PT tabela de honorários

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<p>Decreto relativo aos honorrios para as prestaes de arquitectos e engenheiros (Regulamento de honorrios para arquitectos e engenheiros HOAI1) de 11 de Agosto de 2009 Com base nos 1 e 2 da lei para a regulao das prestaes de engenheiros e arquitectos, de 4 de Novembro de 1971, que foram alterados pelo artigo 1. da Lei de 12 de Novembro de 1984 (BGBl. 2 I pg. 1337), o Governo Federal decreta: n d i c e d e c o n t e d o s Parte 1 Disposies gerais 1 Campo de aplicao 2 Definies 3 Prestaes e quadros de prestaes 4 Custos elegveis3 5 Zonas de honorrios 6 Bases dos honorrios 7 Fixao dos honorrios4 8 Clculo dos honorrios em casos particulares 9 Clculo dos honorrios na encomenda de prestaes isoladas 10 Mltiplas planificaes preliminares ou de projecto 11 Incumbncia para mltiplos objectos 12 Sectores de planos 13 Interpolao 14 Despesas acessrias 15 Pagamentos 16 Imposto de valor acrescentado</p> <p>1 NOTA DO TRADUTOR _ HOAI a abreviatura para Honorarordnung fr Architekten und Ingenieure, ou seja (na traduo literal), Regulamento de honorrios para arquitectos e engenheiros.</p> <p>2 NOTA DO TRADUTOR _ BGBl a abreviatura para o termo alemo Bundesgesetzblatt, ou seja jornal oficial da Repblica Federal da Alemanha (o equivalente alemo ao jornal oficial da Repblica Portuguesa, isto , ao Dirio da Repblica).</p> <p>3 NOTA DO TRADUTOR _ A traduo literal do termo alemo anrechenbare Kosten custos susceptveis de serem contabilizados; tratando-se de um conceito fundamental neste contexto regulamentar, recorrentemente utilizado, adoptou-se, para maior facilidade de leitura do texto traduzido, uma designao alternativa mais abreviada ainda que no to assertiva, ou seja custos elegveis.</p> <p>4 NOTA DO TRADUTOR _ A traduo literal do termo alemo Honorarvereinbarung combinao de honorrios; por se tratar de uma terminologia pouco usual, adoptou-se a designao alternativa fixao de honorrios.</p> <p>Parte 2 Planificao de reas Seco 1 Planificao urbana 17 Campo de aplicao 18 Quadro de prestaes para plano comunal de uso dos solos 19 Quadro de prestaes para plano local de urbanizao e edificao 20 Honorrios para prestaes associadas a planos comunais de uso dos solos 21 Honorrios para prestaes associadas a planos locais de urbanizao e edificao Seco 2 Planificao paisagstica 22 Campo de aplicao 23 Quadro de prestaes para plano comunal paisagstico 24 Quadro de prestaes para plano local de arranjo paisagstico 25 Quadro de prestaes para plano regional de enquadramento paisagstico 26 Quadro de prestaes para plano complementar de conservao paisagstica 27 Quadro de prestaes para plano de gesto de rea protegida 28 Honorrios para prestaes associadas a planos comunais paisagsticos 29 Honorrios para prestaes associadas a planos locais de arranjo paisagstico 30 Honorrios para prestaes associadas a planos regionais de enquadramento paisagstico 31 Honorrios para prestaes associadas a planos de gesto de rea protegida Parte 3 Planificao de objectos Seco 1 Edifcios e construes de acabamento interior5 32 Bases particulares dos honorrios 33 Quadro de prestaes para edifcios e construes de acabamento interior 34 Honorrios para prestaes associadas a edifcios e construes de acabamento interior 35 Prestaes associadas a pr-existncias 36 Conservaes e reparaes Seco 2 Instalaes exteriores6</p> <p>5 NOTA DO TRADUTOR _ A traduo literal do termo alemo raumbildender Ausbau construes de completao modeladoras de espao; tratando-se de um conceito fundamental neste contexto regulamentar, recorrentemente utilizado, adoptou-se, para maior facilidade de leitura do texto traduzido, uma designao alternativa mais abreviada ainda que no to assertiva, ou seja construes de acabamento interior.</p> <p>6 NOTA DO TRADUTOR _ O termo alemo Freianlagen no tem correspondente directo na lngua portuguesa. Na lngua alem o termo designa de forma abrangente todo o tipo de espaos e equipamentos exteriores (reas verdes, arranjos exteriores, jardins, parques pblicos, parques urbanos, equipamentos exteriores, ) e que sejam ou tenham sido objecto de qualquer forma de tratamento e cuidado. </p> <p> 37 Bases particulares dos honorrios 38 Quadro de prestaes para instalaes exteriores 39 Honorrios para prestaes associadas a instalaes exteriores Seco 3 Obras de engenharia 40 Campo de aplicao 41 Bases particulares dos honorrios 42 Quadro de prestaes para obras de engenharia 43 Honorrio para prestaes associadas a obras de engenharia Seco 4 Instalaes de circulao 7 44 Campo de aplicao 45 Bases particulares dos honorrios 46 Quadro de prestaes para instalaes de circulao 47 Honorrios para prestaes associadas a instalaes de circulao Parte 4 Planificaes de especialidades Seco 1 Planificao estrutural 48 Bases particulares dos honorrios 49 Quadro de prestao para a planificao estrutural 50 Honorrios para prestaes associadas s planificaes estruturais Seco 2 Equipamento tcnico 51 Campo de aplicao 52 Bases particulares dos honorrios 53 Quadro de prestaes para equipamento tcnico 54 Honorrios para prestaes associadas a equipamento tcnico Parte 5 Disposies transitrias e finais 55 Disposio transitria 56 Entrada em vigor, revogao Anexo 1 (ao 3, alnea 1) Anexo 2 Prestaes de consultoria Prestaes particulares</p> <p>7 NOTA DO TRADUTOR _ O termo alemo Verkehrsanlagen no tem correspondente directo na lngua portuguesa. Reconhece-se que o termo instalaes de circulao incomum na lngua portuguesa. Na lngua alem o termo designa de forma abrangente todo o tipo de instalaes afectas aos sistemas rodovirios, ferrovirios, areos e fluviais de circulao de pessoas e bens (estradas, auto-estradas, vias frreas, linhas de metro, etc.).</p> <p>Anexo 3 Anexo 4 Anexo 5 Anexo 6 Anexo 7 (ao 24, alnea 1) Anexo 8 Anexo 9 (ao 26, alnea 1) Anexo 10 (ao 27) Anexo 11 (aos 33 e 38, alnea 2) Anexo 12 (ao 42, alnea 1, e 46, alnea 2) Anexo 13 (ao 49, alnea 1) Anexo 14 (ao 53, alnea 1)</p> <p>Lista de objectos Prestaes no quadro de prestaes para um plano comunal de uso dos solos Prestaes no quadro de prestaes para um plano local de urbanizao e edificao Prestaes no quadro de prestaes para um plano comunal paisagstico Prestaes no quadro de prestaes para um plano local de arranjo paisagstico Prestaes no quadro de prestaes para um plano regional de enquadramento paisagstico Prestaes no quadro de prestaes para um plano complementar de conservao paisagstica Prestaes no quadro de prestaes para um plano de gesto de rea protegida Prestaes no quadro de prestaes para edifcios e construes de acabamento interior, como tambm no quadro de prestaes para instalaes exteriores Prestaes no quadro de prestaes para obras de engenharia e no quadro de prestaes para instalaes de circulao Prestaes no quadro de prestaes para a planificao estrutural Prestaes no quadro de prestaes para o equipamento tcnico</p> <p>Parte 1 disposies gerais 1 Campo de aplicao Este regulamento regula o clculo das remuneraes para as prestaes de arquitectos e arquitectas, e de engenheiros e engenheiras (mandatrio ou mandatria da encomenda) com sede no interior do pas, contanto que as prestaes sejam abrangidas por este regulamento e sejam realizadas a partir do interior do pas. 2 Definies Para efeitos deste regulamento, adoptam-se as seguintes definies: 1. objectos so edificaes, construes de acabamento interior, instalaes exteriores, obras de engenharia, instalaes de circulao, sistemas estruturais e instalaes do equipamento tcnico; 2. edificaes so instalaes edificadas, cobertas e passveis de utilizao autnoma, que possam ser acedidas pelo Homem e que se apropriem ou destinem a servir de proteco a pessoas, animais ou bens; 3. construes e instalaes de raiz so objectos que sejam erigidos ou produzidos de raiz; 4. obras de reconstruo so objectos anteriormente destrudos, que sejam reproduzidos sobre partes de obra ou de instalaes existentes; estas equivalem a construes de raiz, contanto que se exija uma planificao8 nova;</p> <p>8 NOTA DO TRADUTOR _ Ainda que parea estanho, adoptou-se o termo planificao em detrimento do termo projecto, na medida em que o termo alemo tem uma perspectiva mais associada a um processo no tempo.</p> <p> 5. obras de ampliao so complementos de um objecto existente; 6. obras de remodelao so reformulaes de um objecto existente com intervenes nas componentes construtivas ou na pr-existncia; 7. modernizaes so medidas de construo civil para aumento persistente do valor de uso de um objecto, contanto que no se enquadrem nos nmeros 5, 6 ou nmero 9; 8. construes de acabamento interior9 so a formulao interior ou a criao de espaos interiores sem interveno substancial na pr-existncia ou nas componentes construtivas; podem ocorrer em conexo com as prestaes inerentes aos nmeros 3 a 7; 9. reparaes so medidas desenvolvidas com vista ao reestabelecimento do estado de servio de um objecto apropriado a uma utilizao do mesmo e consentneo com a funo designada (estado pretendido10), contanto que estas no se enquadrem no nmero 4 ou sejam motivadas por iniciativas referidas no nmero 7; 10. conservaes so medidas desenvolvidas com vista manuteno do estado pretendido de um objecto; 11. instalaes exteriores so reas ou espaos livres, de morfologia planificada, como tambm instalaes correspondentemente configuradas em conexo com obras, ou contidas no interior de obras; 12. regras da tcnica geralmente reconhecidas pela especialidade so determinaes tcnicas para procedimentos, estabelecidas por escrito, que segundo a concepo reinante dos especialistas envolvidos, dos consumidores e das entidades pblicas se adeqem a permitir o apuramento dos custos elegveis nos termos deste regulamento e que se comprovaram genericamente na prtica ou cuja comprovao se anteveja segundo a concepo reinante em tempo abrangvel; 13. estimativa de custo um apuramento por alto dos custos na base da planificao preliminar; a base provisria para as ponderaes de financiamento; tem por base resultados da planificao preliminar, estimativas de quantidades, indicaes elucidativas quanto s inter-relaes de projecto, a processos e a condies, bem como indicaes relativas ao terreno da obra e sua urbanizao; sendo a estimativa de custo elaborada, nos termos do 4, alnea 1, frase 3, na base da norma DIN 276, na verso de Dezembro de 2008 (DIN 276-1: 2008-12) !), devem os custos globais ser apurados por grupos de custo at ao primeiro nvel da estrutura de custos; 14. clculo de custo um apuramento dos custos na base da planificao de projecto; tem por base desenhos de projecto consolidados, como tambm desenhos de pormenor de grupos de espaos repetitivos, clculos de quantidades (medies) e esclarecimentos relevantes ao clculo e apreciao de custos; sendo este clculo elaborado, nos termos do 4, alnea 1, frase 3, na base da norma DIN 276, devem os custos globais ser apurados por grupos de custo at ao segundo nvel da estruturao de custos; 15. zonas de honorrios representam o grau de dificuldade de um objecto ou de uma planificao de reas. 3</p> <p>9 $ NOTA DO TRADUTOR _ ver nota 4 supra </p> <p>10 NOTA DO TRADUTOR _ O termo alemo Soll-Zustand, de uso bastante frequente na lngua alem, no tem correspondente directo na lngua portuguesa. Na lngua alem o termo designa o estado em que uma coisa deveria encontrar-se idealmente, da a adopo do termo estado pretendido, por comparao com o estado actual em que essa coisa se encontra de facto (Ist-Zustand em lngua alem; estado real em lngua portuguesa).</p> <p>! ! A obter atravs do Deutsche Institut fr Normung e. V., em www.din.de</p> <p>Prestaes e quadros de prestaes (1) Os honorrios para prestaes so regulados com carcter vinculativo nas partes 2 a 4 deste regulamento. Os honorrios para prestaes de consultoria esto contidos no Anexo 1 deste regulamento, regulados com carcter no vinculativo. (2) As prestaes que em geral sejam exigveis ao cumprimento regular de uma incumbncia so abrangidas nos quadros de prestaes. Outras prestaes, que se tornem exigveis por alterao do objectivo da prestao, da extenso da prestao, por alterao do desenvolvimento da prestao ou por outras exigncias do mandante da encomenda, no so abrangidas nos quadros de prestaes e devem ser remuneradas e acordadas de forma livre autonomamente. (3) Prestaes particulares so listadas no Anexo 2, em enumerao no definitiva. Os honorrios para prestaes particulares podem ser acordados de forma livre. (4) Os quadros de prestaes definidos neste regulamento subdividem-se nas seguintes fases de prestao 1 a 9: 1. Apuramento dos aspectos fundamentais, 2. Planificao11 preliminar, 3. Planificao12 de projecto, 4. Planificao13 de aprovao14, 5. Planificao15 de execuo, 6. Preparao da adjudicao, 7. Colaborao na adjudicao, 8. Fiscalizao do objecto (fiscalizao da obra ou direco geral da obra), 9. Acompanhamento do objecto e documentao. (5) A planificao estrutural compreende apenas as fases de prestao 1 a 6. (6) Divergentemente ao disposto na alnea 4, frase 1, os quadros de prestaes da parte 2 so agregados em at cinco fases de prestao a indicadas. sempre de considerar a rentabilidade das prestaes.</p> <p>11 $ NOTA DO TRADUTOR _ ver nota 7 supra</p> <p>12 $ NOTA DO TRADUTOR _ ver nota 7 supra</p> <p>13 $ NOTA DO TRADUTOR _ ver nota 7 supra</p> <p>14 NOTA DO TRADUTOR _ No se adoptou intencionalmente o termo licenciamento, na medida em que em Portugal, no mbito do RJUE, se diferencia entre licenciamento, autorizao e comunicao prvia e o termo alemo ter um sentido abrangente no especificado a nenhuma destas trs modalidades do controlo prvio administrativo.</p> <p>15 $ NOTA DO TRADUTOR _ ver nota 7 supra</p> <p>(7) As fases de prestao das partes 2 a 4 deste regulamento so remuneradas em taxas percentuais dos honorrios. (8) O resultado de cada fase de prestao deve ser discutido com o mandante da encomenda. 4 Custos elegveis (1) So custos elegveis parte dos custos para a produo, remodelao, modernizao, conservao e reparao de objectos, bem como dos dispndios a estes associados. So a apurar segundo as regras da tcnica geralmente reconhecidas pela especialidade ou segundo as disposies administrativas (regras de clculo de custos), na base dos preos usuais a nvel local. Quando neste regulamento seja tomada em considerao a DIN 276, deve ser considerada, para efeitos de apuramento dos custos elegveis, a verso de Dezembro de 2008 (DIN 276-1: 2008-12). O Imposto de Valor Acrescentado que recaia sobre os custos dos objectos no parte integrante dos custos elegveis. (2) Valem, a ttulo de custos elegveis, os preos usuais a nvel local, se o mandante da encomenda 1. assume por si prprio fornecimentos e prestaes, 2. obtm facilidades no usuais de empresas executantes da obra ou de fornecedores, 3. executa fornecimentos ou prestaes em regime de encontro de contas ou 4. permite a aplicao de materiais ou elementos de construo existentes ou anteriormente obtidos. 5 Zonas de h...</p>