psicologia nova simulado tj sp 2012 comentado

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ótimo simulado de psicologia

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  • 1

    Simulado de questes para a prova especfica de psicologia para o TJ/SP

    Simulado aplicado no Curso de Psicologia para o TJ/SP de 2012.

    Caros colegas, eu no resisti tentao. Eis um simulado para testarem seus conhecimentos. Fiz um simulado com questes de nvel mdio para cima (duas ou trs fceis) para animar um pouco os estudos. Algumas esto em nvel Jedi mesmo! No se assuste. So 48 questes e creio que se voc acertar mais de 30, j pode ficar muito feliz mesmo!

    So questes que serviram no apenas para a preparao para o TJ/SP como pode ajudar a qualquer um que esteja batalhando firme por uma vaga nos TRIBUNAIS. Tempo sugerido para a realizao do simulado: uma hora e meia (treino treino).

    Confira nossos cursos em: www.psicologianova.com.br Sem muitas delongas, vamos testar os seus conhecimentos.

    Abrao e bons estudos

    Alyson Barros

    alyson@psicologianova.com.br

    Suas circunstncias determinaro sua luta!

    Alyson Barros

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    Sumrio Questes .................................................................................................................... 3

    Aula 0 - Relatrios e laudos periciais psicolgicos. tica profissional. ..... 3 Aula 1 - Psicodiagnstico - tcnicas utilizadas. A entrevista psicolgica. Natureza e origens da tendncia anti-social. ................................................. 6 Aula 2 - Desenvolvimento psicolgico: infncia, adolescncia. A criana e a separao dos pais. A criana e o adolescente vitimizados. ................ 9 Aula 3 - A constituio do objeto libidinal patologia das relaes objetais. Preveno e efeitos da privao materna. O papel do pai. As inter-relaes familiares: casamento, conflito conjugal, separao, guarda dos filhos. ............................................................................................... 17 Aula 4 - Os direitos fundamentais da criana e do adolescente. As medidas especficas de proteo criana e ao adolescente. Noes de Direito da Famlia. A colocao em famlia substituta - Guarda, Tutela, Adoo. ................................................................................................................ 19 Aula 5 - Adolescncia, Drogadio e Famlia. A apurao de ato infracional atribudo ao adolescente. As medidas scio-educativas. ...... 24 Aula 6 - O trabalho do psiclogo e as atribuies da equipe interprofissional na Vara da Infncia e da Juventude, nas Varas da Famlia e das Sucesses e nas Varas Especiais da Infncia e da Juventude. ........ 26

    Questes, Gabaritos e Comentrios ................................................................ 28

  • 3

    Questes

    Aula 0 - Relatrios e laudos periciais psicolgicos. tica profissional.

    1. Dentre as orientaes descritas no Cdigo de tica da Psicologia (Resoluo

    CFP N 010/05), no podemos identificar como vedao ao psiclogo:

    a) Induzir a convices polticas, filosficas, morais, ideolgicas, religiosas, de

    orientao sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exerccio de suas

    funes profissionais.

    b) Interferir na validade e fidedignidade de instrumentos e tcnicas psicolgicas

    com o propsito de favorecer o melhor atendimento crianas e adolescentes.

    c) Utilizar ou favorecer o uso de conhecimento e a utilizao de prticas

    psicolgicas como instrumentos de castigo, tortura ou qualquer forma de violncia;

    d) Acumpliciar-se com pessoas ou organizaes que exeram ou favoream o

    exerccio ilegal da profisso de psiclogo ou de qualquer outra atividade

    profissional.

    e) Ser conivente com erros, faltas ticas, violao de direitos, crimes ou

    contravenes penais praticados por psiclogos na prestao de servios

    profissionais.

    2. De acordo com a Resoluo CFP N 010/05, o psiclogo, ao promover

    publicamente seus servios, por quaisquer meios, individual ou

    coletivamente:

    a) Informar o seu nome profissional, o CRP e seu nmero de registro.

    b) No poder fazer referncias a ttulos ou qualificaes profissionais que possua.

    c) No far referncia ao preo do servio.

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    d) Informar caso exera atividades que sejam atribuies privativas de outras

    categorias profissionais.

    e) Poder fazer divulgao sensacionalista das atividades profissionais.

    3. De acordo com a Resoluo CFP N 010/05, podem ser aplicadas as

    seguintes penalidades aos psiclogos, exceto:

    a) Advertncia.

    b) Multa.

    c) Censura pblica.

    d) Suspenso do exerccio profissional, por at 6 meses, ad referendum do

    Conselho Federal de Psicologia;

    e) Cassao do exerccio profissional, ad referendum do Conselho Federal de

    Psicologia.

    4. Segundo a RESOLUO CFP N. 007/2003, os psiclogos no exerccio

    profissional devem obedecer a algumas regras na produo de documentos,

    exceto:

    a) rubricar as laudas, desde a primeira at a penltima, considerando que a ltima

    estar assinada, em toda e qualquer modalidade de documento.

    b) descrever os procedimentos (recursos e instrumentos tcnicos) utilizados para

    coletar as informaes luz do referencial terico-filosfico que os embasa.

    c) registrar sua identificao profissional atravs de seu carimbo na ltima pgina

    de qualquer modalidade de documento.

    d) descrever no caso de relatrio psicolgico, no mnimo os itens de identificao,

    descrio da demanda, procedimento, anlise e concluso.

    e) descrever, sempre que possvel, a validade do documento em questo.

    5. Qual a finalidade do Relatrio Psicolgico no contexto jurdico?

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    a) apresentar descritivamente dados acerca de situaes e/ou condies

    psicolgicas e suas determinaes histricas, sociais, polticas e culturais,

    pesquisadas no processo de avaliao psicolgica.

    b) oferecer uma resposta analtica e prospectiva de uma demanda solicitada.

    c) oferecer um parecer sobre uma consulta realizada.

    d) responder a um questionamento efetuado pelo juiz e dar subsdios para outros

    questionamentos.

    e) Atestar uma condio psicolgica do testado.

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    Aula 1 - Psicodiagnstico - tcnicas utilizadas. A entrevista psicolgica.

    Natureza e origens da tendncia anti-social.

    6. O Sistema de Avaliao dos Testes Psicolgicos (Satepsi) do Conselho

    Federal de Psicologia, iniciado em 2001 (Resoluo CFP n 002/2003),

    consiste em um sistema de certificao de instrumentos de avaliao

    psicolgica para uso profissional, que avalia e qualifica os instrumentos em

    apto ou inapto para uso, a partir da verificao objetiva de um conjunto de

    requisitos tcnicos mnimos (fundamentao terica, preciso, validade e

    normatizao) definidos pela rea. De acordo com o Satespsi, qual teste ou

    tcnica abaixo no recebeu parecer favorvel?

    a) O Teste de Apercepo Infantil.

    b) BPR-5.

    c) Inventrio de Habilidades Sociais.

    d) House Tree Person de John Buck.

    e) Palogrfico na Avaliao da Personalidade.

    7. O objetivo do processo psicodiagnstico segundo Ocampo (O processo

    Psicodiagnstico e as Tcnicas Projetivas :

    a) oferecer uma compreenso focal sobre a demanda trazida pelo paciente.

    b) o mesmo da avaliao psicolgica.

    c) descrever e compreender a personalidade total do paciente, os aspectos do

    passado, presente e futuro.

    d) encaminhar o paciente para a psicoterapia.

    e) avaliar as condies psquicas e sociais do paciente.

    8. Com relao a entrevista psicolgica, a partir da perspectiva de Bleger,

    podemos afirmar que:

    a) O entrevistado controla a entrevista, porm quem a dirige o entrevistador.

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    b) Deve-se buscar completar totalmente os dados sobre a vida total do paciente.

    c) A entrevista aberta permite que haja uma comparao sistemtica de dados

    mais precisa.

    d) O entrevistador no deve se considerar dentro do campo da entrevista.

    e) O entrevistador deve ser suficientemente ambguo para permitir o maior

    engajamento da personalidade do entrevistado.

    9. Sobre a conceituao de tendncia antissocial feita por Winnicott, podemos

    considerar que o ato antissocial constitui-se em um imperativo relativo a

    uma falha no perodo da dependncia relativa. De acordo com Winnicott, a

    tendncia antissocial indica que o beb pode experimentar um ambiente

    suficientemente bom poca da dependncia absoluta, mas que foi perdido

    posteriormente. Sobre esta tendncia, podemos afirmar que:

    a) a delinquncia difere da tendncia antissocial, apesar das razes serem as

    mesmas,

    b) a tendncia antissocial decorre da privao total de afeto da criana em relao

    a sua me.

    c) A agressividade para Winnicott, assim como para Freud e Klein, um sinal de

    pulso de morte e s encontrada nos delinquentes.

    d) O sadismo, a inveja e o dio so inatos condio humana.

    e) A tendncia antissocial representa uma ciso com o mundo real.

    10. Aps muitas pesquisas e as experincias no London Child Guidance Clinic,

    Winnicott concluiu que um fator importante na causa da delinquncia um

    perodo de separao prolongado do adolescente em relao a me na sua

    fase infantil. Esse prazo algo em torno de:

    a) 3 meses durante a primeira infncia.

    b) 6 meses durante os primeiros cinco anos de vida.

    c) 6 meses durante os trs primeiros anos de vida.

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    d) 1 ano seguido durante a fase do dipo.

    e) 9 meses durante os primeiros cinco anos de vida.

    11. Segundo Winnicott, para lidarmos com crianas com tendncias antissociais

    manifestas:

    a) Recomenda-se psicoterapia.

    b) Devemos buscar mudanas no grupo de convvio de criana.

    c) Devemos esperar o decurso do te

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