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Edição 234 do Semanário Registo

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  • Director Nuno Pitti Ferreira | 06 de Dezembro de 2012 | ed. 234 | 0.50

    www.registo.com.pt

    SEMANRIO

  • www.registo.com.pt

    SEMANRIO Director Nuno Pitti Ferreira | 06 de Dezembro de 2012 | ed. 234 | 0.50

    O Melhor Petisco | Rua Catarina Eufmia , 14Horta das Figueiras | 7005-320 vora

    266771284

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    vora Shopping mantm abertura prevista para o Outono de 2013 03

    Com3diantes trazem stand-up a voraPg.07 Depois de cinco noites no Mu-sicbox Lisboa, uma das melhores e mais prestigiadas salas de espetculo da capi-tal, com convidados como Lus Franco-Bastos, Antnio Raminhos, Vasco Faln-cio Duarte, Salvador Martinha, Carlos Moura ou Rui Sinel de Cordes, o grupo Com3diantes parte em digresso pelo pas, sendo vora a primeira paragem e Jorge Serafim o prximo convidado.

    Dia Internacional das Pessoas com DeficinciaPg.05 A Associao de Paralisia Cerebral de vora, com o apoio da Cmara Munici-pal, realizou no passado dia 3, uma sesso de trabalho no salo nobre dos Paos do Concelho denominada vora+acessvel, como forma de assinalar o Dia Internacio-nal da Pessoa com Deficincia, mas acima de tudo sensibilizar e consciencializar a co-munidade para atitudes e comportamentos relativamente questo das acessibilidades.

    Aldeia da Luz debate passado e futuroPg.12 A Aldeia da Luz, no concelho de Mouro, debate amanh, agora que se assi-nalam dez anos desde a sua inaugurao, o passado e o futuro de um dos casos sociais mais marcantes da histria portuguesa, que foi a mudana completa de uma aldeia de local, devido chegada da gua da bar-ragem de Alqueva. Sabe-se agora, dez anos depois, que a populao diminuiu, enve-lheceu apesar de morar numa aldeia nova.

    Redondo comemora Natal com idososPg.11 No contexto do conturbado perodo que o pas atravessa, o tradicio-nal almoo de pensionistas e reforma-dos ganha contornos solidrios facto esse que contribuiu para que o Muni-cpio de Redondo prossiga empenha-do na realizao desta iniciativa que cumpriu mais uma edio no passado domingo, 02 de dezembro, no Pavilho de Exposies.

    D.R

    .

  • 2 06 Dezembro 12 3

    Director Nuno Pitti Ferreira (nuno.pitti@registo.com.pt)

    Propriedade

    PUBLICREATIVE - Associao para a Promoo e Desenvolvimento Cultural; Contribuinte 509759815 Sede Rua Werner Von Siemens, n.16 -7000.639 vora - Tel: 266 751 179 fax 266 751 179 Direco Silvino Alhinho; Joaquim Simes; Nuno Pitti

    Ferreira; Departamento Comercial comercial@registo.com.pt Redaco Pedro Galego Fotografia Lus Pardal (editor) Paginao Arte&Design Lus Franjoso Cartoonista Pedro Henriques (pedro.henriques@registo.com.pt); Colaboradores Antnio

    Serrano; Miguel Sampaio; Lus Pedro Dargent: Carlos Sezes; Antnio Costa da Silva; Marcelo Nuno Pereira; Eduardo Luciano; Jos Filipe Rodrigues; Jos Rodrigues dos Santos; Jos Russo; Figueira Cid Impresso Funchalense Empresa Grfica S.A.

    | www.funchalense.pt | Rua da Capela da Nossa Senhora da Conceio, n 50 - Morelena | 2715-029 Pro Pinheiro Portugal | Telfs. +351 219 677 450 | Fax +351 219 677 459 ERC.ICS 125430 Tiragem 10.000 ex Distribuio Nacional Periodicidade

    Semanal/Quinta-Feira N.Depsito Legal 291523/09 Distribuio PUBLICREATIVE

    Ficha TcnicaSEMANRIO

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    ww

    w.egoisthedonism

    .wordpress.com

    Pedro H

    enriques | Cartoonista

    A vaidade no compensa

    A Abrir Actual

    Esto a ser ultimadas as negociaes com o operador que ir explorar as cinco salas de cinema do complexo.

    A integrao europeia, a abertura de fron-teiras e o livre movimento de pessoas pelo espao europeu fez emergir a necessidade de reconhecimento das formaes obtidas nou-tros estados membros. A Declarao de Bo-lonha veio materializar esta pretenso, dando especial enfoque necessidade de promover a cooperao europeia na garantia da quali-dade, com o objetivo de desenvolver metodo-logias e critrios comparveis.

    A necessidade de avaliao e promoo da qualidade do ensino superior traduziu-se na aprovao do regime jurdico de avaliao do ensino superior (lei n 38/2007, de 16 de agosto), assim como na criao da Agncia de Avaliao e Acreditao do Ensino Superior (A3ES) decreto-lei 369/2007, de 5 de no-vembro , com o objetivo de garantir a quali-dade do ensino superior em Portugal, atravs da avaliao e da acreditao das instituies de ensino superior e dos seus ciclos de estu-dos. A Universidade de vora, ciente da ne-cessidade de responder s crescentes solicita-es na rea da qualidade do ensino superior, criou o Programa da Qualidade da Univer-sidade de vora (PROQUAL), cuja primeira verso recebeu parecer positivo do Senado da Universidade em novembro de 2009.

    Em 2011, face experincia adquirida com o funcionamento do PROQUAL e procuran-

    do responder s novas exigncias que a A3ES estabeleceu, nomeadamente com a publica-o dos referenciais para um sistema interno de garantia da qualidade, encetou-se a revi-so do referido programa.

    O funcionamento da primeira verso do PROQUAL mostrou que os procedimentos de garantia da qualidade no desencadeavam os mecanismos de melhoria contnua. Por exem-plo, os resultados obtidos atravs da anlise e elaborao de relatrios sobre o inqurito de opinio aos estudantes no desencadeavam procedimentos de correo dos problemas detetados.

    Esta situao resultava de dois problemas detetados. Por um lado, a anlise aos resul-tados, atravs da elaborao de relatrios de autoavaliao, permitia que os diretores de curso elaborassem autoavaliaes pouco concretas e com poucos efeitos prticos. Por outro lado, mesmo que os problemas fossem detetados, no estavam previstos procedi-mentos a realizar posteriormente, para garan-tir a sua correo e a melhoria contnua.

    Um dos objetivos da reviso do PROQUAL e o objetivo do trabalho realizado foi criar as condies necessrias para que o ciclo de melhoria se transformasse num processo de melhoria contnua, ou dito de outra forma, permitir que fossem tomadas medidas capa-

    zes de corrigir os problemas detetados. Para isso foram estudadas ferramentas utilizadas nos modelos tradicionais de gesto e avalia-o da qualidade, como as normas ISO 9000 ou a Estrutura Comum de Avaliao (CAF).

    Um dos mecanismos criados e testados fo-ram os chamados critrios de gesto. Estes critrios definem o modelo terico que ser-ve de referencial tomada de deciso para a melhoria contnua. Por exemplo, foram esta-belecidos referenciais de qualidade (critrios de gesto) para a gesto da oferta formativa e unidades curriculares.

    Os critrios definidos para a gesto da ofer-ta formativa envolvem o percurso dos cursos ao longo da vida, ou seja, criao, reestrutu-rao e extino. Os critrios para a criao baseiam-se na existncia de um corpo docen-te prprio qualificado conjugado com recur-sos materiais e humanos de suporte, investi-gao reconhecida na rea do ciclo de estudo e no enquadramento do curso na oferta regio-nal e nacional.

    Ao nvel da reestruturao da oferta for-mativa foram considerados critrios capazes de detetar variaes na procura dos cursos, conjugados com critrios relacionados com a opinio dos alunos no inqurito de opinio aos alunos, para que fosse possvel intervir por antecipao. Para a extino dos ciclos

    de estudo os critrios considerados advm do nmero de alunos no curso nos ltimos anos.

    Ao nvel dos critrios de gesto para as unidades curriculares apostou-se na identi-ficao das situaes extraordinrias, com a identificao de quatro tipos de situaes: prticas de excelncia, positivas, negativas e extremas negativas. Subjacentes a estas situ-aes esto parmetros relacionados com os inquritos de opinio aos estudantes, taxas de aprovao ou incapacidade de implementar os planos de melhoria propostos.

    Tambm para as outras vertentes da vida da Universidade, como a investigao ou as unidades orgnicas, foram criados critrios de gesto capazes de garantir a qualidade e o processo de melhoria contnua.

    O trabalho realizado para obteno do grau de mestre em Gesto pela Universidade de vora sob orientao do Prof. Doutor Jacin-to Vidigal da Silva permitiu dar um impor-tante contributo para a reviso do programa da qualidade da Universidade de vora, per-mitido, inclusive, que este fosse aceite no pro-cesso experimental de auditoria aos sistemas internos de garantia da qualidade da A3ES. Constitui, alm disso, um excelente exemplo de como o ensino e a investigao podem contribuir para resolver as necessidades das instituies e da sociedade.

    Contributos para a reviso do Programa da Qualidade da Universidade de vora (PROQUAL)

    Lus RaposoMestre em Gesto e Tcnico superior da universidade de vora

    vora Shopping mantm abertura prevista para o Outono de 2013

    A construo do vora Shopping est a decorrer dentro dos timings previstos, com a inaugurao prevista para o Ou-tono de 2013. O nico centro comercial com estas caractersticas na regio surge numa altura em que a conjuntura econ-mica nacional de extrema dificuldade, mas o interesse manifestado por um con-junto de marcas de grande reputao em se instalarem no espao uma garantia de sucesso.

    A atestar isso mesmo est o facto de, a um ano de distncia da abertura, o nvel de pr-comercializao das lojas do vora Shopping ultrapasse j os 70% do espao disponvel. A C&A, a Sportzone e a Zippy so algumas das insgnias que j assegu-raram presena no nico centro comer-cial da regio, juntando-se a referncias como a Perfumes & Companhia, a Multi-pticas, a Bijou Brigitte, a Claires (no seg-mento dos acessrios) ou a Dara Jewels, esta ltima com uma oferta distintiva na rea da joalharia.

    No que concerne s telecomunicaes, est garantida a presena da Vodafone, a que se juntam a Game e outras lojas sat-lite, exploradas por parceiros locais. Tam-bm ser assinado antes do final do ano um contrato com uma insgnia alimentar internacional.

    De acordo com a EVRET SA, promotora do projecto, os trabalhos de construo decorrem dentro do plano