registro rupestre

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1. Stio - Xique xique I Carnauba dos Dantas - Serid- RN 2. Registro de atividade humana ou imagens que forampintadas ou gravadas emrocha O que ????? 3. O ser humano (homo sapiens) surgiu h aproximadamente 200 milO ser humano (homo sapiens) surgiu h aproximadamente 200 mil anos na frica, e estudos cientficos indicam que o comportamentoanos na frica, e estudos cientficos indicam que o comportamento considerado moderno, que desenvolveu a cultura e o que somos hoje,considerado moderno, que desenvolveu a cultura e o que somos hoje, j se manifestava por volta de 50 mil anos atrsj se manifestava por volta de 50 mil anos atrs Parque Nacional Serra da Capivara (MG). Fragmento do livro ARTE em INTERAO, p. 15 Uma equipe de 22 arquelogos descobriu artefatos de pedra no Qunia fabricados h 3,3 milhes de anos, questionando, assim, a histria da evoluo humana. As ferramentas em questo precedem a altura em que a espcie ter comeado a evoluir para Homo sapiens que ter surgido h cerca de 200 mil anos -, sendo que as mais antigas at agora identificadas so 700 mil anos mais novas e foram descobertas na Etipia. O anncio consta num artigo publicado na conceituada revista cientfica Nature. Fragmento de notcia em site (O observador 21 de maio de 2015) Todas as afirmaes do perodo pr histrico so hipotticas. A cada nova descoberta, as teorias so desbancadas: 4. 5. 6. Termoluminescncia uma tcnica de datao baseada no fato de um mineral cristalino (quartzo, feldspato, etc.) aquecido a 400 C emitir luz, e de a quantidade de luz emitida ser em funo do tempo. Aminocidos, que entram na composio de toda a matria viva, possuem uma particularidade essencial que permite datar os organismos que tenham vivido desde os tempos atuais ate h 300 000 ou 500 000 anos. Mtodos de datao 7. Carbono 14 - permite efetuar dataes porque a relao carbono 14 radioativo/carbono 12 estvel constante na matria viva. Urnio 238-trio 230. A partir do momento da sua formao, os carbonatos marinhos (conchas e corais) contm vestgios de urnio 238 radioativo. Este gera o trio 230, igualmente radioativo, e cuja atividade aumenta com o tempo, tendendo a alcanar a do urnio 238. Mtodos de datao 8. Registro figurativo A magia propiciatria da caa O culto fertilidade A iniciao sexual Lugares cerimoniais (inclusive cemitrios) Registro grfico Interpretaes cosmognicas Linguagem codificada (pr-hieroglifos) HIPTESES de interpretao 9. Parque Nacional Serra da Capivara (MG). 10. Tipos de Registros Petrglifos Pictricos Escultricos 11. Desenhos simblicos gravados em rocha realizados desgastando sua superfcie Petrglifos La Silla - Chile Pq. Nacional do Jau Amazonas 12. Grafismo realizado sobre as rochas mediante aplicaao de pigmento Pictografia Stio Toca do Morcego Serra da Capivara- Piaui 13. Argentina Serid, RN. Serra da capivara PI Chapada Diamantina - BA Lascaux 14. Dana, prticas sexuais, caa e manifestaes rituais Composies grficas representando aes identificveis, mas cujo tema no podemos reconhecer; Composio emblemtica. Trata-se de figuras dispostas de maneira tpica, com posturas e gestos de pouca complexidade grfica, mas que se repetem sistematicamente.. D-se o nome Tradio s composies emblemticas de cada local Temas 15. Serra da Capivara - Pi 16. 17. Escultricos Vnus de Willendorf 28.000 A.P 18. Vnus de Hohle Fels 35.000 anos - caractersticas recorrentes em figuras femininas pr-histricas: curvas acentuadas, rgo sexual avantajado e pernas e braos achatados 19. Msica 35 mil anos 20. Arquitetura Santurio de Stonehenge Inglaterra Idade do Bronze 21. Dolmen tmulos coletivos 22. Abrigo - Ex.: Abrigo sob rocha Toca do Boqueiro do Stio da Pedra Furada PI. Tipos de stios 23. 24. Gruta 25. Paredo - Ex.: Pedra do Americano PI. 26. Bloco - Pedra da Praia da ilha do Campeche. Florianpolis 27. Pedra pintada -Roraima 28. 29. Achado arqueolgico em Pau Brasil 30. 31. Microorganismos Bactrias e fungos Algas Lquens Insetos, trmitas(cupins), vespas, Intemperismo (sol, gua, vento, salitre) Vegetao Antropismo (grafite, fuligem,lixo,piquetagem) Fatores de degradao 32. CACHOEIRA DO ENCANTADO, BAHIA 33. 34. S. Gabriel Cachoeira 35. 36. Preventivas criao de reas de proteo ambiental (preservao da fauna e flora); educao ambiental das comunidades de reas de entorno (evitar grafittes, piquetages, queimadas, caa, etc.); estruturao do stio para visitao (passarelas, trilhas, e placas educativas que evitam a degradao antrpica); Principais aes de proteo 37. Intervencionistas Principais aes de proteo Reflorestamento de plantas nativas (uma vegetao adequada pode ser uma tima barreira contra a insolao, os insetos); Limpeza de materiais que possam atrair animais indesejveis perto dos stios (ex.: madeira em decomposio atrai os cupins); eliminao mecnica de ninhos e galerias de insetos, colnias de microrganismos; Construo de pingadeiras para desviar o curso da gua sobre as pinturas; 38. Precipitao Pluviomtrica Integridade Nmero de registros(levantamento peridico) Altura do registro com relao ao solo Situao no relevo e vegetao Presena de gua Cores Croqui Observaes para preservao: 39. Deve- se reconhecer que os stios de pinturas e gravuras rupestres, em primeiro lugar, so patrimnios da humanidade , sendo estes monumentos de valor incontestvel . Devem ser compreendidos como verdadeiras obras de arte no