Qualidade de vida e Aumento da produtividade Luciano Nadolny 4º Congresso Moveleiro 2013 Curitiba

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<ul><li> Slide 1 </li> <li> Qualidade de vida e Aumento da produtividade Luciano Nadolny 4 Congresso Moveleiro 2013 Curitiba </li> <li> Slide 2 </li> <li> Objetivos da nossa conversa Apresentar um Panorama atual do mercado de trabalho Mostrar Indicadores de Segurana e Sade do segmento moveleiro e Paran; Definir o conceito Qualidade de vida no trabalho; Discutir como ter Retorno sobre o investimento em QVT. </li> <li> Slide 3 </li> <li> Objetivos da nossa conversa Apresentar um Panorama atual do mercado de trabalho Mostrar Indicadores de Segurana e Sade do segmento moveleiro e Paran; Definir o conceito Qualidade de vida no trabalho; Discutir como ter Retorno sobre o investimento em QVT. </li> <li> Slide 4 </li> <li> Panorama do Setor Moveleiro Brasil Fonte: MOVERGS / IEMI (Brasil Mveis 2013) </li> <li> Slide 5 </li> <li> Novo paradigma no mercado do trabalho Paran cria 12.259 empregos em agosto, o segundo melhor desempenho do pas (AEN, 20/9); Est sobrando emprego na regio central de Curitiba! Paran-online, 25/09 Taxa de desemprego no Paran +/- 6 %; Demanda por curso tcnico cresce no Brasil; Mais vagas do que candidatos; Necessidade de mudana de paradigma: HOJE O CANDIDATO QUE ESCOLHE A EMPRESA! </li> <li> Slide 6 </li> <li> Objetivos da nossa conversa Apresentar um Panorama atual do mercado de trabalho Mostrar Indicadores de Segurana e Sade do segmento moveleiro e Paran; Definir o conceito Qualidade de vida no trabalho; Discutir como ter Retorno sobre o investimento em QVT. </li> <li> Slide 7 </li> <li> Acidentes do Trabalho Fonte: Anurio Estatstico Previdencirio 2011 </li> <li> Slide 8 </li> <li> uma ferramenta de gesto da sade e estilo de vida do trabalhador da indstria. O que o DSEV? </li> <li> Slide 9 </li> <li> Identifica as condies de sade do trabalhador; Identifica o risco de doenas no transmissveis; Possibilita o planejamento de aes de promoo da sade do trabalhador; Possibilita o planejamento de aes de vigilncia e preveno para minimizar o impacto de DNT Doenas crnicas no transmissveis e outras; Facilita o monitoramento e avaliao das aes; Permite anlise comparativa a cada 02 anos. Disponibiliza informao para o gestor focar a ao! Os benefcios do DSEV para a gesto empresarial: </li> <li> Slide 10 </li> <li> Levantamento presencial das informaes sobre a sade e estilo de vida dos trabalhadores da Indstria em 03 etapas: A estratgia operacional do DSEV: 1 O PASSO 2 O PASSO Questionrio / entrevista Circuito de sade 3 O PASSO Relatrio / devolutiva dos indicadores </li> <li> Slide 11 </li> <li> Relatrio de Indicadores do DSEV - N. de entrevistados: 16021 - Perodo de diagnstico: 01/04/2011 a 20/06/2013 </li> <li> Slide 12 </li> <li> ESTILO DE VIDA NO SAUDVEL - N. de entrevistados: 16021 - Perodo de diagnstico: 01/04/2011 a 20/06/2013 </li> <li> Slide 13 </li> <li> Doenas crnicas * Refere-se ao relato do entrevistado quanto aos diagnsticos prvios realizados por mdico. A informao obtida por meio da pergunta: "Algum mdico j disse que voc tem ou teve...", seguida do nome de cada uma das doenas listadas acima (1) Hipertenso arterial referida: uso de anti-hipertensivos ou relato de diagnstico mdico prvio (2) Diabetes mellitus detectado atravs de diagnstico prvio ou relato de uso de hipoglicemiantes (3) Obesidade: ndice de massa corporal maior ou igual a 30,0 kg/m (4) Diagnosticado por meio da escala CAGE, utilizada para deteco de adio ao lcool (a sigla vem do termo em ingls: Cut down, Annoyed by criticism, Guilty e Eyeopener) (5) Relato de diagnstico mdico prvio de depresso (6) Transtornos Mentais Comuns (transtorno de depresso e ansiedade) - pontuao maior ou igual a 4 na escala GHQ12 (Questionrio Geral de Sade) </li> <li> Slide 14 </li> <li> Podem gerar Absentesmo: - N. de entrevistados: 16021 - Perodo de diagnstico: 01/04/2011 a 20/06/2013 </li> <li> Slide 15 </li> <li> O que isso gera? Perda de patrimnio quando ocorrem acidentes, reparos, manuteno, aquisio de peas, etc.; Aumento do valor do seguro para planos de sade ; Aumento de alquotas de pagamento do seguro acidentes de trabalho (NTEP/FAP, RAT); Custos com o recrutamento e treinamento para substituio do afastado; Custos com burocracia da gesto do afastamento; Custos com multas, indenizaes (aes regressivas); Fonte: Santana, V. 2012 </li> <li> Slide 16 </li> <li> Objetivos da nossa conversa Apresentar um Panorama atual do mercado de trabalho Mostrar Indicadores de Segurana e Sade do segmento moveleiro e Paran; Definir o conceito Qualidade de vida no trabalho; Discutir como ter Retorno sobre o investimento em QVT. </li> <li> Slide 17 </li> <li> Qualidade de Vida no Trabalho "Qualidade de vida no trabalho (QVT) o conjunto de aes de uma empresa que envolvem a implantao de melhorias e inovaes gerenciais e tecnolgicas no ambiente de trabalho. A construo da qualidade de vida no trabalho ocorre a partir do momento em que se olha a empresa e as pessoas como um todo, o que chamamos de enfoque biopsicossocial (...) Fonte: Frana (1997:80) </li> <li> Slide 18 </li> <li> Categorias conceituais CritriosIndicadores de QVT 1. Compensao justa e adequada Equidade interna e externa; justia na compensao; partilha de ganhos de produtividade. 2. Condies de trabalhoJornada de trabalho razovel; ambiente fsico seguro e saudvel; ausncia de insalubridade. 3. Uso e desenvolvimento de capacidades Autonomia; autocontrole relativo; qualidade mltiplas; informaes sobre o processo total do trabalho 4. Oportunidade de crescimento e segurana Possibilidade de carreira; crescimento pessoal; perspectiva de avano social; segurana no emprego. 5. Integrao social na organizao Ausncia de preconceitos; igualdade; mobilidade; relacionamento; senso comunitrio. 6. ConstitucionalismoDireitos de proteo ao trabalhador; privacidade pessoal; liberdade de expresso; tratamento imparcial; direitos trabalhistas. 7. O trabalho e o espao total de vida Papel balanceado no trabalho; estabilidade de horrios; poucas mudanas geogrficas; tempo para lazer da famlia. 8. Relevncia social do trabalho na vida Imagem da empresa; responsabilidade social da empresa; responsabilidade pelos produtos; prticas de emprego. Fonte: Walton, apud Fernandes (1996) </li> <li> Slide 19 </li> <li> O que queremos que gere? Reduo do absentesmo por doenas e acidentes; Reduo da incidncia de acidentes; Diminuio do turnover; Diminuio do uso do sistema de sade privado e pblico; Aumento da produtividade; Reduo de perdas por presentesmo; Atrao, engajamento e reteno. </li> <li> Slide 20 </li> <li> Objetivos da nossa conversa Apresentar um Panorama atual do mercado de trabalho Mostrar Indicadores de Segurana e Sade do segmento moveleiro; Definir o conceito Qualidade de vida no trabalho; Discutir como ter Retorno sobre o investimento em QVT. </li> <li> Slide 21 </li> <li> "Quando pretendemos implementar qualquer programa na empresa, os nmeros do credibilidade" - Ron Goetzel 1 Investimento em qualidade de vida reduz custos mdicos e faltas ao trabalho Fonte: Portal da Indstria, 12/04/2013 1 diretor do Instituto para Estudos em Sade e Produtividade da Emory University </li> <li> Slide 22 </li> <li> Retorno Garantido Segundo Goetzel, no caso do Citybank, cada dlar investido em programas de qualidade de vida tem um retorno mdio de US$ 4,70 com reduo de custos mdicos, faltas ao trabalho, entre outros gastos. Na Pepsico, estudos concluram que pessoas obesas so at 20 vezes mais caras para a empresa que as magras devido a afastamentos do trabalho por doenas mais diretamente relacionadas obesidade, como diabetes. "Nos Estados Unidos, apenas 3% da populao no tem fatores de risco, como a obesidade", informou o professor. Fonte: Portal da Indstria, 12/04/2013 </li> <li> Slide 23 </li> <li> Por que as empresa investem em programas de preveno? Razes % Julgam Muito Importante Melhorar produtividade/reduzir presentesmo 60% Melhorar atitude de funcionrios 58% Manuteno de habilidade de poder trabalhar 52% Valores e misso da empresa 61% Melhorar segurana de trabalho 56% Reduzir doenas ocupacionais 52% Responsabilidade social e comunidade 53% Reteno e atrair funcionrios 54% Legislao trabalhista 54% Imagem da empresa 44% Reduzir custos mdicos ou prmios 44% Suplementar programas do governo 32% Fonte: Estudo Buck Consultants, 2010 </li> <li> Slide 24 </li> <li> O que precisamos? Nmeros confiveis!! </li> <li> Slide 25 </li> <li> O conhecimento e a informao so os recursos estratgicos para o desenvolvimento de qualquer pas. Os portadores desses recursos so as pessoas! Peter Drucker Muito obrigado! Luciano Nadolny luciano.nadolny@sesipr.org.br </li> </ul>