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    PROFESSOR DOCENTE I

    SEEDUC/RJ SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAO DO RIO DE JANEIRO LNGUA PORTUGUESA

    01. A alternativa que mostra uma afirmao inadequada em relao charge acima :

    (A) facebook e compartilhando fazem parte do jargo da mdia social.

    (B) a forma t registra uma pronncia corrente do portugus coloquial.

    (C) a forma a doidado representa um exemplo de gria.

    (D) a forma a doidado deveria estar corretamente grafada adoidado.

    (E) a vrgula entre as duas frases do texto tem emprego equivocado.

    02. Tendo em vista a situao de produo da charge, pode-se dizer que esse texto

    representa:

    (A) uma crtica s autoridades da rea de sade.

    (B) uma condenao da atitude de alguns cidados.

    (C) um alerta contra o perigo da dengue no ano prximo.

    (D) um comentrio malicioso contra a inutilidade das redes sociais.

    (E) uma ironia contra a falta de democracia na rea digital.

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    (...) Texto

    O LADO ESCURO DA FORA

    O av de Jabor era uma figuraa. Quando o neto lhe contava entusiasmado uma boa novidade, o velho logo o advertia: Cuidado, Arnaldinho, nada s bom. Sim, tudo tambm tem um lado ruim, o das coisas boas que vo ter fim. A mxima do velho antecipava o irnico paradoxo da era digital: nunca na histria deste planeta houve algo to bom para aproximar as pessoas e nada que as dividisse tanto como a internet, onde todos se encontram e cada um pode mostrar, escondido pelo anonimato, o seu pior. Chico Buarque, que um dia j foi chamado de maior unanimidade do Brasil, disse que sempre acreditou que era amado, at descobrir, na internet, que era odiado. Qualquer assunto ou pessoa que v ao ar tem logo dois lados trocando insultos e acusaes, dividindo o que poderia ser multiplicado. No pesadelo futurista, a diversidade e a diferena so soterradas pela ignorncia e o dio irracional, que impedem qualquer debate produtivo, assim como os blackblocks impedem qualquer manifestao pacfica. Na ltima semana li vrios editoriais de jornais e artigos de diversas tendncias sobre o mesmo tema: a internet como geradora e ampliadora de um virulento e empobrecedor Fla X Flu, ou pior, de um PT X PSDB em que todos saem perdedores. E como disse o Pedro Dria: s vai piorar. Todas as paixes e excessos que so permitidos, e at divertidos e catrticos, nas discusses de futebol s produzem discrdia, mentiras e mais intolerncia no debate poltico e cultural. Simpatizantes de qualquer causa ou ideologia s leem o que dizem o que eles querem ouvir, nada aprendem de novo, chovem no molhado. Mas at esse lado ruim tambm tem um lado bom, de revelar as verdades secretas, expondo os piores sentimentos de homens e mulheres, suas invejas e ressentimentos, sua malignidade, que nenhum regime poltico pode resolver. Sem o crescimento da conscincia individual, como melhorar coletivamente?

    Nelson Motta, O Globo, 29/11/2013.

    16. O av de Jabor era uma figuraa. Quando o neto lhe contava entusiasmado

    uma boa novidade, o velho logo o advertia: Cuidado, Arnaldinho, nada s bom. Sim, tudo tambm tem um lado ruim, o das coisas boas que vo ter fim.

    O segmento destacado nesse trecho inicial tem a seguinte funo textual:

    (A) situar no tempo o fato narrado.

    (B) justificar a qualificao atribuda ao av.

    (C) comprovar a veracidade de uma informao dada.

    (D) concluir um raciocnio previamente construdo.

    (E) descrever as caractersticas de um personagem

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    (...) CONHECIMENTOS PEDAGGICOS 26. Segundo Vera Candau, quando pensamos a docncia, sua formao continuada

    e sua prtica no cotidiano, no podemos deixar de considerar que temos de estar conscientes da necessidade de articular dialeticamente as diferentes dimenses da profisso docente. Em conformidade com a autora podemos afirmar que constituem dimenses da profisso docente:

    (A) a valorizao do professor, formao inicial e continuada, participao do professor no processo de deciso na educao escolar.

    (B) o plano de carreira e a formao inicial e continuada.

    (C) os aspectos psicopedaggicos, tcnicos, cientficos, polticos, sociais, ideolgicos, ticos e culturais.

    (D) o plano de carreira e a formao inicial e continuada, os aspectos.

    (E) o plano de carreira, a formao continuada, participao na gesto escolar e o acesso aos bens culturais.

    27. Em Magistrio: construo cotidiana, Vera Candau aponta como uma

    perspectiva mais atual na formao continuada de professores a:

    (A) reciclagem

    (B) oferta de cursos de ps-graduao

    (C) participao em seminrios e congressos

    (D) escola se constituir como lcus da formao

    (E) participao em cursos a distncia promovidos pelo MEC

    28. De acordo com Davis e Oliveira, dentre os argumentos dos que defendem a

    viso interacionista em contraposio viso tradicional, na escola, sobre os procedimentos de avaliao, no se inclui:

    (A) As solues erradas que os alunos elaboram so ricas em informaes para o professor.

    (B) mais produtivo se ater exclusivamente ao resultado da aprendizagem do que investigar o seu processo.

    (C) Atravs do erro possvel perceber a forma como a criana pensa.

    (D) O professor competente faz um uso adequado do erro do seu aluno.

    (E) atravs do erro de seu aluno que o professor pode perceber as hipteses que ele elabora sobre um determinado tema.

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    (...) 32. Em seu livro Nossa escola uma calamidade (1984), analisou o ensino pblico

    brasileiro e, em particular, as escolas do Rio de Janeiro. Nele, props a extino do terceiro turno, o aperfeioamento do magistrio, a implantao de escolas integradas. Para isso, seria preciso permanecer mais tempo na escola, dispor de professores competentes, encontrar recursos e orientao que a maioria das crianas pobres no encontra em casa. Essas metas foram concretizadas com a criao no estado do Rio de Janeiro dos CIEPs, entre 1983 e 1986.

    (Gadotti. Histria das Ideias Pedaggicas, pgina 237, com adaptaes)

    O cientista social, poltico e antroplogo a que se refere o texto acima :

    (A) Ansio Teixeira

    (B) Rubem Alves

    (C) Darcy Ribeiro

    (D) Dermeval Saviani

    (E) Paulo Freire

    33. Hoffmann, em Avaliao: mito e desafio, faz uma anlise comparativa entre

    uma concepo de avaliao a servio de uma sociedade liberal (capitalista) e uma perspectiva de avaliao libertadora. Segundo a autora, a alternativa que apresenta duas caractersticas da avaliao com uma concepo liberal :

    (A) ao coletiva e consensual / carter sentencivo

    (B) carter investigativo / postura diretiva do professor

    (C) conscientizao das desigualdades sociais e culturais / carter competitivo

    (D) carter classificatrio / valorizao da capacidade de memorizao

    (E) carter reflexivo / valorizao da capacidade de compreenso

    (...) 37. Luckesi, em Filosofia da Educao, analisa as diferentes tendncias filosfico-

    polticas que procuram entender o sentido da educao na sociedade. Nesse contexto, o autor caracteriza uma dessas tendncias como aquela que tem por perspectiva compreender a educao como mediao de um projeto social, pretendendo demonstrar que possvel compreender a educao dentro da sociedade, com os seus determinantes e condicionantes, mas com a possibilidade de trabalhar pela sua democratizao.

    Essa tendncia posiciona-se em relao sociedade como:

    (A) tecnicista

    (B) redentora

    (C) conservadora

    (D) transformadora

    (E) reprodutivista

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    (...)

    43. O pensamento pedaggico moderno sofreu influncias de vrias escolas sociolgicas. Comte, citado por Piletti (2006), deu incio a esses estudos ao sustentar, como princpio bsico, o modelo educacional de:

    (A) desenvolvimento da conscincia coletiva

    (B) transformao evolutiva do esprito humano

    (C) processo amplo de racionalizao

    (D) planejamento racional de intervencionismo

    (E) construo de uma sociedade socialista

    (...)

    46. Para Sacristn (2000), o planejamento do ensino abarca trs dimenses

    respectivamente: o plano curricular, no mbito de determinao poltica e macroorganizativo; o plano curricular da escola e o planejamento no mbito dos professores, ou seja, da sala de

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