relatorio primavera2014

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  • 1. RELATRIO DE PRIMAVERA 2014OBSERVATRIO PORTUGUS DOS SISTEMAS DE SADE SADESNDROMA DE NEGAO
  • 2. Observatorio Portugus dos Sistemas de Saude O Observatorio Portugues dos Sistemas de Sade (OPSS) e uma parceria entre a Escola Nacional de Saude Publica da Universidade Nova de Lisboa (ENSP), o Centro de Estudos e Investigaco em Sade da Universidade de Coimbra (CEISUC) e a Universidade de vora, este ano reforada com a Faculdade de Farmcia da Universidade de Lisboa Obra patrocionada pelo OPSS e pela Associacao de Inovacao e Desenvolvimento em Saude Publica (INODES) Capa: Imagem concebida com base numa fotografia de Teodoro Briz Este livro, no seu todo ou em parte, no pode ser reproduzido nem transmitido por qualquerforma ou processo electrnico, mecnico ou fotogrfico, incluindo fotocpia,xerocpia ou gravao sem autorizao prvia, e por escrito, da editora. SADE SNDROMA DE NEGAO Relatrio de Primavera 2014 Por sua vontade expressa, o OPSS adota neste livro o modelo do novo acordo ortografico AO90 (N.E.)
  • 3. NDICE 1. NOTA INTRODUTRIA......................................................................8 2. ANLISE DO LTIMO ANO DE GOVERNAO DA SADE...................11 2.1 Polticas de Sade e crise: aspetos crticos.................................................12 2.1.1 As Polticas de Sade no Espao Europeu.....................................12 2.1.2 As Polticas de Sade em Portugal...............................................13 2.2 Descentralizar o SNS em Portugal. Estratgia interrompida ou interrupo estratgica?....................................................................................22 3. CRISE E SADE...............................................................................34 3.1 Sade mental e a crise Evoluo recente em Portugal e perspetiva europeia........35 3.2 Estilos de vida em tempos de crise.........................................................52 4. APROFUNDAMENTO DE ASPETOS ESPECIFICOS DA GOVERNAO DA SADE............................................................................................66 4.1 O medicamento, a crise e o memorando de entendimento (MdE).....................67 4.2 Organizao e gesto de servios de sade. Os Cuidados de Sade Primrios......................................................................................84 5. CONSIDERAESFINAIS................................................................107 6. BIBLIOGRAFIA...............................................................................114 7. ANEXOS.........................................................................................125 Anexo 1 O OPSS e a Rede observacional.............................................126 Anexo 2 - Abordagem metodolgica.....................................................129 Anexo 3 Avaliao externa painis de peritos.......................................131 Anexo 4 Relatrios anteriores (capas)..................................................138 Anexo 5 Colaboradores e conflitos de interesses.....................................139 Anexo 6 Investigadores fundadores do OPSS........................................141
  • 4. 4 Relatrio de primavera 2014 Lista de Tabelas Crimes contra as pessoas 39 Distribuio do tipo de tratamento (exceto perturbaes psicticas esquizofreniformes e delirantes), por gravidade, em Portugal (2013) 42 Dez principais fatores de risco da sade e respetiva contribuio relativa estimada para o peso da doena 52 Evoluo da taxa de Intensidade de pobreza em Portugal 2009-2012 53 3.Evoluo da % despesa gasta em produtos alimentares por despesa total mdia anual por agregado familiar 54 Evoluo do mercado ambulatrio de medicamentos no SNS (2010 - 2013) 71 EvoluodosencargoscommedicamentosdoSNSporgrupofarmacoteraputico (2012-2013) 73 Top 20 dos medicamentos em falta nas Farmcias (agosto dezembro 2013) 82 Caracterizao dos cuidados primrios na regio do Alentejo 94 Caracterizao das USF e UCSO na regio do Alentejo 95 Utentes sem mdico de famlia, na Regio do Alentejo 96 Indicadores de contratualizao 97 Resultados Obtidos pelas UCSP/USF de Portalegre para Incentivos Institucionais em 2009/2011/2012 102 Resultados Obtidos pelas UCSP/USF Elvas para Incentivos Institucionais em 2009/2011/2012 102 Lista de Figuras Despesa do SNS e Financiamento do OE (em MEUR) 23 A descentralizao no SNS e o quadro legislativo em Portugal 26 A Pirmide de organizao de servios para uma combinao tima de servios 43 N. de enfermeiros em servios de sade mental por pas 46 Oramento total da sade/Despesa na sade mental (%)2 48 Distribuio percentual da despesa mdia do agregado familiar com produtos alimentares, por grupo de alimentos em Portugal 55 Distribuio percentual por consumo dirio de frutas na OCDE (27) e por gnero na populao com 15 anos de idade 57 Distribuio percentual por consumo dirio de vegetais na OCDE (27) e por gnero na populao com 15 anos de idade 57 Evoluo dos encargos do SNS com medicamentos no mercado ambulatrio vs hospitalar (2010-2013) 69 71Evoluo da quota de genricos no mercado ambulatrio total (2004-2013)
  • 5. 5 Relatrio de primavera 2014 Evoluo do nmero de novas DCI abrangidas por GH por trimestre (2005- 2014) 72 Evoluo do consumo de ansiolticos, sedativos e hipnticos por regio de sade e no Continente entre 2012 e 2013 (DDD/1000 habitantes/dia 74 Evoluo do mercado de ambulatrio de ansiolticos (2002-2013) 75 Consumo de Antidepressores nas regies de sade de Portugal e no Continente em 2012 e 2013 (DDD/1000 habitantes/dia) 75 Evoluo do nmero de pedidos de avaliao prvia de medicamentos para utilizao hospitalar deferidos, com contrato assinado (2010, 2012 - 2014) 76 Resumo das alteraes de politica no mbito do medicamento, na Europa, de 2008 a 2011 78 Margens do sector da distribuio (2011-2013) 79 Farmcias com tipo de registo Insolvncia e Penhoras 79 Proporo da populao que reportou falhas de medicamentos 2012-2013 81 Falhas de abastecimento do mercado por grupos farmacoteraputicos 82 Percentagens de agregados familiares que esto a reduzir nas despesas de sade 83 Proporo de utentes com diagnstico de diabetes mellitus 89 Proporo de utentes com diagnstico de hipertenso arterial 89 Proporo de utentes com diagnstico de neoplasia maligna do clo do tero e de neoplasia maligna do clon/reto 90 Taxa de utilizao global de consultas mdicas e de enfermagem, nos ltimos trs anos 90 Proporo de mulheres entre os 50 e os 70 anos com mamografia registada nos ltimos 2 anos e proporo de utentes com idades entre os 50 e os 70 anos, com rastreio do cancro do clon e reto efetuado 90 Rcio entre a despesa com quinolonas e antibiticos faturados (PVP a utentes inscritos) 91 Rede observacional OPSS 127
  • 6. 6 Relatrio de primavera 2014 Lista de abreviaturas ACeS Agrupamentos de Centros de Sade ACS Alto Comissariado da Sade ACSS Administrao Central dos Servios de Sade ADSE Direo-Geral de Proteo Social aos Trabalhadores em Funes ANF Associao Nacional das Farmcias APAV Associao Portuguesa de Apoio Vtima APIFARMA Associao Portuguesa da Indstria Farmacutica ARS Administrao Regional de Sade ARSLVT Administrao Regional de Sade de Lisboa e Vale do Tejo AT ustria BAP Balana Alimentar Portuguesa BI USF Gesto do Conhecimento em Sade/Unidades de Sade Familiar CAD Centros de Aconselhamento e Deteco Precoce para a Infeco VIH/sida CE Comisso Europeia CEFAR Centro de Estudos e Avaliao em Sade CEISUC Centro de Estudos e Investigao em Sade da Universidade de Coimbra CM Conselho de Ministros CNSM Coordenao Nacional para a Sade Mental CRESAP Comisso de Recrutamento e Seleo para a Administrao Pblica CRI Centros de Responsabilidade Integrados CRP Constituio da Repblica Portuguesa CSDH Commission on Social Determinants of Health CSP Cuidados de Sade Primrios DCI Denominao Comum Internacional DDD Dose Diria Definida
  • 7. 7 Relatrio de primavera 2014 DGO Direo Geral do Oramento DGS Direo Geral de Sade DHD DDD por 1000 habitantes/dia DL Decreto-Lei DSIA Direo de Servios de Informao e Anlise DSS Determinantes Sociais da Sade EC European Commission ECB European Central Bank ECCI Equipa de Cuidados Continuados Integrados EE Estnia EL Grcia ENSP Escola Nacional de Sade Publica EOHSP European Observatory on Health Systems and Policies EPE Entidade Pblica Empresarial ES Espanha EUA Estados Unidos da Amrica EUFIC European Food Information Council EUROPOPP-MH European profile of prevention and promotion of mental health FASP Fundo de Apoio ao Sistema de Pagamentos do SNS FI Finlndia GDH Grupos de Diagnsticos Homogneos GH Grupo Homogneo GNR Guarda Nacional Republicana
  • 8. 1. NOTA INTRODUTRIA
  • 9. 9 Relatrio de primavera 2014 O Observatrio Portugus dos Sistemas de Sade tem como uma das suas principais funes constituir-se como memria da evoluo do sistema de sade portugus e dos desafios