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Questões resolvidas de saúde publica- enfermagem

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  • 1. Questes SadePblica

2. Prof. Ismael CostaISMAC@GLOBO.COMWWW.BLOGPROFISMAEL.BLOGSPOT.COM 3. Editora guiaDourada 4. FSPA 20051-Na Sntese de Indicadores Sociais 2003, divulgada pelo IBGE em13/4/2004, consta que, em 2020, haver 25 milhes de idosos no Brasil,cerca de 11,4% da populao brasileira. Considerando que a transiodemogrfica tem acarretado transio epidemiolgica, assinale a opoincorreta.A O aumento da incidncia de doenas crnico-degenerativas implicarcertamente maiores gastos para o SUS.B As altas taxas de mortalidade por causas externas interferem noclculo da expectativa de vida da populao, principalmente damasculina, que se torna menor em algumas regies.C A persistncia de doenas infectocontagiosas indica que a transioepidemiolgica ainda no se completou.D Devido s caractersticas especficas da populao brasileira, atransio demogrfica no Brasil no implicar aumento da prevalnciade doenas crnico-degenerativas. 5. FSPA 20051-Na Sntese de Indicadores Sociais 2003, divulgada pelo IBGE em13/4/2004, consta que, em 2020, haver 25 milhes de idosos no Brasil,cerca de 11,4% da populao brasileira. Considerando que a transiodemogrfica tem acarretado transio epidemiolgica, assinale a opoincorreta.A O aumento da incidncia de doenas crnico-degenerativas implicarcertamente maiores gastos para o SUS.B As altas taxas de mortalidade por causas externas interferem noclculo da expectativa de vida da populao, principalmente damasculina, que se torna menor em algumas regies.C A persistncia de doenas infectocontagiosas indica que a transioepidemiolgica ainda no se completou.D Devido s caractersticas especficas da populao brasileira, atransio demogrfica no Brasil no implicar aumento da prevalnciade doenas crnico-degenerativas. 6. Transio epidemiolgica no Brasil By Ismael Costa 8 7. FSPA 20052-A epidemiologia visa o estudo da ocorrncia, da distribuio e dosfatores determinantes de eventos relacionados sade de umapopulao. Assinale a opo incorreta em relao a esse tema.A Eficcia o grau de sucesso de determinada interveno, procedimento,regime ou servio, quando empregados no mundo real, em umapopulao definida. Trata-se, portanto, de resultado observado nascondies habituais de uso.B Para aumentar a eficcia das intervenes, importante conhecerfatores determinantes das doenas, a fim de que sejam aplicadas medidaspreventivas ou curativas direcionadas a alvos especficos, cientificamenteidentificados.C O risco absoluto mostra quantos casos novos da doena aparecem emum grupo de pessoas em um dado perodo. , portanto, sinnimo de taxade incidncia.D A especificidade de um teste a capacidade de detectar os verdadeirosnegativos, ou seja, de diagnosticar corretamente os indivduos sadios. 8. FSPA 20052-A epidemiologia visa o estudo da ocorrncia, da distribuio e dosfatores determinantes de eventos relacionados sade de umapopulao. Assinale a opo incorreta em relao a esse tema.A Eficcia o grau de sucesso de determinada interveno,procedimento, regime ou servio, quando empregados no mundo real,em uma populao definida. Trata-se, portanto, de resultado observadonas condies habituais de uso.B Para aumentar a eficcia das intervenes, importante conhecerfatores determinantes das doenas, a fim de que sejam aplicadas medidaspreventivas ou curativas direcionadas a alvos especficos, cientificamenteidentificados.C O risco absoluto mostra quantos casos novos da doena aparecem emum grupo de pessoas em um dado perodo. , portanto, sinnimo de taxade incidncia.D A especificidade de um teste a capacidade de detectar os verdadeirosnegativos, ou seja, de diagnosticar corretamente os indivduos sadios. 9. HGB 2003Acerca da vigilncia epidemiolgica, que tem como finalidaderecomendar e adotar as medidas de preveno e controle dasdoenas ou agravos, julgue os itens que se seguem.3 Deve-se notificar publicamente a simples suspeita da doena,sem aguardar a confirmao do caso. 10. HGB 2003Acerca da vigilncia epidemiolgica, que tem como finalidaderecomendar e adotar as medidas de preveno e controle dasdoenas ou agravos, julgue os itens que se seguem.3 Deve-se notificar publicamente a simples suspeita da doena,sem aguardar a confirmao do caso. 11. Ministrio da sade 2008Julgue os itens que se seguem, relativos vigilnciaepidemiolgica.4__ Os dados de morbidade podem ser oriundos danotificao de casos e surtos ocorridos em serviosambulatoriais ou hospitalares, de investigaesepidemiolgicas, da busca ativa de casos, de estudosamostrais, de inquritos, entre outros. 12. Ministrio da sade 2008Julgue os itens que se seguem, relativos vigilnciaepidemiolgica.4__ Os dados de morbidade podem ser oriundos danotificao de casos e surtos ocorridos em serviosambulatoriais ou hospitalares, de investigaesepidemiolgicas, da busca ativa de casos, deestudos amostrais, de inquritos, entre outros. 13. 5__ A listagem das doenas de notificao nacional deveser estabelecida pelos estados e municpios a fim decompor o Sistema de Informao de Agravos deNotificao (SINAN), podendo tambm serem coletadosdados de outras patologias. 14. 5__ A listagem das doenas de notificao nacional deveser estabelecida pelos estados e municpios a fim decompor o Sistema de Informao de Agravos deNotificao (SINAN), podendo tambm serem coletadosdados de outras patologias. 15. 6__ So termos ligados vigilncia epidemiolgica:sensibilidade, que a capacidade de o sistema detectarcasos, e especificidade, que expressa a capacidade de osistema excluir os no-casos. 16. 6__ So termos ligados vigilncia epidemiolgica:sensibilidade, que a capacidade de o sistemadetectar casos, e especificidade, que expressa acapacidade de o sistema excluir os no-casos. 17. 7__ Para a verificao de ocorrncia de uma epidemia,pode-se utilizar o mtodo de diagrama de controle, que a representao grfica da distribuio da mdia mensale desvio-padro dos valores da freqncia (incidncia oucasos), observada em um perodo de tempo(habitualmente 10 anos). 18. 7__ Para a verificao de ocorrncia de umaepidemia, pode-se utilizar o mtodo de diagrama decontrole, que a representao grfica dadistribuio da mdia mensal e desvio-padro dosvalores da freqncia (incidncia ou casos),observada em um perodo de tempo (habitualmente10 anos). 19. Rio Branco 2007Julgue os prximos itens, que versam sobre os mtodosempregados em epidemiologia.8 Um estudo que pretende informar sobre ascaractersticas demogrficas e socioeconmicas de umgrupo de pacientes chagsicos do tipo coorte. 20. Rio Branco 2007Julgue os prximos itens, que versam sobre os mtodosempregados em epidemiologia.11 Um estudo que pretende informar sobre ascaractersticas demogrficas e socioeconmicas de umgrupo de pacientes chagsicos do tipo coorte. 21. 9 Emprega-se o estudo de caso na investigao de umtema de sade quando h limitaes como falta deindivduos controle ou pequeno nmero de indivduospara observao. 22. 9 Emprega-se o estudo de caso na investigao deum tema de sade quando h limitaes como faltade indivduos controle ou pequeno nmero deindivduos para observao. 23. 10 Em uma investigao do tipo caso-controle, parte-sedo efeito para se chegar s causas. 24. 10 Em uma investigao do tipo caso-controle, parte-se do efeito para se chegar s causas. 25. 11 Na pesquisa retrospectiva, diferentemente da pesquisaprospectiva, no h grupo controle. 26. 11 Na pesquisa retrospectiva, diferentemente da pesquisaprospectiva, no h grupo controle. 27. Estudos epidemiolgicos A epidemiologia descritiva constitui a primeiraetapa da aplicao do mtodo epidemiolgicocom o objetivo de compreender ocomportamento de um agravo sade numapopulao. Nessa fase possvel responder aquestes como quem? quando? onde?, ou, emoutros termos, descrever os caracteresepidemiolgicos das doenas relativos pessoa,ao tempo e ao lugar. 28. Delineamento dos estudosdescritivos Os delineamentos dos estudos epidemiolgicos descritivosabrangem: estudos ecolgicos ou de correlao; relatos de casos ou de srie de casos; estudos seccionais ou de corte transversal. 29. Epidemiologia Analtica Os estudos analticos constituem alternativas do mtodoepidemiolgico para testar hipteses elaboradasgeralmente durante estudos descritivos. Temosfundamentalmente dois tipos de estudos analticos: coortes; caso-controle. Em sntese, esses delineamentos tm por objetivoverificar se o risco de desenvolver um evento adverso sade maior entre os expostos do que entre os no-expostos ao fator supostamente associado aodesenvolvimento do agravo em estudo. 30. Vitria 2007Ao se tratar a histria natural de uma doena (HND) em particular comosendo uma descrio de sua evoluo, desde seus primrdios no ambientebiopsicossocial at seu surgimento no suscetvel e conseqentedesenvolvimento no doente, deve-se ter um esquema bsico, de cartergeral, em que ancorar as descries especficas. Esse esquema geral,arbitrrio, apenas uma aproximao da realidade, sem pretenso defuncionar como uma descrio da mesma. M. Z. Rouquayrol e M. Goldbaum. Epidemiologia, histria natural epreveno das doenas. In: Rouquayrol e Almeida Filho. Epidemiologia e sade. Rio de Janeiro: Medsi, 2001, p. 18 (com adaptaes).12-Tendo o texto como referncia inicial, assinale a opo correta acerca deconceitos relativos HND.a) O ambiente biopsicossocial afeta principalmente as doenas mentais eas sociopatias.b) No texto, o termo suscetvel significa vetor que transmite uma doena.c) Os termos patologia e suscetvel so arbitrrios e dependem doambiente.d) O perodo patognico pode, em alguns casos, ser dividido em duasetapas, uma primeira, anterior ao horizonte clnico, e outra em que semanifestam os sintomas da doena.e) Os epidemiologistas consideram a HND arbitrria e incapaz dedescrever a realidade das doenas. 31. Vitria 2007Ao se tratar a histria natural de uma doena (HND) em particular comosendo uma descrio de sua evoluo, desde seus primrdios no ambientebiopsicossocial at seu surgimento no suscetvel e conseqentedesenvolvimento no doente, deve-se ter um esquema bsico, de cartergeral, em que ancorar as d

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