1. GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO E IRRBB 17

    7.2. DERIVATIVOS 18

    8. RISCO DE LIQUIDEZ 19

    9. GESTÃO DE CAPITAL 20

    9.1. ATIVOS PONDERADOS PELO RISCO (RWA) 20

    9.2. COMPOSIÇÃO DO CAPITAL 22

    9.3. ÍNDICE DE BASILEIA E ADICIONAL DE CAPITAL PRINCIPAL 23

    9.4. SUFICIÊNCIA DE CAPITAL 24

    9.5. RAZÃO DE ALAVANCAGEM 25

    DISPOSIÇÕES FINAIS 27

  • 3

    INTRODUÇÃO

    Visando atender a Circular Nº 3.678/13, que dispõe sobre a divulgação de informações

    referentes à gestão de riscos, à apuração do montante dos ativos ponderados pelo risco

    (RWA) e à apuração do Patrimônio de Referência (PR), este relatório apresenta

    informações sobre a Gestão de Riscos adotada pelas instituições financeiras

    participantes do Conglomerado Prudencial (Banco Yamaha Motor do Brasil S/A e

    Yamaha Administradora de Consórcio Ltda).

    Assim como outros normativos divulgados pelo Bacen e CMN, a Circular 3.678/13 foi

    elaborada para adequação ao Acordo de Basileia III, o qual foi efetivado em resposta à

    crise financeira internacional ocorrida em 2008, e formalizado através do documento

    “Basel III: A global regulatory framework for more resilient Banks and banking systems

    – revised”. O novo acordo teve como objetivo, aumentar a qualidade e quantidade de

    capital das instituições financeiras, de forma que o sistema financeiro se torne resiliente,

    reduzindo custos de possíveis crises financeiras e amparando o crescimento

    sustentável.

    Em conjunto com outras medidas, propõe:

    • Maior rigor nas definições de capital, visando o aumento da capacidade das instituições em absorver perdas;

    • Padronização internacional das definições de capital; • Criação de colchões de capital para suportar períodos de stress; • Introdução do Índice de Alavancagem (anexo II - Modelo Comum de divulgação

    de informações sobre a Razão de Alavancagem); • Introdução dos Índices de Liquidez de Curto Prazo (LCR) e Longo Prazo (NSFR);

    e • Apuração consolidada do Patrimônio de Referência e dos requerimentos

    mínimos de capital para as instituições integrantes do Conglomerado Prudencial.

  • 4

    1. INSTITUCIONAL O Banco Yamaha Motor do Brasil S.A. (BYMD), foi criado em outubro de 2008, com o

    objetivo de oferecer produtos e serviços sob medida para os clientes da Rede de

    Concessionárias Yamaha. Estamos ligados diretamente à Yamaha Motor do Brasil

    Ltda., que pertence ao Grupo Yamaha Motor Company, no qual atua em mais de 104

    países.

    A missão da organização é oferecer serviços financeiros competitivos e rentáveis,

    fortalecendo os negócios do Grupo Yamaha e satisfazendo as expectativas de nossos

    clientes, concessionários, colaboradores e acionistas.

    De acordo com a Resolução CMN 4.553/17, a qual segmenta as instituições de acordo

    com os seus perfis de riscos e relevância sistêmica, a Instituição foi enquadrada no

    Segmento 4 (S4).

    2. GERENCIAMENTO DE RISCOS

    O Gerenciamento de Riscos da Organização tem por objetivo identificar, mensurar,

    controlar e mitigar os riscos associados à Instituição, utilizando-se das práticas mais

    aceitas pelo mercado, além de atender todos os requerimentos dos Órgãos

    Reguladores.

    2.1. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS E CAPITAL O Conglomerado Prudencial estabeleceu sua estrutura de gestão integrada de riscos e

    capital em conformidade com a Resolução CMN 4.557/17. Dentre os principais riscos

    inerentes a atividade da instituição, destacamos:

    • RISCO DE CRÉDITO: define-se como a possibilidade de ocorrência de perdas

    associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas

    obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de

    crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução

  • 5

    de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos

    custos de recuperação e a outros valores relacionados.

    • RISCO DE MERCADO E IRRBB: define-se como a possibilidade de ocorrência de

    perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas por uma

    instituição financeira. Em relação ao IRRBB (Interest Rate Risk of the Banking Book)

    define-se como a possibilidade de perdas no capital e no resultado financeiro dado

    variação da taxa de juros para os instrumentos classificados na carteira bancária.

    • RISCO DE LIQUIDEZ: define-se como a possibilidade de a instituição não ser capaz

    de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e

    futuras, inclusive as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas

    operações diárias e sem incorrer em perdas significativas, bem como de não

    conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu tamanho

    elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma

    descontinuidade no mercado.

    • RISCO OPERACIONAL: define-se como a possibilidade de ocorrência de perdas

    resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e

    sistemas ou de eventos externos, incluindo o risco legal associado à inadequação

    ou deficiência em contratos firmados pela instituição, bem como a sanções em razão

    de descumprimento de dispositivos legais e a indenizações por danos a terceiros

    decorrentes das atividades desenvolvidas pela instituição.

    • RISCO SOCIOAMBIENTAL: define-se como a possibilidade de perdas decorrentes

    de danos socioambientais, o qual é identificado pela instituição como um

    componente das diversas modalidades de risco a que está exposta.

    • GESTÃO DE CAPITAL: define-se como a possibilidade de ocorrência de perdas

    resultantes da falta de mecanismos e procedimentos destinados a manter o capital

    compatível com a natureza das suas operações e com os riscos incorridos pela

    Instituição.

  • 6

    3. ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

    A estrutura de Gerenciamento de Riscos visa obter o melhor dimensionamento e

    controle dos riscos inerentes a instituição de modo consolidado, bem como a apuração

    do capital necessário para suportar nossas atividades. Essa estrutura visa análise;

    monitoramento; controle e mitigação de riscos por meio do estabelecimento de políticas

    e procedimentos embasados pelas regulamentações de Basileia e Governança

    Corporativa e ao seu apetite a riscos.

    A estrutura encontra-se subdivida da seguinte forma:

    ORGANOGRAMA – GERENCIAMENTO DE RISCOS INTEGRADOS

    RESPONSABILIDADES: DIRETORIA DE RISCOS

     Revisar e aprovar as Políticas de Gerenciamento de Riscos, e suas futuras

    revisões, com periodicidade mínima anual;

     Aprovar o business plan anualmente;

     Assessorar o Comitê quanto à necessidade de Alocação de Capital;

  • 7

    GERENCIAMENTO DE RISCOS

    • Acompanhar os limites de exposição aos riscos;

    • Determinar o escopo, relevância e fronteira entre os riscos;

    • Apurar as concentrações e correlação entre os riscos;

    • Padronizar as informações, metodologias e indicadores;

    • Realizar simulações visando à otimização do resultado frente a condições

    extremas de mercado (teste de estresse);

    • Elaborar relatórios gerenciais com as posições de Riscos e enviar aos

    departamentos envolvidos e a Diretoria;

    • Observar alterações dos normativos reguladores;

    • Validar os processos, modelos e gerenciamento de riscos;

    • Reportar e acionar, se necessário, o Comitê de Riscos Integrados caso

    identifique desenquadramento dos limites estabelecidos.

    GOVERNANÇA CORPORATIVA A missão da área de Compliance e Controles Internos é assegurar, em conjunto com

    as demais áreas do BYMD a adequação, fortalecimento e o funcionamento do sistema

    de controles internos, procurando mitigar riscos de não aderências as normas internas

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