RELAÇÕES HUMANAS ELTON MAYO. AS TEORIAS DAS RELAÇÕES HUMANAS E COMPORTAMENTAIS A origem da Teoria das Relações Humanas: Necessidade de humanizar e democratizar

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> RELAES HUMANAS ELTON MAYO </li> <li> Slide 2 </li> <li> AS TEORIAS DAS RELAES HUMANAS E COMPORTAMENTAIS A origem da Teoria das Relaes Humanas: Necessidade de humanizar e democratizar a administrao, libertando-a dos conceitos rgidos e mecanicistas da Teoria Clssica. Desenvolvimento das chamadas cincias humanas, principalmente a psicologia e a sociologia. As idias da filosofia pragmtica de John Dewey e da Psicologia Dinmica de Kurt Lewin foram capitais para o humanismo na administrao. As concluses da Experincia em Hawthorne, sob coordenao de Elton Mayo. </li> <li> Slide 3 </li> <li> Idias Centrais da Escola de Relaes Humanas SER HUMANO CONDICIONADO PELO SISTEMA SOCIAL E PELA BIOLOGIA NECESSIDADE DE AFILIAO GRUPOS INFORMAIS AFETIVIDADE E SOCIABILIDADE COMPORTAMENTO COMPLEXO </li> <li> Slide 4 </li> <li> OS ESTUDOS DE HAWTHORNE Primeira parte: Separao em dois grupos mantendo os mesmos mtodos de produo e o sistema de remunerao, sendo um com variao de intensidade de iluminao. Segunda parte: Separao de 06 operrias para trabalharem em condies especiais das demais, sendo a principal mudana que elas estavam autorizadas a conversar uma com as outras. Terceira parte: Quatorze operrios foram separados para montagem de componentes eltricos em equipe, com menor interao dos pesquisadores. A produtividade no aumentou, ao contrrio, ficou comprovado que o grupo limitava o ritmo de trabalho e a produtividade. </li> <li> Slide 5 </li> <li> PRINCIPAIS CONCLUSES DA EXPERINCIA EM HAWTHORNE 1/2 Nvel de Produo Resultante da Integrao Social e no da capacidade fsica. a capacidade social do trabalhador que estabelece seu nvel de competncia e de eficincia. Comportamento Social dos Empregados se apiam totalmente no grupo. O grupo que define a quota de produo. Grupos Informais definem suas regras de comportamento. Delineou-se com essa teoria o conceito de organizao informal. </li> <li> Slide 6 </li> <li> PRINCIPAIS CONCLUSES DA EXPERINCIA EM HAWTHORNE 2/2 As Relaes Humanas so as aes e atitudes desenvolvidas pelos contatos entre pessoas e grupos. Os indivduos dentro da organizao participam de grupos sociais e mantm-se uma constante interao social. A importncia do Contedo do Cargo a maior especializao e portanto a maior fragmentao do trabalho no a forma mais eficiente do trabalho. nfase nos aspectos emocionais os elementos emocionais, no planejados e mesmo irracionais do comportamento humano passam a merecer ateno especial. </li> <li> Slide 7 </li> <li> Teoria Comportamental O ser humano gregrio, tende a desenvolver relacionamentos cooperativos e interdependes que o levam a viver em grupo. O ser humano dotado de um sistema psquico, tem capacidade de organizar suas percepes de forma integrada. O ser humano tem capacidade de comunicao O ser humano tem capacidade de aprendizado O ser humano tem comportamento orientado para objetivos complexos e mutveis O ser humano tem um padro dual de comportamento: pode tanto cooperar como competir com os outros </li> <li> Slide 8 </li> <li> Instrumentos Administrativos da Teoria Comportamental Podem ser considerados cinco instrumentos administrativos decorrentes das contribuies das pesquisas e dos estudos realizados pela Teoria Comportamentalista. Estudo das necessidades humanas e do nvel de motivao. Clima organizacional Clima organizacional Estilo administrativo Psicologia organizacional Dinmica de grupo </li> <li> Slide 9 </li> <li> Modelo de Maslow </li> <li> Slide 10 </li> <li> Estudo das necessidades humanas Frederick Herzber aprimorou os estudos de Maslow e neste contexto separou os fatores de influncia da satisfao ou da insatisfao das pessoas em: Fatores de higiene, os quais no provocam crescimento e desenvolvimento das pessoas, mas evitam deteriorao e queda de desempenho profissional. Entre eles, podem ser considerados os salrios, segurana no trabalho, a qualidade da superviso, etc Fatores de motivao, os quais esto correlacionados s percepes e constataes que as pessoas tm sobre os trabalhos realizados nas organizaes. Entre eles, podem ser considerados a realizao e o crescimento pessoal e profissional, bem como os reconhecimento pelos trabalhos efetuados. </li> <li> Slide 11 </li> <li> Douglas Mc Gregor 1960 Teoria X As pessoas no gostam do trabalho e tendem a evit-lo se for possvel. Como no gostam do trabalho, as pessoas devem ser coagidas, controladas, ameaadas com punies para direcionarem sua energia para o alcance dos objetivos organizacionais. O ser humano mdio prefere ser dirigido, evita responsabilidade, tem relativamente pouca ambio e criatividade, e quer segurana acima de tudo Teoria Y As pessoas consideram o trabalho como algo natural a ser realizado e como fonte de satisfao, em condies favorveis. Controle externo e punies no so os nicos meios para direcionar os esforos para os objetivos organizacionais. As pessoas se autodirecionam e se autocontrolam na direo dos objetivos aceitos. importante a satisfao do ego e a autorrealizao decorrentes do alcance dos objetivos. AS pessoas aprendem sob certas condies no apenas a aceitar, mas tambm a buscar responsabilidade. Comportamentos como evitar responsabilidades e falta de ambio so mais decorrentes da experincia do que caractersticas intrnsecas do ser humano. </li> <li> Slide 12 </li> <li> Instrumentos Administrativos da Teoria das Relaes Humana A Teoria das Relaes Humanas contribui, diretamente, para o desenvolvimento de trs instrumentos administrativos de elevada importncia para as organizaes: 1 Liderana 2 Comunicao 3 - Criatividade </li> <li> Slide 13 </li> <li> Liderana Liderana o processo em que uma pessoa capaz, por suas caractersticas individuais, de aprender as necessidades dos profissionais da organizao, bem como de exprimi-las de forma vlida e eficiente, obtendo o engajamento e a participao de todos no desenvolvimento dos trabalhos ao alcance das metas e objetivos da organizao. </li> <li> Slide 14 </li> <li> Fatores de influncia da Liderana LIDERANA ADM. ParcipativaComprometimentoSupervisoMotivaoTreinamentoComunicao </li> <li> Slide 15 </li> <li> Comunicao 1/2 Comunicao o processo interativo e de entendimento, assimilao e operacionalizao de uma mensagem dado, informao, ordem entre o emissor e o receptor por um canal, em determinado momento, e visando a um objetivo da organizao. </li> <li> Slide 16 </li> <li> Comunicao 2/2 No sistema de comunicaes das organizaes, devem ser consideradas as seguintes questes: O que deve ser Comunicado? Como deve ser comunicado? Como deve ser comunicado? Quando deve ser comunicado? Quando deve ser comunicado? De quem dever vir a comunicao? De quem dever vir a comunicao? Para quem deve ir a comunicao? Para quem deve ir a comunicao? Por que deve ser comunicado? Por que deve ser comunicado? </li> <li> Slide 17 </li> <li> Criatividade Criatividade a capacidade, intrnseca ao indivduo diferenciado, de dar origem, com maior ou menor sustentao metodolgica e tcnica, a uma nova situao de realizar algo j existente ou, preferencialmente, algo novo. </li> <li> Slide 18 </li> <li> Clima Organizacional VALORESMORAL COMPORTAMENTOATITUDE CLIMA ORGANIZACIONAL Clima Organizacional o resultado da anlise de como as pessoas se sentem em relao organizao, com seu modelo de administrao, bem como aos relacionamentos interpessoais existentes. </li> <li> Slide 19 </li> <li> Estilo Administrativo Estilo administrativo o contexto geral de atuao de uma organizao, estabelecendo se o processo decisrio mais centralizado ou descentralizado, com maior ou menor nvel de participao, qual a abordagem de comprometimento e de cobrana de resultados, entre outros assuntos administrativos. </li> <li> Slide 20 </li> <li> Psicologia Organizacional Psicologia Organizacional o estudo da interao e da interdependncia entre a organizao e os seus empregados, na busca da otimizao das relaes interpessoais e dos resultados das organizaes. </li> <li> Slide 21 </li> <li> Dinmica em Grupo Dinmica de Grupo Boa Vontade Interesses Comuns Interao e Relacioname nto Proximidade entre as pessoas Tamanho adequado Comunica o e Informaes Bom senso e consenso Dinmica de Grupo a interao estruturada e sustentada entre pessoas com interesses comuns em uma atividade especfica, buscando, em um contexto de solidariedade, um resultado coordenado comum. </li> </ul>