Relações Humanas - RESUMO

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<p>Relaes Humanas</p> <p>Ficha - 02</p> <p>CONTEXTO DOS NEGCIOS NO SCULO XXIMudanas constantes e rpidas A nica certeza a incerteza (Nonaka &amp; Takeuchi) 1. Mercados Globalizados: Maior integrao das empresas 2. Hipercompetio: Empresas mais competitivas (dentro da empresa Relao ganha-ganha, competio em cadeia) 3. Hiperinformao : Informaes rpidas (pessoas mais informadas) 4. Mudanas tecnolgicas rpidas 5. Ciclo de Vida reduzido: Mudana de empresa (busca de novas oportunidades) 6. Sustentabilidade: Focada nos 4 pilares (Ambiental, social, econmica e cultural)</p> <p>ADMINISTRAO: FUNDAMENTOS E CONCEITOS ADMINISTRAO: CONCEITO BSICO: Administrar o ato de realizar coisas por intermdio das pessoas (American Management Association - 1979)</p> <p> ADMINISTRAO: CONCEITO COMPLETO: Processo de planejar, organizar, liderar e controlar o trabalho dos membros da organizao, e de usar todos os recursos disponveis da organizao para alcanar objetivos estabelecidos. (STONER - 1999)</p> <p>A EVOLUO DA GESTO E DAS TEORIAS ADMINISTRATIVASTEORIA CLSSICA BUROCRTICA HUMANSTICA ESTRUTURAL SISTMICA SCIOTCNICA NEOCLASSICA COMPORTAMENTAL VISO Produtividade Excessivas nfase nas Mquinas nfase nas Normas Preocupao nas Pessoas Estrutura da empresa (Pessoas + Mquinas) Departamento depende de outro Departamento Melhorias Tcnicas Volta a Viso do Maquinrio Viso no comportamento humano e da empresa Moldado</p> <p>por Normas</p> <p>HISTRICO DA ADMINISTRAOERA DA PRODUO EM M ASSA ERA DO M ARKETING EM M ASSA ERA PS-INDUSTRIAL ERA GLOBALIZAO Evoluo do Pensamento Administrativo ABORDAGENS CLSSICAS 1890 1900 1910 1920 1930 1940 1950</p> <p>ABORDAGENS CONTEMPORNEAS 1960 1970 1980 1990 2000</p> <p>Administrao sis temtica Administrao cientfica</p> <p>Gesto adminis trativa Relaes humanas Burocracia</p> <p>Administrao quantitativa Comportamento organiz acional Teoria dos sis temas</p> <p>Teoria da contingncia Gesto da qualidade total</p> <p>Reengenharia</p> <p>Organizao inteligente</p> <p>EVOLUO HISTRICA nfase Nos relacionamentos de trabalho informal e na satisfao do trabalhador Conceitos-chave A produtividade e o comportamento dos empregados so influenciados pelo grupo de trabalho informal Coeso, status e normas de grupos determinam o resultado Os administradores deveriam enfatizar o bem estar, a motivao e a comunicao dos trabalhadores As necessidades sociais tm precedncia sobre as necessidades econmicas Contribuies: Os processos psicolgicos e sociais influenciam o desempenho Hierarquia das necessidades de Maslow Limitaes Ignorava o lado racional dos trabalhadores e a contribuio das organizaes formais para a produtividade Resultado das pesquisas posteriores contrariaram a prescrio simplista de que trabalhadores felizes so sempre produtivos. Contribuies: Os processos psicolgicos e sociais influenciam o desempenho Hierarquia das necessidades de Maslow</p> <p>Limitaes Ignorava o lado racional dos trabalhadores e a contribuio das organizaes formais para a produtividade Resultado das pesquisas posteriores contrariaram a prescrio simplista de que trabalhadores felizes so sempre produtivos</p> <p>Relaes Humanas</p> <p>Ficha - 03</p> <p>TEORIA DAS RELAES HUMANAS / ABORDAGEM HUMANSTICA RELAES HUMANAS: CONCEITO: Perspectiva que estuda a administrao por meio da considerao de fatores que influenciam e explicam o comportamento humano no trabalho Robbis, 2001. INCIO: Nos EUA, entre 1927 e 1933, experimento de Elton Mayo em Hawthorne. ORIGEM: 1- Teve seu incio num perodo difcil marcado por recesso econmica, inflao, elevado desemprego e forte atuao dos sindicatos. 2- Surgiu graas ao desenvolvimento das cincias sociais, notadamente da Psicologia e, em particular, a Psicologia do Trabalho. 3- A Abordagem humanstica representa uma transferncia da nfase anterior, colocada nos aspectos tcnicos e formais da administrao para os aspectos sociolgicos e psicolgicos do trabalho. 4- Rejeio extrema da viso mecanstica sobre os funcionrios: Taylor = nfase nas tarefas; Fayol = nfase na estrutura; ( Pioneiros da abordagem humanstica = nfase no comportamento humano com relao ao trabalho.) OBJETIVOS: 1 - A anlise do trabalho e adaptao do trabalhador ao trabalho; (A psicologia do trabalho ou psicologia industrial passou a verificar as caractersticas humanas que cada tarefa exige) 2 - A anlise do trabalho e a adaptao do trabalho ao trabalhador. (A adaptao do trabalho ao trabalhador passou a ser pensada a partir do estudo de questes como: Motivao e incentivo / Liderana / Comunicao / Relaes interpessoais) NFASE: Foco nas pessoas e como o comportamento das mesmas pode interferir nos processos produtivos e resultados.</p> <p>Teoria das Relaes Humanas</p> <p>Elton Mayo</p> <p>nfase nas Pessoas enquanto parte da organizao</p> <p>EXPERINCIA DE HAWTHORNEPesquisa conduzida por Elton Mayo, em 1923, introduzindo APENAS aspectos Sociais na Indstria.</p> <p> Medidas adotadas: - Introduziu o intervalo de descanso; - Deixou a critrio dos operrios a deciso de quando parar as mquinas; - Contratou uma enfermeira do trabalho. Resultados alcanados: - Emergiu um esprito de grupo; - Menor rotatividade de pessoal; - A produo aumentou.</p> <p>A EXPERINCIA: 4 FASES 1 FASE - Separam dois grupos com o mesmo tipo de produo; - Um foi submetido a condies variveis de luminosidade e outro no. - O objetivo da pesquisa era de fazer um estudo sobre: A fadiga; Os acidentes no trabalho; Do efeito das condies fsicas de trabalho sobre a produtividade dos empregados. RESULTADO: - Descobriu-se que isto no alterava a produo pois apresentou-se outras variveis psicolgicas. - Passou ento a se reconhecer que existiriam outros fatores psicolgicos que poderiam interferir nos fatores comportamentais dos funcionrios e, por Conseqncia, nos resultados de produtividade. 2 FASE - Separou-se um grupo formado por seis moas, nem experientes, nem novatas e foram submetidas a variaes no seu trabalho como: 1) Grupo Isolado (sem superviso) na sala de provas, mantendo-se as condies e medindo produo; 2) Pagamento por tarefa do grupo; 3) Intervalos variados; 4) Sada s 17:00 e no s 16:30; 5) Eliminao do Sbado. RESULTADO: - As moas gostavam da sala: ( DIVERTIDO) = Status; - Superviso branda, trabalhavam com mais liberdade; - Ambiente amistoso e sem presses; - No havia temor ao supervisor; - O grupo desenvolveu liderana e objetivos comuns.</p> <p>3 FASE - Foi elaborado um plano de pesquisa, por meio de entrevistas pessoais com os funcionrios, onde estes poderiam falar tudo o quanto sentissem sobre o trabalho. RESULTADO: - Descobriu-se uma grande influncia da organizao informal que mantinham os funcionrios unidos.</p> <p>4 FASE - Escolheu-se um grupo experimental, e o pagamento para estes funcionrios era realizado mediante a produo. (Acreditava-se que cada trabalhador maximizaria sua produtividade quando percebesse que a mesma estaria atrelada ao seu salrio.) RESULTADO: -Os funcionrios no maximizavam sua produo individual; - A produo dos trabalhadores estava sendo controlada por uma norma grupal visando: 1) Proteo de todos para que no ocorresse a demisso de funcionrios mais lentos; 2) A no diminuio dos benefcios concedidos pela empresa; 3) Uma estabilizao das metas.</p> <p>CONCLUSES - O nvel de produo resultante da integrao social; (No bastam apenas boas condies fsicas e de trabalho); - Existe um comportamento social dos empregados; (O comportamento do indivduo se apia totalmente no grupo por medo de reprovaes); - As recompensas e sanes sociais se fazem importantes; (Recompensas no-econmicas como reconhecimento se mostraram importantes); - Grupos informais; (Muitas vezes em contraposio organizao, estes grupos definem suas regras, formas de recompensas, seus objetivos e escala de valores); - As relaes humanas; (Cada indivduo uma personalidade altamente diferenciada que influencia e influenciado pelos outros); - A importncia do contedo do cargo; (A relevncia do trabalho fundamental para a compreenso da importncia da pessoa em relao a organizao); - A nfase nos aspectos emocionais; (nfase nos comportamentos considerados positivos (motivao) e negativos (resistncias).</p> <p>ABORDAGEM HUMANSTICA ASPECTOS PRINCIPAIS1. O trabalho uma atividade tipicamente grupal: a produo influenciada pelas normas do grupo e pelos incentivos salariais e materiais; 2. O operrio no reage como indivduo isolado mas como membro de um grupo social; 3. Formar uma elite capaz de compreender e de comunicar ao grupo as necessidades da empresa; 4. Formar uma elite capaz de recobrar a cooperao dos indivduos; 5. O ser humano motivado pela necessidade de estar junto, de ser reconhecido, de receber adequada comunicao; 6. A organizao uma unidade social, porquanto, congrega indivduos que desejam e influenciam seu meio.</p> <p>TEORIA DAS RELAES HUMANAS ASPECTOS PRINCIPAIS1- Trata a organizao como grupos de pessoas; 2- Enfatiza as pessoas; 3- Inspirada em sistemas de psicologia; 4- Delegao de autoridade; 5- Autonomia do empregado; 6- Confiana e abertura; 7- nfase nas relaes entre as pessoas; 8- Dinmica grupal e interpessoal.</p> <p>TEORIA DAS RELAES HUMANAS O HOMEM SOCIAL1- Os trabalhadores so criaturas sociais complexas, dotados de sentimentos, desejos e temores; 2- As pessoas so motivadas por necessidades humanas e alcanam suas satisfaes, por meio dos grupos sociais com que interagem; 3- O comportamento dos grupos sociais influenciado pelo estilo de superviso e liderana; 4- As normas sociais do grupo funcionam como mecanismos reguladores do comportamento dos membros.</p> <p>TEORIA DAS RELAES HUMANAS CRTICA Oposio cerrada Teoria Clssica Visualizao errada dos problemas de Relaes Industriais Concepo ingnua e romntica do empregado nfase nos grupos informais</p> <p>TEORIA CLSSICA X TEORIA DAS RELAES HUMANASCLSSICA Trata a organizao como mquina. Enfatiza as tarefas ou a tecnologia. Inspirada em sistemas de engenharia. Autoridade centralizada Linhas claras de autoridade Especializao e competncia tcnica Acentuada diviso do trabalho Confiana nas regras e nos regulamentos. Clara separao entre linha e staff RELAES HUMANAS Trata a organizao como grupos de pessoas. Enfatiza as pessoas. Inspirada em sistemas de psicologia Delegao de autoridade Autonomia do empregado Confiana e abertura nfase nas relaes entre as pessoas. Confiana nas pessoas Dinmica grupal e interpessoal</p> <p>DECORRNCIAS DA TEORIA DAS RELAES HUMANASO engenheiro e o tcnico cedem espao para o psiclogo e o socilogo; - A partir da teoria das relaes humanas fala-se em: Motivao; Liderana; Comunicao interpessoal; Organizao informal; Dinmica de grupo</p> <p>Relaes Humanas INTRODUO PSICOLOGIA</p> <p>Ficha - 04</p> <p>ORIGEM: - Remonta aos grandes Filsofos da Grcia Antiga. (Scrates, Aristtele e Plato) - Levantaram a questo: homem racional ou irracional? - Aristteles teorizou: aprendizagem e memria, motivao e emoo, percepo e personalidade. - Hipcrates, Pai da Medicina, abriu as portas para a Psicologia Biolgica. HIPCRATES - Foi Hipcrates que apontou a importncia das emoes e dos pensamentos em relao Sade fsica, bem como buscou tratamentos. - Foi o primeiro a fazer a relao entre sade mental e sade fsica.</p> <p>DEFINIO: Cincia que se concentra nos comportamentos e nos processos mentais. Processo mental: perceber, participar, lembrar, raciocinar, resolver problemas, sonhar, fantasiar, desejar, prever, ter esperana.</p> <p>ESTUDO DO COMPORTAMENTO HUMANO - BEHAVIORISMOJohn Watson - incio da dcada de 1900 Premissas: - Estudo de eventos ambientais (estmulos) e comportamentos observveis (respostas) considerando o aprendizado pela experincia como influenciador do comportamento. - Estudo do comportamento animal paralelo ao estudo do comportamento humano. Sigmund Freud - dcada de 1890, mdico interessado em achar um tratamento para ansiedade, depresso, fadiga, insnia e paralisia por meio da associao livre. Premissas: -Estudo das leis e determinantes da personalidade que produzem distrbios mentais. -Trazer o material do inconsciente para o consciente para alvio dos sintomas neurticos. -Anlise, interpretao de dados e observao contnua do comportamento com base no relato do paciente. Carl Rogers precursor da psicologia humanista na dcada de 50 e 60; criador da linha terica conhecida como Abordagem Centrada na Pessoa. Personalidade humana tendente sade e ao bem-estar. Abraham Maslow conhecido pela proposta hierarquia de necessidades de Maslow (1943). O ser humano criativo, auto reflexivo, escolhe e decide.</p> <p>PERSONALIDADEPoder ser avaliada pela impresso marcante que o indivduo causa em outras pessoas. Definio biossocial conceito popular segundo o qual a personalidade entendida em termos de importncia social. Definio biofsica personalidade fundamentada em caractersticas do indivduo com base em sua constituio e aparncia, ligadas a qualidades especficas e suscetveis de descrio e mensurao. DEFINIO: - Conjunto de valores e termos usados para caracterizar o indivduo. Estrutura interna, formada por diversos valores em interao. Pode ser muito ou pouco valorizada. - Conjunto dos traos e caractersticas tpicas de uma pessoa, e que, portanto, distinguem-na das demais.</p> <p>A personalidade um todo organizado e individual, produto de fatores biopsicossocial. Fatores Fsicos e Biolgicos: imagem fsica, o sistema glandular e o sistema nervoso. Fatores Psicolgicos: grau e caractersticas de inteligncia, as emoes, os sentimentos, os valores e vivncias humanas, etc... Fatores Sociais: a famlia, a igreja, o clube, vizinhana,....</p> <p>CARACTERSTICAS DA PERSONALIDADE: - Cada pessoa tem um padro nico de caractersticas psicolgicas: duas pessoas no so iguais; - Para se compreender a personalidade no basta identificar os traos psicolgicos, necessrio compreender a sua organizao, como esto relacionados e como interagem</p> <p>DETERMINANTES DA PERSONALIDADE: Hereditariedade: fatores determinados na concepo como estatura, fora, flexibilidade muscular, ritmos biolgicos. Ambiente: cultura, normas familiares, valores. Ajuste s exigncias do ambiente. Situao: variaes nas situaes vividas pelo indivduo podem estimular aspectos da personalidade. Traos de personalidade: caractersticas de personalidade exibidas em situaes diversas.</p> <p>TEORIA DA ADEQUAO DA PERSONALIDADE AO TRABALHO JOHN HOLLANDBaseia-se na idia de promover um ajuste entre as caractersticas da personalidade do indivduo e o seu ambiente ocupacional. A satisfao maior e a rotatividade menor quando a personalidade e o trabalho esto em sintonia</p> <p>TIPOLOGIA DE PERSONALIDADES E OCUPAES CONGRUENTES DE HOLLAND</p> <p>PAPIS E INTERAO Fatores que levam o indivduo a pertencer a um grupo: Atrao pessoal entre os membros; Atrao pela tarefa a ser executada pelo grupo; Atrao pelo prestgio em pertencer ao grupo</p> <p>ESTERITIPOS Tendncia a julgar algum com base na percepo do grupo do qual a pessoa faz parte. Aplicaes nas organizaes: - entrevista de seleo - expectativas sobre desempenho - generalizao do perfil tnico - avaliao de desempenho - esforo do empregado</p> <p>Relaes Humanas A HIERARQUIA DAS NECESSIDADES</p> <p>Ficha - 05</p> <p>CARACTERSTICAS DAS NECESSIDADES Quando mais inferior ela for hierarquia, maiores sero seu poder, sua fora e prioridades. As superiores so...</p>