Relatório Anual Semeia 2011

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Queremos abrir o dilogo para a construo de relacionamentos duradouros com os diferentes pblicos com os quais nos relacionamos. Uma forma de fazer isso sendo transparentes em nossas atividades, ou seja, prestando contas. Para tanto, elaboramos um Relatrio Anual seguindo as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI). O Relatrio foi lanado no primeiro Encontro Anual realizado pelo Semeia, dia 17/04. O objetivo deste evento foi reunir parceiros e pessoas alinhadas com a nossa causa.

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<ul><li><p>As Unidades de Conservaodevem ser fonte de riqueza para o pas.</p><p>Relatrio 2011Verso Resumida</p></li><li><p>Nosso Sonho&gt;</p><p>ltimas Notciasabril de 2050</p><p>Turismo em reas naturais prot</p><p>egidas representa 2% do PIB</p><p>17/04/2050 | 06h00 - O desenv</p><p>olvimento econmico relaciona</p><p>do ao turismo nas 40 reas na</p><p>turais </p><p>protegidas onde o governo po</p><p>ssui parcerias com o setor priv</p><p>ado equivalente a 2% do Pro</p><p>duto </p><p>Interno Bruto (PIB) brasileiro.</p><p>16/04/2050 | 15h30 -At 2010, a</p><p>s regies de entorno de Unida</p><p>des de Conservao configura</p><p>vam-se </p><p>entre aquelas com piores cond</p><p>ies socioeconmicas do pas</p><p>. A partir de 2020, os dados o</p><p>btidos </p><p>com o censo apresentaram </p><p>um desenvolvimento socioec</p><p>onmico galopante, motivado</p><p> pelo </p><p>desenvolvimento do turismo ne</p><p>ssas regies.</p><p>Censo 2050: 10 dos 60 municpi</p><p>os mais ricos do pas esto no e</p><p>ntorno de </p><p>Unidades de Conservao</p><p>16/04/2050 | 21h00 - O comit</p><p> formado pelos </p><p>Ministrios da Economia, do Pl</p><p>anejamento, do </p><p>Turismo e do Meio Ambiente d</p><p>ivulga hoje o </p><p>plano sobre as reas a serem c</p><p>oncessionadas. </p><p>A ideia duplicar a oferta de s</p><p>ervios e produ-</p><p>tos em reas naturais protegi</p><p>das. Realizare-</p><p>mos concesses em forma d</p><p>e consrcio na </p><p>Unidade de Conservao. N</p><p>o realizaremos </p><p>mais concesses para produ</p><p>tos e servios </p><p>isoladamente. S assim conse</p><p>guiremos atrair </p><p>pessoas do mundo inteiro par</p><p>a valorizar a vida </p><p>ao ar livre. Esperamos at qu</p><p>e se surpreen-</p><p>dam, diz a Secretria do Turism</p><p>o. </p><p>Governo busca parcerias com e</p><p>mpresas em mais 30 reas natu</p><p>rais protegidas</p><p>No final deste relatrio, </p><p>trazemos um pequeno </p><p>glossrio com o que </p><p>entendemos por: </p><p>Excelncia de gesto; </p><p>Orientao ao Consumi-</p><p>dor; Parceria Pblico- </p><p>Privada (PPP); Unidades </p><p>de Conservao (UCs). </p><p>Tendo dvidas, </p><p>escreva-nos pelo e-mail: </p><p>comunicao@semeia.org.br </p><p>ou pela pgina do </p><p>Instituto Semeia no </p><p>Facebook.</p><p>Para que a iniciativa privada seja parte da soluo em nossas UCs, os governos devero oferecer os incentivos e a segurana institucional adequados. Aqueles mais visionrios largaro na frente e, atravs de parcerias com bons empreendedores, daro belos exemplos ao Brasil .</p><p>Guilherme Passos, Conselheiro do Semeia</p></li><li><p>Instituto Semeia www.semeia.org.br</p><p>2</p><p>O futuro pertence queles que acreditam na beleza de seus sonhos.</p><p>Foi inspirada no desejo de que netos, bisnetos, tataranetos e outras geraes por vir </p><p>tenham a oportunidade de conhecer as maravilhas que o Brasil abriga sob a forma de </p><p>Unidades de Conservao (UCs) que a Famlia Passos investiu tempo, dedicao, carinho </p><p>e recursos para criar o Instituto Semeia. </p><p>O sonho do Semeia que nossas UCs despertem a emoo de ser brasileiro, como </p><p>acontece com o futebol, o samba, a caipirinha e outros sucessos dentro e fora do pas. </p><p>Para isso, as UCs precisam trazer benefcios que sejam percebidos pelas pessoas. Precisam </p><p>conciliar conservao com aumento de oportunidades para os brasileiros, seja na forma </p><p>de emprego, renda e educao, seja por lazer.</p><p>Acreditamos que este sonho possvel, mas h ainda um longo caminho a ser percorrido. </p><p>Na Nova Zelndia, as reas pblicas protegidas representam cerca de 1/3 do pas. Como </p><p>eles conseguiram conciliar desenvolvimento e conservao e ainda transformar o turismo </p><p>na natureza e o turismo de aventura na maior vitrine do pas? Por que o Brasil, um pas que </p><p>foi recm-promovido ao posto de sexta economia mundial e campeo de maravilhas </p><p>naturais, tem capacidade to limitada de usufruir do nosso potencial turstico em UCs?</p><p>Atualmente, nossas UCs vivem desafiadas pela carncia de recursos e de instrumentos de </p><p>gesto, que so percebidos por muitos como entraves ao desenvolvimento. </p><p>Nos prximos 50 anos a situao ser ainda mais desafiadora. A presso vir de todos os </p><p>lados: aumento da populao mundial, mudana no perfil de renda das famlias, levando </p><p>a uma maior tendncia no consumo de protenas, ampliao do mercado mundial de </p><p>commodities todos fatores juntos levaro a uma enorme presso sobre o uso da terra </p><p>e a converso de paisagens. </p><p>O nico caminho em que acreditamos aquele que traz mais braos e mais expertise </p><p>para a tarefa de gesto dessas reas: no certo nem gera o melhor resultado deixar </p><p>para o governo a responsabilidade de fazer tudo acontecer. O Semeia entende que h </p><p>um enorme potencial na aproximao com a iniciativa privada. Precisamos aprender com </p><p>experincias exitosas l fora, trazendo para o Brasil ideias fora da caixa, que possam </p><p>valorizar o uso pblico em nossas UCs.</p><p> Nutrir sonhos motiva o ser humano a caminhar. </p><p>Eleanor Roosevelt</p><p>Mensagem de Abertura</p></li><li><p>Instituto Semeia www.semeia.org.br</p><p>3</p><p>Como pode a SANParks, na frica do Sul, garantir 75% de suas receitas operacionais </p><p>por meio de parcerias com o setor privado? A experincia de Comercializao como </p><p>Estratgia de Conservao, implementada pela SANParks, um bom exemplo de como </p><p>a gesto profissional e o marketing podem reduzir a alocao direta de recursos pblicos </p><p>e mobilizar capital adicional para infraestrutura e conservao. Para cada dlar pago pelo </p><p>concessionrio, estima-se que outros 3 foram atrados para o Parque.</p><p>A recente parceria entre o Ministrio do Meio Ambiente e o Ministrio do Planejamento, </p><p>Oramento e Gesto, que culminou na publicao de uma Manifestao de Interesse para </p><p>a estruturao do Programa Nacional de Parcerias Pblico-Privadas em UCs, pode sinalizar </p><p>um avano na agenda da conservao nacional. As PPPs no so a nica opo nem so </p><p>adequadas a todas as UCs. Porm, a sua lgica de posicionar o governo como o agente que </p><p>estabelece diretrizes, monitora e fiscaliza contratos - e que concede para a iniciativa privada </p><p>a operao de bens e servios, sob metas a serem cumpridas - a grande contribuio que </p><p>este modelo traz mesa. O Semeia acredita que, se utilizarmos nossa inteligncia criativa </p><p>para juntarmos aprendizados de outros setores e pases, podemos ousar novos caminhos </p><p>e criar um modelo inclusivo de gesto em UCs que tenha a iniciativa privada como grande </p><p>protagonista. </p><p>Fica claro que, para avanarmos, um conjunto de pessoas deve se articular em torno </p><p>dessa causa. importante reconhecer os muitos profissionais que j vm trabalhando com </p><p>esse tema, com excelncia e dedicao, com os quais queremos somar nesta construo. </p><p>Queremos ampliar esse grupo e sensibilizar tanto a sociedade de maneira geral quanto </p><p>a iniciativa privada. Mesmo quem no milita no movimento ambientalista precisa ser </p><p>provocado para sentir orgulho de nossas UCs, pois percebe a sua contribuio real para o </p><p>desenvolvimento das pessoas e do pas. </p><p>Acreditamos que podemos contribuir para essa articulao.</p><p>Em 2011, estruturamos o Mapa Estratgico da atuao do Semeia. Definimos nossas </p><p>prioridades, processos, resultados, implementamos algumas ferramentas de gesto e </p><p>decidimos focar nossos esforos na articulao entre o pblico e o privado para fomentar </p><p>modelos inovadores de gesto em UCs. </p><p>Sabemos que o caminho a ser percorrido longo e haver inmeros obstculos a serem </p><p>superados. Estamos gerando conhecimento, testando e articulando, movidos pelo desejo </p><p>de impactar conservao e desenvolvimento em UCs com modelos de gesto inovadores </p><p>que incluam a iniciativa privada. Caminhamos nutridos pelo sonho de um Brasil Gigante </p><p>pela Prpria Natureza. </p><p>Pedro Luiz Barreiros Passos Presidente do Conselho</p><p>Ana Luisa Da Riva Diretora Executiva</p></li><li><p>Sede do Semeia</p><p>Instituto Semeia: Quem SomosMissoTransformar as reas protegidas em motivo de orgulho para todos os brasileiros.</p><p>VisoSer referncia na articulao entre o setor pblico e o privado para o desenvolvimento e a aplicao de modelos de gesto inovadores e sustentveis em reas protegidas. </p><p>Somos uma organizao sem fins lucrativos, comprometida </p><p>com polticas pblicas e com contribuio de longo prazo. </p><p>No temos vnculo nem preferncia partidria. </p><p>Nosso universo de atuao so as Unidades de Conservao </p><p>(UCs) brasileiras, seja de uso sustentvel, seja de proteo </p><p>integral. No primeiro trinio (2011-2013), estamos </p><p>especialmente focados em reas que permitem o uso pblico. </p><p>Acreditamos no turismo como uma ferramenta com enorme </p><p>potencial de conciliar conservao e desenvolvimento. </p><p>Tambm acreditamos que preciso buscar parceiros </p><p>na iniciativa privada que tenham uma atuao tica e </p><p>responsvel na sua forma de fazer negcios, musculatura </p><p>tcnica e financeira e conhecimento, e que possam trazer </p><p>a excelncia em gesto para o espao pblico, tornando-se </p><p>parceiros do governo na conservao das UCs e na gerao </p><p>de benefcios econmicos e sociais para a sociedade como </p><p>um todo. </p><p>Queremos atuar como um fio condutor que une iniciativas, </p><p>pessoas, empresas e organizaes nacionais e internacionais </p><p>que possam contribuir para a excelncia na gesto das </p><p>UCs brasileiras. O Semeia no opera negcios em UCs e </p><p>tampouco as gerencia. Queremos adicionar valor:Ajudando na construo de solues inovadoras para </p><p>gesto de UCs junto aos setores pblico e privado, socie-</p><p>dade civil e academia;</p><p>Trazendo referncias de gesto de outros setores e pases;</p><p>Identificando padres de excelncia nacionais e interna- </p><p>cionais nesta rea.</p><p>No relatrio completo:Saiba mais sobre o Semeia.</p><p>www.semeia.org.br</p><p>Instituto Semeia www.semeia.org.br</p><p>4</p></li><li><p>Temos a inteno de unir agentes provocadores de inovao, conquistando coraes e estimulando o desejo de transformar o pas. Queremos correr atrs de um sonho: que nossas reas protegidas gerem oportunidades de desenvolvimento para as pessoas e para o Brasil , e que o orgulho de cada brasileiro seja aliado conservao desses espaos. </p><p>No nosso site: Pedro Passos explica por que </p><p> imprescindvel trabalhar com uma grande rede.</p><p>www.semeia.org.br</p><p>Agentes provocadores da mudana em que acreditamos</p><p>Estudantes,Potenciais Usurios de UCs,</p><p>Futuras Lideranas,Talentos Potenciais</p><p>Gestores de UCs e suas equipes,Conselhos de Meio Ambiente,</p><p>Conselhos Gestores,Comunidades dos Entornos,</p><p>Consemas, Conamas</p><p>Dimenso estratgica,Dimenso ambiental,</p><p>Dimenso social</p><p>ABETA, ABTR,ABOTTC, ABAV,</p><p>ABRESI, BRAZTOA</p><p>Acadmicos,Consultores</p><p>Jornais, Revistas, Rdio, TV, Blogs, Sites, </p><p>Portais</p><p>Bancos e instituies multilaterais</p><p>Conselhos, Time, Bolsistas, Parceiros</p><p>Redes internacionaisespecializadas,</p><p>referncias nacionais</p><p>Ministrios e Secretarias:Meio Ambiente, Turismo </p><p>e Planejamento</p><p>Sisnama, ICMBio, Embratur</p><p>Juventude Linha de Frente</p><p>ONG / Organismo </p><p>Internacional</p><p>EntidadesRepresentativas</p><p>Pesquisador</p><p>Mdia</p><p>Doador/ Investidor</p><p>Pblico Interno</p><p>Indivduo/ Sociedade</p><p>Iniciativa Privada -Turismo</p><p>Governo </p><p>Instituto Semeia www.semeia.org.br</p><p>5</p></li><li><p>Com modelos inovadores de gesto;</p><p>Influenciando polticas pblicas.</p><p>Apoiar o desenvolvimento de colaboradores, mantendo-os satisfeitos e motivados.</p><p>Aprender com estudos e relacionamentos.</p><p>Fortalecer a instituio.</p><p>Relacionamentos relevantes com: agentes pblicos, imprensa e investidores privados.</p><p>Nmero de membros e engajamento da Comunidade Semeia.*</p><p>* Comunidade Semeia o grupo de pessoas que se identificam com o Semeia e acompanham seus projetos. Para participar, inscreva-se na nossa newsletter e curta a pgina do Instituto Semeia no Facebook.</p><p>A nossa estrutura operacional assim:</p><p>INOVAR: Aprender com outras instituies, setores e pases.</p><p>TESTAR:Aplicar ideias, estudos e ferramentas.</p><p>ENGAJAR: Compartilhar contedo relevante e construir com parceiros.</p><p>Mapa Estratgico Semeia</p><p>Impactar positivamente a conservao e o desenvolvimento em UCs, de maneira a incentivar a participao da iniciativa privada.</p><p>Como fazemos</p><p>Como fortalecemos a nossa rede</p><p>Sempre lembrando de:</p><p>Valores: ExcelnciaOusadiaProfissionalismo IntegridadeValorizao da biodiversidade Valorizao das pessoas. </p><p>Diretrizes estratgicas: Atuar como elo facilitador Operacionalizar com parceiros Aprender fazendo (experimentao) Promover a filantropia estratgica Estabelecer rede de conhecimento.</p><p>Instituto Semeia www.semeia.org.br</p><p>6</p></li><li><p>O que fizemos</p><p>A extenso do conceito das Parcerias Pblico-Privadas (PPPs) para as UCs algo inovador no Brasil, que pode se tornar uma opo a ser avaliada caso a caso.</p><p>Assim como na concesso formada por consrcio, a PPP bastante especfica em seu desenho, pois pressupe o relacionamento do governo com apenas uma entidade (que pode ser uma empresa ou um consrcio entre empresas). Ou seja, diferente do modelo de concesses pulverizadas que temos atualmente.</p><p>Acreditamos em processos de parcerias que sejam inclusivos e participativos, respeitando a comunidade local.</p><p>Diagnstico das principais dificuldades da gesto do uso</p><p> pblico em UCs </p><p>O que seria um modelo similar para o universo de nossas UCs? </p><p>Estudo jurdico: marco regulatrio </p><p>para Parceria Pblico-Privada (PPP) </p><p>em UCsA grande inovao poder </p><p>ter uma concesso com mtricas focadas em </p><p>conservao e desenvolvimento</p><p>Estudo sobre Modelos de Concesso 1- </p><p>3- </p><p>4- </p><p>5- 2- + &gt; &gt; &gt;nos levou a perguntar</p><p>O que nos atentou para </p><p> o fato de que</p><p>Aprofundamos com</p><p>Despertamos o interesse por Parceria Pblico-Privada (PPP) a partir de um projeto no setor da Sade feito na Bahia, em que a gesto de um hospital foi concessionada com foco na melhoria do atendimento pblico ao usurio.</p><p>A PPP uma modalidade de concesso que funciona como uma sociedade entre um ator privado e o governo. O governo acaba por se aproximar dos aspectos mais estratgicos da gesto, enquanto o privado foca em seguir as diretrizes do governo da forma mais eficiente possvel. </p><p>Tmida visitao de turistas nos parques;</p><p>Experincias de turismo pouco orientadas ao consumidor;</p><p>Baixo grau de atratividade para a iniciativa privada participar de editais;</p><p>Nmero muito alto de contratos a serem administrados pelo poder pblico; </p><p>Servidores pblicos com uma agenda muito ampla, realizando diversos servios operacionais que poderiam ser feitos por concessionados, evitando que o tempo do servidor seja focado em monitoramento e fiscalizao da conservao; </p><p>Dificuldades de todos os nveis para a implementao efetiva das UCs, baixo ndice de regularizao fundiria dessas reas; Percepo negativa das comunidades do entorno sobre as reas protegidas como locais que impem restries ao desenvolvimento. </p><p>No nosso site: Celso Toledo desmistifica </p><p>Parcerias Pblico-Privadas em Unidades de Conservao. </p><p>www.semeia.org.br</p><p>Instituto Semeia www.semeia.org.br</p><p>7</p><p>INOVAR: APRENDER COM OUTRAS INSTITUIES, OUTROS SETORES E PASES</p></li><li><p>O estudo respondeu s seguintes questes:</p><p>- possvel pensarmos em uma PPP em UCs?</p><p>- A contrapartida do governo, como parceiro do projeto, pode ser dada com recursos que j esto disponveis pela Compensao Ambiental? </p><p>- O Estado pode definir o valor da indenizao para a regulamentao fundiria e ter o privado como parceiro nas desapropriaes cabveis?</p><p>Sim, possvel fazer esse tipo de concesso em UCs, mesmo que ainda sem precedentes no Brasil. Com este estudo, o nosso objetivo , junto aos Estados, engajar Procuradorias Estaduais e Federais para que possamos discutir desafios e oportunidades e avanar em um modelo mais arrojado e inovador de gesto de nossas UCs. </p><p>Na PPP o parceiro privado recompensado de acordo com o cumprimento das metas estabelecidas pelo governo, que poderiam ser, por exemplo: manuteno de trilhas, contratao de agentes de proteo da rea (como guarda-parques), gerao de empregos locais, recuperao de nascentes, divulgao do destino, nmero esperado de visitantes, apoio para realizao de pesquisa, etc. </p><p>Neste contrato, ainda indito no Brasi...</p></li></ul>