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  • Regulamento Interno

    de Servios Gerais

    RISG

  • II. 2 - REGULAMENTO INTERNO E DOS SERVIOS

    GERAIS R-1 (RISG)

    TTULO I

    DAS GENERALIDADES

    CAPTULO I

    DA FINALIDADE E DA APLICAO

    Art. 1 O Regulamento Interno e dos Servios Gerais

    (RISG) prescreve tudo quanto se relaciona com a vida

    interna e com os servios gerais das unidades

    consideradas corpos de tropa, estabelecendo normas

    relativas s atribuies, s responsabilidades e ao

    exerccio das funes de seus integrantes.

  • 1 O RISG tambm estabelece normas para

    as Gu Militares do Exrcito e para as

    substituies temporrias de oficiais-generais.

    2 As prescries do RISG estendem-se s

    demais OM do Exrcito, no que lhes for

    aplicvel.

    Art. 2 Ao Comandante do Exrcito cabe

    resolver os casos omissos que se verificarem na

    aplicao deste Regulamento.

  • Cabos e Soldados

    Art. 128. Aos cabos incumbe:

    I - auxiliar na instruo do elemento de tropa que lhes

    competir ou lhes for confiado;

    II - participar ao seu comandante direto as ocorrncias

    que se verificarem com o pessoal a seu cargo;

    III - comandar o elemento de tropa que regularmente

    lhes competir ou que lhes seja confiado;

    IV - manter-se em condies de substituir,

    eventualmente, os 3 sargentos, na instruo e nos

    servios;

    V - cumprir, rigorosamente, as normas de preveno de

    acidentes na instruo e atividades de risco.

  • Art. 129. O soldado o elemento essencial de execuo e a

    ele, como a todos os militares, cabe os deveres de:

    I - pautar a conduta pela fiel observncia das ordens e

    disposies regulamentares;

    II - mostrar-se digno da farda que veste;

    III - revelar como atributos primordiais de sua nobre misso:

    a) o respeito e a obedincia aos seus chefes;

    b) o culto fraternal camaradagem para com os

    companheiros;

    c) a destreza na utilizao do armamento que lhe for

    destinado e o cuidado com o material que lhe seja entregue;

    d) o asseio corporal e o dos uniformes;

    e) a dedicao pelo servio e o amor unidade;

    f) a consciente submisso s regras disciplinares.

  • Art. 130. Ao soldado cumpre, particularmente:

    I - esforar-se por aprender tudo o que lhe for ensinado

    pelos seus instrutores;

    II - evitar divergncias com camaradas ou civis e abster-se

    de prtica de vcios ou atividades que prejudicam a sade e

    aviltam o moral;

    III - manter relaes sociais somente com pessoas cujas

    qualidades morais as recomendem;

    IV - portar-se com a mxima compostura e zelar pela correta

    apresentao de seus uniformes, em qualquer circunstncia;

    V - compenetrar-se da responsabilidade que lhe cabe sobre

    o material de que detentor, abstendo-se de desencaminhar

    ou extraviar, propositadamente ou por negligncia, peas de

    fardamento, armamento, equipamento ou outros objetos

    pertencentes Unio;

  • VI - participar, imediatamente, ao seu chefe direto o

    extravio ou estrago eventual de qualquer material a

    seu cargo;

    VII - apresentar-se ao Cb Dia, quando sentir-se

    doente;

    VIII - ser pontual na instruo e no servio,

    participando ao seu chefe, sem perda de tempo e

    pelo meio mais rpido ao seu alcance, quando, por

    motivo de doena ou de fora maior, encontrar-se

    impedido de cumprir esse dever;

    IX - cumprir, rigorosamente, as normas de preveno

    de acidentes na instruo e nas atividades de risco.

  • CAPTULO III

    DAS ESCALAS DE SERVIO

    Art. 185. Servio de escala todo o servio no atribudo

    permanentemente mesma pessoa, ou frao de tropa, e

    que no importe em delegao pessoal ou escolha,

    obedecendo s seguintes regras:

    I - o servio externo escalado antes do interno e, em

    cada caso, o extraordinrio antes do ordinrio, tendo-se

    bem em vista a perfeita equidade na distribuio;

    II - a designao para determinado servio recair em

    quem, no mesmo servio, maior folga tiver;

    III - em igualdade de folga, designar-se-, primeiro, o de

    menor posto ou graduao, ou mais moderno;

    IV - as folgas so contadas separadamente para cada

    servio;

  • V - entre dois servios de mesma natureza ou de natureza

    diferente, observar-se-, para o mesmo indivduo, no

    mnimo a folga de quarenta e oito horas, sempre que

    possvel;

    VI - considerado mais folgado o ltimo includo na escala,

    excetuados os casos de reincluso na mesma, quando no

    haja decorrido, ainda, o prazo dentro do qual lhe houvesse

    tocado o servio;

    VII - a designao para o servio ordinrio ser feita de

    vspera, levando-se em conta as alteraes desse dia e,

    para o extraordinrio, de acordo com a urgncia requerida;

    VIII - quando qualquer militar tiver entrado de servio num

    dia em que no haja expediente, evitar-se-, na medida do

    possvel, que a sua imediata designao para o servio

    recaia em um desses dias, sendo que, para isto, podero

    ser organizadas escalas especiais, paralelas comum;

  • IX - a troca de servio no altera as folgas da escala e,

    consequentemente, o critrio da designao;

    X - s depois de apresentado pronto unidade, poder o

    militar ser escalado para qualquer servio;

    XI - para contagem de folga, o servio individual ser

    considerado como executado, desde que o designado o

    tenha iniciado e, relativamente ao coletivo, desde que a tropa

    tenha entrado em forma;

    XII - em caso de estabelecimento de um servio, levar-se-

    em considerao, para contagem das folgas, a escala

    anterior desse servio;

    XIII - a designao para os servios da unidade publicada,

    de vspera, no BI e a das SU, nos respectivos aditamentos;

    XIV - durante o perodo de gravidez e at que a criana atinja

    a idade de seis meses, a militar no concorre aos servios de

    escala.

  • CAPTULO IV

    DO SERVIO INTERNO

    Art. 189. O servio interno abrange todos os trabalhos

    necessrios ao funcionamento da unidade e

    compreende o servio permanente e o servio de

    escala.

    Seo III

    Do Auxiliar do Fiscal de Dia

    Art. 200. O Aux Fisc Dia responde pelas funes do

    Fisc Dia no perodo em que este estiver afastado da

    unidade.

    Art. 201. A existncia da escala de Aux Fisc Dia no

    elimina a escala de Adj.

  • Seo IV

    Do Adjunto

    Art. 202. O Sgt Adj o auxiliar imediato do Of Dia,

    competindo-lhe:

    I - apresentar-se ao Of Dia aps receber o servio, executar

    e fazer executar todas as suas determinaes;

    II - transmitir as ordens que dele receber e inteir-lo da

    execuo;

    III - secund-lo, por iniciativa prpria, na fiscalizao da

    execuo das ordens em vigor relativas ao servio;

    IV - responder, perante o Of Dia, pela perfeita execuo da

    limpeza do quartel a cargo do cabo da faxina;

    V - participar ao Of Dia todas as ocorrncias que verificar e

    as providncias que a respeito tenha tomado;

  • VI - acompanhar o Of Dia nas suas visitas s

    dependncias do quartel, salvo quando dispensado por

    ele ou na execuo de outro servio;

    VII - passar revista s SU, quando determinado pelo Of

    Dia;

    VIII - organizar e escriturar os papis relativos ao

    servio, de modo que, uma hora depois da Parada, no

    mximo, estejam concludos e disposio do SCmt U;

    IX - dividir os quartos de ronda noturna entre si e os Sgt

    Dia SU;

    X - dividir a ronda noturna da guarda entre o seu

    comandante e o cabo da guarda;

    XI - fiscalizar os servios das SU, na ausncia dos

    respectivos Cmt ou de seus substitutos eventuais;

  • XII - receber, dos Sgt Dia SU, todas as praas da

    unidade que devam ser recolhidas presas e

    apresent-las ao Of Dia para o conveniente

    destino;

    XIII - providenciar para que as chaves de todas as

    dependncias do quartel (gabinetes, reservas,

    depsitos etc.) estejam colocadas no claviculrio

    da unidade, logo aps o toque de ordem,

    informando pessoalmente ao Of Dia qualquer falta

    e entregando-lhe a respectiva chave; e

    XIV - responder pelo Of Dia em seus impedimentos

    eventuais.

  • Art. 203. Quando o Adj responder

    eventualmente pelo Of Dia, participar-lhe- as

    ocorrncias havidas durante o seu

    impedimento, mesmo que j as tenha

    comunicado autoridade superior ou haja

    providenciado a respeito.

  • Seo VI

    Da Guarda do Quartel

    Art. 207. A guarda do quartel normalmente

    comandada por um 2 ou 3 Sgt e constituda dos

    cabos e soldados necessrios ao servio de sentinelas.

    1 Excepcionalmente, ser a guarda do quartel

    comandada por oficial, neste caso, ser acrescida de

    um corneteiro ou clarim, passando o sargento s

    funes de auxiliar do Cmt Gd.

    2 Todo o pessoal da guarda manter-se-

    corretamente uniformizado, equipado e armado durante

    o servio, pronto para entrar rapidamente em forma e

    atender a qualquer eventualidade.

  • 3 Um rodzio de descanso entre os homens menos

    folgados poder funcionar no decorrer de todo o

    servio, sob o controle do Cmt Gd, com a finalidade de

    permitir que os soldados estejam descansados,

    vigilantes e alertas, durante a permanncia nos postos

    de sentinela, particularmente no perodo noturno.

    4 O perodo de descanso de que trata o 3 deste

    artigo ser gozado no alojamento da guarda, de onde

    os homens somente afastar-se-o mediante ordem ou

    com autorizao do Cmt Gd; ser autorizado que os

    s

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