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Regimento Interno do Conselho Fiscal

Sumrio

Captulo I 5

Do objeto 5

Captulo II 6

Conceituao, composio e competncia 6

Captulo III 10

Das reunies do Conselho Fiscal 10

Captulo IV 13

Das pautas e atas das reunies do Conselho Fiscal 13

Captulo V 15

Das avaliaes e desempenho 15

Captulo VI 16

Da secretaria de assessoramento ao Conselho Fiscal 16

Captulo VII 18

Das disposies gerais 18

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Captulo IDos objetivos

Art. 1 - O presente Regimento Interno disciplina o funcionamento do Conselho Fiscal, observadas as disposies do Estatuto Social, das normas aplicveis e as boas prticas de governana corporativa.

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Captulo IIConceituao, composio e competncia

Art. 2 - O Conselho Fiscal do Hospital de Clnicas de Porto Alegre o rgo fiscalizador dos atos de gesto administrativa, para proteo dos interesses do hospital e do acionista, satisfeitas as exigncias do bem pblico e da funo social do hospital.

Art. 3 - O Conselho Fiscal tem carter permanente e constitudo por 3 (trs) membros efetivos e respectivos suplentes, eleitos pela Assem-bleia Geral para um prazo de atuao de 2 (dois) anos, sendo permi-tidas at 2 (duas) recondues consecutivas, na forma da Lei, regula-mentos e normas aplicveis.

1 - O presidente do Conselho Fiscal ser eleito na primeira reunio ordinria aps a formao do Colegiado e ter prazo de mandato de 2 (dois) anos.

2 - Podem ser membros do Conselho Fiscal pessoas naturais, residentes no pas, com formao acadmica compatvel com o exerccio da funo e que tenham exercido, no prazo mnimo de 3 (trs) anos, cargo de direo ou assessoramento na Adminis-trao Pblica, de conselheiro fiscal ou de administrador de em-presas, observando-se, ainda, o disposto nas normas aplicveis.

3 - Os representantes da Unio no Conselho Fiscal sero indi-cados pelo Ministro de Estado da Fazenda 1 (uma) vaga - e pelo Ministro de Estado da Educao - 2 (duas) vagas -, e devero ser servidores pblicos com vnculo permanente com a Administra-o Pblica Federal.

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Art. 4 - Os membros do Conselho Fiscal sero investidos em seus cargos independentemente da assinatura de termo de posse, desde a respectiva eleio.

Art. 5 - Em caso de vacncia, renncia, falecimento ou impedimento de membro efetivo, o presidente do Conselho Fiscal, ou, na sua falta, qualquer um dos demais membros, convocar, tempestivamente, o respectivo suplente.

Art. 6 - Alm das competncias previstas nas normas aplicveis e no Estatuto Social do hospital, so atribuies do Conselho Fiscal:

I apreciar a proposta do Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna (Paint) e acompanhar sua execuo;

II solicitar ao rgo de Auditoria Interna a remessa dos relat-rios produzidos sobre os fatos da administrao do hospital e a apurao de fatos especficos;

III deliberar sobre seu Regimento Interno;

IV fiscalizar, por qualquer de seus membros, os atos dos admi-nistradores e verificar o cumprimento dos seus deveres legais e estatutrios.

Art. 7 - Compete ao presidente do Conselho Fiscal:

I convocar e presidir as reunies;

II decidir, ad referendum, sobre as matrias que exijam soluo urgente;

III orientar os trabalhos, mantendo em ordem os debates, bem como solucionar questes de ordem suscitadas nas reunies;

IV apurar as votaes e proclamar os resultados;

V encaminhar, a quem de direito, as deliberaes do Conselho;

VI designar relator para exame de processo;

VII autorizar, consultado o Colegiado, a presena nas reunies de pessoas que, por si ou por rgos que representem, possam prestar esclarecimentos pertinentes s matrias em pauta, per-manecendo nas reunies durante o tempo em que estiver em discusso o assunto de sua especialidade que originou o convite ou em relao ao qual devam opinar;

VIII cumprir e fazer cumprir este Regimento Interno e as demais disposies normativas aplicveis ao funcionamento do Conse-lho Fiscal;

IX assinar a correspondncia oficial do Conselho Fiscal;

X supervisionar os trabalhos de secretaria do Conselho Fiscal.

Art. 8 - A cada membro do Conselho Fiscal compete:

I fiscalizar, por qualquer de seus membros, os atos dos admi-nistradores e verificar o cumprimento dos seus deveres legais e estatutrios;

II opinar sobre o Relatrio Anual da Administrao e as De-monstraes Financeiras do exerccio social;

III opinar sobre as propostas dos rgos da Administrao, a serem submetidas Assembleia Geral, relativas modificao do Capital Social, planos de investimentos ou oramentos de ca-pital, distribuio de dividendos, transformao, incorporao, fuso ou ciso;

IV denunciar, por qualquer de seus membros, aos rgos de Administrao e, se estes no tomarem as providncias neces-srias para a proteo dos interesses da empresa, Assembleia Geral, os erros, fraudes ou crimes que descobrirem, e sugerir pro-vidncias;

V convocar a Assembleia Geral Ordinria, se os rgos da

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Administrao retardarem por mais de 1 (um) ms essa convo-cao, e a Extraordinria, sempre que ocorrerem motivos graves ou urgentes;

VI analisar, ao menos trimestralmente, o balancete e demais Demonstraes Financeiras elaboradas periodicamente pela empresa;

VII exercer essas atribuies durante a eventual liquidao da empresa;

VIII examinar o Raint e o Paint;

IX - assistir s reunies do Conselho de Administrao ou da Di-retoria Executiva em que se deliberar sobre assuntos que ense-jam parecer do Conselho Fiscal;

X aprovar seu Regimento Interno e seu Plano de Trabalho Anu-al;

XI realizar a autoavaliao anual de seu desempenho;

XII acompanhar a execuo patrimonial, financeira e oramen-tria, podendo examinar livros e quaisquer outros documentos e requisitar informaes;

XIII fiscalizar, mediante relatrio da Auditoria Interna ou da Au-ditoria Independente, o cumprimento do limite de participao da empresa no custeio dos benefcios de assistncia sade e de previdncia complementar; e

XIV solicitar aos auditores independentes ou especialistas con-tratados esclarecimentos ou informaes referentes apurao de fatos especficos, quando necessrio.

Pargrafo nico Antes de encerrada a votao e da proclamao do resultado, qualquer conselheiro que j tenha proferido seu voto pode-r requerer ao presidente o registro da reconsiderao do voto, consig-nando-se na ata esta circunstncia e o novo voto proferido.

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Captulo IIIDas reunies do Conselho Fiscal

Art. 9 - O Conselho Fiscal reunir-se-, em sesso ordinria, mensal-mente, e extraordinariamente, sempre que julgar necessrio, por qual-quer de seus membros ou pelo Conselho Diretor de Administrao.

1 - As reunies sero convocadas pelo presidente do Conselho Fis-cal ou, extraordinariamente, por pelo menos 2 (dois) conselheiros em conjunto.

2 - As reunies do Conselho Fiscal instalam-se com um mnimo de 2 (dois) conselheiros, sendo necessrio:

I o voto favorvel de, no mnimo, 2 (dois) de seus membros para a eleio do seu presidente e aprovao do seu Regimento Interno.

II o voto favorvel de, no mnimo, 2 (dois) de seus membros para a aprovao das demais matrias submetidas deliberao do Conselho Fiscal.

3 - Fica facultada eventual participao dos conselheiros na reunio, por telefone, videoconferncia, ou outro meio de comunicao que possa assegurar a participao efetiva e a autenticidade do seu voto, que ser considerado vlido para todos os efeitos legais e incorporado ata da referida reunio.

4 - Anualmente, os membros do Conselho Fiscal aprovaro o Plano de Trabalho para o perodo.

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5 - Na eventual ausncia do presidente, os conselheiros presentes escolhero aquele que coordenar a reunio.

6 - Os votos dissidentes e as abstenes sero registrados em ata.

7 - Qualquer membro do Conselho Fiscal, mediante justificativa, po-der pedir vista de processos, ficando a concesso a critrio do Cole-giado.

8 - A critrio do Colegiado, poder ser adiada a deliberao sobre qualquer assunto ou determinada a sua retirada de pauta.

9 - Uma vez tomada a deciso, cabe ao membro relator a adoo das providncias para sua implementao.

Art. 10 O desenvolvimento dos trabalhos nas reunies ter a seguin-te sequncia:

I verificao da existncia de qurum;

II lavratura de ata para consignar eventual inexistncia de qu-rum;

III leitura, votao e assinatura da ata da reunio anterior;

IV comunicaes do presidente e dos conselheiros;

V exame do caderno de pendncias;

VI discusso e votao dos assuntos em pauta; e

VII outros assuntos de interesse geral.

Art. 11 Na discusso dos relatrios e pareceres, o presidente con-ceder a palavra aos conselheiros que a solicitarem, podendo estes,

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durante a discusso, formular requerimentos verbais ou escritos, solici-tando providncias para a instruo do assunto em debate.

Art. 12 O conselheiro que no se julgar suficientemente esclarecido sobre a matria poder pedir vista do documento ou adiantamento da discusso, desde que antes de iniciada a votao.

1 - O prazo de vista ser concedido at, no mximo, a reunio se-guinte.

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Captulo IVDas pautas e atas das reunies do Conselho Fiscal

Art. 13 A pauta das reunies ser aprovada pelo presidente e dis-tribuda aos participantes com antecedncia mnima de 5 (cinco) dias, acompanhada de todos os documentos indispensveis apreciao dos assuntos nela includos.

1 - Os assuntos a serem includos na pauta e respectivos documen-tos sero entregues na secretaria de assessoramento do Conselho Fis-cal em via original ou em meio digital, com antecedncia mnima de 8 (oito) dias da data da reunio.